SEÇÃO A
SEÇÃO A
CONTROLES E FUNCIONAMENTO
CONTROLES E FUNCIONAMENTO
11 VerVerifiifique que diadiariariamenmente te o no níveível dl de óle óleo eo lublubrifrificaicante nte ee o filtro de ar.
o filtro de ar.
22 MaMantntenenha o mha o mototor tor trarababalhlhanando ddo denentrtro da fo da faiaixa dxa dee temperatura normal de funcionamento.
temperatura normal de funcionamento.
33 MaMantntenenha ha sosob cb conontrtrolole o e o coconsnsumumo do de óe óleleoo lubrificante. É normal o maior consumo durante o lubrificante. É normal o maior consumo durante o período de amaciamento, pois o êmbolo, anéis e período de amaciamento, pois o êmbolo, anéis e camisa não se ajustam entre si.
camisa não se ajustam entre si.
O primeiro óleo com o qual o motor é O primeiro óleo com o qual o motor é abas-tecido, deve ser substituído após as primeiras tecido, deve ser substituído após as primeiras 25 horas de trabalho. Esse óleo deve ser 25 horas de trabalho. Esse óleo deve ser dre-nado com o motor quente, para se eliminar nado com o motor quente, para se eliminar to-da a matéria estranha em suspensão no óleo. da a matéria estranha em suspensão no óleo.
44 NãNão ao aququeçeça o ma o mototor eor em mm mararchcha la lenentata..
55 MaMantntenenha o ha o momototor cor com cam cargrga, ca, casaso coo contntráráririo,o, o espelhamento das camisas dificultará o o espelhamento das camisas dificultará o assentamento dos anéis e provocará o assentamento dos anéis e provocará o aumen-to do consumo de
to do consumo de óleo lubrificanteóleo lubrificante
66 NãNão mo manantetenhnha aa aceceleleraraçõções es ununififorormemes ps por or muito tempo.
muito tempo.
77 NãNão apo apliliquque coe condndiçiçõeões exs extrtrememas das de cae cargrga nea nemm exija rotações superiores a 85% da máxima exija rotações superiores a 85% da máxima especificada, pois a fuga dos gases de especificada, pois a fuga dos gases de com-bustão, por entre os anéis ainda mal bustão, por entre os anéis ainda mal assen-tados,
tados, aumentará aumentará a a atmosfera atmosfera ácida ácida do do cár- cár-ter, carbonizará e deformará os anéis, ter, carbonizará e deformará os anéis, provo-cando ainda, a perda de potência do motor. cando ainda, a perda de potência do motor.
88 Não Não use use adiaditivtivos os no no óleóleo lo lubrubrifiificancante, te, poipois ss seuseus poderes antifricção retardam o perfeito poderes antifricção retardam o perfeito assen-tamento das partes móveis.
tamento das partes móveis.
AMACIAMENTO DO MOTOR (NOVO OU
AMACIAMENTO DO MOTOR (NOVO OU
RECONDICIONADO RECONDICIONADO
O atual estágio da técnica da construção de motores O atual estágio da técnica da construção de motores e aperfeiçoamento dos lubrificantes, permitem que o e aperfeiçoamento dos lubrificantes, permitem que o motor opere normalmente após curto período de motor opere normalmente após curto período de funcionamento.
funcionamento.
Considera-se como período de amaciamento as Considera-se como período de amaciamento as primeiras 15 horas de trabalho, onde é vital que se primeiras 15 horas de trabalho, onde é vital que se evite sobrecargas e acelerações máximas em vazio. evite sobrecargas e acelerações máximas em vazio.
Durante o amaciamento, é de fundamental Durante o amaciamento, é de fundamental importância para o desempenho e durabilidade do importância para o desempenho e durabilidade do motor que se observe alguns cuidados:
99 UtUtililizize soe somementnte os óe os óleleos ros rececomomenendadadodos pes pelala fábrica.
fábrica.
10 Nunca adicione óleo logo após a parada do 10 Nunca adicione óleo logo após a parada do
motor. motor. TOMADA DE POTÊNCIA TOMADA DE POTÊNCIA LADO DO VOLANTE LADO DO VOLANTE
Carga axial (monobloco ou luva elástica) Carga axial (monobloco ou luva elástica)
Pode-se extrair 100% da potência especificada na Pode-se extrair 100% da potência especificada na placa de identificação do motor.
placa de identificação do motor.
Obtém-se a mesma rotação do virabrequim, que é Obtém-se a mesma rotação do virabrequim, que é rotação indicada na plaqueta de identificação do rotação indicada na plaqueta de identificação do motor.
motor.
Nestes casos, a partida poderá ser por manivela Nestes casos, a partida poderá ser por manivela ou elétrica.
ou elétrica.
FIGURA 1 FIGURA 1 OBS.: Os motores na curva B com volante
OBS.: Os motores na curva B com volante EXTRA PESADO não permitem acoplamento EXTRA PESADO não permitem acoplamento monobloco.
