Avaliação Responsiva no Programa
Jovem de Futuro
Telma P. Vinha, Cesar A. A. Nunes, Warley G. Correa
Faculdade de Educação - Unicamp
www.gepem.org
Dra. Adriana Braga (Unifesp – SP)
Dra. Adriana de Mello Ramos (GEPEM – UNESP/Unicamp)
Dra. Alessandra de Morais (Fac. de Filosofia e Ciências – UNESP/Marília) Dra. Carmen Lúcia Dias (UNOESTE/Presidente Prudente)
Dr. Cesar Augusto Amaral Nunes (FE- Unicamp)
Dra. Juliana Ap. Matias Zechi (Depto Psic./UFMS/Paranaíba) Dra. Jussara Barbosa Tortella (PUC – Campinas)
Dra. Lívia Maria da Silva (PD - FE-Unicamp)
Dra. Luciana Aparecida Nogueira da Cruz (FCL/ UNESP/São José do Rio Preto) Dra. Luciene Regina Paulino Tognetta (FCL/UNESP/Araraquara)
Dra. Telma Pileggi Vinha (FE- Unicamp)
Pós-graduandos:
Adriano Moro (Fundação Carlos Chagas - Doutorando - FE-Unicamp) Danila Di Pietro Zambianco (Mestranda - FE-Unicamp)
Darlene Ferraz Knoener (Mestranda - FCL/UNESP/Araraquara) Flávia Maria de Campos Vivaldi (Doutoranda - FE-Unicamp) Fabricio Costa de Oliveira (Doutorando - PG Educação – Unesp)
Terezinha Ferreira da Silva Colombo (Doutoranda - PG Educação – Unesp) Mariana Tavares Almeida Oliveira (Doutoranda - FE-Unicamp)
Rafael Petta Daud (Mestrando - FCL/UNESP/Araraquara) Raul Alves de Souza (Mestrando - FCL/UNESP/Araraquara) Sanderly Bicudo (Mestranda - FCL/UNESP/Araraquara) Simone Gomes de Melo (Mestre – PG Educação - Unesp) Thais Leite Bozza (Doutoranda - FE-Unicamp)
Warley Guilger Corrêa (Doutorando - FE-Unicamp)
• As relações interpessoais e o desenvolvimento da autonomia no contexto educativo
• os conflitos interpessoais na escola • a qualidade do clima escolar
• a convivência democrática
• Convivência, afetividade, virtudes e bullying na escola • protagonismo juvenil
Considerações iniciais
• Organização Mundial da Saúde (OMS) - a maior causa de morte dos jovens de 10 a 19 anos no Brasil é a violência interpessoal
• assassinatos, agressão, brigas, bullying, violência entre parceiros sexuais, feminicídio e abuso emocional
• Manter o adolescente na escola é um redutor da violência – mas, é insuficiente
• Predomínio de estratégias submissas e agressivas • Agressões on line, polarizações
• Complexidade da nossa sociedade atual
• Mais do que garantir a permanecia na escola é preciso que se ofereça oportunidades para que os jovens aprendam a se relacionar de forma mais respeitosa e satisfatória, que favoreça o desenvolvimento da capacidade de expressar suas perspectivas sem causar dano aos outros e de buscarem soluções dialógicas, não violentas e respeitosas para seus conflitos.
