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Educação e Diversidade

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Academic year: 2023

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O capítulo 3, intitulado “Interdisciplinaridade e educação superior no estado de Goiás: uma abordagem a partir da quarta região da Universidade Estadual de Goiás”, tem como objetivo apresentar a situação atual e os desafios de se implementar uma educação superior interdisciplinar no estado Analisar Goiás (IR). 39 INTERDISCIPLINARIDADE E ENSINO SUPERIOR NO ESTADO DE GOIÁS: UMA ABORDAGEM A PARTIR DA QUARTA REGIÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Ana Cláudia Vieira Braga / Francisco Darci Feitosa.

Figura 1. Principais categorias presentes nesta obra
Figura 1. Principais categorias presentes nesta obra

E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO (TICE)

Os diferenciais do Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Acuípe de Baixo (CEITAB) são sua localização, equipe e currículo. Além desta área da escola principal, existem também duas salas de aula em outras aldeias: Núcleo do Acuípe do Meio e Núcleo do Acuípe de Baixo II.

DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Portanto, é importante ampliar o conhecimento sobre como usar as tecnologias modernas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. A partir da questão - quais tecnologias modernas estão presentes e como são utilizadas no ensino superior.

SUPERIOR NO ESTADO DE GOIÁS

No nível dos conceitos, lembramos que o termo educação - em grego antigo: παιδεία "Paidéia" - é geralmente a transmissão e o aprendizado de técnicas culturais, que são as técnicas de uso, produção e comportamento, com as quais um grupo de pessoas é capazes de: satisfazer suas necessidades, proteger-se e cooperar (Abbagnano, 1999). Em 2006 houve a implantação do curso de Tecnologia em Agropecuária pela Resolução CsU nº 053/2005 de 7 de outubro de 2005, voltado para a formação de tecnólogos, que a Unidade a. A UnU de Posse da Universidade Estadual de Goiás - UEG está localizada no município de Posse - Estado de Goiás, na Avenida Senhora Santana, QD.

Em 2000, foram criados os cursos de Pedagogia e Química Matemática, e no mesmo ano foi extinto o curso de Ciências Naturais. Na referida norma para a criação da Instituição de Ensino Superior, para além da oferta da disciplina pedagógica, foi também referido o Instituto de Direito e Administração. Em 1999, as Faculdades Educação, Ciências e Letras de Luziânia Estado, incluindo Luziânia, foram transformadas em unidade universitária da Universidade Estadual de Goiás, o que possibilitou a criação de um curso noturno em Luziânia - GO.

O Curso de Pedagogia foi criado e aprovado na Unidade Universitária de Luziânia em 2000 por meio do Decreto nº 5.181 de 13 de março de 2000. De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da UnU Luziânia (PPC, 2015) e tem como referência, a Universidade Estadual de Goiás, por meio da UnU de Luziânia, tem a missão de ensinar gratuitamente e ampliar o conhecimento na forma de pesquisa e extensão que assegure que os alunos sejam capazes de se constituir como sujeitos.

PEDAGÓGICO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS (UEG) - LUZIÂNIA

A segunda parte reflete sobre a importância do debate sobre a diversidade sexual e de gênero na formação de professores, pois o ambiente educacional deve valorizar o respeito ao gênero e à diversidade sexual, além de lidar com eventuais preconceitos de alunos e colegas professores. Diante disso, parece que a UEG atua nas três dimensões do conhecimento: ensino, pesquisa e extensão, além disso, essa articulação possibilita a criação de espaços de diálogo e debate entre docentes e discentes; demonstra a necessidade do professor estar preparado e da instituição incluir o estudo da diversidade sexual e de gênero na matriz curricular. Quando o poder público entender a necessidade desse tema na formação de professores, para que possam compreender e atuar em sala de aula no que diz respeito à diversidade sexual e de gênero, poderão ser evitadas memórias mais opressivas e dolorosas.

Com isso, a formação de professores deve ser pautada pela diversidade sexual e de gênero, para que possam ser livres de condições opressoras, livres de preconceitos e respeitar a diversidade de identidades sociais que se moldam culturalmente, independentemente de se adaptarem às formas do ultrapassado "normalidade". Partindo dessa premissa, é preciso pensar a diversidade sexual e de gênero e como ela é abordada ou omitida nos currículos das universidades em respeito a todos aqueles que vivem na "anormalidade" e fora das normas impostas pela sociedade. a fim de verificar se existem ações educativas que promovam os direitos humanos e discutam a discriminação sexual nas escolas, é feita uma análise do currículo do curso de Pedagogia da UEG-Luziânia, para verificar se ele contém alguma disciplina ou atividades complementares na área de Sexualidade e Diversidade de Gênero, voltada para a construção de pedagogias da sexualidade que auxiliem na formação de professores e na identidade social dos envolvidos.

Diante disso, após a leitura desses dispositivos legais, há uma preocupação do legislador em formar professores livres de preconceitos pré-estabelecidos e padrões opressores, conscientes da diversidade que permeia uma sala de aula, sobre a diversidade sexual e de gênero. No entanto, percebe-se que a forma como as questões da diversidade sexual estão presentes no currículo do curso de Pedagogia no lócus pesquisado ainda é bastante tímida; e que os professores devem estar preparados para as realidades que encontram em sala de aula, sendo a diversidade sexual e de gênero uma delas.

