O direito internacional aparece na Enciclopédia Jurídica. como um ramo do direito público sob o título Direito jurídico externo. Assim: o direito internacional é formado por necessidade (necessitate), usos e costumes (inveterata consuitudine) e pactos e convenções (consensu).
Pode em começo ser um acto inconsciente, mas desde que pela sua constante reproducção toma consistência, revela uma
Sob o aspecto da sua influencia na formação do Direito- Internacional, dividem-se os tractados nas classes seguintes: f{
Tratados em que as partes adoptam princípios que ainda não foram incorporados no direito internacional, ou em que abrem excepções a princípios aceites e consuetudinários. Portanto, é raro encontrar tratados nos quais sejam encontradas declarações diretas desses princípios.
Pelo que diz respeito ao numero das nações que tomão parte nos tractados, circumstancia que não é indifterente para a
- Os tractados, como fontes de direito, nos termos acima expostos, revestem athé certo ponto a índole de leis e costumes,
- Tem-se discutido se as nações que estipulão em um tractado um principio novo ou um principio que não é geralmente
- No estudo dos tractados como fontes de direito duvida-sé muitas vezes—se o conteúdo de uma clausula confirma um prin-
Se, de fato, não contém nada nesse sentido, expressa ou implicitamente, a doutrina mais consistente com os princípios é a de que as regras ou exceções estabelecidas vinculam apenas as partes contratantes entre si e não a terceiros. Em primeiro lugar, não se pode razoavelmente supor que uma nação que, num tratado, se tenha vinculado firmemente a outra para aceitar um determinado acordo de negócios ou para observar uma norma ainda não sancionada no seu direito internacional, queira limitar a sua liberdade. questões idênticas ou semelhantes nas suas relações com outros poderes, como bem entender e lhe convier.
Contribuição para a formação do Direito Internacional
II III — Direito Romano
IV — Collecções de usos e costumes marítimos
E, de facto, um grande número de princípios de direito natural são incorporados no direito internacional(4). Visto que o direito natural é uma espécie de razão imperiosa do direito internacional; já que muitos dos seus.
Desde que o Direito Natural é uma espécie de rasão superior do Direito Internacional; desde que muitos dos seus
No estudo e na prática do direito internacional, a inteligência humana sente uma necessidade especial de investigar.
No estudo e pratica do Direito Internacional a intelli- gencia humana sente a necessidade que lhe é peculiar, de indagar
Commentando este fragmento, Maynz, ('.ours de Droit Roman I, nV 121) dit : En fait, on voit généralement que le prêteur accorde une protection aux droits reconnus mais non garantis par la loi, adjuvandi gratia : souvenet il applique également déjà les dispositions existantes pour les cas imprévus, et comble ainsi les lacunes de la législation, supblendi gratia : parfois même, il agit contrairement aux dispositions de la loi, correctionndi juns eivilis gratia. Mackintosh (The Miscellaneous Works III, p. 342) : Leurs œuvres sont ainsi confirmées par les générations successives comme des archives des coutumes des meilleurs temps et des dépositaires des jugements délibérés et respectueux de la partie la plus éclairée de l'humanité.
Relações do Direito Internacional com o Publico interno
Relações da Politica com o Direito Internacional
Relações do Direito Internacional com o Direito Internacional Privado
Antes do advento do tratado de jure belli ac paris, o direito internacional ainda não constituía uma doutrina. Para Grocio, a terceira fonte do direito internacional são os costumes, as convenções e os pactos das nações, ou pelo menos a maioria deles.
A escola positivista considera e tracta o Direito Inter- nacional como uma creação histórica, como o producto das neces-
Rivier afirma que este livro é a primeira obra sistêmica dedicada ao Direito Internacional positivo. Na doutrina da escola eclética ou systhema mixto, o direito internacional consiste em princípios de direito natural.
Na doutrina da escola eclética ou systhema mixto, o Direito Internacional compõe-se de princípios do Direito Natural,
E' explicável a preferencia que esta escola mereceu a alguns publicistas. O Direito Internacional positivo não chegou ainda á
- A enérgica e poderosa aspiração dos Italianos de uni- ficarem a sua pátria, formando dos pequenos Estados em que ella
- Pessoas do Direito Internacional;
- Direitos fundamentaes
- Direitos secundários
3, § 103, n'1 2 : La nation est une personne morale qui unit les hommes à travers les liens de race, de communauté, de langue et de culture sociale. C'est la conscience de cette culture commune, le sentiment de solidarité dans le destin, qui constitue la principale force de cohésion d'une nation et devient une force qui attire les deux parties dispersées.
