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CIÊNCIAS - (www.pgcl.uenf.br).

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Academic year: 2023

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Marta Cristina Goulart Braga, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Michele Marcelo Silva Bortolai, Universidade de São Paulo, Brasil. Raul Inácio Busarello, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Rita Oliveira, Universidade de Aveiro, Portugal.

UTILIZAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS

CONCEPÇÃO DE PROFESSORES DO RIO DE JANEIRO E ESPÍRITO SANTO

CIÊNCIAS

ENSINO DE

CIÊNCIAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS

ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA

As reflexões levaram a uma reorientação no ensino de ciências, onde os objetivos principais são a compreensão da ciência, da tecnologia e do meio ambiente, das relações entre um e outro com as consequências resultantes para a sociedade (CACHAPUZ, 2000; . CACHAPUZ et al., 2011 ). A formação de professores tem impacto direto na situação percebida no ensino de ciências, pois pela formação inicial que tiveram nesta área, as aulas de ciências são predominantemente teóricas, privilegiando-se os livros didáticos, por vezes descontextualizados com a matéria. o contexto sociocultural dos estudantes (KRASILCHIK, 2016; CACHAPUZ, 2000; CACHAPUZ et al., 2011).

ENSINO TRADICIONAL

CIÊNCIA O ensino de ciências no cenário atual, que passa constantemente por grandes mudanças, exige que os professores compreendam as inovações científicas e tecnológicas, se posicionem sobre a desigualdade na sociedade, abrindo assim novos horizontes para o pleno desenvolvimento dos alunos. É óbvio que o conteúdo escolar deve ser avaliado e o aluno deve ser ensinado, mas ressalta-se que a forma mais adequada de estabelecer esse contato é entre os alunos e o conteúdo curricular.

ENSINO E APRENDIZAGEM

A concepção curricular, em que o livro didático é o guia pedagógico do trabalho do professor. O livro didático é considerado um padrão curricular desejável, mesmo se considerarmos a possibilidade de que ele possa ser modificado de alguma forma.

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM

Assim, os processos de raciocínio são otimizados, fazendo com que os alunos pensem e o caminho seja monitorado, para que tomem consciência e controlem seus próprios processos mentais. Ao apresentar estratégias de aprendizagem, o aluno pode ganhar novas perspectivas sobre a aprendizagem e superar desafios pessoais e ambientais para alcançar maior sucesso acadêmico (DA SILVA, 2004; SÁ, 1997).

ASPECTOS METODOLÓGICOS

CIÊNCIAS sobre o seu processo de aprendizagem, autorregulando a sua aprendizagem, nas suas diferentes dimensões: definição de objetivos; monitorar seu progresso; gerenciar suas tarefas; avaliação de suas realizações. Confirma-se, com apoio de teóricos que estudam o construto da autorregulação (VEIGA SIMÃO, 2002; ROSÁRIO et al., 2006; PINTRICH, 1999) que os alunos autorregulados são aqueles que: estão mais próximos de estabelecer metas e objetivos de aprendizado; têm consciência de suas capacidades e limitações, a partir do seu autoconceito; refletem constantemente sobre o processo de aprendizagem, buscam as estratégias necessárias para realizar sua tarefa, responsabilizam-se pelos resultados obtidos e modificam o processo quando necessário.

RESULTADOS

Os professores afirmaram que o ensino básico está sucateado e que a escola não tem, por exemplo, WI-FI ou sala de informática que funcione de forma eficiente. Em relação ao material didático de apoio às ciências e biologia, os professores afirmaram que possuem um modelo do corpo humano.

Tabela 2: Levantamento de salas de recursos e materiais didático-peda- didático-peda-gógicos que possibilitam aulas mais motivadoras para a aprendizagem  citados pelos professores
Tabela 2: Levantamento de salas de recursos e materiais didático-peda- didático-peda-gógicos que possibilitam aulas mais motivadoras para a aprendizagem citados pelos professores

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ensino de ciências em salas de aula do primeiro ano – descrição e análise de um currículo e recursos para professores. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Marília-SP: 2005.

HORTA ESCOLAR COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ENSINO: UMA

O objetivo do trabalho foi promover o ensino, a educação ambiental e alimentar por meio da implantação de uma horta na Escola CIEP 276 Ernesto Paiva em Cambuci – RJ e na Escola Municipal Casimiro Moreira da Fonseca em Aperibé – RJ. A legislação ambiental brasileira, por meio da Política Nacional de Educação Ambiental e da Constituição Federal Brasileira de 1988, confirma que é dever das escolas promover a educação ambiental para todos os níveis de ensino, que desempenha um papel importante na vida dos alunos, no aumento conscientização e conscientização ambiental de toda a comunidade escolar e, consequentemente, de toda a sociedade.

