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CNC 8070 TRABALHO COM APALPADOR (MODELO M ) (REF: 0710) (Ref: 0710)

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CNC 8070

(R

EF

: 0710)

TRABALHO COM APALPADOR

(MODELO ·M·)

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(3)

Todos os direitos reservados. Não se pode reproduzir nenhuma parte desta documentação, transmitir-se, transcrever-se, armazenar-se num sistema de recuperação de dados ou traduzir-se a nenhum idioma sem o consentimento expresso de Fagor Automation. Proíbe-se qualquer reprodução ou uso não autorizado do software, quer seja no conjunto ou em parte.

A informação descrita neste manual pode estar sujeita a variações motivadas por modificações técnicas. Fagor Automation se reserva o direito de modificar o conteúdo do manual, não estando obrigado a notificar as variações. Todas as marcas registradas ou comerciais que aparecem no manual pertencem aos seus respectivos proprietários. O uso destas marcas por terceiras pessoas para outras finalidades pode vulnerar os direitos dos proprietários.

É possível que o CNC possa executar mais funções que as captadas na documentação associada; não obstante, Fagor Automation não garante a validez das referidas aplicações. Portanto, a menos que haja licença expressa de Fagor Automation, qualquer aplicação do CNC que não se encontre indicada na documentação deve-se considerar como "impossível". De qualquer maneira, Fagor Automation não se responsabiliza por lesões, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC se este é utilizado de maneira diferente à explicada na documentação relacionada.

Se há contrastado o conteúdo deste manual e sua validez para o produto descrito. Ainda assim, é possível que se tenha cometido algum erro involuntário e é por isso que não se garante uma coincidência absoluta. De qualquer maneira, se verifica regularmente a informação contida no documento e se procede a realizar as correções necessárias que ficarão incluídas numa posterior edição. Agradecemos as suas sugestões de melhoramento.

Os exemplos descritos neste manual estão orientados para uma melhor aprendizagem. Antes de utilizá-los, em aplicações industriais, devem ser convenientemente adaptados e também se deve assegurar o cumprimento das normas de segurança.

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VIRUS INFORMÁTICOS

FAGOR AUTOMATION garante que o software instalado não contém nenhum vírus informático. É de responsabilidade do usuário manter o equipamento limpo de vírus para garantir o seu correto funcionamento.

A presença de vírus informáticos no CNC pode provocar um mau funcionamento. Se o CNC se conecta diretamente a outro PC, está configurado dentro de uma rede informática ou se utilizam disquetes ou outro suporte informático para transmitir informação, se recomenda instalar um software anti-virus.

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis à presença de um virus informático no sistema.

A presença de vírus informáticos no sistema faz com que se perda a garantia. AMPLIAÇÕES DE HARDWARE

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis a uma modificação do hardware por pessoal não autorizado por Fagor Automation.

A modificação do hardware do CNC por pessoal não autorizado por Fagor Automation faz com que se perda a garantia.

SEGURANÇA DA MÁQUINA

É de responsabilidade do fabricante da máquina, que as medidas de segurança da máquina estejam habilitadas com o objetivo de evitar lesões a pessoas e prever danos a CNC como aos equipamentos ligados ao mesmo.

Durante o arranque e a validação de parâmetros do CNC, se comprova o estado das seguintes seguranças:

• Alarme de medição para eixos analógicos.

• Limites de software para eixos lineares analógicos e sercos.

• Monitoração do erro de seguimento para eixos analógicos e sercos (exceto o eixo-árvore), tanto no CNC como nos reguladores.

• Teste de tendência nos eixos analógicos.

Se alguma delas está desabilitada o CNC mostra uma mensagem de advertência, e será necessário habilitá-la para garantir um ambiente seguro de trabalho.

FAGOR AUTOMATION não se responsabiliza por lesões a pessoas, danos físicos ou materiais que possa sofrer ou provocar o CNC, e que sejam imputáveis a uma anulação de alguma das normas de segurança.

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CNC 8070

(REF: 0710)

I N D I C E

Declaração de conformidade ... I Histórico de versões ... III

CAPÍTULO 1 NOÇÕES PRÉVIAS SOBRE O APALPADOR.

1.1 Ativar o apalpador... 2

1.2 Comportamento do avanço nos movimentos do apalpador. ... 3

CAPÍTULO 2 TRABALHO COM APALPADOR. 2.1 G100 Movimentos com apalpador. ... 5

2.2 G101/G102. Incluir/excluir o erro de medição na cota teórica. ... 8

2.3 Propriedades das variáveis associadas à medição. ... 11

CAPÍTULO 3 CICLOS FIXOS. LINGUAGEM ISO. 3.1 #PROBE 1. Calibragem de ferramenta (dimensões e desgastes). ... 15

3.1.1 Programação do ciclo. ... 17

3.1.2 Funcionamento básico... 21

3.2 #PROBE 2. Calibragem do apalpador de medida. ... 22

3.2.1 Programação do ciclo. ... 23

3.2.2 Funcionamento básico... 24

3.3 #PROBE 3. Medição de superfície. ... 25

3.3.1 Programação do ciclo. ... 26

3.3.2 Funcionamento básico... 28

3.4 #PROBE 4. Medição do canto exterior. ... 29

3.4.1 Programação do ciclo. ... 30

3.4.2 Funcionamento básico... 31

3.5 #PROBE 5. Medição de canto interior. ... 32

3.5.1 Programação do ciclo. ... 33

3.5.2 Funcionamento básico... 34

3.6 #PROBE 6. Medição de ângulo sobre o eixo de abcissas. ... 35

3.6.1 Programação do ciclo. ... 36

3.6.2 Funcionamento básico... 37

3.7 #PROBE 7. Medição do canto exterior e ângulo. ... 38

3.7.1 Programação do ciclo. ... 39

3.7.2 Funcionamento básico... 40

3.8 #PROBE 8. Medição de furo. ... 42

3.8.1 Programação do ciclo. ... 43

3.8.2 Funcionamento básico... 44

3.9 #PROBE 9. Medição de um relevo circular. ... 45

3.9.1 Programação do ciclo. ... 46

3.9.2 Funcionamento básico... 47

3.10 #PROBE 10. Centralização de peça retangular. ... 49

3.10.1 Programação do ciclo. ... 50

3.10.2 Funcionamento básico... 52

3.11 #PROBE 11. Centrado de peça circular. ... 54

3.11.1 Programação do ciclo. ... 55

3.11.2 Funcionamento básico... 57

3.12 #PROBE 12. Calibragem do apalpador de bancada. ... 59

3.12.1 Programação do ciclo. ... 60

3.12.2 Funcionamento básico... 61

3.13 Consultar dados dos ciclos fixos (variáveis)... 64

CAPÍTULO 4 CICLOS FIXOS. EDITOR DE CICLOS 4.1 Como definir os dados do editor... 67

4.2 Calibragem de ferramenta (dimensões e desgastes) ... 68

4.2.1 Programação do ciclo. ... 70

4.2.2 Funcionamento básico... 73

4.3 Calibragem do apalpador de medida. ... 74

4.3.1 Programação do ciclo. ... 76

(8)

CNC 8070

4.4 Calibragem do apalpador de bancada. ... 78

4.4.1 Programação do ciclo. ... 79

4.4.2 Funcionamento básico... 81

4.5 Medição de superfície. ... 84

4.5.1 Programação do ciclo. ... 85

4.5.2 Funcionamento básico... 87

4.6 Medição do canto exterior. ... 88

4.6.1 Programação do ciclo. ... 89

4.6.2 Funcionamento básico... 90

4.7 Medição de canto interior. ... 91

4.7.1 Programação do ciclo. ... 92

4.7.2 Funcionamento básico... 93

4.8 Medição de ângulo sobre o eixo de abcissas... 94

4.8.1 Programação do ciclo. ... 95

4.8.2 Funcionamento básico... 96

4.9 Medição do canto exterior e ângulo. ... 97

4.9.1 Programação do ciclo. ... 98

4.9.2 Funcionamento básico... 99

4.10 Medição de furo... 101

4.10.1 Programação do ciclo. ... 102

4.10.2 Funcionamento básico... 103

4.11 Medição de relevo circular. ... 104

4.11.1 Programação do ciclo. ... 105

4.11.2 Funcionamento básico... 106

4.12 Centralização de peça retangular ou circular. ... 108

4.12.1 Programação do ciclo. ... 109

4.12.2 Funcionamento básico... 112

(9)

CNC 8070

(REF: 0710)

O fabricante:

Fagor Automation, S. Coop.