LIVRO II
LIVRO III
A Guerra
Guerra marítima
Neutralidade
Post liminio
Guerras civis nas suas relações como Direito Interna cional
Terminação da guerra: tractadode paz
PESSOAS DO DIREITO INTERNACIONAL CAPITULO I Nação,
Pela separação de uma parte da população e do território, que se desvincula da nação a que pertence; (6). A doutrina exposta é plenamente válida mesmo quando os atos que determinam a responsabilidade da nação ou servem de base para a aquisição de direitos tenham sido praticados pela autoridade de facto.
CAPITULO H CLASSES DE ESTADOS
Não, porque a união pessoal permanente ou temporária consiste simplesmente na ligação de dois Estados através da pessoa do soberano e não através de qualquer outra ligação de direito, como acontece na união real. Claro que não, porque a verdadeira união resulta essencialmente do vínculo jurídico que une os dois Estados numa única pessoa de direito internacional.
No caso do sistema de estados confederados, cada uma das diversas sociedades é uma sociedade política independente, cada uma com a sua seriedade. Jefferson e vários outros publicitários americanos argumentam que a Constituição dos Estados Unidos 6 é o verdadeiro contrato entre os estados que compõem a União – que a Constituição dos Estados Unidos é um acordo entre os estados.
3« Estados feudatarios ; Estados patrimoniaes
A lei moderna também ignora os estados chamados propriedades hereditárias, que eram considerados propriedade do soberano e dos quais ele poderia dispor como quisesse. Entre o patrimônio estão os estados, cuja coroa cabia ao soberano o direito de condenar à morte quem quisesse (6).
Estados tributários; Estados neutros por tractados
É um poder independente e externo face aos Estados e que mantém relações com eles, não a título individual, mas como chefe da Igreja Católica. É, em suma, um poder que não está sujeito a ninguém e que tem relações com governos temporários; Portanto, ele é uma pessoa de direito internacional.
Povos selvagens; partidos políticos;
Associações ou ligas que duas ou mais nações formam entre si, tendo por objeto um interesse definido, como, por exemplo, a especulação comercial, um serviço econômico, ou algo semelhante, mesmo quando os conselhos administrativos ou juntas ou agentes são executivos de empresas estabelecidas, nunca assumem o carácter de personalidades internacionais, porque, salvo a ausência de outros requisitos essenciais (5), não constituem entidades jurídicas distintas e independentes dos Estados que os formam. The BristUh Eurt India Company puissante, iiiemê press-ive, elle n'etait pas indepcndanti» Pradier.
EXTINCÇAO DAS NAÇÕES
Osimraoveis que formão o domínio publico, como es- tradas, pontes, canaes, ficão pertencendo ao novo Estado, a que
Bens do domínio privado, tais como edifícios, terrenos, material de guerra, armas, munições, navios, somas de guerra existentes, armas, munições, navios, somas existentes no tesouro público, empréstimos, cinzéis como uma coleção comum, e como eles são divididos entre os novos estados proporcionalmente à população de cada um. Os edifícios pertencentes a esta classe de bens são entregues, como é natural, à nação em cujo território se situam, mas com a obrigação de devolver a terceiros a parte do valor que lhes é devida.
A divida publica geral interna e externa, as obrigações e as responsabilidades por dinheiro distribuem-se pelas
As dividas hypothecarias acompanhão os territórios que grava», e por consequência, em rigor de direito, passão á cons-
Transferencia de direitos e obrigações no caso de perda de território
Daqui resulta que o novo país não herda e não pode invocar os direitos da sua pátria mãe, nem é co-responsável pelas suas dívidas, nem está vinculado aos tratados e acordos que celebrou com outras nações. - aliados, comerciais ou de qualquer outra natureza (3). As obrigações, responsabilidades e dívidas que você terá pelas benfeitorias, vantagens e obras públicas para uso dos territórios e países desmembrados (5) e a obrigação também passará para o novo país e para o país adquirente.
