Prof. Tito Luís Maia Santos
ENGA71: An ´alise e Projeto de Sistemas de Controle
Departamento de Engenharia El ´etrica - DEE Universidade Federal da Bahia - UFBA
1
Introduc¸ ˜ao
2Revis ˜ao
3
Descric¸ ˜ao de incertezas
4Requisitos de malha
5
Problema de controle robusto
6Exemplo
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1
Introduc¸ ˜ao
2
Revis ˜ao
3
Descric¸ ˜ao de incertezas
4
Requisitos de malha
5
Problema de controle robusto
6
Exemplo
Contextualizac¸˜ao
O que veremos na aula de hoje:
Revis ˜ao de conceitos introdut ´orios (Crit ´erio de Nyquist, Margem de Ganho, Margem de Fase);
Requisitos de malha;
Problema de garantia de estabilidade robusta.
Refer ˆencias principais
M. Morari, E. Zafiriou, Robust Process Control, 1aedic¸ ˜ao, Prentice Hall (1989).
Prof. Tito Luís Maia Santos Contextualizac¸˜ao
O que veremos na aula de hoje:
Revis ˜ao de conceitos introdut ´orios (Crit ´erio de Nyquist, Margem de Ganho, Margem de Fase);
Requisitos de malha;
Problema de garantia de estabilidade robusta. Refer ˆencias principais
M. Morari, E. Zafiriou, Robust Process Control, 1aedic¸ ˜ao, Prentice
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Introduc¸ ˜ao
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Revis ˜ao
3
Descric¸ ˜ao de incertezas
4
Requisitos de malha
5
Problema de controle robusto
6
Exemplo
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Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
Considere um contono fechadoσ: o mesmo deve iniciar num ponto x0e retornar ao mesmo ponto x0sem cruzar qualquer outro ponto
de contorno.
Deve-se definir o sentido do contorno (ponto inicial=ponto final).
Considere uma func¸ ˜ao de transfer ˆencia F(s): func¸ ˜ao racional. Pode-se definir o mapeamento do contorno sujeito a F(s): σF(s).
Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
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Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
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Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
Princ´ıpio do Argumento ou Teorema de Cauchy
Considere uma func¸ ˜ao racional F(s) e um contono fechado σ, o qual n ˜ao passa por qualquer singularidade. Ent ˜ao o contornoσ sujeito a F (s) envolver ´a a origem, sendo o n ´umero voltas igual `a diferenc¸a de zeros e polos de F(s), os quais pentencentem ao interior de sigma. Valores positivos mant ´em o sentido do giro, valores negativos invertem o mesmo.
Caso exista alguma singularidade sobre o eixo imagin ´ario (“s= jω”), utiliza-se um desvio infinitesimal. Por exemplo, s= rejθcom r → 0 e
Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
Princ´ıpio do Argumento ou Teorema de Cauchy
Considere uma func¸ ˜ao racional F(s) e um contono fechado σ, o qual n ˜ao passa por qualquer singularidade. Ent ˜ao o contornoσ sujeito a F (s) envolver ´a a origem, sendo o n ´umero voltas igual `a diferenc¸a de zeros e polos de F(s), os quais pentencentem ao interior de sigma. Valores positivos mant ´em o sentido do giro, valores negativos invertem o mesmo.
Caso exista alguma singularidade sobre o eixo imagin ´ario (“s= jω”), utiliza-se um desvio infinitesimal. Por exemplo, s= rejθcom r → 0 e
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Crit ´erio de Nyquist / Estabilidade em Malha Fechada
Condidere um sistema com realimentac¸ ˜ao unit ´aria, sendo G(s) o processo a ser controlado e C(s) o controlador.
O sistema em malha fechada ´e dado por H(s) = C(s)G(s)
1+ C(s)G(s).
para garantir estabilidade, todas as ra´ızes de F(s) = 1 + C(s)G(s) devem pertencer ao semi-plano esquerdo.
Podemos utilizar um contorno para mapear F(s) = 1 + C(s)G(s). Alternartivamente, podemo considerar
F(s) = 1 + C(s)G(s) = 1 + B(s) A(s) =
A(s) + B(s) A(s)
A(s) + B(s) = 0 define polos de malha fechada e A(s) = 0 define polos de malha aberta.
