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Procedimento Operacional N do procedimento: PO 031

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Academic year: 2021

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Nº revisão  Descrição da Revisão

00  Elaboração inicial do documento  

Demais envolvidos na análise e aprovação

Área / Processo Responsável Rubrica

Diretoria de Negócios  Vicente D’arco  

Gestão de Contratos  Amanda Marciano  

Fábrica  Carlos Reis  

Service  Sandro Cassanta  

Engenharia  João Tavares  

 

1. Objetivo 

Descrever a forma de realizar os serviços relativos aos serviços técnicos da Qualidade. 

   

2. Abrangência 

Este procedimento é aplicável as áreas de Gestão de Contratos, Fábrica, Service e Engenharia.   

3. Definições Gerais 

3.1 Controle de Horas Diário 

É  um  documento  onde  devem  ser  lançadas  as  horas  trabalhadas  em  um  painel  impreterivelmente  no  final  de  cada  teste,  a  fim  de  ficar  registrado  o  montante  de  horas  gastas. 

 

3.2 Check List de Fábrica 

É  um  documento  cuja  finalidade  é  garantir  que  todas  as  etapas  do  processo  de  montagem  foram realizadas conforme o PO 033 Realizar Montagem de Painéis. 

 

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3.3 Plano de Inspeção e Testes (PIT) 

É um documento cuja finalidade é garantir que todos os testes e ensaios foram realizados e  conferidos conforme a necessidade técnica de cada painel. Também contempla toda a rotina  de testes e ensaios padrão da Siner. 

Durante  o  processo  de  testes  do  painel  o  profissional  deve  seguir  todos  os  itens  desse  documento, fazendo as anotações necessárias. 

Esse documento é composto pelos sub‐itens abaixo:   

 3.3.1 Check List 

Deve ser preenchido e seguido durante todo o processo de testes.   

3.3.2 Protocolo de Ensaio de Tensão Aplicada 

Deve ser preenchido no momento da realização dos ensaios.   

3.3.3 Lista de Pendências Finais 

Deve  ser  preenchida  no  final  dos  testes,  sempre  que  o  painel  necessite  ser  embalado  com  pendências. 

 

3.3.4 Lista de Sobressalentes 

Deve ser preenchida no final dos testes e deve contemplar todos os materiais sobressalentes  do painel.  

Materiais  Sobressalentes  são  aqueles  que  não  são  instalados  no  painel  mas  fazem  parte  do  mesmo. 

 

3.4 Lista de Pendências 

É um documento cuja finalidade é registrar todas as pendências encontradas durante o teste.  A pendência deve ser imediatamente registrada nesse documento assim que encontrada. 

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3.5 Controle de Equipamentos por Número de Série 

É  um  controle  utilizado  para  garantir  a  rastreabilidade  dos  equipamentos  mais  importantes  em um painel através de seu número de série. 

 

3.6 Controle de Manuais e Certificados de Qualidade 

É um documento utilizado para registro e guarda dos documentos pertinentes ao Data Book.    

3.7 Arquivo Fotográfico do Painel 

É um arquivo cuja finalidade é manter o registro fotográfico do painel. 

O registro fotográfico deve ser feito ao final dos testes, logo antes da embalagem do painel.   

3.8 TAG  

TAG é uma palavra em inglês que em português significa etiqueta. 

TAG  é  considerada  uma  estrutura  de  linguagem  de  marcação  que  consiste  em  breves  instruções,  tendo  uma  marca  de  início  e  outra  de  fim.  Ela  é  utilizada  para  identificação  de  painéis e seus componentes. 

 

3.9 TAF – Teste de Aceitação em Fábrica. 

O TAF somente é realizado com a presença do cliente ou seu representante, a fim de conferir  e validar a qualidade e funcionamento de um painel ou sistema. 

