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Apostila Tutorial Ftvs Logix5000

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Academic year: 2021

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CLLP

P ee

IHM

IHM

Co

Co

ntrolador

ntrolador

L23E-QB1

L23E-QB1

 -

 -

RSLogix 5000

RSLogix 5000

Factory Talk View Studio

Factory Talk View Studio

IHM PanelView Plus 600

IHM PanelView Plus 600

Professor MSc. Fábio Augusto Gentilin

Professor MSc. Fábio Augusto Gentilin

(2)
(3)

Conteúdo

Conteúdo

Índice de figuras ... 6

Índice de figuras ... 6

Índice de Índice de tabelas tabelas ... ... ... ... 13... 13

 A quem se destin  A quem se destina este tutorial a este tutorial ... ... ... 14... 14

Objetivo... 14 Objetivo... 14 Justificativa ... 14 Justificativa ... 14 Introdução Introdução ... ... ... ... 15... 15 Integração Industrial Integração Industrial ... ... ... ... 15... 15 Comunicaçã Comunicação entre o entre dispositivos dispositivos ... ... ... 16... 16

 Acessando o a  Acessando o ambiente dombiente do RSLinxRSLinx... ... ... 17... 17

Boas práticas: Verificando a Boas práticas: Verificando a existência de outros existência de outros servidores ativos servidores ativos ... 18... 18

Criando um Criando um driver driver de comunicação ...de comunicação ... ... ... 19... 19

Programação de controle industrial com Programação de controle industrial com RSLogix 5000RSLogix 5000... ... 22... 22

Iniciando o Iniciando o ambienteambiente RSLogix 5000RSLogix 5000 ... 22 ... 22

Implementando rotina de teste no Implementando rotina de teste no RSLogix 5000RSLogix 5000... ... ... 2323 Criando TAGs vinculados a estrutura do CLP ( Criando TAGs vinculados a estrutura do CLP ( Alias Alias) ) ... ... ... 2424 Fazendo o download do Fazendo o download do programa no controlador programa no controlador ... ... 25... 25

Configurando o servidor Configurando o servidor OPCOPC no no RS LinxRS Linx... ... ... 27... 27

IHM – IHM – Interface Homem-Máquina Interface Homem-Máquina ... ... ... 30... 30

 Acessando o a  Acessando o ambiente FTVS mbiente FTVS ... ... ... 30... 30

Configurand Configurando a o a comunicaçãcomunicação da o da IHM com o IHM com o CLP e CLP e o PC o PC ... ... 31... 31

Telas no Telas no FTVSFTVS ... 35 ... 35

Criando telas ... 37

Criando telas ... 37

Inserindo componente Inserindo componentes nas s nas telas criadas telas criadas ... ... ... 39... 39

Definindo a tela inicial da execução na IHM ... Definindo a tela inicial da execução na IHM ... ... 45... 45

Criando o arquivo de Criando o arquivo de aplicaçãoaplicação RuntimeRuntime ... ... ... 46... 46

Transferindo a aplicação para a IHM desejada ... Transferindo a aplicação para a IHM desejada ... ... 47... 47

Restaurando uma aplicação (. Restaurando uma aplicação (.mer mer ) desenvolvida no) desenvolvida no FTVSFTVS... ... 50... 50

Selecionan Selecionando a aplicação a ser do a aplicação a ser restaurada ...restaurada ... ... 51... 51

Carregando a aplicação selecionada Carregando a aplicação selecionada ... ... ... 52... 52

Criando animações no Criando animações no FTVSFTVS... ... ... 53... 53

Exercício de programação Ladder e Exercício de programação Ladder e sistema supervisório: sistema supervisório: ... ... 55... 55

Introduzindo um mostrador numérico ( Introduzindo um mostrador numérico (numeric displaynumeric display) ) na tna tela da ela da IHM IHM ... 56... 56

(4)

Inserindo texto na

Inserindo texto na tela tela ... ... ... ... 57... 57 Inserindo botão de

Inserindo botão de ShutdownShutdown na aplicação  na aplicação ... ... ... 58... 58

Técnicas de programação no

Técnicas de programação no ambiente RSLogix 5000 ambiente RSLogix 5000 ... ... 59... 59 Estrutura “

Estrutura “ Add-on Add-on” ” ... ... ... ... 59... 59

Procedimento para criação de bloco

Procedimento para criação de bloco Add-on Add-on ... 59 ... 59

Configurand

Configurando o bloco Add-on no o o bloco Add-on no programa ...programa ... ... 6... 633  Atividade Prátic

 Atividade Prática: Acionamena: Acionamento de motor via saída to de motor via saída analógica danalógica do CLP o CLP ... 65... 65 Cuidados com a segurança:

Cuidados com a segurança: ... ... ... ... ... 6565 Procedimento

Procedimento: : ... ... ... ... 65... 65 Passos para o

Passos para o desenvolvimdesenvolvimento do ento do projeto projeto ... ... ... 66... 66 Exercício de controle de velocidade: ...

Exercício de controle de velocidade: ... ... ... 6... 677  Alterando o con

 Alterando o controlador do protrolador do projeto jeto ... ... ... 6... 688  Adicionar o ca

 Adicionar o cartão de entradartão de entradas e saídas analós e saídas analógicas ... 71gicas ... 71 Interpretando os TAGs do controlador nos cartões de

Interpretando os TAGs do controlador nos cartões de I/O ...I/O ... ... 74... 74  Acessando pa

 Acessando parâmetros internorâmetros internos do cartão de I/O anas do cartão de I/O analógicas lógicas ... ... ... 7575 Criando animações no FTVS

Criando animações no FTVS... 76... 76  Animações de

 Animações de deslocamendeslocamento ...to ... ... ... ... 7676  Animação de d

 Animação de deslizamento eslizamento nono slider slider ... ... ... 77... 77

Controle de acesso no FTVS

Controle de acesso no FTVS... 80... 80  Atribuindo níve

 Atribuindo nível de acesso à tela l de acesso à tela do FTVS do FTVS ... ... ... ... 8080  Alterando a cor d

 Alterando a cor de fundo da tela e fundo da tela ... ... ... 8... 811 Exercício alteração de cores das telas no

Exercício alteração de cores das telas no FTVS: ...FTVS: ... .. .. 8181 Criando usuários e grupos de

Criando usuários e grupos de trabalho trabalho ... ... ... 81... 81 Exercício de controle de acesso: ...

Exercício de controle de acesso: ... ... . . 8383 Solução do exercício

Solução do exercício ... ... ... ... ... 8484 Criando botões de navegação entre as telas no FTVS ...

Criando botões de navegação entre as telas no FTVS ... ... ... 87... 87 Criando botão de retorno a tela (

Criando botão de retorno a tela (Return to Display ButtonReturn to Display Button) ... 89) ... 89

Introduzindo imagem no botão

Introduzindo imagem no botão ... ... ... 89... 89 Introduzindo relógio na tela

Introduzindo relógio na tela do FTVS do FTVS ... ... ... 90... 90 Introduzindo os botões de

Introduzindo os botões de LoginLogin e e LogoutLogout... ... ... 91... 91

Exibindo o usuário que está acessando a aplicação atual ...

Exibindo o usuário que está acessando a aplicação atual ... ... 92... 92 Exercício de

Exercício de controle de controle de acesso completo: acesso completo: ... ... ... 93... 93 Instruções lógicas no RSLogix 5000 ...

