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universidade do vale do itajaí - Univali

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Academic year: 2023

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Qualidade de vida e consumo de alimentos de risco e protetores para doenças crônicas não transmissíveis de pessoas com deficiência física adquirida residentes no município de Itajaí Santa Catarina / Cláudia Helena Jasper, 2016. QUALIDADE DE VIDA E CONSUMO DE ALIMENTOS DE RISCO E PROTETORES PARA PESSOAS CRÔNICAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA RESIDENTES NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ. Avaliar a qualidade de vida de pessoas com deficiência física adquirida residentes no município de Itajaí (SC).

Qual a qualidade de vida e consumo de alimentos de risco e proteção para DCNT entre pessoas com deficiência física adquirida em Itajaí-SC.

Geral

Específicos

As pessoas com deficiência: contexto Histórico

Legislação, Políticas Públicas e Redes de Apoio

XI - desenvolvimento da lógica de cuidado às pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, visual, estomizados e múltiplas deficiências, tendo como eixo central a construção de um projeto terapêutico único; Isso é. Estas orientações, juntamente com outras recomendações para o funcionamento da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, reflectem na melhoria da qualidade de vida do indivíduo, uma vez que o objectivo da reabilitação é garantir que as pessoas com deficiência, independentemente da natureza ou origem da deficiência. , maior participação na vida social e também garantia da maior independência possível nas atividades de vida diária (BRASIL, 2008). Além disso, a implementação da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, instituída pela Portaria MS/GM nº. reabilitação de pessoas com deficiência.

Portaria nº. Portaria nº 835, de 25 de abril de 2012 - Estabelece investimentos financeiros e incentivos de custeio para o componente Atenção Especializada da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência no âmbito do sistema único de saúde; Portaria nº. 1.303, de 28 de junho de 2013 - Estabelece os requisitos ambientais mínimos para os componentes da Atenção Especializada da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e dá outras providências. O CER visa proporcionar habilitação e reabilitação de forma a garantir o desenvolvimento de competências funcionais das pessoas com deficiência para promover a sua autonomia e independência; bem como a reintegração na sociedade.

Segundo Neri (2004), tendo em conta a crescente atenção à inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, recomendada por diversas organizações nacionais e internacionais, é fundamental que os profissionais de saúde que trabalham com reabilitação compreendam como as pessoas com deficiência percebem a qualidade da sua vida. vida. , adaptar-se, viver o dia a dia e envelhecer com deficiência. As pessoas com deficiência têm direito à saúde e cabe ao Estado prestar cuidados de qualidade, em condições iguais às oferecidas às demais pessoas, independentemente da localização ou das condições de habitação. O CER II de Itajaí é um dos locais de coleta de dados desta pesquisa, juntamente com a Clínica de Fisioterapia de uma universidade comunitária da cidade, e a rede de apoio às pessoas com deficiência física, a Associação das Pessoas com Deficiência Física de Foz do Rio Itajaí . (ADEFI) e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

Doenças Crônicas Não Transmissíveis e sua relação com a alimentação

Vários fatores têm sido identificados como preditores independentes de DCNT, tais como: sedentarismo, alcoolismo, tabagismo e consumo de alimentos pobres em fibras e vitaminas antioxidantes e ricos em gordura saturada, gordura trans e açúcares simples (OMS, 2005; PEIXORO et. al. al., 2008; BRASIL, 2011a). Sabe-se que a alimentação e a nutrição desempenham um papel fundamental na prevenção e tratamento de doenças, preservação e promoção da saúde, cuja importância é evidenciada pela consistente relação entre o tipo de alimentação e a ocorrência de doenças não crónicas, comprovada por epidemiologia, clínica e intervenção (CERVATO et al., 2005). Estima-se que 75% dos novos casos de DCNT sejam decorrentes de alimentação inadequada e sedentarismo (MAGGI et al., 2015).

A pesquisa destacou a importância de reconhecer os padrões alimentares como o método mais eficaz para identificar associações entre dieta, gordura corporal e doenças não crônicas (HU, 2002; PEROZZO et al., 2008). Oliveira Campos et al., 2013, após verificar a qualidade de vida e a presença de associação com fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis na população urbana do município de Montes Claros, Minas Gerais, constatou que a presença de alguns fatores de risco fatores para doenças crônicas impactam na qualidade de vida das pessoas (BLOOM et al., 2011; OLIVEIRA-CAMPOS et al., 2013). Nesse contexto, vale ressaltar que a amostra estudada, por deficiência, já apresenta redução e/ou limitação na prática de atividade física e, portanto, tem maior probabilidade de desenvolver DCNT caso sejam acrescentados mais fatores de risco ou caso não adotem hábitos saudáveis. . hábitos de vida, como comer alimentos saudáveis.

Qualidade de vida

Instrumento para avaliação da qualidade de vida: WHOQOL_bref

O grupo WHOQOL também entende qualidade de vida como um conceito muito amplo que inclui saúde e condição física de forma complexa. A avaliação da qualidade de vida como critério de mensuração dos resultados do tratamento no setor saúde em geral ganha cada vez mais relevância, pois se sabe que a satisfação com a qualidade de vida de um indivíduo pode influenciar na adoção de medidas preventivas e/ou ou tratamento de potenciais problemas de saúde. (WALLEY, 2007). Nesse sentido, devido à ausência de um instrumento que avaliasse a qualidade de vida per se, numa perspectiva internacional, a OMS estruturou o Grupo de Qualidade de Vida (Grupo WHOQOL) com o objetivo de desenvolver instrumentos que pudessem fazê-lo dentro de um perspectiva transcultural. (OMS, 1995).

