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Trabalhando com sub-rotinas no ambiente RSLogix

No documento Apostila Tutorial Ftvs Logix5000 (páginas 106-121)

É importante organizar diferentes partes dos programas desenvolvidos em áreas que possam ser acessadas separadamente para permitir rápida manutenção do programa em casos onde há a necessidade de alteração de parâmetros do programa [2][14].

Um programa sem sub-rotinas consiste em uma seqüência de comandos que se misturam ao longo das linhas (RUNGs), o que torna difícil depuração e visualização de parâmetros e interações entre as estruturas de um programa, então, afim de organizar em grupos de rotinas distintas todo o programa, são utilizadas as sub-rotinas.

Para introduzir uma nova sub-rotina no programa em execução, deve-se primeiramente clicar com o botão direito em MainProgram e selecionar a opção New Routi ne... . A tela da

Figura 174 deve surgir:

Figura 174: Criando uma nova rotina (sub-rotina).

 A nova rotina criada deve ser nomeada (Figura 175):

Figura 175: Nomeando a nova ro tina.

 A tela do programa de controle deve surgir com um ícone referente a nova rotina criada e o nome atribuído (Figura 176).

Figura 176: Nova rotina cr iada.

Para testar a chamada da nova sub-rotina, deve-se introduzir na rotina principal (MainRoutine) o comando “JSR” (Jump to Subroutine) (Figura 177):

Figura 177: Chamando a sub -rotin a.

Substitua o ponto de interrogação pelo nome da rotina que deseja chamar (COMANDO).

No final da rotina criada, deve-se inserir a linha com o comando “RET”(Return from Subroutine), o qual faz com que a rotina retorne a mesma que a chamou após sua execução

(Figura 178).

Figura 178: Retornando de uma sub-rotina.

 A hierarquia respeitada pelo ambiente RSLogix 5000 depende da seqüência definida

pela Figura 179.

Figura 179: Hierarquia de rotinas.

Toda a rotina chamada pelo comando JSR tende a retornar para a rotina que a chamou, como em uma cascata.

Configuração da rede DeviceNet com controlador

CompactLogix

L23E-QB1B

Para configurar a rede DeviceNet no controlador L23E-QB1B desta aula é necessário contar com a lista de Hardware[15][16] :

Scanner 1769-SDN;Cabo de rede DeviceNet;

Dispositivos conectáveis a rede DeviceNet:

 Inversor de frequência Powerflex 40 [17][12];

 2 resistores de 121Ω/1%x1/4W;

 Relé de sobrecarga em rede DeviceNet E1 plus [18];

 Bloco remoto de I/O digitais 1791D-8B8P [19]. Para configurar a rede é preciso utilizar os softwares:

RSLogix 5000;RS Networks;

RS DeviceNet TAG Generator;RSLinx Gateway.

No ambiente RSLogix 5000, criar novo projeto com o controlador L23E-QB1.  Adicionar noslot 3 do CLP, o cartão de rede 1769-SDN:

Clicar com o botão direito no barramento do CLP e depois em New Module...

Figura 180: Inserindo novo módulo (cartão) ao CLP.

Figura 181: Inserindo cartão Scanner de rede DeviceNet.

Selecione o modelo de Scanner  1769-SDN/B.

Clicar em OK.

Figura 182: Configurando a revisão do módulo.

 A versão de firmware é escolhida nesta tela (Figura 182), lembrando que esta versão deve atender ao hardware instalado, caso contrário, deverá ser feita a atualização do

firmware do mesmo (neste caso, manter a revisão 3). Clicar em OK.

Figura 183: Configurando o cartão doScanner DeviceNet no proj eto.

 Atribua nome a rede, verifique o slot do CLP e a chave de verificação eletrônica da versão de firmware, que pode assumir três estados:

Figura 184: Estados da chave de verific ação de versão defirmware.

Estados da

Electronic Keying

 (chave de verificação de versão de

firmware

)

São três os estados assumidos para cartões associados ao CLP:

Compatível (Compatible Keying): Esta opção torna aceitável versões iguais ou

menores que a versão atual do cartão definido no projeto;

Desabilitado  (Disable Keying): Desabilita a verificação da versão de firmware

do cartão. Esta opção pode causar prejuízo de funções específicas de determinados cartões especiais.

Exatamente (Exact Keying): Exige que o cartão de rede detenha exatamente a

mesma versão de firmware definida no projeto.

