• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

TÍTULO: EDUCAÇÃO EM SAUDE- ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ESTRATÉGIA DA SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF)

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO

CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

ÁREA:

SUBÁREA: ENFERMAGEM

SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): CAMILA CAETANO SANTANA, IAN DE OLIVEIRA GUEDES

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): LILIAN MAUREIRA VERGARA

(2)

1. RESUMO

Este estudo visa investigar, por meio de uma pesquisa integrativa, sobre a atuação do enfermeiro na Estratégia de Saúde da Família (ESF) quanto às suas competências e o entorno do contexto de saúde pública. Foi realizada nas bases de dados: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), Os critérios de inclusão utilizados foram: artigos escritos por um autor enfermeiro; artigos disponíveis na íntegra no sistema online; artigos nacionais em idioma português, escritos no período de 10 anos; que incluíssem os Descritores em Ciências da Saúde – DeCS. Os resultados evidenciam a importância da promoção em saúde para a sociedade, com foco no que o enfermeiro pode realizar dentro da ESF, criando relações/vínculos entre a comunidade e o profissional de saúde e como ambos podem se ajudar para uma boa assistência.

2. INTRODUÇÃO

A Estratégia Saúde da Família (ESF) proporciona a viabilização de entrada para o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), promove equidade em saúde e sua cobertura vem destacando-se com abrangência em todo país. Através da base de dados abordada pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicilio (PNAD), Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), a cobertura da população pela Saúde da Família no Brasil, passou de 50,9% (PMAD) para 53,4% (PNS), período compreendido entre 2008 e 2013, respectivamente em seus pesquisadores. Em 2013 os dados da PNS foram semelhantes aos administrativos do Departamento de Atenção Básica, cerca de aproximadamente 56% cadastrados (MALTA et al., 2013).

Nesse sentido, preconiza-se que a equipe mínima na Estratégia Saúde da Família (ESF) seja composta por: um médico generalista, um enfermeiro, dois auxiliares de enfermagem, cinco a seis agentes comunitários de saúde, além desses profissionais, pode-se acrescentar ainda um cirurgião-dentista generalista, auxiliar e/ou técnico em Saúde Bucal. Com isso, os princípios básicos do SUS são reafirmados, constituindo-se de universalização, descentralização, integralidade e participação da comunidade, se estruturando sobre a base do conjunto da família, território e a responsabilização, atribuindo dessa forma, o respaldado pelo trabalho em equipe (BRASIL, 2012).

(3)

Desse modo, o desenvolvimento da equipe é engajado no contexto da educação em saúde fazendo com que estabeleça manutenção da saúde e sua promoção, mas que não seja entendida somente como transmissão de conteúdos e sim, como a adoção de práticas educativas que busquem a autonomia dos indivíduos na condução de sua vida. Portanto, nessa conjuntura a educação em saúde é vista como o exercício de construção da cidadania (PEREIRA, 2003).

Outro aspecto importante a salientar são os cuidados e práticas exercidos pelos enfermeiros. Nota-se que o cuidar é indissociável da atuação do profissional de enfermagem, pois, além de dar ênfase nas questões biológicas, buscam a fragmentação desse paradigma na abordagem mais ampliada na sociedade, objetivando na indagação das relações subjetivas e sociais. Assim, o cuidado induz a prática e desse modo, faz com que haja a adaptação de valores éticos, humanitários, solidários e de cidadania, tendo em vista, a finalidade de valorização e respeito ao usuário do serviço de saúde. (CARVALHO et al., 2016).

3. OBJETIVO

Realizar uma revisão integrativa a fim de abordar o papel do enfermeiro dentro da educação na Estratégia de Saúde da Família, revendo algumas práticas para se ter um atendimento acolhedor e ao mesmo tempo sistêmico.

4. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo que enfatiza como método a revisão integrativa da literatura, a qual tem como propósito reunir e resumir o conhecimento científico já elaborado sobre a questão a ser investigada, ou seja, consiste em buscar, avaliar e sintetizar as evidências disponíveis para contribuir com o desenvolvimento do conhecimento na temática.

