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Rev. adm. empres. vol.32 número5

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Academic year: 2018

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"Não existe forma melhor de se avaliar a 」オャエエセイ。@

de uma organização social do que pela forma

como ela adota uma dada tecnologia."

A

literatura recente sobre Psicologia Social das Organi-zações tem enfatizado o perigo das generaliOrgani-zações de práticas gerenciais. Fatores múltiplos que vão desde étni-cos, religiosos e artísticos a sód0-€Conõmíétni-cos, étiétni-cos, 。ヲ・エゥセ@ vos e emocionais se conjugam para resultar culturas orga-nizacionais tanto mais ou tanto menos capazes de perceber

oportunidades de negócios, de promover melhorias da qualidade de vida ou de atender à demanda de clientes. E cada cultura organizacional acaba por exigir uma dada tec-nologia de gestão que se revela mais apropriada para os

resultados perseguidos.

Diariamente as organizações são bombardeadas por um arsenal de produtos, serviços, métodos e técnicas que pe-netram as fronteiras organizacionais, exigindo transfonna-ções não apenas a nível operacional ou dos processos de trabalho, mas a nível comportamental, de identidade e de papéis organizacionais- enfim, da própria cultura. Isto é, à medida em que estas exigêndas se acentuam, maior a

ne-cessidade de transmutação dos valores organizacionais

para incorporar os novos conteúdos e processos de forma a

manter a identidade organizacional e garantir efetividade.

A experiência tem demonstrado que a adoção simples-mente de "modernidades" sem as transmutações de

valo-res

culturais por elas exigidas não é suficiente para as alte-rações estruturais desejadas com a adoção tecnológica,

po-dendo mesmo - q que é freqüente - gerar mais problemas do que soluções. E assim que observamos redes de compu-tadores fracassarem pela falta de urna cultura de comparti-lhamento de recursos e comprometimento de objetivos. É assim que muitas tecnologias de gestão que envolvem par-cerias empresariais fracassaram na falta de uma cultura ッイセ@ ganízacional menos imediatista por parte do fornecedor e por parte do cliente. Cada tecnologia "embutida" nos pro-cessos e produtos de uso organizacional tanto estabelece

exigências cu1turaís como desencadeia ondas de エイ。ョウュ■ウセ@

são de ideologias culturais estranhas à cultura organizacio-nal vigente.

Criando realidades virtuais, facilitando a expansão de redes de marketing direto, expressando-se corno uma nova

forma de conseguir fidelidade do consumidor ou em ga-rantir a lealdade do corpo funcional, a tecnologia está em todo lugar adicionando valor aos produtos organizacio-nais e transmitindo ideologias provocadoraB de choques culturais.

Neste momento, em que a humanidade experimenta mudanças de paradigmas e que se confunde diante da avalanche de novas tecnologias e de associações tecnológi-cas que sinalizam novos negócios, melhor qualidade de vida e melhor-distribuição de renda, nunca foi tão impor-tante a consideração da dimensão cultural no trabalho de gestão e no emprego de inovações tecnológicas. A não ob-senração desta dimensão ウゥァョゥヲゥ」。セ@ no ュ■ョゥュッセ@ mais uma área de éonflito a gerenciar .

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A RAE nesta edição passa a contar com a colaboração 1

de Zíraldo para ilustrações de capa ao lado dos desenhos'

<:riativos de Orlando, formando um time vigoroso de artis-tas que valoriza ainda mais os artigos e toma o leitor da

RAE um privilegiado.

Prof. Marilson Alves Gonçalves Diretor e Editor da RAE

ARTIGOS

Viagem de Incentivo

-Uma Poderosa

Ferramenta de

VOLUME32 NÚMER05 NOV./DEZ. 1

Marketing

6

Jean-François L. M. Hue

A Viagem

de

Incentivo estimula os esforços individWlis de

forma

a sustentar um desempenho máximo

l!ll

busca de um resultado

de conjunto na empreSil.

Difusão da Tecnologia

de Base Microeletrônica

na Indústria de

Processo Contínuo

16

Francisco Lima C. Teixeira

A indústria de processo rontínuo está adptando a microeletrônica

rapidamente.

O

artigo discute os determinantes desse processo,

cmnparando a situação brasileira com o contexto internacional.

Cultura Gerencial e

Estratégias Empresariais:

Um estude:

セュ@

Empresas

28

Agropecuanas

German Torres Salazar

QWll a relação da cultura gerencial e as estratégias empresariais

dos proprietários administradores de empreSils rurais?

RAE REVISITADA

38

Fernando C. Prestes Motta

Referências

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