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Academic year: 2023

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Sempre defendi a Educação Física e depois a valorização e o reconhecimento dos Educadores Físicos. Relevante e oportuno para inserir e participar de interações entre as áreas do Direito Desportivo e da Educação Física.

1 - INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE DIREITO NO UNIVERSO DESPORTIVO

Existem também determinados ramos do direito que apresentam características de direito público e privado, como o direito desportivo. Antes de passar ao estudo do Direito Desportivo em si, é importante focar em alguns conceitos básicos do Direito e estudar como eles se relacionam com as Leis, normas e princípios. Os princípios específicos de cada ramo do direito têm sua aplicabilidade limitada ao ramo em que é afetado.

Portanto, foi necessário dar mais atenção à regulamentação legal desta prática, o que resultou num aperfeiçoamento do direito desportivo.

FIG. 1.1. – DIAGRAMA DE BENTHAM
FIG. 1.1. – DIAGRAMA DE BENTHAM

2 - JUSTIÇA DESPORTIVA

Nesse desenvolvimento, a Justiça Desportiva estabeleceu sua organização, funcionamento e responsabilidades no Código Brasileiro de Justiça Desportiva – CBJD. O Código Brasileiro de Justiça Desportiva – CBJD, no artigo 3º, bem como no artigo 52 da Lei nº I o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com jurisdição desportiva correspondente à abrangência territorial do Órgão Nacional de Administração Desportiva;

Conforme mencionado acima em relação aos órgãos que compõem a Justiça Desportiva, o Tribunal Superior de Justiça Desportiva é composto pelas Comissões Disciplinares e pelo Plenário. A Comissão Disciplinar é órgão de primeira instância, responsável por processar e julgar as infrações disciplinares cometidas por pessoas físicas e jurídicas sujeitas ao Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Da mesma forma, o Plenário do Superior Tribunal de Justiça Desportiva - STJD, é composto por 9 (nove) auditores, que serão selecionados e nomeados pela confederação, clubes, OAB federal, representante do árbitro, representante do atleta, com 4 (quatro) anos para o mandato dos membros dos Tribunais Desportivos, de acordo com o disposto no artigo 55 da Lei nº.

O Tribunal Superior Desportivo e os Tribunais Desportivos serão compostos por nove membros, a saber: 2º O mandato dos membros dos tribunais desportivos terá duração máxima de quatro anos, permitida apenas uma prorrogação. Quanto ao Tribunal Superior de Direito Desportivo, será responsável por apreciar e julgar os litígios relativos às competições organizadas pelo órgão regulador nacional do desporto.

3 - O PROCESSO E A IMPORTÂNCIA DA REGULAMENTAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM

BOSQUEJO HISTÓRICO

Para discutir o processo de regulamentação dos Educadores Físicos em solo brasileiro, é fundamental que apresentemos o trabalho desenvolvido pelas Associações dos Professores de Educação Física – APEFs. 1º da referida lei “O ​​exercício das atividades de Educação Física e a designação de Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente inscritos nos Conselhos Regionais de Educação Física” (BRASIL, 1998). III aqueles que, até a data de entrada em vigor desta lei, comprovarem ter exercido atividades específicas para profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física.

De acordo com a Resolução nº 045/2002/CONFEF, que regulamentou a Seção III, o profissional de educação física se inscreveu na categoria Pró. Ou seja, o órgão federal abrange todo o território nacional, e uma de suas atribuições é fiscalizar e coordenar o funcionamento dos CREFs – conselhos regionais de educação física. Os CREFs – Conselhos Regionais de Educação Física são os órgãos reguladores do exercício profissional da Educação Física nas suas respectivas jurisdições.

Isso garante: “A realização de atividades de educação física e a indicação de especialista em educação física é direito exclusivo dos profissionais regularmente cadastrados nos conselhos regionais de educação física” (BRASIL, 1998). I notificação de penalidade por cancelamento de registro profissional definitiva e sem recurso, capitulada no inciso IV do artigo 12 do Código de Ética do Trabalhador de Educação Física; É importante citar outra resolução publicada pelo CONFEF, nº. 254/2013, que nada mais é do que o Código de Ética dos profissionais da área de educação física, cadastrado no sistema CONFEF/CREFs.

4 - VIOLÊNCIA NO DESPORTO: ASPECTOS ÉTICOS DA INTERVENÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Antes de nos aprofundarmos nos meandros do Código de Ética dos Profissionais de Educação Física, é fundamental debatermos o próprio conceito de ética profissional e o fenômeno de sua codificação. É possível que o profissional de educação física contribua para a ocorrência de violência no esporte em ambas as hipóteses. Como sabemos, o âmbito de intervenção dos profissionais de educação física no desporto é bastante amplo, existindo casos paradigmáticos de violência no desporto envolvendo estes profissionais.

Além das possíveis penalidades civis e criminais previstas na legislação brasileira, esses atos de violência estão sujeitos a sanções de natureza desportiva, previstas no Código Brasileiro de Justiça Desportiva, além das penalidades previstas no Código de Ética . para profissionais de educação física, neste caso especificamente para esses profissionais, como será analisado a seguir. Conforme consta no Estatuto do CONFEF, constitui infração disciplinar violar os requisitos do Código de Ética dos Profissionais de Educação Física, como o respeito à integridade física e a responsabilidade social que devem nortear a atuação desses profissionais. A forma de determinação e aplicação de sanções disciplinares está prevista no Código de Ética Processual do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Educação Física, consubstanciado na Resolução CONFEF nº 264/2013.