Para a efetuação da presente revisão integrativa foram realizadas definições da questão problemática tendo como objetivos da pesquisa o estabelecimento de critérios de inclusão e exclusão das publicações (seleção da amostra); busca na literatura; análise e categorização dos estudos, apresentação e discussão dos resultados. Verificou-se em março de 2017 a busca de publicações anexadas nas seguintes bases de dados: Ministério da Saúde (MS) na Política Nacional de

(4)

Atenção Básica (PNAB), e na biblioteca eletrônica Scientific Electronic Library Online

(Scielo).

Manifestou-se preferência por estas bases de dados e biblioteca por compreender que alcancem a literatura publicada, com referências técnico-científicas brasileiras em enfermagem e ressalta regularidade em conceitos da área da saúde, artigos que tenham entre os autores ao menos um pesquisador enfermeiro; artigos disponíveis na íntegra no sistema online; artigos nacionais em idioma português, escritos no período de dez (10) anos. Foi utilizado o cruzamento dos descritores Educação em Saúde, Estratégia Saúde da Família (ESF) e Enfermagem em Saúde Publica. Com a intenção de representar e identificar os resultados, evidenciando o conhecimento produzido sobre o tema proposto, realizou-se a análirealizou-se, categorização e sínterealizou-se dos conteúdos.

5. DESENVOLVIMENTO

Mediante as mudanças no campo de saúde e seus anexos, tem se ampliado debates a respeito de promoção à saúde em busca de melhor entendimento na área. Durante a 1ª Conferência Internacional sobre Promoção de Saúde, realizada em Ottawa, definiu-se promoção da saúde como “o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo”. (MINISTERIO DA SAÚDE, 2002)

Ao falar de promoção da saúde é importante que se entenda o indivíduo de forma holística, perfil este relacionado com o ambiente social no qual está inserido, condições de vida, moradia, trabalho e lazer. Nessa visão, a promoção de saúde, como vem sendo entendida nos últimos vinte, vinte cinco anos, torna-se uma estratégia promissora para encarar os problemas de saúde que afetam a população de um modo geral, mostrando caminhos para a suma necessidade de interação entre os saberes da população e técnicos, mobilização de recursos institucionais e da comunidade, buscando intermediações viáveis para os problemas de saúde. (BUSS, 2000).

No entendimento voltado para o cuidar/educando, o profissional que realiza educação e cuidado precisa de habilidades técnicas e competências emocionais nas relações paciente-profissional. Sendo assim, a educação em saúde pode ser

(5)

compreendida como uma prática integral, devendo ser utilizada em todas as etapas do “promover saúde”, tornando-se mais aceitável e facilitada quando há integração da comunidade nesse processo. (VILLA, 2006).

Em 1994 surge o Programa Saúde da Família, reconhecido mais tarde com ESF (Estratégia de Saúde da Família), foi embasado nos conceitos do SUS e teve como objetivo: a reorganização das práticas do campo assistencial com novas bases e formas de avaliação, o foco estava voltado em substituir o modelo tradicional de assistência, onde era relacionado apenas para modo curativo. (FRANCO, 2007).

Embora tivessem surgidas alterações no modelo de Atenção Primária de Saúde (APS), a abordagem familiar inicialmente demonstra uma atenção sem profundidade adequada para conhecimento de problemas das famílias e suas possíveis origens. Pode se explicar isso, como reflexo de processos de trabalho focados somente na doença e no indivíduo; problema comum na APS da América Latina, mesmo tendo avanço no sentido da medicina familiar é exigido comprometimento para implantação das mudanças que tiveram petições oficiais. (ANDERSON, 2013 e ALENCAR, 2014).

Destaca-se a ESF, na colaboração significativa para melhoria dos indicadores de saúde no país, modificando o perfil de morbimortalidade da população, além de reduções de internações, por vezes desnecessárias. Desta forma, é importante que a avaliação da qualidade dos serviços prestados na unidade de saúde seja feita, pois conforme o sistema responde com qualificação dos seus serviços, evolução, mais verbas são investidas: novas formas de gestão e cuidado, ações mais acessíveis, resolutivas e humanizadas aos usuários. (VICTORA et al., 2011; SERAPIONI, 2009).

