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Carta Mensal Novembro 2018

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(1)

O real se depreciou contra o dólar,

chegando a R$/US$ 3,95.

No final do mês o Banco Central interviu com leilões de linha de recompra e rolagem de swaps cambiais, o que fez o real voltar a se apreciar até R$/US$ 3,85.

No Brasil, as indicações do governo Bolsonaro para a equipe econômica

foram bem recebidas pelo mercado financeiro, porém ainda pairam dúvidas

sobre a capacidade de articulação da equipe política. O real se depreciou

contra o dólar, até mais do que a média dos países emergentes, até chegar a

R$/US$ 3,95.

Os ganhos vieram das estratégias

de

valor

relativo

na

parte

intermediária da curva que se

beneficiam de um cenário de

postergação do ciclo de alta na

Selic.

Tivemos também, mas em menor proporção, ganhos na posição aplicada na parte mais curta da curva.

O Ibovespa encerrou novembro

com valorização de 2,38%, aos

89.504 pontos.

Os demais índices tiveram as seguintes variações: S&P 500 +1,79% (USD), Euro Stoxx -0,76% (EUR) e Nikkei +1,96% (JPY).

Para

o

próximo

mês

percebemos um aumento nas

ofertas de títulos, com destaque

para emissões do segmento

corporativo.

Em novembro tivemos a emissão de letra financeira do Banco Mercedes para o prazo de 2 anos e taxa de 103% do CDI.

.

Carta Mensal

Novembro 2018

Destaques

Renda Fixa

Crédito

Bolsa

Moedas

Índices de Mercado

Variação Novembro Ano Variação Novembro Ano

CDI 0,49% 5,90% IGP-M -0,49% 8,73%

IBOV 2,38% 17,15% IPCA-15 0,19% 4,03%

IBX-50 2,15% 16,99% IRF-M 0,99% 9,06%

IBX-100 2,66% 16,93% IMA-B 5 0,14% 8,39%

(2)

Houve mudanças consideráveis no mercado financeiro internacional no mês de novembro. No início do mês, o menor apetite ao risco que prevaleceu nos últimos meses permaneceu, causando fortes quedas nos preços das ações e commodities.

A partir da metade do mês, diversos eventos começaram a alterar o cenário, com mudanças em questões importantes que estavam causando estresse nos mercados financeiros. Membros importantes do Fomc (Comitê de Política Monetária dos EUA), como o presidente do Fed, Jerome Powell, e o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, fizeram discursos com tons bem mais dovish, contrastando com a comunicação anterior. Pode-se depreender de suas declarações que o cenário para a taxa de juros básica americana deve ter bem menos altas agora do que em setembro (uma alta de 25 pb em dez/18 e 3 altas em 2019, segundo a mediana de projeções), podendo estar mais próximo do que o mercado precifica (uma alta de 25 pb em dez/18 e outra no começo de 2019).

A guerra comercial entre EUA e China também arrefeceu no final de novembro. Após quase um ano inteiro de aumento de tarifas pelos EUA e retaliações chinesas da mesma magnitude, os presidentes americano e chinês concordaram na reunião do G-20, na Argentina, a interromper essa dinâmica por pelo menos 3 meses.

Com a mudança dessas questões, pelo menos por enquanto, os mercados financeiros passaram a ter um viés mais bullish a partir da segunda metade do mês de novembro. A economia mundial ainda parece que vai desacelerar em 2019, em comparação com 2018, e as taxas de juros americanas devem subir pelo menos mais duas vezes. Porém, esses movimentos parecem menores do que os projetados algumas semanas atrás.

O cenário para a inflação brasileira se alterou consideravelmente no final do ano. Como resultado da depreciação cambial, que fez o real se desvalorizar até R$/US$ 4,20, a inflação esperada para o ano de 2018 subiu de 3,4% no começo de maio para 4,4% em setembro, na mediana de projeções do Relatório Focus. Entretanto, com a diminuição do risco país após as eleições de outubro, o real se valorizou, chegando a R$/US$ 3,70 no final de outubro, tendo ficado num patamar de R$/US$ 3,85 em novembro.

A volatilidade na taxa de câmbio afetou também a inflação. Os preços ao produtor, em especial, foram pressionados para cima com a depreciação, com o IPA-M alcançando mais de 14,3% A/A em outubro, com variações mensais de 2,0% M/M ou mais, em três ocasiões no ano (mai/18, jun/18 e set/18). A queda no câmbio e nos preços das commodities no mercado internacional mudou esse cenário, com o IPA-M de novembro ficando fortemente negativo (-0,8% M/M) e com a expectativa para o IPA-M fechado de 2018 sendo de uma variação abaixo de 10% A/A.

