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/ A J S t A U A
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A-CÁLCULO MENTAL
ULTRA RAPIQO
P O RJ O S É
C L O T E T
Das Escolas de Engenharia e Ciências Econômicas de Barcelona
E x - D o c e n l e d a U n i v e r s i d a d e d a m e s m a c i d a d e
36." EDIÇAO
OKMAT
D t O n A U Z A D O
Oficioiis Gráficas da LIVRARIA DO GLOBO Barcelhs, Bertaso Sr Cia. — Pôrto Alegre
5 ' 3
Os números governara o mwnúo.
i ' l a t a o
iA matemática é a rainha das ciên
cias e a aritmética é a rainha
d a s m a t e m á t i c a s .
( « a n s s
Fpiè''
A matemática é a honra do espíri
t o h u m a n o .
£ propriedade do Aator.
Froíi)c>5e a reprodaçao.
reíto o depósito como marcam as leis.
Todos os exemplares deste livro são numera
dos, e rubricados pelo autor cujos direitos de re
produção e adaptação já estão devidamente garan
t i d o s .
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POJCP R E F Á C I O
Várias edições obrigadas pela procura de nossos
l i v r o s i n t i t u l a d o s :
" O C A L C U L t S T A M E N T A L R E L Â M P A G O " E
" M A L A B A R I S M O S M A T E M Á T I C O S "
foram impressas nos principais idiomas, entro os
quais o Chinês e o Japonês.
Encontrando-nos agora no Brasil c perante a
insistência com que o público requer a impressão
do mais interessante déles, na formosa e regia lín
gua de Camões, entregamos à luz da publicidade
e s t e l i v r o d e n o m i n a d o :
" C A L C U L O M E N T A L U L T R A - R A P I D O "
com exemplos fáceis e práticos, na espera de que
chame a curiosidade dos interessados, os quais cm
qualquer momento, substituindo nossos métodos pe
los que êles pretendam aplicar, encontrarão pela ma
neira simples, rápida e eficiente os resultados que
lhes possam interessar.
Precisamente queremos frisar que nao nos expli
camos como alguns autores de extensos tratados de
matemática; não dediquem eles mais espaço e aten
ção em consignar processos de calculo abreviado,
maximé quando expõem em suas obras, regras com
cxrande luxo de detalhes e aglomerações de casos
(seqüência deles) que, se alguma vez podem ser apli
cados, não justificam que outros métodos e proces
sos de tão grande utilidade e interesse na vida pra
tica e quotidiana como é o cálculo rápido, possa ser
relegado, preterido e superficialmente esboçado.
Assim sendo, este livro contém uma variedade
de aplicações de fórmulas para operar rapidamente,
e unicamente quando seja de absoluta necessidade,
explicaremos e formularemos a analise necessária de
demonstração dos resultados, pois precisamente aca
bamos de fazer referência a que os autores^ em geial
dedicam-se a explicar, analisar e discutir hipóteses e
regras sem preocupar-se em muitos casos de expoi
as aplicações práticas e rápidas que possam ter.
Por outra parte, cremos que o leitor, perfeitamente
versado e preparado nelas e em especial, àqueles
a quem possam ser precisos para aplicá-los ou pra
ticá-los desde que tenham vocação e gosto pessoal
para tais inquietudes espirituais; e isso significa cul
tura matemática, tudo o que nos induz a restringu
ou a omitir a parte analítica para não fazer extensa
e pesada esta obra.
Algumas vezes temos feito caso omisso da esti ita
linguagem de precisão verdadeiramente matemáti
ca, para que os recém iniciados ou os profanos pos
sam compreender-nos com mais facilidade, ^teiic o
usado às vezes também de formas de espressão
poderiam ser apontadas como inestéticas ou vulga
res, se não fizéssemos a observação do porque de tal
motivo a nosso ver poderoso.
A missão que nos impusemos ao publicar nossas
obras foi sempre de divulgação de regras, fórmu
las e procedimentos singelos, rápidos e efetivos, que
fossem interessantes a quem quer que tivesse de
operar com números e em qualquer classe de ma
nifestação que a êles se referissem.
Esta foi sempre nossa norma e nela
persevera-r e m o s .
Se conseguirmos interessar o leitor e ser-llie ae
utilidade no sentido de ampliar o caudal de seus
conhecimentos neste ramo, ficaremos plenamente sa
tisfeitos e compensados.
l . « P R O C E S S O
S O M A
E' comum na prática diária ouvir pessoas que
tenham que dedicar algum tempo a operações aritmé
ticas, queixarem-se do incômodo e embaralho que lhes
resulta o somar, pela falta de controle nas somas par
ciais e totais e a atenção ininterrupta que devem de
d i c a r a e l a s .
Para sanar esta dificuldade, podemos indicar-lhes
processos seguros e eficientes, com a vantagem de
que possam deixar a operação em qualquer momento
desenvolvida como esteja e continuá-la quando lhes
seja oportuno, sem necessidade de verificar as somas
parciais das colunas já calculadas nem começar nova
m e n t e t o d o s o s c á l c u l o s .
A seguir apresentaremos um exemplo prático,
tico em cada caso para poder fazer a compaiação,^ o
que permitirá compreender ao primeiro golpe de vi
ta o dispositivo da operação.
Controle oii desciivolviinento da operação.
T e r m l í i a r ã o d o s
Os que Tão em resultados iiurciais
c a d u c o l u i m . i m s c o l u n a s . 6 4 2 9 5 . 3 7 2 9 2 8 6 . 1 4 3 0 5 4 2 8 . 6 1 4 2 3 1 9 4 2 0 . 0 6 4 8 527965.43 3 1 2 1 8 5 . 6 0 oo 5 3 2 4 . 8 6 1 2 5 2 7 6 . 0 2 9 9 2 5 1 8 2 . 0 9
Para fazer a operação começaremos pela direita,
em cima ou em baixo dizendo;
1.'' coluna; começando eni baixo diremos: 2 -1- G
+ O -h 3 + 6 -1- 1 H- 4 + 7 = 29. escrevemos 9 como
terminação de um resultado parcial e vão 2, que escre
vemos na coluna dos que levamos para somar com a
segunda;
2." coluna: 2 que levamos -|- O -r S -r 6 + 4 O
_|_ 6 3 = 30, escrevemos o O nas parciais c le
vamos o 3 e marcamos a vírgula decimal,
3.^ coluna; 3 que levamos -1-0 + 4 -1- 5 + 5 + 0
+ 8 j_ g -|- 5 = 42, escrevemos o 2 nos resultados
parciais e levamos 4;
4.® coluna: 4 que levamos + 74-24-S-{-6u-.9
+ 2 + 8 -I- 9 = 48, escrevemos o S nas parciais e 'le"
v a m o s 4 ;
5.® coluna: 4 que levamos + 2-)-3 + l-|-9_|__^
+ 4 -f- 2 + 2 = 31, escrevemos o 3 nos parciais e le
v a m o s 3 ;
6.^ coluna; 3 que levamos 4-54-2 + 7-|-9_ug
-f- 4 = 35, escrevemos o 5 nos parciais e levamos
31 2 , e s
-7.® coluna: 3 que levamos -{- 2 + 1 -f q
crevemos o 2 (parciais) e levamos 1, e
8.® e última coluna: 1 que levamos -h 5
q u e e s c r e v e m o s n o s r e s u t a d o s p a r c i a i s .
Com êste processo de fácil compreensão, podere
mos deixar a operação em qualquer momento e tornar
a seguí-la quando seja necessário e sem ter que pro
ceder a verificação desde o começo, já que observando
as terminações nos resultados parciais vemos os que
levamos: então contando os números que temos cal
culados que correspondem às colunas, poderemos con
t i n u a r n a q u e s e g u e , s e m p o s s i b i l i d a d e d e e r r o s n e m
esquecimentos de classe alguma.
Também temos os resultados parciais que são: 29,
30, 42, 48, 31, 35, 12 e 9; mas somente escreveremos
a s u n i d a d e s d e l e s .
Uma vez colocado o resultado parcial (unidades)
debaixo de cada coluna correspondente, começando
pela direita ou pela esquerda, teremos o resultado, ou
seja, o total de 925182.09.
