Estágio Profissionalizante
6º Ano do Mestrado Integrado em Medicina
___________________________________________________________________________Mónica Chen do Rosário Silva
Aluna nº 2009262
Faculdade de Ciências Médicas
⏐Universidade Nova de Lisboa
Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis in “Odes”.
If you are lucky enough to have lived in Paris as a young man, then wherever you go for the rest of your life it stays with you, for Paris is a moveable feast. Ernest Hemingway in “A Moveable Feast”.
Índice
I. Introdução...4
II. Síntese das Actividades Desenvolvidas...4
Estágio Parcelar de Medicina Interna...5
Estágio Parcelar de Cirurgia Geral...6
Estágio Parcelar de Pediatra...7
Estágio Parcelar de Ginecologia/Obstetrícia...7
Estágio Parcelar de Saúde Mental...8
Estágio Parcelar de Medicina Geral e Familiar...9
Estágio Opcional de Oncologia Médica...10
III. Posicionamento Crítico...10
I. Introdução
O 6º Ano do Mestrado Integrado em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas⏐Universidade Nova de Lisboa, essencialmente prático e de cariz integrador, pretende incutir nos alunos um aprimoramento das capacidades necessárias ao exercício das suas funções futuras. Sendo, fundamentalmente, constituído por um Estágio Profissionalizante – que, por sua vez, compreende seis Estágios Parcelares sequencialmente percorridos: Medicina Interna, Cirurgia Geral, Pediatria, Ginecologia/Obstetrícia, Saúde Mental e Medicina Geral e Familiar –, culmina com a elaboração e discussão do presente Relatório Final, estruturado em três grandes secções: “Introdução”, “Síntese das Actividades Desenvolvidas” e “Posicionamento Crítico”. O propósito do referido documento consiste, portanto, em, partindo da descrição sumária do trabalho empreendido ao longo dos últimos meses, fomentar uma reflexão crítica que permita concluir acerca da relevância do mesmo nesta fase final da formação pré-graduada.
Posto isto, na “Síntese das Actividades Desenvolvidas”, abordarei, primeiramente, os objectivos gerais que me propus alcançar, procedendo, de seguida, à apresentação individual de cada estágio parcelar. Neste contexto, um sétimo e último Estágio Opcional (Oncologia Médica, no Hospital da Luz), será, igualmente, contemplado.
O “Posicionamento Crítico”, focalizado, particularmente, na avaliação retrospectiva do ano lectivo findo, estende-se, contudo, a toda a jornada académica, englobando momentos marcantes que, por conseguinte, considerei serem de menção incontornável.
II. Síntese das Actividades Desenvolvidas
Os objectivos gerais e específicos dos diversos estágios profissionalizantes encontram-se exaustivamente discriminados em cada uma das respectivas Fichas de Unidade Curricular, podendo, contudo, dada a sobreposição da maioria, ser globalmente agrupados em 3 grandes categorias, concretamente: conhecimentos, aptidões e atitudes. De facto, muito para além do saber científico, os objectivos transversalmente propostos para este ano lectivo prendiam-se, sobretudo, com a aquisição de novas competências (no que respeita, por exemplo, à execução de
procedimentos técnicos) e com a adopção de uma postura interessada, empenhada e, consequentemente, progressivamente mais interventiva.
Segue-se, então, a descrição sumária das actividades desenvolvidas no âmbito de cada um dos estágios parcelares (cronologicamente apresentados).
! Medicina Interna (15 de Setembro de 2014 – 7 de Novembro de 2014)
O Estágio Profissionalizante de Medicina Interna – pioneiro no nível de autonomia e responsabilização que incutiu aos seus alunos –, decorreu no Serviço de Medicina 1.2 do Hospital de São José e caracterizou-se pela minha total integração no seio de uma equipa liderada pela Dr.ª Liliana Dias, minha tutora.
Constituindo, indubitavelmente, o veículo central de aprendizagem, o trabalho de enfermaria compreendia, sobretudo, a observação sistemática dos doentes hospitalizados (em número de 2-3 por dia), seguida da elaboração metódica dos respectivos diários clínicos Fui, também, incumbida de tarefas como a redacção de notas de entrada e notas de alta ou a requisição de exames complementares de diagnóstico, tendo a gestão informática das referidas burocracias permitido uma familiarização com o computacional de apoio ao médico (“SClínico”) que me inteirou das respectivas vantagens/potencialidades, bem como das limitações associadas. Das práticas habituais do Serviço, faziam, ainda, parte: as reuniões de passagem dos doentes da Urgência Interna; as Visitas Médicas; o Journal Club; as sessões clínicas; e as discussões de Imagiologia, Neurorradiologia e Electrocardiografia.
