AGENDA DE OBRIGAÇÕES ESTADUAL E MUNICIPAL PARA DEZEMBRO/2010 _____________
IMPORTANTE1) Esta agenda contém as principais obrigações a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias, de âmbito estadual e municipal, a agenda não esgota outras determinações legais, relacionadas ou não com aquelas, a serem cumpridas em razão de certas atividades econômicas e sociais específicas.
2) Agenda elaborada com base na legislação vigente em 29.10.2010 - Fonte: Site Secretaria da Fazenda (SC) e 03.11.2010 - Fonte: DOM Florianópolis. Recomenda-se vigilância quanto a eventuais alterações posteriores. Acompanhe o dia a dia da legislação no Site do Cliente (www.iob.com.br/sitedocliente).
ICMS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO
Modalidades Fato gerador Vencimento
- Regime normal (conta gráfica); - Regime de estimativa fiscal* (RICMS-SC/2001, Parte Geral, art. 60)
* Ao final de cada semestre o contribuinte fará o confronto entre os valores recolhidos por es-timativa e os apurados regularmente em sua escrita e, quando constatar que o valor recolhido foi inferior ao efetivamente devido, deverá efetuar o recolhimento da diferença.
(RICMS-SC/2001, Parte geral, art. 57, § 8o, I, e art. 60, § 1o, IV)
Novembro 10.12 SUBSTI -TUI ÇÃ O TRIBUT Á
RIA (RICMS-SC/2001, Parte Geral, art. 53, § 3Gasolina, óleo diesel, álcool carburante ou GLPo, e Anexo 3, arts. 17 e 81)
O imposto será apurado diariamente e recolhido até o 10o dia do período seguinte ao da apuração.
Demais operações sujeitas ao regime de substituição tributária - lubrificantes, cer-veja, refrigerante, cimento, sorvete, veículos automotores etc. (art. 17 do Anexo 3
do RICMS - Decreto no 2.870/2001) Novembro 10.12
Observação
Nos termos do Regulamento de Normas Gerais de Direito Tributário (RNGDT/1984, art. 227), os prazos fixados na legislação tributária serão contínuos, excluindo-se, na sua contagem, o dia de início e incluindo-se o do vencimento, e só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato.
CASOS ESPECÍFICOS:
O art. 60 da Parte Geral do RICMS (Decreto no 2.870/2001) traz outros prazos (específicos) de recolhimento do imposto.
ICMS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO DIFERENCIADOS PARA CONTRIBUINTES QUE RECOLHEM O IMPOSTO
REGULARMENTE
O imposto, declarado em Dime, devido por contribuinte que a partir de 1o.11.2006, mantenha a regularidade no
pagamento, observado o disposto nos §§ 4o-A a 7o do art. 60 da Parte Geral do RICMS/2001, poderá ser pago
até o dia estabelecido no quadro a seguir:
Modalidades Fato gerador Vencimento
16o dia após o encerramento do período de apuração, se tiver mantido a
regularidade no pagamento do imposto nos últimos 12 meses. Novembro 16.12
20o dia após o encerramento do período de apuração, a partir do
segun-do períosegun-do consecutivo de regularidade no pagamento segun-do imposto. Novembro 20.12 Observação
Nos termos do Regulamento de Normas Gerais de Direito Tributário (RNGDT/1984, art. 227), os prazos fixados na legislação tributária serão contínuos, excluindo-se, na sua contagem, o dia de início e incluindo-se o do vencimento, e só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato.
ICMS - OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS
DIA 10 - DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES DO ICMS E MOVIMENTO ECONÔMICO (DIME)
Os estabelecimentos inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS (CCICMS), os produtores inscritos no Cadastro de Produtores Rurais (CPR), detentores de regime especial para escrituração de livros fiscais, com exceção dos casos previstos no RICMS-SC/2001, Anexo 5, art. 170, encaminharão, em arquivo eletrônico enviado pela Internet, a Declaração de Informações do ICMS e Movimento Econômico (Dime), relativamente aos registros dos lançamentos contábeis constantes do livro Registro de Apuração do ICMS, dos demais lan-çamentos fiscais referentes ao balanço econômico e dos créditos acumulados, concernentes às operações e às prestações realizadas no mês anterior.
(RICMS-SC/2001, Anexo 5, art. 168, caput, I e § 1o, I, e Portaria SEF no 256/2004)
Nota
Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, o arquivo deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento.
