• Nenhum resultado encontrado

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A"

Copied!
43
0
0

Texto

(1)

A

SSISTÊNCIA DE

E

NFERMAGEM A PACIENTES GRAVES

MATERIAIS UTILIZADOS E PRINCIPAIS FÁRMACOS UTILIZADOS NA EMERGÊNCIA, ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE VÍTIMA DE CHOQUE E

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA

Professora : Raquel Soeiro

Mestre em Ensino na Saúde – UFF

Graduação em Enfermagem e Licenciatura -UFF

Enfermeira Especialista em Enfermagem em Emergência - UGF Enfermeira Especialista em Saúde da Família - UCM

(2)
(3)
(4)
(5)
(6)

PRINCIPAIS

FÁRMACOS

UTILIZADOS

NA

EMERGÊNCIA

Adrenalina / Epinefrina

 Indicação Terapêutica: ✓ Broncoespasmo ✓ Alergia ✓ Choque ✓ Anafilaxia ✓ PCR  Grupo Farmacológico: ✓ Hipertensores arteriais ✓ Simpticomiméticos ✓ Antialérgico

(7)

 Vias de Administração: ✓ SC ✓ IV ✓ IM ✓ Intracardíaca  Diluição:

✓ Não diluir no adulto.

✓ Administração rápida (em bolus). ✓ Repetir a cada 3 a 5 min.

 Observações:

✓ Não utilizar se tiver alteração da cor ou presença de sedimentos. ✓ Deteriora rapidamente, em contato com luz e com o ar.

✓ Proteger ao abrigo da luz.

(8)

Norepinefrina

 Apresentação: Solução injetável 2 mg/ml Ampolas 4 ml Vias de  Administração:

 ✓ IV

 Diluição:

 ✓ Diluir 1 ampola em 250 ml de SG 5% ou SF 0,9%.  ✓ Correr em BI.

 ✓ Colocar em equipo escuro – fotossensível.

 Observações:

 ✓ Não administrar com sais de ferro e agentes oxidantes.

 ✓ Cuidado com extravasamentos, pois pode ocorrer necrose tissular.  ✓ Administrar em cateter venoso central.

 ✓ Monitorar F.C.

 ✓ Observar formação de precipitado ou a alteração da cor da solução (castanha, amarela escura ou rosada ), desprezar

(9)

Amiodarona

 Comercial: ✓ Ancoron  Grupo Farmacológico: ✓ Antiarrítmicos ✓ Vasodilatadores coronarianos  Indicação Terapêutica: ✓ Arritmias cardíacas ✓ Angina ✓ Insuficiência Coronariana

(10)

 Apresentação: Solução injetável 50 mg/ml Ampolas 3 ml  Vias de Administração:

✓ IV

✓ Outras Apresentações - Ambulatorial: Comprimidos 100 mg e 200 mg – VO Suspensão 200 mg/ml – VO

 Diluição:

 ✓ Diluir 3 a 4 ampolas em 150 a 250 ml de SG 5%  ✓ Correr em B.I ou equipo microgotas

 Observações:

 ✓ Não é aconselhado administrar em bolus.  ✓Observar hipotensão.

(11)

Nitroprussiato de Sódio

Comercial: Nipride

Grupo Farmacológico: Hipotensor arterial

Indicação Terapêutica: Hipertensão Arterial

Apresentação: Solução injetável 25 mg/ml

Ampolas 2 ml

(12)

Diluição:

Diluir 3 a 4 ampolas em 150 a 250 ml de SG 5%

Correr em B.I ou equipo microgotas

Observações:

Não é aconselhado administrar em bolus.

Observar hipotensão.

(13)

Aminofilina

 Comercial: ✓ Aminofilina ✓ Asmapen ✓ Minoton  Grupo Farmacológico: ✓ Antiasmático ✓ Broncodilatador  Indicação Terapêutica: ✓ Asma brônquica ✓ Broncoespasmo

(14)

 Apresentação: Solução injetável 24 mg/ml Ampolas 10 ml  Vias de Administração: ✓ IV ✓ IM (Minoton)  Diluição: ✓ Diluir 1 ampola em 90 ml de SG 5% ou SF 0,9% ✓ 240 mg/100ml em 30 mi  Observações:

✓ A injeção IM deve ser aplicada na região glútea, profundamente ( muito dolorida).

(15)

Sulfato de Atropina

 Comercial:

✓ Atropina ✓ Atropion

 Grupo Farmacológico:

✓Antagonista dos receptores muscarínicos (Reduz o tônus vagal e acelera a condução A.V.)