Os preços ao consumidor também foram afetados por essas mudanças na taxa de câmbio. O IPCA em 12 meses ficou na maior parte dos meses, depois de maio, em torno de 4,5% A/A, com os núcleos de inflação também em linha com as metas na margem. No entanto, pode haver variações bem mais baixas nos últimos meses do ano. Preços de bens industriais e de alimentos tradeables são os que mais respondem às mudanças na taxa de câmbio, junto com o de combustíveis (gasolina, diesel). Além desse efeito da taxa de câmbio, os preços ao consumidor também recuaram no final do ano devido aos custos de eletricidade, que diminuíram por causa das chuvas (adoção de bandeira tarifária verde antes do previamente esperado). Assim, o IPCA de novembro e dezembro deve ficar em torno ou abaixo de zero, o que deve fazer o IPCA fechar o ano a 3,8%.

O mês de novembro teve dois momentos distintos para os mercados financeiros internacionais. As principais preocupações que levaram a isso foram as perspectivas de continuidade no aumento de juros básicos nos EUA (causando redução de liquidez nos mercados internacionais), guerra comercial entre EUA e China acentuando a desaceleração do crescimento econômico chinês e crises políticas na Europa (orçamento do novo governo na Itália e tratado do Brexit no Reino Unido).

Comportamento de Mercado

Economia Internacional

(3)

Após a definição do cenário eleitoral em outubro, o foco do mercado tem sido em relação a composição da equipe do novo governo e também em avaliar as condições dessa nova estrutura para propor e aprovar as reformas fiscais necessárias para conduzir o país ao crescimento. Neste contexto, tivemos a emissão de letra financeira do Banco Mercedes para o prazo de 2 anos e taxa de 103% do CDI.

Para o mês de dezembro já percebemos um aumento nas ofertas de títulos, com destaque para emissões do segmento corporativo.

Como nos meses anteriores tanto as projeções quanto os núcleos sugerem que não teremos pressões inflacionárias a frente. O Banco Central em sua última reunião de política monetária colocou um balanço de riscos menos assimétrico, ainda com riscos na piora, mas veio com projeções suaves que remetem à uma sinalização final mais baixista. No contexto de atividade os indicadores seguem mistos com o mercado de trabalho dando sinais positivos ainda que lentos e produção industrial recuando para níveis do final de 2017.

O mais relevante dentro do mês foi obviamente o final do processo eleitoral que acabou também, com um dos principais vetores de volatilidade na análise do cenário econômico prospectivo, dado que o presidente eleito veio com uma agenda de continuidade das reformas estruturais, privatizações e corte de gastos, o que faz parte do processo necessário para a retomada do crescimento sustentável. Os riscos a frente estão na execução e entrega das medidas, além do cenário externo que segue desafiador frente ao cenário global de menor liquidez nas economias desenvolvidas.

De forma geral, as bolsas caíram ao redor do mundo nessa primeira metade (com uma queda forte na bolsa americana zerando os ganhos do ano), os juros futuros americanos subiram, com o yield do título de 10 anos alcançando 3,23% a.a. em 08/nov, e o dólar se apreciando contra outras moedas, em especial de países emergentes.

A principal causa para a reversão foi a mudança de tom nos discursos de membros importantes do Fomc (Comitê de Política Monetária dos EUA). Houve também, um recuo na posição do governo italiano em relação ao orçamento, aceitando alguns pontos de crítica feitos pela União Europeia. O mercado financeiro também aguarda que haja menos movimentos protecionistas entre China e EUA após a reunião dos seus líderes no G-20.

Os dados econômicos seguiram mostrando uma desaceleração do crescimento global. Os índices de atividade das principais economias mostraram crescimento menor, mas ainda com os EUA tendo taxas de crescimento superiores à da Zona do Euro ou do Japão. Os dados econômicos chineses mostraram crescimento menor, com produção industrial crescendo abaixo de 6,0% A/A e vendas no varejo reais abaixo de 6,5% A/A. O PMI (índice de gerente de compras) da China também recuou para 50 (limiar entre expansão e contração). O menor crescimento chinês, junto com questões idiossincráticas em certos casos, fez com que os preços de commodities se reduzissem em novembro. O petróleo foi o principal caso, sendo negociado a US$ 51,4/barril no final do mês, contra US$ 65/barril no começo do mês.

No Brasil, as indicações do governo Bolsonaro para a equipe econômica foram bem recebidas pelo mercado financeiro, porém ainda pairam dúvidas sobre a capacidade de articulação da equipe política. O real se depreciou contra o dólar, até mais do que a média dos países emergentes, até chegar a R$/US$ 3,95. No final do mês o Banco Central interviu com leilões de linha de recompra e rolagem de swaps cambiais, o que fez o real voltar a se apreciar até R$/US$ 3,85. Os juros futuros, mesmo com a depreciação cambial, seguiram caindo, devido à dados de inflação mais baixos que foram divulgados (IGP-M -0,56% M/M, IPCA-15 0,19% M/M). As expectativas de inflação de curto prazo recuaram, com projeções de IPCA próximas de zero para novembro e outubro, o que deve fazer a inflação ao consumidor terminar o ano abaixo de 4,0%. As ações brasileiras se valorizaram no mês, com expectativa de melhor gestão da economia e privatização de estatais, além de maior crescimento (o PIB do 3º trimestre veio em linha com o esperado, 0,8% T/T, mas acelerando em relação aos trimestres anteriores, no qual o crescimento não ultrapassava 0,2% T/T).