A Estratégia Saúde da Família é composta por meio de uma equipe mínima composta pelo médico, enfermeiro, auxiliar o técnico em enfermagem, agentes comunitários e cirurgião-dentista, entretanto o enfermeiro tem papel fundamental e assume o desafio de prestar uma Atenção Primária à Saúde (APS), preconizando a atividade educativa, regida pelos princípios de promoção à saúde, onde a atuação multiprofissional é considerada importante para os indicadores de saúde e qualidade dos indivíduos. (BRASIL, 2002)

(6)

A efetivação das inovações está na ampla capacidade dos profissionais de saúde da ESF, no Brasil a ESF contribui para efetivação das redes devido à sua potencial ação para coordenar a atenção do usuário e integrar os serviços, levando sempre em consideração que os pontos de referências secundários e terciários sejam previamente estabelecidos e suficientes para a demanda. (RODRIGUES, 2014).

Em contrapartida, percebe-se que há uma lacuna em relação à acessibilidade na perspectiva dos profissionais de saúde, sendo um agravante para o serviço de saúde, uma vez que é por meio do acesso, que o profissional tem o momento de ser acolhedor, ouvinte e conhecer as necessidades do paciente, aumentando a confiança entre o profissional e usuário, entretanto também direciona ao cuidado adequado se necessitar. (TESSER; POLI; CAMPOS, 2010).

A atribuição não consiste apenas no acesso ou entrada do usuário na unidade de saúde básica, pode se dizer que ultrapassa os pontos relacionados ao acolhimento e humanização da atenção ofertada. Segundo alguns autores, a acessibilidade é tida como adequação entre a oferta e a demanda de serviços, e inclui a disponibilidade, acessibilidade geográfica, comodidade ou acesso socio-organizacional, bem como possibilidade de pagamento, acessibilidade financeira e aceitabilidade. (TESSER; NORMAN, 2015 e COELHO; JORGE, 2014)

É importante salientar que, profissionais que o mercado procura/exige são os que possuem capacidade de resolver problemas de forma rápida e precisa, ter bom relacionamento com o público alvo, no caso relações entre família e sua abordagem, educando a população de forma consciente onde os indivíduos e famílias entendam processo de saúde-doença, sendo relevante o contexto onde essas pessoas estão inseridas, culturalmente e economicamente falando. (STARFIELD, 2002)

Mediante essas constatações, aponta-se a importância de uma formação dos profissionais de saúde voltada para a área da saúde da família, pois o modelo de atenção à saúde na ESF exige dos profissionais conhecimentos específicos e as atribuições da equipe são complexas e múltiplas, expansão nas diferentes assistências médicas e como as ações educativas podem colaborar para promover e prevenir saúde. (MITRE; ANDRADE; COTTA, 2012)

(7)

Dentro da limitação dos enfermeiros dentro da ESF, percebe-se que não conseguem dedicar se mais devido à grande demanda curativa procurada pelas pessoas, falta de profissionais, trabalho burocrático, de coordenação e gerência da unidade, bem como reuniões na secretária que utilizam grande tempo e sobrecarregando o trabalho do cotidiano. (MARQUES e SILVA, 2004)

Entra em destaque também, o fato da ESF dividir o mesmo espaço de funcionamento da Unidade Básica de Saúde (UBS), fator este que dificulta a compreensão da população em distinguir os dois serviços, que são diferentes, mas coopera para o bem estar do paciente, visão que deve ser passada pelo profissional com saberes e competências compatíveis com essa prática. Desta forma, os autores afirmam que há necessidade de qualificar/aperfeiçoar a prática educativa dos profissionais da saúde coletiva, mantendo educação continuada para suprir essas falências. (SILVA; DIAS; RODRIGUES, 2009 e MARCON; LOPES; LOPES, 2008).

