outros destaques nas páginas seguintes
1981 Mphumo Kraveirinya
20. ª edi çã o : 03 d e M ãio 2 020, Do min go .
em preparação VuJonga em áudio
Ficha técnica |
CULINÁRIA | Dona Cacilda da Conceição Dias: Moçambique | receitas | gastronomia | memórias associativas mestiças.
FILOSOFIA | Myriam Jubilot d’Carvalho: Península Ibérica |
[pseudónimo de Mª de Fátima Oliveira Domingues]
prosa e poesia | crónicas interculturais | ensaio.
REVISÃO | Mª de Fátima Oliveira Domingues: Portugal | textualidade e contexto | pedagogia | revisão de texto.
PSICOLOGIA CLÍNICA | Fanisse Craveirinha: Europa | psicoterapias | reflexões sobre saúde mental quotidiana.
HISTÓRIA | idéias | Adelto Gonçalves: Brasil – Portugal | resenhas literárias | Lusofonia.
INSTANTÂNEOS | Silvya Galllanni: Portugal – Brasil | instantâneos | crônicas | poesia | fotografia | revisão gráfica.
ARTE | Mphumo Kraveirinya: ‘Anima Mundi’ |
infografismo | layout | art work | poesia | crítica de arte | esoterika.
COMUNICAÇÃO e CULTURA | João Craveirinha: CPLP | [fundador e coordenador]
comunicação e cultura | resenhas | revisão-geral.
E-mail | [email protected] Facebook | https://www.facebook.com/VuJonga
Instagram | em organização
VuJonga | revista digital ilustrada, actualizada, made in CPLP fundada por:
João Craveirinha (CLEPUL);
Silvya Gallanni (RL);
Mª de Fátima Oliveira Domingues (CLEPUL).
Ligações online de VuJonga cadernos literários | 2019/2020.
Silvya Gallanni
https://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=212768 Myriam Jubilot d’ Carvalho |
http://www.myriamdecarvalho.com/
Mphumo Kraveirinya
https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/joo_craveirinha_diversos/
BRASIL | E-book: Recanto das Letras (Américas):
https://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=212768&categoria=M
MOÇAMBIQUE | PDF: Jornal O Autarca (África):
https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/jornal_o_autarca_cidade_da_beira/
PORTUGAL | PDF: Macua Blogs (Europa):
https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/letras_e_artes_cultura/
Maio 2020
Registo para o futuro no âmbito da Antropo - Sociologia da
Comunicação e Cultura
A História das pandemias remete-nos para a actualidade da excessiva aglomeração demográfica de pessoas e animais, criando centros urbanos desordenados. Nomeadamente, da Europa ocidental, desde a época medieval aos séculos XIX e XX coloniais – com suas influências na desertificação do campo para cidades. Na Europa, as pestes bubónicas, epidemias de varíola, tifo, cólera…
estão infelizmente relacionadas com faltas de higiene urbanas e torna-viagens na expansão marítima, e nas trocas comerciais com o extremo-oriente via rota da seda.
Interessante que muitas das medidas que se aconselha hoje, em 2020, em Higiene e Profilaxia, devido ao Covid-19, eram práticas tidas por normais noutras culturas e religiões do mundo não ocidental, incluindo as culturas africanas sub- -saharianas, além das culturas magrebinas como a dos zenatas (vulgo bérberes) desde o século VIII. Note-se que a igrejas cristãs católicas e suas dissidentes protestantes não aconselhavam o banho diário porque seria pecaminoso tocar ou observar o próprio corpo. [Vide: VuJonga edição nº 18 de 12 de Abril. “A Higiene e o Coronavírus e a Higiene no Al-Ándalus,” pp. 16-22, por Myriam Jubilot d’Carvalho]
https://rl.art.br/arquivos/6918029.pdf
por Mphumo João Craveirinha
©Higiene e Profilaxia práticas (…) normais noutras
culturas (…) do mundo não ocidental
Num contexto paralelo, ao item anterior de Higiene e Profilaxia, a Higiene Alimentar era outro problema na Europa medieval devido à precária conservação dos alimentos, sobretudo das carnes de porco causadoras da peste suína e da transmissão ao ser humano da ténia, vulgo bicha-solitária.