Crédito Privado

(4)

Multimercado

A economia global tem perdido momentum, com reflexo no preço das commodities, em especial o petróleo e o minério de ferro apresentando correções importantes. O Fed manteve a taxa de juros inalterada ressaltando o mercado de trabalho e o consumo das famílias que seguem fortes, mas reconheceu uma moderação nos investimentos. Na Zona do Euro os dados de inflação vem subindo na margem, mas em contrapartida os dados de atividade seguem muito fracos. Olhando para o comportamento das commodities em termos históricos, era de se esperar um dólar mais forte, mas de uma forma geral, prevalece um dólar mais fraco pelo risco de um menor aperto monetário pelo Fed em 2019.

Na estratégia de moedas acabamos tendo perdas na posição comprada em real vs dólar que não foram compensadas pela posição comprada em dólar neozelandês vs iene que gerou ganhos dentro do mês. Em renda fixa tivemos ganhos nas estratégias de valor relativo na parte intermediária da curva que se beneficiam de um cenário de postergação do ciclo de alta na Selic. Tivemos em menor proporção ganhos na posição aplicada na parte mais curta da curva.

Seguimos com viés long de dólar. Zeramos posição de peso mexicano contra rand sul africano. Subestimamos o ceticismo de mercado com o novo governo que tem feito pouco para acalmar as incertezas do governo. Seguimos negativos com o euro, dado os indicadores econômicos que seguem muito fracos. Possuímos um long real contra uma cesta de moedas envolvendo dólar, peso mexicano e rand sul africano.

De uma forma geral estamos com um posicionamento mais tático, pois vemos um fundamento estrutural para o dólar no médio prazo divergente do curto prazo (Fed com um discurso suave e forte posicionamento do mercado comprado em dólar, podendo gerar fortes correções de preço). Em renda fixa seguimos aplicados em vértices curtos até 18 meses e com estratégias de valor relativo na parte intermediária da curva.

Curva de Juros Nominais Curva de Juros Reais

Durante o mês, no livro de renda fixa tivemos ganhos nas estratégias de valor relativo na parte intermediária da curva que se beneficiam de um cenário de postergação do ciclo de alta na Selic. Tivemos também, mas em menor proporção, ganhos na posição aplicada na parte mais curta da curva. Mantivemos a posição aplicada na parte curta, dado o viés da inflação prospectiva ser de menos inflação em relação as projeções atuais. Nesse sentido, ainda temos as estratégias de valor relativo, pois acreditamos que o nível de taxa de juros deve permanecer por mais tempo e o prêmio de risco da curva deve migrar para vértices mais longos.

6,00% 6,25% 6,50% 6,75% 7,00% 7,25% 7,50% 7,75% 8,00% 8,25% 8,50% 8,75% 9,00% 9,25% 9,50% 9,75% 10,00% 10,25% 10,50% 10,75% 11,00% 11,25% 11,50% 11,75% 12,00% o u t-18 ab r-19 o u t-19 ab r-20 o u t-20 ab r-21 o u t-21 28/dez/17 28/set/18 31/out/18 30/nov/18 -1,25% -0,75% -0,25%0,25% 0,75% 1,25% 1,75% 2,25% 2,75% 3,25% 3,75% 4,25% 4,75% 5,25% 5,75% 6,25% 6,75% ag o /18 mai /19 ag o /20 mai/21 ago /22 mar/23 mai/23 ago /24 ag o /26 ag o /30 mai/35 ago /40 mai/45 ago /50 mai/55 28/dez/17 28/set/18 31/out/18 30/nov/18

(5)

O Ibovespa encerrou novembro com valorização de 2,38%, aos 89.504 pontos. Os demais índices tiveram as seguintes variações: S&P 500 +1,79% (USD), Euro Stoxx -0,76% (EUR) e Nikkei +1,96% (JPY). Nas commodities, o petróleo tipo Brent fechou em US$ 58,71 (-22,21% no mês) e o minério de ferro em US$ 72,28 (-0,73% no mês).

No cenário internacional, o mercado precificava risco de inflação americana pelo possível aumento de custo de matérias-primas importadas devido à guerra comercial travada entre Estados Unidos e China. Há, também, temor de que essa disputa possa causar desaceleração da economia mundial. As bolsas americanas chegaram a zerar ganhos do ano no pior momento do mês, mas se firmaram no positivo. Na Europa, os dados ainda indicam uma desaceleração na atividade econômica, com atenção para o Brexit e também a questão fiscal na Itália. Já na China, dados de atividade começam a mostrar alguma desaceleração na ponta, impactando negativamente no preço das commodities.

Nas commodities, destaque para o petróleo, que teve seu mês mais fraco em mais de 10 anos devido à crescente produção de petróleo pelos membros da OPEC (com maior relevância na Arábia Saudita), tendo produção recorde. Além disso, houve aumento de dados estoque nos Estados Unidos, devido à maior produção de óleo xisto.

