TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2019 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000441/2019
DATA DE REGISTRO NO MTE: 16/07/2019 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR036812/2019 NÚMERO DO PROCESSO: 10162.101355/2019-34 DATA DO PROTOCOLO: 12/07/2019
NÚMERO DO PROCESSO DA CONVENÇÃO COLETIVA PRINCIPAL: 46208.010274/2017-38 DATA DE REGISTRO DA CONVENÇÃO COLETIVA PRINCIPAL: 29/08/2017
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SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS EMPREGADOS NO COMERCIO HOTELEIRO DO ESTADO DE GOIAS, CNPJ n. 02.889.400/0001-25, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). MARLOS LUZ DA SILVA;
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SINDICATO DE HOTEIS REST BARES E SIMILARES DO EST GOIAS, CNPJ n. 00.757.930/0001-94, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). ANTONIO CARDOSO DA SILVA;
celebram o presente TERMO ADITIVO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:
CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE
As partes fixam a vigência do presente Termo Aditivo de Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de setembro de 2018 a 31 de agosto de 2019 e a data-base da categoria em 01º de setembro.
CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA
O presente Termo Aditivo de Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) Todos os Trabalhadores em motéis, hotéis fazenda, apart-hotéis, flats cujas razões sociais sejam hotéis, pensões, pousadas, chalés, casa de hospedagens em geral, áreas de camping, estâncias, com abrangência territorial em Goiânia/GO.
Salários, Reajustes e Pagamento Piso Salarial
CLÁUSULA TERCEIRA - PISO SALARIAL
Será concedido a todos os trabalhadores abrangidos pelos Sindicatos convenentes, mesmo em contratos de experiência e independente da modalidade de remuneração, um Piso Salarial correspondente a R$ 1.130,80 (hum mil e cento e trinta reais e oitenta centavos ) a partir de setembro/2018.
Reajustes/Correções Salariais CLÁUSULA QUARTA - REPOSIÇÃO SALARIAL
As empresas terão a oportunidade de optarem por dois índices de reposição salarial esse ano. Quem não optar por aderir ao Plano Odontológico, concederá uma reposição de 3,50% (três inteiros vírgula cinco por cento) e quem optar por aderir ao Plano Odontológico, concederá uma reposição salarial de 2,8% (dois vírgula oito por cento) conforme abaixo regulamentado:
I - Para as empresas que NÃO aderirem ao "plano odontológico" prevista na Cláusula 8ª deste Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho, será concedido aos trabalhadores abrangidos pelos Sindicatos convenentes, a partir de 01 de setembro de 2018, uma reposição salarial de 3,50% (três inteiros vírgula cinco por cento) que deverá incidir sobre o salário base vigente em agosto de 2.018 para repor as perdas salariais do período de 01.09.2017 a 31.08.2018;
II - Para as empresas que aderirem e comprovadamente instituírem o plano odontológico aos trabalhadores conforme previsto na Cláusula 8ª desta Convenção Coletiva de Trabalho, a reposição salarial será no percentual de 2,8% (dois vírgula oito por cento) e será concedido a partir de 01 de setembro de 2018 aos trabalhadores abrangidos pelos Sindicatos convenentes, incidindo sobre o salário base vigente em agosto de 2.018 para repor as perdas salariais do período de 01.09.2017 a 31.08.2018;
parágrafo 1º: É facultado às empresas a compensação de todos os reajustes concedidos espontâneos, ocorridos desde a última Convenção Coletiva de Trabalho, excetuando o ocorrido em função do reajuste do salário mínimo;
parágrafo 2º: Com o reajuste salarial acima concedido ficam integralmente repostas todas as perdas salariais do período 01.09.2017 a 31.08.2018;
parágrafo 3º: Os reajustes salariais decorrentes da aplicação desta cláusula não poderão em caso algum ser motivo para redução ou suspensão de vantagens, quotas, prêmios, bonificações ou percentagens que vinham sendo pagos aos trabalhadores; parágrafo 4º: Os aumentos decorrentes da aplicação da presente Cláusula serão pagos retroativos a setembro/2018 da seguinte forma:
a) as empresas associadas ao Sindicato patronal e quites com suas obrigações e ainda que tenham aderido ao plano odontológico, poderão, conforme sua realidade financeira, pagar as diferenças salariais em até 04 (quatro) parcelas consecutivas, iniciando obrigatoriamente a primeira na folha de julho/2019;
b) as empresas associadas ao Sindicato patronal e quites com suas obrigações e que NÃO tenham aderido ao plano odontológico, poderão, conforme sua realidade financeira, pagar as diferenças salariais em até 02 (duas) parcelas consecutivas, iniciando obrigatoriamente a primeira na folha de julho/2019;
c) as empresas que não associadas ao Sindicato patronal, pagarão as diferenças salariais, obrigatoriamente e integralmente na folha de julho/2019.
parágrafo 5º: Aos trabalhadores admitidos após a data base 01/09/2018, a reposição salarial será proporcional ao número de meses trabalhados.