1 22 . ° P R O C E S S O
-1 3 3 4 4 3 . 2 Ê s t e m é t o d o t a m b é m n o s p e r m i t e
deixar a operação em qualquer
momen-64295.37 to e continuá-la a vontade sem repetir
2 8 6 - 1 4 s o m a s p a r c i a i s .
5 4 2 8 . 6 1 E f e t i v a m e n t e d i r e m o s a s s i m : 319420.06
5 2 7 9 6 5 . 4 3 1 . ® c o l u n a : 2 + 6 - f - 0 + 3 + 6 - { - l
2185.60 -h 4 -[- 7 = 29; escrevemos o 9
debai-324.86 XQ como resultado da primeira coluna,
5276.02 e o 2 que são os que levamos acima na
segunda coluna, pois são décimas que
9 2 5 1 8 2 . 0 9 a g r e g a r e m o s m a r c a d a s c o m u m r i s c o n a
— parte inferior para diferençá-las da co
l u n a , e c o n t i n u a r e m o s d i z e n d o :2 . ® c o l u n a ; 0 + S - l - 6 + 4 - { - 0 - f 6 - f l - f - 3 + 2
(as que levamos) são 30; colocamos o O de baixo da
segunda coluna como resultado parcial e o 3 que leva
mos e colocamos na terceira coluna para somá-lo com
as unidades dessa ordem; (depois de marcar a vírgula
das décimas) diremos;
3 . ® c o l u n a ; 6 - l - 4 - f 5 + 5 - [ - 0 - [ - S - } - 6 + 6 + 3
são 42, escrevemos o 2 debaixo e o 4 acima; agora,
4 . ® c o l u n a : 7 + 2 - | - 8 - f - 6 - 4 - 2 - f 2 - í - 8 - } - 9 + 4
(que levamos da coluna anterior) são 48; escrevemos
3 e vão 4 que colocamos acima da coluna das centenas
(a 4.® ordem neste caso representa dezenas porque tem
dois decimais); prosseguimos dizendo:
s- coluna; 2 + 3 + 1 + 9 + 4 + 4 + 2 + 2 + 4
são 31, escrevemos 1 e vão 3 que colocamos acima na
coluna seguinte continuando agora assim.
6,® coluna: 5 + 2 + 7 + 9 + 5 + 4 + 3 são 35,
escrevemos o 5 e vão 3 que colocamos acima das de
zenas de milhar; continuando agora na
7.^ coluna; 2 + l + 5 + 3é igual a 12, escreve
mos o 2 e vão 1 acima da ordem das centenas de milhar
dizendo depois na
S.'' e última colona: 5 + 3 + 1 é Igual a 9 que es
crevemos como final, sendo pois o resultado definitivo
925182,09, como no caso anterior.
3.- PEOCESSO
6 4 2 9 5 . 3 7 D e s e n v o l v e - s e p o r s o m a s p a r c i a i s
2 3 6 . 1 4 d e c a d a o r d e m , c u j o s r e s u l t a d o s s e c o
5 4 2 8 . 6 1 l o c a m a b a i x o d e c a d a c o l u n a e s o m a n-3 1 9 4 2 0 . 0 6 d o d e p o i s e s t a s p a r c e l a s o b t e r e m o s o
5 2 7 9 6 5 . 4 3 t o t a l o u s e j a 9 2 5 1 S 2 . 0 9 c o m o p o d e - s e
2185.60 verificar observando o dispositivo
dês-3 2 4 . 8 6 t e c a s o .5 2 7 6 . 0 2 C o m o f i n a l o r e s u l t a d o é o m e s m o
925182.09 que nos dois processos feitos.
2 9 2 8 3 9 4 4 2 7 3 2 9 8 925182.09 4 . " P E O C E S S O .
Uma operação de somar torna-se
muito dificultosa, quando a mesma ^
comprida demais, sendo mais prático di
vidir a mesma em frações, fazendo va
rias somas parciais que depois somam
se entre si para ter-se o resultado
total-Então vejamos:
Operação
4 2 8 7 6 . 8 7 6 3 2 8 5 4 . 3 2 1 2 8 6 5 . 0 6 2 7 6 4 2 8 . 3 5 2 4 2 8 . 0 3 3 4 2 . 6 8 5 2 7 . 1 0 2 4 6 8 2 . 3 7 6 5 4 2 . 8 0 6 5 7 . 3 2 5 2 9 . 0 0 8 4 3 7 6 . 5 5 2 8 7 3 8 . 6 2 5 3 2 8 7 . 8 1 4 2 1 6 3 7 . 4 5 6 2 1 7 3 . 2 4 1 6 5 0 9 4 7 . 5 7 E e s u l t a d o s P a r c i a i s 9 6 5 0 2 4 . 6 0 2 7 9 8 0 . 1 8 9 2 1 0 5 . 6 7 5 6 5 8 3 7 . 1 2 T o t a l 1 6 5 0 9 4 7 . 5 7Desta maneira facilitamos a operação, cujo con
trole também está feito pelo método usual de soma.
Faremos a operação diretamente de baixo para
cima, dizendo na
S U B T R A Ç Ã O
Processo para fazer com nma só operação a subtração
de diyersos números de outros dÍTersos.
Um caso de utilidade prática que pode aplicar-se
com muita freqüência.
Sejam os números 428765, 32864, 2306 e 12457
como minuendo que representaremos em conjunto por
M, e os números 324132, 65827, 12, 328 e 12625 como
subtraendo que representaremos juntos por S e
dispo-1 2222 (ordens combinadas)
remos assim a operação:
1 2222 428765 ' M - ^ 3 2 8 6 4 2 3 0 6 1 2 4 5 7 ' 3 2 4 1 3 2 ' 6 5 8 2 7 S - - 1 2 328. 12625
» c o m o m i n u e n d o 4 7 6 3 9 2 c o m o s u b t r a e n d oDiferença ou resto 73468
r e s u l t a d o 4 0 2 9 2 4 7 3 4 6 8112223 (ordens de complemento)
.16
l . t » c o l u n a : 5 + 8 - 1 - 2 - [ - 7 - ( - 2 = 2 4 e d i r e m o s :
de 30 restam 6 (subtraindo os 24 da próxima S.'' de
zena, 30 unidades). (Neste momento escrevemos na
parte de baixo e abaixo do último traço o número 3
que são as dezenas complementares) e continuamos
dizendo: 6 que restam + 7 (1.'' coluna abaixo no mi
nuendo) + 6 + 4 + 5 = 28, escrevemos o 8 como re
sultado abaixo entre os dois últimos traços e acima de
tudo no último traço, escrevemos o 2 (dezenas); ago
ra diremos 3 dezenas de baixo menos 2 de cima = 1
a favor da parte de baixo; esta dezena acrescentaremos
na 2.^^ coluna, assim, agora na
colunn diremos: 1 (diferença das dezenas des
ta ordem) + 2 + 2 + 1 + 2 + 3 são 11 e diremos:
restam 9 unidades (subtraindo 11 da próxima dezena 2).
(Neste momento escrevemos de baixo do último traço
o número 2 e continuamos dizendo: 9 que restam +
5_|_0 + 6 + 6 = 26, escrevemos o 6 como resultado
abaixo entre os dois últimos traços e agora acima de
tudo no último traço escrevemos o 2 e compulsamos
os valores das ordens de baixo com os de cima
do; 2 de baixo e 2 de cima se compensam ou se anulam,
e continuando a operação diremos na
3." coluna: 6 + 3 + 8 + 1 == ntinnamos
escrevemos 2 de baixo do último traço
escreve-no meio dizendo: 2 + 4 + 3 + ^"^ " rȒirpial
mos entre os traços de baixo o baixo e 2
e O 2 acima do último traço e direm
de cima se compensam; então passamos
4« coluna. Diremos; 2 + 5 + 4 — 11 ao próximo
'ii = 9 escrevemos 2 de baixo do último traço,
e contMos no meio dizendo 9 + 2 + 2 + 2 + 8
23 escrevemos entre os traços de baixo o 3 como re
sultado parcial e o 2 acima do último traço e diremos.