CIÊNCIAS REVISÃO DE LITERATURA

Como parte de sua missão, o CIÊNCIAS orienta as gerações atuais e futuras sobre as mudanças sociais e ambientais sem precedentes que o mundo enfrenta atualmente (MEC, 2010, p. 9). Chama a atenção para a importância da escola como sensibilizadora e contribui para a formação e desenvolvimento da consciência ambiental dos alunos, o que repercute positivamente na formação de cidadãos mais preocupados com as questões ambientais existentes.

PROJETO HORTA ESCOLAR COMO FERRAMENTA PARA O ENSINO E PARA A SENSIBILIZAÇÃO E

Tais atividades contribuem para o desenvolvimento da consciência de que é necessário adotar um estilo de vida menos oneroso ao meio ambiente, e para a inclusão dos alunos nos problemas ambientais que vivenciam a partir do espaço da horta escolar. Sendo um laboratório vivo de possibilidades no desenvolvimento de diversas atividades pedagógicas (OLIVEIRA et. al., 2018, p. 12).

METODOLOGIA

Construção de um plano de ação para construção da horta no espaço disponibilizado pelas escolas, que consistiu nas seguintes ações: preparo do solo, levantamento de canteiros, abertura de covas, adubação orgânica do solo, plantio de sementes, transplante de mudas e correção de cerca;. Após aprovação dos diretores e professores das referidas escolas, iniciou-se o processo de plantio da horta.

Figura 1. Local disponibilizado pelas Escolas CIEP (A) e Casimiro (B).
Figura 1. Local disponibilizado pelas Escolas CIEP (A) e Casimiro (B).

CIÊNCIAS RESULTADOS E DISCUSSÃO

A consolidação de uma horta exige trabalho e os alunos não pouparam esforços para atingir o objetivo. Porém, os alunos conseguiram compreender que a prática de uma agricultura responsável e sustentável é inteiramente possível.

Figura 4. Manejo da horta pelos alunos na Escola Municipal Casimiro Moreira da  Fonseca.
Figura 4. Manejo da horta pelos alunos na Escola Municipal Casimiro Moreira da Fonseca.

CONCLUSÃO

Subsídios de Horta para o desenvolvimento da educação ambiental na escola: um estudo de caso no Ensino Médio do município de Gurjão. Contribuições da educação ambiental e das hortas escolares na promoção de melhorias na educação, na saúde e no meio ambiente.

JARDIM SENSORIAL: UM INSTRUMENTO NO ENSINO DE CIÊNCIAS

Este artigo tem como objetivo apresentar a utilização de um jardim sensorial como ferramenta pedagógica no ensino de ciências, e tenta apresentar uma metodologia para sua elaboração e aplicação, além de apresentar os resultados da atividade realizada.

CIÊNCIAS INTRODUÇÃO

Dessa forma, o jardim sensorial fornece os recursos para uma aprendizagem significativa, pois o aluno poderá construir ideias a partir de suas experiências e poderá comparar com o experimento em questão (BAPTISTA E EL-HANE, 2006).

JARDIM SENSORIAL NO DESENVOLVIMENTO DA PERCEPÇÃO AMBIENTAL

O estilo de vida urbano levou a um distanciamento da relação homem-natureza, ou seja, causou uma distorção na compreensão do ambiente natural (MATAREZI, 2001). O jardim sensorial pode ser utilizado, entre outras coisas, como recurso didático para o ensino de ciências naturais, especialmente botânica, química, zoologia.

MATERIAIS E MÉTODOS PARA ELABORAÇÃO DE UM JARDIM SENSORIAL

O diagnóstico deverá ser feito na comunidade para captar o conhecimento popular sobre o uso das plantas medicinais, para isso deve-se sugerir aos alunos que pesquisem as plantas cultivadas e seu uso em suas residências e bairros. Cheiro/ Sabor Manjericão Ocimum basilicum Cheiro/ Sabor Alecrim Rosmarinus officinalis Cheiro/ Sabor Menta Mentha sp Cheiro/ Sabor Salsa Petroselinum crispum Cheiro/ Sabor Coentro Coriandrum sativum Cheiro/ Sabor Capim-limão ou erva.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

O percurso do jardim sensorial foi planeado num esforço para potenciar a percepção sensorial dos visitantes, no caso deste jardim, o tacto com os pés e as mãos e o olfacto onde os sentidos foram trabalhados. Contudo, a participação dos alunos com deficiência visual foi significativa, o que surpreendeu os monitores, pois comprovou que eles desenvolvem mais os demais sentidos devido à ausência de um deles, ou seja, as crianças com deficiência visual, quando passam pela primeira fase, pés mais devagar (figura 2) e demonstravam encantamento a cada passo que davam.