Gratificações, Adicionais, Auxílios e Outros Prêmios
CLÁUSULA QUINTA - PRÊMIO ASSIDUIDADE
A cláusula DÉCIMA SEGUNDA da CCT em vigência passa a vigorar com a seguinte redação:
As empresas concederão mensalmente o prêmio assiduidade no valor mínimo de 10% (dez por cento) calculado sobre o salário contratual do trabalhador beneficiado em número de 12 (doze) parcelas anuais, observadas as seguintes condições:
parágrafo 1º - Para fazer jus ao prêmio instituído nesta cláusula, deverá o trabalhador cumprir e registrar regularmente sua jornada diária de trabalho, em todos os dias do mês de referência, não sendo permitido atraso que exceder os 10 (dez) minutos diários de tolerância, previstos no § 1º do art. 58 da CLT; havendo exceção apenas quando do gozo de férias e estritamente nas seguintes condições ao final ressalvadas nas alíneas abaixo:
a) - Haverá falta justificativa para ausência ao trabalho sem prejuízo do prêmio assiduidade, quando ocorrer pelo(a) trabalhador(a), as situações prevista no art. 473 da CLT, como: casamentos, nascimento de filhos, falecimento de filhos, cônjuge, pai e mãe, doação de sangue, acidente de trabalho etc e na situação prevista nas cláusulas: 1 - que garante o acompanhamento do filho ao médico (cláusula 44ª); 2 - ausência por vestibular e ENEM (cláusula 37ª); 3 - ausência pelo feriado da categoria (cláusula 38ª), ambas da vigente CCT e desde ainda que não tenha nenhuma suspensão no mês; parágrafo 2º - Ante à sujeição ao adimplemento de condições para sua concessão, o prêmio de assiduidade, em nenhuma hipótese integrará ao salário contratual, devendo ser pago em destaque na folha de pagamento, não se computando no cálculo
de férias anuais, 13º salário, horas extras, gratificações, verbas rescisórias e outros prêmios pagos pelo empregador;
parágrafo 3º - Os trabalhadores que exercem cargo de Gerente não receberão o adicional constante do caput, ainda que atendidas as exigências ora estabelecidas, exceto se por liberalidade do empregador;
parágrafo 4º - Sendo o "prêmio assiduidade" ofertada como meio de estímulo ao aumento da produtividade, fica estabelecido que mesmo se a empresa vier a abonar qualquer ausência do trabalhador, por motivos outros além do previsto nesta cláusula, estará apenas praticando ato de liberalidade, que não ensejará qualquer direito futuro e nem penalidade pecuniária;
parágrafo 5º - em caso de desligamento, será devido ao trabalhador o prêmio assiduidade proporcional aos dias trabalhados no mês, tendo este, cumprido os requisitos satisfatórios do benefício;
parágrafo 6º - atendidas as condições, o trabalhador poderá receber 11 (onze) parcelas anuais do benefício de natureza indenizatória "prêmio assiduidade" uma conquista que costumeiramente vem sendo mantida ao longo das negociações coletivas de trabalho e foi mantida mesmo agora após à lei da "reforma" trabalhista. Uma das parcelas do "prêmio assiduidade" será recolhida à título de doação ao sindicato, sendo dividida em duas parcelas (50%) cada, sendo uma para mês de julho/2019 e outra para o mês de setembro/2019, ambas calculadas sobre o salário contratual de todos os trabalhadores da empresa sujeitos ao controle de jornada (excluindo somente os Gerentes) e será revertida em favor do Sindicato dos trabalhadores com repasse da 1ª parcelas até o dia 16.08.2019 e o repasse da 2ª parcela até o dia 18.10.2019, ficando à disposição das empresas as opções de: a) pagar o boleto que foi encaminhado pelo correio para compensação em uma nova conta do Sindicato no SICOOB, (código 756), Agência 3351, conta 2.239-0, CNPJ 02.889.400/0001-25; b) ou pode ainda, fazer o depósito/transferência nessa conta no Sicoob e ainda c) fazer o depósito/transferência na CEF, agência 0012, op. 003, conta 76728-0;
a) As partes signatárias buscaram orientação jurídica para conferir segurança jurídica aos empregadores antes de pactuarem esta cláusula, estando assim a norma negociada, amparada pela legislação, pois não haverá nenhum desconto no salário do trabalhador, e assim, não há violação ao inciso XXVI do art. 611-B da CLT e por isso, não se exige qualquer prévia e expressa anuência do trabalhador, justamente por se tratar de "doação" de uma parcela do benefício de natureza indenizatório; além do que os termos da negociação coletiva, foi devidamente aprovada em assembleia, em edital publicado no Jornal "O Popular" e esse item da "doação" foi submetido à assembleia; portanto, tem o reconhecimento constitucional de "norma legal" entre as partes conforme inciso XXVI do art. 7º da CF;
b) O Sindicato informará mensalmente às respectivas empresas, a relação de novos filiados, para que a partir do mês seguinte, seja estendido aos mesmos os benefícios conquistados em negociação coletiva privativos aos associados e estenderá com cópia essa informação aos respectivos Sindicatos patronais;
parágrafo 7º - Em caso de contestação jurídica de qualquer origem e em qualquer tempo, da cláusula acima, o sindicato laboral SECHSEG, por ser o beneficiário, será o único responsável pelo ato.
