• Nenhum resultado encontrado

Escola de Redes - (www.pgcl.uenf.br).

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Escola de Redes - (www.pgcl.uenf.br)."

Copied!
260
0
0

Texto

Escola-de-Redes é uma rede de pessoas dedicadas à pesquisa teórica e à disseminação do conhecimento sobre redes sociais e. Escola-de-Redes = Nodo-de-Curitiba Sociedade do Conhecimento Rua Fernando Amaro 1535 - Alto da XV.

O que ler sobre redes

Disponível (copión de trabajo) em: . Para capital social - uma espécie de cartilha sobre teorias de redes sociais - você também precisará ler alguma coisa. 2.

Notas e referências

Routledge/ECPR Studies In: European Political Science, 2001 (in particular the text by GROOTAERT, Christiaan. Social capital: the missing link?); LIN, Nan. New York: Aldine de Gruyter, 2001 (particularly on text by LIN, Nan. Building a network theory of social capital); STOLLE, Dietlind; HOOGHE, Marc (2003).

Introdução

Muita desilusão prematura com as redes decorre de um profundo mal-entendido sobre o que elas realmente significam. As redes sociais realmente transformam a competição em cooperação, mas como resultado de sua dinâmica.

FIG. 1 | Diagramas de Paul Baran
FIG. 1 | Diagramas de Paul Baran

Explorando

O que são redes sociais

Isso levanta uma questão interessante: uma pessoa enviando uma mensagem para uma pessoa desconhecida cria uma conexão que não existia antes. Cada pessoa que viaja (a pé, a cavalo, carroça ou carro) é uma mensagem que passou de um nó para outro.

FIG. 1.1 | Rede com 4 nodos
FIG. 1.1 | Rede com 4 nodos

Redes sociais

A rigor, porém, a rede social sempre existiu, ou seja, desde que existem pessoas que se constituem como tais em relação a outras pessoas. O que está acontecendo atualmente é que a convergência de fatores tecnológicos (como fibra ótica, laser, telefonia digital, microeletrônica e satélites de órbita estacionária), políticos, econômicos e sociais conexão em tempo real (ainda que sem distância) entre o local e o global e, assim, dar mais visibilidade à rede social e aos fenômenos a ela associados, ao mesmo tempo em que acelera e potencializa seus efeitos, o que não é pouca coisa.

Costuma-se caracterizar apenas as chamadas redes distribuídas (em oposição às redes centralizadas e redes descentralizadas) como uma rede cuja topologia é P2P, ou seja, em que os nós são conectados de ponto a ponto e não por meio de um único centro ( rede centralizada). rede). ) ou múltiplos pólos (rede descentralizada).

Redes distribuídas e redes centralizadas

Como todos esses eventos dependem, entre muitos outros fatores, do número de conexões e nós e do grau de distribuição da rede, é bom começar discutindo as topologias de rede para examiná-los. Agora, depois de um certo número de nós, é impossível que isso aconteça, pois é o próprio tamanho (social) do mundo que impõe um certo número mínimo de conexões entre quaisquer nós escolhidos aleatoriamente.

FIG. 1.3 | Rede centralizada
FIG. 1.3 | Rede centralizada

Fenômenos que ocorrem nas redes distribuídas

O mecanismo parece ser semelhante à replicação de memes (por imitação).6 O que é chamado de local já é o resultado de uma formação de cluster (FIG. 1.6).7. Mais do que isso, tornam-se comunidades que se comportam como se fossem um indivíduo.

FIG. 1.6 | Clusters
FIG. 1.6 | Clusters

As redes na ordem hierárquica

Mas se não houver caminhos múltiplos, isso é sinal de que não há rede e isso é de fato a definição de uma rede (stricto sensu, distribuída). Diante desse tribunal epistemológico — que reivindica o direito de dizer o que é e o que não é válido em termos de pensamento — todos são basicamente culpados de heresia.