Figura 1: participante sentindo o odor das plantas.
Figura 1: participante sentindo o odor das plantas.

ENSINO DE CIÊNCIAS

Embora o Jardim Sensorial tenha se mostrado uma importante ferramenta de aprendizagem, mudanças precisam ser desenvolvidas dependendo do público-alvo (BORGES e PAIVA, 2009). No trabalho de Venturi e Teixeira de 2013, o jardim sensorial foi utilizado como espaço de educação ambiental, introduzindo a multidisciplinaridade com outras disciplinas como filosofia, sociologia, história e português.

CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS

Dos eventos da segunda semana ambiental do Colégio EVEC, o Jardim Sensorial foi o mais visitado. Foi possível perceber uma maior participação dos alunos na horta sensorial por ser uma atividade inclusiva e de grande importância, os alunos se sentiram úteis para ajudar e orientar quem precisava.

BRINCAR E APRENDER: O DESENVOLVIMENTO DA

CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DE UM JOGO

Este estudo teve como objetivo relatar uma experiência que visa promover a conscientização ambiental em um grupo de crianças residentes em um apartamento horizontal por meio da utilização de um jogo educativo temático sobre Educação Ambiental especialmente elaborado para esse fim. Partindo destes pressupostos, o presente estudo teve como objetivo realizar e relatar uma experiência que visa desenvolver a consciência ambiental num grupo de crianças que vivem num apartamento horizontal, experiência que utiliza os recursos de um jogo educativo especialmente concebido sobre Educação Ambiental para o efeito envolvido.

PÚBLICO-ALVO

CENÁRIO

Porém, vale destacar que o jogo “Tabuleiro Ambiental” representa uma proposta original e especial em relação aos jogos citados. Resumindo: construir os elementos do jogo “Tabuleiro Ambiental” foi uma tarefa relativamente simples, embora exigisse alguma habilidade artística.

SOBRE A UTILIZAÇÃO DO JOGO

Embora a sua utilização não tenha sido avaliada de forma sistemática, o jogo “Conselho Ambiental” permitiu aos jogadores aprender sobre a importância de uma convivência mais harmoniosa com a natureza e com todas as formas de vida no planeta. Disponível em: .

A TRILHA ECOLÓGICA DO PARQUE DO SAGUI DA SERRA COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO

O objetivo do trabalho foi demonstrar a importância das trilhas ecológicas como ferramenta de educação ambiental e como estratégia para o ensino de ciências. O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância das trilhas ecológicas como ferramenta de educação ambiental e como estratégia para o ensino de ciências, especialmente para jovens e crianças que frequentam o parque em visitas escolares.

REVISÃO DE LITERATURA

Nesse sentido, uma das alternativas para minimizar os impactos ambientais e promover a proteção ambiental é a criação de unidades de conservação. O Sistema Nacional de Unidades de Conservação é composto por um conjunto de unidades de conservação federais, estaduais, municipais e privadas, distribuídas em doze categorias de gestão.

CIÊNCIAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ENSINO DE CIÊNCIAS

BRASIL, Educação ambiental em unidades de conservação: ações direcionadas às comunidades escolares no contexto da gestão pública da biodiversidade. Trilha ecológica como ferramenta de educação ambiental: estudo de caso e proposta de adequação no Parque Estadual Xixová-Japuí (SP).

Figura 1: Alunos preenchendo o roteiro durante as paradas na trilha ecológica do  Parque Municipal Sagui da Serra
Figura 1: Alunos preenchendo o roteiro durante as paradas na trilha ecológica do Parque Municipal Sagui da Serra

OS BENEFÍCIOS DA DIDÁTICA NA PRATICA DOCENTE

Fica evidente a atitude do professor em relação aos alunos, enfatizando uma perspectiva humana na relação professor-aluno, a didática no processo de ensino-aprendizagem, sendo favorável à aprendizagem significativa. Os exemplos também são formas de permitir a aprendizagem, através de observações que os alunos aprendem.