 

3.10 Inspeção e Diligenciamento 

‐ Inspeção Interna: É realizada na Siner, e consiste na realização dos ensaios e testes de rotina  com  o  acompanhamento  do  cliente  e  são  refeitos  todos  ou  alguns  dos  testes  realizados  durante o teste do painel. A inspeção é passível de programação prévia com o cliente. 

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‐ Inspeção Externa: É realizada no fornecedor, com o produto acabado e consiste em garantir  o  correto  funcionamento  bem  como  sua  fabricação  de  acordo  com  todas  as  especificações  técnicas.  

‐  Diligenciamento:  É  realizado  durante  o  processo  de  fabricação  do  produto  e  consiste  em  verificar o atendimento do prazo estabelecido. O diligenciamento pode ser realizado tanto da  parte da Siner no fornecedor quanto da parte do cliente na Siner. 

Para  inspeções  externas  quanto  para  diligenciamentos  em  fornecedor,  deve‐se  gerar  relatório.  

 

3.11 Conjunto 

Compreende‐se como conjunto todas as partes integrantes de um painel.   

3.12 Massa 

Considera‐se massa toda parte estrutural não energizada de um conjunto.   

3.13 Ensaios Complementares 

São  ensaios  não  contemplados  no  PIT,  ou  seja,  que  não  fazem  parte  dos  ensaios  de  rotina.  Estes  ensaios  são  específicos  e  realizados  em  determinados  componentes  instalados  nos  painéis, como TC e TP por exemplo. 

 

3.14 Retrofit 

Reforma de painéis do cliente.   

4. Procedimentos  Premissas 

• A Qualidade deve participar das reuniões de pré‐projeto e da reunião de abertura,  contribuindo para a assertividade técnica e definições de prazos necessários para  a elaboração do cronograma da obra. 

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• A  Qualidade  deve  sempre  que  necessário  dar  suporte  técnico  a  todas  as  áreas  afim de: 

‐ Desenvolver novas aplicações e produtos; 

‐ Desenvolver novos fornecedores; 

‐ Prestar assistência técnica no Cliente; 

‐ Realizar inspeções e diligenciamentos em equipamentos e produtos; 

‐ Adequar tecnicamente projetos em campo e em Fábrica; 

‐  Realizar  treinamentos  internos  com  as  equipes  técnicas,  conforme  PO  027  (Capacitar e Acompanhar Profissionais); 

‐ Auxiliar tecnicamente na montagem de painéis; 

‐ Auxiliar tecnicamente no recebimento de materiais.  

• A  Qualidade  deve  avaliar,  registrar,  controlar,  monitorar  e  quando  necessário  executar os serviços de garantia. 

• Para garantir a qualidade dos produtos, todos os testes de painéis deverão seguir  esse procedimento. 

• Os  testes  podem  ser  iniciados  durante  a  montagem  ou  após  a  conclusão  da  mesma. 

• Todos  os  registros  de  qualidade  deverão  ser  devidamente  preenchidos,   guardados e mantidos sob controle.  

• A  Qualidade  deve  preencher  corretamente  e  sempre  que  necessário  a  Ficha  de  Materiais  para  Troca/Conserto/Calibração  (R‐GQ‐19)  para  componentes  e  equipamentos com defeitos de fabricação conforme PO  

• A  Qualidade  deve  garantir  o  entendimento  de  todos  os  procedimentos  estabelecidos pela empresa. 

• A Qualidade deve avaliar, registrar, controlar e monitorar a resolução de todas as  RNC’s identificadas, seja de processo, produtos ou serviços conforme PS 04 Tratar  Não Conformidade. 

• Os registros gerados durante a execução dos trabalhos devem ser mantidos em  pasta correspondente a obra no servidor. 