Além do exposto, realizei, 5 turnos no Serviço de Urgência (SU), acompanhei a minha tutora na consulta externa (incluindo as consultas de imunodeficiência, destinadas à monitorização e seguimento dos doentes HIV+) e assisti às aulas teórico-práticas leccionadas semanalmente, na faculdade.
Para fins maioritariamente formativos (e, eventualmente, avaliativos), apresentei, em conjunto com as colegas Andreia Sousa, Cristiana Fernandes e Eunice Parcelas, um trabalho de revisão teórica sobre “Artrite Reumatóide”.
! Cirurgia (10 de Novembro de 2014 – 6 de Janeiro de 2015)
O estágio de Cirurgia, com lugar no Hospital da Luz e pleno na diversidade de actividades desenvolvidas, desdobrou-se em três grandes componentes práticos com diferentes períodos de duração, concretamente: 4 semanas de Cirurgia Geral, tuteladas pelo Dr. Carlos Vaz; 2 semanas de Anestesiologia, coordenadas pela Dr.ª Cristina Pestana; e 1 semana de Atendimento Médico Permanente (AMP), sob a orientação da Dr.ª Cláudia Febra.
No intervalo de tempo dedicado exclusivamente à Cirurgia Geral, acompanhei o meu tutor no âmbito da consulta externa, nas idas à enfermaria e, sobretudo, no bloco operatório – onde pude não só observar, como também, participar activamente, enquanto 1ª ou 2ª ajudante, nos procedimentos então realizados (destacando-se a incontestável prevalência de cirurgia bariátrica/metabólica e oncológica colorrectal). Ressalvo, ainda, o privilégio de ter assistido, a par das laparotomias e laparoscopias convencionais, à utilização de tecnologia minimamente invasiva de ponta, concretamente, a cirurgia robótica (Da Vinci Surgical System®).
O estágio opcional de Anestesia possibilitou-me uma familiarização com as diferentes técnicas anestésicas (sedação, anestesia geral, epidural, raquianestesia e bloqueios), e uma aproximação às diversas especialidades cirúrgicas e médico-cirúrgicas em cujos blocos me desloquei. Do ponto de vista mais prático, aprendi a: ventilar com máscaras faciais (com ou sem recurso à colocação de tubos de Guedel), fazer laringoscopias seguidas de entubações orotraqueais, colocar cateteres venosos centrais (CVCs) e acessos venosos periféricos, entubar nasogastricamente e monitorizar parâmetros vitais intraoperatórios.
Por fim, durante a semana de urgências, cumpri as tarefas meticulosamente agendadas para cada um dos 5 dias úteis, designadamente: triagem, consulta, ecografia de urgência, sala de tratamentos, S.O., visita ao laboratório e apresentação didáctica sobre controlo de infecção hospitalar. Aspectos clínicos, técnicos e logísticos, foram, assim, abordados em diferentes momentos, o que permitiu uma desconstrução do AMP nos seus diversos componentes e a obtenção de uma percepção global quanto à articulação e funcionamento dos mesmos.
No final do estágio, foi-me solicitada a elaboração de duas histórias clínicas – uma cirúrgica e outra anestésica –, subsequentemente discutidas, e participei, ainda, no Mini-Congresso, com a apresentação do trabalho “Um Caso de Cancro do Recto” (realizado em colaboração com as alunas Ana Mafalda Martins, Cristina Belova e Fangwei Chen).
! Pediatria (26 de Janeiro de 2015 – 20 de Fevereiro de 2015)
Decorrido no Serviço de Pediatria Médica 5.1 do Hospital Dona Estefânia (HDE) e sob a orientação do Dr. Luís Ribeiro da Silva, o estágio de Pediatria permitiu-me, por um lado, um contacto inédito com vertentes da Especialidade até então menos exploradas (especificamente, a Imuno-alergologia e a Cardiologia Pediátrica), e, por outro, a consolidação e expansão de conhecimentos e competências gerais adquiridos em fases anteriores da formação pré-graduada, mediante uma aprendizagem construída, sobretudo, em contexto de consulta externa, internamento e urgência. Do ponto de vista académico, redigi a história clínica de um lactente com icterícia neonatal secundária a atrésia biliar, e apresentei, com a colega Catarina Blamey Valente, um caso clínico intitulado “Hiperbilirrubinémias”, respeitante a um doente cujo diagnóstico etiológico era indeterminado à data da exposição oral.
