REVISTA ELETRÔNICA ESTADO DA HISTÓRIA Universidade Federal de Mato Grosso do Sul lança Curso de Diplomação em História. O poema intitulado Inquisidor traz a metáfora do regime nazista para pensar a instauração da ditadura civil-militar em abril de 1964.
ARTIGOS DOSSIÊ
NASCIMENTO, João Vitor Hugo Menezes do 1
INTRODUÇÃO
A hegemonia seria a articulação das ideias de uma determinada classe através da atuação dos intelectuais, no sentido mais amplo, não apenas daqueles que ocupam cátedras, mas também da articulação de organizações da sociedade civil voltadas para a vontade coletiva de se organizar para um determinado fim (GRAMSCI, 2000), como a manutenção da sociedade capitalista ou a conquista do poder político, como aconteceu em 1964, o estabelecimento de uma bancada militar (DREIFUSS, 1981), que envolve a participação de intelectuais orgânicos incluídos das multinacionais e classe associada, em grande parte representada pela comunidade empresarial. Neste artigo, os aparatos privados de hegemonia podem ser entendidos como a organização na sociedade civil dos interesses de determinadas classes sociais com o objetivo de alcançar determinadas conquistas na sociedade política.
A LUTA POLÍTICA PELA HEGEMONIA DO SETOR MULTINACIONAL E ASSOCIADO
Além disso, mesmo empresas nacionais bilionárias poderiam estar ligadas de alguma forma ao capital multinacional e associado (DREIFUSS, 1981, p.50). Por fim, vale ressaltar que a conspiração que levou à derrubada de João Goulart foi liderada pelo núcleo do IPES/ESG (DREIFUSS, 1981, p.369).
A INFLUÊNCIA DA ESG NO DISCURSO DOS MINISTROS DO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR (STM)
Num processo onde o artigo 45.º, ponto I, foi objecto de ampla discussão por parte dos ministros relativamente à definição de comunicação social e perante uma aporia (“beco sem saída”) entre os ministros, o recurso mobilizado poderia ser os princípios esguiano. Neste caso, o artigo 45, ponto I, recebeu uma interpretação ampliada, uma vez que a conotação de “comunicação social” serviu para condenar a propaganda para além dos meios de comunicação de massa (rádio, televisão, jornais, etc.), conforme explicado no artigo e no conceito da guerra revolucionária e da guerra psicológica serviram para apoiar a decisão dos ministros.
CONCLUSÃO
Essa personagem ocorreu num processo histórico, antes do golpe de 1964 e antes do decreto lei 898/1969. Esse processo se deu por meio da dinâmica da luta de classes, em que associações de classe, grupos de ação, consultorias, como FIESP, IPES, IBAD, CONCLAP, entre outros, conseguiram conspirar contra as classes tradicionais e contra as forças nacional-reformistas , conseguindo obter um rumo, uma visão de mundo clara, que pode se tornar hegemônica.
BIBLIOGRAFIA
FONTES
Recebido em Aprovado em João Vitor Hugo Menezes do Nascimento A AÇÃO DA BURGUESIA MULTINACIONAL E ASSOCIADA E SEU IMPACTO NA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL E NA HEGEMONIA DO ESGIUS NO SUPREMO TRIBUNAL MILITAR (STM).
OLIVEIRA, Pedro Carlos de Araújo 1
POLÍTICA MIGRATÓRIA DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1985): REFLEXOS DA DOUTRINA DA SEGURANÇA NACIONAL
No desenvolvimento deste artigo, pretendemos responder à seguinte questão: como foi fundada a ideologia da política migratória durante a ditadura militar brasileira? Tem como objetivo identificar a operacionalização dos aspectos normativos da política migratória para a segurança nacional durante o regime de ditadura militar no Brasil.