Mesmo sendo um desafio para os profissionais da ESF em relação às práticas de educação, devem-se entender os novos padrões, modernizando as visões e procurando formas de repensar a metodologia de trabalho atual.bO enfermeiro é peça crucial em todas as etapas e como educador deve está atento as novas adequações e avaliando sempre a realidade dos indivíduos para se aplicar intervenções. (ARAÚJO; VILAS BOAS; TIMÓTEO, 2007).

RESULTADOS PRELIMINARES

A apresentação final desta revisão foi composta por nove artigos científicos, apurados pelos critérios de inclusão inicialmente destacados. Assim, das publicações elencadas, quatro abordavam o tema proposto e foram selecionadas para compor este estudo. A seguir apresenta-se um panorama geral das publicações.

Tabela 1 - Distribuição das publicações selecionadas nas bases de dados e biblioteca eletrônica.

Bases de Dados e Biblioteca Eletrônica

Educação em saúde/ Atuação da Enfermagem na ESF

Publicações selecionadas

%

(8)

MS 1 1 25

Total 9 4 100

No que se refere aos periódicos dos artigos selecionados, foram identificados 3, com destaque para a Revista da Escola de enfermagem da USP , responsável por 33,33% das produções sobre a temática analisada.

Tabela 2 - Distribuição dos artigos segundo os periódicos

Periódicos

Artigos Selecionados

%

Revista da Escola de Enfermagem da USP 3 33,33 Revista Ciência & Saúde Coletiva 2 22,22 Revista Brasileira de enfermagem REBEn 1 11,11

Acta Paulista de Enfermagem 1 11,11

Escola de Enfermagem Anna Nery 1 11,11

Ministério da Saúde 1 11,11

Total 9 100

Quanto ao período de publicação, constatou-se que os anos que apresentaram maior número de artigos publicados foram em 2016, com três publicações, correspondendo a 33,33% de publicações incluídas no estudo em cada ano. Os anos de 2008, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2015 possuem um estudo cada, o que representa 11,11% das publicações por ano respectivamente.

Em relação ao delineamento de pesquisa, identificou-se que das nove publicações, dois utilizaram abordagem descritiva/quantitativa (22,22%), dois descritiva/exploratória/qualitativa (22,22%), e os outros cinco apresentando cada, uma abordagem transversal, seccional, qualitativa, comparação de resultados e uma Política Nacional do Ministério da Saúde (11,11%).

(9)

A maior parte dos estudos foi desenvolvida no Estado de São Paulo, representando 44,44% das pesquisas. O estado do Rio de Janeiro correspondendo (33,33), e Distrito Federal com o equivalente a 22,22%. A análise dos dados possibilitou a classificação das publicações em diferentes temáticas em relação a esta revisão integrativa.

Dessa forma, pode-se perceber a importância de artigos científicos publicados sobre educação em saúde, uma vez que se trata da promoção em saúde para a sociedade, com foco na atuação de enfermagem na Estratégia Saúde da Família que se encontra em franco desenvolvimento. Nesse contexto, aborda-se o conceito e as fases que constituem a educação em saúde.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nesta investigação foram encontrados estudos que descrevem, verificam e caracterizam a atuação do enfermeiro na Estratégia da Saúde da Família (ESF) em conjunto com a indução da promoção na aplicação de Educação em Saúde. Também foram identificadas pesquisas sobre estratégias e características frente aos diversos ambientes dentro do tema proposto.

Verificou-se que não basta o domínio das técnicas e teorias para que se faça o melhor tratamento para os usuários. Más, que se faça necessário ter o entendimento numa constante visão holística, possibilitando distinguir crenças e valores dentro da comunidade, no coletivo e o ambiente. Ainda assim, espera-se que os conhecimentos revelados por este estudo possam ampliar as expectativas de uma melhor educação em saúde, com vistas a tornar a Estratégia da Saúde da Família (ESF) um ambiente prioritário para a comunidade interagir diretamente com uma equipe multidisciplinar em ênfase com o enfermeiro.

No entanto, tendo em vista a importância desta problemática “Educação em Saúde: Atuação do Enfermeiro na Estratégia da saúde da Família (ESF)”, proporcionou estudos que buscam identificar e contribuir para uma reflexão na prática, acreditando-se que possa dessa maneira construir um novo olhar sobre a educação em saúde, pautado em relações dialógicas e na valorização do saber popular entre o enfermeiro e o individuo.