No Brasil, a alta da bolsa teve importante influência externa, mas também com pontos positivos internos. A sinalização do Fed, que levou o juro do Treasury cair abaixo de 3% foi bastante importante. Internamente, há sinalização para uma melhora na confiança do investidor na retomada da economia, com o anúncio dos nomes para Banco Central, BNDES, Petrobras, Banco do Brasil e Caixa – todos com uma orientação bastante pró-mercado, alinhados com uma agenda liberal. Entretanto, o impasse em relação à revisão das regras da cessão onerosa dos lotes excedentes da Petrobras trouxe instabilidade para as ações da petroleira, mesmo com o aumento nos preços do petróleo, indo na contramão do Ibovespa. Os indicadores econômicos divulgados no mês – com destaque para o PIB, que cresceu 0,8% no terceiro trimestre, em linha com as expectativas do mercado – também foram positivos, apontando uma recuperação gradual da economia.

Retorno Setores da Bolsa

Bolsa

92 94 96 98 100 102 104 106 108 110 ou t-1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8 n ov -1 8

(6)

Informações: Maria Augusta [email protected] Atendimento a clientes : [email protected]

Este material foi preparado pela SulAmérica Investimentos DTVM S.A. e apresenta caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa da mesma. As análises aqui contidas concordância foram elaboradas a partir de fontes fidedignas e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a SulAmérica Investimentos DTVM não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.

Projeções

Informações

2015 2016 2017 2018(p) 2019(p) 2020(p) PIB - crescimento real Var % -3,50 -3,50 1,00 1,30 2,70 3,00

IPCA % ao ano 10,67 6,29 2,95 3,83 4,00 4,00

IGP-M % ao ano 10,55 7,19 -0,53 8,70 5,10 4,50

Juro Selic - média ano % ao ano 13,36 14,08 10,09 6,50 6,75 8,69 Juro Selic - dezembro % ao ano 14,25 13,75 7,00 6,50 7,75 9,00 Tx Câmbio - média ano R$/US$ 3,33 3,49 3,19 3,63 3,83 3,88 Tx Câmbio - dezembro R$/US$ 3,87 3,35 3,29 3,72 3,87 3,93 Risco País (EMBI) - dezembro bps 487 310 240 250 250 250

Balança Comercial US$ Bn 17,7 47,7 67,0 60,0 42,3 39,2

Saldo em C. Corrente US$ Bn -60,6 -23,5 -9,8 -12,0 -33,8 -40,4 Saldo em C. Corrente % do PIB -3,6 -1,3 -0,5 -0,6 -1,7 -2,0 Resultado Fiscal Primário % do PIB -1,9 -2,5 -1,7 -1,3 -1,2 -0,4

Dívida Líquida % do PIB 36,0 45,9 51,9 54,8 57,2 59,8

Dívida Bruta % do PIB 65,5 70,0 74,4 79,3 80,4 81,5

(p) projeções

Economia Brasileira

(7)

BACEN: Banco Central Brasileiro BCE: Banco Central Europeu BRL: Moeda brasileira (Real R$)

Copom: Comitê de Política Monetária Brasileiro

Dovish: postura de autoridades de mercado de taxas de juros mais baixas e uma postura mais tolerante com a inflação

FED: Banco Central Americano Fiscal Cliff: Aperto fiscal nos EUA

Flattening: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva diminui. FOMC: Comitê de Política Monetária Americano

Hawkish: Defensores de juros mais altos e de uma política de austeridade mais forte.

IBOVESPA: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa brasileira e ponderadas conforme sua liquidez. IBOVIEE: Índice composto por ações do setor de Energia Elétrica da BM&FBOVESPA

IBX: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa e ponderadas pelo valor de mercado das ações disponíveis para negociação nos últimos 12 meses

ICONBV: Índice composto por ações do setor de Consumo da BM&FBOVESPA

IDIV: Índice composto pelas ações listadas na Bolsa cujos dividendos e juros sobre o capital próprio pagos nos últimos 24 meses são os mais elevados.

IFNCBV: Índice composto por ações do setor Financeiro da BM&FBOVESPA

IMA-B: Índice composto por notas do tesouro nacional série B (NTN-B) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada mais a variação do IPCA no período

IMAT: Índice composto por ações do setor de Materiais Básicos da BM&FBOVESPA IMOBBV: Índice composto por ações do setor de Imobiliário da BM&FBOVESPA

IRF-M: Índice composto por letras do tesouro nacional (LTN) e notas do tesouro nacional série F (NTN-F) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada.

IVBX-2: Índice composto por 50 ações escolhidas a partir de uma classificação decrescente por liquidez, não podendo estar entre as 10 ações mais negociadas na BM&FBOVESPA nos últimos 12 meses

Overweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Quantitative Easing (QE): Expressão utilizada para caracterizar uma política monetária que pretende aumentar a quantidade de

dinheiro em circulação na economia.