Por outro lado, os cristãos para além de contrariarem os costumes judaicos de higiene pessoal e da cultura islamizada do Al-Andaluz ibérico, de abluções diárias, consideravam-nos culturalmente inferiores, também, pelo facto destes últimos evitarem o consumo alimentar de certos animais como a sensível carne de porco, aliás cultura herdada do milenar judaísmo.
Note-se que muitas epidemias ou pestes estão associadas a certos animais tais como ratos, porcos, aves… e agora, até se mencionam morcegos, serpentes e pangolins. Ainda que cientificamente não estejam bem confirmadas essas últimas associações ao Covid-19.
No século XVI [1500-1599] o ‘médico e farmacêutico’ francês, Michel de Nostredame (1503-1566), em plena epidemia ou peste bubónica, preconizaria à população higiene corporal preventiva, como Lavagens, Unguentos e no consumo de Sumos de Rosa brava Rica em Vitamina C (ácido ascórbico), assim como terapia a doentes infectados. Os banhos e unguentos perfumados seriam para eliminar o odor corporal pestilento que se espalharia pelo ar respirável.
Tradução [Michel de Nostradamus] “Torna-se famoso por tratamentos contra a peste”
«Nostradamus prescreveria ar fresco e água, uma dieta pobre em gorduras e roupas de cama novas para os aflitos. Ele costumava administrar um remédio feito de roseira brava (fruto de rosas), descoberto mais tarde como rico em vitamina C. Cidades inteiras se recuperaram com esses remédios à base de plantas, que eram comuns na época, mas as crenças de Nostradamus sobre o controle de infecções poderiam ter resultado em acusações de heresia (violação das leis da igreja) e uma sentença de morte.» em Nostradamus: Encyclopedia.com » [in VuJonga nº 14 de 1º de Março 2020, p.39]
Século XV de Nostredame ou Nostradamus
Higiene Alimentar no Medievo Europeu
De Janeiro de 1918 a Dezembro de 1920 rezam as crónicas abalizadas, durou esta pandemia que fontes indicam que na Europa, nem começou em Espanha, mas em França. É um vírus da ‘família’ (tipo bisavô) do actual Covid-19. Lembro-me de que minha avó materna Anna Lilly Mphumo, na década de 1970-80 ainda falava desta ‘gripe espanhola’ quando alguém se constipava… ‘tout court’ dizia:
- “ah… a shi-Panhola é que era pior.” Minha avó, nascida em 1900, tinha de 18 a 20 anos de idade por altura dessa pandemia do século XX. Antes tinham-na denominado de ‘GRIPE FRANCESA.’
Mais uma vez esta situação catastrófica da 1ª Grande Guerra (mundial) nos remete para o excedente demográfico urbano, a falta de higiene e profilaxia e a movimentação transoceânica de pessoas e bens da e para a Europa, nomeadamente de militares dos EUA. Em Kansas, no aquartelamento de Forte Riley, ter-se-iam registado os primeiros casos em 4 de Março de 1918. Entre 1918 a 1920,
‘eventualmente, vitimaria 675,000 norte-americanos, e cerca de 20 a 50 milhões de pessoas pelo mundo.’ https://www.britannica.com/event/Treaty-of-Versailles-1919 (Vide texto completo em inglês do pesquisador Evan Andrews, no link em anexo)
Evan Andrews: “First cases reported in deadly Spanish flu pandemic”
“Just before breakfast on the morning of March 4, Private Albert Gitchell of the U.S. Army reports to the hospital at Fort Riley, Kansas, complaining of the cold-like symptoms of sore throat, fever and headache. By noon, over 100 of his fellow soldiers had reported similar symptoms, marking what are believed to be the first cases in the historic influenza pandemic of 1918, later known as Spanish flu. The flu would eventually kill 675,000 Americans and an estimated 20 million to 50 million people around the world, proving to be a far deadlier force than even the First World War.”
