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Academic year: 2021

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TÍTULO: UTILIZAÇÃO DO ENDOCARPO DO COCO DA MACAÚBA NA PRODUÇÃO DE CONCRETO PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA ÁREA:

SUBÁREA: Engenharias SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): FACULDADES INTEGRADAS PITÁGORAS - FIP-MOC INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): LUIZ EDUARDO DE ALMEIDA BOAVENTURA, DOUGLAS SOARES MATOS, LUCAS SOARES MATOS, CAIO GIOVANNY DOS SANTOS ALKMIM DUARTE

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): ATONIO CARLOS MOREIRA DA COSTA JUNIOR ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): COOPER RIACHÃO COLABORADOR(ES):

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CATEGORIA CONCLUÍDO

1.RESUMO

O uso de materiais com menor impacto social e ambiental tornou-se uma necessidade para minimizar os impactos da construção civil, além de possibilitar a diminuição dos custos da obra. O uso do endocarpo do coco da Macaúba pode favorecer esse processo. Objetivou-se com este estudo avaliar as possíveis utilizações para o endocarpo, proveniente do coco macaúba em substituição a agregados do concreto tradicional, na fabricação de argamassa e concreto permeável. Realizou-se ensaios de modo a definir traços de concreto, com base nas referências pertinentes ao concreto convencional. Observou-se resistência à compressão, à tração, o peso específico e à capacidade drenante do concreto permeável. Após realização de testes, conclui-se que o uso do endocarpo do coco da macaúba, pode ser uma opção viável para regiões de baixo índice pluviométrico ou com alagamento, devido a sua excepcional permeabilidade. Também é possível potencializar o efeito da substituição da brita pelo endocarpo do coco de Macaúba, produzindo um concreto mais leve e com menor custo.

2.INTRODUÇÃO

A Engenharia Civil tem atuação fundamental no processo de urbanização, envolvendo processos complexos em várias etapas de projeto e sendo o ponto de partida para a organização espacial. Desse modo, a grande interferência da Engenharia Civil acaba por gerar algum tipo de poluição e com isso, diferentes níveis de degradação ambiental (QUEIROZ, 2016).

O uso de materiais com menor impacto social e ambiental tornou-se uma alternativa para minimizar os efeitos nocivos da construção civil para o meio ambiente, além de possibilitar a diminuição dos custos da obra. Pensando nisso, a inclusão de materiais alternativos na construção vem sendo pesquisada e adotada de maneira crescente no processo, abrindo novas perspectivas, como o uso de material vegetal na elaboração do concreto.

A Macaúba (Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex. Martius) é uma palmeira arborescente perene, frutifera, nativa de florestas tropicais e com ampla distribuição, se estendendo do México à Argentina, embora sua ocorrência seja mais abundante

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nas Antilhas, Costa Rica, Paraguai e Brasil (CETEC, 1983). Especificamente no Brasil, ocorre de forma nativa em praticamente todos os estados brasileiros, como no Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo, toda a região Sul e Tocantins, sendo amplamente disseminada pelas áreas do Cerrado e Pantanal (RATTER et al., 2003). No estado de Minas Gerais a macaúba pode ser largamente encontrada em três regiões principais que são Alto Paranaíba, Zona Metalúrgica e na região de Montes Claros (MOTTA et al., 2002).

O fruto da Macaúba é utilizado para extração de óleo, sendo essa a sua principal finalidade no mercado. Como características físicas o fruto apresenta forma globosa com 2,5 a 5,0 cm de diâmetro, constituído por epicarpo cartáceo com coloração marrom-amarelada (casca), mesocarpo fino, branco ou amarelado, fibroso, mucilaginoso e comestível (polpa), endocarpo que compõe cerca de 33% do fruto sendo a parte mais dura, densa, enegrecida, com aproximadamente três mm de espessura que envolve a semente (BONDAR, 1964; ALMEIDA et al., 1998; NUCCI, 2007), conforme mostra a figura 1.

Figura 1 – Fruto da Macaúba e suas estruturas

Fonte: Arquivo pessoal do autor

Com a extração de óleo do coco da Macaúba partes como o endocarpo são destinadas a produção de carvão vegetal, porém, esse material apresenta características que permitem usos diversos, com aproveitamento nobre para esse subproduto.

Quanto às propriedades físicas do endocarpo do fruto da Macaúba, Evaristo et al. (2016) observaram altos valores médios de densidade a granel, poder calorífico superior, menor teor de cinzas, alto de teor de carbono fixo e alta densidade energética em relação aos demais componentes do fruto.