Instruções lógicas no RSLogix 5000 ... ... ... 9... 944 CMP (Comparação)

(5)

LIM (Limite) ... 95

MEQ (Máscara igual) ... 95

EQU (Igual) ... 96

NEQ (Diferente) ... 96

LES (Menor) ... 96

GRT (Maior) ... 96

LEQ (Menor ou igual) ... 97

GEQ (Maior ou igual) ... 97

Exercícios de instruções lógicas: ... 97

Tipos de dados (Data Types) noRSLogix 5000... 99

BOOL (Tipo de dados binários) ... ... 99

REAL (Tipo de dados com ponto flutuante) ... 99

DINT (Tipo de dados inteiro) ... 99

TIMER (Tipo de dados Temporizador) ... 99

Instruções de temporização e contagem no RSLogix 5000 ... 100

Temporizadores ... 100

TON – Tempo para ligar ... 100

TOF – Tempo para desligar ... ... 101

RTO – Temporizador Retentivo ... 102

ONS – One Shot... 103

COUNTER (Tipo de dados Contador) ... ... 103

Comandos de texto para instruções Ladder  no RSLOGIX 5000 ... 104

Trabalhando com sub-rotinas no ambiente RSLogix 5000... 105

Configuração da rede DeviceNet com controlador CompactLogix L23E-QB1B ... 108

Estados da Electronic Keying (chave de verificação de versão de firmware) ... 110

 Acesso ao ambiente RSNetworxs ... 111

Diagnóstico de rede ... 120

Utilizando o gerador de TAGs para DeviceNet... 122

Habilitando o cartão do scanner ... 126

Visualizando os parâmetros dos dispositivos da rede ... ... 127

 Acessando os parâmetros do inversor de frequência Powerflex40 ... 128

Testando o acionamento via rede ... 129

 Acessando os parâmetros do módulo DeviceNet E1 plus ... 131

(6)

Utilizando o RSLogix 5000 em ambiente simulado (emulado) ... 136

Configurando o driver de emulação ... 136

RSLogix Emulate 5000 ... 138

Inserindo cartões no rack do clp emulado ... 139

Exercício: ... 149

Exemplos de projetos ... 150

Comando manual/automático ... ... 150

Comando Liga/Desliga por um único botão de pulso (chave biestável) ... 150

Sinaleiro com um único temporizador ... 151

Estrutura de sub-rotinas ... 152

Rotinas de acionamento via rede DeviceNet ... 152

(7)

Índice de figuras

Figura 1: Diagrama de ligação dos dispositivos. ... 16

Figura 2: Arquitetura de interligação de dispositivos (RSLinx). ... 16

Figura 3: Abrindo o RS Linx. ... 17

Figura 4: Tela do RS Linx Classic. ... ... 17

Figura 5: DDE/OPC - Topic Configuration. ... 18

Figura 6: Limpando a lista do Topíc Configuration. ... 18

Figura 7: Configure Drivers. ... 19

Figura 8: Adicionando driver de comunicação ... 19

Figura 9: Finalização do lab15. ... 20

Figura 10: Configurações do driver Ethernet/IP Driver. ... 20

Figura 11: Configure Drivers. ... 20

Figura 12: RS Who. ... 21

Figura 13: Who active e cartões do CLP. ... 21

Figura 14: Acessando o RSLogix 5000. ... ... 22

Figura 15: Criando um novo controlador. ... ... 22

Figura 16: Criando TAGs no RSLogix 5000. ... 23

Figura 17: Configuração do TAG. ... 23

Figura 18: Apontando o TAG para Controller Tags. ... 24

Figura 19: Criação de TAG com vínculo (alias). ... 24

Figura 20: Configurando TAG. ... 25

Figura 21: Configurando o caminho de comunicação do CLP na rede ethernet com o PC. ... 25

Figura 22: Apontando para a CPU do controlador. ... ... 26

Figura 23: Fazendo o Download no CLP. ... 26

Figura 24: Concluindo o Download. ... 27

Figura 25: Configurando o servidor de dados OPC no RS Linx. ... 27

Figura 26: Conexão do projeto de controle com o CLP via RS Linx. ... 28

Figura 27: Driver de comunicação e slot da CPU do programa de controle. ... 28

Figura 28: Verificando os TAGs online através do RS Linx. ... 29

Figura 29: TAGs sendo verificados. ... ... 29

Figura 30: Acessando o Factory Talk View Studio... 30

Figura 31: Configuração do controlador. ... ... 30

Figura 32: Tela inicial de projeto do Factory Talk View Studio. ... 31

Figura 33: Configurando a comunicação de IHM com o CLP/PC. ... 31

Figura 34: Criando atalho para a comunicação entre dispositivos. ... 32

Figura 35: Nomeando o atalho de comunicação. ... 32

Figura 36: Apontando o caminho para a aplicação Design. ... 33

Figura 37: Confirmando as alterações. ... 33

Figura 38: Aviso de finalização de comando. ... 33

Figura 39: Visualizando a rede de dispositivos. ... ... 34

Figura 40: Adicionando o caminho do arquivo do programa de controle (.ACD). ... 34

Figura 41: Aplicando as alterações feitas. ... 35

Figura 42: Verificando as conexões feitas no atalho de comunicação. ... 35

(8)

Figura 44: Definição da IHM PanelView 600 plus. ... 36

Figura 45: Inserindo barra de título na aplicação. ... ... 37

Figura 46: Redimensionamento dos componentes das telas. ... 37

Figura 47: Inserindo telas. ... 38

Figura 48: Aspecto da tela inserida. ... 38

Figura 49: Inserindo botão Push Button na tela. ... ... 39

Figura 50: Propriedades do botão. ... 39

Figura 51: Configurações do push button. ... 40

Figura 52: Associando o TAG no botão. ... 40

Figura 53: Atualizando a lista de TAGs online. ... 41

Figura 54: Lista de TAGs online atualizada. ... 41

Figura 55: Associando o TAG no botão. ... 42

Figura 56: Botões na tela... 42

Figura 57: Criação de indicador multiestado. ... ... 43

Figura 58: Configurações do indicador multiestado. ... ... 43

Figura 59: Configuração dos estados 0 e 1. ... 44

Figura 60: Inserindo TAG ao indicador multiestado. ... ... 44

Figura 61: Salvando as configurações da tela. ... 44

Figura 62: Definindo a tela inicial. ... 45

Figura 63: Selecionando a tela inicial. ... 45

Figura 64: Criando uma aplicação Runtime. ... 46

Figura 65: Salvando e configurando a aplicação (.mer). ... 46

Figura 66: Gerando a aplicação (.mer). ... 47

Figura 67: Transferindo a aplicação para a IHM. ... ... 47

Figura 68: Configurando a transferência da aplicação (.mer). ... ... 48

Figura 69: Selecionando a aplicação a ser transferida. ... 48

Figura 70: Configurando a transferência para a IHM - Detalhes de execução em modo "Startup". ... 49

Figura 71: Tela de conclusão do Download. ... 49

Figura 72: Tela de seleção de aplicação já existente – clique em cancelar nesta tela. 50 Figura 73: Interface do FTVSsem aplicação carregada. ... .. 50

Figura 74: Application Manager  (Gerenciador de aplicação FTVS): Restaurando uma aplicação antiga. ... 51

Figura 75: Application Manager (Gerenciador de aplicação FTVS): Selecionando a aplicação desejada. ... 51

Figura 76: Exemplo de carregamento (restauração) de aplicação desenvolvida. ... 52

Figura 77: Renomeando a aplicação carregada. ... 52

Figura 78: Abrindo a aplicação restaurada. ... 52

Figura 79: Tela de seleção da aplicação restaurada. ... 53

Figura 80: Exemplo de imagens do FTVS. ... 53

Figura 81: Animação de rotação: Figura com aspecto rotativo. ... 54

Figura 82: Selecionando a animação de rotação. ... 54

Figura 83: Configurando a animação. ... ... 55

Figura 84: Exemplo de rotina para estímulo da animação. ... 55

Figura 85: Inserindo o TAG estimulante a animação da tela no FTVS. ... 56

(9)

Figura 87: Aplicação em teste com animação. ... 57

Figura 88: Inserindo texto na tela. ... 57

Figura 89: Tela de exemplo com texto inserido. ... 58

Figura 90: Introduzindo uma instrução encapsulada ADD-ON. ... 59

Figura 91: Salvando a instrução Add-on. ... ... 60

Figura 92: Configurando a instrução Add-on. ... 60

Figura 93: Inserindo Parameters na instrução Add-on. ... 61

Figura 94: Help da instrução SCL. ... 61

Figura 95: Editando o programa dentro da instrução Add-on. ... 62

Figura 96: Acessando o bloco criado. ... 62

Figura 97: Criando um TAG para identificar o bloco introduzido no programa. ... 63