Problemas de convivência também na escola... percepção de um
aumento dos conflitos
(Leme, 2006; Biondi, 2008, Tognetta et all, 2010)10,17% 48,31% 12,71% 12,71% 16,10% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00%
Ausê ncia de Dificuldade s
Indisciplina, agre ssividade , violê ncia
Re lação e ntre família e e scola
Falta de inte re sse
Dificuldade s associadas à me todologia e /ou pre ocupação do profe ssor e m se faz e r e nte nde r
Os conflitos entre as crianças 3 a 6 Estratégias de negociação conflitos entre crianças e adolescentes Os círculos restaurativos e a influencia na ambiente sociomoral da escola
Os conflitos interpessoais e suas dimensões sociais: a família e escola
Linha de pesquisa: As relações interpessoais e o desenvolvimento da autonomia no contexto educativo
Os conflitos entre as crianças 8 - 9 Conflitos entre os pré-adolescentes 11-12 Educação para a autonomia e implantação de propostas em que a convivência seja ética
As bilhetes da escola para a família e as crianças “difíceis” Problemas de convivência: compreendendo e intervindo As classes “difíceis“ e “não difíceis” Estrutura e funcionamento da escolas democráticas Bilhetes e notificações eletrônicas - a perspectiva dos pais, alunos e dos professores Procedimentos da educação moral A influência dos pais nas estratégias de negociação dos filhos O perspectiva das mães sobre os conflitos entre as crianças A influência do ambiente sociomoral nas estratégias de negociação entre crianças
Os conflitos nas escolas democráticas e autocráticas Construção e validação de instrumentos de avaliação do clima escolar – gestores, professores e alunos. Elaboração e desenvolvimento de um programa de formação visando a melhoria da convivência escolar e a mediação de conflitos em escolas do Ensino Fundamental II As agressões virtuais e os programas de intervenção Os valores dos pais de acordo com a perspectiva dos adolescentes Conflitos entre os pré-adolescentes 13-14
As regras nas escolas democráticas e autocráticas - as assembleias Clima Escolar O bullying e o clima escolar Pesquisa em andamento Pesquisa concluída Eixo de pesquisa L E G E N D A S
Linha de pesquisa: Convivência, afetividade, virtudes e bullying na escola
Visão dos alunos
Estudos sobre as virtudes na Psicologia e na Educação Visão dos professores Visão dos alunos Visão dos professores A solidariedade em professores de Educação Básica A relação entre a Solidariedade e o ambiente sociomoral Representa-ções de si e os valores Intervenção: o trabalho com afetividade na escola Indisciplina e violência na escola Bullying Admiração entre os jovens Admiração entre os professores Indignação entre jovens Crença sobre afetividade entre professores Modelos epistemológicos para o trabalho com afetividade na escola Representações de si e generosidade Estudo intercultural – admiração em estudantes brasileiros e suiços A implantação de estratégias de convivência na escola de Ed. Infantil e E.F. I : a mudança na qualidade das relações. Valores morais relacionados a superação do bullying: justiça, respeito e solidariedade.
Bullying intervenções na escola A visão dos diretores sobre a presença do bullying Diagnóstico – escolas públicas e particulares 2004/2011 Cyber e representações de si Bullying e os aspectos psicológicos Bullying x representações de si x desengajamentos morais Bullying e desengajamentos morais entre Adolescentes Bullying x crenças de auto-eficácia acadêmica Cyber e características dos personagens A s características dos protagonistas Desengajamentos morais sobre situações de bullying entre professores Crenças de auto-eficácia entre professores sobre os processos de intervenção ao bullying Bullying e diagnóstico da realidade As equipes de ajuda – avaliação da implantação de um sistema de apoio entre iguais
O valor da solidariedade e da justiça entre adolescentes envolvidos e não envolvidos em grupos de ajuda Desengajamentos morais entre professores : diferenças entre a como percebem a vítima provocadora e a vítima típica Desengajamentos morais sobre entre professores X as formas como resolvem conflitos O papel das testemunhas de bullying – crenças de autoeficácia social para intervir em situações de vitimização Estilos de Educação parental e participação em situações de vitimização Bullying e Cyberbullying entre estudantes universitários: é possível pensar em formação moral? Crenças de autoeficácia entre testemunhas de bullying X equipes de ajuda Programas de intervenção ao bullying no Brasil e na Espanha
Pesquisa atual do Grupo
Desenvolver um programa de formação de professores e transformações na escola com ações diferenciadas e complementares visando a convivência democrática, a mediação de conflitos e a melhoria da qualidade do clima escolar.
• 10 escolas públicas
• A educação dos valores morais - três vias diferentes e inter-relacionadas: • via institucional - atividades educativas que partem da organização da
escola e da classe, e que têm como pressuposto a participação democrática
• via pessoal e relacional - maneira de ser e de fazer dos educadores, especialmente a relação que estabelecem com seus alunos.