• A Qualidade deve guardar e controlar os certificados de qualidade dos materiais e  equipamentos  através  da  planilha  de  Controle  de  Manuais  e  Certificados  de  Qualidade  (R‐GQ‐10)  e  quando  solicitado,  disponibilizar  a  Célula  de  Controle  de 

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Documentos  para  a  confecção  do  Data  Book.  Esses  certificados  serão  recolhidos  pela Fábrica, Gestão de Materiais ou Service. 

• As  conferências  e  alterações  realizadas  no  projeto  devem  ser  registradas  conforme PO 009 ‐ Gerir Documentos de Projetos de Engenharia 

•  

4.1 Realizar Inspeção e Diligenciamento 

Sempre que necessário ou solicitado pelo Gestor de Contratos, a Qualidade deve realizar  inspeções  técnicas  ou  diligenciamentos  em  produtos  que  serão  fornecidos  à  Siner,  seguindo  o  modelo  dos  relatórios:  Relatório  de  Inspeção  (R‐GQ‐11)  ou  Relatório  de   Diligenciamento (R‐GQ‐12).  

Quando  solicitado  pelo  Cliente  a  realização  da  inspeção  ou  diligenciamento  interno  nos  produtos  SINER,  a  área  responsável  pela  atual  fase  de  produção  do  produto  deverá  acompanhar e disponibilizar prontamente todas as informações necessárias.  

 

4.2 Retrofit 

Quando necessário ou solicitado, a Qualidade deve participar do fornecimento do retrofit  desenvolvendo o projeto em parceria com a Engenharia e executando de forma a garantir  sua  qualidade  e  funcionalidade  de  acordo  com  os  requisitos  do  cliente,  seguindo  os   procedimentos das áreas envolvidas.  

 

4.3 Realização de Testes e Ensaios em Painéis 

O projeto deve ser recebido da Engenharia através da Célula de Controle de Documentos  e  deve  estar  com  os  carimbos  e  controles  necessários  de  acordo  com  o  PO  009  Gerir  Documentos de Projetos de Engenharia. 

Com  o  projeto  em  mãos  deve  ser  criada  uma  pasta  no  servidor.  Caso  seja  uma  obra  já  existente, deve ser criada uma pasta com o TAG do painel dentro da pasta com o nome  da obra, seguindo o padrão de nomeação “Obra XXX_TAG do Painel”. 

A pasta referente ao painel deve conter os seguintes documentos: R‐GQ‐13 Controle de  Horas Diário, R‐GQ‐14 PIT e o Arquivo Fotográfico do Painel, sendo que o último é uma  pasta onde devem ser arquivadas as fotos. Todos os documentos devem seguir o padrão  de nomeação “ObraXXX_TAG do Painel_nome do documento”. 

Todos os documentos utilizados durante o teste do painel devem ser impressos e fixados  ao  painel  seguindo  a  ordem  R‐GQ‐15  Lista  de  Pendências,  R‐GQ‐13  Controle  de  Horas  Diário e R‐GQ‐14 PIT. 

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Antes do início dos testes deve‐se verificar a revisão do projeto e se existem alterações no  caderno de Fábrica, caso haja, as mesmas devem ser transcritas para o caderno de Testes  e solicitado a assinatura, data e carimbo do responsável pela alteração. Também deve ser  feita  uma  pré‐análise  do  projeto  como  um  todo,  e  caso  seja  necessário  realizar  alguma  alteração,  a  mesma  deve  ser  feita  conforme  as  demais,  seguindo  o  PO  009  Gerir  Documentos de Projetos de Engenharia. 

Caso essa alteração seja impactante e necessite da aprovação da diretoria, do cliente ou  alteração da proposta consolidada, deverá ser aberta uma AP conforme o PO 008 Alterar  Projetos. 

No  inicio  do  Teste  a  Qualidade  deve  conferir,  garantir  o  preenchimento  e  arquivar  eletronicamente na pasta do seu respectivo painel o R‐FAB‐01 Check List de Montagem  que é preenchido pela Fábrica durante a execução do processo. Nesse momento também  deve  ser  conferida  e  assinada  a  etiqueta  de  “Responsáveis  pelo  Processo”  que  deverá  estar colada no painel conforme o PO 033 Realizar Montagem de Painéis. 

