ESCOPO DA CONTABILIDADE DOS PAÍSES Com base no exposto, notamos o amplo escopo que a Contabilidade Distrital Rural abrange. Eles vêm de todos os países onde a necessidade de contas agrícolas já foi sentida.
Da Contabilidade Rural
Vejamos agora brevemente o que foi feito até agora em prol do estudo da Contabilidade Rural em nosso país. O estudo da Contabilidade Rural no Brasil tem se limitado apenas aos frutos do esforço e da boa vontade do Ministério da Agricultura.
CONTABILIDADE RURAL
Conclusão)
As funções técnicas da contabilidade rural são aquelas que se referem ao registro e apuração de fatos administrativos decorrentes da operação industrial da fazenda, da produção agrícola, do melhoramento genético, etc. Esses dois tipos de funções de contabilidade fundiária são inseparáveis e às vezes confundem-se.
II CAPITULO
DA ECONOMIA RURAL
Da Economia Rural
A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA RURAL Sendo o estudo das instituições agrárias e das suas necessidades, é o papel que cabe hoje à Economia Rural. A IMPORTÂNCIA DA AGRICULTURA O papel desempenhado pelas empresas rurais na vida das pessoas sempre foi um dos mais proeminentes e frutíferos.
Da Agricultura
A agricultura mista é chamada de agricultura onde não há exclusividade ou predominância de uma fazenda sobre outra. É um elemento de ordem de natureza moral que evidencia as condições econômico-administrativas nas empresas em que é adotado.
Da Produção Rural
Deve também evidenciar não só os custos de cada produção agrícola, mas também a origem dos diversos activos que alteram as receitas e despesas de cada produto produzido. A contabilidade rural está reservada ao importante e difícil papel de mostrar a produtividade dos diversos empreendimentos agrícolas, bem como o grão de produção de cada ordem de fatores, para que o administrador dos capas esteja bem orientado.
Do Trabalho Rural
Para determinar os custos de produção, devemos levar em consideração ex. pressão financeira do trabalho envolvido. O valor do custo do trabalho animal é normalmente calculado com base no total das despesas diárias associadas à sua manutenção.
Do Seguro Agrario
Após a celebração de um contrato de seguro (para um determinado animal ou cultura, etc.), deve ser inscrito no Diário de Pagamento de Anuidades: Ao receber sua apólice de seguro, você deve inserir o seguinte:. o que fizemos nesta empresa, uma taxa anual de Rs.
Do Penhor Rural
A distinção acima entre os dois tipos de promessas rurais enumeradas, embora não observada pela nossa legislação, pode ser facilmente deduzida do espírito dos seus artigos (2). O registro dos fatos administrativos decorrentes das operações de comprometimento rural não traz grandes problemas.
III CAPITULO
DA ASSOCIAÇÃO RURAL
Da Parceria Rural
1.416 — A parceria pecuária ocorre quando os animais são entregues a alguém para pastoreio, tratamento e criação em troca de participação no lucro gerado. Num acordo de parceria no campo (pecuária ou agricultura), há sempre pelo menos duas pessoas denominadas sócio e proprietário.
Das Cooperativas e Sindicatos Rurais
DA IMPORTANCIA DOS SINDICATOS E COOPERATIVAS RURAIS
É por isso que há uma grande necessidade de cooperativas rurais e sindicatos para contrabalançar o descaso que sofre a nossa produção rural. De todos os tipos de cooperativas e sindicatos, destacam-se aqueles que têm a finalidade direta de adiantar capital aos seus associados.
IV CAPITULO
DA EMPRESA RURAL
Da Empreza Rural
Como em qualquer organização de produção, a selecção de pessoal qualificado é de grande necessidade, e um organizador nunca deve esquecer que as cabeças que pensam e as armas que executam são factores de grandeza de qualquer instituição económica. No cálculo das despesas do exercício, devemos também ter em devida conta aquelas que são necessárias e inevitáveis, bem como quaisquer impostos e encargos que afectem os bens e a produção em geral, tais como despesas com trabalhadores, matérias-primas utilizadas, sementes, preparo do solo. etc., ração animal, prêmios de seguros, juros sobre capital comprometido, impostos diversos, etc.