 Indicação Terapêutica:

✓ Ulcera péptica

✓ Dores em geral e espasmódicas ✓ Distúrbios cardíacos

(16)

 Apresentação: Solução injetável 0,25 mg/ml, 0,5 mg/ml e 1 mg/ml Ampolas 1 ml  Vias de Administração: ✓ IV ✓ IM (0,25 mg/ml) ✓ SC (0,25 mg/ml)  Diluição:

✓ Não diluir no adulto e criança. ✓ Administração rápida (em bolus). ✓ Repetir a cada 3 a 5 min.

 Observações:

 ✓ Monitorar a F.C

(17)

Cloridrato de Dopamina

Comercial: Dopamina

Grupo Farmacológico:

Hipertensores arteriais

Simpaticomiméticos

Cardiotônicos não digitálicos

Indicação Terapêutica:

✓ Choque

(18)

 Apresentação: ✓ Solução Injetável 5 mg/ml ✓ Ampolas 10 ml  Vias de Administração: ✓ IV  Diluição: ✓ Diluir 5 ampolas de 10 ml em 200 ml de SF 0,9% ou SG 5%. ✓ Correr em B.I ou equipo microgotas

 Observações:

✓ Monitorar P.A.

✓ Não infundir na mesma via que bicarbonato de sódio.

✓ Se infundido em veia periférica, atentar para sinais de flebite e necrose tissular.

(19)

Nitroglicerina

Comercial:

Tridil

Nitroderm

Grupo Farmacológico:

Vasodilatador coronariano

Nitrovasodilatador

Indicação Terapêutica:

(20)

 Apresentação: ✓ Solução Injetável 5 mg/ml ✓ Ampolas 5 e10 ml  Vias de Administração: ✓ IV  Diluição: ✓ Diluir 1 ampola (5 ml) em 500 ml de SF 0,9% ou SG 5%. – 5 mg/100 ml ✓ Correr em B.I.  Observações:

✓ Monitorar P.A. – risco de hipotensão grave ✓ Administrar em BI

(21)

 Deslanosídeo –Digitálico , Cardiotônico (Insuficiência cardíaca)

 Adenosina – Antiarrítmico

 Acido trenaxâmico- Coagulantes, Antifibrinolíticos Anti-hemorrágicos

 Cloridrato de Dobutamina- Simpaticocomiméticos Catecolaminas- (ICC/ Choque)

 Midazolam- Hipnóticos Indutores do Sono Benzodiazepínicos (Insônia Sedação da consciência Pré-anestésico)

 Fenitoína - Anticonvulsivantes Antiepiléticos (Epilepsia Convulsão)

 Fentanila- Anestésicos gerais Entorpecentes (Anestesia geral Indução anestésica Dor em geral)

(22)

Morfina

 Comercial: ✓ Dimorf  Grupo Farmacológico: ✓ Entorpecentes ,Analgésicos  Indicação Terapêutica: ✓ Dor em geral Diluição:

✓ Diluir 1 ml + 9 ml AD ou SF – obter concentração de 1 mg/ml

(23)

ASSISTÊNCIA

DE

ENFERMAGEM

AO

PACIENTE

VÍTIMA

DE

C

HOQUE

(24)

Danos elétricos são causados por correntes

elétricas, criadas pelo homem, que passam

através do corpo.

Os sintomas podem variar entre queimaduras

cutâneas, lesões a órgãos internos e outros

tecidos brandos, arritmias cardíacas e parada

respiratória.

O diagnóstico baseia-se em história, critério

clínico e exames laboratoriais seletivos.

O tratamento é de suporte com cuidados

(25)

1. QUEIMADURAS

A maioria dos acidentes de choque elétrico

resultam em pequenas queimaduras na pele,

contudo, dependendo da intensidade da carga, é

possível que ela afete os órgãos internos da

vítima.

Essa é uma questão muito delicada, uma vez que

quando a eletricidade atinge os órgãos pode

comprometer totalmente o seu funcionamento –

por tabela, a pessoa precisará de tratamentos

específicos, como para insuficiência renal,

cardíaca ou de qualquer outro órgão afetado.

(26)

2. PROBLEMAS CARDÍACOS

A carga elétrica também pode gerar problemas

cardíacos: se uma pequena corrente atravessar o

peito e alcançar o coração, é capaz de causar uma

fibrilação ventricular.

Assim como no caso anterior, se a intensidade for

maior, a consequência é mais grave: quando uma

forte corrente elétrica atinge o coração, pode

paralisá-lo e provocar uma parada cardíaca, ou

até mesmo a morte.