Programas verticalizadores

O espaço-tempo dos fluxos em que as redes sociais acontecem existe desde que existem sistemas de conexões entre as pessoas. Foi assim que se expandiu o espaço-tempo das comunidades, que se criaram combinando conexões (aglomerados) com base territorial: de dimensões iniciais reduzidas (lugares) que permitiam o contato direto (ou até certo grau de separação). ) entre pessoas de todo o mundo. Tudo o que você vê na arquitetura urbana são apenas congelamentos (coagulações) de eventos em outro mundo (ou em outro país).

FIG. 1.11 | Imagem de tecido hierarquizado: clusters centralizados  (conectados e desconectados) em uma rede descentralizada
FIG. 1.11 | Imagem de tecido hierarquizado: clusters centralizados (conectados e desconectados) em uma rede descentralizada

Colocando

A sociedade

Portanto, descobriu-se que o que se chamava social não passava de uma rede social. Uma sociedade se distingue de outra apenas porque sua rede social é diferente da rede social de outra sociedade. O que permanece constante na configuração e na dinâmica de uma rede social é a “carteira de identidade” da sociedade onde essa rede foi observada.

FIG. 2.1 | Fluxos luminosos e intermitentes
FIG. 2.1 | Fluxos luminosos e intermitentes

A “rede-mãe”

Eles são criados para o diálogo porque a "rede mãe" não reconhece bem outras formas de organização, não entende sua linguagem. A rede social que existe de fato – a “rede mãe” – não acolhe a influência dessas organizações e continua funcionando mais ou menos como se nada tivesse acontecido. Se a organização que não consegue uma boa comunicação com a "rede mãe" for uma empresa ou um partido, será muito pior.

FIG. 2.4 | Redes neurais
FIG. 2.4 | Redes neurais

Na sociedade-rede

Numa sociedade que adquire cada vez mais a morfologia e a dinâmica de uma rede, instituições como o Estado e a família estão a mudar radicalmente. Castells (1999) propõe que em uma sociedade em rede o estado também terá que se tornar um estado em rede.5 Em todo caso, o mainframe conhecido como estado como tal tende a desaparecer (ou seja, com sua estrutura e dinâmica até os dias de hoje ) em uma sociedade em rede. Com a desmaterialização e disponibilização dos meios de produção – numa sociedade onde o capital humano e o capital social se tornam fatores económicos importantes e cada vez mais determinantes – a empresa será muito mais fruto da capacidade.

A nova sociedade civil

É preciso reconhecer que as organizações da sociedade civil em sua grande maioria ainda se estruturam como mainframes e não como redes. Em geral, os líderes das organizações da sociedade civil, mesmo quando proclamam que suas organizações não são representativas, sempre querem representar os interesses de um setor ou parte da população. Como essa reação de lideranças de organizações da sociedade civil não é acidental, ela indica algo.

A velha “sociedade civil organizada”

Essa militância da "sociedade civil organizada" roubava constantemente da sociedade seus dirigentes, transferindo-os para o Estado. As organizações da sociedade civil e os movimentos sociais tornaram-se instrumentos para fins diversos da promoção endógena do desenvolvimento da sociedade. Parecia que a sociedade civil poderia ser substituída por outra esfera: mais "séria", mais.

A nova sociedade civil “desorganizada”

Agora, em primeiro lugar, é preciso admitir que a sociedade civil que está surgindo hoje não é a mesma de 20 anos atrás. A questão que se coloca é se isso não representaria um retorno ao individualismo (egoísta), um recuo das formas anteriores de participação social (altruísta). Não é que não haja nenhuma esfera da realidade social ou agência além do Estado e do mercado que mereça ser levada em consideração, mas o que se entende pelo termo "sociedade civil" falha em evocar adequadamente a natureza e a função da sociedade social. rede.

O grande desafio do chamado terceiro setor

A referência ao terceiro setor não está relacionada à sociedade civil, mas às chamadas organizações da sociedade civil. Não que não deva haver pessoas remuneradas na gestão de organizações da sociedade civil (como prevê a lei das OSCIPs no Brasil). Se quiserem desempenhar um papel tão inovador, as OSCs terão que mudar suas relações com suas contrapartes (outras OSCs).