DIA 10 - SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (GIA-ST)
Envio à Secretaria de Estado da Fazenda, pela Internet, de GIA-ST, em arquivo eletrônico, de acordo com as especificações técnicas estabelecidas em Portaria do Secretário da Fazenda, com os dados do livro Registro de Apuração do ICMS, referentes ao mês anterior.
(RICMS-SC/2001, Anexo 3, art. 37, II, e Portaria SEF no 51/2005)
Notas
(1) Os substitutos tributários que fizerem apuração diária nas operações com combustíveis devem apresentar uma única GIA-ST mensal, na qual deve constar o somatório dos valores das operações e prestações realizadas a cada dia, com efeitos retroativos para os fatos geradores ocorridos desde 1o.08.2006 (Portaria SEF no 225/2006).
(2) Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, o arquivo deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento.
DIA 15 - ADMINISTRADORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO, DÉBITO E SIMILARES - REMESSA DE ARQUIVO
ELETRÔNICO
Envio, pelas administradoras de cartões de crédito, débito e similares, de arquivo eletrônico com as informa-ções relativas a todas as operainforma-ções e prestainforma-ções cujo pagamento seja feito por meio de seus sistemas de crédito, débito e similares, realizadas no mês anterior com estabelecimentos de contribuintes do imposto. O arquivo eletrônico poderá ser transmitido através dos sites www.sintegra.gov.br e www.sef.sc.gov.br. (RICMS-SC/2001, Anexo 5, art. 179-A)
Nota
Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, o arquivo deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento.
DIA 20 - ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL (EFD) - TRANSMISSÃO DO ARQUIVO AO SPED
A Escrituração Fiscal Digital - EFD compõe-se da totalidade das informações, em meio digital, necessárias à apuração do imposto referente às operações e prestações praticadas pelo contribuinte, bem como outras de interesse da Secretaria de Estado da Fazenda e da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB.
O arquivo digital da EFD será gerado pelo contribuinte de acordo com as especificações do leiaute e conterá a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês.
Os contribuintes obrigados à EFD, a partir da entrega dos arquivos digitais com o registro da escrituração fiscal, ficam dispensados da remessa dos arquivos eletrônicos previstos no RICMS-SC/2001, Anexo 3, art. 37, I (arquivo eletrônico enviado pelo contribuinte substituto estabelecido em outra UF com o registro fiscal das operações efetuadas no mês com destinatários estabelecidos em Santa Catarina) e no Anexo 7, art. 7o
(Re-messa de arquivo eletrônico pelo contribuinte catarinense e pelo contribuinte de outra UF que mantém relações comerciais no Estado, ambos usuários de processamento eletrônico de dados).
(RICMS-SC/2001, Anexo 11, arts. 24, § 1o, 26 e 33 e 33-D)
Nota
PROCESSAMENTO DE DADOS - REMESSA DO ARQUIVO ELETRÔNICO
Envio pelo contribuinte do arquivo eletrônico com registro fiscal das operações e prestações efetuadas no mês anterior.
(RICMS-SC/2001, Anexo 7, art. 7o)
Contribuinte Mês de referência Prazo de entrega até o dia
Contribuinte estabelecido em Santa Catarina que tenha por atividade o comércio varejista de combustíveis
Novembro
14.12
Contribuinte estabelecido em Santa Catarina nos demais casos 25.12
Contribuinte estabelecido em outra Unidade da Federação - envio do arquivo eletrônico, com registro
fiscal das operações e prestações originadas em Santa Catarina ou destinadas a este Estado 15.12 Notas
Desde 1o.07.2007, a gestão administrativa das atividades relacionadas com o Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com
Mercadorias e Serviços (Sintegra) passou a ser da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, o arquivo deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento. (Portaria MF no 152/2007)
OPERAÇÕES INTERESTADUAIS COM COMBUSTÍVEIS DERIVADOS DE PETRÓLEO E COM ÁLCOOL ETÍLICO
CARBURANTE - SCANC
O envio das informações relativas às operações interestaduais com combustíveis derivados de petróleo em que o imposto tenha sido retido anteriormente ou com AEAC cuja operação tenha ocorrido com diferimento ou suspensão do imposto será efetuado por transmissão eletrônica de dados, mensalmente, nos seguintes prazos:
(Convênio ICMS no 110/2007, Cláusula vigésima sexta; Atos Cotepe no 48/2009 e RICMS-SC/2001, Anexo 3, arts. 178 e seguintes)
Contribuinte Mês de referência Prazo de entrega até o dia
Transportador Revendedor Retalhista (TRR)
Novembro
1o.12
Contribuinte que tiver recebido o combustível de outro contribuinte substituído, exceto TRR 02 e 03.12 Contribuinte que tiver recebido o combustível exclusivamente de contribuinte substituto 06.12
Importador 1o, 02, 03 e 06.12
Refinaria de petróleo e suas bases, nas operações com combustível derivado de petróleo, nos
casos de repasse (imposto retido por refinaria ou suas bases) Até 13.12
Refinaria de petróleo e suas bases, nas operações com combustível derivado de petróleo, nos
casos de repasse (imposto retido por outros contribuintes) Até 23.12
Observação
Segundo entendimento da Secretaria da Fazenda, o arquivo eletrônico deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento.
DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÃO DO ICMS DE EXERCÍCIOS ENCERRADOS (DIEE)
A DIEE será utilizada para informar o valor do imposto a recolher, o valor recolhido e não declarado ou o valor complementar do imposto recolhido em cada período nas seguintes hipóteses:
- a partir de 1o.04 de cada ano, relativamente à DIME não entregue ou à retificação já entregue, em exercício
ou exercícios anteriores;
- relativamente à GIA-ST não entregue ou à retificação de GIA-ST já entregue, de períodos de referência ante-riores a dezembro de 2004.
A DIEE será entregue via Internet por meio de aplicativo específico disponibilizado na página oficial da Secre-taria de Estado da Fazenda (www.sef.sc.gov.br).
Observação
Nos casos de apuração decendial, será apresentada uma única DIEE para o respectivo período de referência, com a discriminação dos valores devi-dos ou recolhidevi-dos em cada decêndio, se for o caso.
MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS
ISS - IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO
1. PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS - ISS PROPORCIONAL À RECEITA
Fato gerador Vencimento até Fundamento legal
Novembro 15.12 RISS-Florianópolis/2003, art. 21, IV 2. ESTIMATIVA FISCAL
Fato gerador Vencimento até Fundamento legal
Dezembro 20.12 RISS-Florianópolis/2003, art. 21, III 3. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Fato gerador Vencimento até Fundamento legal
Novembro 15.12 RISS-Florianópolis/2003, Anexo IV, art. 13 4. RETIDO NA FONTE (serviços prestados aos órgãos da administração pública)
Pagamentos efetuados em: Vencimento até Fundamento legal
Novembro 06.12 RISS-Florianópolis/2003, art. 26, II 5. FIXO
12a parcela 20.12 RISS-Florianópolis/2003, art. 21, II
Observação
Prorroga-se o vencimento que recair em dia não útil (art. 73 da Consolidação da Legislação Tributária do Município de Florianópolis, aprovada pela Lei Complementar no 7/1997).
ISS - OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS
GUIA DE INFORMAÇÃO FISCAL (GIF-PJ)
1. GIF/PJ - REGRA GERAL
Fato gerador Vencimento até Fundamento legal
Novembro 10.12 RISS-Florianópolis/2003, Anexo III, art. 47, II 2. GIF/PJ - SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Fato gerador Vencimento até Fundamento legal
Novembro 10.12 RISS-Florianópolis/2003, Anexo III, art. 47, III
A GIF poderá ser entregue pela Internet, no site www.pmf.sc.gov.br/sefin, por meio do programa Sefinet e mediante certificação digital, ou na Secretaria Municipal de Finanças, mediante arquivo eletrônico gerado pelo programa gerador de disquete (GIF), fornecido pela Sefin. A GIF poderá, ainda, ser entregue em formulário (na impossibilidade técnica de apresentá-la em meio magnético), desde que autorizado pelo Diretor do Departamento de Tributos Municipais. Observação
Segundo entendimento da Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura de Florianópolis, o arquivo eletrônico deverá ser transmitido até a data-limite prevista no Regulamento.
SANTA CATARINA - ICMS - RECOLHIMENTO EM ATRASO _____________________________
O imposto não recolhido nos prazosregulamenta-res, constantes deste Calendário, ficará sujeito aos seguin-tes acréscimos legais:
I - Atualização monetária II - Multa
III - Juros de mora
I - ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
a) Débitos vencidos até 09.09.1991
Dividir o valor nominal do débito pelo número refe-rencial constante das Tabelas I ou II, anexas à Portaria SPF no 184/1991, e, em seguida, multiplicar o resultado pelo
valor da Unidade Fiscal de Referência (UFR) por ocasião de seu efetivo pagamento, observando-se a mudança do padrão monetário (art. 3o da Portaria SPF no 184/1991).
b) Débitos vencidos a partir de 10.09.1991
Proceder à atualização pela variação do valor da Unidade Fiscal de Referência (UFR), isto é, dividir a UFR do dia do pagamento pela UFR do dia do vencimento e aplicar o coeficiente obtido sobre o valor originário do dé-bito, observando-se a mudança do padrão monetário.