Conforme mencionado acima, o WHOQOL_bref é composto por 26 questões, sendo as duas primeiras denominadas de Qualidade de Vida Global ou Geral (QVG), e quando calculadas em conjunto geram um escore independente dos domínios. O instrumento WHOQOL_bref tem sido amplamente utilizado pela comunidade científica para mensurar qualidade de vida em diversos grupos de estudo. Em Petrolina-PE, 72 adolescentes entre 10 e 19 anos, com necessidades especiais e regularmente matriculados em instituições públicas de ensino da rede estadual, tiveram sua qualidade de vida avaliada.

A qualidade de vida, bem como o nível de atividade física e a rede de relações sociais de indivíduos com amputações de membros foram avaliados por Santos e colaboradores (2014) em Sergipe. Milioli et al (2012) reforçam esse resultado, pois também observaram prevalência de percepção “ruim” em amputados de Porto Alegre-RS, dos quais 36,4% avaliaram sua qualidade de vida como “nada ruim/nada boa” e 27,3%% tem. classificou-o como “ruim” e “muito ruim”. Além disso, cita-se que a ferramenta WHOQOL_bref também foi utilizada para verificar a qualidade de vida de adolescentes e jovens com deficiência por Torres e Vieira (2014) em Recife-PE e por Interdonato e Greguol (2011) em Londrina-PR.

Tipo de estudo

Local da pesquisa

População e amostra de estudo

Coleta de dados

Análise dos dados

As diferenças entre os escores médios dos domínios da qualidade de vida em relação às variáveis ​​socioeconômicas e de saúde foram testadas de acordo com o seu número de níveis: para sexo e escolaridade, utilizou-se o teste t de Student e, para os demais, análise de variância ( ANOVA). com teste de comparação múltipla post hoc de Tukey quando apropriado. Para calcular os escores de qualidade de vida, foi utilizado um modelo fornecido pelo grupo WHOQOL, que calcula os escores gerais de qualidade de vida (as questões 1 e 2 são calculadas em conjunto para criar um escore único independente dos escores dos domínios) e dos domínios (questões 3 a 26). ); não existe um único resultado de avaliação comum, mas resultados que devem ser avaliados separadamente devido à multidimensionalidade do construto qualidade de vida (FLECK et al., 2000; OMS, 1995). Os índices de facetas compreendem os domínios aos quais pertencem e são usados ​​para calcular as pontuações dos domínios.

As equações para cálculo dos escores nos diferentes domínios são realizadas conforme recomendado pelo Grupo WHOQOL (OMS, 1995). Os alimentos registrados por meio do QFA foram classificados em uma das sete categorias de frequência de consumo (FC), conforme método proposto por Fornés et al. 2002): alimentos nunca consumidos (FC1), alimentos consumidos uma vez ou menos que uma vez por mês (FC2), duas a três vezes por mês (FC3), uma ou duas vezes por semana (FC4), três ou quatro vezes por semana (FC5). ), cinco ou seis vezes por semana (FC6) e alimentos consumidos todos os dias (FC7). Para que a frequência mensal de consumo de cada alimento pudesse ser tratada como uma variável quantitativa e representar o consumo anual, foi atribuído a cada categoria de frequência de consumo (FC) um peso (S) baseado na frequência anual de consumo.

Para cada indivíduo foram calculados, assim, escores de frequência de consumo de alimentos de risco e protetores para DCNT (FURLAN-VIEBIG; PASTOR-VALERO, 2003). Portanto, o grupo de alimentos de alto risco foi estruturado da seguinte forma: leite integral e derivados integrais (iogurte integral); alimentos fritos (ovos fritos); carnes com gordura, fritas e/ou pele (bovina, suína, frango, peixe); salsichas processadas; E o grupo dos alimentos protetores inclui: leite desnatado e laticínios desnatados (iogurte desnatado, lactobacilos); frutas, legumes, feijão, grãos e derivados (arroz, macarrão, pão, bolacha, mandioca, inhame, batata), alimentos integrais (pão integral, arroz integral), carnes cozidas e/ou sem pele (aves, bovinas e suínas), peixes e ovos (AZEVEDO; DIAS CABRAL, 2014).

Preceitos éticos

Consumo alimentar de risco e protetor para doenças crônicas não transmissíveis e sua associação com gordura corporal: um estudo com trabalhadores de saúde de uma universidade pública de Recife (PE), Brasil. Assistência à saúde das pessoas com deficiência no Sistema Único de Saúde - SUS/Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência/Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.

Estabelece investimentos financeiros e incentivos para financiar cuidados especializados dentro da rede de cuidados a pessoas com deficiência do sistema. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) / Secretaria de Estado de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD) • Pessoas com Deficiência – legislação federal; Brasília: SDH-PR/SNPD, 2012. Estabelece os requisitos ambientais mínimos para os componentes de atenção especializada da rede de atenção à pessoa com deficiência no Sistema Único de Saúde (SUS) e dá outras providências, 2013.

Redes de apoio às pessoas com deficiência física [Graduação TCC]: Universidade Federal de Santa Catarina; Florianópolis, 2013. Resultados de uma intervenção multidisciplinar sobre a composição corporal de pessoas com doenças crônicas atendidas na Unidade Básica de Saúde. Atitudes de adultos com deficiência física em relação aos idosos, envelhecimento pessoal e pessoas com deficiência física.

Adaptação psicológica, perspectiva pessoal de envelhecimento e satisfação com a vida em adultos e idosos com deficiência física. Diagnóstico situacional de pessoas com deficiência em terapia ocupacional em unidade básica de saúde.

Referências

Documentos relacionados

Lista de abreviaturas e siglas ABC Agência Brasileira de Cooperação ABDF Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal; Associação dos Bibliotecários e Profissionais da Ciência