2 de baixo e 2 de cima se anulam, e continuamos na
5> coluna dizendo: 1 -f 6 + 2 = 9, até a próxima
dezeuL (desta ordem) vai 1 então escrevemos 1 de baixo
do último traço e continuamos no meio operando as-
• .ij_i-|-3 + 2 = 7, que escrevemos entre os dois
traços de baixo como resultado parcial e não escreve
mos mda acima do último traço (porque não tem or
dem superior): e agora 1 que temos abaixo no último
traço o agregaremos na
e última coluna dizendo: i + 3 = 4. de 4 a 10
vão 6, escrevemos 1 abaixo de tudo e continuamos;
g 4 = 10. Teríamos que pôr o O que não tem
signi-ficaçâo, porque 1 de baixo e 1 de cima se anulam; as
sim que fica resolvida a subtração dos tais números
numa só operação como tínhamos anunciado.
Como resultado definitivo, diferença ou resto, o
total é 73468.Para comprovação vejamos o dispositivo dêste
cesso, onde fazemos a soma dos números 428765, 328 >
2306 e 12457 que formam um total de 476392 e que de
nominamos Minuendo, (M).
Depois, fazemos a soma, dos números 324132, 65827,
12, 328 e 12625 cujo total de 402924, classificamos como
subtraendo, (S).
Fazemos um traço, efetuando depois a subtração
Í T "
números 476392 e 402924 que nos dá uma diferença
o u r e s t o d e 7 3 4 6 S c o m o r e s u l t a d o fi n a l .
Neste exemplo, as ordens de complemento de bai
xo tem sido superiores ou iguais às ordens de cima.
Caso os de cima forem superiores aos de baixo, em
vez de somar a diferença, a subtrairemos e continua
mos a operação da mesma maneira q.ie o temos ex
plicado.
Para que não exista dificuldade na explicação da
quele caso, vamos expor um exemplo prático. Sejam
os números 3490S, 7954, 6420 e 297 como minuendo
(M) e 248, 28309 e 648, os do subtraendo (S).
A operação dispõe-se assim:
1 2 3 1 2 o r d e n s c o m b i n a d a s M = r 3 4 9 0 S
7954 [
6420 [ como minuendo
l 297 J
4 9 5 7 9 S = 2 4 82S309 i- como subtraendo — 29205
6 4 8R e s t o 2 0 3 7 4 D i f e r e n ç a o u r e s t o 2 0 3 7 4
1 1 2 1 3Diremos a continuação na
1.® coluna: S -f- 9 4- 8 = 25; de 25 a 30 (3." deze
na) vão 5, escrevemos o 3 (das dezenas) de baixo do
último traço e continuamos no meio assim: 5 -f 7 + o
-]-4 8 = 2-]-4, escrevemos o -]-4 como resultado parcial e
2 acima nas ordens e fazemos a diferença 3 — 2 = i
a favor da de baixo que somamos assim na
2 . ' ' c o l u n a : l - [ - 4 4 ~ 0 - ! - 4 = 9 ; d e 9 a 1 0 — 1 ,
escrevemos o 1 de baixo e continuamos no meio 1 + 9
+ 2 + 5 + O = 17, escrevemos o 7 como resultado par
cial e pomos 1 acima nas ordens, agora 1 ■— 1 se anu
l a m e c o n t i n u a m o s n a3," coluna dizendo: 6 + 3 + 2 = 11; de 11 a 20
vão 9, escrevemos o 2 (representação de 20) de baixo
no último traço e continuamos no meio dizendo: 9 + 2
_|_ 4 -j- 9 _j- 9 = 33, escrevemos o 3 como resultado
parcial e pomos o outro 3 acima; agora bem, temos che
gado no caso que o número de cima é maior que o de
baixo, então procederemos assim: 3 que temos acima
e 2 abaixo a diferença é 1 a favor de cima. Neste caso
tiramos do primeiro número da 4.'' coluna 1 unidade
c o m o v e r e m o s n a
4." coluna dizendo: 8 — I = 7ede7al0 (deze
na) vão 3, escrevemos o 1 de baixo do último traço
e continuamos no meio assim: 3 + 6 + 7 + 4 = 20,
escrevemos o O como resultado parcial e colocamos o
2 acima no último traço, e outra vez o de cima é maioi
que o de baixo, diremos então 2 — 1 = 1 que pas
saremos subtraindo e operando como segue na
S.*" coluna e última: 2 — l = ledelalO vao
9, escrevemos o 1 abaixo de último traço e continua
mos no centro 9 + 3 = 12, cujo 2 escrevemos como
resultado final porque observamos que colocando o 1
e m c i m a a n u l a o 1 d e b a i x o .
A opertção está terminada.
CASO DE SUBTRAÇÃO INVERSA.
E' hábito pôr o mlnuendo em cima e o subtraendo
em baixo, mas como em alguns casos é conveniente
subtrair a parte superior da inferior, como ocorre no
consumo de luz, força, água, navegação ; pois se
anotamos diária ou mensalmente, o consumo, a dis
tância, etc.; teremos que, sempre a indicação ante
rior será menor e por conseguinte devemos subtrair da
parte superior (acima) para a inferior.
Veja-se pelo seguinte esquema, como se deve fazer:
P l ü 3j.cs A n o C o n f r o l C o n t a d o r C o n s o m o 2 2 J a n . 1 9 3 6 8 7 4 9 3 5 23 S t S t S 7 5 2 S 5 3 5 0 2 4 tt s s 8 7 5 8 3 6 5 5 1 25 S f S f 8 7 6 0 0 3 1 6 7 2R s t t t S 7 7 0 0 5 1 0 0 2 27 tt s s 8 7 7 3 4 8 3 4 3 28 s t tt 8 7 7 6 0 4 2 5 6
dando-nos o resultado 1." 350, a diferença entre o dia
anterior 874935 e o dia seguinte 875285 e assim su
cessivamente, em cada um dos dias que se seguem.
Também pode-se encontrar a diferença entre quan
tidades não conseqüentes subtraindo-as uma da outra.
2 1
O U T R O C A S O ,
Existem casos em que temos que subtrair vários
números de um número dado, então a operação pode
fazer-se simultaneamente. Vejamos um exemplo.
Tinhamos em caixa 22;500$000 réis. Pagamos 4
faturas, sendo a primeira de 600$000 réis, a segunda
de 1:150§000 réis, a terceira de 6:450^000 réis, e a
quarta 450$600 réis. Quanto ficou em caixa depois
dêstes pagamentos?
Dispõe-se assim a operação:
E m c a i x a
22:5008000
600S000
1:150$000 i Faturas
6 : 4 5 0 8 0 0 0
4508600
p a g a s .1 3 : 8 4 9 8 4 0 0 l í q u i d o
depois da operação.
Operamos colocando os dois últimos zeros da es
querda no resultado e depois continuamos dizendo: de 6
a 10 vão 4, que escrevemos e levamos 1; agora, de 1
a 10 vão 9, que escrevemos e levamos 1; prosseguimos
dizendo; 1 -}- 5 -f 5 -h 5 = 16; de 16 a 20 vão 4, que
escrevemos e levamos 2, depois 2 que levamos, -{- 4
-|-4 1 6 = 17, que para 25 faltam 8, que escrevemos
e levamos 2; depois, 2 que levamos 4-6-h 1 = 9, que
até 12 vão 3, que escrevemos e levamos 1; agora de
1 a 2 vai 1 que escrevemos como último número do
resultado total que é o seguinte: 13:8498400.
IViULTiPLiCAÇÃO
A operação de multiplicar é a que admite mais
possibilidades de abreviação.
será de fácil compreensão, si se seguirem os casos
práticos que apresentaremos a seguir
É preciso que quem opere, procure descobrir e per
ceber as abreviações que sejam possíveis de aplicar nas
operações, transformações e desenvolvimentos que o
cálculo apresenta, o que na prática lhe será fácil de apli
car, "ipso facto", sem nenhuma espécie de esforço, re
dundando tudo isso em benefício do operador que em
pregará menos tempo, menos quantidade de números
e obterá os resultados com mais segurança.
Nossas mãos são uma máquina de multiplicar.
Efetivamente: representemos nossos dedos por nú
meros de acordo com os desenhos 1 e 2, isto é, o núme
ro 6 vem indicado pelo polegar, o número 7 pelo indi
cador, o número 8 pelo médio, o número 9 pelo anular
e o número 10 pelo mínimo. Tanto na mão direita
c o m o n a e s q u e r d a .