SMLLBV: Índice composto por ações de menor capitalização da BM&FBOVESPA Steepning: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva aumenta.

Tapering: Redução gradual do programa de compra de títulos de longo prazo pelo FED Underweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

(8)

nov/18 out/18 set/18 ago/18 jul/18 jun/18 2018 2017 12 M 24 M Desde o Início PL no dia 12 mesesPL Médio1 Tx. Adm. Tx. Perf. (Conversão)Aplicação (Conversão/Liquidação)Resgate Aplicação Inicial Mínima Movimentação/ Saldo Mínimo

22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016

Referenciado DI

Exclusive FI Renda Fixa Refenciado DI 0,48 0,54 0,46 0,56 0,53 0,52 5,78 9,95 6,34 17,57 620,45 793.946.262 656.940.0630,15% a.a. não há 06/02/2002 D+0 D+0/D+0 R$ 50.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 98,08 98,86 98,64 98,17 98,43 100,07 97,91 100,00 97,95 99,03 94,49

Premium FI RF Referenciado DI Crédito Privado 0,49 0,53 0,47 0,59 0,52 0,51 5,81 10,22 6,37 17,88 26,35 25.618.520 36.861.5240,25% a.a. não há 23/05/2016 D+0 D+0/D+1 R$ 200.000,00 R$ 25.000,00

% CDI 98,83 97,41 99,44 104,82 95,76 98,76 98,39 102,71 98,37 100,75 100,75

Renda Fixa

Excellence FI RF Crédito Privado 0,51 0,56 0,46 0,61 0,52 0,49 5,78 10,23 6,33 17,84 588,35 675.450.184 862.606.3810,30% a.a. não há 12/11/2002 D+0 D+0/D+1 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 103,12 102,87 99,32 107,95 96,24 95,19 98,02 102,74 97,82 100,51 104,29

Renda Fixa Ativo FI Longo Prazo 0,59 0,93 0,51 0,54 0,39 0,07 5,99 11,04 6,72 18,92 104,11 657.909.100 542.744.3100,50% a.a. 20% sobre o que 10/08/2011 D+0 D+0/D+1 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 118,82 172,05 110,01 94,88 72,55 12,98 101,54 110,93 103,79 106,59 100,48 exceder o CDI

Crédito Ativo FI RF Crédito Privado 0,44 0,62 0,50 0,59 0,61 0,59 6,01 11,03 6,59 19,01 98,47 332.074.551 407.038.0310,60% a.a. 20% do que 26/03/2012 D+0 D+29/D+30 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 90,07 114,68 107,57 104,75 111,87 113,32 101,92 110,82 101,78 107,11 108,58 exceder 108% do CDI

Juro Real Curto FI RF Longo Prazo 0,50 3,36 0,99 -0,02 1,41 -0,68 8,15 13,08 9,23 23,89 70,58 104.420.961 117.400.3850,25% a.a. 20% sobre o que 27/02/2013 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

Benchmark (Alfa)8 0,36 0,26 0,11 0,24 -0,06 -1,13 -0,24 0,50 -0,12 0,17 -0,60 exceder o IMA-B5

Inflatie FI RF Longo Prazo 1,04 6,85 -0,06 0,21 1,99 0,29 12,75 14,51 13,44 32,67 276,81 668.042.027 491.956.6780,40% a.a. 20% sobre o que 11/07/2008 D+0 D+1/D+2 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-B (Alfa) 0,14 -0,29 0,08 0,66 -0,32 0,61 1,53 1,71 1,30 3,57 -0,37 exceder o IMA-B

Multimercado

High Yield FIM Crédito Pivado -0,05 0,50 0,77 0,50 0,85 0,69 6,34 12,25 7,06 20,95 60,37 31.231.965 34.326.1581,50% a.a. não há 21/03/2014 D+0 D+360/D+3618 R$ 1.000.000,00 R$ 50.000,00

Benchmark7 0,43 0,96 0,92 0,44 0,84 1,75 9,44 8,99 10,43 20,45 71,32

Focus Fundo de Fundos FIC FIM 0,12 1,48 0,38 0,26 0,93 0,43 6,03 11,03 6,94 20,04 969,77 48.503.682 51.277.5840,50% a.a. não há 01/06/2001 D+0 D+0/D+3 R$ 10.000,00 R$ 1.000,00

% CDI 24,07 271,82 82,00 46,15 171,92 82,61 102,14 110,80 107,30 112,90 129,24

Evolution FI Multimercado 0,45 0,86 0,46 0,60 0,30 0,30 6,12 11,58 6,70 19,76 126,52 560.507.943 445.530.8771,00% a.a. 20% do que 23/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 90,68 159,04 97,43 105,54 55,59 57,76 103,69 116,32 103,48 111,34 110,66 exceder o CDI

Endurance FI Multimercado 0,57 0,59 0,25 0,67 0,25 0,63 5,75 12,20 6,07 19,98 136,00 405.532.971 424.403.6801,00% a.a. 20% do que 16/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 115,07 109,20 52,39 118,88 45,22 122,69 97,41 122,55 93,82 112,60 118,49 exceder o CDI