• via curricular - planejamento e o execução de atividades pensadas especificamente para trabalhar a formação moral dos alunos (e procedimentos cooperativos e reflexivos no trabalho com o conteúdo nas demais disciplinas)
• As propostas de intervenção precisam ser curativas, preventivas e de
fomento - formação continuada na escola:
• investir nas qualidade das relações (professor-aluno e entre pares)
• propiciar espaços institucionais de mediação de conflitos (assembleias, círculos restaurativos...)
• introduzir momentos sistematizados para trabalhar os procedimentos de educação em valores e discutir os problemas de convivência
(disciplina – 90 minutos)
• ampliar os momentos de trabalho co-operativo (conhecimento)
• Formação de professores (+ especialistas)
• Formação de professores tutores (+ especialista)
• Propostas de atividades para os professores tutores usarem nas aulas de convivência ética com os alunos (90 minutos)
A construção dos instrumentos (objetivo 1)
Exemplo de Itens avaliativos
Módulos – professores, gestores e funcionários
encontros semanais/quinzenais de 3h - 168 horas Exemplos de temas 1. A construção da autonomia 2. Valores e princípios 3. Regras 4. A comunicação construtiva 5. A escola e a família 6. Os problemas de convivência... • Bullying • Incivilidades e Provocações • Transgressões • Mediação de conflitos...
7. Agressões virtuais e os programas de intervenção
8. Sanções
A construção dos instrumentos (objetivo 1)
Exemplo de Itens avaliativos
Módulos também para os professores de referência e gestores (disciplina com os alunos)
Encontros quinzenais de 3h - 104 horas
Exemplo de temas:
1. Autoconhecimento e conhecimento de grupo
2. Implantação de assembleias para discutir a convivência
3. Princípios e valores 4. A comunicação construtiva • Linguagem • Escuta • Assertividade 5. Provocações...
6. A construção de um projeto antibullying
• Construção coletiva dos valores da escola
• Revisão das regras e sanções
• Espaços de participação - assembleias ou “rodas de diálogo” (dimensão coletiva) entre:
• alunos (quinzenalmente)
• professores, especialistas e gestores ( mensalmente)
• Processos de mediação de conflitos (dimensão privada)
• Propostas de protagonismo dos alunos: equipes de ajuda
• Envolvimento da comunidade
• Avaliação responsiva
Implantação de espaços institucionais para participação e resolução de conflitos
• assembleias ou rodas de diálogo
APOIO e SERVIÇO
Conhecer o outro
Prestar-lhe ajuda
Valorizar e compreender suas diferenças
Favorecer a convivência entre os envolvidos numa comunidade educativa
Atuar para a melhoria da qualidade do clima escolar
• O clima escolar consiste no conjunto de percepções e expectativas compartilhadas pelos integrantes da comunidade escolar, decorrente das experiências vividas nesse
contexto com relação aos seguintes fatores inter-relacionados:
• normas, objetivos, valores, relações humanas, organização e estruturas física, pedagógica e administrativa que estão presentes na instituição educativa.
• percepções dos docentes, discentes, equipe gestora, funcionários e famílias, a partir de um contexto real comum. Refere-se à atmosfera psicossocial de uma escola, sendo que cada uma possui o seu clima próprio.
