The second most common classification of entrepreneurial potential found was micro-entrepreneurs, representing 10.67% of the sample. Through Analysis of Variance (ANOVA) we sought to identify whether any characteristics of the individual's profile gave a certain entrepreneurial potential.
INTRODUÇÃO
Objetivos do Estudo
- Objetivo Geral
- Objetivos Específicos
Analisar a contribuição do ensino de empreendedorismo para o desenvolvimento do potencial empreendedor de alunos do curso de administração de uma instituição de ensino superior privada do Ceará a) identificar o perfil dos alunos do curso de administração de uma instituição de ensino superior privada do Ceará;
Justificativa
Como é necessário preparar acadêmicos para empreender, Silva (2010), ao avaliar o ensino de empreendedorismo nos cursos de Administração de instituições de ensino superior cearenses, sugere que sejam realizadas pesquisas para identificar métodos de aprendizagem e quais abordagens seriam mais adequadas para educação para o empreendedorismo, assimilação de conteúdos e formação de competências. Além do aspecto formativo, é preciso entender os aspectos que o indivíduo já traz consigo, como o potencial empreendedor.
Estrutura do Trabalho
Nesse sentido, estudos mostram que o potencial empreendedor tem sido trabalhado sob diversas perspectivas, tais como: com empreendedores (KOERNIJEZUK, 2004), clientes e futuros empreendedores (FERREIRA, 2005; FREITAS et al., 2009), estudantes (CULTI-GIMENEZ et al., 2006; PENZ et al., 2014; TORMEN et al., 2015), entre outros comerciantes (VIEIRA et al., 2013). Deverá também sugerir sugestões para estudos futuros e possíveis melhorias na prática de ensino de empreendedorismo em instituições de ensino superior de pesquisa.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Empreendedorismo
Zanin e Silva (2015) conceituam a prática empreendedora como uma necessidade individual de alcançar a liberdade por meio da autonomia, da rede de relacionamentos e da apresentação do negócio. Procuramos compreender o ato de empreender através da relação entre o empreendedor individual e o ambiente em que atua, através do manifesto dos seus valores e atitude inovadora.
Ensino de Empreendedorismo
Com o objetivo de compreender as oportunidades para melhorar a educação para o empreendedorismo e compreender os maiores desafios. Dessa forma, os cursos de administração podem contribuir para a evolução da mentalidade empreendedora entre os estudantes por meio de práticas de educação para o empreendedorismo.
Potencial Empreendedor
Para atingir o objetivo proposto foram definidos cenários, fatores de construto e itens, que posteriormente possibilitaram a criação e validação de um questionário baseado em uma escala para mensuração do potencial empreendedor. A Figura 2 apresenta o modelo teórico que o autor propõe para a avaliação do potencial empreendedor e cujo referencial teórico pode ser encontrado nos trabalhos de McClelland. Tal medida permite que o indivíduo perceba os aspectos do seu potencial empreendedor que precisam ser melhor desenvolvidos e assim busque melhorias.
O modelo teórico de potencial empreendedor proposto pelos investigadores foi construído através de uma revisão de literatura e baseado nos principais aspectos distintivos do comportamento empreendedor, nomeadamente: motivações empreendedoras, competências psicológicas, competências sociais e competências de gestão. Dessa forma, além de mensurar o potencial empreendedor do indivíduo, também é possível identificar as competências que precisam ser desenvolvidas (SANTOS; CAETANO; CURRAL, 2010). A escala CEI baseia-se numa ferramenta para medir o potencial empreendedor de um indivíduo, verificando a presença de determinadas características no sujeito em questão.
De acordo com a escala CEI e de acordo com o resultado do teste na escala, o indivíduo é classificado de acordo com o seu potencial empreendedor de acordo com o número de pontos obtidos no teste numa escala de potencial dividida entre: microempreendedores, empreendedores e macroempreendedores . Conforme observado anteriormente, os estudiosos Carland; Carland e Hoy (1992) propuseram o índice utilizando quatro quantidades que rastreiam o potencial empreendedor dos indivíduos.
