GEOPROCESSAMENTO
Aula 1
Coleta de informa
Coleta de informa
ç
ç
ões sobre a distribui
ões sobre a distribui
ç
ç
ão
ão
geogr
geogr
á
á
fica.
fica.
Recursos minerais;
Propriedades;
Plantas e Animais;
Estradas, ruas, caminhos;
Cidades, Estados, Países ...
Introdu
Introdu
ç
ç
ão
ão
Mapas
Mapas
Mapas
-
-
Papel
Papel
Introdu
Introduççãoão
Terra
Coleta de informa
Coleta de informaçções ões (coordenadas)
(coordenadas)
Armazenamento das
Armazenamento das
Informa
Introdu
Introduççãoão
Principais Dificuldades
Principais Dificuldades
Mapas
Mapas --PapelPapel
Lagos, Rios, drenagem...
Lagos, Rios, drenagem...
Curvas de n
Curvas de níívelvel
Estradas, ....
Estradas, ....
Uso da Terra...
Uso da Terra...
(Atual ?)
(Atual ?) Escala ( Escala ( ≠≠ ))
(Localiza
(Localizaçção Espacial + ão Espacial +
Informa
Informaçção)ão)
Mapas
Mapas -- PapelPapel
(coordenadas X, Y e Z)
(coordenadas X, Y e Z)
Tomada de Decisões
(Matriz de Decisão)
(Matriz de Decisão)
SATURAÇÃO COM BASES - V (a; b) CTC (a; b) MA A M B MB GRAUS DE LIMITAÇÃO MA 0 0 1 2 3 A 0 0 1 2 3 M 0 0 1 2 3 B 0 1 2 3 4 MB 1 2 3 4 5
GEOPROCESSAMENTO
IntroduIntroduççãoão
Tomada de Decisões
SIG
SIG
GEOPROCESSAMENTO
Introdu
Introduççãoão
Banco de Dados
Banco de Dados
(X, Y e Z)
Anos 50
Anos 50
Primeira tentativa de automatizar parte do
processamento de dados com características
espaciais (Inglaterra e Estados Unidos)
Objetivo: Reduzir os custos de produção e
manutenção de mapas.
Problema: precariedade da informática da
época.
Breve Hist
Breve Hist
Breve Hist
ó
ó
rico do Geoprocessamento
rico do Geoprocessamento
Anos 60
Anos 60
Primeiro SIG (Canadá)
Objetivo: Programa governamental para
inventário de recursos naturais.
Problema: Sistema de difícil uso, não existiam
monitores gráficos de alta resolução,
computadores caríssimos, mão de obra altamente especializada, capacidade de armazenamento e processamento baixas, programas específicos para cada projeto (alto custo e tempo)
Breve Hist
Breve Hist
ó
ó
rico do Geoprocessamento
rico do Geoprocessamento
Anos 70 (Avan
Anos 70 (Avançços)os)
Desenvolvimento de recursos de Hardware (tornando
viável desenvolvimento de sistemas comerciais).
““Expressão: Expressão: GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMGEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEM ””
Primeiros sistemas comerciais de CAD (Computer Aided
Desing, ou projeto assistido por computador).
Base para os primeiros sistemas de Cartografia
automatizada.
Desenvolvimento de fundamentos matemáticos e questões
de geometria computacional voltados a Cartografia.
Problema: altos custos dos sistemas, computares de grande
Breve Hist
Breve Hist
ó
ó
rico do Geoprocessamento
rico do Geoprocessamento
Anos 80 (Avan
Anos 80 (Avançços)os)
Tecnologia do SIG – acelerado processo de
crescimento até os dias de hoje!
Avanços na Microinformática e estabelecimento
de centros de estudo sobre o assunto.
EUA (1989): (NCGIA – National Centre for
Geographical Information and Analysis) “
Disciplina científica de Geoprocessamento”
Evolução dos computadores pessoais e sistemas
Breve Hist
Breve Hist
ó
ó
rico do Geoprocessamento
rico do Geoprocessamento
Desenvolvimento no Brasil:
Desenvolvimento no Brasil:
(UFRJ) – Início dos anos 80 Prof. Jorge Xavier da Silva –
divulgação e formação de pessoal.