Podemos calcular com elas, fazendo operações de
multiplicação de dois números compreendidos entre 6
e 10, que são os que podemos representar com as mãos.
Para evitar dificuldades de compreensão, faremos
o desenvolvimento de vários casos práticos. Seja o pri
meiro multiplicar o número 7 por 8.
Tendo todos os dedos, das duas mãos, estendidos,
faremos tocar o indicador (7) da mão esquerda, com
o médio 8 da mão direita e fecharemos os dedos das
mãos, que sejam superiores aos 7 e aos 8 com que cal
culamos, ou sejam: 8, 9, e o 10 da mão esquerda e 9
e o 10 da mão direita- Os dedos que conservamos aber
tos tanto de uma mão como da outra ou sejam o 6, o 7
e o 8 da direita e o 6 e o 7 da esquerda são as dezenas
da operação, isto é, 5, que são iguais a 50 unidades. Cal
culadas as dezenas precisamos calcular as unidades, que
conseguiremos, observando os dedos que ficaram fecha
dos e que são 3 (8, 9 e 10) na mão esquerda e dois (9
€ 10) na mão direita e que multiplicaremos dizendo
2X3 igual 6 unidades que somadas com as 50 das 5 de
z e n a s a n t e r i o r m e n t e d i t a s , p e r f a z e m e m d e fi n i t i v o 5 6
u n i d a d e s , c o m o 7 X 8 q u e s ã o o s n ú m e r o s q u e m u l t i p l i
c á v a m o s .
O U T E O E X E M P L O .
Seja multiplicar
6X9-Estendidos todos os dedos da mão esquerda,
dei-zaremos aberto o dedo polegar e fecharemos o 7, 8, 9,
e o 1 0 .
Agora estendidos todos os dedos da mão direita,
deixaremos abertos 6, 7, 8 e 9 e fecharemos o 10 por
s e r s u p e r i o r.
2 4
Peito isto, faremos tocar o dedo 6 da mão esquer
da com o n.° 9 da mão direita e contaremos os dedos
que se acham abertos contando inclusive os dois quo
se tocam. Veremos que em conjunto são 5, que repre
sentam as dezenas da operação ou sejam 50 unidades,
mais a multiplicação dos dedos fechados que são 4 na
m ã o e s q u e r d a e u m n a d i r e i t a o u s e j a 4 X 1 i g u a l 4 ,
mais 50 que (representam as dezenas) são 54, de acordo
com o resultado de 6X9 que era o que pretendíamos de
m o n s t r a r .
3 I Ü L X I P L I C A R 1 0 X 1 0 .
Conservaremos todos os dedos de ambas as mãos
(direita e esquerda) abei'tos e diremos 10X10 igual
100, pois como não sobra nenhum dedo, êste é o resul
t a d o .
Quando se multiplica o número 10 por qualquer
dos números 6, 7, 8 ou 9, parece que não corresponde
à operação. Vejamos porque dá-se, isso:
Seja multiplicar
7X10-Estendida a mão esquerda, contaremos até 7 dei
xando aberto o dedo (polegar) e 7 (indicador) e fecha
remos o 8 (médio) o 9 (anular) e o 10 (mínimo). De
pois na mão direita contaremos até 10 deixando todos
os dedos abertos. Agora faremos tocar o 7 com o 10
6 contaremos os dedos abertos que são con]untamente
7, que representam as dezenas da operação e por conse
g u i n t e
7 0
u n i d a d e s .
^
Algum leitor possivelmente poderá dizer: como.
Já temos o resultado, e ainda temos que multipicar 3
dedos que estão fechados na mão esquerda (o 8. 9 e
10)' Efetivamente sobram 3 dedos fechados ^na es
querda, mas na direita há O dedos fechados; então 3X0
iguai O mais 70 das dezenas, da-nos como resultado
unidades. De maneira que esta regra é sem excepgao.
OUTnO EXEMPLO.
Miiltiplicar 10X6.
Como no caso anterior, tendo os dedos estendidos
farernos tocar o mínimo da esquerda com o polegar da
direita e fechando os dedos que restam da operação ou
se:am O na esquerda e 4 na direita (7, 8. 9 e 10) dlre
mos assim: cinco dedos estendidos da mão esquerda
ma.is 1 da direita são 6, ou sejam as dezenas que são
iguais a 60 unidades. Agora devemos procurar as uni
dades, multiplicando os dedos fechados, que são O na
mao esquerda e quatro na direita, com os quais dire
mos 0X4 são O unidades mais 60 que tínhamos achado
anteriormente, são definitivamente 60 unidades,
coinci-dindo com o resultado de 6X10.
Esta é somente uma simples curiosidade que dei
xamos à consideração dos nossos leitores.
Quando o multiplicando ou o multiplicador, ou os
dois pela sua vez teem zeros, multiplicam-se entre si
os algarismos significativos e juntam-se ao resultado
tantos zeros quantos teniia um dos fatores resp. ou os
dois fatores conjuntamente.
E x e m p l o s :
2 8 5 4
X 6 0 0 0 1 7 1 8 4 0 0 0 3 2 5 8 4 0 0 X 4 9 4 5 6 8 0 0 X 8 0 1 3 0 3 3 6 0 0 7 5 6 5 4 4 0 0 0Se houver decimais, a vírgula passará para a di
r e i t a , t a n t a s c a s a s n o r e s u l t a d o q u a n t o s f o r e m o s z e r o s
do multiplicador.
Multiplicar quantidades pela unidade seguida de
z e r o s
-Para multiplicar quantidades pela unidade segui
da de zeros, juntam-se ao multiplicando tantos zex'os
q u a n t o s t e n h a o m u l t i p l i c a d o r.
E x e m p l o :
3 8 7 2 5 X 1 0 0 = 3 8 7 2 5 0 0
Sendo número decimal, a vírgula passará para a
direita tantas casas quantos zeros tiver o mutiplicador.
38725,1964X10000 = 387251964;
o u t r a ,3 6 5 , 2 8 X 1 0 = 3 6 5 2 , 8
M U L T I P L I C A R P O R . 1
Multiplicar por 5 é o mesmo que multiplicar o nú
mero por 10 e dividir por 2.
1 0 1 0
E f e t i v a m e n t e 5 é i g u a l a — ; o u 5 = —
2 2
Por exemplo seja multiplicar 642X5.
Diremos 642 : 2 = 321 e agora multiplicando poi
10 que é o mesmo que acrescentar um zero, teremos
e m d e fi n i t i v o 3 2 1 0 .
MüLTIPLICAE por 50, 500, 5000, etc.
Como no caso anterior, operamos como se fôsse
mos multiplicar por 5 e acrescentamos ao resultado
tantos zeros quantos tenha o multiplicador. Efetiva
mente; dizemos que multiplicar por 5 é o mesmo que
multiplicar o n.° por 10 e dividí-lo por 2 ou também
dividí-lo por 2 e multiplicá-lo depois por 10.
Operemos agora como indicámos e vejamos um ca
so prático, que seja por exemplo: 5326X500. Teremos
53260 (acrescentamos um zero que é igual a multipli
car por 10) e dividindo por 2 temos:
5 3 2 6 0 V 2 2 6 6 3 0e a g o r a , a c r e s c e n t a n d o o s d o i s z e r o s d o m u l t i p l i c a d o r
o b t e m o s o r e s u l t a d o d e 2 6 6 3 0 0 0 . M U L T I P L I C A R P O R 2 5 .P o r i d ê n t i c a r a z ã o m u l t i p l i c a r p o r 2 5 é o m e s m o
que multiplicar um número por 100 e dividí-lo por 4;
p o r q u e t e m o s q u e 2 5 é i g u a l a 1 0 0 1 0 0
; o u 2 5 =
4 4
Exemplo: Multipliquemos pelo método abreviado
642856 por 25; aplicando a teoria de que 25 é igual a
100 : 4, temos 642856X100 igual 64285600 que dividi
do por 4 dá-nos:
64285600 : 4 = 16071400
cuja divisão verificamos dizendo: Vi de 6 ou, 6 : 4 da
1, que escrevemos como resultado e vão 2 que restam;
2 que restavam com 4 formam 24 que divididos por 4
2 8
dão-nos 6, que escrevemos e nào resta nada; assim di
remos: 2 : 4 é impossível, escrevemos pois O na or
dem do resultado, então juntamos o 2 ao 8 formando
28 que dividimos por 4 e dá 7, que escrevemos co
mo resultado © continuamos dizendo; 5 dividido por
4 dá 1, que escrevemos e vai 1 que com o 6 forma 16,
que ao dividir por 4 dá 4, que escrevemos, e a seguir
os dois zeros porque a 16 não sobra nada, e zero divi
dido por 4 dá zero, com o qual o resultado é de 16071400.