Da Administração Economica
Do ponto de vista contábil, são diversas as pessoas que fazem parte da administração das empresas rurais, como veremos mais adiante. As contas que representam os agentes endereçados são as contas que representam os bens tangíveis da administração, como dinheiro, bens, sementes, propriedades, etc.
Do Inventario
A operação de classificação permite-nos agrupar os bens existentes numa herança, de acordo com a natureza de cada um. Não trataremos mais apenas da Descrição, pois ela depende do conhecimento geral de cada pessoa e não se baseia em conhecimentos ou princípios contáveis.
Da Classifica ção dos Bens Rurais
Basta um breve histórico que defina, em sua totalidade, a natureza dos ativos que a conta de estoque representa. CLASSIFICAÇÃO DAS CAPITAIS RURAIS Numerosas classificações de capitais rurais foram propostas.
DOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DOS BENS RURAIS
É um assunto de tamanha importância que hoje os diversos métodos de avaliação de terras das empresas rurais constituem uma sequência definida de estudos, denominada Agrotimesia.
DA AGROTIMESIA
Os autores costumam listar três métodos diferentes para avaliar terras agrícolas (2): . a) Método de avaliação comparativo ou indireto. Utilizando o método de Avaliação Racional ou Analítica Direta, o avaliador calculará o preço com base em uma proporção baseada na renda territorial do imóvel, e com base nesta renda calculará o capital que tal renda deverá proporcionar.
DAS CONTAS ATIVAS E PASSIVAS
DO INVENTARIO GERAL E PARCIAL
B Ovis Idem, Idem Equi Idem, Idem Porci Idem, Idem Machinarum Agricultural Idem, Idem Moveis et Utensílios 1 Machina de escrever Caixa.
V CAPITULO
DAS CONTAS
Das Contas
DOS MODELOS DAS CONTAS AGRARIAS
Em geral, todas as contas têm sempre duas partes distintas: a) a da esquerda (Débito, Débito ou Lançamento), onde registamos os factos positivos que aumentam ou diminuem o direito à conta;
DA CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS
CONTAS NA CONTABILIDADE RURAL Todas as contas podem ser sintéticas ou analíticas, dependendo se se destinam à contabilidade sintética ou analítica. Deste ponto de vista, porém, a sua classificação de contas é perfeitamente aceitável, apesar da sua proximidade.
VI CAPITULO
DOS METODOS DE ESCRITURAÇÃO
Dos Métodos de Escrituração
Entre os principais métodos contábeis aplicáveis nas fazendas rurais, estão a Unigrafia ou Lançamentos Simples, Lançamentos Mistos, Digrafia ou Duplas Entradas, Métodos Journal-Ledger, entre os quais citaremos como principal o Degrange (Método Americano), o do GIU. - SEPPE CERBONI (Método Logizmográfico) e o de EMMANUELLE PISANI (Método Estatográfico), que ampliaremos apenas quando tratarmos da Digrafia, por considerá-la o mais científico e o mais necessário dos métodos contábeis.
DOS DIARIOS-RAZÕES
Segundo a teoria de MORAES JUNIOR, além das cinco contas gerais listadas acima, deveríamos abrir outra coluna para a conta Capital e eliminar as “Contas Diversas”, pois, segundo este autor, essas contas representam todas as ordens de operações de uma herança. Segundo CERBONI, deveríamos abrir uma coluna no Diário Logismográfico para a primeira dessas pessoas, uma para a segunda e terceira e outra no final para “permutações”, além das colunas auxiliares de menor importância.
Da Digrafia
Para colocar as quantidades das fórmulas complexas no Diário, precisamos também aceitar os dois casos da lição anterior. a) — Quando uma conta deve a outra apenas uma vez. b) — Quando uma conta deve a outra mais de uma vez. Tanto para a segunda como para a terceira fórmula, a colocação dos valores no Diário de três colunas é idêntica.
DIARIO MODERNO
Ao lado está a segunda parte da fórmula, na qual fazemos os lançamentos de crédito das contas. Para colocar os valores nas colunas deste Diário, assumiremos também os seguintes casos: .. a) — Havendo lançamentos em que uma conta deve a outra apenas uma vez. b) — Se existirem lançamentos em que alguma conta esteja devendo mais de uma conta.