No momento que o teste for iniciado, o painel deve ser identificado com a placa amarela  onde  consta  a  descrição  “Em  Teste”.  Além  desta,  existem  mais  dois  tipos  de  placa  que  devem ser utilizadas nas seguintes ocasiões: 

Placa  Vermelha  “Pendência”  –  Deve  ser  utilizada  quando  o  teste  for  parcialmente  concluído e o painel estiver aguardando a execução das pendências. 

Placa Verde “Liberado Para Embalagem” – Deve ser utilizada quando o painel for liberado  para embalagem. 

O  teste  do  painel  deve  ser  realizado  seguindo  o  R‐GQ‐14  PIT  na  íntegra  e  caso  existam   ensaios complementares (não contemplado no PIT) deve‐se gerar um relatório e anexá‐lo  ao PIT. 

 

4.3.1 Testes e Ensaios   4.3.1.1  Ensaios de Rotina 

Os  ensaios  de  rotina  são  destinados  para  detectar  falhas  em  materiais  e  na  fabricação.  Eles  são  realizados  em  todo  CONJUNTO,  ou  em  cada  unidade  do  CONJUNTO.  Não  é  requerido  outro  ensaio  de  rotina  no  local  de  instalação.  Esses  ensaios  podem  ser  realizados  em  qualquer  ordem  e/ou  amostras  diferentes  do  mesmo  tipo,  mas  preferencialmente seguir a seqüência dos itens abaixo.  

 

4.3.1.2 Conferência de Layout  

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O layout é compreendido por todas as partes mecânicas do painel e suas características  técnicas,  ou  seja,  dimensões,  furações,  pintura,  distância  entre  uma  peça  e  outra,  disposição dos equipamentos, intertravamentos e etc. 

O  layout  se  localiza  nas  primeiras  folhas  do  projeto  e  deve  ser  conferido  seguindo  o  mesmo.  

Caso haja alguma divergência a mesma deve ser esclarecida com o projetista responsável.   

4.3.1.3 Conferência de Lista de Materiais  

A  lista  de  materiais  é  uma  parte  integrante  do  projeto,  a  mesma  deve  ser  conferida  de  acordo  com  as  características  nela  descritas,  Ex.:  Número  de  série  e  código  dos  componentes.  Essas  informações  devem  ser  as  mesmas  dos  componentes  cuja  identificação é feita através de seu TAG. 

Caso haja alguma divergência a mesma deve ser esclarecida com o projetista responsável.   

4.3.1.4  Ensaio de Tensão Aplicada   

Compreende‐se  como  ensaio  de  tensão  aplicada  o  ensaio  de  isolação  e  o  ensaio  dielétrico. 

Para o ensaio todos os dispositivos de manobra devem ser fechados. 

Todos  os  equipamentos  elétricos  do  CONJUNTO  devem  ser  conectados  para  o  ensaio,  exceto  aqueles  dispositivos  que,  de  acordo  com  as  especificações  pertinentes,  são  projetados para uma tensão de ensaio mais baixa; dispositivos que consomem corrente  (por exemplo, enrolamentos, instrumentos de medição) em que a aplicação da tensão de  ensaio  causaria  fluxo  de  corrente,  devem  ser  desconectados.  Além  desses  todos  os  equipamentos eletrônicos devem ser desconectados para evitar danos aos mesmos.  Capacitores  e  pára‐raios  instalados  entre  as  partes  energizadas  e  a  massa  devem  ser  desconectados, caso necessário, ensaiá‐los individualmente. 

Este  ensaio  deve  ser  realizado  entre  todos  os  circuitos  e  massas  do  painel,  sucessivamente. 

Para realizar esse ensaio, deve‐se considerar a tabela 1 localizada na página 9. 