UFR do dia do pagamento
= (coeficiente aplicável) UFR do dia do vencimento
c) Débitos relativos a fatos geradores ocorridos em
fevereiro e julho/1994
Converter o valor do débito em UFR no 6o dia do
mês seguinte ao da ocorrência dos fatos geradores e efe-tuar a reconversão em moeda corrente na data do efetivo pagamento (art. 49, §§ 2o, 3o e 4o, do RICMS).
d) Débitos relativos a fatos geradores ocorridos
en-tre 1o.04 e 30.06.1994
d.1) apuração decendial
Converter o valor do débito em UFR (Diária) no 1o
dia seguinte ao do encerramento do período de apuração e efetuar a reconversão em moeda corrente na data do efe-tivo pagamento (art. 32, § 4o, I, da Lei no 7.547/1989, na
redação da Lei no 9.560/1994).
d.2) apuração mensal
A conversão em UFR (Diária) é feita no 25o dia do
próprio período de apuração e a reconversão, em moeda corrente, no dia do efetivo pagamento (art. 39, § 9o, da Lei
no 7.547/1989, na redação da Lei no 9.560/1994).
e) Débitos vencidos a partir de 1o.07.1994
Converter o valor do débito, na data do vencimento, em UFR/SC e efetuar a reconversão em real (R$) na data do efetivo pagamento (art. 74 da Lei no 5.983/1981 c/c o
art. 88 da Lei no 7.547/1989).
f) Débitos vencidos a partir de 1o.01.1996
A partir de 1o.01.1996 ficou extinta a UFR/SC.
Qual-quer valor expresso nessa unidade será convertido em Ufir mediante a aplicação do coeficiente de conversão de 1,345573.
A atualização monetária de débitos fiscais a par-tir desta data (1o.01.1996) será feita com base na
varia-ção nominal do valor da Ufir (parágrafo único do art. 74 e art. 80 da Lei no 5.983/1981, na redação dada pela Lei no
10.065/1996).
Cumpre esclarecer que a Ufir foi reajustada semes-tralmente em 1996 (art. 6o da Lei no 10.192/2001) e
anual-mente a partir de 1997 (art. 75 da Lei no 9.430/1996).
A Ufir, que foi fixada em R$ 1,0641 para o exercí-cio de 2000, foi extinta por meio do art. 29, § 3o, da Lei no
10.522/2002.
O Decreto no 1.942/2000 dispôs que a partir de
27.10.2000 os débitos fiscais estaduais de qualquer natu-reza expressos em Ufir serão convertidos em moeda cor-rente nacional com base no valor de R$ 1,0641.
II - MULTA
Calcular 0,3% ao dia, até o limite de 20% sobre o valor do imposto.
(Lei no 10.297/1996, art. 53)
III - JUROS DE MORA
O imposto recolhido fora do prazo previsto na legis-lação tributária deverá ser acrescido de juros de mora, a serem calculados da seguinte forma:
a) Fatos geradores ocorridos até 31.12.1996
a.1) calcular os juros até 31.12.1996 em 1% por mês ou fração de atraso sobre o valor monetariamente atualizado na forma do item I (art. 69 da Lei no 5.983/1981, na
re-dação da Lei no 6.760/1986); e
a.2) após 1o.01.1997, aplicar os juros de mora
equivalentes à taxa referencial do Sistema Es-pecial de Liquidação e Custódia (Selic) para tí-tulos federais acumulados mensalmente sobre o valor do débito.
Os juros de mora incidirão a partir do primeiro dia do mês subsequente ao do vencimento, não podendo ser inferiores a 1%.
O percentual de juros de mora relativos ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado será de 1%.
b) Fatos geradores ocorridos a partir de 1o.01.1997 Aplicar os juros de mora equivalentes à taxa referen-cial do Sistema Espereferen-cial de Liquidação e Custódia (Selic) para títulos federais acumulados mensalmente sobre o va-lor do débito.
Os juros de mora incidirão a partir do primeiro dia do mês subsequente ao do vencimento.