DIREITOS FUNDAMENTAES DAS NAÇÕES CAPITULO I
As qne se ligão em união real;
As que se collocão sob o protectorado ou suzerania de outra pare tudo que respeita á vida externa;
Os Estados que se unem em federação
Que ama nação não está sujeita ã jurisdicção dos poderes e tribunaes de outra; (1)
Que os tratados, regulamentos e convenções não são vinculativos para eles, nos quais não participarão. Estas fronteiras são o que delineiam a respectiva lei de outras nações - o que significa que a independência de uma se estende até o ponto onde começa a independência de outra.
Independência quanto á organisação constitucional
A boa política aconselha as nações a não se recusarem a fazer nas suas leis as mudanças e alterações que a necessidade ou a conveniência possam exigir para manter as suas relações externas com boa cordialidade, dentro dos limites dentro dos quais a sua dignidade e interesses o permitam. I A independência completa e absoluta da administração da justiça em relação a Estados estrangeiros não é apenas uma necessidade.
Portanto, não se pode negar-lhes o direito de solicitar que outra pessoa corrija situação semelhante, reformando a sua legislação, adoptando medidas governamentais mais adequadas (4). As nações prejudicadas e ofendidas por tais decisões não são obrigadas a respeitá-las, podendo, no exercício do seu poder, exigir a reparação dos danos sofridos e a cessação da irregularidade.
Independência quanto ao poder executivo
As ações do Poder Executivo não estão sujeitas ao conhecimento e à tomada de decisões de governos ou tribunais estrangeiros, mesmo quando afetem diretamente os súditos de tais governos. Se os atos do poder executivo infringem ou violam os direitos de outros Estados ou dos seus nacionais, esses Estados não podem, por sua própria autoridade, anulá-los ou revogá-los.
- Intervenção por motivo de crenças religiosas;
- Intervenção para restabelecer o respeito e a observância!
- Intervenção por virtude de tractados de garantia de forma de governo e successão da coroa;
- Intervenção á convite do governo ou dos partidos em guerra civil;
- Intervenção para fazer respeitar os princípios do Direito Internacional;
- Intervenção, no exercício do direito de defesa e segu rança. (1)
Interferência forçada em atos e deliberações governamentais que não resultem em ofensa ou violação de direitos de terceiros; isto é, um delito ou uma violação dos princípios do direito internacional. Na realidade, a questão não é de ingerência, mas sim do puro direito de defesa e segurança, exercido em relação a atos no âmbito do direito internacional.
55 Intervenção por motivo de crenças religiosas
Uma nação não tem o direito de impor á outra as suas crenças religiosas. £' hoje um principio universalmente
Intervenção para restabelecer a observância das leis de humanidade
Alguns espíritos generosos sustentão que, sempre que um governo por um systhema de leis oppressivas ou pela pratica
Intervenção devido a tratados que garantiam a forma de governo e a sucessão à coroa. Em tratados antigos e recentes, podem ser encontrados exemplos de disposições que envolvem um ou mais estados.
O direito de cada nação de mudar a sua forma de governo e escolher quem lhe agrada como chefe de Estado é um dos atributos essenciais da soberania, e talvez o mais importante, e como tal não pode ser renunciado, nem jamais pode ser renunciado. Isso seria apropriado. Portanto: a referida disposição é inerentemente incompatível com a soberania (4), e só poderia ser válida se entendida como contendo apenas uma promessa de cooperação e assistência contra qualquer terceiro país que tentasse depor a dinastia ou alterar a forma de governo da nação, com referência ao qual a garantia foi acordada.
Será legitima a intervenção para pôr termo á guerra e dissenções civis, solicitada ou pelo governo do Estado, ou por um
Pode acontecer que as facções em que uma nação está dividida, e que a estão destruindo com os horrores da guerra civil, não consigam chegar a uma solução final para as suas diferenças, seja pela força ou por meios amigáveis. A intervenção estrangeira é sempre um recurso triste e, segundo a história, não é nada sólido e duradouro; Neste caso figurativo, porém, a sua legitimidade não pode ser posta em dúvida, desde que as partes que o reivindicam representem conjuntamente a vontade da maioria da nação.