Clicar em OK. Nome da rede Chave de verificaçã o de versão de firmware Slot onde se encontra o cartão scanner no rack do CLP Revisão de Firmware

Figura 185: Aba connection.

Na tela da Figura 185 é possível desabilitar o cartão marcando a opção Inhibit Module.

 Acesso ao ambiente RSNetworxs

Na abaRSNetworx deve-se carregar a aplicação de rede gerada no software RSNetworx [20].

 Abrir o RSNetworx

 A tela inicial do RSNetworks é apresentada:

Figura 187: Tela inici al do RSNetwor ks p ara DeviceNet.

Clicar em e na sequência, apontar o endereço da rede DeviceNet dentro da árvore onde se encontra o CLP do projeto desenvolvido no RSLogix 5000.

Figura 188: Loc alizando a rede DeviceNet.

 A tela de aviso deve aparecer. Confirme-a clicando em OK.

Figura 189: Tela de conf irmação.

 A varredura de rede ocorre e todos os dispositivos nela encontrados e com respectivos arquivos descritores (.eds) previamente instalados devem ser reconhecidos.

Nota importante: Caso algum dispositivo encontrado apresentar sinal de

interrogação, significa que o arquivo descritor não está instalado no RSNetworks.

Figura 190: Varredura d a rede (varredura).

 Após a varredura dos 64 endereços (0 a 63), a tela do RSNetworks fica conforme

Figura 191.

Deve-se configurar o módulo scanner  de rede. Clicar sobre o scanner  (nó “00” da rede DeviceNet):

Figura 192: Configurando o scanner de rede DeviceNet.

Clicar em OK.

Nota importante: Não confundir versão de firmware com o número do slot do

CLP.

Clicando na aba “Module”, deve aparecer a tela de aviso:

Figura 193: Confirmação de atualização da configuração de rede no scanner.

Clicar em download. scanner da rede DeviceNet Tela de configuração doscanner  da rede DeviceNet Endereço do scanner (nó) na rede DeviceNet.

 A tela deve surgir (aba Module):

Figura 194: Configurando o slot do sc anner no CLP.

Clicar na aba Scanlist para verificar a lista de varredura obtida no ciclo anterior.

Figura 195: Lista dedevices encontrados durante a varredura. Slot do CLP no qual oscanner 

se encontra instalado (3).

Os dispositivos encontrados aparecem na lista “ Available Devices” e devem passar

a fazer parte da lista “Scanlist”. Para isso, deve-se marcar cada dispositivo e depois

clicar em :

Figura 196: Adicionando o s disp ositivo s à lista de varredura da rede.

Este procedimento é realizado para que os TAGs dos devices da rede sejam

mapeados (esta listagem será abordada mais adiante com o DeviceNet TAG Generator ).

Clicando na aba “Input”, é possível visualizar a região de memória utilizada para

parâmetros de entrada da rede (entradas digitais dos dispositivos, parâmetros de leitura, etc.). A recíproca é verdadeira quando clicamos na aba “Output”.

Na aba ADR, é possível conferir os endereços ocupados pelos dispositivos na rede

DeviceNet:

Figura 198: Endereços dosdevices.

Já na aba “Summary”, podemos conferir um resumo de toda a lista de devices,

inclusive o scanner :

Note que o nó “0” (scanner ) aparece com o status “OK” em NO. Isso significa que o

módulo ainda não está ativo. Este tópico será visto mais adiante, no ambiente RSLogix 5000.

Clicar em aplicar:

Figura 200: Aplicando as configu rações ao cartão scanner.

Clicar em Sim para confirmar.

Figura 201: Finalizando as conf igurações do scanner.

Clicar em OK para finalizar as configurações do scanner DeviceNet.

Figura 202: Baixando as configurações na rede.

 A tela de confirmação deve surgir:

Figura 203: Confirmação de download na rede.

Clicar em Sim.

Neste momento toda a configuração feita no cartão de rede será transmitida para o CLP e ficará gravada no módulo scanner . A tela Figura 204 deve ser exibida apontando que

o download está acontecendo.

Figura 204: Downlo ad na rede DeviceNet.

Mais uma vez, clique em para salvar o projeto de rede e suas configurações. Por segurança, clique em: File – Save As... para salvar em uma pasta de seu conhecimento.

Figura 205: Salvando o pro jeto de rede DeviceNet.

No documento Apostila Tutorial Ftvs Logix5000 (páginas 106-121)

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