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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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Atendimento pedagógico na sala de recursos na perspectiva de um plano educacional individualizado para alunos com deficiência intelectual: um estudo de caso / Cristina Angélica Aquino de Carvalho Mascaro. Atendimento pedagógico na câmara na perspectiva de um plano educacional individualizado para alunos com deficiência intelectual: um estudo de caso.

Educação Especial e ensino comum: uma parceria em construção na escola

Contudo, os subsistemas de educação especial foram implementados como um serviço paralelo à vida quotidiana de uma escola regular. 11 Em 1986 foi criada a Secretaria de Educação Especial (SEESP), que foi extinta em 2011 e passou a fazer parte da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI).

Atendimento Educacional Especializado no cotidiano escolar

A Resolução nº 4 (BRASIL, 2009a, p.2) também prevê a institucionalização do AEE no Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola. A mediação é realizada por um integrante (pode ser estagiário) que dá suporte ao professor da turma regular que inclui determinado aluno que necessita de ajuda mais individualizada.

A sistematização das salas de recursos

IV – monitorar a funcionalidade e usabilidade dos recursos educacionais e de acessibilidade na sala de aula regular, bem como nos demais ambientes escolares; VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum para fins de prestação de serviços, recursos educacionais e de acessibilidade e estratégias que promovam a participação dos alunos nas atividades escolares.

Inclusão escolar: ações pedagógicas centradas no aluno

A inclusão exige uma escola que lide com a diversidade de estilos e ritmos de aprendizagem dos seus alunos e que esteja atenta aos motivos internos ou externos que impedem determinados alunos de aprender. Uma escola que lida com a diversidade de estilos e ritmos de aprendizagem e está atenta aos motivos internos ou externos que impedem determinados alunos de aprender.

Figura 1 - Modelo de inclusão progressiva
Figura 1 - Modelo de inclusão progressiva

O Plano Educacional Individualizado

Os alunos que se enquadram no Estágio 2 podem ser incluídos na turma regular, mas precisarão de apoio moderado, como o apoio da sala de recursos. Segundo Munster, Lieberman, Samalot-Rivera e Houston-Wilson (2014, p. 48), currículo individual é um documento que tem por finalidade organizar o trabalho pedagógico de professores e especialistas em relação ao processo educativo de alunos com necessidades especiais. . especialmente educacional.

Uma proposta de sistematização do PEI em uma escola especial

O modelo foi aplicado por uma professora de educação especial com um aluno com deficiência intelectual na Sala de Recursos de Aprendizagem de uma escola primária. 5 UMA PROPOSTA DE SERVIÇO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELIGENTE: O PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO NO ESPAÇO DE RECURSOS. Nesta seção apresentamos o protocolo elaborado para implementação do PEI na sala de recursos com aluno com deficiência intelectual.

Com o objetivo de contribuir para o conhecimento do protocolo de aplicação de Plano Educativo Individual (PEI), com aluno com deficiência intelectual na sala de recursos. Há espaço para ferramentas que envolvam os alunos com deficiência intelectual na percepção dos professores. Capacitando pessoas com deficiência intelectual para o trabalho: estudo de caso de um curso de educação profissional.

Intervenção pedagógica individualizada para alunos com deficiência intelectual: ensino da leitura em salas de recursos. Escolarização de alunos com deficiência intelectual: uma análise da implementação do Plano de Desenvolvimento da Educação Individualizada.

Figura 2 - Etapas para o Plano de Suporte Individualizado
Figura 2 - Etapas para o Plano de Suporte Individualizado

Considerações sobre a proposta do PEI no contexto da Educação Inclusiva

A pessoa com deficiência intelectual: conhecer para dar suporte no

Quando as pessoas com deficiência intelectual recebem apoio pessoal adequado, o seu funcionamento será geralmente melhor (AAIDD, 2012, p.01). As pessoas com deficiências de desenvolvimento serão otimizadas na medida em que recebam o apoio necessário e apropriado. Com o objetivo de promover o desenvolvimento de pessoas com deficiência de desenvolvimento, a AAIDD (2012) propõe um sistema de apoio baseado nas cinco dimensões descritas.

Segundo o autor, devemos compreender que a proposta pedagógica para alunos com deficiência intelectual deve ir além de um trabalho concreto.

Escolarização do aluno com deficiência intelectual: um campo a ser

Alguns estudos com foco em alunos com deficiência intelectual têm indicado uma tendência de poucos estudos focando diretamente no seu processo de aprendizagem. Esta dissertação examina uma proposta para promover o desenvolvimento acadêmico de alunos com deficiência intelectual no contexto das escolas contemporâneas. No próximo capítulo apresentamos a trajetória metodológica da pesquisa desta tese, referindo-nos a um estudo de caso sobre o processo de elaboração e aplicação do PEI a um aluno com deficiência intelectual.

