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Michelli Giacomossi.pdf - Univali

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Academic year: 2023

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PROGRAMA JOVEM APRENDIZ COMO POLÍTICA PÚBLICA DE INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL DE JOVENS: UMA ANÁLISE ENTRE A PROPOSTA OFICIAL E. Portanto, o objetivo geral deste trabalho é analisar o Programa Jovem Aprendiz como política pública de integração profissional de jovens no mercado de trabalho e trazer a proposta deste respectivo programa em relação à distorção da experiência em São João Batista/SC.

POLÍTICAS PÚBLICAS

  • A origem dos estudos sobre políticas públicas
  • O que são políticas públicas?
  • Os atores das políticas públicas
  • O papel das políticas públicas no desenvolvimento estatal
  • As modalidades de políticas públicas

As políticas públicas são definidas no Poder Legislativo, que introduz os deputados (vereadores e deputadas) nesse processo. Por isso, diz-se que as políticas públicas devem aumentar ou reduzir as desigualdades existentes na esfera social.

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A JUVENTUDE

  • A criança, o adolescente e o jovem na Constituição da República
  • A doutrina da proteção integral
  • Os direitos das crianças, adolescentes e jovens
  • Os problemas da juventude brasileira
  • A importância das políticas públicas voltadas à juventude no contexto

Assim, foram examinadas as normas contidas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Portanto, a Constituição da República Federativa do Brasil também enfatiza isso, além do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata desse assunto.

POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Educação profissional

  • Breve histórico da educação profissional no Brasil
  • A lei de diretrizes e bases da educação nacional
  • O acesso à educação profissional
  • Instituições que oferecem a educação profissional

Para melhor compreender o tema da educação profissional, os subtítulos a seguir apresentam um breve histórico da educação profissional no Brasil, compilado a partir da lei de diretrizes e fundamentos da Lei Nacional de Educação nº. e o que essa legislação prevê a esse respeito. objeto correspondente. Além disso, verificou-se como é garantido o acesso à educação profissional e quais instituições oferecem essa modalidade de ensino. Os diplomas do ensino secundário profissional terão validade nacional no momento da matrícula.

Assim, após apresentar a finalidade das Diretrizes Nacionais da Educação e da Lei de Bases e suas normas relativas ao ensino profissional, segue abaixo como é garantido o acesso ao ensino profissional.

A relação entre políticas públicas e a educação profissional

Diante dessas considerações sobre quais instituições no Brasil oferecem educação profissional, passamos ao próximo subtítulo, ou seja, aquele que apresenta a relação entre políticas públicas e educação profissional. Dado que a compartimentação desincentiva a continuidade dos estudos, defende-se a adoção de medidas que vão no sentido inverso, com o objetivo de incentivar a participação e permanência dos alunos no ensino profissional. Ressalta-se também que as políticas públicas voltadas à educação profissional devem levar em conta as transições vivenciadas nos últimos tempos, o crescimento das aspirações e a participação de jovens e adultos nos programas educacionais (DI PIERRO, 2005).

Portanto, Rummert e Ventura (2007) explicam que será por meio de políticas públicas voltadas para a educação profissional que contribuirão para a redução do analfabetismo e da baixa escolaridade, bem como garantirão que jovens e adultos economicamente desfavorecidos tenham acesso, tanto na educação quanto no trabalho, a direitos garantidos pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

A capacitação profissional

  • O mercado de trabalho nos dias de hoje
  • A importância da capacitação profissional para inserção no mercado de
  • Os programas de capacitação profissional

Porém, diversos fatores interferiram diretamente no mercado de trabalho ao longo do tempo, como diversas mudanças ocorridas no Brasil. Depois de apresentar alguns breves aspectos sobre o mercado de trabalho hoje, passamos então ao próximo subtítulo que demonstra a importância da formação profissional para a inserção no mercado de trabalho e a empregabilidade. Além disso, deve-se atentar para o fato de a formação profissional ministrada ser adequada ao mercado de trabalho (BRASIL, 1990).

O principal objectivo da formação profissional dos jovens é reduzir as dificuldades encontradas na entrada no mercado de trabalho formal.

O programa jovem aprendiz e a lei nº 10.097/2000

  • O papel do programa jovem aprendiz como contribuinte à capacitação

Além desse programa, há também o Programa Jovem Aprendiz, que, além de ser uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), tem como objetivo principal facilitar o acesso ao mercado de trabalho de jovens brasileiros que buscam a oportunidade. para conseguir o primeiro emprego (JOVEM APRENDIZ, 2015). Consequentemente, houve também alteração na redação do artigo 428 da Consolidação das Leis do Trabalho. 3º O Ministério do Trabalho e Emprego estabelecerá normas para avaliação da competência das entidades mencionadas no inciso II deste artigo (BRASIL, 1943).