METODOLOGIA
- Abordagem e Estratégia de Pesquisa
- Universo e Amostra
- Instrumentos de Coleta de Dados e Variáveis de Análise
- Técnicas de Análise de Dados
- Protocolo de Pesquisa
Os dados secundários utilizados referem-se ao currículo e às estratégias de ensino das disciplinas que tratam do tema empreendedorismo no curso que está incluído como objeto de estudo. Os primeiros resultados apresentados são obtidos a partir da análise dos planos de aula das disciplinas do curso. 03 3.a Eu não começaria este negócio se não tivesse certeza de que teria sucesso.
12.b Eu queria ser quem faria as coisas. continuação) Pergunta Descrição da pergunta (pares). Problema de pesquisa: Qual a contribuição do ensino de empreendedorismo para o desenvolvimento do potencial empreendedor de estudantes de administração de uma instituição de ensino superior cearense. Objetivo geral: Analisar a contribuição da educação para o empreendedorismo no desenvolvimento do potencial empreendedor de estudantes de administração de uma instituição de ensino superior privada do Ceará.
Identificar o perfil dos estudantes do curso de administração de uma instituição de ensino superior privada do Ceará; Categorizar as estratégias de ensino para disciplinas que tratam do tema empreendedorismo no curso de administração de uma instituição de ensino superior privada do Ceará;
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
Estratégias de Ensino
Exposição de equipes, estudos de caso, debates em sala de aula, trabalhos teóricos, grupos de discussão, criação de produtos; Exposição expositiva, aulas teóricas, estudos de casos, trabalhos práticos, discussão de perceções individuais, pesquisa bibliográfica, elaboração de projeto pelo aluno. Estratégias de jogos de treinamento e simulação são recomendadas por Greatti et al. 2010), ao estudarem a aprendizagem do empreendedorismo por estudantes de administração de uma universidade do Sul do Brasil, afirmam que o ensino do empreendedorismo, quando realizado em sala de aula, deve priorizar “métodos problematizadores” que façam o aluno refletir sobre a resolução de problemas , por meio de experimentos e condições teórico-práticas.
Onde a experiência, a adaptação, a experimentação e o envolvimento em contextos reais proporcionam ao aluno um ambiente favorável ao desenvolvimento da sua formação empreendedora, à medida que aprende no trabalho através de práticas como estudos de caso e jogos de negócios (FILION, 2000; SOUZA et al. , 2004). ; LAVIERI, 2010; LOPES, 2010, LIMA et al., 2014; Quanto à abordagem do tema empreendedorismo em sala de aula, os resultados desta pesquisa confirmam o estudo de Vieira et al. 2013), ao estudarem como ocorre o processo de ensino do empreendedorismo nos cursos de administração no Brasil, constatam que 57,04% das práticas de aprendizagem acontecem por meio de aulas teóricas e práticas; 27,41% apenas aulas teóricas e 2,22%. Em termos de práticas pedagógicas, o inquérito mostra que as mais utilizadas nas instituições de ensino superior foram as aulas expositivas com uma incidência de 98%, a utilização de estudos de caso (94%) e a realização de trabalhos teóricos em grupo (92%).
Todas as estratégias e abordagens identificadas nas disciplinas cujo conteúdo trata do tema empreendedorismo são recomendadas por Rocha e Freitas (2014) ao formularem um rol de propostas pedagógicas e suas respectivas aplicações no ensino de empreendedorismo. Ao observar as principais atividades educativas para formação em empreendedorismo (AEFE) propostas para o ensino de empreendedorismo pelos autores e compará-las com os resultados desta pesquisa, percebe-se que as práticas da instituição de ensino superior estudada estão em consonância com elas, o que é recomendado pelos autores, destaque: palestras, visitas e contatos com empresas, plano de negócios, estudos de caso, trabalhos teóricos e práticos.