DOUTRINA DA SEGURANÇA NACIONAL DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1985)
Durante o período da ditadura militar no Brasil, a Doutrina de Segurança Nacional prevaleceu para manter o capitalismo como sistema econômico no sul das Américas. A doutrina da segurança nacional visa atingir os objetivos nacionais, nomeadamente o humanismo, o cristianismo e a democracia (valores ocidentais), a preservação do caráter nacional brasileiro (individualismo, adaptabilidade, improvisação, vocação pacífica, cordialidade, emotividade) e a preservação da soberania ( território, autodeterminação, integridade nacional).
POLÍTICA MIGRATÓRIA NO PERÍODO MILITAR
417, de 10 de janeiro de 1969, que dispôs sobre a ampliação da possibilidade de expulsão de estrangeiros, nos casos de dano à segurança do Estado, à ordem política ou social, à paz e à moral públicas, e à economia nacional, ou cujo procedimento cause dano ou perigoso para o conforto ou os interesses nacionais, bem como fraude na obtenção de visto, violação da lei, vadiagem e mendicância (artigo 1.º). Em seguida, o Decreto-Lei nº. 941, de 13 de outubro de 1969, que definiu a situação jurídica dos estrangeiros no Brasil e outras medidas que trouxeram nova menção à expulsão de estrangeiros que atentem contra a segurança nacional, a ordem política ou a seguridade social. , à paz ou à moral públicas e à economia nacional, ou cujos procedimentos sejam prejudiciais ou perigosos para o benefício e os interesses nacionais (artigo 73.º).
POLÍTICA DE SEGURANÇA
Ora, num contexto social onde a concretização dos direitos está diretamente ligada à nacionalidade, e o Estado aumenta as suas ações em prol da segurança interna e promove os interesses individuais, os estrangeiros que não se enquadram na preferência da utilidade económica são considerados potenciais inimigos. É evidente o desalinhamento das políticas migratórias durante o regime militar e a questão humanitária, com distanciamento da implementação dos direitos dos imigrantes em termos de segurança nacional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
(Des)criminalização das migrações e das políticas migratórias no Brasil: do Estatuto do Estrangeiro à nova Lei de Migrações. Regulamenta o decreto-lei n. 941, de 13 de outubro de 1969, que define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil e dá outras providências.
ONDE A GENTE ENTRA? A SEGUNDA GERAÇÃO E OS PROCESSOS DE ANISTIA E JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO NO BRASIL
WHERE DO WE COME IN? THE SECOND GENERATION AND THE AMNESTY AND TRANSITIONAL JUSTICE PROCESSES IN BRAZIL
COSTA, Caroline Rios 1
Desde a transição política iniciada em 1979 e o início da justiça transicional em 1988, vários setores permaneceram à margem das políticas debatidas, especialmente aqueles relacionados com os temas da ditadura, memória, justiça, verdade e reparação pelas violações cometidas. Por meio de ações específicas desses sujeitos, a partir da década de 1990, eles começaram a ser implantados, ainda que de forma lenta e cautelosa, nos caminhos da justiça de transição realizados no Brasil.
TRANSIÇÃO À BRASILEIRA – OS ANOS 1970 E O CAMINHO A SER PERCORRIDO ATÉ A DEMOCRACIA
O processo de justiça transicional é guiado por quatro parâmetros independentes mas inter-relacionados e que devem ser tidos em conta pelos países em transição política, a fim de implementar uma política de transição adequada. Se examinarmos os quatro elementos orientadores da justiça transicional e os objectivos da sua implementação, é importante compreender isto.
DE INVISÍVEIS A SUJEITOS POLÍTICOS – A ATUAÇÃO DE FILHOS NAS POLÍTICAS DE JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO
Dado que se registaram poucos progressos na década de 1990 no sentido do aprofundamento da justiça transicional e das políticas públicas relativamente aos crimes cometidos pelo Estado durante a ditadura, estes sujeitos continuaram a existir institucionalmente apenas como membros da família. Belo Horizonte: Centro de Estudos sobre Justiça Transicional da UFMG, Secretaria da Rede Latino-Americana de Justiça Transicional e Initia Via, 2017.