Intervenção para obrigar á respeitar os princípios do Direito Internacional
Nas relações externas não lhes é permitido o uso da força e da violência, exceto para repelir um ataque, para prevenir uma agressão ou para obter satisfação por um dano causado e contra o qual sejam ofendidos de qualquer uma destas formas. Em casos figurativos, a força só poderia ser usada contra aqueles que violaram algum princípio do direito internacional, uma nação que sofresse um insulto ou ameaça como resultado desta violação constituiria uma violação dos seus direitos.
Intervenção no exercício do direito de defesa e segurança
Sustentão accordemente os publicistas que, sempre que uma nação decreta reformas constituciònaes, promulga leis e
Esse é o dogma jurídico que, em relação a este assunto, abrange o atual estado de coexistência das nações. O caso em questão não implica por si só uma hipótese de intervenção (§), mas é simplesmente um caso de exercício do direito à defesa e à segurança, na presença de actos que tenham consciência da esfera da vida interna do nação e pelas suas consequências prejudiciais para outros países enquadram-se no domínio das relações externas e, portanto, também do direito internacional.
Do estudo do assumpto sob seus diversos aspectos resulta o os corollarios seguintes
Que os numerosos casos de intervenção, que a história antiga e moderna testemunhou mesmo em tempos recentes, são meros factos, determinados pela conveniência e importância do momento, mas geralmente condenados pela consciência jurídica dos homens cultos; Que a única hipótese (§ 60) em que o reconhecem como exceção não pode ser capitulada como caso de intervenção no sentido próprio da palavra, mas é simplesmente o exercício do direito à defesa e à segurança, provocado por ações que, devido aos seus efeitos na vida de outras nações, pertencem ao domínio das relações externas e constituem uma causa justa para a guerra.
DIREITO DE CONSERVAÇÃO
Direito de haver 08 meios necessários á existência;
Direito de repellir a aggressão actual (jus inculpatce tutela);
Os antigos publicistas e escritores de direito natural discutem longamente o que chamam de lei da necessidade. A filosofia jurídica não reconhece o direito da necessidade pela simples razão de que não existe direito contra direito.
Direito de promover o augmento da população I ( EMIGRAÇÃO E IMMIGRAÇÃO )
Desta noção pode-se deduzir: I que o direito à legítima defesa requer o uso da força e de meios violentos e II que pressupõe uma agressão real e presente. A guerra defensiva nada mais é do que o exercício do direito de defesa; mas o exercício deste direito nem sempre resulta numa violação do estado de paz (4).
O Direito de defesa e a inviolabilidade do território alheio
O direito à segurança e ao engrandecimento das nações O crescimento desenfreado de uma nação em riqueza, população e poder constituirá, para outras nações, uma grave ameaça, um perigo iminente de uma natureza que provocará emprego da sua parte com medidas violentas. por causa de sua segurança. Westhike (loc. cit.) pensa que se o navio fosse americano, a Espanha teria certamente o direito de apreendê-lo, deter os prisioneiros e torná-los incapazes de continuar a prática de mais de um ano, mas não de julgá-los e puni-los , de acordo com as suas próprias leis, uma vez que estavam presos no mar, e não se encontravam dentro dos limites da jurisdição espanhola.
I SOBERANIA COM RELAÇÃO AO TER- RITÓRIO
Jurisdição territorial
Lourenço (liberdade de navegação na parte baixa, pertencente a Gran-Bretanba desde o paralelo 45 até à foz do golfo do mesmo nome); tratado entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha de 15 de junho de 1854, art. Paraná, Paraguai e Uruguai: tratado entre o Brasil e a República Oriental de 13 de outubro de 1853; tratado de 10 de junho de 1853 entre a República Argentina, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França; tratado de 13 de maio de 1858 entre a Bolívia e os Estados Unidos.
Oi lagos, cercado* de todos os lados por territórios de dí-
TMM Estadas, pertencem à esses Estados, desde a margem até
Igaalmente perteacem aos Estados cujos territórios ea cingem, aa mana raicriorej atatignos, aa proporção das respe-
A eoberaaia territorial de cada um dos Estados ribeirinhos estrada aa st* a linha da respeito (três milhos). Dessa linha para
Qnando ea lagos e maias iatertores castigas* eommunicfio com o mar por dcsagnadeiroe, canaeaaa estreitos, são applicaveis
Devido à sua soberania territorial sobre baías, enseadas, baías e portos, a nação pode declará-los abertos, livres ou fechados ao comércio e à guerra. Por razões de segurança, a nação pode limitar o número de navios de guerra que admite nos seus portos, ver tratado entre a Grã-Bretanha e a Dinamarca de 1670, art.