1982 – Vinda do Prof Roger Tomlinson (responsável pela
criação do primeiro SIG – Canadian Geographical Information System). Incentivo a vários grupos, tais como:
UFRJ (Lab. de Geop. Dep. de Geografia)
desenvolveu o SAGA (Sistema de Análise Geo-Ambiental).
AeroSul aerolevantamentos: MaxiDATA
(automatização de processos cartográficos) e MaxiCAD (mapeamento por computador).
CPqD/TELEBRÁS (1990): desenvolvimento do
SAGRE (Sistema Automatizado de Gerência de Rede Externa).
Breve Hist
Breve Hist
ó
ó
rico do Geoprocessamento
rico do Geoprocessamento
Desenvolvimento no Brasil: (INPE)Desenvolvimento no Brasil: (INPE)
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
1984 – DPI (Divisão de Processamento de Imagens)
Objetivo: Desenvolvimento de tecnologia de
geoprocessamento e SR.
1984 a 1991 (SITIM/SGI) Sistema de Tratamento de
Imagens / Sistema de Informações Geográficas para ambiente PC\DOS.
1991 (SPRING) Sistema de Processamento de
Informações Geográficas, para ambiente UNIX e MS/Windows.
GEOPROCESSAMENTO
“
“AutomatizaAutomatizaççãoão da informada informaçção que de alguma forma ão que de alguma forma est
estáá vinculada a um determinado lugar no espavinculada a um determinado lugar no espaçço o (
(CouvreCouvre, 1999), 1999)”” “
“O termo O termo GeoprocessamentoGeoprocessamento denota a disciplina do denota a disciplina do conhecimento que utiliza t
conhecimento que utiliza téécnicas matemcnicas matemááticas e ticas e computacionais para o tratamento da informa
computacionais para o tratamento da informaçção ão geogr
geográáfica e que vem influenciando de maneira fica e que vem influenciando de maneira crescente as
crescente as ááreas de Cartografia, Recursos Naturais, reas de Cartografia, Recursos Naturais, Transportes, Comunica
Transportes, Comunicaçções, Energia, Planejamento ões, Energia, Planejamento Rural e Urbano, ...Câmara, 2000 )
Rural e Urbano, ...Câmara, 2000 )”” “
“Se Se ondeonde éé importante para o seu negimportante para o seu negóócio, então cio, então Geoprocessamento
Região de Piracicaba (localização espacial)
Declives variáveis .... ( < 15 %)
Solos com baixa susceptibilidade a erosão
Tiro de máquina ( > 200 m)
BANCO DE DADOS GEORREFERENCIADO
ANÁLISE
GEOPROCESSAMENTO
Exemplo:
GEOPROCESSAMENTO
N
N
S
S
W
W
L
L
X, Y X, Yz
z
z
z
z
z
An Anááliselise Matriz de Matriz de Decisão Decisão Cruzamento Cruzamento de Informade Informaççõesões
Nova Informa
Áreas de Colheita mecanizada
Região de Piracicaba (localização espacial) Declive variáveis .... ( < 15 %)
Solos com baixa susceptibilidade a erosão Tiro de máquina ( > 200 m)
BANCO DE DADOS GEOREFERENCIADO
ANÁLISE GEOPROCESSAMENTO SENSORIAMENTO REMOTO
+
+
SIG GPS=
Principais Ferramentas:
Sensoriamento Remoto
“ É a ciência ou a arte de se obterem informações
sobre um objeto, área ou fenômeno, através de dados
coletados por aparelhos denominados sensores, que não
entram em contato direto com os alvos em estudo (Crepani, 1983)”
R.E.M. Alvo Sensor Plataforma Comp. Espectral INPE Imagens
Aquisição/Armazenamento/Processamento
Produtos do Sensoriamento Remoto
FOTOGRAFIAS A
FOTOGRAFIAS AÉÉREASREAS
1993
2005
Fotointerpreta
Fotointerpreta
ç
ç
ão
ão
Estradas Rios Cana-de-açúcar
Matas Nativas Reflorestamento Drenagem
IMAGENS DE SAT
IMAGENS DE SATÉÉLITELITE