Por fim, ressalta-se que o artigo 433 da Consolidação das Leis do Trabalho é o que trata da extinção do contrato de estágio (BRASIL, 1943).

DELINEAMENTO DA PESQUISA

Para tanto, inicialmente foi enfatizado o desenho da pesquisa e, para tanto, foram apresentados os métodos e técnicas de coleta e análise de dados. É um tipo de pesquisa qualitativa e/ou quantitativa, entendida como uma categoria de investigação que visa estudar em profundidade uma unidade, que pode ser um sujeito, um grupo de pessoas, uma comunidade, etc. Por fim, utilizou-se a pesquisa exploratória, por ser este o tipo de pesquisa que visa apresentar mais informações sobre o tema abordado (PRODANOV; FREITAS, 2013).

Diante do exposto, após demonstrar o desenho desta pesquisa, passamos ao próximo subtítulo que apresenta os métodos e técnicas de coleta e análise de dados.

MÉTODOS E TÉCNICAS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS

Vale ressaltar também que esta pesquisa se baseia em outro procedimento metodológico, a saber, o estudo de caso, pois, assim como o dele. Com base no exposto, após demonstrarmos o desenho desta pesquisa, passamos ao subtítulo seguinte que apresenta os métodos e técnicas de coleta e análise de dados. 2005, pág. 74). Por fim, nota-se que a chamada técnica de observação tem sido adotada como técnica de coleta e análise dos dados coletados (SEVERINO, 2007), pois além de demonstrar as informações fornecidas pelos entrevistados, o pesquisador prestou atenção aos comportamentos e comportamentos e os comentários feitos por este, além de outras especificidades (PRODANOV; FREITAS, 2013), portanto apresentou tudo o que era essencial ao tema proposto.

Depois de apresentados os métodos e técnicas de coleta e análise de dados, na próxima subseção analisaremos o contexto em que esta pesquisa ocorreu.

CONTEXTO DA PESQUISA

Objetivo do programa jovem aprendiz, atividades desenvolvidas durante

Durante as entrevistas realizadas com as seis organizações empresariais, constatou-se primeiramente que a empresa Alpha, através dos relatos do funcionário responsável pelo setor de Recursos Humanos, não tem conhecimento do objetivo do Programa Nova Aprendizagem e também não sabe que este O programa relevante é a política pública para a inserção profissional dos jovens no mercado de trabalho. Independentemente dessas informações citadas anteriormente, nota-se que a empresa Delta foi a única entre os entrevistados em que o entrevistado entendeu o verdadeiro significado do Programa Jovem Estudante, ou seja, que é um programa que forma jovens para o trabalho. mercado. . Assim entende-se que na prática apenas uma das empresas entrevistadas reconhece a importância do Programa Jovem Estudante e que se trata de uma política pública que visa facilitar o acesso ao mercado de trabalho de jovens brasileiros que buscam a oportunidade de conseguir o primeiro emprego .

Por fim, vale ressaltar que os jovens aprendizes do município de São João Batista/SC não ocupam cargos no setor calçadista, mas apenas recebem seus salários, apesar de a empresa Delta, a única delas, estar envolvida no o acompanhamento das atividades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do SENAI e o acompanhamento dos jovens aprendizes que ele remunera, como forma de incentivo a este último.

Contratação do jovem aprendiz após o término do período máximo de

Por outro lado, as empresas Delta, Zeta e Ômmega afirmam através dos seus colaboradores que embora os jovens aprendizes não tenham exercido atividades internas, existe uma diferença na empregabilidade destes jovens em consequência da sua participação no Ungdommen. Programa de aprendizagem. Mas também notamos que os jovens aprendizes não consideram isso uma experiência porque não a escrevem no currículo nem falam sobre isso quando se candidatam a um emprego. Com base nos relatos dos funcionários responsáveis ​​pela área de Recursos Humanos nas empresas entrevistadas, verifica-se, assim, que alguns deles não consideram o programa Jovem Aprendiz como um diferencial para a contratação posterior.

Diante disso, afirma-se que, conforme apresentado anteriormente, ou seja, na fundamentação teórica desta pesquisa, o Programa Jovem Aprendiz oferece aspectos deficientes, mas pode pelo menos fornecer alguns conhecimentos teóricos e práticos em relação à empresa. segmento em questão que o jovem está inserido.