Figura 98: Atribuindo nome ao TAG criado. ... 63

Figura 99: Funcionamento do bloco Add-on no programa. ... 64

Figura 100: Relação entre escalas. ... 66

Figura 101: Diagrama do cartão de entradas e saídas analógicas do CLP. ... 66

Figura 102: Esquema de ligações entre o inversor e o CLP. ... 68

Figura 103: Alterando o controlador do projeto. ... ... 68

Figura 104: Visualizando o controlador atual. ... ... 69

Figura 105: Alterando o controlador. ... 69

Figura 106: Atualizando para versão de CLP físico. ... ... 70

Figura 107: Confirmando as alterações feitas. ... 70

Figura 108: Finalizando as alterações. ... 71

Figura 109: Inserindo cartão de I/Os analógicas. ... 71

Figura 110: Selecionando o cartão de I/Os analógicas. ... 72

Figura 111: Configurando o cartão de I/Os analógicas. ... 72

Figura 112: Habilitando as entradas analógicas. ... 73

Figura 113: Habilitando as saídas analógicas. ... 73

Figura 114: Visualizando o novo cartão de I/Os analógicas. ... 74

Figura 115: Acessando o Controller Tags. ... 74

Figura 116: Tags do cartão de I/Os analógico-digitais. ... 75

Figura 117: Acessando parâmetros de entrada (data). ... 75

Figura 118: Deslocamento combinado. ... 76

Figura 119: Tipos de animações. ... 77

Figura 120: Selecionando um Slider . ... 77

Figura 121: Acessando o cursor do slider . ... ... 78

Figura 122: Selecionando a animação de deslocamento horizontal. ... 78

Figura 123: Configurando o slider . ... 78

Figura 124: Associando o TAG ao slider . ... 78

Figura 125: Configurações do slider para o TAG “REFERENCIA”. ... 79

Figura 126: Configurando a tela. ... 80

Figura 127: Configurações da tela. ... 80

Figura 128: Acessando usuários e grupos de usuários no FTVS. ... ... 81

Figura 129: Inserindo novo usuário. ... 81

Figura 130: Configurando o usuário. ... 81

Figura 131: Associando o usuário ao grupo de trabalho. ... 82

(10)

Figura 133: Criando novo grupo de usuários. ... ... 83

Figura 134: Configurando o grupo de usuários. ... ... 83

Figura 135: Selecionando o grupo de usuários. ... 84

Figura 136: Confirmando o grupo de usuários. ... ... 84

Figura 137: Acessando a segurança do sistema - "Runtime Security" ... 85

Figura 138: Tela de configurações de segurança. ... ... 85

Figura 139: Adicionando grupos de usuários. ... ... 85

Figura 140: Configurando grupo de usuário ENGENHARIA. ... 86

Figura 141: Configurações do grupo selecionado aceitas. ... 86

Figura 142: Configurando o botão de acesso à telas (Goto Display Button). ... 87

Figura 143: Configurando o acesso à tela. ... 87

Figura 144: Configurando o label do botão de acesso à tela. ... ... 88

Figura 145: Configurando tamanho e posição do botão. ... 88

Figura 146: Criando botão de retorno a tela que a solicitou. ... 89

Figura 147: Inserindo label no botão return to Display Button. ... 89

Figura 148: Inserindo imagem ao botão de return to Display Button. ... 90

Figura 149: Configurações do relógio. ... 90

Figura 150: Inserindo e configurando botão de Login. ... .... 91

Figura 151: Inserindo e configurando botão de Logout. ... 91

Figura 152: Inserindo e configurando mostrador de texto (string display). ... 92

Figura 153: Associando tag ao mostrador de texto. ... 92

Figura 154: Tela inicial com controle de acesso. ... 93

Figura 155: Aba compare. ... 94

Figura 156: Exemplo de comparação entre valores (instrução CMP). ... 94

Figura 157: Exemplos de implementação da instrução Compare. ... 95

Figura 158: Exemplo da instrução LIM. ... 95

Figura 159: Exemplo da instrução MEQ. ... 95

Figura 160: Exemplo da instrução EQU. ... ... 96

Figura 161: Exemplo da Instrução NEQ. ... 96

Figura 162: Exemplo de aplicação da instrução LES. ... 96

Figura 163: Exemplo de aplicação da instrução GRT. ... ... 96

Figura 164: Exemplo de aplicação da instrução LEQ. ... 97

Figura 165: Exemplo de aplicação da instrução GEQ. ... 97

Figura 166: Processo de mistura. ... 98

Figura 167: Acesso a aba Timer/Counter . ... 100

Figura 168: Exemplo de avaliação da instrução de temporização. ... 101

Figura 169: Exemplo de instrução TOF para avaliação. ... 102

Figura 170: Exemplo de utilização da instrução RTO. ... ... 102

Figura 171: Testando o contador e seus parâmetros. ... 103

Figura 172: Linha de comando do exemplo de edição por texto. ... 104

Figura 173: Acessando o código da linha escrita em Ladder. ... 104

Figura 174: Criando uma nova rotina (sub-rotina). ... 105

Figura 175: Nomeando a nova rotina. ... ... 105

Figura 176: Nova rotina criada. ... ... 106

Figura 177: Chamando a sub-rotina. ... 106

(11)

Figura 179: Hierarquia de rotinas. ... 107

Figura 180: Inserindo novo módulo (cartão) ao CLP. ... 108

Figura 181: Inserindo cartão Scanner de rede DeviceNet. ... 109

Figura 182: Configurando a revisão do módulo. ... 109

Figura 183: Configurando o cartão do Scanner DeviceNet no projeto. ... 110

Figura 184: Estados da chave de verificação de versão de firmware. ... 110

Figura 185: Aba connection. ... 111

Figura 186: Abrindo o RSNetworks para DeviceNet. ... 111

Figura 187: Tela inicial do RSNetworks para DeviceNet. ... 112

Figura 188: Localizando a rede DeviceNet. ... 112

Figura 189: Tela de confirmação. ... 113

Figura 190: Varredura da rede (varredura). ... 113

Figura 191: Dispositivos encontrados na rede DeviceNet. ... 113

Figura 192: Configurando o scanner de rede DeviceNet. ... ... 114

Figura 193: Confirmação de atualização da configuração de rede no scanner. ... 114

Figura 194: Configurando o slot do scanner no CLP. ... 115

Figura 195: Lista de devices encontrados durante a varredura. ... 115

Figura 196: Adicionando os dispositivos à lista de varredura da rede. ... ... 116

Figura 197: Abas Input e Output - regiões de memória mapeadas para rede DeviceNet. ... 116

Figura 198: Endereços dos devices. ... 117

Figura 199: Sumário da rede DeviceNet. ... ... 117

Figura 200: Aplicando as configurações ao cartão scanner. ... 118

Figura 201: Finalizando as configurações do scanner. ... 118

Figura 202: Baixando as configurações na rede. ... 119

Figura 203: Confirmação de download na rede. ... 119

Figura 204: Download na rede DeviceNet. ... 119

Figura 205: Salvando o projeto de rede DeviceNet. ... 120

Figura 206: Selecionando dispositivos para diagnóstico de rede. ... 120

Figura 207: Lista de dispositivos incluídos no diagnóstico de rede. ... 121

Figura 208: Status dos dispositivos da rede. ... 121

Figura 209: Inserindo o arquivo do projeto de rede. ... 122

Figura 210: Confirmando a inserção do projeto de rede. ... 122

Figura 211: Abrindo o DeviceNet Tag Generator . ... ... 123

Figura 212: Selecionando o arquivo do projeto de controle. ... 123

Figura 213: Selecionando o scanner do projeto. ... 124

Figura 214: Selecionando o arquivo do projeto de rede. ... 124

Figura 215: Selecionando o nó do scanner da rede. ... 124

Figura 216: Gerando os TAGs da rede DeviceNet. ... 125

Figura 217: Confirmação de TAGs encontrados na rede DeviceNet. ... 125

Figura 218: TAGs gerados. ... ... 126

Figura 219: Tela do projeto de controle com os TAGs criados. ... 126

Figura 220: Habilitando o módulo scanner. ... 127

Figura 221: Identificando os TAGs dos devices da rede DeviceNet. ... 127

Figura 222: Parâmetros de entrada do inversor de frequência. ... 128

(12)

Figura 224: Testando a comunicação da rede DeviceNet projetada. ... 129

Figura 225: Estado dos TAGs de entrada após o motor acionado. ... 130

Figura 226: Estado dos TAGs de saída após o motor acionado. ... 130

Figura 227: Acessando parâmetros do relé de sobrecarga. ... 131

Figura 228: Cartão DeviceNet para relé de sobrecarga E1 plus. ... 131

Figura 229: Relé de sobrecarga e cartão de rede associados. ... 132

Figura 230: Ligação do cartão E1 ao contator K1. ... . 132

Figura 231: Acionando o bit OutputA do módulo E1 plus. ... 132

Figura 232: Monitorando o status das entradas IN1 e IN2 de E1. ... 133

Figura 233: Foto do módulo CompactBlock I/O. ... 133

Figura 234: Configurando o endereço (nó) do bloco Remote I/O via DIP Switch rotativa. ... 134

Figura 235: Parâmetros de I/O do bloco de remotas (CompactBlock I/O). ... 134

Figura 236: Exemplo de rotina de escrita através de entradas digitais remotas. ... 135