Barrio de San Andrés Nº19, C.P. 20500, Mondragón -Guipúzcoa- (ESPAÑA). Declaramos o seguinte:

Declaramos sob nossa exclusiva responsabilidade a conformidade do produto: Controle Numérico Fagor

CNC 8070

Ao que se refere esta declaração, com as seguintes normas.

Normas de segurança.

Normas de compatibilidade eletromagnética.

(*) Somente para o modelo 8070 com unidade central PCI.

De acordo com as disposições das Diretrizes Comunitárias: 73/23/CEE modificada por 93/68/EEC de Baixa Voltagem e 89/336/CEE modificada por 92/31/EEC e 93/68/EEC de Compatibilidade Eletromagnética e os seus atualizações.

Em Mondragón a 15 de Junho de 2005 EN 60204-1 Segurança das máquinas. Equipamento elétrico das máquinas.

EN 61000-6-4 Norma genérica de emissão em entornos industriais. EN 55011 Irradiadas. Classe A, Grupo 1.

(*) EN 55011 Conduzidas. Classe A, Grupo 1. (*) EN 61000-3-2 Harmônicos de corrente. (*) EN 61000-3-3 Flutuações de tensão e Flickers.

EN 61000-6-2 Norma genérica de imunidade em entornos industriais. EN 61000-4-2 Descargas eletrostáticas.

EN 61000-4-3 Campos eletromagnéticos irradiados em radiofrequencia. EN 61000-4-4 Transitórios Rápidos e Explosões.

EN 61000-4-5 Pulsos conduzidos de alta tensão em rede (Surges). EN 61000-4-6 Perturbações conduzidas por campos em radiofrequencia. EN 61000-4-8 Campos magnéticos a freqüência de rede.

(*) EN 61000-4-11 Variações e Cortes de Tensão.

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(11)

CNC 8070

(REF: 0710)

A seguir mostra-se a lista de funções acrescentadas em cada versão de software.

(*) Para as versões anteriores, a informação associada ao apalpador estava incluída no manual de programação

Software V1.00 Primeira versão.

Software V1.10 Ciclos fixos em código ISO.

Selecionar o apalpador ativo desde o programa peça (#SELECT PROBE).

Software V2.01 Desde o editor de ciclos é permitido simular um ciclo em solitário.

Software V3.00 Ciclos fixos integrados no editor de ciclos.

Ref. 0605 Software V3.10

Primeira referência deste manual(*).

Novo ciclo fixo para a centralização da peça. Disponível em código ISO e no editor.

Ref. 0710 Software V3.20

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(13)

CNC 8070

(REF: 0710)

1

APALPADOR.

Número de apalpadores no sistema e apalpador ativo.

O CNC pode ter configurados dois apalpadores; normalmente será um apalpador de bancada para calibrar ferramentas e um apalpador de medida para realizar medições na peça.

Antes de efetuar qualquer movimento com o apalpador, se deve selecionar o

apalpador a ser utilizado. Ver "1.1 Ativar o apalpador." na página 2.

Movimentos com apalpador.

A função G100 permite programar deslocamentos que finalizarão depois do CNC receber o sinal do apalpador de medida utilizado. Depois de terminar o apalpamento,

o CNC atualiza as cotas reais. Ver capítulo "2 Trabalho com apalpador.".

Programação dos ciclos fixos.

Os ciclos fixos de apalpador podem programar-se em código ISO ou com ajuda do editor de ciclos. Estes ciclos se podem editar em qualquer parte do programa, isto é, se pode definir tanto no programa principal como numa sub-rotina. Os ciclos editados em ISO se poderão executar em MDI.

Parametrização do apalpador.

O fabricante da máquina deve de ter parametrizado corretamente os seguintes parâmetros máquina.

• Parâmetros de máquina gerais.

• Parâmetros de máquina gerais por canal.

• Parâmetros de máquina de eixo.

PROBE PROBEDATA PROBETYPE1 PROBETYPE2

PRBDI1 PRBDI2 PRBPULSE1 PRBPULSE2

PROBEDATA PRB1MAX PRB1MIN PRB2MAX

PRB2MIN PRB3MAX PRB3MIN

PROBEAXIS PROBERANGE PROBEFEED PROBEDELAY

(14)

CNC 8070

1.

NOÇÕES PRÉVIAS SOBRE

O APALPADOR. Ativa r o ap alpa dor.

1.1

Ativar o apalpador.

O CNC pode ter configurados dois apalpadores. Antes de efetuar qualquer movimento com o apalpador, o CNC deve conhecer qual é o apalpador ativo, ou então, a qual dos dois apalpadores deve atender. A seleção se realiza no programa peça ou desde MDI mediante a instrução #SELECT PROBE.

Formato de programação.

#SELECT PROBE [probe]

Esta instrução ativa o apalpador selecionado, indicando assim ao CNC qual é o apalpador do qual deve esperar o sinal.

O apalpador selecionado permanece ativo depois de M30 e reset. Depois de ligado, o CNC aceita como apalpador ativo o primeiro apalpador.

Qual é o apalpador 1 e qual é o 2 ?

A designação dos apalpadores é estabelecida na ordem em que foram definidos os parâmetros de máquina. O apalpador 1 será o atribuído ao parâmetro PRBDI1 e o apalpador 2 será o atribuído ao parâmetro PRBDI2.

Conhecer qual é o apalpador ativo.

Para conhecer qual é o apalpador ativo pode-se consultar a seguinte variável.

(V.)[n].G.ACTIVPROBE

Variável só de leitura desde o programa peça, MDI, PLC e INT. Esta variável indica qual é o apalpador ativo no canal n.

Se se realiza um movimento de apalpamento sem ativar o apalpador, este, não enviará nenhum sinal ao CNC quando faça contato. Esta circunstância pode ocasionar a ruptura do apalpador, pois não se deterá o movimento de apalpação.

probe Número do apalpador a utilizar no canal. Valores possíveis: 1 / 2.

#SELECT PROBE [1] #SELECT PROBE [2]

(15)

CNC 8070

NOÇÕES PRÉVIAS SOBRE

O

APALPADOR.

Co

mportamento do ava

n

ço nos movimentos do ap

alpa

dor.

1.

(REF: 0710)

1.2

Comportamento do avanço nos movimentos do apalpador.

Os movimentos de apalpamento se realizam ao avanço ativo, o definido para a usinagem. Se se modifica o avanço de apalpamento, o novo avanço será o ativo para os movimentos de usinagem.

O avanço pode ser selecionado por programa mediante o código "F", mantendo-se ativo enquanto não se programe outro valor Nos ciclos fixos, o avanço se pode programar dentro dos parâmetros do ciclo.

As unidades dependem do modo de trabalho ativo; G93, G94 ó G95.