CARGA RADIAL (polias)
a) Para a o aclopamento em que as correias se mantiverem na horizontal ou abaixo, pode-se extrair 100% da potência especificada na placa de identificação do motor.
b) Para o acoplamento em que as correias se mantiverem acima da horizontal, deve-se utilizar um mancal de apoio auxiliar.
Neste caso, pode-se extrair 100% da potência especificada na placa de identificação do motor.
2. LADO DO COMANDO
Carga axial (eixo a eixo ou luva elástica) a) No comando:
Sentido de giro anti-horário com a metade da rotação do motor.
Sistema de partida por corda no volante. Pode-se extrair 100% da potência do motor. b) No virabrequim:
Tomada de força exclusiva para acionamento de bomba hidráulica. Sentido e giro horário direto no virabrequim.
Carga radial (polias)
Acoplado no eixo de comando com sentido de giro anti-horário e metade da rotação do motor. Sistema de partida por manivela, elétrica ou corda no volante.
SENTIDO DE ROTAÇÃO DO MOTOR
O sentido de rotação do motor, olhando-se para o volante é ANTI-HORÁRIO.
FIGURA 3
INSTRUÇÕES DE PARTIDA DO MOTOR
Diariamente, antes de pôr o motor em funcionamento, execute as operações descritas a seguir:
É aconselhável abastecer o reservatório de com-bustível ao fim de cada dia de trabalho, a fim de se evitar a condensação da umidade do ar em seu interior, já que o acúmulo de água no com-bustível diminuirá sensivelmente a vida útil do filtro.
Lembre-se que a água e as impurezas são os maiores inimigos do sistema de injeção.
1 Evite abastecer até o bocal do tanque.
2 Verifique o nível de óleo lubrificante do cárter (completar se necessário).
3 Verifique as condições do filtro de ar.
4 É recomendável também se verificar, eventuais vazamentos de combustível ou lubrificante e se providenciar prontamente qualquer reparo necessário.
5 Efetue a “sangria” do sistema de combustível, quando:
1 Abasteça o tanque com combustível. Durante o abastecimento, não retire a tela filtrante do bocal do tanque.
Utilize sempre um funil para o abastecimento. Capacidade do tanque de combustível: 12 litros.
- antes da primeira partida do motor novo ou recondicionado.
- na substituição ou remoção da bomba injetora, bicos injetores e tubos de alta pressão. - o motor para por falta de combustível.
Importante: Nos motores utilizados para a versão geradores o tanque é de chapa, com capacidade para 12 litros.
SANGRIA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
a) Abasteça o reservatório com combustível.
b) Acione o acelerador até a metade de seu curso e puxe o BAP (Botão Auxiliar de Partida).
c) Afrouxe a conexão do tubo de baixa pressão na bomba injetora. Gire o motor manualmente deixando o combustível sair (inicialmente sairá apenas ar). Quando o combustível sair sem bolhas de ar, aperte a conexão do tubo.
d) Afrouxe a conexão do tubo de alta pressão (fig. 7) no bico injetor. Gire o motor novamente deixando o combustível sair.
Quando o combustível sair sem bolha de ar, aperte a conexão no bico injetor.
e) Após inicie a operação de partida do motor.
OBS.: se for equipado com partida elétrica utilize-a para girar o motor.
NOTA: No caso de motores que possuem sangria automática, não há necessidade de efetuar a sangria, bastando colocar óleo com-bustível no tanque e acionar a partida do motor.
FIGURA 6
PROCEDIMENTO DE PARTIDA DO MOTOR
Antes de dar a partida no motor verifique o nível de óleo lubrificante no cárter e filtro de ar, complete com óleo diesel limpo e filtrado.
PARTIDA MANUAL POR MANIVELA
1 Acione a alavanca de aceleração até a metade de seu curso, e puxe o BAP (Botão Auxíliar de Partida).
2 Gire a alavanca de descompressão deixando-a ndeixando-a horizontdeixando-al.
3 Coloque a manivela e dê algumas voltas até certificar-se de que o combustível está sendo injetado ( emite um som característico).
4 Gire com bastante rapidez, baixando a alavanca de descompressão.
5 Caso o motor não entrar em funcionamento,
1 Acione a alavanca de aceleração até a metade de seu curso, e puxe o BAP (Botão Auxíliar de Partida).Conf. (fig. 9)
2 Gire a alavanca de descompressão deixando-a ndeixando-a horizontdeixando-al.
3 Enrole toda a corda na polia.
4 Puxe a corda com força, num único golpe, e baixe rapidamente a alavanca de descom-pressão.
5 Caso o motor não entrar em funcionamento, repita a operação.
6 Se o motor não funcionar após algumas tentativas de partida, não insista. Investigue a causa e, se necessário, procure um Distribuidor Agrale.