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3.OBJETIVOS

Para esta pesquisa objetivou-se estudar as propriedades do concreto com a substituição do agregado graúdo convencional (brita), pelo endocarpo do coco macaúba. Dessa forma, criou-se traços através de ensaios feitos com base nas NBR pertinentes ao concreto convencional, de forma a atingir a expectativa esperada dos mesmos, acrescidas aos benefícios relacionados às características e propriedades do endocarpo como menor peso específico do material, maior capacidade de deformação e sustentabilidade.

4.METODOLOGIA

Para elaboração desta pesquisa partiu-se do método dedutivo e indutivo utilizando também conhecimentos baseados na experiência própria a fim de comprovar a possível utilização do material estudado na construção civil. O método exploratório foi usado para se obter maior familiaridade com a utilização do endocarpo na construção civil, assim como os métodos descritivo e explicativo na coleta e explicação dos dados, bem como, as vantagens e desvantagens da substituição do endocarpo pela brita ou a junção dos dois componentes na mistura.

Quanto à abordagem a pesquisa é classificada como quali-quantitativa, pois analisou-se os dados de forma indutiva e quantificou informações encontradas por meio de tabelas comparativas. O levantamento bibliográfico foi usado no que diz respeito ao endocarpo e das britas quanto à resistência e usos atuais. Já a pesquisa experimental e laboratorial respaldou as hipóteses levantadas ao testar tratamentos com traços de teste de drenagem e por meio da compressão para medir a resistência individual de cada corpo de prova elaborado.

O estudo de campo foi realizado por meio de visita à Cooper Riachão que é a maior fábrica produtora de óleo de coco do Norte de Minas. Essa visita objetivou a busca de informações sobre o processo de coleta e a quantidade de resíduos produzidos pela atividade de extração do óleo do fruto da Macaúba para posteriormente realização dos teste em laboratório. Já quanto a natureza, esta pesquisa é considerada aplicada, por objetivar gerar conhecimentos resultantes em aplicações práticas do endocarpo na construção civil.

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5.DESENVOLVIMENTO

A aquisição do endocarpo foi feita na Cooper Riachão localizada na comunidade rural de Riacho D ́Antas no município de Montes Claros Norte de Minas Gerais em lote único do ano de 2017. Em seguida compararam-se, em laboratório, as características físicas do endocarpo do coco da Macaúba com as características físicas da brita e da areia para se identificar qual o agregado seria substituído pelo subproduto.

Assim, com base nos resultados obtidos para o endocarpo do coco Macaúba, esse foi adequado a NBR 16416:2015 (Pavimentos permeáveis de concreto - Requisitos e procedimentos) com o processamento do material antes de aplica-lo diretamente no cimento. Para isso realizou-se a britagem e separação em granulometria especifica (Figuras 2 e 3) para ser incorporado ao concreto como agregado graúdo em substituição a brita.

Figura 2 – Trituração do endocarpo.

Fonte: Arquivo pessoal do autor

Figura 3 – Processo de granulometria Fonte: Arquivo pessoal do autor

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Depois de alcançada a granulometria correta, foram projetados dois ensaios de concreto permeável que são geralmente usados em passeios e sarjetas que não exijam alta resistência, e o concreto convencional de acordo com a NBR 12655. Esses ensaios possuíam quantidades similares de agregados do traço de 25 MPA. Para os ensaios utilizou-se o corpo de prova teste e o corpo de prova onde a brita foi substituída pelo endocarpo como descrito abaixo:

Ensaio 1 – 11,9 kg de areia lavada + 12 kg de brita + 5kg de cimento Portland + 2,5 L de água

Ensaio 2 – 11,9 kg de areia lavada + 3,3 kg de endocarpo+ 5kg de cimento Portland + 2,5 L de água + 250 ml de aditivo Cemix 2000

Ensaio 3 (Concreto permeável) – 2,8kg de endocarpo (granulometria de 4,8 mm a 9,5 mm) + 1kg de cimento Portland + 0,42 L de água.

Seguiu-se o processo com a betoneira para mistura do traço. No traço do ensaio 1 foi adicionado a betoneira a água, a brita, a areia e por último o cimento. Para o traço do ensaio 2 foi feita a mesma mistura seca sendo o endocarpo introduzido por último no lugar da brita, seguido do cimento e o acréscimo gradual da água.

Com a massa pronta moldou-se 14 corpos de prova, sendo 7 corpos para o ensaio 1 e 7 corpos para o ensaio 2. Os corpos de prova dos dois ensaios passaram por testes de resistência à compressão, elasticidade, tração e peso específico.