Século XX da Pandemia da “Gripe Espanhola”
Nos EUA: início da “Gripe Francesa”?
https://www.history.com/this-day-in-history/first-cases-reported-in-deadly-influenza-epidemic
| TRADUÇÃO do VuJONGA |
“Primeiros casos relatados em pandemia mortal de gripe espanhola”
«Pouco antes do café da manhã de 4 de março, o soldado Albert Gitchell, do Exército dos EUA, se reporta ao hospital de Forte Riley, Kansas, reclamando dos sintomas de frio da garganta, febre e dor de cabeça. Ao meio-dia, mais de 100 de seus companheiros soldados relataram sintomas semelhantes, marcando o que se acredita serem os primeiros casos da pandemia histórica de influenza de 1918, mais tarde conhecida como gripe espanhola. A gripe acabaria matando 675.000 americanos e um número estimado de 20 a 50 milhões de pessoas em todo o mundo, provando ser uma força muito mais mortal do que até a Primeira Guerra Mundial.»
Em 2020 o Ocidente cristão (e não só) não se conforma com a aceitação filosófica de uma ‘ressurreição,’ pois se depara com a realidade dura da possibilidade de interrupção de seu ciclo de vida de passagem por este planeta.
Nesse contexto, a tendência para a depressão colectiva se apodera das populações menos esclarecidas.
Líderes políticos e países, uns melhor que outros, traçam acções de contenção mais antecipadas ou com atrasos.
Nesse contexto, Portugal, até Maio de 2020, é um exemplo mundial, positivo.
No outro extremo, pela negativa, primam pelo atraso e contradição no combate ao Covid-19, os EUA, o seu parceiro Britânico, e o Brasil ‘lusófono’ da CPLP, também afectada em 1918.
Catástrofe 1918-1920: Só Falta de Confinamento!?
«A gripe, sob a forma epidêmica, assaltou todos os
Estados da República ùltimamente, em 1918.»
in Rocha Pombo 1959, p. 48, História do Brasil | Nova edição ilustrada.
Vol. I: O descobrimento e a colonização: Rio de Janeiro – S. Paulo – Porto Alegre. W.W. Jackson Inc. EDITORES. [1918]
Atalanta-Valencia a San Siro, il detonatore del contagio |
https://rep.repubblica.it/pwa/generale/2020/03/20/news/atalanta- valencia_a_san_siro_il_detonatore_del_contagio-251839747/
Tal como em 1918, a Espanha é colhida desprevenida em 2020. Em 1918, os responsáveis dos países com esses problemas mantiveram segredo, tais como a França e os EUA, e provavelmente a Inglaterra. Desta vez, o problema veio de Itália. O Jogo de Futebol em Milão (San Siro) em 19 de Fevereiro 2020, entre o Atalanta de Bergamo e o Valência de Espanha terá sido o rastilho. Concentrou cerca de 40.000 aficionados. Essa avalanche de gente terá disseminado o Covid- 19 pela França e Espanha. E, a proximidade de Espanha com Portugal favoreceria os primeiros casos, sobretudo na região nortenha de maior circulação da população portuguesa arraiana (Entre Fronteira).
A desinformação sobre o Covid-19, sobretudo via WhatsApp, Facebook, Twitter, prolifera como outro Covid nas redes globais ditas sociais das ‘novas tecnologias’ que facilitam os Fake-News (notícias falsas).
Isto é, a leitura rápida, descuidada, sem profundidade, potencia a aceitação de teorias da conspiração mais absurdas, e até de xenofobia.
O apelo ao bom senso nem sempre é aceite. Há os que acham ser um exagero certas medidas de contenção e de confinamento social.
Não obstante, existem certos líderes de países (poucos felizmente) que ao minimizarem os riscos da gravidade desta última pandemia do “vírus da coroa gripal” (coronavírus de 2019), se comportam no oposto da atitude inicial de coerência do Rei da parábola do ‘Poço da Loucura.’ Posto que, na realidade de 2020, esses líderes parecem aconselhar os seus povos a ‘beber a água do poço da loucura’ expondo-se assim à loucura real do poço envenenado. Nesta metáfora, o poço da loucura chama-se Covid-19.