Figura 237: Exemplo de rotina de leitura de saída digital remota. ... .... 135

Figura 238: Acessando a configuração de drivers (RSLinx). ... 136

Figura 239: Configurando drivers de comunicação. ... 137

Figura 240: Selecionando o driver de emulação do CLP. ... ... 137

Figura 241: Nome do driver de emulação. ... ... 137

Figura 242: Slot do RSLinx (CLP emulado). ... 138

Figura 243: Acessando o ambiente RSLogix Emulate 5000 . ... 138

Figura 244: RSLogix Emulate 5000 - interface baseada em rack. ... 139

Figura 245: Adicionando cartão no controlador emulado. ... 139

Figura 246: Seleção do tipo de cartão. ... 140

Figura 247: Configurando a CPU emulada. ... 140

Figura 248: Configurações avançadas da CPU emulada. ... 141

Figura 249: CLP emulado com CPU no slot 1. ... 141

Figura 250: Inserindo cartão de I/O genérico. ... 142

Figura 251: Atribuindo número do slot ao cartão. ... 142

Figura 252: Atribuindo rótulo para o cartão virtual criado (Entradas Digitais). ... 143

Figura 253: Rack com os cartões CPU e Generic I/O. ... 143

Figura 254: Controlador Emulado. ... 143

Figura 255: Adicionando cartão ao projeto de controle. ... 144

Figura 256: Selecionando o cartão de I/O genérico. ... 144

Figura 257: Revisão de firmware do cartão. ... 145

Figura 258: Configurando o cartão de entradas digitais emulado. ... 145

Figura 259: Finalizando a configuração do cartão. ... 145

Figura 260: Apontando o caminho da CPU da aplicação emulada. ... 146

Figura 261: Confirmação de Download. ... ... 146

Figura 262: Salvando configuração do CLP emulado. ... 147

Figura 263: Salvando as configurações do ambiente emulado. ... 147

Figura 264: Confirmar salvamento do Snapshot. ... ... 147

Figura 265: Restaurando as configurações do ambiente emulado. ... 148

Figura 266: Acessando o arquivo do Snapshot criado. ... 148

Figura 267: Tela de aviso de fechamento da aplicação emulada. ... 148

(13)

Figura 269: Liga e desliga por um botão de pulso. ... 151

Figura 270: Sinaleiro com um único temporizador. ... 151

Figura 271: Sub-rotinas no RSLogix 5000. ... 152

Figura 272: Comando LIGA/DESLIGA e limpa falha automático. ... 153

(14)

Índice de tabelas

Tabela 1:Representação do registrador de 16 bits. ... 65

Tabela 2: Controle de acesso às telas. ... ... 93

Tabela 3: Parâmetros das instruções de tempo. ... 100

(15)

 A q

 A quuem s

em se des

e destitina es

na estte tu

e tuttor

or ial

ial

Este tutorial foi desenvolvido com o intuito

Este tutorial foi desenvolvido com o intuito de compor material auxiliar para suporte às aulasde compor material auxiliar para suporte às aulas de Informática Industrial e Sistemas Distribuídos e Redes. Foi

de Informática Industrial e Sistemas Distribuídos e Redes. Foi elaborado durante o curso deelaborado durante o curso de extensão de Informática Industrial - turma 2/2012, formado por

extensão de Informática Industrial - turma 2/2012, formado por alunos da turma MEC4-I-A de 2012alunos da turma MEC4-I-A de 2012 do Cesumar.

do Cesumar.

Destina-se a alunos dos

Destina-se a alunos dos cursos de Engenharia de cursos de Engenharia de Controle e Automação (Mecatrônica),Controle e Automação (Mecatrônica),  Automação Indu

 Automação Industrial e Engenhstrial e Engenharia Elétrica.aria Elétrica.

Objetivo

Objetivo

O objetivo deste tutorial é

O objetivo deste tutorial é apresentar aos alunos uma referência para estudos aplicados àsapresentar aos alunos uma referência para estudos aplicados às aulas das disciplinas correlatas (Informática Industrial e

aulas das disciplinas correlatas (Informática Industrial e Sistemas Distribuídos e Redes) de Sistemas Distribuídos e Redes) de modomodo a auxiliá-los em suas atividades, dado a quantidade de detalhes envolvidos no processo de

a auxiliá-los em suas atividades, dado a quantidade de detalhes envolvidos no processo de aprendizage

aprendizagem m da ferramenta.da ferramenta.

Este tutorial não dispensa a aula e apenas complementa as observações do professor, de Este tutorial não dispensa a aula e apenas complementa as observações do professor, de modo que o aluno tenha que anotar o mínimo possível de informações durante a aula, podendo modo que o aluno tenha que anotar o mínimo possível de informações durante a aula, podendo atentar as explicações da aula.

atentar as explicações da aula.

Justificativa

Justificativa

 A quantidade d

 A quantidade de informações “e informações “despejada” ddespejada” durante uma auurante uma aula de Informática Inla de Informática Industrial oudustrial ou Sistemas Distribuídos e Redes é muito grande e por muitas vezes o aluno não consegue Sistemas Distribuídos e Redes é muito grande e por muitas vezes o aluno não consegue acompanhar todo o desenvolvimento da aula, então as mesmas acabam por ficar pouco acompanhar todo o desenvolvimento da aula, então as mesmas acabam por ficar pouco produtivas.

produtivas.

Este tutorial preenche a lacuna representada pela dúvida no momento em que o aluno se Este tutorial preenche a lacuna representada pela dúvida no momento em que o aluno se submete a realizar os passos repassados pelo professor da disciplina e permite que o mesmo submete a realizar os passos repassados pelo professor da disciplina e permite que o mesmo detenha a maior parte das anotações de aula já em mãos, possibilitando os estudos mesmo detenha a maior parte das anotações de aula já em mãos, possibilitando os estudos mesmo estando em casa.

(16)

Introdução

Introdução

Inte

Integração

gração Industrial

Industrial

Quando nos referimos a automação industrial somos tentados a pensar em CLPs, Quando nos referimos a automação industrial somos tentados a pensar em CLPs, inversores de frequência, sistemas

inversores de frequência, sistemas supervisóriosupervisórios, sensores, s, sensores, atuadores, redes industriais,atuadores, redes industriais, etc., mas normalmente não pensamos acima deste ponto, daí

etc., mas normalmente não pensamos acima deste ponto, daí é que vem é que vem a pergunta:a pergunta: ““Para onde vão todos os dados coletados pelo CLP e entregues aos sistemasPara onde vão todos os dados coletados pelo CLP e entregues aos sistemas supervisórios?”

supervisórios?”

Na verdade, não é muito útil investir em todos estes recursos s não associarmos os Na verdade, não é muito útil investir em todos estes recursos s não associarmos os mesmos a um ganho na produção ou a capacidade de gerenciamento e gestão de um mesmos a um ganho na produção ou a capacidade de gerenciamento e gestão de um processo de manufatura. Atualmente, os

processo de manufatura. Atualmente, os CLPs (Controladores Lógico ProgramáveiCLPs (Controladores Lógico Programáveis)s) apresentam recursos que os permite controlar processos cada vez mais críticos,

apresentam recursos que os permite controlar processos cada vez mais críticos, alinhadoalinhados as a necessidade de minimizar falhas e paradas de máquina que representam prejuízos muito necessidade de minimizar falhas e paradas de máquina que representam prejuízos muito significativos ao processo

significativos ao processo produtivo.produtivo.

Na indústria moderna, todos os recursos necessários para manter o funcionamento de Na indústria moderna, todos os recursos necessários para manter o funcionamento de um processo são custeados em termos de

um processo são custeados em termos de custo do equipamento, custo da energia elétricacusto do equipamento, custo da energia elétrica consumida pelo o processo, custo de pessoal necessário para operar o processo, custo consumida pelo o processo, custo de pessoal necessário para operar o processo, custo dede máquina parada (em caso de falhas) custo fixo

máquina parada (em caso de falhas) custo fixo das instalações, entre outros.das instalações, entre outros.

