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DIREITO ELEITORAL BRASILEIRO - Univali

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Academic year: 2023

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Esta monografia final do Curso de Direito da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, elaborada pela pós-graduanda Janaina Adão, sob o título Perda de cargo eleitoral por descumprimento partidário. O objetivo desta monografia é analisar a Perda de Cargo Eleitoral por Exclusão do Partido após a Resolução nº.

CONCEITUALIZAÇÃO

O direito eleitoral é um ramo do direito público (direito constitucional) que se centra no direito de voto, nomeadamente um direito público subjectivo de natureza política, que confere aos cidadãos o direito activo de voto (de votar nos outros - o direito de votar - de votar). cartório) e o direito passivo de voto (ser eleito. Porém, não podemos deixar de discutir a democracia antes de passar para o próximo tópico para entender melhor o que é a lei eleitoral brasileira.

ASPECTOS HISTORICOS

  • B REVE H ISTÓRICO DA O RGANIZAÇÃO S OCIAL E P OLÍTICA
    • Período Colonial
    • Império
    • República
  • D IREITO E LEITORAL NO B RASIL , E VOLUÇÃO
    • Constituição de 1824
    • Constituição de 1891
    • Constituição de 1934
    • Constituição de 1937
    • Constituição de 1946
    • Constituição de 1967
    • Constituição de 1969
    • Constituição de 1988

Decisão nº. Portaria n.º 842, de 19 de Setembro de 1855: conhecida como Lei dos Círculos, houve o enfraquecimento dos Partidos Políticos e a eleição de um Deputado por Distrito para a Assembleia Provincial. A Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988, denominada Constituição Cidadã, tratou dos partidos políticos em seu art.

CONCEITUAÇÃO

Estes factores contribuem directamente para o fortalecimento ou deterioração dos partidos políticos, tornando necessária a melhoria integrada de todos estes partidos. Como nos ensina Thales Tácitus, os partidos políticos eram anteriormente pessoas jurídicas de direito público interno. A Constituição Federal de 1988 dispõe no artigo 17(2) que os partidos políticos adquirem personalidade jurídica nos termos do direito civil e devem inscrever-se no Registro de Títulos e Documentos.

Anteriormente, de acordo com a Lei 5.682/71 (Lei Orgânica dos Partidos Políticos), os partidos políticos tinham personalidade jurídica de direito público interno. Enquanto instituições jurídicas, os partidos políticos são entidades sociais distintas não só deles próprios, mas também de outras entidades sociais e do Estado. Portanto, os partidos políticos diferem pelo local específico onde surgiram, pela função específica que geralmente evoluiu a partir da sua ideologia.

Como bem diz José da Cunha Nogueira: “Os partidos políticos, em regra, aparentemente defendem as suas posições porque deles dependem para o julgamento popular”84, por isso organizam-se atribuindo a si próprios a sua ordem jurídica particular, com o objectivo do julgamento popular . bem.

SURGIMENTO

Neste sentido, segundo a maioria dos autores entrevistados, o principal objetivo de qualquer partido político, e também a sua característica mais evidente, é adquirir o poder político e implementar, isoladamente ou em conjunto, o seu programa governamental para o conjunto da sociedade. , pelo menos ela defende toda a sociedade. mesmo tempo, tempo, interesses. Quase todos os especialistas consultados situam a ascensão dos partidos políticos num período que vai do final do século XVIII à primeira metade do século XIX, na Europa e nos Estados Unidos da América do Norte, na transição do antigo regime absolutista para o Estado liberal, quando se apresentam como instrumentos de mediação entre a sociedade e o poder político. Toda esta situação problemática permite-nos aceitar a interpretação de Duverger como aproximada, no sentido de que os partidos reais têm apenas um século e meio de existência, uma vez que “em 1850 nenhum país do mundo (excepto os Estados Unidos) tinha partidos políticos, no mundo moderno”. sentido da palavra; Existiam clubes populares, sociedades de pensamento, grupos parlamentares, mas não havia partidos propriamente ditos.'89 Desde aquela metade do século XIX até 1950, eles estiveram activos na maioria dos países civilizados, enquanto o resto dos países tentou imitá-los.