A Memória é Curta Cem Anos depois: 1920 - 2020.
Fast-Reading a Fast-Nonsense facilita Fake-News
Maio 2020: Confinamento ou ‘Lockdown’
A desobediência civil ‘enlouquecida’ de alguns em manifestações de rua, devido à actual pandemia, grosso modo, nos faz lembrar a referida parábola do
‘Rei e do Poço da Loucura’ que alertava o seu povo para não beber a água desse poço nem mesmo em tempo de seca, para não enlouquecer. Intui-se que outras soluções surgiriam. Era preciso auto - disciplina emocional.
Certo Rei alertava o seu povo para não beber a água de certo poço, nem mesmo em tempo de seca, para não enlouquecer. Ora um dia o reino foi assolado pela falta de água.
O povo, descuidado em tempo de fartura, não poupara água nos reservatórios.
E esta esgotou. Restou somente a do ‘poço da loucura.’ O Rei, mais lúcido, apelou ao bom senso e a que o povo ficasse em casa para não piorar a situação e até se arranjar uma solução.
Em vão. O seu povo não lhe deu ouvidos. Toda a gente saiu e bebeu dessa água. E enlouqueceu. Ficou o Rei sozinho com a sua lucidez num país enlouquecido.
No fim, por uma questão de solidariedade social, o Rei foi beber a água do
‘poço da loucura.’
Na nossa realidade actual não irá acontecer nada de ‘poços da loucura.” Pelo menos em Portugal. Nenhum ‘poço da loucura’ chamado Covid-19 será negligenciado. Pois as directivas do governo no âmbito da Saúde Pública têm sido e continuarão a ser respeitadas, tirando casos isolados. Obviamente não há regra sem excepção. E, com a chegada do Verão no hemisfério norte… ‘Ora Pro Nobis…
ou melhor: “Oremos por Nós.” ■ Mphumo João Craveirinha© Maio 2020.
Parafraseando ‘O Rei e o Poço da Loucura’
Desobediência Civil ao Confinamento / Lockdown
‘ORA PRO NOBIS’
«XX – Epidemias. |
Os morbos que assumem caráter epidêmico de mais gravidade são a gripe, a varíola e outras febres eruptivas. A febre amarela desapareceu inteiramente de todo o país. A varíola é um mal que se torna cada vez menos mortífero, à medida que se vai dando uma atenção mais especial às conveniências da higiene e da profilaxia.
A gripe, sob a forma epidêmíca, assaltou todos os Estados da República ùltimamente, em 1918. Outros males desenvolvem-se às vezes em certas regiões com intensidade que lhes dá, em muitos casos, proporções inquietadoras;
tais como: algumas febres exantemáticas - o sarampo, a varicela, a escarlatina, a sarna; a disenteria, a febre tifoide; as afecções agudas do aparelho respiratório; o crupe, a coqueluche; a oftalmia; a parotidite; a icterícia. O sarampo e a varicela (cataporas) raramente se manifestam com caráter epidêmíco: em todo o país, o aparecimento de tais erupções, além de não ser frequente, é sempre limitado, e mesmo o pequeno número de casos só muito excepcionalmente se tornam graves. Tanto o sarampo, como as cataporas, atacam mais ordinàriamente as crianças. A escarlatina, que também se
limita às crianças, aparece apenas, às vezes, nos Estados do Sul. A sarna não é pròpriamente, como outras moléstias cutâneas, o que se chama uma epidemia;
e nem se póde dizer que seja particular ou própria de certas regiões, nem mesmo de certas épocas do ano: é apenas uma dermatose que se propaga fàcilmente pelo contacto, e que às vezes grassa em famílias inteiras. A disenteria raras vezes toma caráter epidêmico; e ordinàriamente ocorre em zonas baixas de todos os Estados, sendo mais comum e mais grave em alguns do norte. A febre tifoide aparece quasi sempre na estação quente, e é sempre pouco extensa, circunscrevendo-se aos litorais, de Pernambuco para o sul. O crupe faz às vezes algumas vítimas entre as crianças, nos Estados do Rio, de S. Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande. A coqueluche é muito rara nos Estados do norte, com excecção do Piauí, onde grassa alguns anos com certa intensidade; como nos Estados do sul e em Minas. A oftalmia raramente é epidêmica nos Estados do Piauí, do Ceará, de Pernambuco e do Rio de Janeiro. . O mesmo se deve dizer das cachumbas.» (…) Rocha Pombo:
História do Brasil, 10 vols., 1905-1917 [1918]
Pág. 48: HISTÓRIA DO BRASIL (505 páginas, Volume I, nova reedição de 1959)
José Francisco da Rocha Pombo (1857-1933) http://www.academia.org.br/academicos/rocha-pombo/biografia
(in Pombo 1959, p. 279. Cap. IX, Vol. II. História do Brasil.)