Para a realização desse ensaio, o painel deve ser isolado com fita zebrada ou corrente de  segurança de modo a restringir o acesso. 

 

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4.3.1.4.1 Ensaio de Isolação 

Consiste em verificar a resistência de isolação do painel como um todo. 

A tensão de ensaio deve ser aplicada e medida durante 1 minuto. Medições de valores de  isolação devem ser realizadas antes e depois do ensaio Dielétrico conforme protocolo de  Tensão Aplicada, anexo ao PIT. 

Instrumento utilizado: Megohmetro 

Resultados a serem obtidos: A resistência de isolação não deve ser inferior a 1MΩ/KV.   

4.3.1.4.2 Ensaio Dielétrico 

Consiste em verificar as condições dos cabos e condutores do painel. 

A  tensão  de  ensaio  deve  ser  aplicada  durante  1  minuto  depois  do  primeiro  ensaio  de  isolação, conforme protocolo de Tensão Aplicada, anexo ao PIT. 

Instrumento utilizado: Hi Pot 

Resultados  a  serem  obtidos:  O  ensaio  é  considerado  como  satisfatório  se  não  houver  perfuração ou descarga. 

 

Tabela 1 – Valores aplicáveis para os ensaios  Denominação do Circuito Tensão Nominal do 

Circuito 

Tensão de Ensaio  Aplicável 

Auxiliar  127Vca / 220Vca 2000 V 

Comando 1  125Vcc / 127Vcc /  220Vca 

2000 V 

Comando 2  24Vcc / 48Vcc 500 V 

Potência  de 220V até 1000V 2500 V 

Barramento BT  de 220V até 1000V 2500 V 

* Barramento MT   >1000Vca 5000 V 

** Barramento MT   >1000Vca 2 X Un + 1000 V

* Ensaio de isolação    /   ** Ensaio dielétrico   

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4.4 Teste de Continuidade Elétrica 

Esse teste é realizado para garantir que todas as conexões dos cabos estão conforme o  projeto. 

Antes  do  início  desse  teste,  os  cabos  dos  equipamentos  que  propiciam  retorno  elétrico  devem  ser  desconectados.  Exemplo:  Transformador  de  Corrente,  Transformador  de  Potencial, Indutor.  

Deve ser tomado como base o diagrama elétrico ou a lista “de‐para” do projeto. 

Cada verificação realizada deve ser identificada no projeto, no ponto de conexão do cabo.  Equipamento  utilizado:  Ohmímetro  ou  equipamento  para  medir  a  continuidade  do  circuito elétrico. 

 

4.5 Teste Funcional 

Esse  teste  é  realizado  para  garantir  que  os  componentes,  lógicas  de  intertravamento  e  comando elétrico do painel estão funcionando corretamente. 

Deve ser tomado como base o diagrama elétrico do projeto levando em consideração as  características de funcionamento de cada componente. 

Cada verificação realizada deve ser identificada no projeto, na linha do comando testado.  Deve ser analisada a viabilidade de serem realizados ensaios complementares de acordo  com o tipo de painel e os componentes nele instalados. 

Para a realização desse teste, o painel deve ser isolado com fita zebrada ou corrente de  segurança de modo a restringir o acesso. 

 

4.6 Check Final 

Após o teste funcional deve‐se fazer uma verificação visual geral no painel, verificando se  existem riscos na chaparia, identificações, chave da porta e etc. 

Todos os erros e divergências encontradas devem ser registradas na Lista de Pendências  (R‐GQ‐15) e informadas as áreas responsáveis através de e‐mail. 

 

4.7 Conferência das Pendências 

Após a execução das pendências registradas no R‐GQ‐15, a Qualidade deve realizar uma  conferência a fim de garantir que foram sanadas satisfatoriamente. 

