Marcos Aurélio Saquet, Universidade Estadual do Oeste do Paraná Marcos Gonçalves, Universidade Federal do Paraná, Brasil Marcos Silva, USP. 21 Jovens católicos: um olhar sobre o aumento conservador da pastoral juvenil na Diocese de Campo Mourão, Paraná. 32 A iconografia do século XIX de Jean-Baptiste Debret, o graffiti moderno e a educação histórica: um paralelo entre as representações culturais e o cotidiano do povo negro no Brasil.
33 Em Ensinar e Rimar: O Rap e o Hip Hop de Emicida como Estratégia Didática para o Ensino de História Africana e Cultura Afro-Brasileira. 37 À sombra acolhedora de uma grande árvore: Paulo Freire, Amílcar Cabral e a (re)construção pós-colonial do sistema educativo na Guiné-Bissau. 42 Fragmentos do Passado: Investigando os Resquícios do Regime Militar no Cotidiano de uma Instituição Escolar.
377 À sombra acolhedora de uma grande árvore: Paulo Freire, Amílcar Cabral e a (re)construção pós-colonial do sistema educativo na Guiné-Bissau. 446 Fragmentos do Passado: Investigando os Resquícios do Regime Militar no Cotidiano de uma Instituição Escolar.
Apresentação
Resumos
Ada Fontanella (Programa de Pós-Doutorado Interdisciplinar em Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD, PRPPG/Unespar), Unespar, [email protected] Cristina Pátaro (Programa de Pós-Doutorado Interdisciplinar em Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD), Unespar, [email protected] Frank Mezzomo (Programa de Pós-Doutorado Interdisciplinar em Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD), Unespar, [email protected] RESUMO: O objetivo deste estudo é analisar a influência da religião na construção identitária de jovens universitários. Adaiane Giovanni, [email protected] Daniela Maria do Nascimento (Programa de Pós-Doutorado Interdisciplinar em Sociedade e Desenvolvimento), Unespar, [email protected] RESUMO:. Éder Dias do Nascimento (mestrado profissional em educação histórica, ProfHistória), Unespar, [email protected] RESUMO: A cultura histórica, para JörnRüsen, é a articulação perceptual de diferentes dimensões ativas na vida prática.
Elaine Leal Jacomel (Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD), Unespar, [email protected] Cristina Satiê de Oliveira Pátaro (Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD), Unespar, crispataro@gmail .com Frank Antonio Mezzomo ( Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento, PPGSeD), Unespar, [email protected] RESUMO: A pesquisa busca compreender as relações entre o campo religioso e o campo político nas eleições municipais de Campo Mourão-PR em 2016. Isadora Luiza Francisca Alves Flores (Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino-Americanos, CAPES), UNILA, [email protected] RESUMO: Nas primeiras décadas republicanas, relatórios com descrições detalhadas de. João Paulo Pugin Souza (Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais), UFABC, [email protected] RESUMO: A comunicação oral tem como objetivo analisar as implicações decorrentes da participação de grupos religiosos proprietários de empresas de mídia na política.
Lara Grigoletto Bonini (Programa de Pós-Graduação Sociedade e Desenvolvimento), Unespar, [email protected] Frank Mezzomo (Programa de Pós-Graduação Sociedade e Desenvolvimento), Unespar, [email protected] Cristina Satiê de Oliveira Pátaro (Programa de Pós-Graduação -Graduação Sociedade e Desenvolvi), Unespar, [email protected] RESUMO: A pesquisa problematiza as representações políticas de jovens que declaram acreditar em Deus, mas não participam de religião. Thiago Reisdorfer (Programa de Pós-Graduação em História; Bolsa Capes-DS), UDESC, [email protected] RESUMO: A ampliação do acesso ao ensino universitário construída na década de 2000 teve impacto significativo na sociedade brasileira.
Trabalhos completos
Um bom aluno de história na escola seria aquele que conhecesse o conhecimento histórico que a universidade produziu. É do rol de questões que formaram o espírito dos professores para a pesquisa e dos casos de santificação baseados em pesquisas, e situadas dentro de uma tradição inventada de organização do sistema educacional brasileiro, é do rol dessas questões que vimos. Sustentando a hipótese de que o grande desafio da educação básica a ser superado para o campo da História ainda é a resistência da universidade em relação à história escolar. Formados numa tradição erudita, erudita, intelectualista e árida – estritamente aberta aos colegas que “falam a sua própria língua e àqueles com quem podem conversar e interagir – os egressos dos cursos de história permanecem “na lama”.
Quando estivemos no Congresso Regional da ANPUH, Seção Minas Gerais, em 2012, nos propusemos a investigar – por e-mail e pelas páginas dos cursos de história hospedadas online – para ver o que muitos cursos de história estavam fazendo na época. Depois de algumas décadas, o cenário hoje é o de uma universidade histórica que vê sua tradição posta em questão - ou, quando não posta em causa, extremamente alheia e desfasada do que se passa na história, e para a qual tendem os acadêmicos praticantes da história. com enorme desprezo. O desejo de mudar a resistência mútua da escola e da universidade em relação à história talvez seja simbolizado em 2012 pela criação de programas de mestrado profissional em ensino de história, desenvolvidos no contexto de cursos de história com professores do ensino fundamental que buscam a valorização de suas práticas e atividades. para trazê-los ao conhecimento acadêmico e universitário.
A percepção de limitações que os cursos de história enfrentam como formadores de profissionais sem mercado de trabalho e que em tese também existem. Para o bem ou para o mal, as produções históricas que têm o passado como tema tornaram-se mercadorias num mercado de valor simbólico onde a história é hoje tão importante quanto a institucionalização de cursos de história centrados na criação de Estados-nação no século XIX europeu. foi (SARLO, 2007). Essa percepção já está suficientemente difundida para conscientizar muitos de que os cursos de história precisam reconsiderar suas funções e benefícios.
Tomemos apenas como exemplo o que os cursos de história já vêm fazendo há algum tempo em relação à área do patrimônio histórico e das memórias institucionais. Nossa tradição, porém, desde a criação dos cursos de história do Brasil na década de 1930, é assumir que os alunos da escola aguardam o conhecimento histórico avançado que a história da universidade produz, o que, se não acontecer, faz com que o a escola é reprodutora de uma história ruim e superficial que agrava o conhecimento histórico. Isto obriga a uma redefinição do que é a história, para que serve, para onde deve apontar e uma redefinição de aspectos dentro dos cursos de história.
Pensemos no desenvolvimento de ações educativas em museus e centros memoriais, vinculadas ao ensino histórico nas escolas. O pensamento organizado e conceituado que a universidade proporciona sobre a relação História-Museu-Escola, o que e como podemos aprender sobre história, é importante. A disciplina de História deve explorar materiais, recursos e espaços de memória que não estão na escola nem pertencem à escola, e a ideia aqui é que esses materiais/espaços que armazenam o passado possam ser usados/explorados e não normalmente usados, porque a história na escola não utiliza esses espaços.
2 Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação Histórica e bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil, Unespar, [email protected]. Através dessas memórias preservadas, o professor de história encontrará materiais que poderão auxiliar em sala de aula. O que uma chácara do interior do Paraná nos ofereceria para ensinar História?
Para que a visita traga reflexão ao aluno, o professor deve desenvolver ações que cumpram seus objetivos como professor de história.