(27)

3. LESÕES NEUROLÓGICAS

Primeiro, é importante reforçar que toda corrente

elétrica pode afetar os nervos de alguma forma.

Por isso, quando há repetição de choques ou

quando eles são muito intensos, a estrutura dos

nervos é comprometida, podendo acabar em uma

neuropatia. Essa condição tem como sintomas dor

ou dormência nas pernas e braços; dificuldade

para mexer os músculos ou tonturas frequentes.

(28)

Em caso de choque elétrico, desligue sem demora

a força elétrica, antes de tocar na pessoa.

(29)

Q

UEIMADURAS

POR

ELETRICIDADE

Se você não souber onde ou como desligar a chave

geral de energia, não estando a vítima molhada,

puxe-a pelas roupas até desgrudá-la da fonte que

provocou o choque.

Caso a pessoa esteja presa a um fio elétrico, use um

(30)
(31)

Em caso de choque em criança que introduziu um

objeto de metal em uma tomada elétrica,

primeiro desligue a chave geral da caixa de

(32)

Tratamento

Cortar a corrente

Reanimação

Analgesia

Às vezes, monitoramento cardíaco por 6 a 12 h

Cuidados com ferimentos

(33)

Cuidados de Enfermagem

Monitorizar paciente

Puncionar acesso venoso

Curativo nas feridas

(34)

ASSISTÊNCIA

DE

ENFERMAGEM

EM

O

NCOLOGIA

O câncer é um processo patológico que se inicia

quando uma célula anormal é transformada por

mutação genética do DNA celular, a mesma

forma um clone e começa a se proliferar de

maneira incontrolável e adquirem características

invasivas.

As neoplasias correspondem a essa proliferação

celular anormal, que foge parcial ou totalmente

do controle do organismo. As neoplasias podem

ser classificadas como benignas e malignas.

(35)

 As células benignas e malignas diferem em algumas

características do crescimento celular, incluindo o método e a taxa de crescimento, capacidade de metastizar, efeitos gerais, destruição do tecido e capacidade de provocar a morte.

 O diagnóstico de câncer está baseado no histórico das

alterações fisiológicas e funcionais e nos resultados da avaliação diagnóstica. Os pacientes que apresentam suspeita de câncer deveram ser submetidos a exames extensos com os seguintes objetivos:

 Determinar a presença e a extensão do tumor;

 Identificar a possível disseminação (metástase) da

doença ou invasão de outros tecidos orgânicos;

 Avaliar a função dos órgãos e sistemas orgânicos

envolvidos e não envolvidos;

 Obter tecido e células para análise, inclusive para a

(36)

O tipo de tratamento oferecido para pacientes com câncer deve basear-se nas metas do tratamento para cada tipo de câncer especifico. As principais metas de tratamento são:

 Erradicação completa da doença maligna (cura);

 Sobrevida prolongada e contenção das células cancerosas

(controle);

 Alivio dos sintomas associados a doença (paliativo).

Existem três formas principais de tratamento do câncer: cirurgia, radioterapia e quimioterapia.

É importante entender os princípios das modalidades e como elas se interrelacionam, já que podem ser usadas em conjunto.

(37)

Cirurgia: a cirurgia pode ser diagnóstica, para

tratamento, profilática, paliativa ou reconstrutora.

 Cirurgia diagnostica: realizada para obter uma amostra

tecidual para analise das células suspeitas. Exemplo: biopsia.

 Cirurgia como tratamento primário: remover todo o tumor ou

o máximo possível e qualquer tecido adjacente envolvido, inclusive os linfonodos regionais.

 Cirurgia profilática: consiste em remover os tecidos

desvitalizados ou órgãos que estão em risco aumentado para desenvolver câncer.

 Cirurgia paliativa: realizada quando a cura não é possível e

as metas do tratamento são colocar o paciente o mais confortável possível e promover qualidade de vida.

 Cirurgia reconstrutora: pode suceder a cirurgia curativa ou

radical com o objetivo de melhorar a função ou obter um efeito cosmético mais desejável.

(38)

Radioterapia:

consiste

no

método

de

tratamento local ou locorregional através de

equipamentos e técnicas variadas para

irradiar áreas do organismo.

A radioterapia pode ser curativa, citorredutora,

profilática ou paliativa.

A radioterapia pode ser administrada de diversas

maneiras, dependendo da fonte de radiação

usada, da localização do tumor e do tipo de

câncer visado.

As aplicações primárias incluem a teleterapia

(radiação por feixe externo), braquiterapia

(radiação

interna),

moldes

sistêmicos

(radioisótopos) e moldes de contato ou de

superfície.

