• Nenhum resultado encontrado

DOS LIVROS DOS COMMERCIANTES

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "DOS LIVROS DOS COMMERCIANTES"

Copied!
218
0
0

Texto

Dos livros de comerciantes sobre direito tributário..182 Obras do autor citadas nesta obra..199 Índice - Alfabético. Na primeira, as bases da exigência legal da escrituração e da contabilidade, os livros necessários para esse fim e suas formalidades e balanços gerais;

TITULO PRIMEIRO

A nossa legislação ainda impõe livros obrigatorios especiaes (1)

Agora que conhecemos os livros que os comerciantes devem ter, estamos falando agora de livros auxiliares ou opcionais. 738, para rubricar os livros dos comerciantes registados e dos agentes comerciais auxiliares nas respectivas províncias.

Da guarda e conservação dos livros e papeis dos commerciantes

Em caso de falecimento do comerciante, o dever de guarda e preservação dos livros e papéis passa para o seu sucessor ou herdeiro (2). Os herdeiros continuam legalmente a ser a pessoa do falecido e representam-no na obrigação de conservar os livros e papéis da casa durante o prazo legal. Quando a empresa é dissolvida, liquidada e definitivamente cindida, seus livros e papéis são depositados na casa de um dos sócios, escolhido pela maioria (3).

Em caso de falência, permanece a obrigação de guardar durante o prazo legal os livros e papéis da casa falida e também os da liquidação operada pelos síndicos. Nossa lei é omissa neste ponto, e geralmente fazemos com que os livros da casa falida sejam entregues ao.

Dos balanços geraes

O governo forneceu modelos para balanços mensais (1) Estes balanços mensais de empresas bancárias anónimas não são os balanços gerais mencionados no Código. De acordo com a Lei das sociedades por ações, os balanços gerais devem ser apresentados à comissão fiscal e à assembleia geral de acionistas (2). O Código Comercial limitou-se a indicar o prazo durante o qual deve ser elaborado o balanço geral e os bens que nele deverão figurar.

A organização dos balanços, tanto no que diz respeito à avaliação dos activos neles incluídos como no que diz respeito à sua descrição, fica, portanto, deixada ao critério dos comerciantes e administradores de empresas anónimas, o que tem causado muitos inconvenientes. Nos balanços das empresas anônimas e limitadas por ações são necessárias regras muito positivas.

TITULO SEGUNDO

Da força probante dos livros dos commerciantes

Os livros dos comerciantes comprovam não apenas quais quenelles foram registradas, mas também o que foi omitido no verbete. Os livros dos comerciantes servem como prova tanto em questões comerciais como civis. Os livros auxiliares aumentam o valor probatório dos livros obrigatórios, mas por si só não têm valor probatório.

O valor das provas fornecidas pelos livros comerciais não é avaliado pelos mesmos critérios do direito contemporâneo. As mesmas exigências foram feitas pela antiga escola jurídica, para que os livros dos comerciantes ganhassem valor probatório.

D a prova em materia commercíal entre commercíantes

Porém, como essa prova é passível de contestação e o juiz pode rejeitá-la (Reg. nº 737, art. 171), o oponente prudente oferece seus livros para exame. Os tribunais têm falado sobre este assunto sobre o princípio da meia prova ou prova dos livros comerciais (2). Veja também as distribuições de testes adotadas pelo aprofundado PAULA. 691, com base em provas documentais.

Os livros comerciais não representam o princípio da prova escrita de que os depoimentos comprovariam um valor superior à taxa legal. Antes do Código Comercial existia a regra de que o documento particular não provava a favor de quem o redigiu, a exceção eram os livros comerciais e comerciais, que forneciam prova semi-completa: 1. se o comerciante ou comerciante for pessoa física de honestidade; 2. se seus livros foram escritos comercialmente; 3. se foram escritos por eles próprios ou por outra pessoa com o seu consentimento; 4. se houve cúria e sem cancelamento ou outras deficiências; 6.° se contivessem a razão declarada da dívida; 6. se ao menos respeitassem o seu comércio e os seus suplementos fossem autênticos.