PARTIDA MANUAL POR CORDA
NOTA: O “BAP”destrava-se automaticamente
PARTIDA ELÉTRICA
1 Acione a alavanca de aceleração até a metade de seu curso, e puxe o BAP (Botão Auxíliar de Partida) .
2 Gire a alavanca de descompressão deixando-a na horizontal.
3 Gire a chave de contato no sentido horário.
Observações Importantes:
— Não deixe o motor de partida ligado por mais de 5 segundos, ininterruptamente;
— Antes de acionar o motor de partida novamente, observe uma pausa de pelo menos 30 segundos, permitindo assim um resfriamento do motor de partida e a recuperação da bateria; — Nunca torne a ligar o motor de partida com a
cremalheira ou o pinhão ainda em movimento, para não danificá-lo;
— Se o motor não pega e, após algumas tentativas de partida , não insista; investigue a causa, e se necessário, procure um Distribuidor Agrale.
— Lembre-se que ao ligar a chave de contato, a lâmpada de controle de carga alternador/bateria deverá acender-se, desligando-se assim que o motor entrar em funcionamento;
— Evite acelerações bruscas, pelo menos enquanto o motor não estiver totalmente aquecido.
PROCEDIMENTOS DE PARADA DO MOTOR O uso de lubrificantes adequados, recomenda-dos pela fábrica, contribui eficientemente para neutralizar, evitando ou reduzindo, os efeitos da-nosos, destes produtos no funcionamento do motor.
A finalidade do sistema de filtragem de combus-tível do motor é evitar que sujeiras e corpos es-tranhos, porventura existentes no combustível, possam vir a danificar os componentes de alta precisão do sistema de injeção.
A falta de cuidados no abastecimento, irá sobre-carregar o sistema de filtragem do combustível do motor, comprometendo sua finalidade.
1 Deixe o motor trabalhar alguns minutos, em marcha lenta e sem carga.
2 Após desacelere-o completamente, gire a alavanca até o final de curso, sentido contrário ao indicado pela seta na figura 10. Em alguns segundos, o motor estará parado.
ATENÇÃO
Nunca pare o motor por intermédio da alavanca de descompressão. Este procedimento poderá causar sérios danos ao motor.
ARMAZENAGEM DE COMBUSTÍVEL
Combustível limpo, isento de água, impurezas e materiais estranhos, é fator importante para assegurar o bom funcionamento de um motor, por longo tempo e sem falhas.
Água, sujeiras e o enxofre contidos no combustível, são responsáveis pela formação de borras no cárter, gomosidades e depósitos nos alojamentos dos anéis de compressão, nas paredes dos cilindros, nas válvulas de escape, nos bicos injetores, além de interferirem no bom funcionamento da bomba injetora.
Estes problemas são facilmente eliminados pela adoção dos seguintes cuidados na armazenagem e a posterior manipulação do combustível ao ser transferido para o reservatório de um motor:
1 Após o abastecimento do depósito de armazenagem, deve-se deixar o combustível em repouso durante 24 horas, para que possa ocorrer a sedimentação da água e das impurezas.
2 Antes de proceder-se a transferência do combustível do depósito de armazenagem para um reservatório qualquer, deve-se drenar a água e sedimentos acumulados.
3 Vasilhames e funis usados para a transferência do combustível de um depósito, ou de um reservatório para outro, deverão estar limpos. 4 O funil usado para a transferência de
combustível deverá estar equipado com uma tela metálica fina, de malha 80.
Armazenamento de combustível em tambores
1 Os tambores não deverão ser galvanizados internamente, pois as reações que se processam com estes elementos alterariam a composição do combustível.
2 Os tambores deverão ficar abrigados do contato direto com o sol, chuva e correntes de ar que possam trazer poeira.
3 Caso os tambores de combustível (ou lubrificantes) forem armazenados de pé, mantenha os mesmos conforme indica a figura
11. FIGURA 11
4 Durante o abastecimento, evite movimentar os tambores, pois as impurezas precipitadas no fundo, voltariam a ficar em suspensão.
5 O tubo de sucção da bomba de recalque, não deve tocar o fundo do tambor. Procure deixar 5 cm acima do fundo.
6 Se os tambores forem armazenados deitados sobre cavaletes, mantenha as torneiras aproximadamente 7,5 cm mais altas que os fundos dos mesmos, para a sedimentação da água e das impurezas.
7 Não utilize os últimos litros de combustível do tambor.
FIGURA 12
INFLUÊNCIA DA ALTITUDE NO DESEMPENHO DO MOTOR
Sempre que um motor tiver que operar em altitudes elevadas, o seu desempenho será prejudicado pela rarefação do ar atmosférico. A quantidade de ar diminui enquanto que a de
combustível se mantém inalterada, tornando a mistura ar-combustível rica e de baixa potência, em decorrência da combustão incompleta. Neste caso deve-se diminuir a quantidade de combustível a ser injetado na câmara de combustão.
Os valores de potência estão sujeitos’`as variações atmosféricas 0,981 BAR (até 300 m acima do nível do mar). Umidade do ar de 60% e temperatura de 20° C.