VuJonga - Cadernos Literários | Domingo – 03/05/20, Edição nº 20 – Pág. 15/33
https://saude.abril.com.br/alimentacao/conheca-os-beneficios-do-amendoim/
SUCO DE CAJU
https://www.pinterest.pt/pin/324470348150767599/
HISTÓRIA
‘O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na
capitania de São Paulo – 1788-1797’|
de Adelto Gonçalves |
Uma rica análise do governo de Bernardo Lorena (*)
________________________________
________________________________
(*) Trecho do texto de apresentação de Kenneth Maxwell, do livro ‘O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo – 1788-1797.’
Belvedere [miradouro] e padrão em homenagem a Lorena na Serra do Mar.
foto de Luiz Nascimento
Contracapa da obra ‘O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo – 1788-1797’ de Adelto Gonçalves, com Prefácio do Prof.
DR. Kenneth Maxwell (Universidade de Harvard-EUA), texto de apresentação do Prof. DR. Carlos Guilherme Mota (USP-BR) e fotos de Luiz Nascimento.
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Brasil: 408 páginas, R$ 70,00, 2019.
Site: www.imprensaoficial.com.br
A UNESCO programa actividades para Outubro – Celebra-se neste domingo (03 de Maio), o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
(Sofala, Beira: O Autarca) – Devido à pandemia do covid-19, que afecta o mundo inteiro, a UNESCO reprogramou todas as actividades comemorativas que haviam sido previstas para hoje, passando-as para Outubro.
Todavia, é mais uma ocasião que não deve ser descartada de forma alguma para reflectir sobre o exercício da Liberdade de Imprensa no contexto internacional e doméstico.
E, infelizmente, a constatação que ocorre universalmente é a de que ainda predomina excessiva pressão sobre o exercício da Liberdade de Imprensa, tanto por parte de governos e de vários sindicatos movidos por interesses próprios que procuram obstruir o papel da imprensa.
Várias artimanhas têm sido promovidas para reduzir a capacidade dos profissionais de imprensa no seu exercício de informar.
A mais crítica de todas é o assassinato de jornalistas. Além de assassinatos é preocupante a onda de atendados contra jornalistas, a sua perseguição e detenção.
Lamentável é também a falta de disponibilização de recursos necessários aos órgãos de comunicação social e, principalmente, a “chantagem” que tem sido promovida por organizações governamentais às empresas privadas de comunicação social.■ (Falume Chabane | 03.05.2020)
https://rl.art.br/arquivos/6929610.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=4sYSyuuLk5g
Contagion (2011) Official Exclusive 1080p HD Trailer
'Contagion' vs. coronavirus: The film's connections to a real life pandemic By Kristen Rogers, CNN
Updated 1623 GMT (0023 HKT) April 2, 2020
(CNN) As we live through a developing pandemic, some of us can't help but compare it to the 2011 American thriller which some claim predicted Covid-19: "Contagion."
https://edition.cnn.com/2020/04/02/movies/contagion-movie-versus-coronavirus-scn- wellness/index.html
Este filme
‘CONTAGION’
estreado em 2011 está a dar que falar em Abril 2020, pelo seu sentido premonitório de antevisão há cerca de 9 anos, da actual pandemia do Covid-19.