SECÇÃO II

Os livros provam contra o comerciante e a favor de quem os escreveu porque, segundo o art. Os livros comerciais, mesmo que não sejam escritos regularmente, são contra o comerciante que os escreveu ou ordenou que fossem escritos. Ressalte-se que os sócios têm o direito de examinar integralmente os registros da casa, e a comprovação por meio de livros torna-se absolutamente indispensável nos casos em que se discute a responsabilidade dos gerentes ou administradores (1).

Quando se diz que a confissão é indivisível, e no caso que estudamos que os registros ou registros dos livros mercantis são indivisíveis, pretende-se explicar que como prova completa e única devem ser aceitos tal como existem. 118, ou seja 6º, quando o conteúdo dos livros for corroborado por provas documentais, o autor só poderá refutar a credibilidade que os livros do oponente merecem apresentando outros documentos sem vícios, demonstrando que as declarações contestadas são falsas ou menos precisas (dois).

Da prova em materia commercial entre commerciante e não commerciante

Da prova em materia civil entre commerciantes ou entre commerciante e não commerciante

Como os lançamentos contábeis ou registros compensam a fragilidade dos documentos, o Código, art. Como os livros dos corretores oficiais estão isentos de erros ou defeitos e são redigidos de forma estritamente legal, têm credibilidade pública (6). As evidências extraídas dos livros dos leiloeiros oficiais são as mesmas dos livros dos negociantes em geral.

Para obter detalhes sobre evidências por meio de livros de corretores e leilões, consulte nossas monografias de corretores.

Da prova por meio dos livros nauticos

Encontrar este livro sem formalidades legais, além de não merecer força probatória, suscita suspeita contra o capitão. Com., arte. 502) fornece provas cabais contra o capitão do navio em relação aos assentos ali registrados.

TITULO TERCEIRO

Da inviolabilidade dos livros dos commerciantes. Da sua exhibição judicial

Capitulo I

Da inviolabilidade dos livros dos commerciantes e suas limitações

Os livros de armazém e de armazém estão sujeitos, no seu conjunto, à fiscalização das Junetas Commerciaes (2); Os livros dos entrepostos aduaneiros, em seu conjunto, estão sob o controle do fiscal aduaneiro competente (3); Os livros dos bancos emissores estão sujeitos a exame por um inspetor nomeado pelo governo (5).

Os livros contábeis das seguradoras estrangeiras estão sob constante fiscalização do governo federal, por meio de fiscal de sua escolha (1). . g). Para fiscalizar a arrecadação de tributos, os agentes fiscais não podem fiscalizar os livros dos comerciantes.

Da exhibição judicial dos livros dos commerciantes

Noções geraes

A totalidade da exposição de livros comerciais pode ser encomendada em benefício dos interessados ​​em matéria sucessória (art. 18.º do Cod. 763, de 19 de setembro de 1890, que ordena o procedimento de requerimento de exposição de livros comerciais do Regul). : este acordo nega aos herdeiros o direito à exposição integral dos livros comerciais dos quais, em clara violação do art.

O solicitante da exposição dos livros do revendedor, seu oponente, não precisa comprovar que o revendedor possui os livros exigidos pelo Código. A competência que o juiz possui em relação à apreciação da prova (Regulamento n. 737, art. 230) justifica a exibição de livros auxiliares; No entanto, são essenciais para as provas que podem surgir dos livros obrigatórios (n. 110), por ex.

Da exhibição integral dos livros dos commerciantes

Os juízes criminais e as autoridades policiais não têm o direito de ordenar a exposição completa dos livros comerciais (ver n.º 148). Os herdeiros têm o direito de saber dos assuntos do falecido, assuntos que passaram a ser seus, o que exige uma contabilidade completa dos livros. Se fosse válido, a exibição completa dos livros por qualquer empresa operadora ou revendedor estaria condenada.