(10)

7. FONTES CONSULTADAS

 CARVALHO V. About the professional identity in Nursing: punctual

reconsiderations in philosophical vision. Rev Bras Enferm [Internet]. 2013 [cited 2015 May 13]; 66 (Esp):24-32. Available from:

http://www.scielo.br/pdf/reben/v69n6/0034-7167-reben-69-06-1124.pdf

 MALTA, D.C, et al. A Cobertura da Estratégia de Saúde da Família no

Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Disponível em:

http://www.scielo.br/pdf/csc/v21n2/1413-8123-csc-21-02-0327.pdf Acesso em: 10/03/2017.

 MINISTÉRIO DA SAÚDE, Política Nacional de Atenção Básica, Brasília

2012; http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf

 PEREIRA A. L.F. As tendências pedagógicas e a prática educativa nas

ciências da saúde. Cad Saúde Pública. 2003;19(5):1527-34. (Rev Esc Enferm USP 2012; 46(3):641-9. Acesso em: 10/03/17. Disponível em <

http://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/40992>

 R, SCHAEFER; JUNGES, R.J. A construção da competência ética na

percepção de enfermeiros da Atenção Primária. Rev Esc Enferm USP- 2014; 48(2):329-34 www.ee.usp.br/reeusp);

 LIMA, E. F.A, et al. Avaliação da Estratégia Saúde da Família na

Perspectiva dos Profissionais de Saúde. Esc Anna Nery 2016;20(2):275-280. Acesso em: 10/03/17, disponível em<

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-81452016000200275

 ARANTES, J.L. SHIMIZU, E.H; HAMANN, M.E.Processos

organizacionais na Estratégia Saúde da Família: uma análise pelos

enfermeiros. Acta Paul Enferm. 2016; 29(3):274-81. Acesso em 12/03/17, disponível em< http://www.scielo.br/pdf/ape/v29n3/1982-0194-ape-29-03-0274.pdf>

 ROECKER, S; BUDÓ, M.L.D; MARCON, S.S.Trabalho educativo do

enfermeiro na Estratégia Saúde da Família: Dificuldades e perspectivas de mudanças. Rev Esc Enferm USP 2012; 46(3): 641-9. Acesso em< 17/03/17, disponível em <http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v46n3/16.pdf>

(11)

 CERVERA, D.P.P; PARREIRA, B.D.M; GOULART, B.F. Educação em saúde: percepção dos enfermeiros da atenção básica em Uberaba (MG). Revista Ciênc. Saúde Coletiva vol.16, supl.1 Rio de Janeiro 2011. Acesso em: 09/03/2017, disponível em

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232011000700090>

Referências

Documentos relacionados

mente o sistema de equaçSes diferenciais a derivadas parciais. Embora o mutoüo e conseqüentes resultados se apliquem ao. modelo original de Landou, tem-se em mente um modelo

Conforme mencionado anteriormente, a partir de questões já estudadas pelo professor Manzini, aqui também reflete-se sobre o debate contínuo das comunidades criativas; o metadesign;

O participante selecionado citado no resultado deverá receber seu prêmio pelos Correios. O endereço de envio será o que consta no Cadastro do Portal do Associado no

Desse modo, não se pode desconsiderar as soluções técnicas que apresentam volumes de reservatório inferiores a 11 m³, uma vez que a os indicadores econômicos são

As marcas Intermarché São 2000 produtos para todas as necessidades identificados com o nosso

Para comemorar essa data, os alunos do 3º ano B realizarão uma saída pedagógica ao Espaço Ler - Editora Cassol.. Essa saída visa a complementar os conceitos desenvolvidos em

Um programa de ginástica facial desenvolvido três vezes por semana, durante seis semanas, demonstrou não ser eficaz para promover a recuperação dos movimentos e

Nota: (1) Múltiplo obtido com base em EBITDA dos últimos 12 meses findos em 30/06/11 de R$ 74,5 milhões, não auditado, conforme reportado pela Schio (2)