Tático FI Multimercado 0,45 0,81 0,53 0,71 0,52 0,64 7,52 8,19 11,17 357.786.442 63.817.9101,50% a.a 20% do que 11/09/2017 D+0 D+4/D+5 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 91,12 149,93 112,89 125,17 95,53 123,34 139,92 126,56 135,63 exceder o CDI

Debêntures Incentivadas FIM Crédito Privado 0,20 2,65 1,31 0,15 1,38 0,35 9,60 6,50 10,59 16,73 12.155.038 7.760.7460,80% a.a 20% do que 10/05/2017 D+0 D+45/D+1 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-B (Alfa) -0,71 -4,49 1,46 0,60 -0,94 0,67 -1,62 1,47 -1,56 -0,10 exceder o IMA-B da conversão

Investimento no Exterior

Franklin Templeton FIA IE 4,51 -15,25 0,14 6,37 -0,01 3,04 8,64 18,33 11,73 26,18 8,92 76.914.969 99.235.9150,70% a.a. não há 10/08/2015 D+0 D+1/D+6 R$ 25.000,00 R$ 25.000,00

MSCI All Country9 5,50 -14,82 -0,41 9,50 -0,07 2,90 14,68 26,42 17,22 42,33 39,94

Dólar Referencial ¹º 3,93 -7,94 -0,89 8,59 -3,02 3,63 17,10 1,42 17,75 14,05 11,70

ABS FIA IE 4,06 -9,43 0,05 9,16 -3,80 5,88 20,87 16,34 22,22 14,52 8.084.596 7.504.0920,25% a.a não há 28/01/2016 D+0 D+76/D+77** R$ 25.000,00 R$ 25.000,00

MSCI All Country11 5,33 -14,31 -0,38 9,81 -0,14 3,31 16,56 21,48 18,70 32,87

Dólar Referencial ¹º 3,93 -7,94 -0,89 8,59 -3,02 3,63 17,10 1,42 17,75 -5,54

Ações

Equities FIA 2,56 10,49 1,10 -4,31 6,00 -2,70 22,70 32,25 31,00 57,59 48,02 261.441.604 160.385.4631,50% a.a. 20% do que 25/08/2010 D+1 D+1/D+3 (úteis) R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

Ibovespa (Alfa) 0,18 0,31 -2,37 -1,10 -2,88 2,50 5,55 5,39 6,64 13,01 -21,77 exceder o Ibovespa da conversão

Quality FIA 3,08 5,79 0,59 -2,80 5,26 -2,04 1,67 42,40 9,05 44,79 11.240.603 30.389.6901,20% a.a. 20% do que 31/01/2017 D+1 D+1/D+3 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

Ibovespa (Alfa) 0,70 -4,39 -2,88 0,41 -3,62 3,16 -15,48 24,26 -15,32 6,39 exceder o Ibovespa da conversão

FV FIA 4,88 13,71 -0,03 -3,84 5,05 -3,84 9,91 41,64 39,44 122,60 36,15 13.815.256 9.602.9691,00% a.a. não há 21/02/2011 D+1 D+1/D+3 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

Ibovespa (Alfa) 2,50 3,52 -3,51 -0,63 -3,83 1,36 -7,24 14,78 15,08 78,02 9,90 da conversão

Expertise FIA -0,23 -0,23 -0,23 -0,22 -0,24 -0,24 -95,73 -87,27 -95,45 -99,47 -99,62 1.841.785 9.754.8561,50% a.a. 20% do que 25/02/2011 D+1 (Fechado Fundo Fechado5 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

Expertise FIA * -0,23 -0,23 -0,23 -0,22 -0,24 -0,24 -18,26 -5,39 -12,98 -24,67 -9,80 exceder o IVBX-2 para captações)

IVBX-2 (Alfa) 6 -2,96 -8,80 -0,23 2,15 -3,55 2,22 -21,48 -28,50 -22,07 -50,81 -99,64

Selection FIA 5,05 14,74 -2,16 -4,00 6,49 -7,73 9,86 30,53 15,62 40,94 -32,60 63.720.381 141.419.3100,9% a.a 10% do que 10/06/2013 D+1 D+30/D+3 (úteis) R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IVBX-2 (Alfa) 6 2,32 6,17 -2,16 -1,62 3,17 -5,26 6,64 7,42 6,52 14,79 -98,95 exceder o IVBX-2

Indicadores 6

CDI (Taxa Nominal) 0,49 0,54 0,47 0,57 0,54 0,52 5,90 9,95 6,47 17,75 Dólar Comercial (Ptax) 3,92 -7,15 -3,18 10,13 -2,62 3,18 16,79 1,50 18,45 13,74 IBOVESPA 3 2,38 10,19 3,48 -3,21 8,88 -5,20 17,15 26,86 24,36 44,58

IBRX 2,66 10,42 3,23 -3,12 8,84 -5,20 16,92 27,55 24,35 45,33 Rating pela S&P Signatory of:

IBRX-50 2,15 9,71 3,72 -3,07 8,92 -5,30 16,99 26,81 24,24 44,21 IVBX-2 4 2,73 8,57 0,00 -2,38 3,31 -2,46 3,22 23,11 9,10 26,14

IMA-B 2 0,90 7,14 -0,15 -0,45 2,32 -0,32 11,22 12,79 12,15 29,10

IMA-B 5 0,14 3,10 0,89 -0,26 1,48 0,45 8,39 12,58 9,35 23,72

B 5

RENTABILIDADE MENSAL RENTABILIDADE ACUMULADA

1 Demonstrado  desde a data de início para os fundos que não atendem ao período referenciado. 2 O indicador IMA‐B  tem como base de cálculo para os valores acumulados, a data de início do fundo Inflatie.  3 Até 30/04/08 o cálculo era feito utilizando‐se a cotação média e, a partir de 02/05/2008 utilizando‐se a cotação de fechamento.  4 O Indicador IVBX‐2 tem como base de cálculo o início do fundo Expertise.

5 O fundo entrará em liquidação ao final do seu prazo de duração, que corresponde  a 5 (cinco) anos a contar da data da primeira integralização de cotas.  Amortizações: Decorrido o prazo de 3 (três) anos a contar da data da primeira integralização de cotas, o Fundo poderá ter amortizações  extraordinárias  a único e exclusivo critério do Administrador. 6  Salvo os indicadores citados junto a cada fundo, os indicadores acima  se tratam de mera referência  econômica, e não meta  ou parâmetro de  performance  de fundo de investimento.  No caso dos fundos Expertise  FIA e Selection FIA, os índices mostrados são utilizados apenas  como parâmetro   para cálculo de performance  e não como índice de referência. 7 O fundo possui carência de 2 anos e após o período de carência, a conversão  da cota acontece em D+360 com crédito em D+361. Benchmark: Até 09/08/2015 foi utilizado NTNB+1,2% a.a.; a partir de 10/08/2015 o índice de referência  utilizado passou a ser o IPCA+6%a.a.

8 Benchmark até 31/12/2015: IMA‐G ex‐C(Alfa).  A partir de 04/01/2016 o benchmark do fundo foi alterado para IMA‐B5

9 Fundo SulAmérica Franklin Templeton FIA IE: O resultado  do benchmark MSCI All Country está em reais e calculado pelo Dólar referencial  BMF BOVESPA ‐ DOL D2. Ticker: MXWD 10 Dólar Referencial  BM&F D2 tem caráter  de mera referência  econômica, e não se caracteriza como meta ou parâmetro  de performance  do Fundo de investimento. 11 Fundo SulAmérica ABS FIA IE. O resultado do benchmark MSCI All Country está em reais e calculado pelo Dólar referencial  BMF BOVESPA ‐ DOL D2. Ticker: NDLEACWF.

* Rentabilidade  no quadro acima contempla o ajuste das amortizações de R$ 50 milhões, R$ 30 milhões, R$43 milhões, R$ 30 milhões, R$15 milhões, R$ 10 Milhões, R$20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 21 Milhões, R$ 15 Milhões, R$ 16 Milhões, R$ 17 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 15 Milhões , R$ 51 Milhões, R$ 15 Milhões, R$ 5 Milhões, R$ 10 Milhões, R$ 11 Milhões, R$ 8 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 17 Milhões, R$ 7,5 Milhões, R$21,9 Milhões e R$10,04 milhões ocorridas em 20/05/2015, 14/08/2015, 23/10/2015, 25/11/2015, 25/05/2016,  03/08/2016, 06/09/2016, 10/11/2016, 19/01/2017, 27/01/2017, 16/02/2017, 23/02/2017, 10/03/2017, 24/03/2017, 05/04/2017, 13/04/2017, 28/04/2017, 04/05/2017, 26/06/2017, 07/07/2017, 24/07/2017, 18/08/2017, 30/08/2017, 26/09/2017, 04/10/2017, 11/10/2017, 05/02/2018 e 05/03/2018 respectivamente.  O ajuste considera o efeito proporcional da amortização sobre a série de cotas do fundo.

Em 01/09/2011 a taxa do fundo SulAmérica Exclusive foi reduzida de 0.45%a.a. para 0.15% a.a.

O fundo SulAmérica Moedas FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Moedas FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o histórico do fundo SulAmérica Moedas FIM, que até esta data não possuía taxa de administração e passou a ter taxa de 1%a.a. A partir de 16/03/2017 o fundo teve  alteração da denominação social para SulAmérica Endurance FI Multimercado.