O guião foi baseado na pandemia do H1N1 do
‘coronavírus’ das aves ou ‘gripe dos aviários.’
Veja o trailer através da ligação online em baixo da imagem e saberá porquê.
Não foi por falta de aviso à distância de espaço-tempo.
ANEXOS e LIGAÇÕES por INTERNET |
para traduzir o essencial para português é só colocar o texto em inglês no
‘google tradutor.’
«"Contagion" follows the rapid progress of a lethal airborne virus that kills within days. As the fast-moving epidemic grows, the worldwide medical community races to find a cure and control the panic that spreads faster than the virus itself. At the same time, ordinary people struggle to survive in a society coming apart.
Check out the official Contagion trailer starring Gwyneth Paltrow and Matt Damon! (…) US Release Date: September 9, 2011 Starring: Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law Directed By: Steven Soderbergh Synopsis: Healthcare professionals, government officials and everyday people find themselves in the midst of a pandemic as the CDC works to find a cure.»
Bill Gates: A próxima epidemia? Não estamos preparados!
TED
Em 2014, o mundo evitou uma terrível epidemia global do Ébola, graças a milhares de generosos profissionais de saúde e, francamente, graças também a muita sorte. Em retrospectiva, sabemos o que deveríamos ter feito melhor. Então, Bill Gates sugere que agora é a hora de colocar todas as nossas boas ideias em prática, de planejamento de cenários a treinamento de profissionais de saúde. Como ele diz: "Não há razão para pânico, mas precisamos nos apressar".
https://www.youtube.com/watch?v=6Af6b_wyiwI
Contagion (2011) [Poster]
https://www.themoviedb.org/movie/39538-contagion/images/posters
Everything Contagion got right on the Coronavirus outbreak Caya -
https://www.youtube.com/watch?v=zZOn6rrpU-Q
1918 Spanish Flu historical documentary | Swine Flu Pandemic | Deadly plague of 1918 https://www.youtube.com/watch?v=UDY5COg2P2c
VuJONGA – significado.
VuJONGA significa
ORIENTE, etambém por analogia, povo vaJonga do ‘Sol Nascente’–
em língua Jonga.ORIENTE
– ponto cardealde uma das quatro direcções principais da rosa-dos-ventos
[Sul – Norte; Ocidente – Oriente]
ShiJonga ou ‘O Jonga’ é um idioma africano que tem a sua origem milenar no idioma kiKongo, com sede em Bandundu no ‘Congo- Kinshassa.’ Daí sairiam migrações cíclicas do povo (ba)Kongo, rumo à África Austral, tomando rumos diferentes a partir do rio Zambeze, a sul e a norte.
Posteriormente, em fusão genético-cultural, originou outras variantes idiomáticas, tais como as dos povos Nhandja (Niassa), Guigóne (Inhambane), Jonga (Móputso), e ainda outras variantes posteriores tais como ShiSuate (Suazilândia), Zulo (Natal), Shengane (Gaza), ShiTsua (Inhambane).
A língua Jonga é, pois, um idioma muito antigo da cultura baNto da capital de Moçambique. Sofreu várias influências linguísticas no decurso do tempo. Estas são o registo cultural de épocas em que navegadores europeus e asiáticos circularam pela costa marítima moçambicana, aí desenvolvendo relações comerciais – mais pacíficas – umas, e outras mais conflituosas.
Este idioma, shiJonga, encontra-se actualmente em processo de extinção, devido a imposições ideológicas do poder político estabelecido desde 1975.■ coordenador JOÃO Craveirinha
1º Esboço de Mapa Etno-Etimológico
da região vaJonga - séculos XVI-XIX
VuJonga - Cadernos Literários | Domingo – 03/05/20, Edição nº 20 – Pág. 33/33
VuJonga – edição literária de autora 2016 /2020 e-Livro Silvya Gallanni: Haikai - Fragrâncias Poéticas
HAiKAi | Poetic Fragrances | e-Book
https://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=212768