\
MULTIPLICAR POR 125.
Pelos sistemas expostos nos outros casos mult>
plicar um número por 125 é o mesmo que multicá-lo
por 1000 e dividí-lo por 8, porque
1 0 0 0
1 0 0 0
125 é igual a ou 125 =
E x e m p l o :
8
3 6 2 4 X 1 2 5
Aplicando o cálculo -^^^ínal
igual 3624000 e dividindo por dividindo os dois
453000 fazendo a ope Ç ^ ^ ^ 4,
escreve-primeiros algarismos P resultado; agora,
x n o s 4 c o m o 4 2 q u e d i v i d i d o p o r 8
os 4 que vao, com ^ ^ ^ formam 24
dá 5 que escrevemos também e não
q u e d i v i d i d o p o r o s t r ê s z e r o s r e s t a u
-r e s t a n a d a , p e o q u ^ ^ g é
la'-' Casos
é . S M . : " " « o
^ murnííSçL^^do
,. ■ ^^^tam-se-lhes as unidades de ordem inferior
ate .finalizar a operação. Se faz caso omiso do
al-a-t^se dezenas que na pratica
acos-t u m a - s e r i s c a r .
Vm caso prático conduzir-nos-á a melhor compre
ensão da forma de operar.
E x e m p l o :
2 6 5 3 7 X 1 6
4 2 4 5 9 2
Não demos importância ao número 1 e comecemos
dizendo: 6X7 igual 42, escrevemos o 2 e vão 4, que
com 6X3 igual 18 do segundo algarismo foi'mam 22
mais 7 do primeiro algarismo somam 29; escrevemos
o 9 e vão 2 que com 6X5 igual a 30 fazem 32 mais 3
do segundo algarismo formam 35; escrevemos 5 e vão
3 que com 6X6 igual 36, fazem 39, mais 5 do terceiro
algarismo fazem 44; escrevemos 4 e restam 4, que com
6X2 igual 12 fazem 16, mais 6 do quarto algarismo são
22; escrevemos 2 e vão 2 que com 2 do último algaris
m o f a z e m 4 q u e e s c r e v e m o s , d e m a n e i r a q u e o r e s u l
tado ou produto é de 424592.
2 . " C a s o :
QÜANBO O ALGARISMO DAS UNIDADES DO
MULTIPLICADOR E' A UNIDADE.
Paz-se a operação inversa.
E x e m p l o p r á t i c o :
2 8 4 7
X 4 1
1 1 6 7 2 7
Escrevemos primeiro 7 porque 1X7 igual a 7 e a
seguir diremos: 4X7 igual a 28, mais 4, (algarismo da
s u a e s q u e r d a ) , f a z e m 3 2 ; e s c r e v e m o s 2 e v ã o 3 , m a i s 4 X 4 i g u a l 1 6 e s ã o 1 9 , m a i s 8 f o r m a m 2 7 ; e s c r e v e m o s
7 e vão 2 que com 4XS igual 32, são 34, mais 2 formam
36; escrevemos 6 e vão 3 que com 2X4 igual 8, for
mam 11, que escrevemos, por ser o último número, dan
do em conseqüência como resultado 116727.
MULTIPLICAÇÃO POR 15.
Escreve-se o multiplicando seguido de um zero (o
que eqüivale a multiplicar i)or 10) junta-se a metade
dêste produto (que representa multiplicar por 5) sen
d o ê s t e o r e s u l t a d o .
Caso prático
2 1 7 4 8 6 X 1 5
2174860 (produto por 10)
-\-1 0 8 7 4 3 0 ( m e t a d e d e s t e p r o d u t o ) =
3262290 que é o resultado procurado.
multiplicação POIi 75
Para multiplicar por 75. juntem-se dois zeros
multiplicando e subtrai-se do produto a quarta parte
natural que ao juntar dois zeros, multiplicamos por
100 que e igual a quatro vezes 25 (4X25) e como 75
e Igual a três vezes 25 (3X25) devemos subtrair uma
vez (1X25) que é o valor do multiplicando.
Seja multiplicar o número:
641286 X 75 =
641286X100 = 64128600 = X 100
— V i 1 6 0 3 2 1 5 0 = — 2 5
R e s u l t a d o 4 8 0 9 6 4 5 0 = 7 5 X 6 4 1 2 8 6
MULTIPLICADOR que seja o número 9 ou diver
s o s B o v e s .
Acrescentam-se ao multiplicando tantos zeros quan
tos noves tem o multiplicador e se subtrai o multipli
cando do número assim formado. Exemplo:
6 2 4 8 X 9 =
6 2 4 8 0 — 6 2 4 8 = 5 6 2 3 2 . O u t r o :
3 4 2 7 6 5 X 9 9 9 =
3 4 2 7 6 5 0 0 0 — 3 4 2 7 6 5 = 3 4 2 4 2 2 2 3 5
Poderíamos concretizar tal processo em regra di
z e n d o q u e : q u a n d o t e m q u e m u l t i p l i c a r - s e u m a q u a n
tidade (multiplicando) por outra que seja toda formada
pelo algarismo 9, (multiplicador) escreve-se a primei
ra seguida de tantos zeros, quantos noves tem a segun
d a e s e s u b t r a i d o r e s u l t a d o o m u l t i p l i c a n d o .
3 2
É natural que assim suceda, porque acrescentar os
z e r o s , r e p r e s e n t a m u l t i p l i c a r p e l o n ú m e r o q u e r e p r e
sentam os noves mais 1; depois de multiplicar por esta
soma o número e subtrair o multiplicando, subtrai-se
ao resultado o mais 1, que representa em definitivo o
valor numérico das unidades noves que servem de mul
tiplicador, que nos exemplos mencionados são: (9-|-l)
= 10 para o 1." caso e (999-1-1) = 1000 para o segundo,
e naturamente, ao acrescentar os zeros, temos multi
plicado por (9-|-l) = 10 e por (999-{-l) == 1000, o que
representaria, como observamos, o multiplicador au
mentado de uma unidade, pela facilidade que se supõe
multiplicar pela unidade seguida de zeros.
Assim sendo: se depois subtraímos do resultado
obtido, o multiplicando, quer dizer, que das vezes que
o tomamos como somando (naqueles casos 9H-1 = 10
e 999-1-1 = 1000) subtraímos uma vez o multiplicando,
ficou então demonstrado, ao fazer dita operação, que
se toma somente 10 — 1 = 9 vezes e 1000 — 1 = 999,
que são os multiplicadores aplicados nos dois casos e
que nos deram resultados de conformidade com o que
propúnhamos obter.
Acrescentando 5 zeros ao número 15328764, o mul
tiplicamos por 100000 ou por (99999+1): o que é o mes
mo que tomá-lo como somando 100000 vezes. Assim
sendo: se nós multiplicarmos o número 15328764 X
99999, eqüivale a tomá-lo esta última quantidade de
vezes como somando e como 99999 é igual a 100000 1,
podemos já escrever como método de resolução do pro
blema 1532876400000 (cem mil vezes como somando)
15328764 (uma vez como tal) = 1532861071236 que
9 o verdadeiro resultado.
DECOUIPOSIÇÃO EM EATOEES
Qnando o multiplicando ou o multiplicador são pos
siTeis de decoinpor.se em dois ou mais fatores, efetua"
se a operação mais abreviadamente, multiplicando o
numero com o qual temos que operar por um dos fa
tores, o resultado pelo outro fator, êste último nelo ou
tro e assim sucessivamente até terminar com êles; en
tão dizemos: multiplica-se a quantidade por um dos
fatores, seu resultado pelo seguinte s assim sucessiva
mente até fazê-lo com todos os fatores em que foi de
composto o multiplicador e uma vez terminado de mul
tiplicar pelo último fator, o valor obtido será o
resul-tado da operação.