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4.8 Liberação de Painel Testado 

Após  a  conclusão  dos  testes,  e  se  os  mesmos  forem  satisfatórios,  o  painel  deve  ser  liberado para embalagem. 

Deve ser registrado no Plano de Inspeção e Testes todos os materiais sobressalentes e os  que serão enviados posteriormente. 

Junto  ao  painel  deve  seguir  o  projeto  de  comissionamento  que  deve  ser  solicitado  à   célula de controle de documentação da Engenharia,  conforme PO 009 Gerir Documentos  de Projeto de Engenharia e o Plano de Inspeção e Testes digitalizado para utilização em  campo ou do Cliente. 

Neste momento também deve ser gerado o arquivo fotográfico. 

Nota: O painel somente pode ser liberado para embalagem sem o devido teste quando  não for possível executar essa atividade nas instalações fabris. Neste caso deverá existir  uma aprovação e liberação por escrito pelo responsável conforme o anexo 4 do PO 017 –  Matriz de Responsabilidade da Gestão de Produtos e Serviços.  Tal responsável tem que  garantir  quando  desta  ocorrência  extraordinária  a  devida  comunicação  com  os  colaboradores de Service e atualização do cronograma a fim de garantir a execução dos  testes hora não realizados conforme este procedimento operacional. 

 

4.9 Programação de Testes

A  programação  das  equipes  deve  ser  realizada  de  acordo  com  a  capacidade  técnica  requerida,  prazos,  carga  de  horas  e  a  disponibilidade  dos  profissionais  e  equipamentos  para  a  execução  dos  serviços  contratados,  cumprindo  os  prazos  estabelecidos  no  Cronograma  da  obra  que  deve  ser  enviado  pelo  Gestor  de  Contrato  conforme  PO  017  Realizar Planejamento Integrado e Controladoria do Projeto. 

Em caso de falta de capacidade técnica ou de horas para realizar o serviço, o responsável  pela programação deve analisar, definir a ação e validar com o Gestor de Operação e o  Gestor  do  Contrato  a  necessidade  de  horas  extras  ou  contratação  de  Terceiros,  considerando o orçamento do projeto. 

No  caso  de  realização  de  horas  extras,  as  mesmas  devem  ser  registradas  através  do  R‐ SER‐01 RHT – Relatório de Horas Trabalhadas, conforme o PO 018. 

Em  casos  de  alteração  de  prazos  ou  horas  adicionais,  o  responsável  pela  programação  deve discutir e propor soluções ao Gestor de Operação ‐ Qualidade, e se requerido, com  o Gestor do Contrato, para análise dos impactos, soluções e comunicação à equipe e ao  Cliente.  

 

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4.10 Apontamento de Horas 

As horas apontadas no R‐GQ‐13 Controle de Horas Diário devem ser lançadas na Planilha  de  Controle  de  Horas  até  a  sexta  feira  para  que  o  responsável  pela  programação  possa  enviar  semanalmente  (às  2ª  feiras  pela  manhã)  para  os  Gestores  de  Contrato  a  quantidade total acumulada de horas realizadas nos projetos, conforme PO 017 Realizar  Planejamento Integrado e Controladoria do Projeto. 

 

5 Indicadores de Desempenho  Não aplicável. 

 

6 Relatórios aplicáveis   Não aplicável. 

 

7 Documentos e Controles Relacionados  

R‐GQ‐10 Controle de Manuais e Certificados de Qualidade (CMCQ)  R‐GQ‐11 Relatório de Inspeção   

R‐GQ‐12 Relatório de Diligenciamento  R‐GQ‐13 Controle de Horas Diário  R‐GQ‐14 Plano de Inspeção e Testes  R‐GQ‐15 Lista de Pendências 

R‐GQ‐16 Controle de Equipamentos por Número de Série   R‐GQ‐19 Ficha de Materiais para Troca/Conserto/Calibração   R‐FAB‐01 Check List de Montagem 

Planilha de Controle de Horas    

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