Ou todos os participantes receberão permissão geral ou será negado a todos o direito de exibir integralmente os livros. Contudo, ele tem o direito de solicitar a exibição integral dos livros da empresa porque a lei o considera sócio. O credor não pode obter uma exposição completa dos livros que fundamentam o pedido de falência do devedor (ver nº 207).

A pena, em caso de recusa de apresentação dos livros, é de prisão, nos termos do art.

Da exhibição dos livros dos corretores oficiaes

Os agentes dos fundos públicos do Distrito Federal são obrigados a apresentar seus livros à Câmara Sindical, para exame parcial sempre que surgirem dúvidas ou questionamentos relativos às operações de bolsa em que o titular dos livros tenha atuado, ou integralmente quando necessário. determinar os factos que constituíam a responsabilidade do intermediário (7). Os livros dos corretores de fundos públicos também poderão ser expostos em juízo, de acordo com os princípios estabelecidos em relação aos corretores de fretes e navios. As lunetas comerciais, lunetas de corretores e câmaras sindicais, sempre que estabelecerem exame dos livros dos corretores, deverão, em segredo profissional, preservar o sigilo quanto aos nomes dos executantes de todas as operações neles registradas (1).

Caso uma corretora se recuse a submeter administrativamente seus livros Junetas Commerciaes, Junctas dos Corretores ou Camara Sindical, qual a penalidade. No caso de exposição judicial, a medida do artigo 20.º do Código pode, sem dúvida, ser aplicada a todos os intermediários, mas no caso de exposição ordenada pela assembleia sindical, não tem competência para impor pena de prisão.

Da exhibição dos livros dos leiloeiros officiaes

TITULO QUARTO

Acrescentam: as consequências que a lei impõe a quem se recusa a exibir, no todo ou em parte, os seus livros, quando ordenado judicialmente, não afectam o comerciante que exerce a sua actividade em locais onde a lei não prescreve como obrigatória a armazenamento de livros ou objetos do livro de que se trata. Na verdade, tais consequências não podem ser entendidas senão como multa, agravada pela violação de disposições legais relativas à disposição dos livros ou pela presunção de conteúdo desfavorável para quem não expõe os livros: agora, se não houver livros e nenhuma obrigação de tel-os, obviamente nem a referida presunção nem qualquer punição podem ser impostas (1). A forma ou modo, ou seja, o processo de exposição dos livros para exame completo ou parcial, é regulamentado pela lex fori, por se tratar de questão puramente processual (2).

Alguns autores entendem que a força probatória dos livros deve ser disciplinada pela lei do local onde foram escritos (3). Esta opinião foi excluída pelos autores mais notáveis ​​do debate, uma vez que a força probatória dos livros comerciais não é material processual.

TITULO QUINTO

Dos livros dos commerciantes no direito fiscal

A Junctas Commerciaes não pode receber ou encomendar títulos de livros sem o pagamento do selo (3). Recusamo-nos a admitir que a Portaria do Selo, ou mesmo qualquer Lei Orçamental, pretendesse alterar o Código Comercial e abolir as iniciais dos livros de habitação que tivessem um fundo inferior a cinco contos de réis. Os livros comerciais dos comerciantes com capital inferior a cinco contos de réis não estão isentos do selo.

O artigo 15 do Regulamento do Selo não os incluiu entre os documentos, livros e documentos isentos. 2.). A multa prevista no artigo 62.º do Regulamento dos Selos era letra morta no papel, uma vez que a fiscalização não é possível (1).

Referências

Documentos relacionados

Para o estudo da formação do primeiro Grupo Escolar desta cidade, realizamos uma pesquisa bibliográfica a fim de conhecer o processo de criação dos grupos escolares