Crit ´erio de Nyquist / Princ´ıpio do Argumento
As ra´ızes de A(s) = 0 s ˜ao conhecidas;
Nenhuma raiz de A(s) + B(s) = 0 pode pertencer ao semi-plano direito para assegurar a estabilidade.
O n ´umero de voltas na origem de um contorno sujeito a F(s) = 1 + C(s)G(s) pode ser obtido analisando o n ´umero de voltas em torno do ponto−1 deste contorno sujeito a C(s)G(s). Nv = Z − P sendo Nv o n ´umero de voltas em torno de−1 do
contorno do semi-plano direito sujeito a C(s)G(s), P o n ´umero de ra´ızes de A(s) = 0 no semi-plano direito e Z o n ´umero de polos de malha fechada no semi-plano direito.
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Margens de Estabilidade
Estabilidade Relativa 1
A estabilidade relativa est ´a associada `as poss´ıveis variac¸ ˜oes nos coeficientes da equac¸ ˜ao caracter´ıstica que mant ´em a estabilidade do sistema em malha fechada.
Estabilidade Relativa 2
A estabilidade relativa ser ´a definida em func¸ ˜ao da proximidade com os pontos cr´ıticos da curva de resposta em frequ ˆencia ou curva polar. Pontos−1 + 0j ou 0dB∡180o.
Margem de Ganho
Margem de Ganho
´E o inverso do m ´odulo de G(jω) na frequ ˆencia em que o ˆangulo de fase mede 180o. Representa a quantidade de ganho necess ´aria para tornar
o sistema inst ´avel.
Definindo a frequ ˆencia de crusamento de fase (ωcf) como a
frequ ˆencia na qual ∡G(jωcf) = 180o, a margem de ganho em valor
absoluto pode ser calculada por:
M.G. = 1
G(jωcf)
Prof. Tito Luís Maia Santos Margem de Fase
Margem de Fase
´E a quantidade que mede o quanto o ˆangulo de fase ∡G(jω) “excede” −180ona frequ ˆencia em que|G(jω)| = 1.
Definindo a frequ ˆencia de crusamento de ganho (ωcg) como a
frequ ˆencia na qual|G(jωcg)| = 1, a margem de fase em radianos
por unidade de tempo pode ser calculada como M.F . = 180o+ ∡G(jω
cg)
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Introduc¸ ˜ao
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Revis ˜ao
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Descric¸ ˜ao de incertezas
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Requisitos de malha
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Problema de controle robusto
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Exemplo
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Representac¸˜ao de incertezas: Robust Process Control
Incertezas aditivas
Seja uma fam´ılia de plantas LTI representada por Π = {P : |P(jω) − Pn(jω)| ≤ ℓa}. Ent ˜ao, qualquer elemento deΠ deve obedecer
P(jω) = Pn(jω) + ℓa(jω) com
ℓa≥ |ℓa(jω)|. Descric¸ ˜ao de incertezas multiplicativas
Se considerarmosℓa(jω) = Pn(jω)ℓm(jω), teremos Π = P: P(jω) − Pn(jω) Pn(jω) ≤ ℓm . Neste case, qualquer elemento deΠ deve obedecer
P(jω) = Pn(jω)[1 + ℓm(jω)]
com
Representac¸˜ao de incertezas: Robust Process Control
Incertezas aditivas
Seja uma fam´ılia de plantas LTI representada por Π = {P : |P(jω) − Pn(jω)| ≤ ℓa}. Ent ˜ao, qualquer elemento deΠ deve obedecer
P(jω) = Pn(jω) + ℓa(jω) com
ℓa≥ |ℓa(jω)|. Descric¸ ˜ao de incertezas multiplicativas
Se considerarmosℓa(jω) = Pn(jω)ℓm(jω), teremos Π = P: P(jω) − Pn(jω) Pn(jω) ≤ ℓm . Neste case, qualquer elemento deΠ deve obedecer
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Introduc¸ ˜ao
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Revis ˜ao
3
Descric¸ ˜ao de incertezas
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Requisitos de malha
5
Problema de controle robusto
6
Exemplo
Sistema considerado
Os sinais n(t), dy(t) e du(t) s ˜ao perturbac¸˜oes externas normalizadas. Tipicamente n(t) representa o ru´ıdo de medic¸˜ao de altas frequ ˆencias. Em geral, dy(t) e du(t) t ˆem componentes relevantes de baixas frequ ˆencias.