O percentual de juros de mora relativos ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado será de 1%.
(Art. 69 da Lei no 5.983/1981, na redação das Leis nos
6.760/1986, 10.297/1996, 10.369/1997 e 14.461/2008, art. 2o, da
MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS - TRIBUTOS MUNICIPAIS - RECOLHIMENTO EM ATRASO
Os débitos fiscais não recolhidos nos prazos re-gulamentares, constantes deste Calendário, ficarão su-jeitos aos seguintes acréscimos legais:
I - Atualização monetária II - Multa de mora III - Juros
I - ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
Os débitos fiscais de qualquer natureza deverão ser declarados em número de Unidades Fiscais Munici-pais (UFMS) (art. 12 da Lei no 3.846/1992).
Os débitos não liquidados no seu vencimento se-rão atualizados monetariamente desde a data do ven-cimento até a data de seu efetivo pagamento (art. 8o,
caput, da Lei no 3.846/1992).
Tendo em vista que os débitos devem ser declarados em número de UFM, a multiplicação da quantidade dessa unidade na data do vencimento, pelo seu valor, na data do pagamento, já resulta no valor atualizado do débito.
Acrescente-se que a UFM foi substituída pela Ufir a partir de 1o.01.1996 (Lei no 4.813/1995).
A Ufir, que foi fixada em R$ 1,0641 para o exercício de 2000, foi extinta por meio do art. 29, § 3o, da Lei no 10.522/2002.
II - MULTA DE MORA
A multa de mora será aplicada sobre o débito, monetariamente atualizado, de acordo com os se-guintes prazos (art. 465 da Consolidação das Leis
Tri-butárias, aprovada pela Lei no 5.054/1997, na redação
da Lei Complementar no 009/1997):
a) até 30 dias após o vencimento ...2% b) acima de 30 dias após o vencimento ...5%
Observação
As multas supracitadas são aplicáveis ao pagamento espontâneo do débito, ou seja, àquele efetuado antes do início de qualquer procedimento fis-cal. Iniciado este, ficará o contribuinte sujeito às multas variáveis, constantes do § 2o do art. 4o da Lei no 3.846/1992.
III - JUROS
Os débitos vencidos, constituídos ou não, de qualquer natureza, estão sujeitos à incidência de juros, tomando-se como base a taxa média de captação de recursos do Governo Federal através dos títulos da dívi-da mobiliária federal interna, especificamente a taxa re-ferencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), divulgada pelo Banco Central do Brasil.
Os juros incidirão a partir do primeiro dia após o vencimento do débito. O percentual de juros a ser aplicado a cada dia tomará como base a taxa de ju-ros do mês precedente, convertida para taxa de juju-ros diária.
A taxa de juros não poderá ser inferior a 1% ao mês, convertida para taxa de juros diária.
De acordo com a legislação, a Secretaria Munici-pal de Finanças deve divulgar, periodicamente, tabela com os fatores acumulados de juros para operacionali-zar a sua cobrança.
(Art. 473 da Consolidação das Leis Tributárias, aprovada pela Lei no 5.054/1997)
ICMS - ALÍQUOTAS DO IMPOSTO _________________________________________________
Neste tópico tratamos das alíquotas das mercadorias referentes às operações internas e interestaduais. Não foram considerados tratamentos fiscais específicos, como, por exemplo, benefícios fiscais (isenção, redução de base de cálculo), diferimento, suspensão e substituição tributária, bem como os casos de não incidência e imunidade.
1. OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES INTERNAS
Alíquotas Operações/Prestações Fund. Legal
17%
• demais serviços, bens ou mercadorias, in-clusive importação;
Art. 26, caput e I, da Parte Geral do RICMS/2001 • operações com protetor solar RICMS-SC/2001, art. 26, § 3o
7%
• Prestações de serviços de comunicação destinadas a empreendimentos enqua-drados no Programa De Fomento às Em-presas Prestadoras de Serviço de Telemar-keting (em vigor desde 02.09.2009);
RICMS-SC/2001, art. 26, IV
Alíquotas Operações/Prestações Fund. Legal
12%
• operações com energia elétrica de consumo domiciliar até os primeiros 150 kW (cento e cinquenta quilowat-ts);
• operações com energia elétrica destina-das a produtor rural ou a cooperativas rurais redistribuidoras, na parte que não exceder a 500 kW (quinhentos quilowat-ts) de consumo mensal, por produtor rural;
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Seções II e III do RICMS/2001
Alíquotas Operações/Prestações Fund. Legal
12%
• mercadorias de consumo popular: a) carnes e miudezas comestíveis
fres-cas, resfriadas, congeladas ou tempe-radas de aves das espécies domésti-cas;
b) carnes e miudezas comestíveis fres-cas, resfriadas, congeladas de bo- vino, bufalino, suíno, ovino, caprino e coelho;
c) charque e carne-de-sol; d) erva-mate beneficiada; e) açúcar;
f) café torrado em grão ou moído; g) farinha de trigo, de milho e de
mandio-ca;
h) leite e manteiga;
i) banha de porco prensada; j) óleo refinado de soja e milho; l) margarina e creme vegetal; m) espaguete, macarrão e aletria; n) pão;
o) sardinha em lata; p) vinagre; q) sal de cozinha; r) queijo;
• prestações de serviços de transporte ro-doviário, ferroviário e aquaviário de pas-sageiros;
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Seções II e III do RICMS/2001
• operações com óleo diesel e carvão co-que mineral;
• operações com veículos automotores arrolados na Seção IV do Anexo 1 do RICMS/2001;
• mercadorias integrantes da cesta bá-sica da construção civil relacionadas na Seção VI do Anexo Único da Lei no
10.297/1996;
• produtos primários (Seção III do Anexo 1 do RICMS/2001):
a) animais vivos:
a.1) das espécies cavalar, asinina e muar;
a.2) da espécie bovina; a.3) da espécie suína;
a.4) das espécies ovina e caprina; a.5) aves das espécies domésticas; a.6) coelho;
a.7) abelha rainha; a.8) chinchila;
b) peixes, crustáceos e moluscos: b.1) peixes frescos, congelados ou
resfriados;
b.2) crustáceos, mesmo sem casca, vivos, frescos, congelados ou resfriados;
b.3) moluscos, com ou sem concha, vivos, frescos, congelados ou resfriados;
c) produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis frescos: c.1) batata;
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Se-ções II e III do RICMS/2001, e Lei no 10.297/1996, art. 19, III, e Anexo Único, Seção VI
Alíquotas Operações/Prestações Fund. Legal
12%
c.2) tomate;
c.3) cebola, alho comum, alho-poró e outros produtos aliáceos; c.4) couve, couve-flor, repolho ou
cou-ve frisada, coucou-ve-rábano e produ-tos comestíveis semelhantes; c.5) cenoura, nabo, beterraba para
salada, cercefi, aipo-rábano, ra-banete e raízes comestíveis se-melhantes;
c.6) pepino e pepininho;
c.7) ervilha, feijão, grão-de-bico, len-tilha e outros legumes de vagem, legumes com ou sem vagem; c.8) alcachofra; c.9) berinjela; c.10) aipo; c.11) cogumelo; c.12) pimentão e pimenta; c.13) espinafre;
c.14) raízes de mandioca, de araruta e de salepo, topinambo, batata-doce, inhame e outras raízes e tubérculos comestíveis; d) frutas frescas;
e) café, chá, mate e especiarias: e.1) café não torrado; e.2) chá em folhas frescas; e.3) mate em rama ou cancheado; e.4) baunilha;
e.5) canela e flor-de-caneleira; e.6) cravo-da-índia (frutos, flores e
pedúnculos);
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Se-ções II e III do RICMS/2001 e Lei no 10.297/1996, art. 19, III, e Anexo Único, Seção VI
e.7) noz-moscada, macis, amomo e cardamomo;
e.8) sementes de anis, badiana, fun-cho, coentro, cominho e de alca-ravia, bagas de zimbro; e.9) gengibre, açafrão-da-terra
(cur-cuma), tomilho, louro; f) cereais:
f.1) trigo; f.2) centeio; f.3) cevada; f.4) aveia;
f.5) milho em espiga ou grão; f.6) arroz, inclusive descascado; f.7) sorgo;
f.8) trigo mourisco, painço e alpiste; g) sementes e frutos oleaginosos, palhas
e forragens: g.1) soja;
g.2) amendoim não torrado, mesmo descascado;
g.3) copra;
g.4) sementes de linho, colza, giras-sol, algodão, rícino, gergelim, mostarda;
g.5) cana-de-açúcar; h) fumo em folha;
i) lenha e madeiras em toras; j) casulo de bicho-da-seda; l) ovos de aves, com casca, frescos; m) mel natural.