! Ginecologia/Obstetrícia (23 de Fevereiro de 2015 – 20 de Março de 2015)
O estágio de Ginecologia/Obstetrícia – dividido em duas semanas de Obstetrícia e duas de Ginecologia, tuteladas, respectivamente, pelas Dr.as Patrícia Silva e Ana Massa –, teve lugar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC) e foi pautado pelo meu envolvimento numa enorme multiplicidade de actividades assistenciais, nomeadamente: consultas de Diabetes, Alto Risco, Planeamento Familiar, Infertilidade/Procriação Medicamente Assistida (PMA) e Ginecologia; técnicas de estudo complementar (histeroscopia, histerossalpingografia e colposcopia); bloco operatório; internamento; e urgência. Mais do que científica e intelectualmente estimulante, a passagem, ainda que (necessariamente) breve, pelas valências supracitadas, proporcionou-me, sobretudo, uma visão global no que respeita aos diferentes níveis de actuação/intervenção do
médico junto da mulher (não grávida, gestante, parturiente ou puérpera). Dentro de uma perspectiva prática mais concreta, executei gestos do exame objectivo (como o toque obstétrico, a medição da altura uterina, a palpação bimanual ou o exame especular), participei activamente – enquanto 2ª ajudante –, em procedimentos cirúrgicos (cesarianas e histerectomias) e apresentei, juntamente com a colega Catarina Blamey Valente, um seminário intitulado “Restrição do Crescimento Fetal”.
! Saúde Mental (23 de Março de 2015 – 24 de Abril de 2015)
No que ao estágio de Saúde Mental concerne, ressalvo, com precedência sobre qualquer outro aspecto, o seu inegável contributo para a desmistificação de uma série de preconceitos que distorcem as verdadeiras potencialidades desta ciência, circunscrevendo-as a um universo redutor, ou, inversamente, hiperbolizando os efeitos obteníveis pela intervenção dos médicos psiquiatras, tidos, eventualmente, como autênticos “curandeiros”.
Tendo ficado inserida na Equipa Comunitária da Damaia (Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca), sob a tutoria da Dr.ª Alexandra Lourenço, foi-me permitido testemunhar o trabalho individual – mas devidamente integrado num esforço conjunto –, dos vários profissionais (psiquiatras, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais) que se coadunam na tentativa de prestação dos melhores cuidados de saúde aos seus doentes. De facto, a minha participação, de carácter maioritariamente contemplativo, em múltiplas actividades – consultas de psiquiatria, administração de depôts, aconselhamento social e visitas domiciliárias – tornou toda a experiência mais enriquecedora e cativante. Além do já referido, cumpri um dia de urgências e assisti às sessões clínicas hospitalares, às reuniões de passagem dos doentes e às aulas teórico-práticas (leccionadas pelo regente, Prof. Doutor Miguel Xavier). Do ponto de vista académico, redigi a história clínica de uma doente com perturbação bipolar e apresentei, juntamente com 7 colegas, um trabalho de revisão teórica cujo tema, “Abusos e Dependências”, foi subdividido em 3 grandes categorias – “Dependências clássicas”, “Novas dependências” e “Dependências comportamentais / sem substâncias”.
! Medicina Geral e Familiar (MGF) (27 de Abril de 2015 – 22 de Maio de 2015)
Decorrido no Centro de Saúde – Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) – de Serpa, e sob a tutoria da Dr.ª Maria da Conceição Serpa Soares, o estágio de Medicina Geral e Familiar (MGF), foi mais uma das experiências em contexto de mobilidade que decidi abraçar, tendo-se revelado imensamente gratificante a ambos os níveis, profissional e pessoal. De facto, a sua frequência nesta esfera “campestre” permitiu-me, por um lado, a realização de um exercício de análise comparativa entre as realidades rural e urbana e, por outro, beneficiar de uma vivência bucólica, compatível com uma optimização das minhas capacidades de trabalho e um melhor aproveitamento do tempo e dos recursos disponíveis.
Através do contacto alargado com as diversas vertentes da Especialidade, nomeadamente, Saúde Materna, Infanto-Juvenil e de Adulto (incluindo as consultas de diabetes e de hipertensão), pude, como nunca antes: aperceber-me da abrangência que caracteriza a Medicina Geral e Familiar; compreender o papel da família na orientação terapêutica dos seus membros e na determinação do respectivo “estado de saúde”; e reconhecer a importância da MGF enquanto especialidade multivalente e integradora, destinada à prestação de cuidados longitudinais. Tratou-se, por este motivo, de um estágio essencialmente representativo daquilo que é a prestação de Cuidados de Saúde Primários (CSP) em Portugal.
No que diz respeito às principais dissemelhanças constatadas (face ao contexto urbano), citam-se, entre outras, o cumprimento de programas específicos de vigilância e rastreio (ex: BACCUR – rastreio do cancro do cólo do útero do Baixo Alentejo), e a existência de padrões epidemiológicos regionais distintos, como seja a maior prevalência de certas patologias (ex: hipotiroidismo) e de determinados factores de risco de doença (alcoolismo, violência doméstica, etc.).
Para terminar, a pedido do coordenador de estágio, Dr. Edmundo Sá, eu e a minha colega Eunice Parcelas, apresentámos, em formato power point, uma publicação científica intitulada “Oito Evidências Clínicas de 2014 Relevantes para os Cuidados de Saúde Primários”, a qual, por não ter sido objecto de avaliação, se encontra devidamente inserida em “Anexos”.