Por outro lado, parece que o nascimento dos Partidos Políticos aconteceu primeiro com o desenvolvimento do parlamentarismo e, numa segunda fase, com o aumento da participação popular nas decisões políticas, mais especificamente, na medida em que as sociedades alcançaram a extensão do direito de voto num espectro mais amplo desta sociedade. O desenvolvimento dos partidos parece estar relacionado com o da democracia, entendida como a extensão do sufrágio popular e das prerrogativas parlamentares. No Brasil, em 1932, o Presidente Vargas criou os Partidos Políticos no ordenamento jurídico nacional e, em 1937, os proibiu, e em 1946 considerou os Partidos como agentes políticos.

TIPOS DE PARTIDO POLITICO NO BRASIL

Esclarece que o partido de opinião procura estimular as capacidades individuais, mudando as suas posições com base nas alternativas concretamente apresentadas, sem criar “contradições irreparáveis ​​relativamente à estrutura da sociedade”. Por outro lado, o partido de massas é conhecido pela sua intolerância doutrinária, apoiada por uma rigorosa disciplina interna, criando uma ortodoxia governamental única e exclusiva.93. Para realizar a sua classificação, Maurice Duverger centrou-se no aspecto organizacional, fazendo uma distinção entre partidos de massas e partidos de quadros.

O partido de quadros torna o comportamento partidário dependente da competição oferecida individualmente por pessoas influentes através de prestígio, competências técnicas e riqueza. Pelo contrário, os partidos de massas, em vez de recorrerem a grandes doadores privados, industriais, banqueiros ou grandes empresários para o patrocínio financeiro de campanhas políticas, partilham o fardo entre os seus membros. Na realidade, esta discriminação nem sempre é feita facilmente, uma vez que cada vez mais partidos de quadros procuram imitar os partidos de massas, incorporando-os.

Os partidos políticos distinguem-se pelas suas ideologias, a sua característica mais importante, pois é a ideologia que determinará as orientações dos partidos.

PARTIDOS POLITICOS BRASILEIRO

  • P ARTIDO DO M OVIMENTO D EMOCRÁTICO B RASILEIRO – PMDB
  • P ARTIDO T RABALHISTA B RASILEIRO – PTB
  • P ARTIDO D EMOCRÁTICO T RABALHISTA – PDT
  • P ARTIDO DOS T RABALHADORES – PT
  • D EMOCRATAS – DEM
  • P ARTIDO C OMUNISTA DO B RASIL – PC DO B
  • P ARTIDO S OCIALISTA B RASILEIRO – PSB
  • P ARTIDO DA S OCIAL D EMOCRACIA B RASILEIRA – PSDB
  • P ARTIDO V ERDE – PV
  • P ARTIDO T RABALHISTA DO B RASIL – PT DO B
  • P ARTIDO P ROGRESSISTA – PP
  • P ARTIDO S OCIALISMO E L IBERDADE – PSOL
  • P ARTIDO DA R EPUBLICA – PR P ARTIDO

Ulysses Guimarães solicitou a concessão de sua INSCRIÇÃO FINAL, o que deu origem ao PROCESSO DE REGISTRO nº 38, o qual foi deferido em audiência realizada em 30/06/1981, nos termos da Resolução/TSE nº 8.8.81. João Amazonas de Souza Pedroso requereu a este eminente Supremo Tribunal Federal a alteração do estatuto do partido, através de processo registrado sob o nº 2.226/96, o que deu origem à PETIÇÃO Nº 93, que foi deferida na audiência de 4.9.96, sob as condições da Resolução/TSE nº 19.498, publicada no Diário da Justiça de. Jamil Haddad solicitou a concessão de sua INSCRIÇÃO FINAL, o que deu origem ao PROCESSO DE INSCRIÇÃO Nº 89.

Miguel Arraes solicitou a este flagrante Supremo Tribunal Federal a alteração do estatuto partidário, por meio de processo registrado sob o nº 6.694/96, oriundo da PETIÇÃO nº 127, a qual foi deferida na audiência de 1º de agosto de 1996, nos termos da Resolução /TSE nº 19.659, publicado no Diário da Justiça de. Alfredo Hélio Syrkis solicitou a concessão de sua INSCRIÇÃO FINAL, o que deu origem ao PROCESSO DE REGISTRO nº 243, o qual foi deferido em audiência realizada em 30/09/93, nos termos da Resolução/TSE nº .94. Tibelindo Soares Resende requereu a este eminente Supremo Tribunal Federal a alteração do estatuto partidário, através de processo registrado sob o nº 6.529/96, oriundo da PETIÇÃO nº 115, que foi deferida na audiência de 1.8.96, nos termos da Resolução /TSE nº 19.568, publicado no Diário da Justiça de.