O avanço ativo pode ser variado entre 0% e 200% mediante o seletor da tela de comando, ou então selecioná-lo por programa ou desde o PLC.

Avanço máximo para os movimentos com apalpador.

O avanço máximo do apalpador em cada eixo será limitado pelo parâmetro máquina PROBEFEED e este valor não será superado mesmo que se programe um maior.

G93 Tempo de usinagem em segundos.

G94 Avanço em milímetros/minuto (polegadas/minuto).

(16)

CNC 8070

1.

NOÇÕES PRÉVIAS SOBRE

O

APALPADOR.

Co

mportamento do ava

n

ço nos movimentos do ap

alpa

(17)

CNC 8070

(REF: 0710)

2

2.1

G100 Movimentos com apalpador.

A função G100 permite programar deslocamentos que finalizarão depois do CNC receber o sinal do apalpador ou depois de alcançar a posição programada. Depois de terminar o apalpamento, o CNC atualiza as cotas teóricas dos eixos que tomaram parte no movimento.

A função G100 não executa a troca de ferramenta para selecionar o apalpador; o apalpador deve ser selecionado num bloco anterior do programa. Da mesma maneira, se possui mais do que um apalpador, antes de efetuar o apalpamento se

deve ativar o apalpador que vai ser utilizado. Ver "1.1 Ativar o apalpador." na

página 2.

Programação dos movimentos de apalpador.

O deslocamento do apalpador se define mediante a função G100, e a seguir as cotas do ponto ao qual se deseja deslocar o apalpador. A programação do avanço é opcional; se não se programa, os movimentos se realizarão ao avanço ativo.

Formato de programação.

O formato de programação é o seguinte: Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

G100 X..C <F>

A função G100 não é modal, portanto deverá programar-se sempre que se execute uma medição com apalpador.

X..C Cotas do ponto a apalpar.

F Opcional. Avanço.

G100 X45.23 Y20.25 Z23.45 G100 Z50 F100

(18)

CNC 8070

2.

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. G100 Movi me ntos co m ap alpa dor.

Movimento de apalpamento.

O apalpador mover-se-á conforme a trajetória programada, e ao avanço ativo, até receber o sinal do apalpador ou alcançar a posição programada. No referido momento considerará que está terminado o bloco, aceitando como posição teórica dos eixos a posição real que tenham nesse instante.

Avanço de apalpamento.

O avanço máximo do apalpador em cada eixo será limitado pelo parâmetro máquina PROBEFEED e este valor não será superado mesmo que se programe um maior o u s e s u p e r e m e d i a n t e o c o m u t a d o r d o p a i n e l d e c o m a n d o. Ve r

"1.2 Comportamento do avanço nos movimentos do apalpador." na página 3.

Atualização de variáveis depois do apalpamento.

Depois de finalizado o apalpamento, o CNC atualiza as seguintes variáveis. Depois de um apalpamento, se atualizam as variáveis de todos os eixos, mesmo que não

tenham participado no apalpamento. Ver "2.3 Propriedades das variáveis

associadas à medição." na página 11.

Variável Valor

(V.)[n].A.MEASOK.Xn Adquire valor 1 quando o apalpamento terminou no eixo Xn. (V.)[n].G.PLMEASOK1 Adquire valor 1 quando o apalpamento terminou no primeiro

eixo do plano.

(V.)[n].G.PLMEASOK2 Adquire valor 1 quando o apalpamento terminou no segundo eixo do plano.

(V.)[n].G.PLMEASOK3 Adquire valor 1 quando o apalpamento terminou no eixo perpendicular ao plano.

(V.)[n].A.MEAS.Xn Valor medido no eixo Xn.

Cotas de máquina da base da ferramenta. (V.)[n].A.ATIPMEAS.Xn Valor medido no eixo Xn.

Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].G.PLMEAS1 Valor medido no primeiro eixo do plano (abcissas). Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].G.PLMEAS2 Valor medido no segundo eixo do plano (ordenadas). Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(19)

CNC 8070

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. G100 Movi me ntos co m ap alpa dor.

2.

(REF: 0710)

Incluir/excluir o erro de medição na cota teórica.

Se denomina erro de medição à diferença entre a cota programada e a cota alcançada pelo apalpador. As funções G101 e G102 fixam se se leva em consideração ou não o erro de medida no ato de atualizar a cota teórica depois de

uma medição. Ver "2.2 G101/G102. Incluir/excluir o erro de medição na cota

teórica." na página 8.

A função G101 deve ser executada depois de realizar a medição. Não é permitido realizar a medição com a função G101 ativa.

(20)

CNC 8070

2.

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. G10 1 /G10 2. Inclu ir/e x cl

uir o erro de medi

çã

o na cota te

órica.

2.2

G101/G102. Incluir/excluir o erro de medição na cota teórica.

Se denomina erro de medição à diferença entre a cota programada e a cota alcançada pelo apalpador.

Depois do apalpamento, o CNC aceita como posição teórica dos eixos a posição real que tenham nesse instante. As funções G101 e G102 fixam se se leva em consideração ou não o erro de medida no ato de atualizar a cota teórica.

Influência do reset, do apagamento e da função M30.

As funções G101 e G102 são modais e incompatíveis entre si. No momento da ligação, depois de executar-se M02 ou M30 e depois de uma EMERGÊNCIA ou RESET, se conservam os valores programados mediante G101.

G101

Incluir o erro de medição na cota teórica.

Se se executa esta função depois de uma medição, o CNC inclui o erro resultante da medição para fixar as cotas teóricas dos eixos; isto é, o CNC considera como cota teórica do eixo a cota programada (cota alcançada pelo apalpador mais o erro da medição).

A função G101 deve ser executada depois de realizar a medição. Não é permitido realizar a medição com a função G101 ativa.

Formato de programação.

Para incluir o erro de medida, deve-se programar a função G101, e a seguir, os eixos nos quais se quer incluir o erro de medida. Para cada eixo deve-se definir quantas vezes se acrescenta o erro de medida à cota. Normalmente, só é necessário incluir o erro de medida uma vez.

G101 X..C

G101 Incluir o erro de medição na cota teórica.

G102 Excluir o erro de medição na cota teórica.

X..C Eixos em cuja cota teórica se inclui o erro de medida.

G101 X1 Y1 Z1 G101 X2

(21)

CNC 8070

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. G10 1 /G10 2. Inclu ir/e x cl

uir o erro de medi

çã

o na cota te

órica.

2.

(REF: 0710)

Atualização de variáveis depois de executar a função G101.

Variável Valor

(V.)[n].A.MEASOF.Xn Se inicializa a 0 (cero).

(22)

CNC 8070

2.

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. G10 1 /G10 2. Inclu ir/e x cl

uir o erro de medi

çã

o na cota te

órica.

G102

Excluir o erro de medição na cota teórica.

Depois de executar esta função, o CNC deixa de considerar o erro resultante da medição para fixar as cotas teóricas dos eixos; isto é, o CNC considera como cota teórica a cota alcançada.

Formato de programação.

Para ignorar o erro de medida, deve-se programar a função G102, e a seguir, os eixos nos quais se quer ignorar. Se não se programa nenhum eixo, o CNC ignora o erro de medida em todos os eixos.

O formato de programação é o seguinte: Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

G102 <X..C>

Depois de executada a função G102, não se poderá voltar a executar uma função G101 até depois de realizar uma nova medição.

Atualização de variáveis depois de executar a função G102.

X..C Opcional. Eixos em cuja cota teórica não se inclui o erro de

medida.

G102 X Y G102

Variável Valor

(23)

CNC 8070

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. Propri edad es das variávei s asso ci ada s à medi ção.

2.

(REF: 0710)

2.3

Propriedades das variáveis associadas à medição.