O fundo SulAmérica Macro FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Macro FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o histórico do fundo SulAmérica Macro FI, que até esta data não possuía taxa de administração e passou a ter taxa de 2%a.a. A partir de 04/01/2016 o fundo passou a ter 1%. A partir de 11/03/2016 o fundo teve  alteração da denominação social para SulAmérica Evolution Fundo de Investimento  Multimercado. O fundo SulAmérica Total Return FIA incorporou o fundo SulAmérica Dividendos FIA em 22/01/2016. Em 07/03/2018 o fundo teve sua denominação alterada para SulAmérica Equities FIA

Em 06/10/2016 o fundo SulAmérica Excellence FI RF CP incorporou o fundo SulAmérica TOP FI RF CP.  O fundo SulAmérica Indices FI RF LP teve  alteração da denominação social para SulAmérica Juro Real Curto FI RF LP em 16/03/2017. A partir de 23/03/2017 a gestão do fundo FV FIA passou a ser feita pela SulAmérica Investimentos  DTVM S.A

A partir de 17/08/2017 o fundo SulAmérica Premium teve alteração da denominação para SUL AMÉRICA PREMIUM  FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA REFERENCIADO DI CRÉDITO  PRIVADO. ** Verificar no regulamento as datas de solicitação de resgate

TAXAS

Fundos SulAmérica Investimentos

∙ Publico Alvo: Todos os fundos são destinados a investidores em geral, com exceção dos fundos Expertise FIA, Crédito Ativo e High Yield que são destinados a Investidores Qualificados ∙ Regime  de Cotas: Os fundos Exclusive e Excellence  têm cota de abertura, os demais possuem cotas de fechamento.  Concentração de emissores: Os fundos Equities, FV, Quality, Expertise e Selection podem estar expostos a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes ∙ Tratamento Tributário Perseguido: Com exceção  dos fundos Renda Fixa Ativo, Juro Real Curto e Inflatie não há garantia de que os fundos mencionados acima terão  tratamento  tributário para fundos de Longo Prazo. ∙ Crédito Privado: Os fundos Excellence,  Crédito Ativo, Premium, Debêntures Incentivadas e High Yield estão sujeitos a risco de perda substancial de seus patrimônios líquidos em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes  de suas carteiras, inclusive por força de intervenção, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial  dos emissores responsáveis pelos ativos dos fundos ∙ Taxa de administração: é apropriada diariamente  e exceto  aos Fundo Expertise  que paga mensalmente,  por períodos vencidos, até o 3º dia útil do mês subsequente, a taxa é paga mensalmente  até o 10º dia útil do mês subsequente ao vencido. Taxa de Performance: Paga semestralmente  no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro. Auditoria: KPMG AUDITORES INDEPENDENTES/ Administração: SulAmérica Investimentos DTVM S.A  Gestão: SulAmérica  Investimentos Gestora de Recursos S/A ∙ OS FUNDOS PODEM UTILIZAR ESTRATÉGIAS COM DERIVATIVOS QUE PODEM RESULTAR EM SIGNIFICATIVAS PERDAS PATRIMONIAIS PARA SEUS COTISTAS. NO CASO DOS FUNDOS FOCUS FIC FIM, EVOLUTION E ENDURANCE PODENDO INCLUSIVE ACARRETAR  PERDAS SUPERIORES AO CAPITAL APLICADO E A  CONSEQUENTE OBRIGAÇÃO DO COTISTA DE APORTAR RECURSOS ADICIONAIS, PARA COBRIR O PREJUÍZO DO FUNDO. ∙ Para avaliação da performance de um fundo de investimento, é recomendável  a análise de, no mínimo, 12 (doze) meses ∙ O fundo SulAmérica Tático FIM possui menos de 12 meses. Valor da cota, patrimônio  e rentabilidade  são divulgados diariamente  na Anbima. Exceto pelo fundo Exclusive, os fundos possuem data de conversão de cotas diversa da data de pagamento do resgate ∙ A apuração das rentabilidades  é feita com base nos últimos dias úteis dos períodos de referência. ∙ Rating do fundo Excellence:  De setembro de 2010 a fevereiro de 2016 o rating do  fundo foi brA+f, em fevereiro de 2016 o rating passou a ser BrAf e desde agosto de 2017 voltou a ser rating brA+f, todos conferidos pela Standard & Poor's. Mais detalhes podem ser obtidos no regulamento do fundo ou entrando em contato com a SulAmérica Investimentos. ∙ Este documento foi produzido pela SulAmérica Investimentos DTVM, com fins meramente  informativos não se caracterizando como oferta ou solicitação de investimento  ou desinvestimento  de ativos; Apesar do cuidado utilizado tanto na obtenção quanto no manuseio das informações apresentadas, a SulAmérica Investimentos não se responsabiliza pela publicação acidental  de informações incorretas,  nem tampouco por decisões de investimentos  tomadas com base nas informações contidas neste documento, as quais podem inclusive ser modificada sem comunicação;  •RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO ‐FGC. DESCRIÇÃO DO TIPO ANBIMA DISPONÍVEL NO FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES DE CADA FUNDO. LEIA O FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES,  A LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR. ∙ Para investir acesse: www.sulamericainvestimentos.com.br.  Ouvidoria: 4004‐2829 (São Paulo) e 0800 725 2829 (demais regiões)

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