VII CAPITULO
DOS LIVROS NA CONTABILIDADE RURAL
Dos Livros na Contabilidade Rural
Dentre os livros que podem ser adotados na Contabilidade Rural, discutiremos a seguir os principais. Nesta seção trataremos apenas de livros que podem ser adotados tanto na Contabilidade Pastoral quanto na Contabilidade Cultural, ou seja, livros essenciais para qualquer empreendimento agrícola.
Do Borrador
No Apagador Único de Minutos, onde cada folha mostra o devedor em cima e o credor em baixo, basta inserir em cima quando a fatura foi recebida e em baixo quando foi emitida. Com a borracha de folhas soltas essa regra não é necessária, pois cada lançamento é feito em um cartão.
Do Caixa
O livro Caixa pode ser escrito com qualquer modelo, desde que atenda à sua finalidade. O livro caixa é então reaberto com a nova data (dia, mês e ano), o que também coloca o saldo apurado no débito.
Do Contas Correntes
MODELOS DE CONTAS CORRENTES Quanto aos modelos que podem ser adotados no livro Contas Correntes, ver Lição XXII. SALDO EM CONTA CORRENTE O procedimento para balancear as contas no razão de Contas Correntes é o mesmo utilizado para a conta de caixa.
Do Diario
O lançamento é verificado verificando se os itens transferidos do Borrador para este razão seguem a ordem de classificação contábil e se os valores são transportados adequadamente. O exemplo acima é um livro escrito por Lançamentos Diários: os lançamentos são feitos dia a dia.
Do Razão
Quando o lançamento é feito no Livro Principal, no Livro Diário, na linha onde está o endereço que foi aberto neste livro, ele é colocado ali. Desta forma, o razão geral está correto, pois os lançamentos no Diário são sempre debitados em uma conta e creditados em outra (dígrafo.
DO BALANÇO DAS CONTAS DO RAZÃO
LIÇAO XXXVI
Do Livro de Armazem
ERROS NO LIVRO DE ARMAZENAMENTO Os erros neste livro são corrigidos pelos mesmos processos ensinados na Lição XLIV. MODELOS DE LIVRO DE INVENTÁRIO Os modelos deste livro, como em todos os outros, são adaptados às necessidades contábeis de cada pessoa.
NOME DA CONTA
LIÇÃO XXXVII
Dos Registros de Titulos
Apresentamos modelo de registro de títulos a receber, retirado do livro de D'AURA: (1) ENTRADA. Modelo de registro de títulos a pagar, retirado do referido livro de D'AURIA, página 208.
TITULOS A PAGAR
LIÇÃO XXXVIII
Do Livro Ponto
MODELO DO LIVRO PONTO
LIÇÃO XXXIX
Do Registro de Imóveis
REGISTRO DE IMOVEIS
Um balancete é preparado mensalmente para todos os movimentos no razão e, desde que o saldo das contas neste razão corresponda ao saldo do título no razão geral, o razão está correto.
LIÇÃO XL
Do Livro de Colonos
As contas do Registo de Propriedade correspondem quase todas às contas do Registo de Capitalização. ERROS NO REGISTRO DE LETRAS MAIÚSCULAS Os erros neste livro são controlados usando os mesmos princípios abordados neste primeiro capítulo.
LIÇÃO XLII Balancete do Razão
Se o livro do qual o balancete é retirado for um livro auxiliar, a diferença entre o lado do débito e o lado do crédito total (que também é igual à diferença entre o total de ativos e passivos) deve ser igual ao saldo do respectivo conta nas Condições Gerais. Contabilidade geral. A seguir apresentamos dois modelos de balanços: um do razão geral e outro do livro de contas correntes.
LIÇÃO XLIII
Da Conferencia de Escrita
Portanto, podemos ter certeza de que esses livros estão corretos obtendo um balancete do razão geral. Conforme referido, a conferência documental certifica-nos da existência dos documentos em que se baseiam os lançamentos, enquanto a conferência contabilística certifica-nos da ordem e certeza dos lançamentos nos livros e registos.
LIÇÃO XLIV
Mas mesmo com os documentos corretos, a escrita pode ser feita incorretamente por um lançamento incorreto (conta errada, valor diferente, etc.). Pelo contrário: mesmo que os documentos não comprovem ou expliquem perfeitamente, a redação pode estar correta.