Para que tudo funcione corretamente, é necessário que indicadores de desempenho Para que tudo funcione corretamente, é necessário que indicadores de desempenho de cada etapa do processo sejam integrados a

de cada etapa do processo sejam integrados a bases gestoras capazes de converter osbases gestoras capazes de converter os dados gerados na planta fabril em informações que representam cifras, necessárias ao dados gerados na planta fabril em informações que representam cifras, necessárias ao

gerenciamento da manufatura. Para que haja sintonia entre o chão de fábrica e a gestão dos gerenciamento da manufatura. Para que haja sintonia entre o chão de fábrica e a gestão dos recursos necessários a produção industrial, é necessário que os dados do processo sejam recursos necessários a produção industrial, é necessário que os dados do processo sejam condicionados de maneira fiel e organizada e entregues a servidores capazes de processar condicionados de maneira fiel e organizada e entregues a servidores capazes de processar e armazená-los para finalmente inferir se correspondem ao desejado para a atual produção. e armazená-los para finalmente inferir se correspondem ao desejado para a atual produção.  Ao processo de

 Ao processo de entrega de dadentrega de dados do processo os do processo do chão de fábdo chão de fábrica aos sistemarica aos sistemas de bancoss de bancos de dados especialistas que compõe o PIMS (Sistema de Gerenciamento de dados da

de dados especialistas que compõe o PIMS (Sistema de Gerenciamento de dados da planta) é dado o nome

planta) é dado o nome de Integração Industrial.de Integração Industrial.  A integração Ind

 A integração Industrial existe coustrial existe com o intuito de com o intuito de controlar a produntrolar a produção ou manução ou manufatura, nofatura, no sentido de tornar transparente as informações dentro de uma estrutura de rede de dados e sentido de tornar transparente as informações dentro de uma estrutura de rede de dados e disponibili

disponibilizá-los a sistemas zá-los a sistemas analíticos capazes de monitorar e analíticos capazes de monitorar e identificar gargalos naidentificar gargalos na produção ou desperdícios que podem ser minimizados.

produção ou desperdícios que podem ser minimizados.

Muitos desafios são encontrados quando o assunto é coletar dados e

Muitos desafios são encontrados quando o assunto é coletar dados e convertê-los emconvertê-los em informações, um deles é a

informações, um deles é a comunicação entre os dispositivos desde o chão de fábrica até comunicação entre os dispositivos desde o chão de fábrica até osos níveis mais elevados de gestão industrial. A importância e

níveis mais elevados de gestão industrial. A importância e a responsabilidaa responsabilidade de um de de um sistemasistema inteligente de integração estão alinhadas com o argumento de que:

inteligente de integração estão alinhadas com o argumento de que:

(17)

Comunica

Comunicação entre dispositivoção entre dispositivo ss

Para que qualquer programa funcione, inicialmente é necessário que a comunicação Para que qualquer programa funcione, inicialmente é necessário que a comunicação entre as entidades do projeto de controle funcione, ou não haverá integração de dados entre entre as entidades do projeto de controle funcione, ou não haverá integração de dados entre o processo e os

o processo e os sistema de supervisão e controle.sistema de supervisão e controle.

Todos os CLPs apresentam seu próprio método para trocar informações entre o Todos os CLPs apresentam seu próprio método para trocar informações entre o processo industrial e o sistema supervisório integrado no computador pessoal, cada qual processo industrial e o sistema supervisório integrado no computador pessoal, cada qual fazendo uso de determinado protocolo e meio físico, além

fazendo uso de determinado protocolo e meio físico, além de aplicativos próprios para cadade aplicativos próprios para cada família de

família de controladorcontroladores.es.

Para os controladores da família

Para os controladores da família Controllogix/CompactLogixControllogix/CompactLogix e e IHMs PanelViewIHMs PanelView éé utilizado o software

utilizado o software RSLinxRSLinx para o  para o gerenciamegerenciamento da comunicação entre os dispositivos e nto da comunicação entre os dispositivos e oo

PC. PC.

Figura 1: Dia

Figura 1: Diagrama de ligaçãgrama de ligação dos o dos dispositdisposit ivos.ivos.

 A comunicação

 A comunicação entre os disposientre os dispositivos utilizadotivos utilizados neste tutorial é fes neste tutorial é feita através de protoita através de protocolocolo Ethernet/IP com um distribuidor de rede (

Ethernet/IP com um distribuidor de rede (SwitchSwitch) não gerenciável com cinco portas. A Figura 2) não gerenciável com cinco portas. A Figura 2 mostra a arquitetura de comunicação entre as entidades PC - CLP – IHM, reforçando a presença mostra a arquitetura de comunicação entre as entidades PC - CLP – IHM, reforçando a presença do ambiente de edição e simulação do programa de controle, que utiliza o ambiente

do ambiente de edição e simulação do programa de controle, que utiliza o ambiente RSLogixRSLogix 5000 5000 e o ambiente de

e o ambiente de edição e simulação de sistema supervisórioedição e simulação de sistema supervisório Factory Talk ViewFactory Talk View..

Figura 2: Arquitetura de interligação de disposi

(18)

 Acessando o ambiente do

RSLinx

Para configurar o gerenciador de comunicação RSLinx, deve-se acessar sua

interface, executando a sequencia de comandos (Figura 3):

Iniciar – Programas – Rockwell Software – RSLinx – RSLinx Classic .

Figura 3: Abrindo o RS Linx.

Normalmente ele é executado automaticamente e fica em um ícone no canto inferior da tela na barra de tarefas, mas pode ser acessado através do Menu iniciar do Windows.

(19)

Boas práticas: Verificando a existência de outros servidores ativos Clicar em DDE/OPC e depois em Topic Configuration...

Figura 5: DDE/OPC - Topic Confi gurati on.

Limpar (apagar) todos os nomes de programas que estão listados em “Topic List”

Figura 6: Limpando a lista do Topíc Configuration.

(20)

Criando um driver  de comunicação

Clicar em RS WHO e verificar o driver  de comunicação “Ethernet/IP Drivers”. Caso

não esteja disponível, instalar o driver  através do menu “Configure Drivers...”[1].

Figura 7: Configure Drivers.

Clicar na seta e escolher “Ethernet/IP Driver ”.

Figura 8: Adicionando driver de comuni cação

(21)

Figura 9: Finalização do lab15.

 Apontar o endereço de origem (endereço IP do seu PC):

Figura 10: Configurações do driver Ethernet/IP Driver.

Clicar em aplicar e em Ok.

Figura 11: Configure Drivers.

(22)

Verifi cando os drivers inst alados

Figura 12: RS Who.

Verifique as conexões de rede disponíveis

Figura 13:Who active e cartões do CLP.

Cartões do CLP

IHMs da Rede

(23)

Programação de controle industr ial com

RSLog ix 5000

Iniciando o ambiente

RSLogix 5000 Execute a seqüência de comandos [2]:

Figura 14: Acessand o o RSLogix 5000.

Criar novo controlador:

(24)

Implementando r otina de teste no

RSLogix 5000

Figura 16: Criando TAGs no RSLogix 5000.

Figura 17: Configu ração do TAG.

 Alterar o “Scope” para “ ACIONA BANCADA”. Assim, os TAGs serão endereçados a controller tags.

(25)

Figura 18: Apont ando o TAG paraController Tags.

Criar todos os tags diretamente dos nomes nas estruturas.

Criando TAGs vinculados a estrutura do CLP (

 Al ias

)

No exemplo dos TAGs de saída, criar vínculo do tipo Alias (pseudônimo) com uma

saída física, para permitir o acionamento na bancada, conforme o exemplo:

(26)

 Apontar para o número da saída de interesse (no caso, o utilizado foi à saída “0”).

Figura 20: Configurando TAG.

Fazendo o download do programa no con trolador

Primeiramente, deve-se apontar o caminho de comunicação com o CLP, através do ícone “Who active”.

(27)

Figura 22: Apontando para a CPU do controlador.

 Apontar o endereço do CLP na rede (driver criado – Ethernet/IP Driver) e clicar no slot da CPU. Depois clicar em “Set Project Path”. Clique em “Download”.

 A tela de confirmação irá surgir. Caso esteja de acordo com as mensagens, prossiga.

Figura 23: Fazendo o Down load no CLP.

(28)

Figura 24: Concluind o o Download.

Confirmar clicando em SIM.

Configurando o servidor

OPC

 no

RS Linx

Clicar em DDE/OPC: Topic Configuration

Figura 25: Configurando o servidor de dados OPC no RS Linx.

Perceba que o nome do programa que está “online” aparece na lista. Devemos

apontar o caminho da CPU do CLP onde o mesmo está “rodando”:

Clicar no nome do programa;

Clicar no slot da CPU do CLP desejado;Clicar em Apply;

Clicar em Done;

Clicar na aba “ Advanced Communication”.

Programa em execução

(29)

Notar que no campo “Communications Drivers” está listado o driver utilizado para

comunicação com o CLP;

Em Station: deve aparecer automaticamente o endereço da CPU (slot da CPU do

CLP: 0 – clp físico).

Figura 26: Conexão do pro jeto de cont role com o CLP via RS Linx.