• Mercadorias integrantes da cesta bá-sica da construção civil relacionadas na Seção VI do Anexo Único da Lei no
10.297/1996;
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Se-ções II e III do RICMS/2001; Lei no 10.297/1996, art. 19, III, e Anexo Único, Seção VI, Lei no 13.452/2006
e Decreto no
Alíquotas Operações/Prestações Fund. Legal
12%
• Pias, lavatórios, colunas para lava-tórios, banheiros, bidês, sanitários e caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica, 6910.10.00 e 6910.90.00;
• Ladrilhos e placas de cerâmica, ex-clusivamente para pavimentação ou revestimento, classificados segundo a NBM/SH nas posições 6907 e 6908; • Blocos de concreto, telhas e lajes
planas pré-fabricadas, painéis de la-jes, pré-moldados, classificados na NBM/SH nos códigos 6810.11.00, 6810.19.00, 6810.99.00;
Art. 26, II, “a”, e III, da Parte Geral, Anexo 2, art. 51; Anexo 1, Se-ções II e III do RICMS/2001; Lei no 10.297/1996, art. 19, III, e Anexo Único, Seção VI, Lei no 13.452/2006
e Decreto no
4.752/2006
25%
• operações com energia elétrica, exceto as de consumo domiciliar até os primei-ros 150 kW;
• produtos supérfluos:
a) cerveja e chope, da posição 2203; b) demais bebidas alcoólicas, das
po-sições 2204, 2205, 2206 e 2208, ex-ceto vinho;
c) cigarro, cigarrilha, charuto e outros produtos manufaturados de fumo, das posições 2402 e 2403; d) perfumes e cosméticos, das
posi-ções 3303, 3304, 3305 e 3307; e) peleteria e suas obras e peleteria
ar-tificial, do capítulo 43;
f) asas-delta do código 8801.10.0200; g) balões e dirigíveis, do código
8801.90.0100;
h) iates e outros barcos e embarca-ções de recreio ou esporte, barcos a remo e canoas, da posição 8903; i) armas e munições, suas partes e
acessórios, do capítulo 93; • prestações de serviços de
comuni-cação;
• operações com gasolina automoti-va. Art. 26, II e III, “a” e § 2o, da Parte Geral e Anexo I, Seção I, do RICMS/2001
2. OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS
2.1 Destinadas a contribuintes
As alíquotas a seguir descritas são aplicáveis nas operações/prestações interestaduais realizadas en-tre contribuintes, ainda que destinadas a uso ou
con-sumo do adquirente da mercadoria (ou do tomador do serviço):
a) realizadas por contribuintes das Regiões
Nor-te, Nordeste ou Centro-Oeste e do Estado do Es-pírito Santo:
- a alíquota será de 12% (doze por cento), qualquer que seja a região em que estiver lo-calizado o destinatário;
b) realizadas por contribuintes das Regiões
Su-deste e Sul:
- aplicar a alíquota de 12% (doze por cento) quando o destinatário também estiver locali-zado na região Sudeste ou Sul;
- aplicar a alíquota de 7% (sete por cento) quando o destinatário estiver localizado na região Norte, Nordeste ou Centro-Oeste ou no Estado do Espírito Santo.
As regiões mencionadas são compostas, para fins do ICMS, pelas seguintes Unidades da Federa-ção:
Região Norte: Estados do Acre, Amapá,
Amazo-nas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins;
Região Nordeste: Estados de Alagoas, Bahia,
Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe;
Região Centro-Oeste: Estados de Goiás, Mato
Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal;
Região Sudeste: Estados de Minas Gerais, Rio
de Janeiro e São Paulo;
Região Sul: Estados do Paraná, Santa Catarina e
Rio Grande do Sul.
2.1.1 Transporte aéreo
Na prestação de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro, carga e mala postal apli-ca-se a alíquota de 4%, de acordo com a Resolução no
95/1996 do Senado Federal.
Nota
O Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou parcialmente pro-cedente o mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade no 1.600-8
pro-posta pela Procuradoria-Geral da República (DOU de 08.08.2003, Seção 1, pág. 1).
A decisão manifesta o seguinte entendimento: não incidência do ICMS na prestação de serviço de transporte aéreo intermunicipal, interestadual e in-ternacional de passageiros.
2.2 Destinadas a não contribuintes
Nesse caso, aplicar-se-á a alíquota prevista para as operações/prestações internas (art. 155, 2, VII, “b”, da Constituição Federal).
