This research aims to investigate the subjectivity of Itajaí basic school teachers through the analysis of discursive material relating to media and culture. The media is seen as the main responsible by the 'cultural revolution' and its participation in society is far from content mediation.
INTRODUÇÃO
Esta pesquisa aborda o debate cultural e a subjetivação dos professores através da relação com a mídia em dois momentos complementares. Na primeira parte são destacadas as principais estratégias utilizadas pelos professores para criar debate cultural através da exibição de um vídeo.
OBJETIVOS
Objetivos Gerais
Objetivos Específicos
Estudos Culturais
A minha disciplina, por exemplo, tem muito a ver com arte, não é?” Não sei como separar isso. “Ah, mas você tem razão, meu Deus, que cultura maluca, não é?” ou “Olha, isso não tem nada a ver com a realidade!”
Pós-Modernidade – uma época de reciclagens
- Efeitos globalizantes : emergência identitária
- Educação pós-moderna: a inclusão da mídia na escola
Abordagem Pós-Estruturalista
- A mídia e os processos de subjetivação cultural
O autor centra suas análises na produção de subjetividades realizadas nas escolas através de formas de subjetividade de linguagem que constituem a própria interioridade através da experiência de si. Fischer também faz uso das “técnicas do eu” de Foucault para defender o carácter pedagógico dos meios de comunicação para além da aparente função de transmissão de informação.
METODOLOGIA
Descrição Do Objeto De Estudo
- O local
- Os sujeitos
- Artefatos midiáticos
Não possui sinopse, aspectos técnicos e estéticos, duração do programa, entre outros aspectos que desestimulem os professores a utilizarem o recurso da TV Escola. Depois houve alguns documentários feitos pela pesquisadora com a TV Escola sobre diversidade cultural.
Procedimentos Para a Coleta De Dados
- Entrevista semi-estruturada
- Observação em sala de aula
- Questionário
- Auto-observação
- Análise de caderno de atividades
No caso da aula de português, foram observadas seis turmas, três na sétima série e três na oitava série; a mesma coisa aconteceu nas aulas de inglês. Na disciplina de história, o conteúdo segue uma hierarquia por série, portanto não houve conflito de interesses no uso do mesmo artefato cultural para turmas de sétima e oitava séries.
DEBATE CULTURAL
Elos E Tensões Na Relação Entre O Local E O
Porém, ela revela certa desconfiança em seu próprio argumento quando diz que os habitantes da Bahia e da Amazônia não se entendem, mas parece que não é isso que ela mesma percebe. Hall (1997:34) argumenta que não houve uma simples fragmentação do sujeito moderno, mas sim um deslocamento causado por sucessivas rupturas no discurso da modernidade.
Positivando A Diferença
- A arte
- Discurso pastoral: a essência humana
- O dado biológico
- Culto à tradição
- A celebração multicultural
- A armadilha da linguagem
A certa altura da entrevista individual, quando a professora de português comentava os géneros que os alunos mais gostavam, ela destacou a comédia. Quer dizer, às vezes...viver numa redezinha, né? diminui o efeito das palavras que você usou) Pronto..estou sentado, certo. com ênfase) Você deixaria sua cama confortável lá.
Relativizando Os Costumes
A professora de história também cita a questão dos antigos colonos como uma das mais difíceis de lidar para “conscientizar” o “respeito às diferenças”, dada a estranheza que os costumes causam ao público escolar. Ao contrário da professora de português, a historiadora incomoda-se particularmente com piadas depreciativas que distraem a sua atenção e a sua argumentação. Além das questões indígenas, o professor de história comenta ocasionalmente nas aulas sobre culturas estrangeiras, considerando sua importância social e política e o momento dos acontecimentos, que é destacado no currículo de cada turma.
A fala do professor de história se identifica mais com a posição do antropólogo, cujo preceito principal é não distinguir ou hierarquizar culturas, sejam elas consideradas primitivas, selvagens ou avançadas.
Desconstruindo Representações
- A invenção das tradições locais
- Desvinculando da arte
Confrontados com uma cultura com costumes tão ofensivos aos costumes ocidentais, que estratégia deveríamos usar para nos envolvermos no debate cultural? Afinal, a frase, retirada de uma canção folclórica, já fazia parte do repertório do senso comum associado à identidade portuguesa. De certa forma, a classificação da cultura, seja ela popular, erudita ou híbrida, dentro de uma posição fechada da sociedade permite um melhor controle.
Hall (1997:17) relata que o século XX foi palco de uma “revolução cultural”, na medida em que a cultura está incorporada na estrutura e organização da sociedade moderna tardia e/ou pós-moderna através de processos de desenvolvimento global e do fornecimento de recursos económicos e materiais. recursos.
Os Jogos De Linguagem
Não estou dizendo... não quero me policiar, me policiar porque sou uma pessoa que interroga. O argumento lógico do discurso centra-se nas qualidades que podem ser atribuídas a uma pessoa de classe social baixa que consegue atingir outro tipo de padrão: a higiene. Aqui: veja o que diz o Álvaro: uma pessoa muito pobre quer trabalhar mas não consegue trabalhar.
O primeiro aspecto é o aparente descompasso entre as expectativas dos alunos e dos professores de inglês.
SUBJETIVAÇÃO DOCENTE E MÍDIA
A Espetacular Aula De Língua Portuguesa
Em sala de aula, a professora de português reelabora a linguagem midiática e produz sua própria produção em forma de atividade pedagógica. Mas o facto de a tensão entre a escola e a vida quotidiana ser aliviada não exime o professor de português de ser um produtor de subjetividades. Para discutir a tendência de consumo na sociedade contemporânea, a professora de português entregou aos alunos o texto do livro ‘Amor e Consumo’.