CIÊNCIAS POSTURA DO PROFESSOR DIANTE OS ALUNOS

A sala de aula é composta por alunos com diferentes formas de aprender, talvez até com problemas que atrapalham o processo de ensino-aprendizagem, cabe ao professor saber o motivo que atrapalha o processo de aprendizagem do aluno e buscar a melhor solução para ajudá-lo. A interação professor e aluno desperta maior preparo no processo de ensino e aprendizagem, o diálogo faz parte do envolvimento no momento da aprendizagem.

DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Para Libâne (1994), a didática é uma disciplina que estuda os objetivos, os conteúdos, as formas, os métodos e as condições do processo de aprendizagem, sempre levando em consideração as finalidades educativas, que são sempre sociais. Aprender é um processo de reflexão, ou seja, receber informações e, após análise reflexiva, adquirir (ou não) conhecimento.

O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA DIDÁTICA

CIÊNCIAS e menos disciplinas, utilizam didáticas e recursos adequados que promovam uma aprendizagem significativa. As mudanças sociais relacionadas às tecnologias afetam principalmente o ensino, provocando reformulações à medida que novas realidades ocorrem.

A DIDÁTICA DA AVALIAÇÃO

É indispensável no processo de ensino e aprendizagem, pois possibilita a reflexão, o questionamento e a transformação das ações do professor na aprendizagem dos alunos. No processo de ensino e aprendizagem é necessária a renovação dos conteúdos dos objetivos da disciplina e da didática.

CIÊNCIAS REFERÊNCIAS

PARÓDIA MUSICALIZADA DE CONTEÚDOS DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: PESQUISA EM ALUNOS

Ao comparar o resultado do pré-teste com o pós-teste, é possível visualizar um aumento significativo no número de acertos no pós-teste. Após utilização da paródia musicalizada do conteúdo selecionado no 3º ano do Ensino Médio, foi aplicado o pós-teste.

18,18 8 questões

CIÊNCIAS CONCLUSÃO

Porque a visão científica da microbiologia não tem o mesmo foco na percepção da microbiologia no ensino médio. Ludicidade para a biologia do ensino médio: Contribuição ao processo de aprendizagem condizente com pressupostos teóricos da aprendizagem significativa.

UM OLHAR PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS A PARTIR DE PRINCÍPIOS DA SOCIOLINGUÍSTICA E

De forma interdisciplinar, criaremos uma conexão entre as teorias sociolinguísticas e o ensino e aprendizagem em química, para mostrar a necessidade de utilização de uma linguagem que seja acessível aos alunos. Como exemplo, apontaremos a utilização de modelos e experimentos nas aulas de ciências, para mostrar como a utilização desses recursos pode contribuir positivamente no processo de ensino-aprendizagem.

OBJETIVOS

É necessária, portanto, uma contextualização, para mostrar ao aluno que mesmo que ele não entenda, a Química está presente em todas as ações que ele pratica. Nosso trabalho terá como referência principal os autores Marcos Bagno, com suas contribuições para a variação linguística, e Heloísa Luck, que entende a necessidade de contextualização para o processamento do conhecimento em sua totalidade.

JUSTIFICATIVA

CIÊNCIAS Reconhecendo que a linguagem nas aulas de ciências muitas vezes não cumpre esse papel de comunicação entre professores e alunos, focamos aqui na necessidade de uma boa interação por meio da linguagem para que o processo educacional aprenda. .

Portanto, é importante que o aprendiz conheça a linguagem que utiliza, de acordo com o contexto em que está inserido, para que possa construir conhecimento. Existem variações linguísticas e precisamos dissipar alguns mitos sobre a língua para torná-la eficaz na aprendizagem dos alunos com base no novo conceito de ensino.

CIÊNCIAS ENSINO DE CIÊNCIAS

Esse distanciamento entre o ensino de Química e a realidade do aluno, como já mencionado, está intimamente relacionado à dificuldade de compreensão da linguagem da Química. Nossa discussão está voltada para o fato de a escola privar os alunos da compreensão dessa linguagem, pois oferece apenas a linguagem formal no ensino de Química.

RECURSOS DIDÁTICOS

A realização de experimentos científicos é muito importante no ensino de ciências, se faz sentido, pois é necessária uma formação significativa ao aluno. Segundo Souza (2013, realizar experimentos em ciências representa uma excelente ferramenta para o aluno materializar conteúdos e estabelecer relação entre teoria e prática).