INTERDISCIPLINAR E SEUS DESAFIOS NA UEG - UNU – FORMOSA

A indissociabilidade das atividades de ensino e aprendizagem preconiza uma visão interdisciplinar do Ensino Superior e conecta a missão da Universidade com projetos interdisciplinares. Ao refletir sobre o conceito de Interdisciplinaridade e a Universidade, podemos perceber os grandes desafios da prática cotidiana da Educação Interdisciplinar no Ensino Superior. A missão da UEG é: Produzir e socializar o saber científico e o saber, desenvolver a cultura integral e a formação de profissionais e indivíduos capazes de inserir-se criticamente na sociedade e promover a transformação da realidade socioeconômica do estado de Goia e do Brasil ( Plano de Desenvolvimento Institucional da UEG p.16).

A palavra interdisciplinaridade aparece diversas vezes, tanto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UEG quanto em seu estatuto. Para verificar o contexto e os desafios da aplicação da interdisciplinaridade na Universidade, escolhemos como população parcial da pesquisa os docentes e gestores da UnU de Formosa, que faz parte da quarta região da UEG. A UEG Formosa UnU está localizada no setor noroeste do município de Formosa - GO.

Os projetos pedagógicos dos cursos ministrados na UnU de Formosa são divulgados no site da instituição (http://www.formosa.ueg.br). A partir da reflexão sobre o conceito de interdisciplinaridade e universidade, podemos observar os grandes desafios da prática cotidiana da formação interdisciplinar no ensino superior.

Tabela 1 – quantitativo de professores
Tabela 1 – quantitativo de professores

UMA MEDIDA PARA CADA OLHAR

O local da pesquisa Diversidade no Ensino Superior foi a Universidade Estadual de Goiás – UnU de Luziânia. A partir daqui, trataremos de alguns aspectos da diversidade religiosa que subsidiarão as reflexões que fazem parte do estudo de caso sobre diversidade no ensino superior realizado na UEG – UnU em Luziânia. Uma cartilha sobre diversidade religiosa e direitos humanos publicada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH, 2004) no Brasil apresenta muitos exemplos de vítimas de ódio e intolerância contra aqueles que professam sua fé de diferentes formas.

2014) tem como objetivo compreender como a diversidade religiosa é incorporada na educação brasileira e principalmente na disciplina de Ensino Religioso. Assim, os autores buscaram responder ao seguinte questionamento: como a diversidade religiosa é trabalhada na educação brasileira. A necessidade de respeitar a diversidade religiosa presente na humanidade foi afirmada em 1948 pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu art.

Respeitar a diversidade religiosa na educação, refletindo sobre as diferentes crenças, conforme o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é colocar em prática o direito à liberdade de todo ser humano. Os alunos do ensino superior têm um percurso educativo diversificado e por isso queremos pensar quais os fatores, constantes neste percurso, que podem contribuir para uma convivência harmoniosa com a diversidade religiosa no ambiente universitário.

NA INSERÇÃO DE NEGROS E NEGRAS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Falar de crescimento nos leva a falar das trajetórias desses indivíduos, principalmente no que diz respeito à sua emergência como estudante no ensino superior. Essas indagações nos levam ao seguinte problema: o negro, a partir de sua família e cultura, consegue concluir o ensino superior e como é essa trajetória para ele? Vanstreels (2014, p. 24) afirma que “certos grupos étnicos lutam para ingressar e permanecer no ensino superior, onde negros, pardos e indígenas são amplamente sub-representados”.

A pesquisa tem como objetivo geral: O objetivo deste estudo é analisar o ingresso de negros e seu ingresso no ensino superior. Esta pesquisa justificou-se pelo baixo número de negros e negras nos espaços acadêmicos, principalmente no Ensino Superior, e assim se sua cultura e aspectos familiares foram os geradores desses reduzidos números nas cadeiras universitárias. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2020), a população negra tem conquistado espaço no Ensino Superior, “transformações no perfil e no acesso dos negros às instituições de ensino superior mostram que entre 2009 e 2015 houve um aumento de 25% no presença dessa população".

A democratização do ensino superior evidencia que as instituições eram formadas pela classe privilegiada, mas as pressões pela inclusão da população negra no ensino superior trouxeram o debate sobre as ações afirmativas. Atua como professor e dirigente escolar na Educação Básica e na Educação Superior desde 2004 em instituições de ensino públicas e privadas do Distrito Federal e Goiás.

ESCOLAR DE JOSEPH RENZULLI E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL

Pesquisadora na área de Direitos Humanos, com ênfase em bioética e biodireito; os direitos das pessoas com deficiência e o direito à educação. Além disso, a Política Nacional de Integração da Pessoa com Deficiência visa garantir a permanência da pessoa com deficiência no mercado de trabalho nas entidades públicas e privadas (art. 8º, III, Decreto nº 3.298, de 1999) . Com base nisso, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146 de 2015) – lei específica que protege os direitos e garantias das pessoas com deficiência – define o direito de escolher e aceitar livremente o trabalho em um ambiente abrangente, acessível de acordo com necessidades e em igualdade de condições com os demais (Artigo 34).

A pessoa com deficiência deve gozar da igualdade de oportunidades com as demais pessoas em condições justas de trabalho com igualdade de remuneração (Art. de ordem pública, conforme estipulado no artigo 35 do Estatuto: "é objetivo primordial das políticas públicas de trabalho e emprego promover e garantir condições de acesso e permanência de pessoas com deficiência no ambiente de trabalho” (BRASIL, 2015).

Nesse sentido, a política de emprego brasileira tem como finalidade primordial a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho e sua inclusão no sistema produtivo por meio de regime especial de trabalho protegido (art. 34, Decreto nº 4. Toda pessoa com deficiência tem direito às mesmas oportunidades que os demais e não sofrerá nenhuma discriminação.

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Figura 1. Principais categorias presentes nesta obra
Tabela 1 – quantitativo de professores

Referências

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