SILVA, Luiz Gabriel da 1
A REVOLTA DOS UNIVERSITÁRIOS NA DITADURA CIVIL-MILITAR EM CURITIBA: RESISTÊNCIAS E ACOMODAÇÕES (1968)
Narciso concebeu o projeto de acordo com o projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, fundo de apoio a iniciativas de memória, liderado pelo Governo Federal. Este trecho de Abrão, que fala em “resgatar a memória histórica”, mostra uma intenção de trazer para o debate memórias muitas vezes enterradas, como será discutido mais adiante.
O ENFRENTAMENTO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL À DITADURA
Além disso, a repressão já teve forte impacto no movimento estudantil, à medida que entidades como a União Nacional dos Estudantes 3 Disponível em:
OS ESTUDANTES APÓS O EPISÓDIO DA “CHÁCARA DO ALEMÃO”
Mas assim que chegaram em casa foram presos novamente, sob a alegação de que o benefício havia sido retirado (CEV, 2014, p. 509, grifo meu). O paradoxo da sua frase é compreensível: foi voluntária, no sentido de que foi uma iniciativa sua, mas forçada, porque era uma forma de evitar colocar em perigo a si e aos seus companheiros.
FONTES AUDIOVISUAIS
FONTES ESCRITAS
A semântica temporal, inspirada em Reinhart Koselleck, nos guiará na análise das fontes primárias que sustentam o artigo. A semântica temporal, inspirada em Reinhart Koselleck, nos guiará na análise das fontes primárias que sustentam o artigo.
O TEMPO DO GOLPE E O GOLPE DO TEMPO
O governador Mauro Borges era militar, defendeu a posse do vice-presidente João Goulart quando foi instaurado o regime parlamentar, lutou pela volta do presidencialismo, apoiou fortemente as reformas de base, mas aderiu ao movimento golpista que impediu esse projeto político. . O governador Mauro Borges era militar, defendeu o vice-presidente João Goulart quando o regime parlamentar foi instaurado no Brasil, lutou pela volta do presidencialismo, apoiou as reformas de base, mas aderiu ao movimento golpista que impediu esse projeto político.
UM ESTUDO DE CASO SOBRE GOIÁS
Professor da Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e do Curso de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Goiás (PROMEP).
THE TIME OF COUP AND THE COUP OF TIME
A CASE STUDY ABOUT GOIÁS
O TEMPO DO GOLPE
Este momento exigia medidas drásticas, pois estavam em jogo “as principais linhas que determinarão o nosso futuro político” (Quadro 30, doc. 03, p.1). Durante as festividades do dia 7 de setembro, Mauro Borges publicou uma “Mensagem ao povo goiano” na qual elogiou o movimento.
O GOLPE DO TEMPO
Diante dessa terrível situação, foi com decepção que o povo goiano ouviu as palavras do governador Mauro Borges. Afinal, Mauro Borges esteve à frente do poder executivo, além de ter contato com autoridades militares e civis em Brasília.
SILVA, Avelino Pedro Nunes Bento da 1
Avelino Pedro Nunes Bento da Silva ALÉM DE UMA “JUSTIÇA PRÓ-TRABALHO”: JUSTIÇA DO TRABALHO, OS. Este texto busca compreender os procedimentos da Justiça do Trabalho, as práticas que tornam inseguro o direito ao trabalho, bem como as experiências dos trabalhadores da Amazônia brasileira durante o período da ditadura civil-militar.
PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DE TRABALHADORES NA JUSTIÇA DO TRABALHO
9 TRT Acervo Histórico da 11ª Região, Tribunal do Trabalho da 8ª região – Junta de Conciliação e Julgamento de Itacoatiara, JCJ – 200/77, Cx 10 TRT Acervo Histórico da 11ª Região, Tribunal do Trabalho da 8ª região – Conciliação e Itacoatiara Sojenje , JCJ – 200/77, Cx.