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Auxílio Alimentação CLÁUSULA SEXTA - REFEIÇÃO
A cláusula DÉCIMA TERCEIRA da CCT em vigência passa a ter a seguinte redação:
As empresas fornecerão obrigatoriamente e gratuitamente, uma refeição a cada jornada de trabalho aos seus trabalhadores dentro do cardápio da empresa, mas assegurará obrigatoriamente os seguintes ingredientes: arroz, feijão, carne, verdura e um tipo de salada, que poderá ser substituída por um marmitex, garantindo os mesmos ingredientes descritos no caput da cláusula OU fornecer uma cesta básica, que não será considerado salário “in natura”.
parágrafo 1º - A cesta básica será constituída obrigatoriamente com os seguintes ingredientes:
item Unidade descrição do item
02 Pct 5 kg Califórnia ou Tio Jorge arroz tipo 1 Cristal,
01 Pct 5 Kg Açúcar
02 und 340 g Extrato de tomate 01 pct 500 gm Farinha de mandioca
02pct 500mg farinha de trigo 04 pct 01 kg Feijão Dona Cota, Tio
Jorge ou Barão 01 pct 01 kg Fubá de milho ou milharina
02 lata/Pct 400mg Leite em pó 02 pct 500 mg Macarrão espaguete ou
talharim
01 Und. 500 mg Manteiga
02 Pct. 450 mg Mistura de bolo pronto 04 Lts 01 Lt Óleo de soja 02 Pct 500 mg Café moído
01 Pct 01 kg Sal
01 Und. Tablete 500mg Doce goiabada/bananada
02 dúzias 12 ovos
01 pct 500 g Bolacha água e sal ou cream cracker 01 ptc 400 ml Bolacha rosquinha
parágrafo 2º - A empresa disponibilizará um local adequado, com mesa e cadeiras para uso das refeições pelos trabalhadores e quando estes levarem marmitas de sua casa, disponbilizará cozinha com fogão/microondas para finalização da refeição.
Contrato de Trabalho – Admissão, Demissão, Modalidades Desligamento/Demissão
CLÁUSULA SÉTIMA - HOMOLOGAÇÃO OBRIGATÓRIA NA SEDE DO SINDICATO
Os acertos rescisórios dos trabalhadores que contarem com mais de 12 (doze) meses de tempo de serviço deverão ser efetuados obrigatoriamente no Sindicato Intermunicipal dos Empregados no Comércio Hoteleiro no Estado de Goiás – SECHSEG.