As seguintes variáveis são de leitura (R) síncrona e se avaliam em tempo de execução. O mnemônico das variáveis são genéricos.

• Substituir o caráter "Xn" pelo nome, número lógico ou índice no canal do eixo. • Substituir o caractere "n" pelo número de canal, conservando os colchetes. O

primeiro canal se identifica com o número 1, não sendo válido o 0.

Para obter mais informação sobre o acesso e uso das variáveis, consulte o manual de programação.

Mnemônico PRG PLC INT

(V.)[n].A.MEASOK.Xn R R R Apalpamento finalizado no eixo Xn. "0" = Não "1" = Sim

(V.)[n].G.PLMEASOK1 R — — Apalpamento finalizado no primeiro eixo do plano (abcissas). "0" = Não "1" = Sim

(V.)[n].G.PLMEASOK2 R — — Apalpamento finalizado no segundo eixo do plano (ordenadas). "0" = Não "1" = Sim

(V.)[n].G.PLMEASOK3 R — — Apalpamento finalizado no eixo perpendicular do plano. "0" = Não "1" = Sim

(V.)[n].A.MEAS.Xn R R R Valor medido no eixo Xn.

Cotas de máquina da base da ferramenta. (V.)[n].A.ATIPMEAS.Xn R — — Valor medido no eixo Xn.

Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].G.PLMEAS1 R — — Valor medido no primeiro eixo do plano (abcissas). Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].G.PLMEAS2 R — — Valor medido no segundo eixo do plano (ordenadas). Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].G.PLMEAS3 R — — Valor medido no eixo perpendicular ao plano. Cotas da peça da ponta da ferramenta.

(V.)[n].A.MEASOF.Xn R R R Ciclos de medição. Diferença entre a cota programada e o valor medido no eixo Xn.

(24)

CNC 8070

2.

TRABA LHO C O M A P ALPADOR. Propri edad es das variávei s asso ci ada s à medi ção.

(25)

CNC 8070

(REF: 0710)

3

ISO.

Os ciclos fixos se podem programar em código ISO (os descritos neste capítulo) ou

com ajuda do editor de ciclos. Ver capítulo "4 Ciclos fixos. Editor de ciclos".

Um ciclo fixo pode ser definido em qualquer parte do programa, isto é, se pode definir tanto no programa principal como numa sub-rotina. Os ciclos ISO também se poderão executar desde o modo MDI.

Programação dos ciclos ISO.

Os ciclos ISO se definem mediante a instrução #PROBE, seguida do número de ciclo a executar e dos parâmetros de chamada. Os parâmetros de chamada poderão ser programados em qualquer ordem.

Os ciclos fixos de apalpamento não são modais, portanto, deverão ser programados sempre que se deseje executar algum deles. A execução destes ciclos não altera a história do programa.

Programação dos dados do ciclo.

Tanto o número de ciclo como o resto de parâmetros poder-se-ão definir mediante um número, parâmetro aritmético ou expressão que tenha como resultado um número.

Na hora de utilizar os parâmetros globais tem que se ter em consideração que alguns ciclos modificam o valor destes parâmetros ao terminar a execução. Consulte em cada ciclo quais são os parâmetros modificados.

Limitações à execução dos ciclos.

Não se permite a execução destes ciclos com compensação de raio ativa.

#PROBE 1 Calibragem de ferramenta (dimensões e desgastes).

#PROBE 2 Calibragem do apalpador de medida.

#PROBE 3 Medição de superfície.

#PROBE 4 Medição do canto exterior.

#PROBE 5 Medição de canto interior.

#PROBE 6 Medição de ângulo sobre o eixo de abcissas.

#PROBE 7 Medição do canto exterior e ângulo.

#PROBE 8 Medição de furo.

#PROBE 9 Medição de relevo circular.

#PROBE 10 Centralização de peça retangular.

#PROBE 11 Centralização de peça circular.

#PROBE 12 Calibragem do apalpador de bancada.

#PROBE 4 X10 Y25 Z20 B5 F10

P1=4 P2=10

(26)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

Os ciclos fixos e planos de trabalho.

Os ciclos de calibragem de ferramenta e apalpador se executarão nos planos G17, G18 e G19. O resto dos ciclos também poderão ser executados em qualquer plano definido por meio da função G20.

Em função do plano ativo, as cotas teóricas do ciclo (canto a apalpar, centro do furo, etc.) podem ser definidas da seguinte maneira.

• Mediante o nome dos eixos que forman o plano.

Quando o plano estiver formado por algum dos eixos A B C, isto não será possível porque os parâmetros "A" "B" "C" podem ter um significado especial dentro do ciclo.

• Mediante os parâmetros "X" "Y" "Z".

Se o plano é formado pelos eixos X-Y-Z, o parâmetro "X" se interpreta como cota teórica no eixo X, o parâmetro "Y" como cota teórica no eixo Y, o parâmetro "Z" como cota teórica no eixo Z.

Se o plano é formado por outros eixos, o parâmetro "X" se interpreta como cota teórica no eixo de abcissas, o parâmetro "Y" como cota teórica no eixo de ordenadas e o parâmetro "Z" como cota teórica no eixo perpendicular ao plano.

Máquinas combinadas. Disponibilidade de ciclos fixos

torno e de fresadora no mesmo CNC.

Em máquinas combinadas, aquelas que permitem efetuar operações de torno e fresadora, o CNC oferece a possibilidade de possuir ciclos fixos em ambas as máquinas. Como ambos os tipos de ciclos fixos compartem as mesmas instruções #PROBE, o usuário poderá selecionar quais os ciclos que deseja executar. Por default se executam os ciclos do software instalado.

Num CNC modelo fresadora (software de fresadora instalado).

Por default se executam os ciclos fixos de fresadora. Para executar os ciclos fixos de torno, utilizar as seguintes instruções:

#LATHECY ON - Ativa os ciclos fixos de torno.

#LATHECY OFF - Desativa os ciclos fixos de torno.

Num CNC modelo torno (software de torno instalado).

Por default se executam os ciclos fixos de torno. Para executar os ciclos fixos de fresadora, utilizar as seguintes instruções:

#MILLCY ON - Ativa os ciclos fixos de fresadora.

(27)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

3.

(REF: 0710)

3.1

#PROBE 1. Calibragem de ferramenta (dimensões e

desgastes).

Este ciclo permite calibrar as dimensões duma ferramenta ou apalpador de medida. Depois de finalizado o ciclo, este atualiza na tabela de ferramentas as dimensões e os desgastes da ferramenta. Este ciclo permite realizar as seguintes operações.

• Calibrar o comprimento de uma ferramenta.

• Medir o desgaste em comprimento de uma ferramenta. • Calibrar o raio de uma ferramenta.

• Medir o desgaste de raio de uma ferramenta. • Calibrar o raio e comprimento de uma ferramenta.

• Medir o desgaste do raio e comprimento de uma ferramenta.

A calibragem se realiza sobre um apalpador de bancada.

O ciclo calibra a ferramenta ativa. Antes de executar o ciclo, a ferramenta deverá estar selecionada no CNC.

Requisitos prévios à calibragem.

Se é a primeira vez que se calibra a ferramenta ou o apalpador, se deve introduzir na tabela de ferramentas um valor aproximado de suas dimensões. Se se trata de um apalpador o valor "R" corresponderá ao raio da bola (esfera) do apalpador.

Calibragem do apalpador de bancada.

Para la ejecución del ciclo es necesario dispor de um apalpador de sobremesa, instalado numa posição fixa da máquina e com as faces paralelas dos eixos do plano. A posição do apalpador estará indicada em cotas absolutas referidas ao zero máquina mediante os parâmetros de máquina gerais PRB1MIN, PRB1MAX, PRB2MIN, PRB2MAX, PRB3MIN, PRB3MAX.