A JUSTIÇA DO TRABALHO E A LEGITIMAÇÃO DO CAPITAL
Trabalhadores na Justiça: conflitos e Justiça do Trabalho em São Paulo no contexto do golpe de 1964. CENTRO DE MEMORIAL DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO/CEMEJ Processos do Conselho de Conciliação e Julgamento de Itacoatiara.
APRESENTAÇÃO ARTIGOS LIVRES
No que diz respeito ao intelectual em estudo, os autores apreendem a perspectiva evolucionista e a crença na ciência e no direito como pressupostos desejados para a nação emergente, além de uma noção de cultura estreitamente alinhada com as ideias literárias, políticas, filosóficas e científicas germânicas, sobre uma Alemanha recentemente unida. Mobilizando conceitos como o Antropoceno, Iago da Silva produz uma apresentação cuidadosa da obra de Baschet que nos permite reconhecer a história e o poder dos zapatistas como movimento indígena planetário e vislumbrar a consolidação de uma epistemologia de resistência.
ARTIGOS LIVRES
PRADO, Mário Lemos Flores do 1
CONFLITOS INTERNOS NO PARAGUAI PÓS-GUERRA (1870-1904): ENUMERAÇÃO, CONTEXTO E IMPACTO
INTERNAL CONFLICTS IN POSTWAR PARAGUAY (1870-1904)
ENUMERATION, CONTEXT AND IMPACT
O que resta no Paraguai do pós-guerra é uma matriz demográfica fundamentalmente desequilibrada, maioritariamente feminina, com poucos adultos, incluindo muitos deficientes (PRADO, 2022, pp. 159-171). Realizada tal análise, foi realizado um exercício de história comparada, contrastando especificamente a história dos movimentos analisados com a história de algumas das rebeliões durante a regência do Império Brasileiro.
EVOLUÇÃO DOS ACONTECIMENTOS POLÍTICOS
O exemplo mais óbvio é o de José Segundo Decoud, destacado intelectual liberal que, após os movimentos de 1874, juntou-se aos que se tornariam o Colorado, em cujas mãos via o futuro do país. Os liberais, desde o início, estiveram divididos entre civis, liderados pelo general Benigno Ferreira, que se tornaria presidente entre 1906 e 1908, tomando e perdendo o poder através de golpes, e entre radicais, sob a influência de Cecilio Baez, proeminente liberal. intelectual, presidente durante vários meses entre 1905 e 1906 (AQUINO, 1985, p. 203).
CONFLITOS
Mais de uma vez o governo Jovellanos teve que recorrer a empréstimos internos compulsórios (AQUINO, 1985, p. 51). Aconteceu em 1879, ano que se situa num período relativamente estável em termos políticos e económicos; O Presidente Bareiro revelou-se um administrador hábil, preocupado com as finanças públicas e com a aptidão dos seus funcionários (WARREN, 1985, pp. 42-44).
REVOLTAS NO BRASIL REGENCIAL: UM EXERCÍCIO DE HISTÓRIA COMPARADA
A vitória da revolução em 1904 representou um triunfo argentino após décadas de tentativas de minar a posição brasileira no país. Houve outros movimentos e conflitos no Paraguai durante o período em questão, mas estes não tiveram abrangência nacional ou mesmo regional.
PASSOS, Aruanã Antonio dos 2
VICENTINI, Willian Roberto 3
NA PROVÍNCIA, LER E (RE)INVENTAR O MUNDO: UMA INTERPRETAÇÃO DA FORMULAÇÃO DO CULTURALISMO EM
O INTRODUÇÃO: UM INTELECTUAL (SINGULAR) DA/NA PROVÍNCIA
A CRÍTICA AO POSITIVISMO COMO ANTESSALA DO CULTURALISMO
É fácil compreender que esta mística da história como absoluta mobilizou a sensibilidade de um povo consciente do seu destino comum. Neste contexto de nascimento de uma nação, foi necessário passar de um “instinto de nacionalidade” para a construção de uma “consciência nacional”, veiculada através de um discurso e de um conjunto de símbolos.