Motivos para a contratação de jovens aprendizes pelas empresas

Para este entrevistado, deveria haver maior flexibilidade na lei nº. e uma preocupação concreta com a introdução de novos aprendizes no mercado de trabalho. O funcionário e entrevistado da empresa Ômmega, por sua vez, relatou que a contratação de jovens aprendizes está relacionada à responsabilidade social do empresário em prol de uma sociedade mais justa e com mais igualdade de oportunidades, com o combate ao desemprego e à desigualdade social. Fazendo, portanto, tais considerações sobre os motivos da contratação de jovens aprendizes pelas empresas, resulta em conformidade com o que foi anteriormente enfatizado na base teórica, que na grande maioria dos casos, ou seja, segundo relatos da maioria dos funcionários das empresas entrevistados, não há preocupações comerciais em relação a eles.

O que realmente se observa é que a Lei nº exigiu a contratação de jovens aprendizes às empresas, mas não contribui para a real qualificação desses jovens para o mercado de trabalho, uma vez que nem sequer exercem atividades internas na organização empresarial.

Benefícios para as empresas na participação do programa jovem

Apesar do exposto, dois entrevistados de empresas dentre os entrevistados ainda relatam aspectos positivos em relação ao Programa Jovem Aprendiz, ainda que, como já mencionado em outro lugar, notem diversos problemas e deficiências relacionados à Lei nº. empresa Delta e a empresa Ômmega que, além do explicado no parágrafo anterior, não há nenhum benefício em participar do Programa Jovem Aprendiz, ou seja, resta estar atento a todos os direitos trabalhistas e também aos benefícios previdenciários concedidos pela legislação brasileira vigente. Por sua vez, o entrevistado da empresa Zeta observa que parece haver um consenso geral sobre a falta de benefícios para as empresas com a participação no Programa Jovem Aprendiz.

Não há, portanto, dúvida de que as empresas acabam por suportar um encargo que é basicamente da responsabilidade do Estado, razão pela qual neste caso não foi implementada nenhuma política pública para o emprego profissional dos jovens. no mercado de trabalho, de acordo com a Lei nº, nem qualquer tipo de bônus, mas apenas taxas para organizações empresariais.

Relação entre responsabilidade estatal, formação educacional teórica e

O funcionário da empresa Gamma também desconhece a relação entre responsabilidade estatal, formação teórica e formação técnico-profissional do Programa Jovem Aprendiz. O que se constata, portanto, na prática, é que não existe qualquer ligação entre a responsabilidade estatal, a formação teórica e a formação técnico-profissional dos jovens aprendizes, o que prejudica a implementação da política pública ora em apreciação, nomeadamente o Programa Jovem Aprendiz. O entrevistado pertencente à empresa Delta salienta que não há possibilidade de avaliar os jovens aprendizes que são remunerados pela empresa, uma vez que estes jovens não exercem atividades laborais no âmbito organizacional.

Então parece que é impossível avaliar os jovens estudantes do município de São João Batista/SC, pois até mesmo algumas empresas não se interessam por isso.

Remuneração do jovem aprendiz

Porém, como mencionado anteriormente, o Programa Jovem Aprendiz ainda carece de investimentos significativos no Município de São João Batista/SC e não atende ao objetivo de qualificar e colocar os jovens no mercado de trabalho, pois tais jovens não têm condições e também não trabalhar com atividades que tenham a ver com calçados, por exemplo. as coisas que eles querem, pois é uma época em que você quer tudo. Além disso, cabe ressaltar que para determinadas famílias o Programa Jovem Aprendiz é uma boa saída, pois as crianças ficam nas dependências do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do SENAI e ainda são remuneradas por isso. Por sua vez, o funcionário responsável pelo departamento de Recursos Humanos da empresa Gamma afirma que a recompensa do jovem aprendiz é um fator motivador para a permanência no programa, como entende o funcionário da empresa Ômmega.

Contudo, ainda se observa que muitos jovens trabalham no mercado informal, pois apesar de estarem expostos a agentes nocivos, recebem mais do que lhes é oferecido através do Programa Jovem Aprendiz.

Restrições no desenvolvimento de atividades relacionadas ao programa

O entrevistado da Empresa Beta compartilha uma visão semelhante à mencionada pela Empresa Alfa e também entende que o valor da recompensa percebido pelo jovem aluno é um fator motivador para sua permanência neste programa. jovem estudante) ficaria em casa e não faria nada, por que não receberia esse valor? Dos quinze, temos um jovem estudante internamente na empresa, que exerce uma atividade não insalubre, nomeadamente a modelagem. O funcionário da empresa Zeta explica ainda que as atividades desta organização não são saudáveis ​​para os jovens estudantes, porque trabalham com solas.

O entrevistado da empresa Ômmega comenta que também existem determinados departamentos na organização em que não existem condições insalubres, mas são impossíveis para os jovens estagiários exercerem atividades, uma vez que estes últimos não são suficientemente treinados através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI. .

Índices de jovens aprendizes que participaram do programa e foram

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Referências

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