Informação que devolve o ciclo depois de realizar uma

calibragem.

Depois de finalizada a calibragem, o ciclo atualiza na tabela de ferramentas as dimensões e inicializa os desgastes da ferramenta a 0 (zero). O ciclo só atualiza o valor da dimensão calibrada; se só se calibrou o raio, não modifica o comprimento nem vice-versa.

Depois de finalizado o ciclo, o CNC devolverá o erro detectado nos seguintes parâmetros aritméticos. Se entende por erro detectado a diferença entre o valor medido e o valor atribuído previamente na tabela.

Se na chamada ao ciclo se solicita a calibragem do desgaste de cada fio (parâmetro ·N·), os diferentes comprimentos se atribuem aos parâmetros aritméticos P271 e seguintes; os diferentes raios se atribuem aos parâmetros aritméticos P251 e seguintes.

Informação que devolve o ciclo depois de realizar uma

medição de desgaste.

Depois de finalizada a medição do desgaste, o ciclo atualiza na tabela de ferramentas os desgastes medidos; não modifica o valor de comprimento nem o raio. O ciclo só atualiza o valor do desgaste medido; se só mediu o desgaste do raio, não modifica o desgaste do comprimento nem vice-versa.

P299 Erro detectado no raio da ferramenta.

(28)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

Depois de finalizado o ciclo, e se foi definido um desgaste máximo (parâmetros ·L· e ·M·), o CNC compara o desgaste medido com o máximo permitido.

• Se o desgaste medido excede o máximo permitido, o CNC põe o indicativo de

ferramenta gasta. Na definição do ciclo se poderá definir se o CNC detém o ciclo ou se troca a ferramenta por outra da mesma família.

• Se o desgaste medido não excede o máximo permitido, o ciclo devolverá o

desgaste medido nos seguintes parâmetros aritméticos.

Se na chamada ao ciclo se solicita a medição do desgaste de cada fio (parâmetro ·N·), os diferentes desgastes de comprimento se atribuem aos parâmetros aritméticos P271 e seguintes; os diferentes desgastes do raio se atribuem aos parâmetros aritméticos P251 e seguintes.

P299 Desgaste do raio.

(29)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

3.

(REF: 0710)

3.1.1

Programação do ciclo.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

#PROBE 1 B <I> <J> F <K> <S> <N> <D> <L> <M> <C> <X U Y V Z W>

O formato de programação depende da operação a efetuar; calibrar o comprimento, calibrar o raio, medir o desgaste do comprimento ou medir o desgaste do raio. Dependendo da operação a realizar, não será necessário definir todos os parâmetros.

Formato resumido para calibrar ou medir o desgaste do comprimento.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

• Para calibrar o comprimento da ferramenta.

#PROBE 1 B <I0> <J0> F <X U Y V Z W>

#PROBE 1 B <I1> <J0> F <S> <N> <D> <X U Y V Z W>

• Para medir o desgaste em comprimento da ferramenta.

#PROBE 1 B <I0> <J1> F <L> <C> <X U Y V Z W>

#PROBE 1 B <I1> <J1> F <S> <N> <D> <L> <C> <X U Y V Z W>

Formato resumido para calibrar ou medir o desgaste do raio.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

• Para calibrar o raio da ferramenta.

#PROBE 1 B <I2> <J0> F <K> <S> <N> <X U Y V Z W>

• Para medir o desgaste do raio da ferramenta.

#PROBE 1 B <I2> <J1> F <K> <S> <N> <M> <C> <X U Y V Z W>

Formato resumido para calibrar ou medir o desgaste do comprimento ou do raio.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

• Para calibrar o comprimento e o raio da ferramenta.

#PROBE 1 B <I3> <J0> F <K> <S> <N> <D> <X U Y V Z W>

• Para medir o desgaste em comprimento e o raio da ferramenta.

#PROBE 1 B <I3> <J1> F <K> <S> <N> <D> <L> <M> <C> <X U Y V Z W>

B Distância de segurança.

I Opcional. Tipo de calibragem ou medição do desgaste (comprimento

e/ou raio).

J Opcional. Tipo de operação (calibragem ou medição do desgaste).

F Avanço para movimento de apalpação.

K Opcional. Faces do apalpador a utilizar.

S Opcional. Velocidade e sentido de rotação da ferramenta.

N Opcional. Número de fios a medir.

D Opcional. Distância do ponto de apalpamento.

L Opcional. Desgaste máximo de comprimento permitido.

M Opcional. Desgaste máximo de raio permitido.

C Opcional. Comportamento quando se supera o desgaste máximo.

(30)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

Descrição dos parâmetros.

·B· Distância de segurança.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Distância com respeito ao ponto a tocar, à que se aproxima em G00 a ferramenta antes de tocar o apalpador. A ferramenta deverá estar situada a uma distância superior a este valor quando se chame o ciclo.

·I· Tipo de calibragem ou medição do desgaste (comprimento e/ou raio).

Parâmetro opcional; por default, 0.

Este parâmetro indica a dimensão da ferramenta que se vai calibrar ou medir. A calibragem ou medição do comprimento se poderá realizar no eixo da ferramenta ou sobre o extremo da mesma.

·J· Tipo de operação (calibragem ou medição do desgaste).

Parâmetro opcional; por default, 0.

Este parâmetro indica o tipo de operação a efetuar; calibrar a ferramenta ou medir o desgaste.

·F· Avanço em movimento de apalpação.

Este parâmetro estabelece o avanço com o qual se realizará o movimento de apalpação. O resto de deslocamentos se efetuarão em G00.

·K· Face do apalpador a utilizar.

Parâmetro opcional; por default, 0. Este parâmetro só é válido quando se tenha definido o parâmetro ·I· como I2 ou I3.

Este parâmetro indica qual a face do apalpador se deseja utilizar para calibrar ou medir o desgaste do raio.

I=0 O comprimento, sobre o eixo do mesmo.

I=1 O comprimento, sobre uma extremidade da mesma.

I=2 O raio.

I=3 O raio e o comprimento da ferramenta.

Calibragem ou medição no eixo da ferramenta.

Este método é útil para ferramentas de perfuração, fresas esféricas ou ferramentas cujo diâmetro é menor que a superfície do apalpador.

Esta calibragem se efetua com o eixo-árvore parado.

Calibragem ou medição sobre o extremo da ferramenta.

Este método é útil para ferramentas que possuem vários fios ou ferramentas cujo diâmetro é maior que a superfície do apalpador. Esta calibragem se poderá realizar com o eixo-árvore parado ou girando em sentido contrário ao do corte.

J=0 Calibragem da ferramenta.

J=1 Medir o desgaste da ferramenta.

(31)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

3.

(REF: 0710)

·S· Velocidade e sentido de rotação da ferramenta.

Parâmetro opcional; por default, 0 (calibragem com o eixo-árvore parado). Este parâmetro define a velocidade e o sentido de rotação da ferramenta; o sinal define o sentido de rotação (positivo se M3 e negativo se M4). Se se define este parâmetro, se deve escolher um sentido de rotação contrário ao de corte.

Se se definiu o parâmetro ·I· como I0, o eixo-árvore deve estar parado. Para o resto de valores do parâmetro ·I·, a programação de uma velocidade é opcional.

·N· Número de fios a medir.

Parâmetro opcional; por default, 0 (só uma medida). Este parâmetro só é válido quando se tenha definido o parâmetro ·S· com um valor maior que 0 (zero). Este parâmetro indica o número de fios que se deseja medir. Se este parâmetro não se define ou se define com valor 0 (zero), o CNC só realiza uma medida.