Percentagens de diminuição de potência:
- 1% para cada 100 m acima de 300 m sobre o nível do mar.
- 4% para cada 10° C de temperatura acima de 20° C.
- Quanto a umidade, pouco influi.
CÁLCULO DO DIÂMETRO DA POLIA E DE ROTAÇÃO
Para se obter um bom rendimento mantenha o motor e a máquina acionada dentro do regime de rotação indicado. Para tanto, é importante colocar polias de diâmetros adequados.
Cálculo de diâmetro de polias
Cálculo da rotação da máquina e do motor
SEÇÃO B
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO
A maneira mais fácil de conseguir um bom desempenho e uma vida mais longa para o seu
motor e seguir o quadro de lubrificação e manutenção prescrito neste Manual.
1 NÍVEL DE COMBUSTÍVEL
C) Cuide para que o combustível não escorra pelo motor.
A) Durante o abastecimento do motor não retire a tela filtrante do bocal do tanque.
B) Utilize sempre um funil para o abastecimento.
FIGURA 2
2 NÍVEL DE ÓLEO LUBRIFICANTE DO MOTOR
De preferência, esta verificação deverá ser efetuada após o motor ficar inativo durante a noite e num lugar plano e horizontal, senão for possível, espere ao menos de 5 a 10 minutos para permitir que o óleo lubrificante se deposite no fundo do cárter.
Para essa verificação, deve-se observar o seguinte processo:
• Retire a vareta de nível.
• Limpe a vareta com um pano que não solte fiapos.
• Recoloque a vareta no lugar. • Retire novamente a vareta.
• Verifique o nível. O nível de óleo deve ficar entre as marcas de MÁXIMO e MÍNIMO.
• Caso haja necessidade, complete até o nível.
3 SISTEMA DE FILTRAGEM DE AR
O seu motor AGRALE está equipado com o moderno sistema de filtragem de ar, constituído de um Cj. Filtro de Ar com corpo e Tampa em plástico de alta resistência e elemento filtrante de papel o qual representa uma inovação em rela-ção aos filtros tradicionais, devido principalmente a duas características que o diferenciam, quais sejam: exclusivo sistema de centrifugação de par-tículas pesadas e uma eficiente válvula de auto-limpeza das partículas retidas no interior do filtro. A ação combinada destes sistemas tem como principal vantagem o aumento da vida útil do ele-mento filtrante garantindo por mais tempo o bom funcionamento do motor. Lembramos, porém, que com o uso, as partículas de pó se depositam sobre o elemento filtrante obstruindo a passagem de ar e prejudicando o rendimento do motor, salientamos que, sempre que você notar perda de rendimento do motor e/ou maior emissão de fumaça pelo escapamento, isto significa que o elemento filtrante está saturado e necessita ser substituído.
ATENÇÃO
A vida útil do motor depende de um bom sistema de filtragem do ar, pois o mesmo é responsável em reter e evitar a entrada de impurezas para o interior do motor, o que provocam danos irreversíveis.
Não retire desnecessariamente o elemento filtrante, pois este procedimento interfere na qua-lidade de vedação bem como contribui para a introdu-ção de impurezas no motor, reduzindo a sua vida útil. Substituição do Elemento Filtrante:
Remoção do Elemento Filtrante:
- Solte os fechos rápidos e remova a tampa da carcaça (Vide fig. 5):
FIGURA 5
- Remova o elemento filtrante com um pequeno giro (Vide fig. 5A):
- Limpar a parte interna da carcaça com um pano úmido. Porém, atentando para que a poeira ou sujeira não atinja o duto de entrada para o motor. Colocação do novo Elemento Filtrante:
- Primeiro empurre com cuidado o lado aberto do elemento filtrante até encostar no fundo da carcaça.
- Coloque a tampa da carcaça (verifique a posição da válvula de descarga de poeira) ( Vide Fig. 5B):
FIGURA 5B
- Certifique-se que os fechos rápidos se ajustem perfeitamente (Vide Fig. 6)
FIGURA 6
VIDA ÚTIL: Em condições normais de uso, a vida útil estimada do elemento filtrante é de cerca de 250 horas.
Em condições de muita poeira reduza o período de substituição do elemento filtrante, conforme neces-sidade, observando as recomendações e cuidados acima.
4 MANGUEIRAS E ABRAÇADEIRAS
Verifique o estado das mangueiras quanto a vaza-mentos, rachaduras, ressecamento e reaperte as abraçadeiras.
5. PARAFUSOS E PORCAS
Verifique e reaperte os parafusos e porcas, se necessário.
6 TROCA DE ÓLEO LUBRIFICANTE DO MOTOR É de suma importância a troca do óleo lubrificante do cárter do motor, devendo manter-se sempre a mesma marca de óleo. Para isso, consulte a tabela de lubrificantes.
Para facilitar o escoamento de todo o óleo, recomenda-se efetuar a troca com o motor quente. O processo para a troca é o seguinte:
- Coloque o motor num plano nivelado.