! Estágio Opcional – Oncologia Médica no Centro de Oncologia do Hospital da Luz (25 de Maio de 2015 – 5 de Junho de 2015)
A escolha do Estágio Opcional e respectivo local de frequência residiu em 2 principais aspectos:
• Necessidade/desejo de colmatar uma “lacuna” curricular gerada pela obtenção de equivalência à Cadeira de Oncologia aquando da realização do 2º semestre do 5º ano em contexto de mobilidade ERASMUS (Faculté de Médecine de l’Université Paris-Est Créteil, Val-de-Marne – Hôpital Henri Mondor);
• Balanço francamente positivo da experiência cumulativa até então vivida no Hospital da Luz, dada a frequência prévia, na referida instituição, dos estágios de Medicina II (5º Ano) e Profissionalizante de Cirurgia (6º Ano).
Durante as 2 semanas reservadas para este estágio, pude, então, integrar um vasto leque de actividades, nomeadamente: consulta externa de Oncologia Médica; avaliação e seguimento de doentes internados em enfermaria supervisionada pela Medicina Interna ou na Unidade de Cuidados Paliativos; CMDTs de neoplasia digestiva, mamária e urológica; e reunião de serviço. Por forma a propiciar uma aprendizagem tão abrangente e completa quanto possível, eu e o meu colega João Borba Martins optámos, mediante sugestão superior, por beneficiar de um esquema de alternância/rotatividade de tutores, que nos permitiu reunir os conhecimentos transmitidos pelos especialistas nas diferentes áreas oncológicas (Prof. Dr. José Luís Passos Coelho – patologia mamária; Dr. Marcos Pantarotto – patologia da cabeça e do pescoço, pulmonar e prostática; Dr.ª Mónica Nave – patologia ginecológica; e Dr.ª Tânia Rodrigues – patologia digestiva).
III. Posicionamento Crítico
No âmbito do Plano Curricular do 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina, a frequência de estágios profissionalizantes, tem por objectivo a integração assistida e progressiva dos iminentes médicos na realidade quotidiana de que em breve farão parte. A inclusão dos alunos finalistas nas actividades dos Serviços em que se deslocam, familiarizando-se, assim, com a dinâmica e
funcionamento dos mesmos, é, de facto, fundamental para a assimilação de comportamentos/posturas a adoptar em determinadas situações (ex: esclarecimento de familiares, resolução de casos sociais complicados, passagem dos doentes durante a Visita Médica, entre outros) e para a aquisição de novas competências, nomeadamente, no que diz respeito às abordagens diagnóstica e terapêutica do doente. Só desta forma se torna possível vencermos inseguranças e medos, quebrando as barreiras que separam os anos maioritariamente teóricos da licenciatura, da verdadeira actividade profissional.
Tendo por base o pressuposto supradescrito, e abandonando-me à reflexão a que a elaboração do presente relatório obriga, julgo ter cumprido os objectivos inicialmente delineados para este ano lectivo, mediante o atingimento das metas curriculares estabelecidas e a superação das minhas próprias expectativas relativamente à aquisição de desenvoltura e autonomia acrescidas na concretização das tarefas que me competiam. Nesse sentido, os estágios de Medicina Interna e MGF merecem particular destaque, uma vez que proporcionaram, como nenhum outro, um contacto próximo e íntimo com o doente, por vezes apenas minimamente supervisionado.
Tratando-se, todavia, de um comentário extensível aos 6 anos de Curso, não posso deixar de aludir orgulhosamente ao semestre de ERASMUS vivido em Paris, durante o qual me banqueteei de experiências que, de outra forma, não haveriam estado ao alcance da minha aprendizagem.
Termino não sem antes agradecer vivamente a todos Professores, Tutores, Assistentes e Monitores com quem me cruzei a cada degrau desta escalada. A ausência de menção individual dos respectivos nomes (por ser impraticável), em nada diminui o meu reconhecimento da Mestria com que me transmitiram ensinamentos de valor inestimável, os quais, estendendo-se muito além do domínio científico, contribuíram categoricamente para a minha construção enquanto pessoa e cidadã. Aos meus Familiares, Amigos e caríssimos Colegas de Curso, dirijo, contudo, o mais sentido dos agradecimentos, fruto da enorme Amizade que me dedicaram, do inquestionável pilar que representaram e, no caso dos últimos, face aos momentos académicos inolvidáveis que partilhámos.
ANEXO 1
– Certificado de participação no
ANEXO 2
– Certificado de participação no
ANEXO 3
– Suporte digital da apresentação da
publicação científica intitulada
“Oito Evidências Clínicas de 2014
Relevantes para os Cuidados de
Saúde Primários”