(30)

Para verificar se os “TAGs” do programa em execução estão “online”, clicar em Edit –

“Copy DDE/OPC link...”:

Figura 28: Verificando os TAGs online através do RS Linx.

Clicar no nome do programa em execução e na palavra “online”. Os tags neste modo

devem aparecer no lado direito da tela (caso estejam em Controller Tags no RSLogix 5000).

Figura 29: TAGs sendo verificados.

(31)

IHM – Interface Homem-Máquina

O ambiente de desenvolvimento da interface homem-máquina deste tutorial é o Factory Talk View Studio (FTVS), lembrando que há duas variações do ambiente Factory Talk, sendo:

SE (Site Edition): Corresponde a aplicação que roda no PC eME (Machine Edition): Corresponde a aplicação que roda na IHM.

 Acessando o ambiente FTVS

Execute a sequencia de comandos [3]; [4]: “Iniciar – Programas – Rockwell sof tware  – Fact ory Tal k Vi ew – Factory Talk View Stu dio” (Figura 30).

Figura 30: Acessando oFactory Talk View Studi o. Clicar em “NEW”e preencher os campos. Depois clicar em Create.

Figura 31: Configuração do control ador.

(32)

Figura 32: Tela inicial de projeto do Factory Talk View Studio.

Configur ando a comunicação da IHM com o CLP e o PC

No FTVS:

Clicar em “RSlinx Enterprise” e duas vezes em “Communication Setup”.

Figura 33: Config urando a comun icação de IHM com o CLP/PC.

Clicar em concluir

Communication Setup

(33)

Figura 34: Criando atalho para a comunic ação entre dispositi vos.

 Atribua nome ao atalho (shortcut), no exemplo, “bancada1”.

Figura 35: Nomeando o atalho de comunicação.

Clicar em bancada 1 e apontar o caminho (path) da comunicação para a aba Design (local), apontando o slot da CPU do CLP que coincida com o programa que está rodando no

(34)

Figura 36: Apontando o caminho para a aplicação Design.

Figura 37: Confirmando as alterações.

Clicar em Sim.

Copiar a configuração do caminho da rede para a aba “Runtime (target)” clicando no

botão “Copy from Design to Runtime”:

(35)

Clicar em Sim.

Figura 39: Visualizando a rede de d ispositi vos.

Verifique que os caminhos da aba Design e Runtime são os mesmos.

Próximo passo: Apontar o caminho do arquivo de tags offline”offline tag file” clicando

em Browse:

(36)

Clicar em aplicar ( Apply);

Figura 41: Aplicando as alterações feitas.

Clicar em Sim.

Para verificar se todos os passos foram concluídos com sucesso, clicar em verificar (Verify), conforme Figura 42:

Figura 42: Verificando as co nexões feitas no atalho de co municação.

Note que três modificações foram feitas no atalho com relação à aplicação Design, Runtime e arquivo do programa de controle (Ladder ).

Feito isso, clicar em CLOSE e depois em OK.

Telas no

FTVS

Para criar telas, podemos configurar inicialmente o tamanho da tela final onde a aplicação irá ser executada, clicando em “Project Settings”:

(37)

Figura 43: Definind o o tamanho da tela da IHM.

Na opção “Project Window size” escolha a tela referente à sua IHM (Panel View Plus 400/600):

Figura 44: Definiç ão da IHMPanelView 600plus. Na aba Runtime, atribuir título à aplicação e clicar em OK:

(38)

Figura 45: Inserindo barra de título na aplicação.

Figura 46: Redimensionamento dos componentes das telas.

Caso concorde com as opções selecionadas, clicar em OK. Criando telas

(39)

Figura 47: Inserindo telas.

(40)

Inserindo comp onentes nas telas criadas

Nas telas da interface, utilizamos componentes do tipo: botões (push buton, etc.),

mostradores (displays, indicators, etc), campos de edição (numeric input, etc.), entre

outros. Nesta seção serão mostrados alguns componentes utilizados em telas de sistemas supervisórios.

Inserindo bo tões a tela de aplicação

Na tela em branco, inserir um botão momentâneo (push button):

Figura 49: Inserindo botãoPush Button na tela. Clicar duas vezes no botão criado:

(41)

Na aba “States”, selecionar as opções de fonte e cor para o botão de acordo com a

necessidade:

Figura 51: Configur ações do push button. Na aba connections, clicar abaixo da opção “TAG”:

(42)

Neste momento, deve-se associar um tag ao botão (neste caso é o botão liga):

Figura 53: Atualizando a lista de TAGs online.

Clicar com o botão direito no nome do programa que está rodando e selecione a opção “refresh all folders”

(43)

Note que os tags que estão online devem aparecer no lado direito da tela. Selecionar o tag “LIGA” correspondente ao botão em edição neste momento e clicar em OK.

Figura 55: Ass ociando o TAG no botão.

Clicar em OK na Figura 55.

Fazer o mesmo para todos os outros componentes da mesma natureza.

Inserindo indic ador multiestado na aplicação

(44)

Figura 57: Criação de in dicador m ultiestado.

Clicando duas vezes no campo criado, edita-se o mesmo:

Figura 58: Configurações do indicador multiestado.

Clicar em states e configurar dois estados para o tag “MOTOR”:

(45)

Figura 59: Configu ração dos estado s 0 e 1.

Para finalizar, clicar na aba connections e apontar o TAG “MOTOR”. Clicar em OK nas

próximas telas (Figura 60 e Figura 61).

Figura 60: Inserindo TAG ao ind icador mul tiestado.

Salvar a tela criada clicando no disquete ou em: “File- Save As”.

Figura 61: Salvando as configurações da tela.

(46)

Definindo a tela inicial da execução na IHM

Clique em “STARTUP”

Figura 62: Definindo a tela inicial.

Desmarque as opções que estavam marcas e marque “Initial Graphic” e selecione a

tela salva (INICIO):

Figura 63: Selecionando a tela inicial.

(47)

Criando o arquivo de aplicação

Runtime Clicar em: Application – Create Runtime Application…

Figura 64: Criando uma aplicaçãoRuntime.

Verifique o nome do arquivo e clique em salvar, sem alterar as demais opções:

Figura 65: Salvando e configurando a aplicação (.mer).

(48)

NOTA: NOTA:

 As três opções em

 As três opções em ““Conversion to development applicationConversion to development application” significam:” significam:

  Al Al wayways als al lolo w cw c onon verver sisi onon:: Permite que a aplicação quando restaurada seja Permite que a aplicação quando restaurada seja

convertida para outro modelo de IHM. convertida para outro modelo de IHM.

 NeNever allow conversiover allow conversio n:n: Nunca será permitido que a aplicação restaurada Nunca será permitido que a aplicação restaurada

seja convertida para outro modelo de IHM. seja convertida para outro modelo de IHM.

 Conversion protected by password:Conversion protected by password: Permite que a aplicação quandoPermite que a aplicação quando

restaurada seja convertida para outro modelo de IHM, mas requer uma senha. restaurada seja convertida para outro modelo de IHM, mas requer uma senha. O método de

O método de restauração da aplicaçãorestauração da aplicação  será visto mais adiante. será visto mais adiante.

Figura 66: Gerando a apli

Figura 66: Gerando a apli cação (.mer).cação (.mer).

O

O FTVSFTVS gera então um arquivo com extensão gera então um arquivo com extensão mer mer  ( (.mer .mer ), o qual contém as), o qual contém as

configuraçõe

configurações criadas até s criadas até o momento.o momento.

Transferind

Transferind o a apli

o a aplicação para a IH

cação para a IHM desejada

M desejada

Clicando na opção “

Clicando na opção “Transfer Utility...Transfer Utility...””

Figura 67: Transferin

(49)

Na tela seguinte (Figura

Na tela seguinte (Figura 68), apontar o 68), apontar o arquivo criado (ACIONA_BANCADAarquivo criado (ACIONA_BANCADA.mer):.mer):

Figura 68: Configurando a transferência da aplicação (.mer). Figura 68: Configurando a transferência da aplicação (.mer).

Figura 69: Selecionando a aplicação a ser transferida. Figura 69: Selecionando a aplicação a ser transferida.

(50)

Clicar em abrir. Clicar em abrir.  Apontar a IHM de

 Apontar a IHM desejada e selecsejada e selecionar as opçõionar as opções de execução es de execução conforme Figura conforme Figura 70:70:

Figura 70: Configu

Figura 70: Configu rando a transrando a trans ferência para a IHM ferência para a IHM - De- Detalhes de execução em mtalhes de execução em m odo "odo "StartupStartup"" .. Clicar em “

Clicar em “DownloadDownload”.”.