- Afrouxe e retire o bujão de dreno (1) do cárter. - Deixe que todo o óleo se escoe.
- Remover e limpar o cj. filtro de óleo do cárter (2).
FIGURA 7
- Coloque o bujão (1) e o conjunto filtro de óleo do cárter (2) , substituindo as arruelas de vedação. - Antes de abrir o bujão de abastecimento, faça
cuidadosamente a limpeza nesta região, prevendo a possível entrada de detritos para dentro do motor.
- Coloque o óleo novo pelo bocal de abastecimen-to, utilizando-se de um funil para evitar derramamento.
- Coloque a tampa do bocal de abastecimento. - Confira se o óleo atingiu a marca de nível máximo
através da vareta de nível.
- Efetuada a troca do óleo, deixe o motor trabalhar alguns minutos sem carga e a meia aceleração.
Para efetuar a limpeza das aletas dos cilindros, retire a carenagem dos cilindros e, com a escova especial, limpe cada aleta.
8 ALETAS DA TURBINA
FIGURA9 FIGURA10
7 ALETAS DOS CILINDROS DO MOTOR E CABEÇOTE
Limpe as aletas da turbina do volante com a escova especial.
9 TELA DO FILTRO DO ÓLEO LUBRIFICANTE Faça a limpeza do filtro do óleo do cárter junta-mente com a troca d óleo lubrificante do motor.
A troca normal do elemento filtrante deve ser feita a cada 250 horas.este período pode ser reduzido, dependendo da qualidade do óleo diesel empregado.
A substituição é feita soltando-se o elemento filtrante com auxílio de uma cinta.
A sangria é feita pelo parafuso superior (s), usando uma chave de fenda.
DRENAGEM DA ÁGUA DO FILTRO
Durante o trabalho diário, uma certa quantida-de quantida-de água se quantida-deposita no fundo do filtro quantida-de combustível.
FIGURA 11 FIGURA 12
10 FILTRO DE COMBUSTÍVEL Esta água deve ser drenada diariamente antes de
dar a partida no motor. Para tal, afrouxe o parafuso do bujão localizado no conjunto filtro.
NOTA: É essencial que a sangria seja feita antes de dar a primeira partida do motor, pois ao contrário, a água se misturará novamente com o combustível.
– Os distúrbios ocasionados neste dispositivo, de um modo geral, são originários das impurezas contidas no combustível.
– Quando notar qualquer anormalidade no funcionamento do bico injetor ou a cada 400 horas, recorrer a um Distribuidor Agrale para limpeza e regulagem do
injetor.
11 PRESSÃO DOS BICOS INJETORES
12 FOLGA DAS VÁLVULAS DO MOTOR
– A cada 400 horas de funcionamento do motor, solicite a presença de um mecânico especializado, de seu Distribuidor Agrale, para uma verificação e regulagem das válvulas.
ANORMALIDADE VERIFICAR Motor não entra em funcionamento
ou pára em seguida 2 – 3 – 5 – 6 – 7 – 9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 15 – 24 – 25 – 26
Partida difícil 2 – 4 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15 – 17 – 22 –24 – 25 – 26
Motor funciona em marcha lenta,
mas pára ao ser acelerado 6 – 7 – 8 – 9 – 14 – 15 Motor funciona de maneira
irregular em marcha lenta 6 – 7 – 8 – 9 – 11 – 48 – 49 Motor funciona com potência
insuficiente
6 – 7 – 8 – 9 – 10 – 11 – 13 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 22 – 24 25 –- 26 – 36 – 38 – 45 – 46 – 47 – 48 – 49 – 50 – 51
Motor não atinge a rotação máxima 7 – 8 – 10 – 11 – 13 – 14 – 15 – 17 – 18 – 20 – 21 – 24 – 25 – 26 –38 – 45 – 46 – 47 – 48 – 49 – 50
Motor apresenta compressão baixa 8 – 12 – 13 – 18 – 21 – 22 – 24 – 25 – 26 – 36 – 37 – 38 – 45 – 48
Motor apresenta perda de óleo
lubrificante pelo tubo de escape 1 – 8 – 26 – 27 – 30 – 52 Motor apresenta baixa pressão de
óleo lubrificante 1 – 29 – 30 – 31 – 32 – 34 – 35 – 44
Otor apresentacompressão baixa
ANORMALIDADE VERIFICAR
Pressão excessiva no cárter 13 – 17 – 24 – 26 – 43 - 53
Superaquecimento 1 – 8 – 11– 13 – 15 – 17 – 18 – 21 – 22 – 25 – 41 – 42 – 47 – 51 Paradas constantes 1 – 6 – 7 – 9 – 14 – 19 – 21 – 22 – 47 – 48 – 51
Consumo excessivo de óleo
lubrificante 1 – 8 – 17 – 19 – 24 – 26 – 27 – 43 – 52 – 53 – 54 Consumo excessivo de
