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cfess 2018

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Academic year: 2023

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Situação atual e limites da Carta de Maceió após 15 anos – Crise do capital e (des)financiamento da seguridade social TABELA 2. A tendência é de corte brutal de direitos e conquistas sociais, especialmente na área da seguridade social.

Introdução

Dado que este artigo pretende restaurar a minha exposição à mesa e contribuir para o debate categorial sobre este fenómeno, ele surge do acúmulo realizado na minha trajetória de intervenção, pesquisa (GUERRA, 2012) e assessoria na área de serviços na área álcool e outras drogas desde 1990, e o processo de pesquisa de interdição de drogas (LIMA), a historiografia da profissão e sua prática profissional em relação ao fenômeno do uso de álcool e outras drogas (LIMA. Intervenção do serviço social no fenômeno do álcool e outras drogas). o uso de outras drogas tem mantido uma visão conservadora sobre o que são esses bens e seus diversos valores de uso, atualizando uma moralidade autoritária, higienista e punitiva. Como veremos, se esse processo continuar na profissão, será consistente com a hegemonia crítica do proibição das drogas, que construiu posições e projetos a nível nacional e internacional desde a década de 1980 que contradizem a naturalização da violência resultante da proibição de certas drogas que se tornaram ilegais (LIMA.

Contudo, o eixo punitivo do proibicionismo permanece ativo e dominante ao manter o mercado ilegal de drogas.

A educação da criança deve ser sempre feita de forma científica e a família deve sempre consultar o médico para aconselhamento. Esta revista teve ampla circulação no território brasileiro e participou de um projeto de socialização rumo a uma moral que se tornaria hegemônica para a sociedade brasileira. Esta é uma dimensão pouco explorada na historiografia recente da profissão, mas torna-se fundamental para a compreensão do pensamento e da ação dos pioneiros do serviço social em relação a fenômenos como a embriaguez e o uso de outras substâncias, além da observando o poder das estratégias culturais para operacionalizar projetos de socialização dos funcionários.

Portanto, a importância social do uso de álcool e outras drogas já estava bem estabelecida antes da institucionalização dos serviços sociais no Brasil.

Embriaguez e educação higiênica para os trabalhadores: uma demanda na institucionalização do Serviço Social

Para a autora, um destacado representante do Serviço Social da época pensou nos rumos que essa prática educativa estava tomando. Nesse sentido, Rodrigues Gonzalez, falando em 1943 na Revista de Serviço Social sobre O desenvolvimento do serviço social na indústria no Chile, indica como a prática profissional dos assistentes sociais participa das relações de poder nos espaços socioprofissionais e como se pretende sua função educativa gerar formas de pensar e agir nos trabalhadores. A naturalização da vida social e das suas desigualdades neste período no Serviço Social sob o pretexto da plena liberdade individual e da ideologia meritocrática, que se materializa numa concretização de.

Continuidades e rupturas após a renovação do Serviço Social: a arena avaliativa com atenção ao uso de drogas.

Continuidades e rupturas a partir da renovação do Serviço Social: a arena valorativa na atenção aos usos de drogas

Como se pode verificar, tais posicionamentos foram tomados em meio à grande onda conservadora de confinamento obrigatório da população em situação de rua e de mercantilização da internação de usuários de drogas em hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas. Em seguida, no maior fórum de debates da categoria, o 42º Encontro Nacional do CFESS-CRESS, em 2013, foi discutida a discussão sobre os Caminhos (Caminhos) da Política sobre Drogas no Brasil: polêmicas e perspectivas para o Serviço Social. Defender a descriminalização do uso de drogas e promover o debate sobre a legalização das drogas e medidas regulatórias para cultivo, cultivo, produção, comércio e consumo, com ênfase na Política de Redução de Danos, direcionando o posicionamento (CFESS, 2013: 19).

Além dos novos empregos, o uso de drogas continua a influenciar a prática profissional cotidiana em qualquer espaço socioprofissional.

Questões finais

De quais conhecimentos e valores o assistente social precisa para compreender as demandas e respondê-las no campo das políticas sobre drogas. Que influência os assistentes sociais permitem que sofram com a religião nos espaços socioprofissionais, quando são solicitados a intervir junto aos sujeitos usuários de drogas. Que relação tem funcionado entre as universidades e os assistentes sociais nos locais de trabalho no domínio do consumo de drogas?

Qual a participação dos órgãos da categoria no controle democrático da política de drogas.

Professor adjunto da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). 1 Referimo-nos ao que José Paulo Netto (1996) identificou como “o processo de renovação do serviço social brasileiro”. 2 Neste ponto, utilizamos trechos do capítulo “Comentários sobre o registro do serviço social na área da saúde”, incluído no livro “Serviço social, ética e saúde: reflexões para a prática profissional”, de nossa autoria (Matos, 2013 ).

NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social - Uma Análise do Serviço Social no Brasil após os 64 anos.

Proteção dos direitos das crianças e adolescentes e justiça juvenil Introduzida no Brasil com a Constituição de 1988 e enunciada no Esta-

Acrescente-se que tal legislação é o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90), que, por outro lado, dedica um longo capítulo às medidas socioeducativas que devem ser implementadas no cometimento de um delito (artigos 112 et sequência do ECA). Nesse sentido, os Estados Partes da Convenção sobre os Direitos da Criança devem adotar todas as medidas necessárias e adequadas para garantir a igualdade e a não discriminação das crianças e adolescentes em conflito com a lei (princípio previsto no artigo 2º da Convenção). Convenção). 8 O órgão de monitorização do cumprimento das obrigações assumidas pelos Estados Partes na Convenção sobre os Direitos da Criança (ver artigos 43.º e 44.º da Convenção).