A pesquisa baseou-se na busca por alternativas de trabalho pedagógico que pudessem auxiliar o processo de aprendizagem de alunos com deficiência intelectual no âmbito do Atendimento Pedagógico Especializado – AEE.

Abordagem metodológica

A literatura brasileira aponta diversos estudos pautados na abordagem metodológica da pesquisa-ação que objetivaram intervir em situações do cotidiano escolar para favorecer o processo de inclusão e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais. Para Carvalho (2012), a introdução de pesquisas na perspectiva de estudo de caso nas escolas é uma necessidade, visto que a inclusão nas escolas de alunos com necessidades educacionais especiais está sendo desenvolvida em todo o Brasil.

Antecedentes e cenário

Em 2012, a DIVIN promoveu uma parceria entre uma escola especial e uma escola de ensino médio devido a uma exigência institucional de inclusão nas escolas regulares da rede de alunos com deficiência intelectual, que até então estavam matriculados na unidade especializada Escola Especial Favo de Mel. Ensino Fundamental República/EEEFR, duas unidades localizadas próximas uma da outra. Após diversas reuniões entre as equipes gestoras das duas unidades, a DIVIN apresentou através do NEAPI um projeto denominado Bidocência27, onde turmas de educação conjunta que aceitassem alunos com necessidades especiais compartilhariam a gestão com um professor de educação especial. O projeto teve início no ano letivo de 2013, após a indicação dos alunos por uma equipe escolar especial que realizou reuniões de sensibilização com os responsáveis ​​dos alunos para que permitissem a participação de seus filhos no projeto.

Atualmente, esta unidade escolar conta com oito alunos com deficiência intelectual que estão inseridos nas turmas do ensino regular, sendo quatro do primeiro segmento e três do segundo segmento.

Participantes

Atendimento educacional especializado na sala de recursos para utilização do inventário de competências com três alunos. Jul (2014) Elaborar análise PEI do histórico escolar, entrevista com professores e administradores, avaliação de inventário de competências. 2014) Avaliar o PEI cadastrado e desenvolver objetivos para o 2º bimestral, desenvolver atividades no programa de formação de professores.

Palestra com fonoaudióloga da DIVIN sobre dúvidas do aluno sobre o processo de aquisição da leitura e da escrita.

Procedimentos

  • Procedimentos iniciais
  • Seleção da aluna participante
  • Coleta de dados
  • Análise dos dados

Pesquisa realizada por meio do desenvolvimento da atividade pedagógica mostrou que a aluna Tereza poderia cursar o segundo ano sem o apoio da sala de informações. Trabalhamos para coletar dados em todas as etapas do estudo nesta perspectiva cíclica para desvendar questões sobre a investigação proposta, neste caso o processo de elaboração e utilização do PEI na sala de recursos. A primeira diz respeito a uma proposta de desenvolvimento de um protocolo para utilização de um Plano Educacional Individualizado (PEI) dentro de uma sala de recursos; e a segunda sobre os resultados alcançados em relação ao desenvolvimento pedagógico de um aluno com deficiência intelectual participante do estudo.

A Parte III do PEI foi elaborada pela pesquisadora e apresentada à professora, solicitando-lhe que preenchesse o documento de acordo com as atividades de cada dia de atendimento na sala de recursos.

Figura 3 - Estrutura da investigação
Figura 3 - Estrutura da investigação

O PEI na sala de recursos: o atendimento com uma aluna com deficiência

Comunicação Oral

Na Tabela 14 mostramos outra atividade elaborada com o objetivo de desenvolver a linguagem oral, contextualizando uma atividade de contação de histórias e reconhecendo o próprio nome. Mostramos que à medida que Juliana ganhou mais autonomia na comunicação oral, ela passou a expressar seus sentimentos, desejos e opiniões e a relatar episódios de seu cotidiano. No cotidiano escolar, são muitos os alunos com deficiência intelectual que não conseguem expressar seus pensamentos ou expressar outras dificuldades, exceto aquelas relacionadas à realização de uma atividade concreta proposta em aula.

Assim que entrou na sala e me viu pegando os materiais da atividade e colocando-os sobre a mesa, Júlia respondeu “-Não!” "_ Estou cansada hoje.