C a s o p r á t i c o
Seja multiplicar: 258746X48
O número 48 pode decompor-se assim:
8 X 6
Opera-se da seguinte maneira:
258746 (multiplicando)
X 8 ( 1 . 0 f a t o r )
2 0 6 9 9 6 8X 6 ( 2 . 0 f a t o r )
1 2 4 1 9 8 0 8( 1 . 0 f a t o r ) 8 X 6 ( 2 . ° f a
t o r ) = 4 8 ; e n t ã o o n ú
m e r o d e v e z e s t o m a d o c o m o s o m a n d o f o i o m e s m o6 o resultado tem que ser
o mesmo, assim como nos
casos em que houver mais
f a t o r e s .
3 4
MULTIPLICAÇÕES SIMPLIFICADAS.
Multiplicação de números compreendidos entre 10 e 20.
Com exemplos práticos compreendemos melhor co
m o s e f a z e m o s c á l c u l o s .
Seja multiplicar 15 X 13. Dispõe-se assim:
1 5 ( R i s q u e m o s o 1 d o m u l
X 1 3 t i p l i c a d o r . P o d e r í a m o s f a
z ê l o c o m o 1 d o m u l t i
-1 9 5 p l i c a n d o e s e r i a o m e s
m o ) .
Riscamos o número 1 do multiplicador e começa
mos a operação dizendo; 3X5 = 15, escrevemos 5 e
l e v a m o s 1 .
Agora dizemos: 1 que levamos mais 3 são 4 mais
15 igual a 19, que escrevemos antes do 5 e já temos o
resultado que é 195.
Multiplicaremos outro número, por exemplo: 19
XIS. Dispõe-se assim a operação:
1 9
X 18
3 4 2
(Risquemos o 1 do
m u l t i p l i c a d o r )
Paremos a operação dizendo: 8X9 — 72, escrevemos
o 2 e vão 7; faz-se a soma dos 7 que vão, mais 8 e são
15: mais 9 igual 24; escrevemos o 4 e levamos 2 e como
final, 2 que levamos mais 1 igual a 3 que escrevemos
tendo como resultado 342.
Tamhém para maior rapidez podemos dizer: SX9
«= 72, escrevemos o 2 e vão 7, mais 18 igual 25, mais
2 fnllil iTeTr" -ún.ero
-
-Mnltipllcação de números entre 10 e loo terminados
e m 1 .
Seja multiplicar 91XS1.
Dispõe-se a operação como segue;
9 1
X 8 1
7 3 7 1
Riscamos o número 1 do multiplicando ou do
mui-tiplicador, e escrevemos o 1 como unidade.
Dizemos agora, 8 mais 9 igual 17, escrevemos o 7
e vai 1. Prosseguimos dizendo: 8X9 =.72, mais 1 que
e s c r e v e m o s , t e n d o o r e s u l t a d o d e
7371, como se pode comprovar pelo método usual.
Multiplicação de números até 100 e que terminam em 5.
Multipliquemos 65X85.
D i s p õ e - s e a s s i m :
6 5X 85
5 5 2 5 3 6\
Multiplicamos primeiro 5X5, cujo resultado
escre-i^emos. Diremos então: 6 + 8-14 cuja metade é 7
agora 6X8 = 48+ 7 ditnq „ "^«caae e 7,
aicos = 55 que escrevemos à
fiente de 25 para termos então o total: 5525
Devemos levar em conta também o seguinte: quan
do a soma das dezenas dos dois números não é
divi-sível por 2, (exata), escrevemos a metade igual e como
desprezamos 1, em lugar de ter por terminação 25, te
remos 75. (Neste caso o número 1 representa 50
uni-dades).
Vejamos um caso prático, para não deixar dúvidas
Seja multiplicar 75X85.
7 5
X 8 5
6 3 7 5
Dizemos 7 mais 8 igual a 15, cuja metade é 7 e vai
1 que desprezamos de momento. Agora 7x8 = 56 + 7
igual a 63 que escrevemos e agora como a metade de 7
mais 8 não era exata, escrevemos 75 em lugar de 25 que
colocamos na direita como no caso anterior.
C A S O E S P E C I A L .
Quando os números da multiplicação de dois alga
rismos terminados em 5 forem iguais, não será preci
so fazer a soma das dezenas e dividi-las por 2, senão
que acrescentaremos em uma unidade qualquer dos
fa-3 7 3 — C. M.
G8 88
*8
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FUNDAMENTO DA 3IÜLTIPLICAÇA0 ABREVIADA
A abreviação da multiplicação se baseia na multi
plicação de uma soma por outra.
Efetivamente, seja multiplicar (a+b) por (c+d),
ao desenvolver teremos ac-j-cb+ad+db
a + b
c - | - d
a c + c b + a d - f d b
que nos dá a parte do desenvolvimento da operação e
a concatenação das ordens. Efetivamente façamos apli
c a ç ã o
p r á t i c a
d e
m u l t i p l i c a r :
^
Observemos que 62 é igual a 60 + 2 que representa
remos 60 por a e 2 por b e que 84 é igual a 80 4 que i
representaremos 80 por c e 4 por d; então teremos:
a
b
í ;
62 -= 60+2 = (a+b)
X 84 = 80+4= (c+d)
c d5208 = ac + cb + ad + db
N o c á l c u l o q u e s e g u e : a 6 0 C 8 0abreviado operamos seguindo o grafico
a 6 0
c 8 0
b 2
d 4
Dizemos 4X2 = 8 ou seja db; 4x60 + S0x2 = 400
ou seja ad+cb e 80X60 = 4800 ou seja ac de modo que
somando temos 5208 = ac+cb+ad+db, que é o que uos
propúnhamos, demonstrar, pois estão contidas todas as
combinações obtidas na multiplicação de uma soma com
outra, feita anteriormente.
RECOMENDAÇÃO.
A dificuldade que uma pessoa acha querendo se
guir o método de multiplicação abreviada consiste em
continuar o fio que concatena toda a operação.
Naturalmente que o costume de somar os resulta
dos que em cada operação se verifica, põe obstáculos
ao não iniciado, fazendo-o perder muitas vezes a rela
ção das operações.
Porisso em cada operação é necessário, para acostu
mar-se, escrever os que se levam e ainda recomendamo.s
aos que se iniciam, que façam separadamonte as mul
tiplicações das diferentes ordens, juntando os que vão
e escrevendo o número correspondente no resultado e
os que se levam, no gráfico do movimento a que cor
responde.
Dêste modo se adquire hábito e prática da opera
ção que poderá ser feita por qualquer pessoa que quei
ra decorar êste método tão especial c de rapidez incrí
vel. Executa-se então com facilidade, com singeleza
e com menos esforço, que com o método conuimente
empregado.
Recomendamos também muita prática, para
poder-se fazer as somas de produtos, aumentados das
unída-l i
des que se levam; tornamos a dizer: o hábito e n
sistência facilitam extraordinàriamente, e quem se elZ'
cita, surpreende-se da facilidade com que o verifica
Se alguma vez se perder a orientação nos movi
mentos, e facil poder prosseguir sem necessidade de
repetir a operação; para isso basta contar as ordens
que se fizeram, o que se consegue contando os
movi-mentos executados, o que nos conduz a fixar rapida
mente a ordem onde devemos continuar a operação.
Os exemplos dados poderão servir de guia e comentário
ao que acabamos de expor.
MULTIPLICAR ENTRE SI DOIS NÚMEROS DE
T R Ê S A L G A R I S M O S .
Seja multiplicar 423X658.
T R Ê S C I F R A S
e aplicando a multiplicação abreviada veriimamoa a se
Dispõe-se a operação como segue:
4 2 3
X 6 5 8
2 7 8 3 3 4
cuja parte gráfica representamos a seguir:
4 2 3 6 5 8 4 2 3 + ce + Cf
^ifíca iiltíiianieníe
^ g r e g a r e m o s a o m o v i m e n t o .de milhar tine agregaremos ao 4." movimento,
p de milhar qne agregaremos ao H." movimento,
ivei" terminado a operação,
.se pode controlar por caso.s priUico.s que seguem.