Dos Erros e Correções nos Livros
- Em vez de lançarmos Despezas
- Se, em vez de lançarmos no exemplo ácima 25$000, tivessemos lançado 35$000, fariamos a correção deste erro
- Na conta de Milho do Razão, tinhamos que lan- çar no deve 500$000, e lançamos esta quantia no haver
- Tinhamos que creditar na conta de Imoveis a importancia de 50:000$000, e debitamos-lhe reis
Erros de posição ocorrem quando registramos um valor como débito que era crédito, ou vice-versa. Esses erros são mais comuns em livros de escrita sintética e analítica, e corrija esses erros usando os processos que vamos ensinar agora.
LIÇÃO XLV
Tinhamos que lançar Caixa
Tinhamos que debitar na conta de Arnaldo de Aze- vedo 50$000; mais fizemos este débito na conta de Armando
Fizemos duas vezes o seguinte lançamento Moveis & Utensílios
VIII CAPITULO
DOS BALANÇOS
Determinar o final do ano é uma questão fundamental para demonstrar os resultados positivos das ações administrativas. Torna-se difícil determinar este exercício quando se trata de estabelecimentos destinados ao cultivo em campo aberto (Contabilidade Cultural), pois existem atividades produtivas que se estendem além desse tempo.
LIÇÃO XLVII Do Balanço
Após a elaboração do balanço, deve ser elaborada também a demonstração de resultados para esclarecer a origem dos lucros ou prejuízos. Quando o crédito da conta de lucros e perdas é maior que o débito, houve lucro; quando a dívida é maior, houve perda.
MODELO DE BALANÇO
PARTE SEGUNDA
DA CONTABILIDADE PASTORIL
I CAPITULO
DA PECUARIA
Da Pecuaria
As empresas pecuárias, como todos os outros tipos de empresas rurais, podem ser classificadas em três classes, dependendo se predomina o capital ou o trabalho. Os pequenos empreendimentos pecuários são aqueles onde não há predominância de capital ou trabalho, caracterizados pela exploração familiar da terra.
Da Parceria Pecuária
Salvo acordo em contrário, o sócio proprietário sofrerá prejuízos resultantes de caso fortuito ou de força maior. Salvo indicação em contrário, nenhum dos parceiros pode dispor de gado sem licença do outro.
Do Penhor Pecuário
As despesas relacionadas com o tratamento e criação dos animais, salvo acordo em contrário, serão suportadas pelo cuidador e pelo criador. Quando o devedor pretender vender o gado penhorado ou, por negligência, ameaçar prejudicar o credor, o credor pode requerer que os animais sejam colocados à guarda de terceiros ou exigir o pagamento imediato da dívida.
Da Contabilidade pastoril
A contabilidade é aquela que nos fornece os elementos para a determinação da situação patrimonial (situação de administração: específica, económica e financeira), apresentando em períodos pré-determinados (exercício), o património bruto, o património líquido e o resultado do exercício. , bem como as mutações que surgem neste, a modificação das contas, o resultado total do exercício e os resultados parciais (os resultados da conta. Além disso, é isso que, sendo uma das funções mais importantes da Pastoral A Contabilidade, nos fornece os elementos para determinar o custo real de produção e, portanto, somente com a Escrturação Pastoril poderemos nos direcionar na realização de nossas operações para obter um excedente sobre o custo (lucro) que nos proporcione as vantagens da indústria .
Das Contas na Contabilidade Pastoril
Na Contabilidade Pastoral, as contas representam não só os diversos objetos de exploração industrial (animais de criação), mas também todos aqueles que servem para auxiliá-la e os atos administrativos que representam as despesas e custos necessários. Portanto, nesta lição não pretendemos definir o final de cada relato aplicável na Contabilidade Pastoral.
Dos Livros de Contabilidade Pastoril
Dos Registros de Animais
TIPOS DE REGISTRO DE ANIMAIS O livro auxiliar “Criações” tem como objetivo registrar os fatos verificados com as diferentes espécies de animais, esclarecendo os débitos (despesas) e créditos (receitas) que produzem e apresentando os resultados das operações realizadas. O “Registo de suínos de engorda” é utilizado para o registo dos animais desta espécie que se encontram no celeiro de suínos de engorda.
Do Livro de Criações
Portanto, deve haver “cadastro de suínos”, “cadastro de bovinos”, “cadastro de cavalos”, “cadastro de caprinos”, etc., de acordo com os animais sujeitos à exploração comercial e industrial. O livro da Criação possui diversas colunas em cada página: uma para despesas, outra para receitas e outras para mostrar as raças das espécies animais, com etiqueta no número de cabeças e o valor das espécies animais de acordo com o último balanço .