Gráfico 1 - Gráfico Comunicação Oral
Gráfico 1 - Gráfico Comunicação Oral

Leitura e Escrita

Ressaltamos aqui que através de um trabalho pedagógico com objetivos de curto prazo, como reconhecer as letras do seu nome, Juliana começou a generalizar o conceito, reconhecendo as letras em outras palavras. O objetivo da atividade é identificar as palavras que faltam no refrão da música e as letras do seu nome na música impressa. Mas a aluna não conseguia digitar letras para formar palavras, apenas o nome Juliana.

Algumas letras consegui encontrar, como “A”, “O”, “B” e “P”, porque as letras do teclado do computador não estão em ordem alfabética.

Gráfico 2 - Leitura e Escrita
Gráfico 2 - Leitura e Escrita

Raciocínio Lógico Matemático

6 REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO NA SALA DE RECURSOS. Somente no final da década de 1970 surgiram no estado do Paraná cursos complementares para formar professores na área de Educação Especial. Formação Inicial do Ensino Superior  Professores qualificados em Educação Especial para algumas áreas específicas dos cursos de Pedagogia.

Professores (com ensino médio ou superior) que trabalham com alunos especiais sem curso específico na área de Educação Especial.

Gráfico 3 – Raciocínio lógico matemático
Gráfico 3 – Raciocínio lógico matemático

Proposta de formação continuada para atendimento em sala de recursos

Leitura e discussão de anotações do diário de campo do professor e análise do desempenho dos alunos durante as atividades do PEI. A professora apresentou a transcrição da entrevista com os pais do aluno e os formulários do PEI com propostas de semestre letivo. No caso deste estudo, buscamos, por meio do trabalho colaborativo com o professor de Educação Especial, sistematizar uma proposta pedagógica diferenciada no âmbito do Atendimento Educacional Especializado com aluno com deficiência intelectual, sempre avaliando e reavaliando as etapas para implementação do PEI. .

Os serviços de cada dia de atividade foram planejados de acordo com as metas bimestrais contidas na Parte II do PEI.

Considerações sobre o trabalho de formação continuada para aplicação do

O desenvolvimento profissional da docente

Apesar de trabalhar com três sessões semanais, com metas curtas de trabalho já definidas, o processo avaliativo permitiu a reflexão sobre a prática pedagógica do professor para olhar além do que foi proposto. Percebi que a elaboração do PEI me ajudou a escolher atividades que abordassem não só as dificuldades cognitivas, mas também os distúrbios motores e de fala, a realizar a proposta pedagógica e a avaliar tanto o desempenho do aluno quanto o meu papel como intervencionista (Diário do campo do professor, outubro de 2014). Percebi que a elaboração do PEI me ajudou a escolher atividades que abordassem não só as dificuldades cognitivas, mas também os distúrbios motores e de fala, a realizar a proposta pedagógica e a avaliar tanto o desempenho do aluno quanto o meu papel como intervencionista (Diário do campo do professor, novembro de 2014).

Na fase 3 da avaliação do PEI, uma informação interessante sobre o desenvolvimento profissional da professora foi a criação de um portfólio que reunia os registros de um semestre das atividades realizadas, refletindo sobre sua prática pedagógica e a evolução do desempenho acadêmico do aluno. desenvolvimento.

Trabalho pedagógico individualizado

Realizamos uma pesquisa qualitativa, segundo um estudo de caso, que envolveu simultaneamente o processo de elaboração do protocolo do PEI e a formação continuada de um professor de Educação Especial. No caso do processo de escolarização, trabalhar com o PEI proporciona suporte ao planejamento de acordo com as necessidades dos alunos com deficiência intelectual. Define diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na Educação Básica – na modalidade Educação Especial.

MARIN, Márcia; PLETSCH, Márcia Denise; MASCARO, Cristina Angélica Aquino de Carvalho Educando alunos com deficiência intelectual: um estudo sobre um plano de desenvolvimento psicopedagógico individualizado. In: Anais do V. Congresso Brasileiro de Educação Especial e VII. Encontro Nacional de Pesquisadores em Educação Especial, 2012, SÃO CARLOS (SP). 39, cujo objetivo é analisar a implementação de um currículo individualizado que tenha como foco o processo de ensino e aprendizagem de alunos com deficiência intelectual inseridos em uma escola comum.

Figura 11 - Atividade de contagem em prancha plastificada
Figura 11 - Atividade de contagem em prancha plastificada

Imagem

Figura 1 - Modelo de inclusão progressiva
Figura 2 - Etapas para o Plano de Suporte Individualizado
Figura 3 - Estrutura da investigação
Figura 4: Protocolo de Aplicação do PEI
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Referências

Documentos relacionados

LISTA DE SIGLAS AEE – Atendimento Educacional Especializado APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais CADEME – Campanha Nacional de Educação e Reabilitação de Deficientes