Landsat 3 MSS
Landsat 5 TM
20/10/79
05/09/06
Multispectral Scanning System Thematic Mapper
IMAGENS DE SAT
IMAGENS DE SATÉÉLITELITE
12/09/06 21/01/06
CBERS 2 CCD
CBERS 2 CCD
Couple Changed DeviceIMAGENS DE SAT
IMAGENS DE SATÉÉLITELITE
Ikonos
Ikonos
IMAGENS DE SAT
IMAGENS DE SAT
IMAGENS DE SATÉÉLITELITE
Landsat 3 MSS
Landsat 5 TM
CBERS 2 CCD Ikonos
Resolu
Resoluçção Espacialão Espacial
Resolu
Resoluçção Radiomão Radioméétricatrica
Resolu
SISTEMA DE POSICIONAMENTO
GLOBAL
SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL
SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL
““ O Sistema de Posicionamento Global (GPS) O Sistema de Posicionamento Global (GPS) éé
um sistema espacial de navega
um sistema espacial de navegaçção, que foi ão, que foi
desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos
desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos
EUA, que pode ser usado 24 horas por dia, em
EUA, que pode ser usado 24 horas por dia, em
quaisquer condi
quaisquer condiçções meteorolões meteorolóógicas. O objetivo gicas. O objetivo
inicial era para satisfazer as necessidades de
inicial era para satisfazer as necessidades de
usu
usuáários civis, das forrios civis, das forçças militares americanas as militares americanas e de seus aliados, de modo a determinar
e de seus aliados, de modo a determinar
posi
posiçção, velocidade e tempo, em relaão, velocidade e tempo, em relaçção a um ão a um sistema de referência definido, para qualquer
sistema de referência definido, para qualquer
ponto sobre ou pr
ponto sobre ou próóximo da superfximo da superfíície da cie da
Terra
Diversos Tipos de Receptores
COMPARA
COMPARAÇÇÃO DE RECEPTORES GPSÃO DE RECEPTORES GPS
Ponto Média Desvio Padrão Variância Erro Padrão
Médio X Y Z X Y Z X Y Z X Y Z P1 211244,76 7294200,13 443,22 1,17 0,89 1,71 1,37 0,80 2,93 0,28 0,21 0,40 P2 211234.58 7295106,07 414,32 1,08 0,88 1,74 1,18 0,78 3,02 0,25 0,21 0,41 P3 210981,92 7294920,95 416,45 1,07 0,88 1,71 1,15 0,77 2,94 0,25 0,21 0,40 P4 210974,39 7294236,59 439,69 1,10 0,88 1,71 1,22 0,77 2,93 0,26 0,21 0,40 P5 211244,69 7294200,13 443,24 1,14 0,88 1,72 1,30 0,78 2,96 0,27 0,21 0,40 BASE 211558,99 7293493,73 414,86 1,07 0,89 1,70 1,14 0,79 2,90 0,25 0,21 0,40
GPS – SUB-MÉTRICO – Método Relativo
Pontos Antena Média Desvio Padrão Variância Erro Padrão Médio X Y Z X Y Z X Y Z X Y Z CA 211197,92 7294120,05 414,49 11,99 12,44 2,17 143,77 154,67 4,72 2,75 2,85 0,49 P1 SA 211197,14 7294151,82 411,95 11,46 12,79 3,40 131,38 163,59 11,57 2,63 2,93 0,78 CA 211187,71 7295056,64 386,88 11,99 12,09 1,54 143,97 146,29 2,38 2,75 2,77 0,35 P2 SA 211187,28 7295056,14 384,75 14,21 13,04 2,23 201,92 169,98 4,96 3,26 2,99 0,51 CA 210934,98 7294870,89 388,78 11,35 12,62 1,77 128,87 159,22 3,13 2,60 2,89 0,41 P3 SA 210934,83 7294871,21 387,32 11,35 12,47 1,76 128,81 155,64 3,09 2,60 2,86 0,40 CA 210928,17 7294186,15 411,61 10,92 12,04 2,20 119,17 144,93 4,85 2,50 2,76 0,50 P4 SA 210926,20 7294188,05 409,42 11,38 12,59 2,38 129,63 150,98 5,66 2,61 2,82 0,54 CA 211198,51 7294149,90 415,49 11,88 12,48 2,42 141,11 155,87 5,84 2,72 2,86 0,55 P5 SA 211196,99 7294151,81 413,50 11,58 12,01 2,05 134,03 144,29 4,20 2,65 2,75 0,47
