To represent, ahem, I work on the subject of euthanasia, together with all the consequences of this act, requires an amount of time and air without a bottom in the depth of the motive and the complexity of feelings that surround the ray and consequences of this practice. As well as the caution required by technological advances in medicine and scientific findings.
DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
1º, III – como um dos fundamentos do Estado, a dignidade da pessoa humana – a que se referiria. Biomedicina e direito biológico: Desafios bioéticos: Características semióticas para uma hermenêutica constitucional baseada nos princípios da dignidade humana e da inviolabilidade do direito à vida.
DIREITO À VIDA
Como podemos constatar, o direito à vida é um direito supremo e inviolável, sem o qual não existiriam outros direitos fundamentais. Traços semióticos para uma hermenêutica constitucional pautada nos princípios da dignidade da pessoa humana e da inviolabilidade do direito à vida.
O DIREITO A MORTE DIGNA
Subjetivo, porque cada pessoa seria o único juiz da sua dignidade. e relativa, no sentido de que qualidade de vida é um conceito de geometria variável, capaz de adotar uma infinidade de escalas e ser medida por diferentes critérios. Existe a preocupação em manter a qualidade de vida de uma pessoa, mesmo no momento da morte. É um apelo ao direito de viver uma morte humana [..] significa o desejo de reapropriar-se da própria morte, não um objeto da ciência, mas um sujeito da existência.49.
O conceito de dignidade humana é uma categoria central na discussão do direito à vida e do direito a uma morte digna. A pessoa tem a proteção jurídica da sua dignidade, e para isso é fundamental o exercício do direito à liberdade, o direito de exercer a sua autonomia e de decidir sobre os últimos momentos da sua vida. O direito do paciente de não se submeter ao tratamento ou de interrompê-lo é consequência da garantia constitucional da sua liberdade, da sua liberdade de consciência (como no caso das Testemunhas de Jeová), da sua autonomia jurídica, da inviolabilidade da sua vida privada e da sua intimidade e, além disso, a dignidade da pessoa, estabelecida como fundamento da República Federativa do Brasil, no art.
BIOÉTICA - CONCEITO E ORIGEM E CONSIDERAÇÕES
- ÉTICA
BIODIREITO
A evolução tecnológica, especialmente no campo da medicina e da investigação científica, ocorre a uma velocidade fantástica, afectando diversas questões relacionadas com valores que partem de um consenso universalmente aceite, que servem de indicadores para a obtenção de uma fórmula que sustenta o correcto comportamento humano e eticamente aceitável.72. O Biodireito pede a participação de outras ciências para a formação de consenso sobre os valores éticos e morais que devem constar na elaboração das normas jurídicas.73. À luz destas considerações, pode-se afirmar que é indispensável a elaboração de um Biodireito que promova e defenda a igualdade dos sujeitos de qualquer relação interpessoal, na qual a vida humana esteja de alguma forma envolvida.74.
PRINCÍPIOS BIOÉTICOS
- PRINCÍPIO DA AUTONOMIA
- PRINCÍPIO DA BENEFICÊNCIA
- PRINCÍPIO DA JUSTIÇA
Finalmente, o princípio da autonomia põe em causa, ou pelo menos limita, o princípio paternalista da beneficência. O princípio da Beneficência estabelece a obrigação do profissional de saúde e do pesquisador de promover primeiro o bem-estar do paciente e baseia-se na regra da confiabilidade.96. Muitos não distinguem o princípio da beneficência daquele da não maleficência (Primum non nocere = não fazer mal primeiro).
Segundo Frankena apud Adoni, o princípio da caridade não nos diz como distribuir o bem e o mal. O princípio da beneficência está previsto no Código de Ética Médica Brasileiro, em seu art. Pode ser entendida como a fórmula ética para equilibrar riscos e benefícios, segundo os ensinamentos da professora Maria Celeste Cordeiro Leite Santos, para quem o princípio da justiça se refere à seleção justa dos sujeitos.111.
CONCEITO, ORIGEM E CONSIDERAÇÕES
Obviamente, o conceito de morte digna é interpretado de diversas maneiras, o que encerra tal discussão sobre o tema, e a dificuldade de chegar a um consenso sobre a legitimidade de uma lei que seja justa e ética.123. A palavra eutanásia traduz-se, no seu sentido literal, numa boa morte, numa morte suave, numa morte fácil, sem dor nem sofrimento, sem angústia. A palavra ganhou relevância a partir do filósofo inglês Francis Bacon, no século XVII, que dizia do ponto de vista médico que “o médico deve aliviar o sofrimento e a dor não apenas quando esse alívio pode efetuar a cura, mas também quando pode servir. uma morte doce e pacífica.”126.
Para legitimar a eutanásia, muitas vezes é apresentada a imagem do doente terminal, vítima de sofrimentos horríveis, que, aliás, permanece contra a sua própria vontade devido aos esforços médicos - o quê. Por um lado, o médico tem a obrigação não só de verificar a saúde do paciente, mas também de aliviar o seu sofrimento. Olavo refere-se à eutanásia como eutanásia, que em seu entendimento visa afastar do paciente o sofrimento de "doença brutal, que causa dor debilitante e é considerada incurável, ou vítima de grande trauma craniomedular e seu sofrimento lancinante, ao agir sob os impulsos de um elevado senso de compaixão e humanidade”.