• Ele influência na dinâmica escolar e, por sua vez, é influenciado por ela, deste modo,
Influência do clima escolar
1) na aprendizagem/escolarização/desempenho:
• a autoconfiança para realizar o trabalho escolar
• a motivação
• as aprendizagens e ao rendimento escolar
• a atitude face à utilidade dos estudos
Influência do clima escolar
2) na socialização:
• no desenvolvimento emocional e social dos alunos
• problemas como os conflitos, a violência física e verbal entre alunos e entre alunos e professores, o vandalismo, o roubo, o consumo e venda de drogas e outros comportamentos de risco
• quando o clima escolar é negativo pode representar um fator de risco da qualidade de vida escolar, contribuindo para o surgimento de problemas comportamentais, sentimento de mal-estar e o
Clima escolar
Escolas que possuem clima escolar positivo apresentam: • bons relacionamentos interpessoais
• ambientes de aprendizagem com decisões compartilhadas
• espaços de participação
• senso de justiça (as regras são necessárias e obedecidas e as sanções são justas)
• indivíduos que se sentem seguros, apoiados, engajados, pertencentes à escola e respeitosamente desafiados
• Mudança de paradigma - busca pelo “bem estar” na escola (prevenção) – “saúde” e não “doença” (conflitos, violência, conhecimento significativo...) – (remédio)
A construção dos instrumentos (objetivo 1)
Exemplo de Itens avaliativos
Outras ações:
•reuniões para apresentação do projeto para pais e alunos •observação dos procedimentos que estão sendo implantados
Avaliação do programa
• Clima escolar
• Avaliação responsiva
• avaliação do programa
• contribuir para a transformação
• dados são devolvidos para escola
• avanço coletivo intencional
• os processos (assim como a avaliação) devem ser coerentes os objetivos e com o que se espera que os professores façam com os alunos
• Respeito a cultura de cada unidade escolar – “personalização” • Tempo de transformação... • Processo de transformação • avanços e recuos • flexibilidade Considerações
• Os ganhos gerados por um projeto assim foram diversos, como:
– diminuição dos conflitos e o aumento de formas de intervenção cada vez mais construtivas
– maior pertencimento e participação dos alunos
– desenvolvimento de relações mais respeitosas
– regras mais justas e necessárias
– aumento do sentimento de bem-estar geral
INTERVENÇÃO ATUAL HISTÓRICO
INTERVENÇÃO ATUAL HISTÓRICO Em 2017, participarão
2.156
escolas estudantes877.591
5.275diretores, coordenadores pedagógicos e técnicos das Secretarias de Educação nas formações presenciais
4.312
gestores escolares nas formações a distância
252 escolas 67.013 estudantes 160 escolas 83.651 estudantes 644 escolas 338.310 estudantes 628 escolas 204.459 estudantes 223 escolas 88.565 estudantes 249 escolas 95.593 estudantes * números estimados
INSTITUTO UNIBANCO
QUAL É O IMPACTO
DO JOVEM DE FUTURO?
INSTITUTO UNIBANCO Impacto sobre o quê? Impacto em quem? Impacto quando?
nos alunos da escola ao final da 3ª série,
após três anos da implementação do projeto.
Impacto sobre proficiência em Matemática e Língua Portuguesa
INSTITUTO UNIBANCO
Impacto sobre proficiência em Matemática e Língua Portuguesa
nos alunos da escola ao final da 3ª série,
após três anos da implementação do projeto.
Impacto em
quem?
Impacto sobre proficiência
em Matemática e Língua
Portuguesa
nos alunos da
escola ao final da 3ª série,
após três anos da
implementação do projeto.
Impacto sobre o quê? Impacto quando? 40INSTITUTO UNIBANCO 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270
Antes da implantação Três anos após a implantação
Pr o fic iênci a a o final da 3a série d o Ensin o Méd io
Evolução da Proficiência no Grupo de Escolas Beneficiadas Melhora no Grupo de Escolas Beneficiadas Proficiência que as escolas beneficiadas teriam caso elas
não tivessem tido acesso ao Programa Proficiência das escolas beneficiadas 41
As escolas de tratamento e controle são definidas por sorteio que garante a confiabilidade do impacto.
INSTITUTO UNIBANCO 42
Magnitude do impacto
Alunos aprendem, em média, 22 pontos na escala SAEB.
5 pontos equivalem a 22% do que os alunos aprendem durante o ensino médio.
Se fosse o mesmo aumento na aprendizagem por série,
considerando 4 séries, seria 25% de aumento por série.
Portanto, 5 pontos seria acelerar um aluno em uma série.
Evolução do desempenho médio em Língua Portuguesa e Matemática: Brasil, Escolas Públicas
• As transformações na escola, inclusive a busca pela melhoria do desempenho, é algo complexo que envolve muitos fatores
• TALIS – OCDE - 2014
• 30 países participantes
• 106.000 professores dos anos finais do ensino fundamental e diretores de escolas públicas e privadas
• Brasil: 14.291 professores e 1.057 diretores de 1.070 escolas responderam o questionário da TALIS
• Uma escola é “tudo isso”
• meta aprendizagem, mas também a formação do cidadão
• Gestor tem que lidar
• questões de infraestrutura, pedagógicas, administrativas, relacionais, sociais...