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Func¸˜ao de sensibilidade
O efeito da variac¸ ˜ao de P(s) com relac¸ ˜ao `a Y(s)
R(s) = F (s)H(s) = F (s)
P(s)C(s) 1+ P(s)C(s) pode ser estudado atrav ´es da func¸ ˜ao de sensibilidade
S(s) , ∂H(s) ∂P(s) H(s) P(s)
O filtro de refer ˆencia F(s) n ˜ao afeta o comportamento da malha de controle.
Func¸˜ao de sensibilidade
O efeito da variac¸ ˜ao de P(s) com relac¸ ˜ao `a Y(s)
R(s) = F (s)H(s) = F (s)
P(s)C(s) 1+ P(s)C(s) pode ser estudado atrav ´es da func¸ ˜ao de sensibilidade
S(s) , ∂H(s) ∂P(s) H(s) P(s)
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Func¸˜ao de sensibilidade
O efeito da variac¸ ˜ao de P(s) com relac¸ ˜ao `a Y(s)
R(s) = F (s)H(s) = F (s)
P(s)C(s) 1+ P(s)C(s) pode ser estudado atrav ´es da func¸ ˜ao de sensibilidade
S(s) , ∂H(s) ∂P(s) H(s) P(s) −1 =C(s)[1 + P(s)C(s)] − C(s)[C(s)P(s)] [1 + P(s)C(s)]2 P(s) H(s) = C(s)P(s) [1 + P(s)C(s)]2 1 H(s)= 1 1+ P(s)C(s)
Func¸˜ao complementar de sensibilidade
S(s) pode ser utilizado para avaliar o efeito de variac¸ ˜oes em P(s)
S(s) , 1
1+ P(s)C(s)
Por outro lado,C(s) = H(s) ´e complementar `a func¸˜ao de sensibilidade pois S(s) + C(s) = 1 + P(s)C(s) = 1
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Func¸˜ao de sensibilidade
A relac¸˜aoS(s) + C(s) = 1 imp ˜oe um compromisso. Notar que Y(s) N(s) = C(s), Y(s) Dy(s) = S(s), Y(s) Du(s) = P(s)S(s).
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Introduc¸ ˜ao
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Revis ˜ao
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Descric¸ ˜ao de incertezas
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Requisitos de malha
5
Problema de controle robusto
6
Exemplo
Prof. Tito Luís Maia Santos Objetivo
Definir um controlador C(s), baseado num modelo Pn(s), que seja est ´avel ao controlar qualquer planta P(s) que pertenc¸a a Π.
Estabilidade Interna
Definic¸ ˜ao:Um sistema de controle ´e est ´avel internamente se um sinal limitado, injetado em qualquer ponto do sistema, gera uma sa´ıda limitada em todos os outros pontos.
Equivalente a testar a BIBO estabilidade par-a-par do sistema abaixo Y(s) U(s) = " Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) Pn(s) 1+Pn(s)C(s) C(s) 1+Pn(s)C(s) − Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) # Rf(s) Du(s)
Prof. Tito Luís Maia Santos Estabilidade Interna
Definic¸ ˜ao:Um sistema de controle ´e est ´avel internamente se um sinal limitado, injetado em qualquer ponto do sistema, gera uma sa´ıda limitada em todos os outros pontos.
Equivalente a testar a BIBO estabilidade par-a-par do sistema abaixo Y(s) U(s) = " Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) Pn(s) 1+Pn(s)C(s) C(s) 1+Pn(s)C(s) − Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) # Rf(s) Du(s)
Estabilidade Interna
Considere o sistema abaixo: Y(s) U(s) = " Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) Pn(s) 1+Pn(s)C(s) C(s) 1+Pn(s)C(s) − Pn(s)C(s) 1+Pn(s)C(s) # Rf(s) Du(s)
j ´a temos as seguintes condic¸ ˜oes necess ´arias para garantir estabilidade robusta:
i) C(s) n ˜ao pode apresentar zeros de fase n ˜ao-m´ınima que s ˜ao p ´olos inst ´aveis de P(s);
ii) C(s) n ˜ao pode apresentar p ´olos inst ´aveis que s ˜ao zeros de fase n ˜ao-m´ınima de P(s);
iii) As ra´ızes de 1+ Pn(s)C(s) devem pertencer ao semi-plano esquerdo.