combustível 5 – 8 – 10 – 11 – 15 – 16 – 17 – 18 – 19 – 21 – 22 – 24 – 25 –- 26 4546 – 47 – 48 – 50 Fumaça preta na saída do
escapamento 8 – 15 – 17 – 20 – 21 – 24 – 26 – 27 – 28 – 30 – 47 Fumaça azul na saída do
escapamento 1 – 10 – 11 – 15 – 20 – 21 – 22 – 25 – 43 – 46 Fumaça branca na saída do
escapamento 5 – 11 – 15– 20 – 46 – 50 Perda de óleo lubrificante pelo tubo
da válvula de respiro 24 – 26 – 30 – 43 – 53
Otor apresentacompressão baixa
VERIFICAÇÕES
1 - Especificações do óleo lubrificante 2 - Baixa rotação de partida
3 - Existência de combustível no reservatório 4 - Acionamento do BAP
5 - Existência de obstrução na tubulação de retorno de com-bustível
6 - Existência de obstrução na tubulação de combustível. 7 - Existência de obstrução no filtro de combustível 8 - Sistema de purificação do ar (sujo)
9 - Presença de ar ou água no sistema de alimentação de combustível
10 - Funcionamento da bomba injetora
11 - Pulverização, pressão e estanqueidade do bico injetor 12 - Sincronismo da árvore de comando das válvulas 13 - Taxa de compressão
14 - Existência de obstrução no respiro do reservatório de combustível
15 - Qualidade do combustível 16 - Montagem da bomba injetora
17 - Existência de obstrução no tubo de escape 18 - Existência de vazamento pela junta do cabeçote 19 - Superaquecimento
20 - Temperatura de funcionamento abaixo da especificada 21 - Folga incorreta das válvulas
22 - Válvulas presas
23 - Tubos de injeção incorretos 24 - Desgaste das camisas
25 - Válvulas em mau estado ou com problemas de assenta-mento
26 - Anéis de segmento quebrados ou presos 27 - Desgaste das hastes e guias de válvulas
28 - Elemento filtro do ar 29- Desgaste das bronzinas 30 - nível de óleo do cárter
31 - Bomba de óleo lubrificante gasta
32 - Engripamento aberto da válvula de pressão 33 - Engripamento fechado da válvula de pressão 34 - Mola da válvula de pressão
35 - Existência de obstrução na tubulação de sucção do óleo lubrificante
36 - Existência de obstrução no filtro de ar 37 - Engripamento ou quebra do êmbolo 38 - Altura da câmara de combustão 39 - Suporte e coxins do motor
40 - Alinhamento e balanceamento do volante
41 - Existência de restrição na passagem do ar de refrigeração 42 - Existência de restrição na área de entrada de ar
43 - Existência de desgaste ou destruição na válvula e tubo do respiro.
44 - Existência de obstrução na tela do cárter 45 - Existência de mola de válvula quebrada 46 - Regulagem do curso útil
47 - Sobrecarga do motor
48 - Existência de vazamento na tubulação de alta pressão 49 - Funcionamento do sistema de acionamento do acelerador 50 - Ponto de injeção da bomba injetora incorreta
51 - Carbonização no cabeçote provocando pré-ignição 52 - Motor funcionando sem carga por período prolongado 53 - Desgaste no retentor lado volante ou comando 54 - Existência de vazamentos
SEÇÃO C
01 – Ciclo de funcionamento 4 tempos 15 – Filtro de ar Seco 02 – Número de cilindros 1 vertical 16 – Capacidade do tanque decombustível 12 litros 03 – Diâmetro do cilindro 80 mm 17 – Sistema de partida Elétrica, manual(manivela) 04 – Curso do pistão 100 mm 18 – Bomba injetora 1k 60 A 152/11BOSCH, PRF 05 – Cilindrada 502 cm³ 19 – Bico injetor 422277 110 bar 28612BOSCH, KCA 17 S 06 – RPM - NORMAL 1800 a 2300 20 – Compressão 19 kg/cm³ RPM – especial (sob consulta) 1500 a 2500 21 – Sistema de injeção Indireta 07 – Potência: * NBR ISO 6396 22 – Sentido de giro(olhando-se para o volante) Anti-horário
Para Motores Estacionários NA 4,8 kw / 2300 rpm 23 – Velocidade média do pistão 8,3 m/s a 2500 rpm Para Motores Estacionários NB 5,1 kw / 2300 rpm 24 – Consumo específico de
combustível 300 gr/kwh * NBR ISO 6396 25 – Consumo de ar para refrigeração 9,6 m³/min a 2300 rpm Para Motores Veiculares N 5,6 kw / 2500 rpm 26 – Consumo de ar para combustão 0,56 m³/min 08 – Taxa de Compressão 20:1 27 – Relação peso/potência 25,,5 kg/kw (mínima) 09 – Torque máximo 2,45 daNm a 1650 rpm 28 – Pressão do óleo lubrificante 1 kg/ cm² a 1000 rpm 10 – Refrigeração Incorporada ao volante A ar, por turbina 29 – Inclinação máxima em todas asdireções 20’ 11 – Área mínima livre para entrada