De acordo com a norma brasileira de concreto permeável NBR 16416:2015, realizou-se o ensaio 3, com a moldagem específica para concretos permeáveis, como mostra a imagem a baixo, que exige uma resistência mínima para concretos permeáveis moldados no local maior ou igual a 2 MPa.

Figura 4 – Adensamento de corpos de

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Fonte: Arquivo pessoal do autor 6.RESULTADOS

Não foi observada resistência significativa no primeiro ensaio de concreto com adição de endocarpo de coco de Macaúba. Esse resultado se deu devido ao grande volume de endocarpo de coco de Macaúba utilizado como agregado graúdo para se chegar ao peso pedido pelo traço de concreto convencional que leva a brita como agregado graúdo. Assim, o concreto com substituição da brita pelo endocarpo do coco de Macaúba foi 60% mais leve do que o concreto em que se utilizou a brita como agregado graúdo (Tabela 1).

Tabela 1. Ensaio de compressão

Como alternativa para baixa resistência obtida realizou-se novo ensaio, onde o concreto com substituição da brita pelo endocarpo de coco de Macaúba chegou a 19,5

Amostra Idade Tensão de ruptura (Mpa)

Carga de ruptura

(Kgf) Tipo de ruptura Concreto com endocarpo de coco de Macaúba

1 4 16,6 13,280 Cônica Bipartida 2 4 15,3 12,240 Outro 3 7 17,8 14,260 Colunar 4 7 16,7 13,390 Cisalhada 5 14 14 11,200 Colunar 6 14 19,7 15,780 Cisalhada 7 28 19,5 15,600 Cônica Cisalhada 8 28 19,3 15,440 Cisalhada Média 17,4 13,899 -

Concreto com brita

1 1 9,9 7,900 Cônica cisalhada 2 7 21,6 17,300 Cisalhada 3 7 21 16,810 Cisalhada 4 28 20,3 16,290 Cônica bipartida 5 28 28 22,410 Cônica cisalhada Média 20,2 16,142 -

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Mpa, sem uso de aditivos e com possibilidade de melhora nos resultados com o aumento da idade do concreto, como demonstrado na tabela acima.

No teste de drenagem, a comparação entre as placas planas de concreto com substituição da brita pelo endocarpo de coco de Macaúba e da placa feita com concreto sem a substituição da brita e nos corpos de prova permeáveis, demonstrou que a adição do endocarpo de coco de Macaúba permitiu maior drenagem de água, devido à concavidade criando maiores espaços vazios.

Figura 5 – Concreto permeável utilizando endocarpo do coco

Fonte: Arquivo pessoal do autor.

Polastre e Santos (2006) afirmam que para que haja permeabilidade do concreto é necessário que o mesmo possua uma grande quantidade de vazios interligados e pouca ou nenhuma quantidade de areia, permitindo a infiltração em toda porção do concreto.

O uso do concreto permeável pode atingir um grau de permeabilidade suficiente para que todo o volume de água vindo da chuva seja totalmente absorvido, acabando quase que totalmente o escoamento superficial.

A resistência à tração depende de vários fatores, principalmente da aderência dos grãos dos agregados com a argamassa (ALMEIDA (2002)), para o estudo da tração existem três tipos de ensaios: tração direta, compressão diametral (NBR 7222 (2011)) e tração na flexão (NBR 12142 (2010).

Tabela 2. Resistência à tração por compressão diametral

Amostra Idade Tensão de ruptura Mpa Carga de ruptura Kgf Concreto com endocarpo de coco de Macaúba – Fck 25,0

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Gráfico 1 – Determinação do módulo estático de elasticidade.

No caso de materiais como o concreto, a massa específica, a fração volumétrica, o módulo de deformação dos principais componentes e características da zona de transição determinam o comportamento elástico (MEHTA e MONTEIRO, 2008). Do mesmo modo, para Shehata (2005) os agregados graúdos têm uma grande influência no módulo de elasticidade.

No teste de drenagem, a comparação entre as placas planas de concreto com substituição da brita pelo endocarpo de coco de Macaúba e da placa feita com concreto sem a substituição da brita, demonstrou que a adição do endocarpo de coco de Macaúba permitiu maior quantidade de água drena em um menor intervalo de tempo (50% mais eficaz).

Figura 5 – Concreto permeável utilizando endocarpo do coco

Fonte: Arquivo pessoal do autor.