Este Partido é representado pelo partido número 70, e tem como presidente nacional o Sr. Luís Henrique de Oliveira Resende.

REGISTROS DOS CANDIDATOS

Disponível em: Acessado em 1º de setembro de 2010. A solicitação de registro deverá ser acompanhada dos seguintes documentos: I - cópia da ata referida no art. Disponível em: < http://www.tre-sc.gov.br/site/legislacao/normas-eleitorais/lei-das-eleicoes-consolidada/index.html> Acessado em 20 de setembro.

Disponível em: < http://www.tre-sc.gov.br/site/legislacao/normas-eleitorais/lei-das-eleicoes-consolidada/index.html> Acessado em 20 de setembro. Disponível em: Acessado em 29 de setembro. Disponível em: Acessado em 20 de setembro de 2009.

Disponível em: Acesso em 20 set.

INFIDELIDADE PARTIDÁRIA

Não há dúvida desta afirmação, de que o deputado eleito para representar os eleitores de um Partido Político, bem como o próprio partido, assume pelo menos uma obrigação ética para com os seus constituintes.

DISCIPLINA PARTIDÁRIA

ALGUNS ANTECEDENTES DO INSTITUTO DA FIDELIDADAE PARTIDÁRIA NO

A recordação baseia-se na teoria de que: “o povo deve manter um controlo mais direto e elástico sobre aqueles que ocupam cargos públicos (..)144. Assim, insatisfeitos com o desempenho de qualquer um dos governantes eleitos que exercem as suas funções, os eleitores, em percentual mínimo fixado em lei, expor, em petição assinada, os motivos da destituição ou destituição, e requerer a destituição e substituição do titular do cargo.146 A deslealdade de voto foi considerada pelo Tribunal tão desonrosa quanto o uso de o mandato para obter benefícios financeiros.

HISTÓRICO DO INSTITUTO DA FIDELIDADE PARTIDÁRIA NO BRASIL

Um suplente que foi desonrado por um voto contrário às instruções da direção corre o risco de ser expulso do partido e perder “sua” cadeira. 148 LEI ORGÂNICA DOS PARTIDOS POLÍTICOS, lei 5.682, de 21 de julho de 1971, inciso VI, capítulo II, Perda de mandato por deslealdade partidária, art. Também tratou do aspecto da competência para julgar e decretar a perda do mandato, do ator ativo e da ampla defesa do parlamentar sujeito à cassação do seu mandato no agora incluído § 6º: “A perda do mandato , nos casos a que se refere o número anterior, será decretado pela lei eleitoral pela representação do partido que assegura o direito à ampla defesa” 150.

Porém, de acordo com as regras de punição existentes, mencionadas na emenda constitucional nº. 1º de 1969, que previa a perda do mandato legislativo, não poderia ser aplicada caso fosse expulso por descumprimento de funções partidárias. Portanto, se o eleito pretendesse abandonar o partido para o qual foi eleito, inevitavelmente perderia o seu mandato com esta alteração. No entanto, poderia ser expulso do mesmo partido se não cumprisse o seu dever de filiado (indisciplina), o que obviamente significaria que estaria fora do grupo político e não poderia ser punido com a cassação do seu mandato, uma vez que a Lei não previa a perda do seu mandato, cujo motivo foi a indisciplina partidária.

O Código Eleitoral de 1950 também tratava disso, o alvo pretendido não era o deputado nem os deputados que, em última análise, agiram contra as instruções do seu Partido.

PERDA DE CARGO ELETIVO PELA DESFILIAÇÃO PARTIDÁRIA

Disponível em: < http://www.tre-sc.gov.br/site/legislacao/normas-electoral/normas-partidarias/lei-n-90961995/index.html> Acessado em 23 out. Disponível em: < http://www.tre-sc.gov.br/site/legislacao/normas-eleitorais/codigo-eleitoral/index.html> Acesso em 23 de outubro. Disponível em: Acesso em 23 out.

Disponível em: Acessado em 20 de outubro. Disponível em: Acessado em 20 de outubro. Disponível em: .

Disponível em: Acesso em 23 de outubro. Disponível em: Acessado em 23 de outubro. Disponível em: Acessado em 26 de abril.

Referências

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