Fica acrescentado à cláusula 15ª da Convenção Coletiva de Trabalho vigente, que normatiza a obrigatoriedade da homologação na sede do Sindicato dos trabalhadores, o § 5º com a seguinte redação:
parágrafo 5º - Para a obrigatória assistência sindical obreira no ato de homologação da rescisão, será cobrada da empresa, uma taxa no valor único de R$ 120,00 (cento e vinte reais) por cada homologação, devendo a empresa fazer o depósito/transferência bancária previamente no SICOOB, código 756, Agência 3351, conta 2.239-0 ou na CEF, agência 0012, op. 003, conta 76728-0, CNPJ 02.889.400/0001-25 em favor do Sindicato dos trabalhadores, sendo obrigatória a comprovação do pagamento até o ato da homologação. As empresas com o mínimo de 06 (seis) meses de filiação ao Sindicato patronal e quites com as obrigações/contribuições de custeio sindical em relação a ambos os Sindicatos, pagará somente a cota parte em favor do Sindicato dos trabalhadores no valor de R$ 60,00
(sessenta reais). Também, quando o trabalhador for dispensado e no momento da rescisão tiver tempo de sindicalização superior a 06 (seis) meses e estiver quites com todas as obrigações/contribuições de custeio em favor do Sindicato dos trabalhadores, pagará somente a cota parte em favor do Sindicato patronal. A taxa de homologação será destinada em percentuais iguais às entidades signatárias para o seu custeio, para tanto, o Sindicato dos trabalhadores, até o 10º do mês subsequente ao mês findo, repassará ao Sindicato patronal a sua cota de 50% (cinquenta por cento) do auferido com esse serviço prestado no mês anterior, informando ainda a quantidade de homologações realizadas, identificando nominalmente cada empresa.
Saúde e Segurança do Trabalhador Exames Médicos
CLÁUSULA OITAVA - PLANO SAÚDE E ODONTOLÓGICO
A cláusula QUADRAGÉSIMA TERCEIRA da CCT em vigência passa a ter os parágrafos 4º, 5º e 6º com a seguinte redação:
parágrafo 4º - Fica instituído em caráter facultativo, o serviço odontológico a ser contratado pelo Sindicato dos trabalhadores, mediante adesão pela empresa ao contrato firmado entre o Sindicato dos trabalhadores e a empresa contratada". A empresa custeará R$ 15,50 (quinze e cinquenta reais) por cada trabalhador e o trabalhador custeará R$ 2,00 (dois reais) mensais, sendo que esse benefício do plano odontológico não caracteriza em nenhuma hipótese, “salário in natura”, não integrando, para nenhum efeito, a remuneração do trabalhador;
parágrafo 5º - A empresa ao implantar o serviço odontológico, abaterá esse custo mediante compensação na redução do índice de reposição salarial previsto na cláusula 4ª a ser regulamentado em Aditivo a ser firmado ao presente Acordo Coletivo de Trabalho;
parágrafo 6º - A empresa contratada fará o cadastramento, controle e fiscalização dos trabalhadores e informará mensalmente por relatório ao Sindicato dos trabalhadores, os nomes dos trabalhadores cadastrados no plano odontológico, bem como eventuais inadimplentes.
Relações Sindicais Contribuições Sindicais
CLÁUSULA NONA - CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL DE CUSTEIO SINDICATO TRABALHADORES BASE SINDHORBS
O custeio do Sindicato dos trabalhadores não será descontado do salário dos trabalhadores. Será, conforme convencionado na CLÁUSULA 5ª deste Aditivo, obtido pela “doação” de uma parcela do "prêmio assiduidade", sobre a folha do mês de julho/2019 e setembro/2019, que será repassado por cada empresa ao Sindicato dos trabalhadores como fonte de custeio sindical para sua manutenção.
parágrafo 1º - Uma das parcelas do "prêmio assiduidade" será recolhida à título de doação ao sindicato, sendo dividida em duas parcelas (50%) cada, sendo uma para mês de julho/2019 e outra para o mês de setembro/2019, ambas calculadas sobre o salário contratual de todos os trabalhadores da empresa sujeitos ao controle de jornada (excluindo somente os Gerentes) e será revertida em favor do Sindicato dos trabalhadores com repasse da 1ª parcelas até o dia 16.08.2019 e o repasse da 2ª parcela até o dia 18.10.2019. O valor será o equivalente do apurado de 10% (dez por cento) calculado sobre o salário base de cada trabalhador, sujeitos ao controle de jornada. Porém, o trabalhador que não fizer jus ao "prêmio assiduidade" no mês do repasse (abril), desobriga o empregador de repassar a cota relativa a esse trabalhador especificamente nesse mês, pois a cota parte só será devida se o trabalhador for assíduo, posto que, por se tratar de uma "doação", só se doa o que lhe pertence. Porém, pelo princípio da equidade, no próximo mês em que o trabalhador for assíduo e fizer fus ao recebimento do "prêmio assiduidade", nesse mês, haverá o repasse da parcela por "doação" em favor do Sindicato;