GÊNEROS TEXTUAIS NA FORMAÇÃO DE

LEITORES: A CONTRIBUIÇÃO DO JORNALISMO LITERÁRIO DE PLÍNIO MARCOS, JORNAL DA

Outro ponto a considerar são as características presentes na produção realizada para o Jornal da Orla entre janeiro e outubro de 1999 de outros gêneros literários, como contos, colunas e artigos. Neste trabalho temos que demonstrar a importância desse gênero textual na aprendizagem dos alunos, e utilizaremos como objeto de estudo as 44 crônicas produzidas pelo escritor Plínio Marcos no Jornal da Orla em 1999.

CRÔNICA: UM GÊNERO HÍBRIDO

Sua configuração moderna permitiu que alguns estudiosos declarassem que se trata de um gênero tipicamente brasileiro e que não tem equivalente na produção jornalística de outros países. Segundo Massaud (1979), a produção dos cronistas foi legitimada pela literatura por eles coletada como representativa da expressão de uma época.

A HISTÓRIA DA CRÔNICA NO JORNALISMO

Apesar de se ter estabelecido como um género distinto desde finais dos anos 1800, só na década de 1930 surgiu o tipo de expressão jornalística que daria à crónica um perfil nacional distinto. Acho que foi na década de 1930 que a crônica moderna se definiu e se consolidou no Brasil, como um gênero muito nosso, cultivado por um número cada vez maior de escritores e jornalistas, com suas rotinas e seus mestres.

CRÔNICA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

Assim, tais características no texto facilitam a compreensão do aluno, despertam o interesse pela leitura crítica e conectam-se com personagens reais ou fictícios que representam realidades sociais que se aproximam deste leitor. É através de uma crônica que se pode conhecer as condições especiais de diferentes culturas, manifestações de um povo, de uma época, numa mistura entre o jornalístico e o literário, além de abordar temas mais próximos dos leitores, especialmente aqueles que não têm a leitura como prática.

A CRÔNICA DE PLÍNIO MARCOS

Analisaremos as características desse gênero presentes na produção de Plínio nos dez meses de publicação de suas crônicas no Jornal da Orla. Os acontecimentos narrados na história acontecem em um curto espaço de tempo, pois não interessam aos interessados.

AS FRONTEIRAS ENTRE O JORNALISMO E A LITERATURA

E a narratividade está intimamente relacionada com a temporalidade, o que significa que são narrados acontecimentos que revelam a transição de um estado para outro. Não aconteceu de novo: depois de passar roupa na casa do patrão e ouvir rádio, ela caiu num samba que não lhe era estranho.

CIÊNCIAS MESMO ESPAÇO

A nosso ver, ele se aproveita de seu prestígio para tratar de assuntos não diretamente relacionados à pretensão fática. Segundo a análise da produção de Plínio Marcos (1999) na coluna “Janela Santista”, soa estranho “descobrir” que o autor de peças perturbadoras sobre prostitutas, criminosos, o pária em geral redescobre suas memórias como diretor de uma “Paixão de Cristo”, principalmente porque estas tradições estão se perdendo.

CIÊNCIAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

Porém, por meio de estratégias pedagógicas utilizando a crônica de linguagem coloquial e até despojada, torna-se um auxílio na captação do interesse do educando. Essa tarefa nos permitiu descobrir uma variedade de temas e aspectos formais abordados nas crônicas publicadas de janeiro a outubro de 1999 pelo Jornal da Orla.

ORGANIZADORA

AUTORES

Doutoranda em Ciências Naturais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Mestre em Cognição e Linguagem pela UENF, Pós-graduada em Educação de Jovens e Adultos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFFluminense) Campos Campus Guarus e Graduada em Biologia pelo IFFluminse Campos Campus Centro. Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal do Espírito Santo (2008) com mestrado e doutorado em produção vegetal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

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Tabela 1: Número de professores que responderam ao questionário e sua respectiva cidade.
Tabela 2: Levantamento de salas de recursos e materiais didático-peda- didático-peda-gógicos que possibilitam aulas mais motivadoras para a aprendizagem  citados pelos professores
Figura 1. Local disponibilizado pelas Escolas CIEP (A) e Casimiro (B).
Figura 2. Canteiros preparados nas escolas CIEP (A) e Casimiro (B).
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Referências

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A proposta de ensino e aprendizagem que apresento na minha pesquisa propõe o uso de estratégias diversificadas no ensino dos conceitos científicos, a ampliação da sensação