·D· Distância do ponto de apalpamento.

Parâmetro opcional; por default, o raio da ferramenta. Este parâmetro só é válido quando se tenha definido o parâmetro ·I· como I1 ou I3.

·L· Desgaste máximo de comprimento permitido.

Parâmetro opcional; por default, 0.

Se este parâmetro não se define ou se define com valor 0 (zero), o CNC não recusa a ferramenta por desgaste de comprimento e só atualiza a tabela de ferramentas com o valor medido.

Se o desgaste medido é inferior ao definido neste parâmetro, o CNC atualiza a tabela de ferramentas com o valor medido. Se o desgaste medido excede o definido, o CNC recusa a ferramenta e atua conforme o critério definido no parâmetro ·C·.

·M· Desgaste máximo de raio permitido.

Parâmetro opcional; por default, 0.

Se este parâmetro não se define ou se define com valor 0 (zero), o CNC não recusa a ferramenta por desgaste do raio e só atualiza a tabela de ferramentas com o valor medido.

Se o desgaste medido é inferior ao definido neste parâmetro, o CNC atualiza a tabela de ferramentas com o valor medido. Se o desgaste medido excede o definido, o CNC recusa a ferramenta e atua conforme o critério definido no parâmetro ·C·.

·C· Comportamento quando se supera o desgaste máximo.

Parâmetro opcional; por default, 0. Este parâmetro só é válido quando se tenha definido o parâmetro ·L· ou ·M· com um valor maior que 0 (zero).

Este parâmetro indica o que faz o CNC quando o desgaste medido excede o definido nos parâmetros ·L· ou ·M·. Em qualquer caso, o CNC põe o distintivo de ferramenta gasta na tabela de ferramentas.

Este parâmetro indica a que distância desde o centro da ferramenta se encontra o ponto da ferramenta com o qual se deseja efetuar o apalpamento.

C=0 O CNC mostra uma mensagem de ferramenta recusada e detém o ciclo.

(32)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

·X U Y V Z W· Posição do apalpador de bancada.

São parâmetros opcionais que não é necessário defini-los normalmente. Em algumas máquinas, por falta de repetitividade no posicionamento mecânico do apalpador, é necessário voltar a calibrar o apalpador antes de cada calibragem. Em vez de redefinir os parâmetros de máquina PRBXMIN cada vez que se calibra o apalpador, se podem indicar as referidas cotas destes parâmetros.

Os parâmetros X Z Y fazem referência às cotas mínimas do apalpador no primeiro eixo, segundo eixo e no eixo perpendicular ao plano respectivamente. Os parâmetros U V W fazem referência às cotas máximas do apalpador no primeiro eixo, segundo eixo e no eixo perpendicular ao plano respectivamente.

Estes dados não modificam os parâmetros de máquina. O CNC tem em consideração estes dados principalmente durante esta calibragem. Se qualquer destes dados é omitido, o CNC toma o valor atribuído ao parâmetro de máquina correspondente.

(33)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#

P

ROBE 1.

Ca

libra

gem de ferramenta (dimen

sõ es e d e sga s tes).

3.

(REF: 0710)

3.1.2

Funcionamento básico.

Calibrar ou Medir o desgaste do comprimento .

1. Movimento de aproximação.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até o ponto de segurança. O ponto de segurança estará situado a uma distância ·B· sobre o apalpador e a uma distância ·D· desde o centro da ferramenta ao ponto a apalpar.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Movimento para localizar um fio (somente se foi definido ·N· diferente de 0).

O CNC arranca o eixo-árvore a velocidade ·S· e desloca a ferramenta ao avanço ·F· conforme o eixo perpendicular ao plano ativo, até receber o sinal do apalpador. Conhecida a posição de um fio, a ferramenta retrocede até ao ponto de segurança e detém o eixo-árvore.

3. Movimento de apalpamento.

Deslocamento do apalpador conforme o eixo perpendicular ao plano ativo ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. Retrocesso, ao ponto de segurança. Se se definiu ·N· diferente de 0, este movimento se repete ·N· vezes.

4. Movimento de retrocesso.

Deslocamento no plano de trabalho até ao ponto de chamada ao ciclo.

Calibrar ou Medir o desgaste do comprimento.

1. Movimento de aproximação.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até o ponto de segurança. O ponto de segurança estará situado a uma distância ·B· do apalpador.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Movimento para localizar um fio (somente se foi definido ·N· diferente de 0).

O CNC arranca o eixo-árvore a velocidade ·S· e desloca a ferramenta ao avanço ·F· conforme o eixo selecionado, até receber o sinal do apalpador. O CNC detém a rotação do eixo-árvore e efetua uma série de apalpações para afinar a localização do fio. Conhecida a posição de um fio, a ferramenta retrocede até ao ponto de segurança.

3. Movimento de apalpamento.

Deslocamento do apalpador no eixo selecionado ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. Retrocesso, ao ponto de segurança.

Se se definiu ·N· diferente de 0, este movimento se repete ·N· vezes.

4. Movimento de retrocesso.

Este movimento se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento conforme o eixo perpendicular e depois no plano de trabalho.

Calibrar ou Medir o desgaste do comprimento e o raio.

Efetua de modo consecutivo os movimentos das anteriores seções; primeiro efetua a calibragem e/ou a medição do raio e a seguir a do comprimento. A ferramenta retorna ao ponto de chamada ao ciclo somente depois da medição de comprimento. Quando o número de fios ·N· é diferente de zero, a posição dos fios se conhece depois da medição ou calibragem do raio, por isso não é necessário fazer na medição ou calibragem do comprimento.

(34)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 2. Ca lib ra gem do ap alpa dor de medi da.

3.2

#PROBE 2. Calibragem do apalpador de medida.

Este ciclo permite calibrar o apalpador de medida situado no eixo-árvore. Este apalpador será o que se utilize nos ciclos fixos de medição com apalpador.

Requisitos prévios à calibragem.

O apalpador deve estar previamente calibrado em comprimento e as suas dimensões definidas na tabela de ferramentas. Os campos da tabela de ferramentas correspondentes a cada apalpador terão o seguinte significado:

Para a calibragem do apalpador devem ser seguidos os seguintes passos:

1. Depois de consultadas as características do apalpador, se introduzirá

manualmente na tabela de ferramentas o valor do raio da esfera (R).

2. Depois de selecionar o número de ferramenta e de corretor correspondentes,

executar o ciclo de calibragem de ferramenta em comprimento. Este ciclo atualiza o valor do comprimento e inicializa o valor de "Off.Z" a 0 (zero).

3. Executar o ciclo fixo de calibragem de apalpador, o qual atualiza os valores

"Off.X" e "Off.Y".

I n f o r m a ç ã o q u e d e v o l v e o c i c l o d e p o i s d e r e a l i z a r a

medição.

Depois de finalizado o ciclo, o ciclo atualiza na tabela de ferramentas o valor dos offsets do corretor ativo. Os offsets "Off.X" e "Off.Y", correspondentes aos eixos de abcissas e ordenadas respectivamente, indicam o desvio da bola do apalpador. Da mesma forma, o CNC devolve nos seguintes parâmetros aritméticos o valor ótimo que se deve atribuir ao parâmetro de máquina PROBEDELAY de cada eixo.

O ciclo mede o desvio que tem o eixo da bola do apalpador com referência ao eixo do porta-ferramentas. Para a calibragem se utiliza um f u r o u s i n a d o p r ev i a m e n t e, d e c e n t r o e dimensões conhecidas.

R Raio da esfera (bola) do apalpador. Este valor se introduzirá na tabela

manualmente.

L Comprimento do apalpador. Este valor será atribuído pelo ciclo de

calibragem de ferramenta em comprimento.