12,44 m 11,46 m y x 11,46 m y x 11,46 m y x 16,91 m 42°4 0’ P1 Nav SA 11,99 m 12,44 m y x 11,99 m 12,44 m y x 17,27 m 46°0 4’ P1 Nav CA xx 0,89 m 1,17 m y 0,89 m 1,17 m y 1,47 m 52° 4 0’ P1 Sub
GPS Sub: 208.042,219 m2 GPS Nav CA: 211.879,869 m2 GPS Nav SA: 220.878,978 m2 Área Teodolito: 208.089,769 m2 Teodolito - GPS Sub = 47,55 m2 Teodolito - GPS Nav CA = 3.790,10 m2 Teodolito - GPS Nav SA = 12.789,21 m2 GPS SA - GPS CA = 8.999,11 m2
Sistemas de Informa
Sistemas de Informa
ç
ç
ões Geogr
ões Geogr
á
á
ficas
ficas
“
“ Um SIG pode ser definido como um conjunto Um SIG pode ser definido como um conjunto
poderoso de ferramentas para coletar, armazenar,
poderoso de ferramentas para coletar, armazenar,
recuperar sob demanda, transformar e mostrar
recuperar sob demanda, transformar e mostrar
dado espacial do mundo real (
dado espacial do mundo real (BurroughBurrough & &
McDonnell
McDonnell, 1998) , 1998) ””
“
“ SIG SIG -- Um sistema de computadores e perifUm sistema de computadores e perifééricos, ricos,
programas, dados, pessoas, organiza
programas, dados, pessoas, organizaçções e ões e
institui
instituiçções com o propões com o propóósito de coletar, armazenar, sito de coletar, armazenar,
analisar e disseminar informa
analisar e disseminar informaçções sobre ões sobre ááreas da reas da
Terra (
Sistemas de Informa
Sistemas de Informa
ç
ç
ões Geogr
ões Geogr
á
á
ficas
ficas
Sistema:
Sistema: indica que o SIG indica que o SIG éé feito de vfeito de váários componentes rios componentes inter
inter--relacionados e ligados com diferentes funrelacionados e ligados com diferentes funçções. ões.
Dessa maneira um SIG tem capacidade funcional
Dessa maneira um SIG tem capacidade funcional
para entrada de dados, manuseio, transforma
para entrada de dados, manuseio, transformaçção, ão,
visualiza
visualizaçção, ão, combinacombinaçção, ão, consultas, consultas, ananáálises, lises,
modelagem e sa
modelagem e saíída. da.
Informa
Informaçção:ão: pressupõe que os dados no SIG estejam pressupõe que os dados no SIG estejam organizados para produzir conhecimento
organizados para produzir conhecimento úútil, na til, na
forma de mapas e imagens, estat
forma de mapas e imagens, estatíísticas, grsticas, grááficos, etc. ficos, etc.
Geogr
Geográáfica:fica: implica conhecimento da localizaimplica conhecimento da localizaçção dos ão dos itens de dados, ou que eles podem ser calculados, em
itens de dados, ou que eles podem ser calculados, em
termos de coordenadas geogr
termos de coordenadas geográáficas. ficas.
(
Banco de dados Georreferenciados.
Permite a visualização de produtos temáticos
através de planos de informação (layers).
Permite a manipulação, integração e geração
de novos produtos georreferenciados.
SISTEMAS DE INFORMA
ESTRUTURA DE UM SIG
ESTRUTURA DE UM SIG
N
N
S
S
W
W
L
L
X, Y X, Yz
z
z
z
z
z
Drenagem Drenagem Estradas Estradas Solos Solos Declividade Declividade Uso do solo Uso do solo Produtividade ProdutividadeEstudo de Caso
Estudo de Caso
GEOPROCESSAMENTO NO
PLANEJAMENTO AMBIENTAL DA
MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO
CÓRREGO DO CEVEIRO
Planejamento
POR QUE SE FAZ ?
DEGRADADEGRADAÇÇÃO FÃO FÍÍSICASICA
DEGRADADEGRADAÇÇÃO QUÃO QUÍÍMICAMICA
EROSÃO SIMULADA Vs. PRODUTIVIDADE DO MILHO
OBJETIVO
Custo
Impacto
Ambiental
Produtividade
Planejamento
Planejamento
COMO SE FAZ ?