ISS/FLORIANÓPOLIS - ALÍQUOTAS DO IMPOSTO ____________________________________
O ISS do Município de Florianópolis será calculado mediante aplicação das seguintes alíquotas:
Alíquota (%) Lista de serviços (Item/Descrição) Fundamento Legal
2%
04 - Serviços de saúde, assistência médica e congêneres.
RISS-Florianópo-lis/2003, art. 10, I 08.01 - Ensino regular pré-escolar, fundamental, médio e superior.
10.05 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de bens móveis ou imóveis, não abrangidos em outros itens ou subitens, inclusive aqueles realizados no âmbito de Bolsas de Mercadorias e Futuros, por quaisquer meios.
16 - Serviços de transporte de natureza municipal.
2,5%
07.10 - Limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres.
RISS-Florianópo-lis/2003, art. 10, II 09 - Serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e congêneres.
10.08 - Agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o agenciamento de veicu-lação por quaisquer meios.
10.09 - Representação de qualquer natureza, inclusive comercial. 11.02 - Vigilância, segurança ou monitoramento de bens e pessoas. 17.04 - Recrutamento, agenciamento, seleção e colocação de mão de obra.
17.05 - Fornecimento de mão de obra, mesmo em caráter temporário, inclusive de empre-gados ou trabalhadores, avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de serviço. 17.06 - Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais ma-teriais publicitários.
17.12 - Administração em geral, inclusive de bens e negócios de terceiros. 17.19 - Contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares.
3% (exceto os serviços prestados nos subi-tens elencados no
RISS-Florianópo-lis/2003, art. 10, I
e II)
07 - Serviços relativos à engenharia, arquitetura, geologia, urbanismo, construção civil, manutenção, limpeza, meio ambiente, saneamento e congêneres.
RISS-Florianópo-lis/2003, art. 10, III 08 - Serviços de educação, ensino, orientação pedagógica e educacional, instrução,
treinamento e avaliação pessoal de qualquer grau ou natureza. 10 - Serviços de intermediação e congêneres.
5% Demais serviços. lis/2003, art. 10, IV
RISS-Florianópo-(RISS-Florianópolis/2003, art. 10)
DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO DE RECEITAS ESTADUAIS (DARE-SC) __________________
Mediante a Portaria SEF no 163, de 14.07.2004 - DOE SC de 16.07.2004, foi instituído o Documento de
Arre-cadação de Receitas Estaduais (Dare-SC), de uso obrigatório para recolhimento de tributos, multas, acréscimos, dívida ativa e honorários, bem como quaisquer receitas estaduais, depósitos e origens diversas.
O Dare-SC será gerado e emitido, em programa gerador específico, disponibilizado para download, ou por outro meio, pela Secretaria de Estado da Fazenda (Dare-SC off-line) e em aplicativo próprio disponível no site oficial da Secretaria de Estado da Fazenda (Dare-SC on-line).
Note-se que não será utilizado o Dare-SC para o recolhimento normal do IPVA de veículo automotor e da Taxa de Licenciamento Anual de Veículos, que continuarão sendo efetuados exclusivamente no Besc, por meio dos recibos de pagamentos, e na Creditran, mediante documento específico.
A Tabela de Códigos de Receita para fins de preenchimento do Dare-SC foi aprovada pela Portaria SEF no
MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS - UNIDADE FISCAL MUNICIPAL (UFM) _________________
A Unidade Fiscal Monetária (UFM), instituída pela Lei no 1.485/1976, passou a denominar-se, a partir de
15.10.1992, Unidade Fiscal Municipal (UFM).
Em Janeiro de 1991, a Unidade Fiscal Monetária foi fixada em Cr$ 4.066,00, atualizável, mensalmente, pelo Bônus do Tesouro Nacional (BTN) (art. 3o da Lei no 3.499/1990).
A partir de 02.08.1991, sua atualização mensal passou a ser feita pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) (art. 5o, parágrafo único, da Lei no 3.588/1991).
Em 15.10.1992, já com a nova denominação de Unidade Fiscal Municipal (UFM), passou a vigorar com o va-lor de Cr$ 103.544,16, com atualização mensal pela variação do Índice Geral de Preços (IGP), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) (arts. 10 e 11 da Lei no 3.846/1992).
A partir de 1o.01.1996, a UFM foi substituída pela Unidade Fiscal de Referência (Ufir), conforme prescrito pela
Lei no 4.813, de 22.12.1995.
A Ufir, que foi fixada em R$ 1,0641 para o exercício de 2000, foi extinta por meio do art. 29, § 3o, da Lei
no 10.522/2002.