(39)

Quimioterapia: os agentes antineoplásicos são

utilizados com o objetivo de destruir as

células tumorais, pois interferem nas funções

celulares.

 A quimioterapia pode ter por finalidade reduzir o

tamanho do tumor no período pré-operatório (neoadjuvante), para destruir qualquer célula tumoral remanescente no período pós-operatório (adjuvante) ou para tratar algumas formas de leucemia ou linfoma (primário).

 Como bem sabemos os agentes quimioterápicos afetam

tanto as malignas, quanto as normais, afetando assim muitos sistemas orgânicos.

(40)

E

MERGÊNCIAS

EM

ONCOLOGIA

 Síndrome de lise tumoral (distúrbios hidroeletrolíticos)  Neutropenia febril  Síndrome de compressão medular  Síndrome de compressão da veia cava superior  Hipercalcemia

 Hipocalcemia  Crise convulsiva  Delírio

 Parada cardiorrespiratória

 Trombose arterial e/ou profunda  Hemorragias  Leucocitose  Suboclusão intestinal  Dor  Insuficiência renal  Insuficiência respiratória  Caquexia  Desidratação

(41)

C

UIDADOS

DE

ENFERMAGEM

 Avaliar o paciente para evidência de infecção:  Verificar os sinais vitais

 Inspecionar todos os locais que podem servir como portas

de entrada para patógenos (locais intravenosos, feridas, pregas cutâneas, proeminências ósseas, períneo e cavidade oral).

 Observar relato de febre (≥ 38,3°C ou ≥ 38°C por mais de 1

h), calafrios, sudorese, inchação, calor, dor, eritema, exsudato em qualquer superfície corporal. Também relata alteração no estado respiratório ou mental, sensação de queimação ou frequência ao urinar, mal-estar, mialgias, artralgias, exantema ou diarreia

.

(42)

 Obter culturas e antibiogramas, quando indicado, antes do

início do tratamento antimicrobiano (exsudato em ferida, escarro, urina, fezes, sangue).

 Instruir todas as pessoas sobre a higiene cuidadosa das

mãos antes e depois de entrar no quarto.

 Evitar procedimentos retais ou vaginais (temperaturas

retais, exames, supositórios, tampões vaginais).

 Usar emolientes fecais para evitar a constipação intestinal

e esforço para defecar. E

 Assistir o paciente na prática da higiene pessoal

meticulosa.

 Incentivar o paciente a deambular no quarto, exceto

quando contraindicado.

 Remover flores frescas e vasos de plantas.

 Diariamente: trocar escarradeira, líquidos de limpeza de

(43)

 Trocar os locais intravenosos periféricos de curta duração

em dias alternados.

 Limpar a pele com iodopovidona antes da punção arterial

ou venosa.

 Trocar os curativos do cateter venoso central a cada 48 h.  Trocar todas as soluções e conjuntos de infusão a cada 72 a

96 h.

 Seguir diretrizes para o cuidado de dispositivos de acesso

venoso periférico e central.

 Evitar injeções intramusculares.

 Evitar a inserção de sondas urinárias; quando as sondas

são necessárias, usar a técnica asséptica rigorosos

 Fornecer as medidas de alívio da dor.

Referências

Documentos relacionados

1 - Específicos: conforme orientação da Vigilância Epidemiológica (isolamento viral ou sorologia).. 2 - Inespecífico: Hemograma com contagem de plaquetas (auxiliar

Conforme a classificação de risco, diante de um caso suspeito de febre de Chikungunya, o hemograma deve ser solicitado à critério médico para as formas brandas da doença e

Este estudo concluiu que a espécie canina foi a mais acometida por paralisias, sendo os SRDs mais representativos; a lesão medular foi a causa principal de paralisias em cães e

O DIRETOR GERAL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO - CAMPUS IPORÁ, no uso de suas atribuições legais, conferida pela Portaria/IF Goiano nº 22,

No prazo de 10 dias contada da deliberação, para os condóminos presentes, ou contada da sua comunicação, para os condómino ausentes, pode ser exigida ao administrador a convocação

Phil não tinha mais nada a dizer, mas Andy estava certo de que seu amigo havia plantado uma semente em sua cabeça.. E seu objetivo imediato tinha sido atingido:

O Patrimônio Histórico, concebido aqui como uma relação entre memória social (CARLAN, 2008, p.82) e soma dos bens culturais, agrega conjuntos de informações,

A inovação é, portanto, a estratégia das empresas mais bem-sucedidas, e a inovação de valor, faz com que a empresa migre seu foco, deslocando-o da questão de superar seus