Tum-a, concatenando oral ou meiitulmente todas as tn-flens que
porque as diferentes ordens na colucar.-ão dos
f u n d a m e n t o d a M U L T I P L I C A c ã / - » A r , „ « T -
"^"-ICAÇaO abreviada para TRês
C I F R A S
Seja: 423 X 6õS = (a + b + c) (d + e + f). Desenvolve-se a oi:
guiate disposição:
a -j- b + c
) e r a ç a o p o r l e t r a s e t e r n o » ; - i
mos. ad + as + at + bd+be + M + cd + ce + cl, e amioauao ^ maltiplicacão abreviada veriticamoB a
4 2 3 = 400 +20 + 3 a + b + 400 4-20 + 3 = uma soma l . J Y X X X 1 ) 5 8 — 2 7 8 8 3 4 600 + 50 + S = outra soma = A f s 600 + yO + S ( l e i u m a s o m a X o u t r a s o m a d + e + f C U J O G s y u e m a d e a p l i c a ç ã o é 4 0 0 r 6 0 0 e o p e r a n d o d i s s e m o s : • i X h = S X 2 0 + 5 0 X 3 = 8 X 400 + GOO X 3 + 50 X 20 = 5 0 X 4 0 0 + 6 0 0 X 2 0 = : I 2 0 0 0 = a e + b d 6 0 0 X 4 0 0 = 2 4 0 0 0 0 = a d 2 4 = c : f 3 1 0 = b C + c e C O O O = a f + c d + b e c s o m a n d o L e m o s : ^78331 = ad + ae + af + bd + be + b£+ cd V C l a g r e g a r e m o s a o 2 . " m o v i m e i i l o .
levamos 3 (luc são conlenas (jue agregurtmios un
e s c r e v e m o s • » e
.) line niiii i;»,"in.eiius (jue agregm ininí.-> "• movinienlo.
levamos G que são unidades de milluii' que agregaremos ao 4. movimeiilo.
" dezenas de millmr que agregaremos ao 5." movimento.
o que demonstra se terem feito todas as combinações nas ordens da multiplicação c cuja aplicação ao mõtodo rajiido oral ou mental o ratilica ])lMiiiinoiile
Vejamos a seguir:
1.^ Movimento funidades) = 3 x 8 = 24, escrevemo.s o 1 e levamos 2 quo são dezenas (jue
S.M*) " (dezenas) = levamos 2 (do 1." movimento) + 8 X 24-.5x3 = 33, escrevemo.s o 3 e
" feenteuas) = levamos 3 (do 2." movimento) + 8 X 4 + 6 X 3 + 5 X 2 = 63.
5 ' fe último mo
de maneira que
bem üb.servemofi que por êste método se opera com todas as fases de combinação
entram na operação.
Para certificar-se disso é mister prestar atenção nos valores (ordens) que vão tendo os númeios no seu (lese ..
(') Ao lazer a multiplicação dos números ims esquemas, deixamos de considerar os zeros das quantidades maicadas nus ftgurus. porque
dos parciais, ao eserevê-los totalizados, (com os que vão), correspondem aos seus verdadeiios va ores.
■ centenas) = levamos 3 (do 2.° movimento) + 8 X 4 + 6 X 3 + 5 X 2 = 63. escrevemo.s e /-.vcuu.., ..uc «maaae.s ne „
luuWadeB de milhdl-)= levamos 6 (do 3." movimento) + 6 x ■! + 6 X 2 = 3S. escrevemos o S e levamos 3 cue são detenas de milhar cue
movimeuto (dezenas de milhar) =. levamos 3 (do d.- movimento, + G X 1 = 27, cue escrevemos i„teg,-almeute 27 por have.' .uátieos
ue o resultado nesta operação rápida, está de acôrclo tom o demonstrado aiiteriornieiite e """ oral ou mentalmente
OOS ene por êste método se onera eom todos as fases de combinação dimanantes da mnlt.pl.caçac de nma soma por out,a, c-„.cate"a...lo
q u e s e g u e m . T a m -t o d a s a s o r d e n s q u e
resulta-Começando a calcular, diremos pelo primeiro sinal
gráfico; 8X3 = 24, escrevemos como resultado 4 e vão
2: agora, 2 que vão, mais 8X2 =« 16, formam 18, mais
e temos em conjunto o desenvolvimento do
segundo sinal gráfico ou sejam 33; escrevemos o 3
como resultado e vão 3; continuamos dizendo: 3 que
vão, mais 8X4 = 32, formam 35, mais 6X3 = 1S são
53, mais 2X5 = 10 (que completa o terceiro sinal grá
fico) formam um total de 63; escrevemos 3 e vão 6;
agora 6 que vão, mais 4X5 = 20, são 26, mais 6X2 ■=
12, são 38, escrevemos 8 e vão 3 (4-° sinal gráfico) e
dizemos: 3 que vão, mais 6X4 igual 24, são 27, que es
crevemos integralmente como resultado do produto por
ser o fim do quinto sinal gráfico e da operação, sendo
tal resultado 278334./
multiplicação PE BOIS NÚMEROS BE
a l g a r i s m o s .
_ Vamos multiplicar 1456x2378. Dispõe-,
r a ç a o c o m o s e g u e :
si)õe-se a
opG-1 4 5 6X 2 3 7 8
3 4 6 2 3 6 8
Os gráficos da operação são da forma seguinte:
4 5 4 5 4 5 6 5
2 X 5
=
3 6 ; e s c r e v e m o s 3 7 8 7 8T e n d o n ó s j á d e s e n v o l v i d o a n t e r i o r m e n t e d o i s
e x e m p l o s , e s t e s e r á d e f á c i l c o m p r e e n s ã o , e l i m i n a n d o
m u i t a s e x p l i c a ç õ e s , i m p r e s c i n d í v e i s n e s t e s c a s o s .
Começaremos dizendo: 8X6 = 48; escrevemos S e
vão 4, agora 4 mais 8X5 = 40 e são 44, mais 7X6 =
42, são 86; escrevemos 6 e vão 8; agora, 8 mais 8X4 =
32 são 40, mais 3X6 = 18 são 58. mais 7X5 = 35 for
mando em conjunto 93; escrevemos 3 e vão 9; 9 que
vão, mais 8X1 = 8 são 17, mais 2X6 = 12 são 29, mais
7X4 = 28 são 57, mais 3X5 = 15 forma 72; escreve
mos 2 e vão 7; 7 que vão, mais 7X1 = 7, são 14, mais
10, são 24, mais 3 X 4 = 12 que foiunani
6 e vão 3; 3 que vão, mais 3X1
= 3 são 6, mais 2X4=8 são 14; escrevemos 4 e vai
1 e agora 1. mais 2X1 = 2 são 3. que escrevemos como
final por não levar nada e haver terminado os sinais
de maneira que o produto definitivo é 3462368.
8
t f
\
MULTIPLICAÇÃO ABREVIADA DE NÚMEROS DE
5 A L G A R I S M O S .
Seja multiplicar 52631X91487.
Dispõe-se assim:
5 2 6 3 1 X 91487 4 8 1 5 0 5 2 2 9 7Vejamos como se desenvolve a operação com os grá
fi c o s d a m e s m o ;
1 . ° M o v i m e n t o
dizemos 7X1 = 7 que escrevemos e não vai nada.
2 . ° M o v i m e n t o
, 3
- f O p o r u â o l e v a r m o s
n a d a d o 1 . ° m o v i m e n t o .
8 7
Dizemos agora, 7X3 = 21, mais 8X1 igual 29, es
crevemos 9 como segundo algarismo do resultado e vão
2 que transportamos ao valor do:
S.° MoTÍmento
6 3 1
+ 2 que vão do 2.® tnvto.
Dizemos assim: 7X6 = 42, mais 2 que vão do 2.°
mvto. igual 44, + 4X1 = 4 e formam 48, + 8X3 = 24,
que fazem 72; escrevemos 2 e vão 7 que levamos como
c o m p o n e n t e d o ;
4 . ° M o v i m e n t o
4 - 7 q u e v ã o d o 3 . °
m v t o .