Off.X Desvio que tem o eixo da bola do apalpador com respeito ao eixo do

suporte das ferramentas, conforme o eixo de abcissas. Este valor será o atribuído por este ciclo.

Off.Y Desvio que tem o eixo da bola do apalpador com respeito ao eixo do

suporte das ferramentas, conforme o eixo de ordenadas. Este valor será o atribuído por este ciclo.

P299 Valor ótimo do parâmetro PROBEDELAY para o eixo de abcissas.

(35)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 2. Ca lib ra gem do ap alpa dor de medi da.

3.

(REF: 0710)

3.2.1

Programação do ciclo.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte.

#PROBE 2 X Y Z B J E H F

·X Y Z· Cotas teóricas do centro do furo.

Os ciclos fixos se podem programar em qualquer plano de trabalho. Ver "Os ciclos

fixos e planos de trabalho." na página 14.

·B· Distância de segurança.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

·J· Diâmetro teórico do furo.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Este parâmetro estabelece o diâmetro teórico do furo. O ciclo permite realizar medição de furos com diâmetros não superiores a "J+B".

·E· Distância de retrocesso depois apalpação inicial.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Este parâmetro estabelece a distância que retrocede o apalpador depois do apalpamento inicial. Depois de retrocedida esta distância, o CNC realiza um segundo movimento de apalpamento.

·H· Avanço para o movimento de apalpamento inicial.

Este parâmetro estabelece o avanço com o qual se realizará o movimento de apalpação inicial. Posteriormente, o CNC repetirá o movimento de apalpação ao avanço ·F·.

·F· Avanço em movimento de apalpação.

Este parâmetro estabelece o avanço com o qual se realizará o segundo movimento de apalpação. O resto de deslocamentos se realizarão em G00, exceto o movimento de apalpamento inicial, que se realiza ao avanço ·H·.

X Y Z Cotas teóricas do centro do furo.

B Distância de segurança.

J Diâmetro teórico do furo.

E Distância de retrocesso depois apalpação inicial.

H Avanço para movimento de apalpamento inicial.

(36)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 2. Ca lib ra gem do ap alpa dor de medi da.

3.2.2

Funcionamento básico.

1. Movimento de aproximação.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até o centro do furo.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Apalpamento do primeiro ponto.

O apalpador realiza o apalpamento em quatro diferentes pontos. Em cada ponto se realiza um apalpamento inicial, um movimento de retrocesso e um segundo apalpamento. Depois do segundo apalpamento, o apalpador retrocede ao centro do furo.

Movimento de apalpação inicial. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de ordenadas, ao avanço ·H·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é "B+J/2". Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se detém o movimento dos eixos e se visualiza o erro correspondente.

Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) a distância indicada em ·E·.

Segundo apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de ordenadas, ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador.

Movimento de retrocesso ao centro do furo. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o centro do furo.

3. Apalpamento do segundo ponto.

Se realiza sobre o eixo de ordenadas de forma análoga ao anterior.

4. Apalpamento do terceiro ponto.

Se realiza sobre o eixo de abcissas de forma análoga ao anterior.

5. Apalpamento do quarto ponto.

Se realiza sobre o eixo de abcissas de forma análoga ao anterior.

(37)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 3 . Mediçã o de supe rfície.

3.

(REF: 0710)

3.3

#PROBE 3. Medição de superfície.

Este ciclo realiza uma medição da peça conforme ao eixo escolhido. Além disso, este ciclo permite corrigir o valor do desgaste da ferramenta que se utilizou na usinagem da referida superfície. Esta correção do desgaste se realizará somente quando o erro de medida supera um valor programado.

Correção do desgaste da ferramenta.

Para habilitar a correção do desgaste, na instrução de chamada deve-se definir os parâmetros ·T· (ferramenta) e ·D· (corretor). A correção do desgaste se efetuará somente quando o erro de medida ultrapasse a tolerância programada no parâmetro ·L·.

I n f o r m a ç ã o q u e d e v o l v e o c i c l o d e p o i s d e r e a l i z a r a

medição.

Depois de finalizado o ciclo, o CNC devolverá os valores reais obtidos depois da medição, nos seguintes parâmetros aritméticos.

Se na instrução de chamada se habilita a correção do desgaste, o CNC atualiza os referidos valores na ferramenta programada. Esta correção se realiza só se o erro de medida é igual ou maior do que a tolerância programada.

Dependendo do eixo com o qual se realize a medição (parâmetro ·K·), o ciclo corrigirá o desgaste do comprimento ou do raio da ferramenta.

• Se a medição se efetua no eixo perpendicular ao plano de trabalho, se corrigirá

o desgaste de comprimento.

• Se a medição se efetua com um dos eixos que formam o plano de trabalho, se

corrigirá o desgaste do raio.

P299 Cota real de la superficie.

P299 Erro detectado. Diferença entre a cota real de superfície e a cota teórica

(38)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 3 . Mediçã o de supe rfície.

3.3.1

Programação do ciclo.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

#PROBE 3 X Y Z B <K> F <C> <L> <T D>

·X Y Z· Cotas teóricas do ponto a apalpar.

Os ciclos fixos se podem programar em qualquer plano de trabalho. Ver "Os ciclos

fixos e planos de trabalho." na página 14.

·B· Distância de segurança.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Distância com respeito ao ponto a medir, e sobre o eixo de apalpamento, à que se aproxima em G00 o apalpador antes de realizar o movimento de apalpação. O apalpador deverá estar situado, com respeito ao ponto a medir, a uma distância superior a este valor quando se chame o ciclo.

·K· Eixo de apalpamento.

Parâmetro opcional; por default, 0.

Este parâmetro indica o eixo com o qual se deseja efetuar a medição de superfície.

X Y Z Cotas teóricas do ponto a apalpar.

B Distância de segurança.

K Opcional. Eixo de apalpamento.

F Avanço para movimento de apalpação.

C Opcional. Ponto onde finaliza o ciclo (ponto de chamada ou ponto

medido).

L Opcional. Tolerância para o erro de medida.

T Opcional. Ferramenta a corrigir.

D Opcional. Corretor à corrigir.

K=0 Apalpamento com o eixo de abcissas.

K=1 Apalpamento com o eixo de ordenadas.

(39)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 3 . Mediçã o de supe rfície.

3.

(REF: 0710)

·C· Ponto onde finaliza o ciclo (ponto de chamada ou ponto medido).

Parâmetro opcional; por default, 0.

Este parâmetro indica onde termina o ciclo de apalpamento.

·L· Tolerância para o erro de medida.

Parâmetro opcional; por default, 0. Este parâmetro só admite valores positivos. Se o erro de medida (diferença entre a cota teórica e real) está dentro desta tolerância, o CNC não modifica os dados da ferramenta. Se o erro de medida é igual ou maior que esta tolerância, o CNC corrige os dados da ferramenta definida nos parâmetros ·T· e ·D·.

·T· Ferramenta a corrigir.

Parâmetro opcional; por default, 0. Se T=0 (ou não se programa), não se corrige o desgaste da ferramenta. Para corrigir o desgaste, deve-se programar ambos os parâmetros ·T· e ·D· com um valor diferente de 0 (zero).

Ferramenta cujo desgaste se deseja corrigir, que será a ferramenta com a que se usinou a superfície.

·D· Corretor a corrigir.

Parâmetro opcional; por default, 0. Se D=0 (ou não se programa), não se corrige o desgaste da ferramenta. Para corrigir o desgaste, deve-se programar ambos os parâmetros ·T· e ·D· com um valor diferente de 0 (zero).

Corretor cujo desgaste se deseja corrigir, que será o corretor com o qual se usinou a superfície.