COMO SE FAZ ?
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA APTIDÃO
AGRÍCOLA DAS TERRAS
(RAMALHO FILHO et al. 1983)
SITEMA DE CAPACIDADE DE USO
(LEPSCH et al. 1991)
SISTEMA DE ANÁLISE AMBIENTAL PARA
PLANEJAMENTO AGRÍCOLA (KOFFLER et al. 1992)
Matrizes
Matrizes
de
de
Decisões
Decisões
COMO SE FAZ ? Cruzamento de Informações Levantamento Pedológico - Análises Químicas - Análises Físicas Mapas Planialtimétricos - Declividade Uso atual - Trabalho de Campo (GPS) - Fotografias Aéreas - Imagem Satélite GEOPROCESSAMENTO
ESTUDO DE CASO:
ESTUDO DE CASO:
Microbacia Hidrogr
LOCALIZAÇÃO
Piracicaba Artemis
MICROBACIA HIDROGRAFICA DO CEVEIRO
São Pedro - Piracicaba Artemis
CRONOLOGIA DO USO DA TERRA FOTOGRAFIAS AÉREAS 1962 1965 1978 1995
Fotointerpretação do uso da terra
Obtendo uma carta tem
Obtendo uma carta temáática (Uso da Terra)tica (Uso da Terra)
FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1 2’ 1’ 2 A B A B t w t w z w z 3’ 2 3’ C B C Fotointerpreta
Fotointerpretaçção do uso da terraão do uso da terra
1962 1962 1965 1965 1978 1978 19951995
FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 1 2’ A B t w FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1’ 2 A B t w z 3’ C FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 w z 2 3’ B C
Obtendo uma carta tem
Obtendo uma carta temáática (Uso da Terra)tica (Uso da Terra) Fotointerpreta
Fotointerpretaçção do uso da terraão do uso da terra
1962 1962 1965 1965 1978 1978 19951995
Fotointerpretação FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 1 2’ A B t w FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1’ 2 A B t w z 3’ C FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 w z 2 3’ B C Fotointerpreta
Fotointerpretaçção do uso da terraão do uso da terra
Obtendo uma carta tem
ELABORAÇÃO DE CARTAS
Obtendo uma carta temática (uso da terra)
Entrada de Dados
Entrada de Dados
–
–
SIG
SIG
-
-
Registro
Registro
Pontos de controle FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 t FX. 15-2909 - 19-06-78FX. 15-2909 - 19-06-781:35.000 N Área Área Registro – SIG
0 2.000 m Área urbana Cana-de-açúcar Cultura anual Cultura perene Mata Ciliar Pasto Pasto sujo Reflorestamento Mata (ha) 2,60 318,24 633,44 1,88 126,92 (ha) 289,72 288,92 283,60 45,08 N Uso 1962
Área urbana Cana-de-açúcar Cultura anual Mata Ciliar Pasto Pasto sujo Reflorestamento Mata 0 2.000 m Uso 1965 (ha) 8,32 151,68 835,72 202,24 281,88 (ha) 247,28 230,88 32,40 N
Área urbana Cana-de-açúcar Cultura anual Mata Ciliar Pasto Pasto sujo Reflorestamento Mata Represa 0 2.000 m N (ha) 11,44 524,48 226,64 76,24 558,56 (ha) 282,20 267,96 31,24 11,64 Uso 1978
Área urbana Cana-de-açúcar Cultura anual Mata Ciliar Pasto Pasto sujo Reflorestamento Mata Represa Uso 1995 0 2.000 m (ha) 36,16 1.319,64 2,96 91,28 96,40 (ha) 181,24 120,12 134,08 5,52 N
1962 1965 1978 1995 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 c.anual cana c.perene mata ciliar pasto pasto sujo reflorest. mata área urbana represa
CONCLUSÕES
A cana-de-açúcar foi a principal responsável
pela diminuição das culturas anuais na microbacia, em decorrência dos incentivos governamentais (Próalcool).
A expansão da cana-de-açúcar foi desordenada,
levando em consideração aspectos econômicos e não a aptidão das terras.