4 Mares territoriaes
D'abi vê que uma nação não pode alienar, ceder ou transferir para outra nação o direito de navegar em alto mar. Demanda positiva no domínio pi uri um. alegando que um país não pode renunciar ao seu direito de navegar em alto mar por causa de outro.
86 Limites
Este rio, quando inundado, muda de direção – o que tem dado origem a distúrbios fronteiriços e conflitos entre as autoridades dos dois países limítrofes. Em seus tratados fronteiriços com a República Argentina e Uruguai, Bolívia, Peru, Colômbia e Venezuela, o Brasil adotou o ulipossidelis como princípio regulatório geral.
87 Fronteiras
- Posse efectiva e real, continuada sem interrupção por um espaço de tempo, que segundo as circumstancias, seja sufficiente
- Boa fé, isto é, justa ignorância da existência do di- reito de terceiro, por virtude da qual a possuidora crê since-
- Pelo abandono (derelictione). (1)
- Pela prescripção que se consuma em favor do possuidor
A aquisição de território, no sentido do Direito Internacional, não significa a aquisição de direitos de propriedade sobre a parte adquirida, mas sim submetê-la à soberania da nação adquirente. Para a prescrição entre nações não é necessária a comprovação do justo título, pois, como na prescrição de longa duração do Direito Civil, o prazo exigido, sempre maior do que para as prescrições entre particulares, fornece o título, ou melhor, permite assumi-lo.
SOBERANIA TERRITORIAL, SUSPENSÃO, RESTRICÇÕES E AMPLIAÇÕES
95 Suspensão da soberania (exterritorialidade)
- A exterritorialidade deve ser sempre entendida em termos rígorozos, não podendo, por via de interpretação am*
- O soberano decaindo;
- O que está ao serviço do governo ,do paiz ein cujo território se acha;
- Restricções. O que é sevidão em Direito Internacional
- Podem citar-se como exemplos de servidões negativas {obrigações para um Estado de não praticar no seu território
- Pertencem â classe das affirmativas: (9)
- A de permittir á potencia estrangeira exercer no nosso -território actos de jurisdicção civil ou criminal; (10)
- A de ahi cobrar certos impostos em certa região; (11) 3? A de ter alfandega com os direitos consequentes, como o
No direito internacional, as servidões não são uma dissolução da propriedade ou dos direitos de propriedade, públicos ou privados." O direito de renunciar ao direito de permitir que terceiros países naveguem num rio (7) ou a entrada de navios de guerra em mar fechado
Princípios que regulão as servidões
- Devem ser sempre entendidas em termos restrictivos e não se amplião por via de interpretação. (2)
- Importa que sejão estabelecidas e creadas da maneira a mais conveniente e a menos onerosa á nação serviente. (3)
- O E-tado que a concede, presume-se reservar para se o di- reito de coexercel-a, salvo incompatibilidade natural ou renuncia
- Pela celebração de tractados, convenções e ajustes inter- nacionaes; (4)
- Pela renuncia expressa, ou por abandono, o qual se induz do não-exrcicio por largo espaço de tempo ; (7)
- Pela confusão, ou reunião em nm só, dos dous Estados entre os qnaes subsistem ; (8)
- Pela transformação politica da nação, donde resulte uma nova ordem de cousas incompatível com as servidões existentes
- Jurisdicção em território alheio
- O de deposito ou sequestro de uma província, districto ou região em poder de potencia estrangeira para assegurar a
- O de detenção e posse de província, districto ou região,,
- O da collocação de uma província, districto, região ou
- Prorogação da juridicção sobre o mar alto
As servidões, uma vez definitivamente estabelecidas, constituem direitos adquiridos para a nação à qual são concedidas; Isso é. em regra, tais faculdades imperecíveis são consideradas permanentes e de caráter real: de onde são transmitidas à posteridade os estudos de uma nação ou de uma nação, entre as quais existem. Definir uma província, distrito, região ou. reino por direito próprio, sob a proteção e proteção de uma potência estrangeira.