C=0 O apalpador retrocede ao ponto no qual se efetuou a chamada ao ciclo.

C=1 O ciclo finaliza com o apalpador sobre o ponto medido. O eixo longitudinal

(40)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 3 . Mediçã o de supe rfície.

3.3.2

Funcionamento básico.

1. Movimento de aproximação.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até ao ponto de aproximação, situado a uma distância ·B· do ponto a apalpar e conforme o eixo no qual se realizará o apalpamento (K).

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Movimento de apalpamento.

Movimento de apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo selecionado (K) e ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é ·2B·. Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se visualizará o código de erro correspondente detendo-se o movimento dos eixos.

Depois de realizado o apalpamento, o CNC assumirá como posição teórica dos eixos, a posição real que tinham quando se recebeu o sinal do apalpador. Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o ponto de aproximação.

3. Movimento de retrocesso.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até ao ponto que se chamou o ciclo.

Primeiro se efetua o deslocamento conforme o eixo perpendicular até à cota correspondente ao referido eixo do ponto de chamada ao ciclo. Se se programou (C0) se efetua um deslocamento no plano principal até ao ponto de chamada ao ciclo.

(41)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 4. Mediçã o d o canto exterior.

3.

(REF: 0710)

3.4

#PROBE 4. Medição do canto exterior.

Este ciclo calcula a posição de um canto exterior.

I n f o r m a ç ã o q u e d e v o l v e o c i c l o d e p o i s d e r e a l i z a r a

medição.

Depois de finalizado o ciclo, o CNC devolverá os valores reais obtidos depois da medição, nos seguintes parâmetros aritméticos.

P296 Cota real do canto conforme ao eixo de abcissas.

P297 Cota real do canto conforme ao eixo de ordenadas.

P299 Erro detectado conforme o eixo de abcissas. Diferença entre a cota real

do canto e a cota teórica programada.

P299 Erro detectado conforme o eixo de ordenadas. Diferença entre a cota real

(42)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 4. Mediçã o d o canto exterior.

3.4.1

Programação do ciclo.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

#PROBE 4 X Y Z B F

·X Y Z· Cotas teóricas do canto para medir.

Os ciclos fixos se podem programar em qualquer plano de trabalho. Ver "Os ciclos

fixos e planos de trabalho." na página 14.

·B· Distância de segurança.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Distância com respeito ao ponto a medir, à que se aproxima em G00 o apalpador antes de realizar o movimento de apalpação. O apalpador deverá estar situado, com respeito ao ponto a medir, a uma distância superior a este valor quando se chame o ciclo.

·F· Avanço em movimento de apalpação.

Este parâmetro estabelece o avanço com o qual se realizará o movimento de apalpação. O resto de deslocamentos se efetuarão em G00.

X Y Z Cotas teóricas do canto para medir.

B Distância de segurança.

F Avanço para movimento de apalpação.

Dependendo do canto da peça que se deseje medir, o apalpador deverá situar-se na zona marcada (ver figura) correspondente antes de chamar o ciclo.

(43)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

#PROBE 4. Mediçã o d o canto exterior.

3.

(REF: 0710)

3.4.2

Funcionamento básico.

1. Movimiento de aproximação à primeira face a apalpar.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até o primeiro ponto de aproximação, situado a uma distância ·B· da primeira face a apalpar.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Apalpamento na primeira face.

O apalpamento em cada face está composto por um movimento de apalpamento e um movimento de retrocesso.

Movimento de apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de abcissas, ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é ·2B·. Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se detém o movimento dos eixos e se visualiza o erro correspondente.

Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o primeiro ponto de aproximação.

3. Movimiento de aproximação à segunda face a apalpar.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o primeiro ponto de aproximação ao segundo.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento conforme o eixo de ordenadas e depois conforme o eixo de abcissas.

4. Apalpamento na segunda face.

Movimento de apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de ordenadas, ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é ·2B·. Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se detém o movimento dos eixos e se visualiza o erro correspondente.

Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o segundo ponto de aproximação.

5. Movimento de retrocesso.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o segundo ponto de aproximação até o ponto que se chamou o ciclo.

Este movimento de retrocesso se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento conforme o eixo perpendicular e depois no plano de trabalho.

(44)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 5. Med ição de ca nto i n terior.

3.5

#PROBE 5. Medição de canto interior.

Este ciclo calcula a posição de um canto interior.

I n f o r m a ç ã o q u e d e v o l v e o c i c l o d e p o i s d e r e a l i z a r a

medição.

Depois de finalizado o ciclo, o CNC devolverá os valores reais obtidos depois da medição, nos seguintes parâmetros aritméticos.

P296 Cota real do canto conforme ao eixo de abcissas.

P297 Cota real do canto conforme ao eixo de ordenadas.

P299 Erro detectado conforme o eixo de abcissas. Diferença entre a cota real

do canto e a cota teórica programada.

P299 Erro detectado conforme o eixo de ordenadas. Diferença entre a cota real

(45)

CNC 8070

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 5. Med ição de ca nto i n terior.

3.

(REF: 0710)

3.5.1

Programação do ciclo.

O formato de programação deste ciclo é o seguinte. Entre colchetes angulares se indicam os parâmetros opcionais.

#PROBE 5 X Y Z B F

·X Y Z· Cotas teóricas do canto para medir.

Os ciclos fixos se podem programar em qualquer plano de trabalho. Ver "Os ciclos

fixos e planos de trabalho." na página 14.

·B· Distância de segurança.

Este parâmetro só admite valores positivos e maiores do que 0 (zero).

Distância com respeito ao ponto a medir, à que se aproxima em G00 o apalpador antes de realizar o movimento de apalpação. O apalpador deverá estar situado, com respeito ao ponto a medir, a uma distância superior a este valor quando se chame o ciclo.

·F· Avanço em movimento de apalpação.

Este parâmetro estabelece o avanço com o qual se realizará o movimento de apalpação. O resto de deslocamentos se efetuarão em G00.

X Y Z Cotas teóricas do canto para medir.

B Distância de segurança.

F Avanço para movimento de apalpação.

O apalpador deverá situar-se dentro do bolsão antes de chamar o ciclo.

(46)

CNC 8070

3.

CIC

L

OS

FIXOS. LINGUAGEM ISO.

# P ROBE 5. Med ição de ca nto i n terior.

3.5.2

Funcionamento básico.

1. Movimento de aproximação.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de chamada ao ciclo até o primeiro ponto de aproximação, situado a uma distância ·B· de ambas as faces a apalpar.

Este movimento de aproximação se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento no plano de trabalho e depois conforme o eixo perpendicular ao plano.

2. Apalpamento na primeira face.

O apalpamento em cada face está composto por um movimento de apalpamento e um movimento de retrocesso.

Movimento de apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de abcissas, ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é ·2B·. Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se detém o movimento dos eixos e se visualiza o erro correspondente.

Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o ponto de aproximação.

3. Apalpamento na segunda face.

Movimento de apalpamento. Deslocamento do apalpador conforme o eixo de ordenadas, ao avanço ·F·, até receber o sinal do apalpador. A máxima distância a percorrer no movimento de apalpamento é ·2B·. Se percorrida a referida distância o CNC não recebe o sinal do apalpador, se detém o movimento dos eixos e se visualiza o erro correspondente.

Movimento de retrocesso. Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto no qual se realizou o apalpamento até o ponto de aproximação.

4. Movimento de retrocesso.

Deslocamento do apalpador em avanço rápido (G00) desde o ponto de aproximação até o ponto que se chamou ao ciclo.

Este movimento de retrocesso se realiza em duas fases. Primeiro se realiza o deslocamento conforme o eixo perpendicular e depois no plano de trabalho.

Referências

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