de ar de refrigeração do motor 350 cm² 30 – Peso (volante normal) s/ partidaelétrico a seco 142 kg 12 – Lubrificação Forçada por bomba 31 – Dimensões do motor 686 mm de largura688 mm de altura 563 mm de comprimento 13 – Capacidade do cárter 2,5 litros 32 – Grau de irregularidade ± 2,5% 14 – Filtragem do óleo lubrificante Tela metálica no cárter centrifugação no
virabrequim 33 – Consumo de óleo lubrificante 2.7 a 4,1 gr/kwh
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR AGRALE M-80
*ENTENDE-SE POR NA - Potência efetiva contínua reduzida não limitada NB - Potência efetiva contínua reduzida limitada N - Potência efetiva líquida reduzida
01 – Ciclo de funcionamento 4 tempos 15 – Filtro de ar Seco 02 – Número de cilindros 1 vertical 16 – Capacidade do tanque decombustível 12 litros 03 – Diâmetro do cilindro 85 mm 17 – Sistema de partida Elétrica, manual(manivela) 04 – Curso do pistão 100 mm 18 – Bomba injetora 1k 60 A 152/11BOSCH, PRF 05 – Cilindrada 567 cm³ 19 – Bico injetor BOSCH, KCA 17 S42/0430 211 052 06 – RPM - NORMAL 1800 a 2300 20 – Compressão 19 kg/cm³ RPM – especial (sob consulta) 1500 a 2500 21 – Sistema de injeção Indireta 07 – Potência: * NBR ISO 6396 22 – Sentido de giro(olhando-se para o volante) Anti-horário Para Motores Estacionários NA 6,1 kw / 2300 rpm 23 – Velocidade média do pistão 8,3 m/s a 2500 rpm Para Motores Estacionários NB 6,7 kw / 2300 rpm 24 – Consumo específico de
combustível 285 gr/kwh * NBR ISO 6396 25 – Consumo de ar para refrigeração 9,6 m³/min a 2300 rpm Para Motores Veiculares N 7,4 kw / 2500 rpm 26 – Consumo de ar para combustão 0,65 m³/min 08 – Taxa de Compressão 20:1 27 – Relação peso/potência 19,25 kg/kw (mínima) 09 – Torque máximo 3,1 daNm a 1500 rpmveicular 28 – Pressão do óleo lubrificante 1 kg/ cm² a 1000 rpm 10 – Refrigeração Incorporada ao volante A ar, por turbina 29 – Inclinação máxima em todas asdireções 20’ 11 – Área mínima livre para entrada
de ar de refrigeração do motor 300 a 350 cm² 30 – Peso (volante normal) s/ partidaelétrico a seco 142,5 kg 12 – Lubrificação Forçada por bomba 31 – Dimensões do motor 686 mm de largura688 mm de altura 563 mm de comprimento 13 – Capacidade do cárter 2,5 litros 32 – Grau de irregularidade ± 2,5% 14 – Filtragem do óleo lubrificante Tela metálica no cárter centrifugação no
virabrequim 33 – Consumo de óleo lubrificante 2.7 a 4,1 gr/kwh
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR AGRALE M-85
*ENTENDE-SE POR NA - Potência efetiva contínua reduzida não limitada NB - Potência efetiva contínua reduzida limitada N - Potência efetiva líquida reduzida
01 – Ciclo de funcionamento 4 tempos 15 – Filtro de ar Seco 02 – Número de cilindros 1 vertical 16 – Capacidade do tanque decombustível 12 litros 03 – Diâmetro do cilindro 90 mm 17 – Sistema de partida Elétrica, manual(manivela) 04 – Curso do pistão 105 mm 18 – Bomba injetora BOSCH, PRF1k 70A 152/2 05 – Cilindrada 668 cm³ 19 – Bico injetor BOSCH, KCA 38S1/4/0431 211 004 06 – RPM - NORMAL 1800 a 2750 20 – Compressão 19 kg/cm³ RPM – especial (sob consulta) 1500 a 2750 21 – Sistema de injeção Indireta 07 – Potência: * NBR ISO 6396 22 – Sentido de giro(olhando-se para o volante) Anti-horário Para Motores Estacionários NA 8,1 kw / 2400 rpm 23 – Velocidade média do pistão 8,7 m/s a 2500 rpm Para Motores Estacionários NB 8,8 kw / 2400 rpm 24 – Consumo específico de
combustível 275 gr/kwh * NBR ISO 6396 25 – Consumo de ar para refrigeração 11,2 m³/min a 2300 rpm Para Motores Veiculares N 9,6 kw / 2500 rpm 26 – Consumo de ar para combustão 0,77 m³/min 08 – Taxa de Compressão 19:1 27 – Relação peso/potência 14,7 kg/kw (mínima) 09 – Torque máximo 3,63 daNm a 1800 rpmveicular 28 – Pressão do óleo lubrificante 1 kg/ cm² a 1000 rpm 10 – Refrigeração Incorporada ao volante A ar, por turbina 29 – Inclinação máxima em todas asdireções 20’ 11 – Área mínima livre para entrada