parágrafo 2º- Para facilitar a operacionalidade do procedimento e acatando sugestões de RH e Contadores das empresas, o Sindicato dos trabalhadores estará disponibilizando em seu endereço eletrônico www.sechseg.com.br guias para o recolhimento da parcela única e ainda as enviando pelo correio. Estará disponível para as empresas, além da opção de poder fazer o depósito/transferência na conta da CEF, agência 0012, op. 003, conta 76728-0, CNPJ 02.889.400/0001-25, terá a nova opção de pagar o boleto para compensação na nova conta do Sindicato dos trabalhadores no SICOOB, código 756, Agência 3351, conta 2.239-0, CNPJ 02.889.400/0001-25, ou pode ainda, fazer o depósito/transferência nessa conta no Sicoob; porém, em qualquer das opões, deverá, nos termos dos princípios da transparência e da boa fé negocial, remeter via email ou pelo correio ao Sindicato dos trabalhadores no mesmo prazo do repasse dos valores, a comprovação dos valores repassados;
parágrafo 3º - As partes pactuam, que, face à omissão legislativa em definir no inciso XXVI do art. 611-B da CLT, como se efetiva a “expressa e prévia anuência”, objetivando conferir segurança jurídica aos Sindicatos signatários desta Convenção Coletiva de Trabalho, fica acordado em reconhecer que a instância competente para
deliberar sobre autorização/aprovação de contribuições de custeio sindical, doações e afins, é a respectiva assembleia de cada Sindicato, nos termos estatutários;
parágrafo 4º - Os termos negociados pelos Sindicatos signatários vinculam a sua obrigação de cumprimento por parte das empresas e dos trabalhadores representados. Assim, com fundamento da prevalência do acordado/negociado, ficam às empresas previamente NOTIFICADAS, que, se esta não efetivar o repasse ao Sindicato obreiro nos termos previsto no ‘caput’ e parágrafos acima, conforme aprovada a autorização pela assembleia dos trabalhadores, a empresa assume obrigatoriamente a obrigação de pagar o valor devido ao Sindicato obreiro, acrescida de encargos, multas e honorários, seja no âmbito de uma Câmara de Conciliação e Arbitragem, seja judicialmente;
parágrafo 5º - O SINDHORBS e as empresas representadas, ficam eximidas de toda e qualquer responsabilidade, quer judicial ou extra-judicial, atual ou futura, relacionada à presente cláusula, especialmente no que concerne à Secretaria do Trabalho do Ministério da Fazenda e do Ministério Público do Trabalho.
CLÁUSULA DÉCIMA - CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL PATRONAL
Conforme autorização da AGE do SINDHORBS, convocada em 15/11/2018, em jornal de grande publicação local, e realizada em 03/12/2018 às 18 hs., as empresas recolherão, com recursos próprios, ao Sindicato Patronal convenente, para atendimento de despesas com sua manutenção, sobre o total bruto da folha de pagamento, os seguintes percentuais, desde que filiadas e adimplentes perante o Sindicato Patronal:
a) O percentual de recolhimento de 02% (dois por cento) sobre o total bruto das folhas dos meses de agosto/2019 e setembro/2019, cujos repasses deverão ocorrer até o dia 15/09/2019 e 15/10/2019 respectivamente;
Fica estabelecido o valor fixo de R$ 300,00 (trezentos reais) para as empresas cujo valor oriundo das aplicações dos índices acima for inferior a R$ 300,00 (trezentos reais).
§ 1º: Para as empresas não filiadas o percentual estabelecido nesta Convenção será de: a) 04% (quatro por cento) sobre o total bruto da folha de pagamento dos meses de agosto/2019 e setembro/2019, cujo repasse deverá ocorrer até o dia 15/09/2019 e 15/10/2019 respectivamente;
§ 2º: para os pagamentos feitos em atraso o percentual acima incidirá sobre a folha de pagamento do mês imediatamente anterior ao efetivo pagamento;
§ 3º: O não cumprimento desta cláusula implicará, automaticamente, na aplicação de multa de 10% (dez por cento) mais 1% (um por cento) de juros AM e correção monetária.
Disposições Gerais Regras para a Negociação
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - ADITIVO EM OBEDIÊNCIA À CLÁUSULA 54ª DA CCT
Pactuam as partes, que deram efetivo cumprimento à cláusula 54ª, da Convenção Coletiva de Trabalho em vigência de 01.09.2017 a 31.08.2019, que determinou convencionar o presente ADITIVO para vigir a partir de 01.09.2018.
MARLOS LUZ DA SILVA Presidente
SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS EMPREGADOS NO COMERCIO HOTELEIRO DO ESTADO DE GOIAS
ANTONIO CARDOSO DA SILVA Presidente
SINDICATO DE HOTEIS REST BARES E SIMILARES DO EST GOIAS
ANEXOS
ANEXO I - ATA REUNIÃO
Anexo (PDF)
A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br.