Classificação do Potencial Empreendedor
- Análise descritiva do perfil dos respondentes
- Características empreendedoras segundo escala CEI
- Classificação da amostra conforme escala CEI
- Relação entre perfil dos respondentes e potencial empreendedor
Esses resultados reafirmam os achados de Penz et al. 2015), pois em suas questões de pesquisa 4 e 8 também aparecem nos 3 primeiros lugares. Os resultados obtidos neste estudo confirmam parcialmente os estudos de Penz et al. 2014), pois os autores obtiveram resultados superiores nas questões 7, 10 e 6. Em relação ao trabalho de Tormen et al. 2015), também há confirmação parcial, pois as questões que obtiveram maiores resultados em suas pesquisas foram: 16, 10 e 7.
Quanto ao trabalho de Penz et al. 2014), a convergência dos resultados é encontrada apenas na questão 13, que ocupa o terceiro lugar na pesquisa dos autores. Por fim, a escala CEI apresenta o construto Propensão ao Risco (PR), que para Freitas et al. 2009), esta dimensão está associada à possibilidade de um evento não ocorrer conforme planejado. Esses resultados corroboram parcialmente os achados de Penz et al. 2015), pois em ambos os estudos a questão 30 ficou em primeiro lugar entre as respostas dos seus entrevistados.
Esses resultados confirmam parcialmente os resultados de Penz et al. 2015), pois em ambos os achados a questão 31 ocupa uma posição entre o primeiro e o segundo lugar na escolha dos respondentes. Os resultados também confirmam parcialmente os estudos de Penz et al., 2014), que observaram maior frequência de indivíduos entre os pontos 19 e 21 da referida escala. Também foi utilizada a escala CEI (Tormen et al. 2015) junto com uma amostra de 205 estudantes de uma instituição de ensino superior privada de Santa Catarina, resultando em 81,46% dos indivíduos da amostra classificados como empreendedores, ou 17,56%.
O presente estudo, além de classificar o potencial empreendedor dos alunos por semestre de acordo com a escala CEI (Carland Entrepreneurship Index), confirma os achados de Inácio Junior e Gimenez (2004), Culti-Gimenez (2006), Penz et al. 2015), já que em todos esses estudos prevalece a presença de indivíduos considerados empreendedores segundo o CEI.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Limitações da Pesquisa
Quanto às limitações deste estudo, podemos destacar o fato de que, por ter sido realizado próximo ao período de avaliação da segunda fase do semestre, muitos alunos não foram encontrados em sala de aula ou não se dispuseram a responder honestamente à pesquisa. o que resultou em 21 formulários (12,28%), de um total de 171, sendo retirados da amostra por estarem incompletos ou preenchidos incorretamente. O potencial empreendedor foi medido por meio de um instrumento fechado, autopreenchido, que não leva em consideração a formação anterior dos entrevistados. A aplicação de técnicas adicionais, como entrevistas com os participantes, serviria de comparação entre o CEI e a fala dos indivíduos.
Por fim, vale destacar como limitação que as frequências potenciais de Empreendedor (127), Microempreendedor (16) e Macroempreendedor (7) são muito diferentes entre si.
Sugestões para Pesquisas Futuras
Práticas de ensino do empreendedorismo na formação de estudantes de graduação do centro de ciências sociais aplicadas – gestão de uma universidade comunitária de Santa Catarina. Aprendizagem do empreendedorismo para alunos do curso de administração de uma universidade estadual do Sul do Brasil. A intenção empreendedora dos alunos concluintes dos cursos de graduação em Administração e Ciências Contábeis de instituições de ensino superior de Curitiba.
Análise do potencial e perfil empreendedor de estudantes de administração e do ambiente universitário: reflexões para instituições de ensino. O Ensino do Empreendedorismo na Formação de Estudantes de Administração: Um Estudo em Instituições de Ensino Superior Privadas do Estado de São Paulo. A.; Potencial empreendedor de estudantes de ciências sociais aplicadas de uma instituição de ensino superior sob a ótica do Carland Entrepreneurship Index (CEI).
O perfil do estudante de administração do ensino superior: um estudo comparativo entre amostras de uma universidade federal do Rio de Janeiro. 8.b Um plano de desenvolvimento não escrito é suficiente. 9.a Eu provavelmente gastaria muito tempo neste negócio.