O desenvolvimento

No caso do desenvolvimento, algo invisível está acontecendo para “produzir” o que se vê. Esse invisível é o “social”, uma realidade que, por outro lado, não pode ser operada sem interferir nos fluxos que o “produzem”. Ou seja, é razoável apostar na hipótese de que não haverá desenvolvimento (certamente sustentável, porque se não for, não é desenvolvimento) diante dos graus insuficientes de distribuição das redes sociais e de democratização da sociedade.

Modelos de desenvolvimento

Mas o fato de ele estar certo sobre a evolução dos organismos não significa que as teorias transformacionais da mudança não se apliquem às sociedades humanas. Além disso, é até possível que Darwin tenha abordado uma hipótese de variação ao observar o que acontecia em sociedades humanas fortemente influenciadas pela dinâmica comercial, como a sociedade inglesa de seu tempo. As sociedades humanas nada têm a ver com organismos, partes de organismos ou ecossistemas, exceto na medida em que também são reguladas por redes – sistemas complexos que, como tais, apresentam características e propriedades semelhantes.

Redes e sustentabilidade

Sistemas complexos são capazes disso, ou seja, configuram uma ordem mais global (macrocomportamento) por meio de regras locais, tornam-se capazes de comportamento emergente, inteligência coletiva e inteligência de enxame quando seus elementos estão focados em resolver os mesmos problemas (que são, então, por necessidade de problemas locais). Portanto, não pode haver desenvolvimento – em termos regulatórios, na visão aqui proposta, desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade – sem democracia. E, portanto, o desenvolvimento depende da produção de capital social, ou seja, da capacidade de uma sociedade de criar ordem espontaneamente por meio da cooperação.

A rede aprendendo

Ou melhor, portanto, mais desenvolvimento (ou sustentabilidade) implica mais democracia, a promoção do processo de democratização, a democratização da democracia. O primeiro modelo de mudança – o modelo transformacional – foi amplamente utilizado por aqueles que atribuíam papel preponderante ao Estado ou a um sujeito coletivo dotado de projeto e vontade no processo de desenvolvimento. Maturana e Varela traçaram um paralelo importante entre o processo de vida e o processo de conhecimento na década de 1980.

Capital social

O que se identifica como social é a rede social, embora o termo “social” seja geralmente aplicado a qualquer realidade humana. Entretanto, se apenas os componentes do capital humano stricto sensu forem focalizados, não será possível derivar capital social deles. O capital social é um recurso muito diferente do capital humano porque não pode ser individualizado, internalizado por um sujeito, identificado com características que possam ser isoladas do ambiente ou do campo social - no sentido de que tal recurso continua existindo na ausência deste "campo de força".

A Internet

Bastaria falar de quase 7 bilhões de telefones ou 3,3 bilhões de celulares existentes no mundo no final de 2007.5 No Brasil, a base de celulares já chega a 135 milhões de unidades em julho de 2008. Mas também em termos de acesso à Internet via computador, 1 bilhão 408 milhões de pessoas já acessam a web. Em abril de 2006, o relatório Technorati – O Estado da Blogosfera – já contabilizava 37,3 milhões de blogs, dobrando de tamanho a.

FIG. 2.5 | O mundo interligado
FIG. 2.5 | O mundo interligado

Redes distribuídas na Internet

Uma comunidade de projeto se forma em torno de um sonho coletivo, um desejo compartilhado, uma visão de futuro sobre a qual formular sua missão ou propósito e elaborar seus valores ou princípios. Bem, tudo isso pode ser construído e armazenado (como um arquivo vivo) no que David de Ugarte (2007) mencionou. Duas pessoas podem discordar sobre qualquer coisa, mas, embora compartilhem as definições do contexto, compartilharão uma identidade comum e entenderão que o debate ocorre no âmbito de uma compreensão semelhante do mundo, não de um antagonismo.”10.