Como podemos perceber, a crítica cultural praticada pelo professor de português não pretende retirar o aluno de uma suposta alienação e libertá-lo da ignorância.
O Romântico Discurso Da Historiadora
O sonho socialista ainda está vivo em pessoas como a professora de história, ator social desta pesquisa, que revela seu lado militante durante a mediação de um vídeo em sala de aula. Disciplina de briga, porque era melhor ter criado do que criado, não é? Por isso, ela acredita que é muito mais eficiente mostrar aos alunos um longa-metragem do que um documentário, por exemplo.
O tema, a linguagem, os recursos técnicos fazem parte de um complexo de estratégias voltadas para alguém que faz parte de um público mais amplo.
A Ousadia Da Professora de Gramática Estrangeira
Outro obstáculo alegado pela professora de inglês por não utilizar a música como ferramenta de trabalho são as preferências dos alunos. Para a professora de inglês é impensável ‘trabalhar’ uma música que não tem sentido para ela, que ela não consegue “ler”, que não lhe diz respeito. Nossa professora de inglês revelou durante a coleta de dados que também ficou maravilhada com as mudanças nos rumos da educação contemporânea.
Apesar de suas crenças resistirem às mudanças, a professora de inglês não desistiu do desafio de experimentar novas práticas de ensino e buscou expandir.
Filosofante Comunicadora
O conflito foi sendo gradualmente resolvido, com os professores aprendendo a lidar com os alunos e aceitando tantos novos. A filosofia dos estudantes de educação revelou aos professores, aula por aula, o que Nietzsche suspeitara sobre este assunto mais de um século antes, expresso nas análises de Hermann. Por isso, ele sugere que os alunos estejam mais abertos a produções que fujam dos padrões dominantes.
O texto foi lido em conjunto com os alunos, e a professora interveio em cada seção para aprofundar o conteúdo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Pedagogia Pós-Moderna Como Produtora De
A tarefa de produzir a subjetividade estudantil em consonância com as questões pós-modernas era muito mais complicada do que seguir a linha pedagógica vigente. Infelizmente, a revisão paradigmática não é eficaz com a mesma dinâmica da sociedade contemporânea, e esse descompasso acaba se refletindo nas escolas. Em princípio, a educação pós-moderna não deveria tolerar certos conceitos de controlo social que fundamentam a criação de escolas.
Contudo, é de esperar que a concepção de educação pós-moderna não constitua um novo paradigma congelado cujas limitações conceptuais em última análise enfraqueçam a sua vitalidade.
A Crítica Cultural Na Escola
Além disso, a programação oficial de vídeos educativos (TV Escola) não foi utilizada por falta de um planejamento que combinasse as necessidades dos professores, a divulgação dos produtos e possíveis contextos de utilização e a gravação dos programas. Existem valores culturais que são mais respeitados que outros devido ao poder económico dos produtores da indústria cultural. E outras culturas, incluindo aquelas apresentadas como antagónicas ao modelo de civilização ocidental, também não são abordadas nos meios de comunicação social.
Produtos que não possuem essa intenção didática podem contribuir de forma mais eficaz para o debate à medida que o professor adota uma atitude menos passiva.
Aprendendo A Conviver Com A Condição Pós-Moderna
E na sua própria subjetividade, busque elementos que possam contribuir para o desenvolvimento de metodologias de ensino originais, sempre considerando o público discente. Ao adotar a metodologia com subjetividade midiática nas aulas de filosofia da educação, a pesquisadora não privilegiou as preferências do público nos primeiros encontros. Sua intenção era a melhor possível: trazer para a classe produtos diferenciados, que se destacassem pela originalidade e pela crítica aos padrões vigentes.
O desafio da professora de filosofia foi trabalhar a própria sensibilidade para compreender o que move a subjetividade de seus alunos e encontrar o equilíbrio entre suas aspirações e os desejos do público.
É por isso que os teóricos pós-modernos pensam que a mentalidade que controla as pessoas hoje não é muito racional e acreditam que as teorias precisam de ser revistas, pois não é certo enganar as pessoas. Em vez de partir de uma construção no presente do indicativo (eu sou), partimos do particípio e do gerúndio (eu era, me torno). Pereira, escreve sobre os ‘Múltiplos sujeitos da educação: a produção de sujeitos e subjetividades de professores e alunos’ através da análise do filme ‘Nenhum a Menos’.
3 - Para publicar o texto é necessário atender às exigências do editor e criar um resumo de no máximo 250 palavras (padrão ABNT) contendo as ideias principais e sublinhando seis palavras-chave. como filha de Dewey, que resolve problemas e vivencia a vida como a chinesa do filme Bricks in the Walls). De uma forma ou de outra, a mídia intervém e também reflete a sociedade para criar seus próprios produtos sedutores. São filmes de cunho histórico, político e social, que mostram, por meio da ficção, como as pessoas vivem ou viveram em determinado lugar e época.
ANEXOS
História
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
Filosofia da Educação
Mas é preciso lembrar que formular uma narrativa e divulgá-la, criando uma nova metáfora que não só garanta os direitos democráticos, mas invente outros direitos, já é uma ação política. Essa identidade é, neste caso, uma configuração cristalizada, um modo de ser já definido que passa de mãe para filho, seja pela novela das oito, seja por uma aula na universidade, seja por um outdoor na esquina . Há menos de uma década isso era impensável, pois a voz do ator também faz parte da performance.
A missão desta leitura é fazer com que nossa visão alcance o poder do raio X de uma Mulher Maravilha.
Questionário de Mídia......................................................................................... 195 194