• Missão: Contribuir na garantia do direito de aprendizagem dos jovens na
educação pública
• Visão: Ser uma referência de excelência em Gestão Escolar, fortalecendo o diálogo com atores relevantes e ampliando o repertório de soluções para a educação pública de qualidade
• Propósito: Conexões de práticas, saberes e talentos a serviço de uma educação
transformadora
• Valores: Conectar ideias, acelerar transformações e valorizar a diversidade
INSTITUTO UNIBANCO Direito à aprendizagem RESULTADO organização e difusão do conhecimento instituição de processos de gestão estratégica CIRCUITO DE GESTÃO ‒ 3 ciclos ao ano ‒ Organiza a corresponsabilização
meta execução correção
de rotas boas
práticas
planejamento monitoramento
• As escolas têm suas particularidades e necessidades e para entender qualquer transformação é preciso conhecer e ouvir as próprias escolas
• IU - pesquisas exaustivas e cuidadosas avaliam e analisam dados sobre o programa antes, durante e depois
• busca constante pelo aperfeiçoamento – “geração”
• Proposta dessa pesquisa:
• Iremos, pela primeira vez no JF, ouvir os gestores no decorrer da implantação do programa, de forma contínua e qualitativa
• sobre os avanços, as dificuldades, as condições, as melhorias as contribuições do programa
Grupos Reflexivo - Avaliação Responsiva de Programa
• Inspiração - modelo da avaliação responsiva de programa que é democrática e preocupada em ouvir e dar retorno para quem recebe o projeto
• valoriza a diversidade de visões, opiniões e experiências
• 30 gestores
• critérios: escolas - concentração baixa/alta, rendimento
• Compartilhamento
• reflexões e contribuições para melhorar o programa
• Relatos num ambiente colaborativo KF • “contar” – narrar, refletir
• criação de comunidade e conquista gradual da confiança para se expor • clima positivo de avanço coletivo
• compartilhamento e contribuições
https://kf.utoronto.ca/kforum/home.xhtml;jsessionid=h6qULt5WyvrCUKzz96HIlUa 6.undefined
Como acontece na prática
• 3 horas mensais de participação online – horário que puderem
• exemplo de questões que orientam narrativas livres:
• Como os professores estão reagindo?
• Quais dificuldades estou enfrentando?
• O que deu certo? O que pode melhorar na proposta?
• Quais são as condições reais em sua escola neste momento?
• Qual o alinhamento da proposta do JF com sua visão de educação e gestão? Com a realidade da sua escola?
Não é possível ampliar os saberes e os conhecimentos com
um esforço individual apenas.
É fundamental que se reconheça a mais-valia do outro como
um parceiro importante para esta ampliação, para uma
efetiva mudança que se produz em contexto, fazendo e
refletindo sobre o feito e o a fazer.
Como acontece na prática
• Teremos também encontros presenciais com os gestores participantes
• Fase 1 - segundo semestre de 2017 serão três encontros:
• 25 de agosto – formação
• começo de outubro
• final de novembro
• Além da formação, nesses encontros, serão apresentadas e discutidas as devolutivas aos relatos - síntese
• avanços, dificuldades, sugestões, modificações implementadas
• Devolutivas para o programa JF: caracterização dos contextos, impacto nas escolas, sugestões
Considerações finais
• O trabalho que estamos propondo é esse “canal de escuta” que vem com
uma reflexão coletiva, a partir de diferentes olhares
• um processo de construção coletiva para que o próprio projeto melhore • Esse “fazer” tem que ser respeitoso e democrático
• Outras experiências - maior crescimento e envolvimento, trocas, validade da experiencia, crescimento pessoal e contribuições para o programa e para a escola
Participação na Equipe Reflexiva - Avaliação Responsiva do Programa Nome da Escola
Endereço Cidade Telefone
Nome do(a) gestor(a)
Telefone com DDD E-mail:
Não existe ambiente e/ou capacidade de gerar resultados
sem aproximação de mundos e construção de vínculos.
Estabelecer parcerias e considerar o olhar das juventudes
sobre o que e como fazemos são condições fundamentais
para o alcance de resultados.
Parceiros e Juventudes Mapa estratégico - IU