1 4 8 7
e continuamos dizendo: 7X2 = 14 mais 7 que vão do
3.® mvto. 21, mais IXI = 22 mais 8X6 -= 48 e formam
70, mais 4X3 = igual 12 e são 82; escrevemos 2 e le
v a m o s 8 a o
5 . ° M o v i m e n t o
s
2
6
3
'
4- 8 que vão do
4 . ® m v t o .0
1 4
8 " ' '
7 - 35 mais 8 que vão do 4.° mvto. 43,
e a«.no.. 7X5 "f8X2
-4 X 6 - 2 -4 e . « . v e « o .
C.® Movimento 5 2 6 3 4 - 9 c l u e v ã o d o 5 . ® m v t o . 9 1 4 6Agora dizemos 8X5 = 40, mais 9 que vão do 5.®
mvto. igual 49, mais 9X3 = 27 e formam 76, mais 4X2
= 8 e são 84, mais 1x6 = 6 e são 90; escrevemos O e
vão 9 que levamos ao:
7 . ® M o v i m e n t o
5 2 6
4- 9 quo levamos do 6.®
m v t o .
9 1 4
6 continuamos dizendo: 4X5 igual 20, mais 9 que vão
do 6.® mvto. 29 mais 9X6 igual a 54 e formam 83, mais
1X2 são 2 total 85, escrevemos 5 e vão 8 que levamos ao
8 . ® M o v i m e n t o
5 2
4- 8 que levamos do 7.®
m v t o .
Seguimos assim: 1X5 igual a 5, mais 8 que leva
mos do 7.® mvto. são 13, mais 9X2 igual a 18 e formam
31, escrevemos 1 e vão 3 que levamos ao último ou seja:
9 . ° M o T Í m e n t o
5
+ 3 que levamos do 8.®
m v t o .
Dizemos: 9X5 igual a 45, mais 3 que vão do 8.*^
mvto. 48, que escrevemos integralmente, por ter fina
l i z a d o t o d a a c o n c a t e n a ç ã o d o s e l e m e n t o s p a r a o p e r a r,
s e n d o o r e s u l t a d o o q u e s e g u e : 4 8 1 5 0 5 2 2 9 7 .
OPEEAÇOES QUAííDO A QUANTIDADE DOS ALGARISMOS DO
MULTIPLICANDO E DO MULTIPLICADOR, E' DESIGUAL.
C a s o p r á t i c o . S e j a m u l t i p l i c a r 1 2 3 x 4 5 ; t e m o s 1 2 3 X 4 5 5 5 3 5 L ® M o v i m e n t o 1 2 3 X 4 5 e d i z e m o s 6 X 3 m o v i m e n t o .
= 1 5 e s c r e v e m o s
6 e levamos 1, que passa ao
2 . ® M o v i m e n t o 1 2 3 X 4 5 3 5 e d i z e m o s 5 X 2 = 10 mais 1 que l e v a m o s 1 1 m a i s 4 X 3 = 1 2 q u e somam 23, es c r e v e m o s 3 e v ã o 2 ( q u e p a s s a m a o 3 . ® m o v i m e n t o ) . 3 . ® M o Ti n i e n t o ^5 1 2 3 X 45 3 5 d i z e m o s 5 X 1 = 5 mais 2 que le v a m o s 7 m a i s 4X2 = 8 que so mam 15, escre vemos 5 6 vai 1. ( q u e p a s s a a o 4 . ® m o v i m e n t o ) . 4 . ® e ú l t i m o m o v i m e n t o 1 2 3 X 4 5 5 3 5 d i z e m o s 4 X 1 = 4 mais 1 que le
vamos são 5 que e s c r e v e m o s c o
m o ú l t i m o n ú m e r o d o r e s u l
tado que é 5535
VÁRIOS AXiGARISMOS COMO MULTIPLICANDO E TRÊS
COMO MULTIPLICADOR.
C a s o p r á t i c o . 4 1 2 5 6 X 3 7 8 1 5 5 9 4 7 6 8 1 . " M o T Í D i e n t o . 8 d i z e m o s 6 X 8 = 4S, escrevemos 8 e l e v a m o s 4 q u e t r a n s p o r t a m o s a o 2 . ® m o v i m e n t o . f>A.Resultado parcial ao terminar o 1." movimento 8.
2 . ° M o v i m e n t o . ( f .
'Cf.
e c o n t i n u a m o s d i
z e n d o ; 8 X 5 = 4 0 mais 4 que vão do 1.® mvto. = 44 mais
7 X 6 = 4 2 q u e s o m a m 8 6 » e s c r e v e
mos 6 e vão 8 que levamos ao 3.°
mo-v i r a e n t o .
Parciais do resultado ao terminar o 2." movimento 68.
5 0
i
:)
3.® Morimento a g o r a 8 X 2 = 1 6 m a i s 8 q u e v ã o d o 2 . " m v t o . = 2 4 m a i s 3 X 6 = 4 2 m a i s 7X5 igual 77, es c r e v e m o s 7 e v ã o 7 q u e l e v a m o s a o 4 . ® m o v i m e n t o . "p.?Parciais do resultado ao terminar o 3.® movimento 768.
4 . ® S l o v i m c n t o e 'r«?.v c o n t i n u a m o s d i z e n d o : 8 X 1 = 8 m a i s 7 q u e v ã o d o 3 . ® m o v i m e n t o = 1 5 m a i s 3 X 5 = 3 0 mais 7X2 Igual '1-1, e s c r e v e m o s 4 o v ã o 4 q u e l e v a m o s a o 5 . ® m o v i m e n t o . P a r c i a i s d o r e s u l t a d o a o t e r m i n a r o 4 . ® m o v i m e n t o 4 7 6 8 . M o v i m e n t o . a g o r a : S X 4 = 3 2 m a i s 4 q u e v ã o d o 4 . ® m o v i m e n t o = 3 6 m a i s 3 X 2 = 4 2 mais 7X1 = 49, es c r e v e m o s O © v ã o 4 q u e t r a n s p o r t a m o s a o 6 . ® m o v i m e n t o . '4.Í
Parciais do resultado ao terminar o 5.® movimento 94708.
6.® Movimento.
fCv^ò®-x\^'
■«'/ e c o n t i n u a m o s d i z e n d o : 7 X 4 = 2 8 mais 4 que vão do 5.® movimento 32 m a i s 3 X 1 i g u a l 3 e são 35, escreve mos 5 e vão 3 quelevamos ao 7.® mo
v i m e n t o .
Parciais do resultado ao terminar o 6.® movimento 5947G8.
7.® e último movimento. T o t a l 1 5 5 9 4 7 6 8 . O U r e s u l t a d o a o t e r m i n a r a g o r a : 3 X 4 = • 1 2 m a i s 3 q u e v ã o d o 6 . ® m o v i m e n t o = 1 5 q u e e s c r e v e m o s í n t e g r o p o r t e r t e r m i n a d o t o d a a c o n c a t e n a ç ã o d e o r d e n s . o 7 . ® e ú l t i m o m o v i m e n t o V
DIVEBSOS ALGARISMOS POR QUATRO
S e j a : 9 2 3 0 4 5 X 1678 154886510 1 . ® M o v i m e n t o , 4 . 0 ^ D i z e m o s 5 X 8 = 1 0 e s c r e v e m o s o O e v ã o 4 q u e l e v a m o s a o s e g u n d o m o v i m e n t o . 2 . ® M o v i m e n t o . a g o r a S X 4 m a i s 4 ( q u e v â o d o 1 . ® m o v i m e n t o ) s ã o 3 6 , m a i s 7 X 5 = 7 1 , )> escrevemos o 1 e vão 7 q u e l e v a m o s a o 3 . ® m o v i m e n t o . 0 - ^
Parece multo complicada a manipulação dos números na for
ma que acabamos -de expor. Mas não é assim, tendo um pouco
de bábito e prática, resulta mais cômodo e rápido, que pelo mé
todo comum, como poderão comprovar nossos leitores si se de
cidirem a operar por este método, tão prático, singelo e abreviado.
3 . ® M o v i m e n t o .
Agora 8X0 mais 7 (que
v ã o d o 2 . ® m o v i m e n t o ) s ã o 7 , m a i s 6 X 5 = 3 7 , m a i s 7 X 4 = 6 5 . e s c r e v e m o s 5 e v ã o 6 q u o l e v a m o s a o 4 . ® m o v i m e n t o . 5 2 4 - C. M. 5 3