A justiça para crianças e adolescentes deve garantir os direitos e a segurança e promover o bem-estar físico e mental dos jovens.

Contexto de criminalidade e violência no Brasil

15 De acordo com a Divisão Nacional de Prisões do Ministério da Justiça, Pesquisa Nacional de Informações Prisionais, Infopen, dezembro de 2014, p.14. De acordo com a Divisão Nacional de Prisões do Ministério da Justiça, Pesquisa Nacional de Informações Prisionais, Infopen, dezembro de 2014, p. 18-19. 18 De acordo com a Divisão Nacional de Prisões do Ministério da Justiça, Pesquisa Nacional de Informações Prisionais, Infopen, junho de 2014, p.15.

Segundo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, Pesquisa Nacional de Informações Penitenciárias, Infopen, junho de 2014, p.10.

Considerações Finais

Este artigo trata dos fundamentos do Estado Penal e suas características na realidade brasileira, dentre as quais se destaca a repetição da proposta de redução da maioridade penal. Para discutir o tema, primeiramente é conceituado o Estado Penal e descritas algumas de suas manifestações. 1 Este artigo refere-se à palestra proferida no 5º Encontro Nacional de Serviço Social e Seguridade Social, realizado em Belo Horizonte (MG), entre os dias 19 e 21 de novembro de 2015, no plenário 4: O Estado Penal e a Redução da Maioridade: questões para o trabalho de assistente social.

O estado penal no Brasil e seu impacto na política de juventude Para situar o estado penal no Brasil, é necessário fazer uma breve referência ao

Estado Penal no Brasil e suas repercussões nas políticas para a juventude Para situar o Estado Penal no Brasil, faz-se necessária breve recorrida ao

Este cenário de corte dos esforços do Estado na política social tem consequências diretas na qualidade dos serviços prestados, e acaba por reforçar a culpa do indivíduo pelas dificuldades que vivencia. A mera contenção, opressiva e incapacitante, parece constituir o objetivo contemporâneo, onde bastaria que o sujeito não causasse danos à sociedade, pelo menos por algum tempo (SANTORO, 2002, p. 63). Todos os dados mostram que a tendência para a gestão judicial e prisional da pobreza é tanto mais provável e acentuada quanto mais a política económica e social do governo se inspira nas teorias neoliberais de 'privatização' das relações sociais, num contexto em que a Política Social As garantias do Estado são sempre mais fracas.

O autor problematiza: “ninguém pergunta se vale a pena sacrificar o princípio da igualdade, que durante séculos da tradição jurídica liberal foi considerado o instrumento mais importante para limitar possíveis abusos do poder criminoso” (SANTORO, 2002, p. 69).

Fundamentos para a maioridade penal aos 18 anos

Os autores citados alertam que qualquer fenômeno humano deve ser compreendido dentro da estrutura do “reino social” em que ocorre. Assim, pode-se dizer que existem fatores que se articulam organicamente que constituem um mosaico de circunstâncias que favorecem o cometimento da violação. É nesse contexto que as políticas públicas se posicionam como forma de concretizar direitos e garantir espaços nos quais outras trajetórias possam ser traçadas, evitando que a profecia da reincidência se cumpra.

Diante desse contexto, grita a perspectiva de o Brasil ter um arcabouço jurídico progressista e harmonizado em termos de garantia de direitos e responsabilização de adolescentes por atos criminosos.

Quem chamamos de velho?

O que lhe interessa pura e simplesmente é um máximo de força de trabalho que possa fluir num dia de trabalho (MARX, 1996, pp. 378-9). Agora sabemos que para o trabalhador a única mercadoria que resta para ser vendida para a sua sobrevivência é a sua força de trabalho. Assim, é verdade que o capitalista procurará todos os meios para tirar o máximo partido da mercadoria “força de trabalho” que compra, e para esse efeito utilizará a jornada de trabalho e a intensificação do trabalho, até agora.

Para além deste limite puramente físico, a extensão da jornada de trabalho encontra limites morais.

Além disso, os obstáculos à ampliação da jornada de trabalho numa sociedade que promove a liberdade são também de natureza moral, pois o proprietário dos meios de produção enfrenta demandas decorrentes da luta travada pela classe trabalhadora em favor de melhorias nas condições de trabalho. e redução da jornada de trabalho (SILVA SOBRINHO, 2006). Segundo Pereira (2008), este número de trabalhadores que não estão activos no mercado de trabalho ou que trabalham informalmente é muitas vezes um factor de desequilíbrio mais convincente no défice da conta da segurança social. Para o capital, a única coisa que interessa ao trabalhador é “uma quantidade máxima de força de trabalho que pode ser gerada em uma jornada de trabalho” (MARX, 1996a, p. 379).

Assim, não se trata de uma condição inexorável que atinge toda a faixa etária, de forma indistinta e independente da forma como a força de trabalho é expropriada e explorada das condições de produção e reprodução social, incluindo o seu tempo de vida e a forma como chegam a essa vida. estágio. . E mesmo o direito à aposentadoria adquirido ao longo dos anos é considerado um fardo para as novas gerações, para o sistema previdenciário. De acordo com a nossa tese, os mais pobres representam parte da classe trabalhadora, que teve uma pior trajetória profissional e de vida e se reproduz no seu envelhecimento.

Referências

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