O GERMANISMO COMO PROJETO, PROJEÇÃO E ESPELHO
A liberdade é um dos componentes dessa herança herdada, que importa sobretudo obter pelas próprias forças” (BARRETO, 1926a, p. 147). Abandonemos nossos preconceitos, nossas reservas, nossos medos e sejamos um povo livre (BARRETO, 1926a, p. 109).
Segundo Angela Alonso: “A ideia positivista de progresso permeou as faculdades de direito de São Paulo e Recife, onde muitos alunos eram republicanos e abolicionistas. Porém, muito antes do intenso calor do movimento abolicionista da década de 1880, os representantes da Escola do Recife – e tentamos definir a posição de Tobias Barreto neste contexto – expressavam uma crítica às ideias positivistas, lutavam pelo uso da rede de amizade entre seus seguidores.
ATHAÍDES, Rafael 1
O INTEGRALISMO E AS ELEIÇÕES NO PARANÁ NA DÉCADA DE 1930
THE BRAZILIAN INTEGRALISM AND THE ELECTIONS IN PARANÁ IN THE DECADE OF 1930
O II Congresso Integralista, realizado na cidade de Petrópolis (7 a 9 de março de 1935), determinou oficialmente a transformação da AIB em partido político, além de "centro de estudos e educação moral, física e cívica" (MONITOR ) INTEGRALISTA, 7 de maio de 1935: 1)3. Autointitulado “Órgão de Aprendizagem e Propaganda da AIB”, foi publicado entre maio e novembro de 1935 na cidade de Curitiba, Paraná.
OS DADOS ELEITORAIS E AS LACUNAS
Rafael Athaídes O INTEGRALISMO E AS ELEIÇÕES NO PARANÁ DA DÉCADA DE 1930.. apresentavam mais semelhanças com outros partidos, o que garantia abertura ao eleitorado médio do país. Portanto, não temos dados oficiais sobre as eleições municipais paranaenses, o que dificulta o mapeamento das eleições que foram unificadas para todas as cidades paranaenses após as eleições municipais de 1972.
1934: O ENSAIO DA CONSTITUINTE
É claro que corremos o risco de submeter tais conjecturas ao teste do tempo e de pesquisas futuras e talvez ao aparecimento, em algum porão, dos mapas eleitorais do Estado do Paraná daquele período. O Tribunal Regional Eleitoral e o Arquivo Público do Paraná não possuem registros do ocorrido na primeira fase da justiça eleitoral, de 1932 a 1937.
1935: A FORÇA DA PROVÍNCIA
No Rio Negro, como era de se esperar, os camisas verdes representavam metade da Câmara Municipal (4 vereadores). MOTIVO, números 1 a 27, Curitiba, maio a novembro de 1935 - Espaço Delphi de Documentação e Memória Cultural, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande de Sul, Porto Alegre/RS (foto digital).
ENSAIO DE GRADUAÇÃO
FRANÇA, Victor Hugo de Almeida 1
POBRES E LIVRES E A GUERRA DOS MARIMBONDOS EM PERNAMBUCO E ARREDORES: ENTRE LEIS, DECRETOS E
Nesse contexto de formação de uma identidade nacional e de modelos hegemônicos no segundo reinado, foi criado em 1838 o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, colocando as ciências históricas e geográficas como privilegiadas na função de legitimar o projeto de Estado-nação. Os estudos visavam definir uma identidade que pretendesse transmitir uma ideia de ordem diante da 'desordem' em que outras nações americanas estavam imersas.
O ZUMBIDO DOS POBRES E LIVRES