EUTANÁSIA NA HISTÓRIA
A prática da eutanásia é tolerada pelos tribunais, embora a lei a considere um crime punível com até doze anos de prisão, distinto do homicídio.136. Em Abril de 1991, a Comissão do Ambiente do Parlamento Europeu adoptou uma proposta de resolução que reconhece o princípio da eutanásia. Atualmente, o debate sobre a prática da eutanásia tem se intensificado devido aos casos de Karen Ann Quinlan (1975) e Nancy Cruzan (1990), nos Estados Unidos, de Ramón Sampedro (1993), na Espanha, e de Diane Pretty, em Grã-Bretanha, entre muitos.141.
Na Bélgica, existe actualmente algum consenso a favor da legalização da eutanásia a pedido do paciente. Caminharíamos assim para uma aparente solução de compromisso, que consiste em rejeitar simultaneamente a descriminalização limpa e pura do acto de eutanásia e a proibição total de todas as formas de eutanásia. No Brasil, o Projeto de Lei nº 125/96, de autoria do senador Gilvam Borges, está em tramitação no Congresso Nacional com o objetivo de legalizar a eutanásia.
ASPECTOS JURÍDICO-PENAIS
4° Não é crime não manter a vida de alguém por meios artificiais, se a morte tiver sido previamente certificada por dois médicos como inevitável e inevitável, e desde que haja consentimento do paciente ou, se não for possível, do cônjuge , sócio, sucessor, sucessor ou irmão. E ainda diz que em particular na explicação do projecto de reforma da parte especial do Código Penal fica esclarecido que149. Na primeira, o agente inicia a cadeia causal que levará à morte; na segunda, não provocada pelo agente, é contínua e o óbito é evidente, atestado por dois médicos, inevitável e inadiável e desde que haja consentimento do paciente, ou não sendo possível, do cônjuge, do companheiro. , ascendente, descendente ou irmão.
Para legitimar a legalização da eutanásia, é frequentemente feita referência à necessidade de um compromisso numa sociedade pluralista. Não se pode negar que alguns doentes terminais se encontram em situações extremas, certamente trágicas. 66 do Código de Ética Médica Brasileiro proíbe ao médico utilizar em qualquer caso meios destinados a abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido do paciente ou de seu representante legal.154.
AUTONOMIA E CONSENTIMENTO DO PACIENTE
E o segundo é o princípio da autonomia, uma vez que a eutanásia entende como o exercício de um direito individual é uma garantia dos cuidados a que as pessoas têm direito, o que inclui o direito de morrer. A decisão de praticar a eutanásia nunca se baseia apenas na vontade do paciente, mas é sempre o resultado de um juízo de valor sobre a qualidade de vida. Engana-se quem afirma que o pedido de eutanásia corresponde a uma escolha puramente privada, que pertence apenas ao interessado e não prejudica de forma alguma os outros.
É importante sublinhar que a legalização da eutanásia não é uma questão de ética pessoal, mas depende, sem dúvida, de uma ética sociopolítica. A legalização da eutanásia corre o risco de se voltar também contra os médicos, pois provoca habituação e banalização em quem a pratica. Entre os médicos que apoiam a eutanásia, há muitos que não querem pô-la em prática: esta relutância não é um sinal claro da natureza ambígua da eutanásia.169.
CLASSIFICAÇÃO
- ORTOTANÁSIA
- DISTANÁSIA
- SUICÍDIO ASSISTIDO
Para efeitos deste estudo, é oportuno focar em quatro classificações clássicas enfatizadas pela doutrina contemporânea, a saber: eutanásia, ortotanásia, distanásia e suicídio assistido.178. A prática da ortotanásia é um comportamento atípico no sistema de justiça criminal brasileiro, pois nessa medida corresponde à promoção de um ato lícito. Diante da descoberta de um paciente que sofre de uma doença incurável, cujo sofrimento é impossível de controlar ou está paralisado pelas respostas oferecidas pela biotecnologia atual, o paciente pode optar por interromper ou mesmo abandonar o tratamento médico para iniciar.181.
Distanásia (dis + tanásia, morte lenta, ansiosa e com grande sofrimento) significa a utilização de todos os meios terapêuticos possíveis ao paciente que sofre de uma doença incurável e está em terrível agonia, para prolongar a vida da pessoa que está morrendo sem o mínimo. a certeza da sua eficácia nem a reversibilidade do quadro clínico da doença. O suicídio assistido baseia-se na premissa de que a pessoa não sofre de nenhuma doença incurável, nem sente fortes dores físicas ou mentais. Por fim, deve-se atentar para o fato de que incitar, incentivar ou auxiliar o suicídio são condutas previstas no Código Penal Brasileiro, em seu artigo 122.191.
ARGUMENTOS PRÓ E CONTRA
Neste sentido, vale destacar a reação da Igreja Católica à legalização da eutanásia na Holanda, publicada no Jornal da Santa Sé. Finalmente, existe um receio intenso de que, com a legalização da eutanásia voluntária activa, se abra uma brecha para práticas eugénicas – um processo de selecção da raça humana – seja no nascimento ou na velhice. Conforme observado ao longo deste trabalho, a eutanásia, modalidade destinada a quando um paciente portador de doença grave não reúne condições para uma boa vida, não possui regulamentação legal para sua prática.
Enfatizando os direitos fundamentais, constatou-se que o princípio da dignidade humana fornece uma base garantida para uma morte digna e sem sofrimento. Tendo em conta os princípios bioéticos da autonomia, da beneficência e da justiça, bem como o direito fundamental à vida e à dignidade humana, é possível formar uma opinião sobre a eutanásia. O que não se pode considerar é que aqueles que ignoram tais princípios confiam apenas na opinião sem nenhuma.