Figura 71: Tela de conclusão do

Figura 71: Tela de conclusão doDownloadDownload..  A aplicação fo

 A aplicação foi transferida pari transferida para a IHM seleciona a IHM selecionada com sucesada com sucesso. Aguardar o reso. Aguardar o reinícioinício da IHM e testar as

da IHM e testar as funções atribuídas à mesma.funções atribuídas à mesma.

IHM IHM desejada desejada Opções Opções de de execução execução

(51)

Re

Restaurand

staurando um

o uma a

a apli

plicação (.

cação (.

mmer er 

) dese

) desenvolv

nvolvida no

ida no

FTVSFTVS Inicialmente, abrir o

Inicialmente, abrir o FTVSFTVS e depois clicar em cancelar na tela de abertura: e depois clicar em cancelar na tela de abertura:

Figura 72: Tela de seleção de a

Figura 72: Tela de seleção de aplipli cação já existcação já exist ente – cliquente – cliqu e em cancelar nesta tela.e em cancelar nesta tela.

 Aparecerá a tela

 Aparecerá a tela sem aplicação sem aplicação carregada:carregada:

Figura 73: Interface do

(52)

Selecionando a aplicação a ser restaurada Clicar em: Tools – Application Manager...

Figura 74: Ap pl ic ati on Manager  (Gerenciador de aplicaçãoFTVS): Restaurando uma aplicação

antiga.

Marcar a opção “Restore runtime application” e clicar em Avançar.

Figura 75: Appli cation Manager (Gerenciado r de aplicação FTVS): Selecion ando a aplicação desejada.

(53)

Figura 76: Exemplo de carregamento (restauração) de aplicação desenvolvida.

Clicar em avançar e alterar o nome da aplicação (caso necessário).

Figura 77: Renomeando a aplicação c arregada.

Carregando a aplicação selecionada

Clicar em abrir para acessar a aplicação na lista de aplicações:

(54)

 A tela de abertura com as aplicações deve ser exibida:

Figura 79: Tela de seleção da aplicação restaur ada.

Clicar na aplicação carregada (Aula2_2) e depois em Open.

Criando animações no

FTVS

Primeiramente devemos introduzir uma imagem na tela de interesse.

Em Libraries e selecione uma tela com imagens de seu interesse. Ex.: Motors

Figura 80: Exemplo de imagens doFTVS.

(55)

Figura 81: Anim ação de rotação: Figura com aspecto rotativo.

Clicando 3 vezes no círculo menor da maior engrenagem, obtemos a marcação necessária para acessar os parâmetros de edição de animação. Clicar com o botão direito na seleção e em animation e depois em rotation.

(56)

Figura 83: Configurando a animação.

Note que emExpression a expressão responsável pela animação de rotação da

imagem é “system/Second”, que significa segundos do relógio do PC.

 A opção “Use constant” em “Expression Range” utiliza “Min: 0 a Max: 60” para realizar

a rotação de “0 a 360°”.

Exercício de programação Ladder e sistema supervisório :

No RSLogix 5000, criar rotina que quando acionar o motor produza uma contagem de 0 a 10 contínua para 0 a 360°.

(57)

Criar um tag em “Controller tags” chamado “cont” com vínculo (alias) para o parâmetro

acumulado (.acc) do contador “c1”.

 Apontar os tags na aplicação de acordo com sua função, sendo que o tag cont deve ser aplicado ao tag de animação da imagem escolhida:

Figura 85: Inserindo oTAG estimulante a animação da tela noFTVS.

 Alterar “Expression range” para valores de 0 a 10. Observe que o centro de rotação da imagem ocorre com escala corrigida (0,11). Outras imagens podem assumir o centro da peça, de acordo com as características da figura.

Introduzindo um mostrador numérico (

numeric display

) na tela da

IHM

Clicar na opção e criar um retângulo na tela para exibir a contagem de pulsos do tag “cont”. Introduzir dois botões do tipo “push button” ( ) para liga e desliga e associá-los

aos respectivos tags.

Figura 86: Componentes d a tela.

Push button Numeric display  Imagem com animação

(58)

Clicando em “test display”( ), é possível visualizar a aplicação sendo testada.

Figura 87: Aplicação em teste com animação.

Inserindo texto na tela

Clicar em e marque na tela a região desejada a ser inserido o texto.

Figura 88: Inserindo texto na tela.

Deve ser exibida a Figura 88. Configurar o texto de acordo com a necessidade e clicar em Aplicar e OK. Daí então a Figura 89 de exemplo deve ser exibida.

(59)

Figura 89: Tela de exemplo com texto inserido.

Inserindo botão de

Shutdown

 na aplicação

O botão de Shutdown tem a função de finalizar a execução da aplicação e acessar a

página inicial de configurações da IHM. Em modo de simulação na aplicação “SE”, retorna a tela de edição do FTVS e em modo “ME”, reinicia a IHM e acessa a tela de configurações da mesma.

Para introduzir este botão na tela da IHM, deve-se utilizar o ícone e marcar uma região na tela de interesse (normalmente na tela inicial da aplicação).

(60)

Técnicas de programação no ambiente RSLogix 5000

Estrutura “

 Ad d-o n

O objetivo é converter uma rotina em um bloco que poderá ser utilizado em outros programas. Este bloco chama-se Add-on [5].

Procedimento para criação de bloco Ad d-o n

No ambiente RSLogix 5000, clicar com o botão direito do mouse em “ Add-on instructions” e depois em “New Add-on Instruction...”

Figura 90: Introduzindo uma instrução encapsulada ADD-ON.

Será utilizado um bloco Add-on para converter a equação de conversão dada em um

programa encapsulado.

 A equação de escala (SCL) é mostrada em Eq. 1:

                  ESC  MIN   MIN   ENTRADA  MAX   ENTRADA  MIN   ESC   MAX   ESC   MIN   ENTRADA  ENTRADA  ESC  OUT  _   _   _   _   _  .  _   _  Eq. 1

(61)

Onde:

OUT_ESC é a saída escalonada, variando entre ESC_ MIN e ESC_ MAX. A saída escalonada varia de

acordo com a variação que ocorre, através do valor do TAG “ENTRADA”, que significa o valor atual da

entrada, entre os limites impostos por ENTRADA_MIN e ENTRADA_MAX.

Figura 91: Salvando a instrução Add-on.

Figura 92: Configurando a instrução Add-on.

Clicando na aba “Parameters”, devemos entrar com as variáveis utilizadas na

(62)

Figura 93: InserindoParameters na instruç ão Add-on.

Figura 94: Help da instrução SCL.

(63)

Figura 95: Editando o p rograma dentro da instruç ão Add-on.

Depois de implementadas as linhas de código para a equação dada, o bloco SCL_EXT implementado pode ser utilizado na rotina principal do programa acessado a partir da aba “ Add-on”:

Figura 96: Acessando o bloco criado. Campo onde será editado o programa dentro da

instrução Add on

(64)

Configurando o bloco A dd-on no programa

Deve-se atribuir um nome (identificador) par ao bloco no campo “SCL_EXT”, ex.:

SCL1:

Figura 97: Criando um TAG para identificar o bl oco int roduzido no programa.

(65)

Depois de configurado o bloco para operar com uma faixa de entrada de 0 a 32767 e com uma faixa de saída variando entre 0 e 60 Hz, obtemos o resultado da Figura 99.

(66)

 Atividade Prática: Acionamento de motor via saída analógica do CLP

Para esta atividade será utilizado um inversor de frequência CFW 10 (WEG) e um motor assíncrono de 1800 RPM (4 polos) [6].

Cuidados com a segurança:

Procedimento:

1. Instalar o inversor de frequência CFW10 (WEG) e configurar os parâmetros conforme a seqüência [7]:

2. Inicialmente, desbloquear o teclado do inversor: P000 = 5; 3. Carregar configuração de fábrica – parâmetro: 204 = 5;

4. Configurar os demais parâmetros com os valores:

P230: 1 (seleção de comando remoto)P133: 0 Hz (frequência mínima);

P134: 60 Hz (frequência máxima);P221: 1 (Referência de velocidade);

P235: 0 (Sinal da entrada analógica – 0 a 10V);

5. Interligar as bobinas do motor em 380 V (estrela¹).

O acionamento consiste em utilizar o CLP Compactlogix L23E-QB1B para o

acionamento de um motor assíncrono através de um inversor de frequência CFW10 (WEG).  A variação de velocidade do motor é dada por meio do cartão de entradas e saídas

analógicas modelo 1769-IF4X0F2 (4 entradas e 2 saídas) encontrado no slot 4 do CLP.