Além das penalidades por infrações à ética profissional, os profissionais de educação física envolvidos em esportes de alto rendimento estão sujeitos às sanções previstas no Código Brasileiro de Justiça Desportiva – CBJD, caso se envolvam em episódios de violência relacionados a competições esportivas. Quando os profissionais de educação física realizam atividades relacionadas ao esporte de alto rendimento, esses princípios proíbem qualquer envolvimento com episódios de violência no esporte, especialmente pela grande visibilidade midiática que esses casos costumam alcançar, enfatizando a responsabilidade social do profissional como exemplo para dela. a ser seguido por seus atletas e torcedores. Dessa forma, o Código de Ética dos Profissionais de Educação Física funciona como um contraponto ético à Lei nº. de atividade.

5 – DOPAGEM E O ORDENAMENTO JURÍDICO

“Doping” ou “doping” referido neste capítulo é o uso de drogas ou métodos específicos destinados a melhorar o desempenho de um atleta durante uma competição. Num conceito mais limitado, a WADA trata o doping como “uma ou mais violações das regras antidoping promulgadas no Código Mundial Antidoping” (TUBINO, 2017, p. 722). Estaremos diante de um caso de doping, ou seja, quando for comprovado que um atleta utilizou, antes ou durante uma competição, substância proibida pelas instituições de controle.

Para que as entidades esportivas brasileiras possam participar de eventos internacionais direta ou indiretamente relacionados ao movimento olímpico, é fundamental que cumpram as normas da WADA, levando em consideração a padronização dos procedimentos e punições de controle de doping no mundo dos esportes. Três anos depois, o decreto nº. A Lei 7.630/11 criou a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem – ABCD, entidade vinculada ao Ministério do Esporte e financiada com dinheiro público. Difundir e adotar normas técnicas internacionais relativas ao controle de doping e à lista de substâncias e métodos proibidos no esporte; Isso é.

Denuncie violações das regras antidopagem ao Tribunal Desportivo Antidopagem, que participa do processo como inspetor da legislação antidopagem. Solicitar um prazo mais alargado para se reportar ao Controlo de Dopagem, desde que tenha justificações válidas e comprovadas; Com autorização do Responsável pelo Controle de Dopagem e sempre acompanhado de um supervisor, o atleta poderá: receber seu prêmio antes de realizar o teste; faça exercícios de relaxamento;

6 - APONTAMENTOS SOBRE CONTRATOS NO ÂMBITO DESPORTIVO

Embora reconheça que tal legislação tem algumas opções baseadas no futebol, há apoio para examinar o contrato de trabalho profissional do atleta. Inicialmente, o tempo mínimo de trabalho de um atleta profissional nunca deve ser inferior a três meses, justamente para permitir que o atleta se adapte ao novo clube e tenha a oportunidade de demonstrar seu desempenho. O prazo máximo é fixado em 5 anos para dar mais tempo ao clube para receber a remuneração do atleta e justificar o seu investimento.

As características acima são apenas algumas presentes na Lei Pelé, que trata – entre outras coisas – do contrato do atleta profissional. Um clube (Entidade Desportiva), com o intuito de explorar comercialmente o benefício que a imagem e exposição do atleta pode proporcionar, assina o contrato de imagem. Em troca da exposição do atleta e do que ele puder contribuir para a mídia, o clube, via de regra, dá uma compensação monetária – que atualmente não pode ultrapassar 40% (quarenta por cento) da remuneração do atleta.

Já o Direito de Imagem deve ser entendido como a exploração da figura do atleta – fotos, ações sociais com o atleta, exposição em sites, sedes de clubes, camisas, etc. Diferentemente do primeiro, em que o clube paga o atleta ou a empresa por ele indicada, o dinheiro vem da empresa detentora dos direitos de transmissão audiovisual do campeonato, que é repassado ao Sindicato do atleta. Portanto, entende-se que o valor pago pelo direito à arena poderá variar conforme as competições, em função das participações do atleta e da variação do valor das taxas de televisão pagas às associações desportivas.

7 - A FUNÇÃO DE TREINADOR À LUZ DO DIREITO

Por provável falta da melhor técnica legislativa na determinação a quem é garantido o exercício da profissão, a referida lei utiliza a palavra “preferencialmente” quando se trata de “titulares de diplomas emitidos por escolas desportivas” e de profissionais que comprovadamente exerçam o cargo por um período de pelo menos seis meses. Uma interpretação capaz de demonstrar que, embora não exista um comando imperativo na Lei 8.650/93, não se pode dar outra interpretação senão a imperiosa necessidade de formação adequada para desenvolver a função de treinador, aqui representada pelo cumprimento da Lei 9.696/98, através treinamento adequado como profissional esportivo. Disponível em: Acesso em: 20 de junho de 2017.

Dispõe sobre um código de ética para profissionais de educação física cadastrados no sistema CONFEF/CREFs. Disponível em http://www.confef.org.br/extra/resolucoes/conteudo.asp?cd_resol=381&textoBusca=. Disponível em: http://esporte.ig.com.br/futebol procuraria-do-stjd-denuncia-25-pes-soas-por-briga-em-londrina-x-brasil.html.

Tilgængelig på http://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/figueirense/noticia/2016/09/carlos-alberto- -reclama-de-levir-culpi-mandou-o-wellington-me-dar-porrada .html. Tilgængelig på: http://wp.clicrbs.com.br/primetime nfl-deflagra-esquema-que-premiava-agressoes-a- -adversarios-no-saints/?topo amp;status=encerrado. Tilgængelig på: http://globoesporte.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/04/lnb-julgara-19-membros-do-palmeiras-por-briga-com -torcedores-do -sao-jose.html.

Imagem

FIG. 1.2. – DIAGRAMA DE DU PASQUIER
FIG. 1.1. – DIAGRAMA DE BENTHAM

Referências

Documentos relacionados

Trabalhar a prática da Educação Física com os educandos, por meio de atividades que desenvolvam a proposta da referida disciplina, fortalecendo os princípios éticos e morais,