de ar de refrigeração do motor 300 a 350 cm² 30 – Peso (volante normal) s/ partidaelétrico a seco 140 kg 12 – Lubrificação Forçada por bomba 31 – Dimensões do motor 686 mm de largura688 mm de altura 563 mm de comprimento 13 – Capacidade do cárter 2,5 litros 32 – Grau de irregularidade ± 2,5% 14 – Filtragem do óleo lubrificante Tela metálica no cárter centrifugação no
virabrequim 33 – Consumo de óleo lubrificante 2.7 a 4,1 gr/kwh
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR AGRALE M-90 ID
*ENTENDE-SE POR NA - Potência efetiva contínua reduzida não limitada NB - Potência efetiva contínua reduzida limitada N - Potência efetiva líquida reduzida
01 – Ciclo de funcionamento 4 tempos 15 – Filtro de ar Seco 02 – Número de cilindros 1 vertical 16 – Capacidade do tanque decombustível 12 litros 03 – Diâmetro do cilindro 90 mm 17 – Sistema de partida Elétrica, manual(manivela) 04 – Curso do pistão 105 mm 18 – Bomba injetora BOSCH, PRF1k 80A 458 05 – Cilindrada 668 cm³ 19 – Bico injetor BOSCH, DLLA 140S567/0432 291 838 06 – RPM - NORMAL 1800 a 2750 20 – Compressão 19 kg/cm³ RPM – especial (sob consulta) 1500 a 2750 21 – Sistema de injeção Direta c/ câmara toroidal 07 – Potência: * NBR ISO 6396 22 – Sentido de giro(olhando-se para o volante) Anti-horário Para Motores Estacionários NA 9,6 kw / 2600 rpm 23 – Velocidade média do pistão 9,63 m/s a 2750 rpm Para Motores Estacionários NB 10,3 kw / 2600 rpm 24 – Consumo específico de
combustível 240 gr/kwh * NBR ISO 6396 25 – Consumo de ar para refrigeração 11,2 m³/min a 2300 rpm Para Motores Veiculares N 9,6 kw / 2500 rpm 26 – Consumo de ar para combustão 0,90m³/min 08 – Taxa de Compressão 20,5:1 27 – Relação peso/potência 13,4 kg/kw (mínima) 09 – Torque máximo 3,9 daNm a 2350 rpmveicular 28 – Pressão do óleo lubrificante 1 kg/ cm² a 1000 rpm 10 – Refrigeração Incorporada ao volante A ar, por turbina 29 – Inclinação máxima em todas asdireções 20’ 11 – Área mínima livre para entrada
de ar de refrigeração do motor 350 cm² 30 – Peso (volante normal) s/ partidaelétrico a seco 145 kg 12 – Lubrificação Forçada por bomba 31 – Dimensões do motor 686 mm de largura688 mm de altura 563 mm de comprimento 13 – Capacidade do cárter 2,5 litros 32 – Grau de irregularidade ± 2,5% 14 – Filtragem do óleo lubrificante Tela metálica no cárter centrifugação no
virabrequim 33 – Consumo de óleo lubrificante 2.7 a 4,1 gr/kwh
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR AGRALE M-93 ID
*ENTENDE-SE POR NA - Potência efetiva contínua reduzida não limitada NB - Potência efetiva contínua reduzida limitada N - Potência efetiva líquida reduzida
SEÇÃO D
ESQUEMA ELÉTRICO NORMAL
7106.010.121.00.0
ESQUEMA ELÉTRICO MARINIZADO
7106.010.129.00.3
ESQUEMA ELÉTRICO PPD
7106.011.058.00.3
ANORMALIDADES VERIFICAR O induzido não gira ou apenas lentamente 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 14 – 15 – 16 O induzido gira mas o pinhão não engrena 7 – 8 – 30
O induzido gira até o pinhão engrenar, parando em
seguida 1 – 5 – 6 – 9 – 10 O motor de partida continua girando após liberada a
chave de partida 11 – 12 O pinhão não desengrena após o motor entrar em
funcionamento 8 –13
Aquecimento excessivo do motor de partida 17 – 18 Forte faiscamento das escovas 19 – 20
A bateria não é carregada ou o é insuficiente 1 – 2 – 21 – 22 – 23 A lâmpada indicadora de carga não acende com o
motor parado e a chave de contato ligada 1 – 2 – 24 – 25 – 29 A lâmpada indicadora de carga fica acesa (com
luminosidade inalterada) em alta rotação 21 – 22 – 27 – 26 – 28 Com o motor em funcionamento a lâmpada indicadora
de carga só diminui a luminosidade (não apaga) 22 – 29 – 31 A lâmpada indicadora de carga emite luz trêmula 23
Otor apresentacompressão baixa