CUIDADO: O cartão de entradas e saídas analógicas opera com potenciais de tensão de até 10 V. Não introduzir potencial maior para evitar danos ao equipamento!

 A relação de variação de velocidade consiste nas características do cartão de I/O analógicas que dispõe de 16 bits de resolução, sendo o bit mais significativo, o bit de sinal (+/-, sendo 0=+ e 1=-). A Tabela 1 mostra a representação dos 16 bits.

SINAL (+/-) BIT 15 BIT 14 BIT 13 BIT 12 BIT 11 BIT 10 BIT 9 BIT 8 BIT 7 BIT 6 BIT 5 BIT 4 BIT 3 BIT 2 BIT 1 BIT 0

Tabela 1:Representação do regist rador d e 16 bits .

Os demais bits totalizam a relação 215=32768, limitando este cartão a operar com

limites entre 0 e 32767 para as grandezas de entrada a saída envolvidas, sendo assim, conforme as proporções da Figura 100:

ATENÇÃO:

Para utilizar as bancadas de Informática industrial e Redes, devese adotar os cuidados com a segurança previstos pelas normas da NR10.

CUIDADO!Equipamento energizado! –Risco de choque elétrico. Operar com atenção e equipamento de segurança adequado.

(67)

Figura 100: Relação entre escalas.

O diagrama que representa o cartão de entradas e saídas (I/O) analógicas do CLP utilizado (1769-IF4X0F2) é representado na Figura 101.

Figura 101: Diagrama do cartão de entradas e saídas analógi cas do CLP.

Passos para o desenvolvimento do projeto

1. Através do RS Linx, configurar a comunicação com o CLP através do driver  de

comunicação adequado (para rede ethernet “EtherNet/IP Driver ”) [8][1];

2. No RSLogix 5000 , criar um novo projeto e adicionar o cartão de entradas e saídas

analógicas 1769-IF4X0F2 clicando com o botão direito em “expansion I/O” – “New Module...”[2];

3. Na aba “General”, configurar o cartão adicionado:

Nome do cartão;Slot do cartão (4);

2. Na aba “Input Configuration” marcar os check boxes relativos às entradas analógicas

que deseja habilita [9];

3. Na aba “Output Configuration” marcar os check boxes relativos às saídas

(68)

4. Clicar em OK; 4. Clicar em OK; 5. Em “

5. Em “Controller TagsController Tags”, criar tags com “”, criar tags com “ Alias Alias” para as ” para as entradas e saídas de interesse;entradas e saídas de interesse;

6.

6. Salvar o pSalvar o projeto criadorojeto criado.. Em “

Em “main routinemain routine”, criar uma linha que move o conteúdo de um TAG chamado”, criar uma linha que move o conteúdo de um TAG chamado

“VALOR” com D

“VALOR” com Data Typeata Type “ “INTINT” para um ” para um TAG criado com vínculo TAG criado com vínculo para uma saída analógicapara uma saída analógica

de interesse. de interesse.

Para testar a

Para testar a aplicação desenaplicação desenvolvida, apontar o caminho (volvida, apontar o caminho (path – “Who active”path – “Who active”) da CPU) da CPU

do CLP de interesse. do CLP de interesse.

Estabeleça os modos

Estabeleça os modos onlineonline e e RUNRUN no CLP e escreva o número 32767 no campono CLP e escreva o número 32767 no campo

corresponde

correspondente do nte do TAGTAG VALORVALOR..

Veja que na saída analógica do CLP

Veja que na saída analógica do CLP o valor de 32767 deve o valor de 32767 deve ser impresso. Se um voltímetroser impresso. Se um voltímetro for acoplado entre os terminais de saída

for acoplado entre os terminais de saída V out X+V out X+ ee COM COM, é possível verificar uma tensão de 10 V, é possível verificar uma tensão de 10 V para 32767 e se um amperímetro for acoplado entre as saídas

para 32767 e se um amperímetro for acoplado entre as saídas I out x+I out x+ e e COM COM, é possível, é possível verificar uma corrente de 20 mA.

verificar uma corrente de 20 mA. Da mesma forma, se o valor “

Da mesma forma, se o valor “00” for aplicado ao TAG VALOR, é possível verificar a” for aplicado ao TAG VALOR, é possível verificar a tensão de

tensão de 00 VV nos terminais de nos terminais de tensãotensão correspondentes e correspondentes e 4 mA4 mA se a saída escolhida for se a saída escolhida for dada em corrente.

dada em corrente.

Exe

Exercício de co

rcício de co ntrol

ntrole de velocidade:

e de velocidade:

Utilizando a rotina de escala (SCL), implementar projeto de controle com CLP

Utilizando a rotina de escala (SCL), implementar projeto de controle com CLP L23EL23E que permita variar a aceleração de um motor assíncrono de 4 polos, exibindo na tela do que permita variar a aceleração de um motor assíncrono de 4 polos, exibindo na tela do sistema supervisório

sistema supervisório Factory Talk SEFactory Talk SE::

 Frequência Frequência do do motor motor (Hz);(Hz);  Rotação Rotação do do motor motor (RPM);(RPM);

 Deslizante Deslizante ((slider slider ) que permita a variação da velocidade de 0 a 60 Hz e 0 a 1800 RPM.) que permita a variação da velocidade de 0 a 60 Hz e 0 a 1800 RPM.  Utilizar Utilizar a a Eq. Eq. 2 2 para para conversão conversão de de Hz Hz em em RPM:RPM:

 

 RPM  RPM 



 p  p  f   f   N   N  120120..  Eq. 2Eq. 2 Onde: Onde: N

N

ss

= Velocidade síncrona = [RPM];= Velocidade síncrona = [RPM]; p = número de polos do motor; p = número de polos do motor;

f = frequência de operação do motor [Hz]; f = frequência de operação do motor [Hz]; 120 = Valor constante.

120 = Valor constante.

 Animação que Animação que exiba exiba o o acionamento do acionamento do motor;motor;

 Intertravamento Intertravamento de comande comando manuado manual/automático l/automático completo completo (com status (com status dede

operação); operação);

 Gráfico de tenGráfico de tendência qudência que imprima e imprima a variação da variação de velocidae velocidade do mode do motor;tor;  Mostrador de Mostrador de horas horas no no rodapé rodapé da da aplicação;aplicação;

 Botão Botão de de ““shutdown”;shutdown”;

 Indicadores Indicadores numéricos pnuméricos para amostrar ara amostrar os valores os valores de frequêncde frequência e rotação ia e rotação dodo

motor; motor;

 Indicador Indicador analógico analógico ((gaugegauge) para frequência e rotação do ) para frequência e rotação do motor.motor.

Lembrar que: na tela de supervisório, o valor a ser apresentado deve ser de 0 a Lembrar que: na tela de supervisório, o valor a ser apresentado deve ser de 0 a 60 Hz e 0 a 1800 RPM e na saída analógica o valor deve variar de 0 a 32767, 60 Hz e 0 a 1800 RPM e na saída analógica o valor deve variar de 0 a 32767, então a necessidade de utilizar a rotina de escala (SCL).

então a necessidade de utilizar a rotina de escala (SCL). DICA:

(69)

Criar telas diferentes para distribuir os componentes (tela de TENDÊNCIAS e tela Criar telas diferentes para distribuir os componentes (tela de TENDÊNCIAS e tela dede PROCESSO).

PROCESSO).

O esquema de ligações entre o inversor de frequência e o CLP (Figura 102) é O esquema de ligações entre o inversor de frequência e o CLP (Figura 102) é recomendad

recomendado para o para realizar a atividade [10][7].realizar a atividade [10][7].

Figura 102: Esquema de ligações entre o inversor e o CLP. Figura 102: Esquema de ligações entre o inversor e o CLP.

 Al

 Al ter

terand

ando o

o o co

cont

ntro

rollado

ador d

r do p

o prroj

ojeto

eto

Clicar em “

Clicar em “Controller Controller ”:”:

Figura 10

Figura 103: Alterando o contr3: Alterando o contr olador do olador do projeto.projeto.

Clicar em “

Clicar em “Change controller Change controller ...”...”

Controller  Controller 

(70)

Figura 104

Figura 104: : VisualizaVisualizando ndo o o controlador controlador atual.atual.

Figura 10

Figura 105: Alterando o 5: Alterando o controlador.controlador.

 Alterar para con

(71)

Figura 106: Atualizando para versão de CLP físico.

Não se esquecer da versão do firmware (17).

Figura 107: Confirmando as alterações feitas.

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