A represa da Vila de Artêmis diminuiu sua área
em 50%, em decorrência da alta suscetibilidade a erosão dos solos PV e Li, com o cultivo da cana-de-açúcar, o que veio a promover o impacto ambiental na Microbacia Hidrográfica de Ceveiro.
O aumento nas áreas de mata e manutenção das
matas ciliares mostra que a lei no 4771/br de 15.09.65 foi
PLANEJAMENTO DO USO DA TERRA
PLANEJAMENTO DO USO DA TERRA
??????
??????
Mapa de Solo Químicos Físicos Mapa Planialtimétrico Declividades Cruzamento de Informações
Uso Preferencial X Uso Atual Intensidade de Uso
2.000 m N PV PVpp PE/TE/TEP Li Cb Hi + Al Área Urbana 617,88 223,52 64,44 903,16 97,28 39,96 39,16
0 2000 m 0 - 2% 339,00 2 - 5% 154,28 5 - 10% 469,64 10 - 20% 854,20 > 20% 130,12 Área Urbana 39,16 Mapa de Declividade Área ha Área ha
0 2000 m (ha) % Ciclo curto 638,93 32,00 Ciclo longo 689,81 34,65 Pastagem 495,33 24,81 (ha) % Silvicultura 130,17 6,54 Área urbana 36,16 2,00 Uso Preferencial
Área urbana Cana-de-açúcar Cultura anual Mata Ciliar Pasto Pasto sujo Reflorestamento Mata Represa Uso 1995 0 2.000 m (ha) 36,16 1.319,64 2,96 91,28 96,40 (ha) 181,24 120,12 134,08 5,52 N
0 2000 m Intensidade de Uso da Terra
(ha) % Adequado 536,28 27,00 Sub-utilizado 958,20 48,00 (ha) % Excessivo 456,76 23,00 Área urbana 39,16 2,00
CONCLUSÕES
Através da utilização dos dados relacionados a intensidade de uso, notou-se que apenas 27 % da área da MHC estava sendo utilizada adequadamente e que 48 % estava sendo utilizada abaixo de seu potencial e 23 % excessivamente com sérios riscos de degradação dos solos.
As principais distorções quanto ao uso da terra foram devidas a cultura da cana-de-açúcar que invadiu áreas destinadas a cultura anual e pastagem, concorrendo a sérios riscos de erosão e desequilíbrio ambiental.
PERDAS DE SOLOS NA MICROBACIA
Equação Universal de Perdas de Solo (EUPS)
A = R. K. L. S. C. P
A= perda média anual de solo por unidade de área, t/ha; R= fator erosividade das chuvas
K= fator erodibilidade do solo L= fator comprimento de encosta S= fator grau do declive
C= fator uso e manejo
P= fator práticas conservacionistas.
Fator (R) Fator (LS) Fator (C) Fator (K) Fator (P) Perda t/ha (Tolerância) X X X X
0 2000 m Tolerável 1 vez a tolerância 5 vezes a tolerância 10 vezes a tolerância > 10 vezes a tolerância Área Urbana Represa
Mapa de Tolerância de Perdas de Solos, 1995 Níveis Área ha Níveis
648,60 138,00 474,20 240,00 Área ha 240,00 39,16 5,52
1962 1965 1978 1995 0 200 400 600 800 1000 Tolerável 1vez a tolerância 5 vezes a tolerância 10 vezes a tolerância > 10 vezes a tolerância
CONCLUSÕES
A cultura anual, nos anos de 1962 e 1965, apresentavam
perdas de solo em níveis > 10 vezes a tolerância.
Em 1978, com o aumento da cana-de-açúcar, ocorreu
uma diminuição dos níveis de tolerância (> 10 vezes), porem um aumento dos níveis de 5 e 10 vezes a tolerância.
A cana-de-açúcar, apesar de apresentarem níveis de
tolerância menores quando comparadas a cultura anual, associadas a alta erodibilidade dos solos PV e Li, promoveram
Sem Planejamento
Avan
Avan
ç
ç
os Tecnol
os Tecnol
ó
ó
gicos
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1944 Mark I (18 x 2 m) 70 t / 800 km 1946 ENIVAC 30 t / 5.000 op/s 1948 UNIVAC Uso pessoal
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