Piratas
Navios de guerra e navios mercantes, a partir do momento em que por consideração do Comandante ou por Motim e Re-. Os navios de guerra dos povos instruídos são obrigados, pelas leis que os regem, a atacar e capturar piratas nas águas territoriais dos seus países, e em qualquer parte do alto mar onde os encontrem, e a entregá-los, de modo a ser legalmente processado e punido (5), pelas autoridades competentes da própria nação, ou por qualquer outra, conforme as circunstâncias e dificuldades do momento o permitirem (6).
DIREITO DE NAVEGAÇÃO
106 Noção
Que o commandante seja súbdito nacional (4) e que o seja uma parte da tripolação. (5)
Disto, o passaporte ou a patente de navegação, o título e o relatório de arqueação destinados a comprovar a identidade do navio são prova suficiente. Todo navio mercante deve levar a bordo os papéis e documentos necessários à verificação da propriedade e nacionalidade do navio, da sua origem, do destino, da quantidade e natureza das mercadorias que transporta, do contrato de fretamento ou conhecimento de embarque e dos certificados de quitação. provar.
3 ioç Bandeira marítima
Em tempo de paz um Estado não pode embaraçar ou im- pedir a viagem de navio de outra nação, nem dar-lhe ordens r nem
São regidos pelas leis da nação do navio todos os actos f
Tem exclusiva competência para tomar conhecimento* dos ditos actos, julgal-os e deliberar á respeito, as authoridades,
- Reputão-se cidadãos do paíz do navio os filhos de naci"
- Os crimes e ofensas, occorridos á bordo entre gente da tripulação são sujeitos a jurisdicção e leis da nação do navio,
- Regulão-se pelas leis da nação do navio e são julgados por seus juizes e tribunaes, os contractos celebrados ã bordo entre
São regidos pelas leis da nação do navio e julgados pelos seus juízes e tribunais, contratos celebrados a bordo pelos seus juízes e tribunais, contratos celebrados a bordo entre eles. comandante e tripulantes, ou entre eles. Perels (§ 14, B, VH, (página 123) afirma que se as pessoas a bordo estiverem em terra por motivos de serviço, é competência do país do navio julgar os crimes que aí cometem.
DIREITO DE COMMERCIAR
- Assegurar aos súbditos estrangeiros o livre exercício-de seus direitos civis e recta e prompta administração da justiça. (1)
- Permittir francamente a sabida dos prodnctos e merca- dorias nacionaes e a entrada das estrangeiras, quaesquer que sejão
- Abrir todos os portos commerciaes ás embarcações mer- cantes de todas as nações, libertando-as de impostos gravosos e
- Consentir no livre tranzito de mercadorias estrangeiras por terra e agua ; (4)
- Estabelecer entrepostos, em que as mercadorias estran- geiras possão ser depositadas e donde seja licito reexportal-as
- Não prohibir o emprego e uso de moedas estrangeiras pelo que valerem como meicadorias. (6)
- Estabelecer em leis e regulamentos as regras, as for' mulas e processos do serviço da importação e exportação de mer-
- Impor direitos de entradas e sabida, paramente fiscaes ou prohibiti vos, compensadores e differenciaes
- Vedar a importação ou exportação de certas mercado- rias, sendo-lhe licito alterar, quando lhe aprouver, o catalogo de
- Recusar-se a entreter relações commerciaes com qualquer nação. (5)
- Conceder â uma nação determinada privilégios e favores r
- Obrigar-se por tractados á não fazer o commercio de- certos géneros senão com uma dada nação, ou renunciar em
- Não consentir que as suas colónias e possessões commer- ciem com povos estrangeiros. (8)
- As nações neutras não podem fazer com as belligerantes commercio de artigos que constituem contrabando de guerra
- A prohibição absoluta de toda e qualquer communicação- com os portos e banias bloqueados
- Não é licito aos navios neutros se empregarem volunta- riamente no transporte de tropas, armamento, cavallos ou em
- Os navios neutros que se achão nos portos e aguas do
No sentido do direito internacional, a liberdade de comércio nada mais é do que a ancoragem do direito de comércio nas condições estabelecidas. A livre troca é uma consequência do direito de negociar e pode ser suprimida ou restringida com base no exercício justo deste direito.
34;O Ónus e gravames
Quarentenas: lazaretos