Prof. Tito Luís Maia Santos An ´alise de Robustez Imag Real −1 A B C(jω)Pn(jω)(1 + ℓm(jω)) C(jω)Pn(jω)
O vetor que ligaP(jω)C(jω)a−1 ´e v (jω) = 1 + P(jω)C(jω). O vetor que ligaPn(jω)Cn(jω)a−1 ´e vn(jω) = 1 + Pn(jω)C(jω).
Se a dist ˆancia entre A e B (mesma freq ¨u ˆencia) ´e menor do que a dist ˆancia entre A e−1, ent ˜ao B n ˜ao cruza o ponto −1.
An ´alise de Robustez Imag Real −1 A B C(jω)Pn(jω)(1 + ℓm(jω)) C(jω)Pn(jω) Matematicamente: |C(jω)Pn(jω)[1 + ℓm(jω)] − C(jω)Pn(jω)| < |1 + C(jω)Pn(jω)|, ∀ω > 0 Assim,
Prof. Tito Luís Maia Santos An ´alise de Robustez Imag Real −1 A B C(jω)Pn(jω)(1 + ℓm(jω)) C(jω)Pn(jω) Matematicamente: |C(jω)Pn(jω)[1 + ℓm(jω)] − C(jω)Pn(jω)| < |1 + C(jω)Pn(jω)|, ∀ω > 0 Assim, |ℓm(jω)| < 1+ C(jω)Pn(jω) C(jω)Pn(jω) , ∀ω > 0
Observac¸ ˜oes
A condic¸˜ao de estabilidade robusta |ℓm(jω)| < 1+ C(jω)Pn(jω) C(jω)Pn(jω) , ∀ω > 0 pode ser expressa como
||C(s)ℓm(s)||∞, sup ω
|C(jω)ℓm(jω)| < 1 ondeC(s) = P(s)C(s)/(1 + P(s)C(s)).
Ela ´e conservadora uma vez que n ˜ao se considera a informac¸˜ao da fase. Ela ´e condic¸˜ao suficiente e necess ´aria para a estabilidade robusta da fam´ılia de plantasΠ.
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An ´alise via pequeno ganho
C r e udu dy y Pn M M + + + + ⇓ ℓ ℓ Note que M(s) = − Pn(s)C(s) 1+ Pn(s)C(s) = −C(s) ⇒ |C(jω)ℓ(jω)| = |M(jω)ℓ(jω)| < 1, ∀ω
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Descric¸ ˜ao de incertezas
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Requisitos de malha
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Problema de controle robusto
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Exemplo
Prof. Tito Luís Maia Santos Projeto IMC
Considere um sistema dado por
P(s) = 1
(s + 1)(0.5s + 1)(0.25s + 1)(0.125s + 1) Um modelo de ordem reduzida ´e escolhido como
Pn(s) = 1 (1.15s + 1)(0.8s + 1), com ℓm(s) = 0.5s (0.5/1.4)s + 1 10−3 10−2 10−1 100 101 102 103 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8 2
Controlador IMC
Escolheu-se para o caso robusto Hd(s) = Y(s) R(s) = 1 (0.5s + 1)2 e C(s) = 1 (0.3s + 1)2 Escolheu-se sem considerar o problema de robustez
Hd(s) = Y(s) R(s) = 1 (0.5s + 1)2 e C(s) = 0.6s + 1 (0.3s + 1)3 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1.8 2 |lm| lbm |1/Fr1| |1/Fr2|
Prof. Tito Luís Maia Santos Projeto IMC
Resposta para o caso nominal P(s) = Pn(s)
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
0 0.5 1 1.5
Projeto IMC
Resposta com o efeito do erro de modelagem.
0.5 1 1.5
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Requisitos de malha
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Problema de controle robusto
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Exemplo
O que vimos na aula de hoje?
Requisitos de malha podem ser formulados atrav ´es das func¸ ˜oes S(s) e C(s).
Faz-se necess ´ario obter um compromisso entre os requisitos. O Teorema do Pequeno Ganho permite estabelecer um crit ´erio para assegurar a estabilidade robusta (robustez).