As redes sociais não existem na Internet

Para que un grupo de personas forme una comunidad, debe existir una identidad común, una definición clara de quienes forman el demos y un conocimiento mutuo entre ellos (deben formar una red distribuida). Así como no existe una comunidad de usuarios de la seguridad social o del transporte público, tampoco existe una comunidad de usuarios de feevy, flickr, blogger o lo que sea. 1 Una búsqueda en Wikipedia (en inglés y portugués), con fecha de mediados de 2008, reveló más de 200 sitios de este tipo: activerain, adoos, adult friendfinder, advisors, aim pages, ale running, allhappydates.com, amie street, anobii, smallworld, asuistalking, avatars united, babbello, badoo, bahu, bebo, beltrano, beep, bingbox, blackplanet, blackplanet.com, blogtok, blue dot, blurty, bolt, broadcaster.com, buzznet, cake financial, capsoo, cardomain, care2, compañeros de clase .com, cloob, clubão, colegas, college tonight, quizopedia, consuma, couchsurfing, creative christianity, cyworld, dandelife, deadjournal, digiforum, dodgeball.com, dontstayin,doostang, draugiem.lv, .

A política

Este último sentido do termo, pelo menos em alguns casos, é pejorativo, pois o "social" é deixado de lado. Tais invariantes nada mais são do que métodos de fluxo que se tornam caminhos repetitivos e muito percorridos que por isso acabam formando singularidades topológicas no "tecido social", ou seja, fala-se daquelas coisas que, vistas de fora, chamam-se identidades . Dando um passo à frente na presente reflexão, chegamos ao que nos parece ainda mais surpreendente: não há outra forma (sistêmica) de intervir no “social” (próprio falando, isto é, como sistema) senão pela política.

As relações entre redes sociais e democracia

A relação entre as redes sociais e a democracia. modo de arranjo) típico de um tipo de "corpo" (modelo de organização de rede de topologia distribuída). Isso significa que, segundo esse ponto de vista, sem democracia não pode haver rede social per se, ou seja, rede distribuída. Do ponto de vista do modelo de organização, a democracia aparece como um movimento (lato sensu) contra a centralização que dificulta o "funcionamento" da rede social.

A democracia como um erro no script da Matrix

Quando os modernos finalmente começaram a praticar a democracia a sério, a política tornou-se palco de uma tensão constante entre as tendências à autocratização e à democratização da democracia. Ainda que se trate de um esquema explicativo, a história da democracia pode ser escrita como uma história de enfrentamento, em que de um lado ficaram as atitudes míticas, sacerdotais e hierárquicas que preservaram a democracia. É por isso que não existem escolas de democracia: o estudo da democracia não está focado em adquirir conhecimentos sobre as teorias políticas democráticas.

FIG. 2.6 | A Ágora ateniense (espaço horizontal de conversação)  e a “Torre de Babel” (estrutura vertical para impedir a conversação)
FIG. 2.6 | A Ágora ateniense (espaço horizontal de conversação) e a “Torre de Babel” (estrutura vertical para impedir a conversação)

A política na sociedade em rede

Cada vez que uma rede distribuída se forma, aparece uma brecha que introduz um erro no programa de controle. Nas autocracias, que introduzem todos os tipos de centralizações na rede social, seria muito difícil testar experiências comunitárias relativamente autônomas e auto-organizadas de acordo com um padrão de rede distribuído. De certa forma, a política está sendo reinventada devido ao surgimento de novas formas de interação entre os cidadãos.

Imagem

FIG. 1 | Diagramas de Paul Baran
FIG. 1.1 | Rede com 4 nodos
FIG. 1.2 | Espalhamento de partículas
FIG. 1.4 | Rede descentralizada
+7

Referências

Documentos relacionados

Figura 3.2: Resposta a uma entrada no formato rampa para um riser flexível com tensão constante A figura 3.2 mostra a resposta do sistema a uma entrada do tipo "rampa".