Dos Registros de Criações
Do Registro dos Animaes de Trabalho
A forma de escrever este registro é muito simples e segue os mesmos princípios da escrita dos livros anteriores.
Do Registro do Esterco e Adubos
Bem, em média, segundo E.Wolf, a cada 100 kg. estrume estável contém 0,90 az. 1,04 de potássio 0,42 de ácido fosfórico e para encontrar o valor em dinheiro temos:. o estrume de capoeira neste caso representa o valor de 650 réis que corresponde a 1.000 kg. Através deste processo temos a qualquer momento a certeza da quantidade de estrume produzida, da quantidade vendida e da existência, bem como dos resultados.
PARTE TERCEIRA
DA CONTABILIDADE CULTURAL
DAS EMPREZAS CULTURAIS
Das Emprezas Culturais
Exemplos de operações técnicas são todos os trabalhos agrícolas (desmatamento, plantio, capina, limpeza, colheita, etc.) Como exemplos de operações comerciais de estabelecimentos culturais agrários, listaremos: venda de produtos, aquisição de materiais, comodato, arrecadação, etc. .
Da Parceria Agricola
Qualquer pessoa que seja proprietário livre da sua propriedade pode celebrar um Contrato de Parceria Agrícola. Os riscos de caso fortuito ou de força maior são suportados solidariamente pelo proprietário e pelo sócio (Idem, art. 1.412.
Do Penhor Agricola
Na verdade, esse tipo de Penhor é o que os advogados chamam de “Contrato de Degeneração do Penhor”, pois só pode ser executado sobre bens móveis. O compromisso agrícola só pode ser acordado por um período de um ano, podendo depois ser prorrogado por seis meses.
II CAPÍTULO
Da Contabilidade Cultural
É um sistema de funções que serve para mostrar o resultado estatístico e económico de cada valor transferido nos empreendimentos culturais. A escrituração cultural também nos fornece elementos essenciais para a determinação dos resultados (brutos e líquidos) das transações realizadas e para a determinação do valor real de compra de um determinado produto em operação.
Das Contas na Contabilidade Cultural
Dependendo da cultura que você deseja anotar especificamente, esta conta pode receber nomes diferentes, como “Cultura do Café”, “Cultura do Açúcar”, “Cultura da Banana”, “Cultura do Milho”, “Cultura do Feijão”. Cultura da Laranja”, “Cultura do Arroz”, “Cultura do Arroz”, “Cultura do Trigo”, “Cultura da Batata” etc.
Dos Livros na Contabilidade Cultural
Estas contas representam um registo sintético de todas as operações de culturas especiais da exploração agrícola. Mas os livros contábeis são aceitos na contabilidade cultural – como em toda contabilidade especial – de acordo com as necessidades da administração, ordem e regularidade dos serviços.
Dos Registros das Culturas
Portanto, devemos abrir um subtítulo para cada ordem de despesas culturais que temos em mente, e aí debitar e creditar todos os factos administrados que lhes digam respeito. MODELOS DE REGISTROS DE CULTURA Os modelos destes livros variam de acordo com a espécie e a cultura que se pretende representar e ocupar.
Do Registro de culturas Diversas
É um bom padrão contábil - ao invés de um título para cada safra - abrir um título para a safra de cada ano, e sempre transferir o saldo das despesas do ano anterior para o ano seguinte. De acordo com as ideias acima expostas e de acordo com as necessidades práticas, apresentamos a seguir um modelo de conta aberta no Cadastro de Culturas Diversas, que acabamos de discutir:.
Do Livro do Beneficiamento
Lá é aberta uma conta para cada tipo de produto a ser processado no depósito de produtos para processamento e, a crédito, os produtos já processados são transferidos para o celeiro ou armazém. As despesas com a transformação de cereais e outros produtos são debitadas na respectiva conta e, no momento do balanço, as mesmas (representando o saldo da conta) devem ser transferidas para o débito da conta correspondente no Cadastro de Culturas Diversas, ou debitar a sub-rubrica correspondente no Livro de Cultura correspondente.
Do Livro Celeiro
DA ESCRITURAÇÃO DO LIVRO CELEIRO