Polastre e Santos (2006) afirmam que para que haja permeabilidade do concreto é necessário que o mesmo possua uma grande quantidade de vazios interligados e

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pouca ou nenhuma quantidade de areia, permitindo a infiltração em toda porção do concreto.

O uso do concreto permeável pode atingir um grau de permeabilidade suficiente para que todo o volume de água vindo da chuva seja totalmente absorvido, acabando quase que totalmente o escoamento superficial.

Os traços de concreto, tanto com a adição do endocarpo de coco da Macaúba em substituição a brita, como o concreto sem essa substituição, foram caracterizados somente pela resistência a compressão e permeabilidade, não sendo efetuado ainda estudos de desgaste superficial, fundamentais para que se pudesse avaliar a vida útil de pavimentos permeáveis.

7.CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que a utilização do endocarpo do coco da Macaúba na construção civil apresenta bons resultados em termos de resistência à compressão, à tração, ao baixo peso específico e à grande capacidade drenante do concreto permeável, além das vantagens sociais e ambientais.

Por possuir boa permeabilidade pode ser uma opção viável para regiões de baixo índice pluviométrico, tornando capaz o armazenamento e/ou a reutilização da água de chuva, além de ser efetivo em casos de alagamentos.

Ainda é possível potencializar o efeito da substituição da brita pelo endocarpo do coco de Macaúba com uso de aditivos, porém existe a possibilidade de aumento dos custos do produto final, sendo uma alternativa a ser rigorosamente pensada.

Por fim, pode-se afirmar que os impactos negativos ao ambiente podem ser minimizados, pois, o uso do endocarpo do coco da Macaúba no concreto simples possibilita o aproveitamento de um subproduto que não está relacionado às pedreiras com alto impacto social e ambiental, além do produto ser renovável.

8.FONTES CONSULTADAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 12655:2015 -Concreto - Preparo, controle e recebimento. 2015.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 16416:2015 – Pavimentos permeáveis de concreto - Requisitos e procedimentos. 2015.

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ALMEIDA, S. P.; PROENÇA, C. E. B.; SANO, S. M.; et al. Cerrado: espécies vegetais úteis. Planaltina: Embrapa-CPAC, p. 14-19.1998.

BONDAR, G. Palmeiras do Brasil. São Paulo: Instituto de Botânica, São Paulo, n.2; p. 50-554. 1964.

CETEC – Centro Tecnológico de Minas Gerais. Produção de combustíveis líquidos a partir de óleos vegetais: Estudo das oleaginosas nativas de Minas Gerais. Belo Horizonte – MG. 1983.

EVARISTO, A. B.; MARTINO, D.C.; FERRAREZ, A.H. et al. Potencial energético dos resíduos do fruto da macaúba e sua utilização na produção de carvão vegetal. Ciência Florestal, Santa Maria, v. 26, n. 2, p. 571-577, abr.-jun., 2016. MEHTA, K.P.; MONTEIRO, P.J.M. Concreto: microestrutura, propriedades e materiais. 3. ed. São Paulo: Pini, 674 p. 2008.

MOTTA, P. E. F.; CURI, N.; OLIVEIRA-FILHO, A. T.; et al. Ocorrência da macaúba em Minas Gerais: relação com atributos climáticos, pedológicos e vegetacionais. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 37, n 7, p. 1023-1034, 2002.

NUCCI, S. M. Desenvolvimento, caracterização e análise da utilidade de marcadores microssatélites em genética de população de macaúba. 90f.

Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical e Subtropical) – Instituto Agronômico, Campinas, 2007.

POLASTRE, B.; SANTOS, L.D. Concreto Permeável – Impermeabilização Do Solo E Drenagem Urbana. Universidade de São Paulo (USP), São Paulo. 2006. Disponível em: http://www.fau.usp.br Acesso em: 19 jul. 2018.

QUEIROZ, N.T.Construções sustentáveis na Engenharia Civil e a responsabilidade socioambiental. Rev. Bras. Gest. Amb. Sustent., v. 3, n. 6, p. 255-263, 2016. RATTER, J. A.; BRIDGEWATER, S.; RIBEIRO, J. F. Analysis of the floristic composition of the Brazilian Cerrado vegetation. III: comparison of the woody vegetation of 376 areas. Edinburgh Journal of Botany, 60, 57-109. 2003. SHEHATA, L.D. Deformações instantâneas de concreto. In: ISAÍA, G.C. (Ed.). Concreto: ensino, pesquisa e realizações. São Paulo: IBRACON, 2005.

Referências

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