Sapata Isolada:
Esforços nominais
Nk=F= 250 kN Nsd= 350 kN
Mxk= 1 kN*m Msd= 1.4 kN*m
Myk= 1 kN*m
Supondo armadura longitudinal do pilar : As,pilar =
Tensão admissível do solo = 120 kN/m² -->
Concreto 25 Mpa
Aço 50 A
cobrimento: 3 cm
pilar
lado ap = 0.19 m maior dimensão lado bp = 0.19 m
Determinação das dimensões da sapata em planta:
A=
2.29167
dimensões da sapata a= 1.514 m b= 1.514 m dimensões adotadas de a e b: a= 1.6 mA =
1, 10×Nk
σ solo , adm
a=
(
ap−bp )
2
+
√
(
ap−bp )
24
+
A
b=
A
a
b= 1.6 m Anovo= 2.56 m²
Para verificar se a força normal se encontra dentro do núcleo central, basta verificar a excentricidade:
ex= 0.004 m não há tensões de tração
ey= 0.004 m não há tensões de tração
módulo resistente
wx= 0.682667 m³
wy= 0.682667 m³
a tensão máxima de compressão sobre a sapata é calculada por:
σmáx=σ4= 110.3516 kN/m² tensão menor que tensão admissivel OK! σmin=σ1= 104.4922 kN/m² tensão menor que tensão admissivel OK! σ2= 107.4219 kN/m² tensão menor que tensão admissivel OK! σ3= 107.4219 kN/m² tensão menor que tensão admissivel OK!
Lx= 0.705 m
Ly= 0.705 m
Determinação da altura da sapata.
Para projetar a sapata como rígida, a mesma deve ter altura mínima de:
h>= 0.47 m
h>= 0.47 m
h a ser utilizado= 0.47 m
A altura da sapata deve ser suficiente para permitir a correta ancoragem da armadura longitudinal do pilar. O comprimento de ancoragem reto de barras comprimidas, em zona de boa aderência, para concreto
lb= 52.8 cm
h>= 57.3 cm
Altura adotada = 85 cm
d= 79 cm
h0 20 cm
alfa 42.67562 ° O ângulo alfa deve ser menor que 30° para evitar uso de fôrma. Volume da sapata: h −√3 6 ×(a− ap ) h −√3 6 ×(b− bp ) ¿ ¿ ¿ h 0 ≥¿ {¿ ¿ ¿ ¿ ¿ ¿
V= 1.140355 m³ Peso= 2850.888 kgf
Determinação dos momentos fletores nas seções de referência S1:
Dimensionamento á flexão:
Segundo a direção x (paralela ao lado "a"):
La=Lx +0,15*ap La= 0.7335 m
σmáx= 108.8867 kN/m²
σmin= 105.957 kN/m²
pamáx= 174.2188 kN/m
pamin= 169.5313 kN/m
por geometria encontra-se pa,s1:
pas1= 172.0698 kN/m
Msda= 46.67409 kN*m
Da mesma forma, segundo a direção paralela ao lado "b"
Lb=Ly+0,15*bp Lb= 0.7335 m
σmáx= 108.8867 kN/m²
σmin= 105.957 kN/m²
pamáx= 174.2188 kN/m
pbs1= 172.0698 kN/m
Msdb= 47.25217 kN*m
Determinação da área total das armaduras inferiores:
Será utilizada a expressão simplificada no cálculo das armaduras longitudinais: As= Md/ (0,8*d*fyd)
Na direção paralela ao lado "a" tem-se:
Asa= 1.697733 cm² Asamin= 20.4 cm² Ø6.3mm As maior =
20.4
cm² Ø8mm Ø10mm Ø12.5mm Avaliando o espaçamento entre as barras: Ø16mmpara Ø 12,5mm Ø20mm
S= 9.25 cm Ø25mm
Smáx= menor entre os dois valores abaixo
20 cm menor espaçamento
2*h= 170 cm 20 cm
Spara projeto=
9.25
cm Na direção paralela a "b" tem-se:Asb= 1.718761 cm² Ø6.3mm Asbmin= 20.4 cm² Ø8mm Ø10mm As maior =
20.4
cm² Ø12.5mm Ø16mm Ø20mm Avaliando o espaçamento entre as barras: Ø25mm para Ø 12,5mmS= 9.25 cm
Smáx= menor entre os dois valores abaixo
20 cm menor espaçamento
Spara projeto=
9.25
cmDimensionamento ao cisalhamento:
Verificação da ruptura por compressão diagonal: A tensão resistente é calculada por:
δRd2=
αv= 0.9 fcd=fck/γc
δRd2= 0.433929 kN/cm²
A tensão solicitante é obtida a partir de:
considerando 10% para o peso próprio. δsd= Fsd/(u x d) com Fsd= 385 kN
u= 76 cm
δsd= 0.064124 kN/cm²
Tensão solicitante menor do que a resistente OK!!!
Armadura transversal (força cortante):
A verificação do esforço cortante é feita numa seção de referência S2, distante d/2 da face do pilar:
i) Direção paralela à maior dimensão "a": 0,27*αv*fcd αv=1-fck/250
Por semelhança de triângulos, calcula-se a altura útil média na seção de referência S2;
ds2= 42.58156 cm
L2= 0.31 m
bs2= 1.6 m
pa,s2= 173.3105 kN/m por geometria, semelhança de triângulos.
Vsd= 53.86704 kN
A dispensa da armadura transversal para a força cortante é permitida, segundo a NBR 6118:2003, se a força cortante solicitante de cálculo Vsd for menor que a resistência de projeto ao cisalhamento Vrd1:
Vrd1= δrd * k *(1,2+40ρ1) * bs2 * ds2 δrd = 0,0375* fck^(2/3) δrd = 0.32062 Mpa k= 1.174184 ρ1= As/ (bs2 * ds2) ρ1= 0.002994 Vrd1= 338.5068
Resistência maior que a solicitação OK!!! Não há necessidade de armadura transversal!
ii) Na direção paralela a b:
Por semelhança de triângulos, calcula-se a altura útil média na seção de referência S2;
ds2= 42.58156 cm
L2= 0.31 m
bs2= 1.6 m
Vsd= 53.86704 kN
A dispensa da armadura transversal para a força cortante é permitida, segundo a NBR 6118:2003, se a força cortante solicitante de cálculo Vsd for menor que a resistência de projeto ao cisalhamento Vrd1:
Vrd1= δrd * k *(1,2+40ρ1) * bs2 * ds2 δrd = 0,0375* fck^(2/3) δrd = 0.32062 Mpa k= 1.174184 ρ1= As/ (bs2 * ds2) ρ1= 0.002994 Vrd1= 338.5068
Resistência maior que a solicitação OK!!! Não há necessidade de armadura transversal!
Verificação das tensões de aderência.
Considera-se, para a verificação da aderência, a armadura paralela ao lado "a", na seção S1 definida para o cálculo das armaduras longitudinais da sapata:
Vsd,1= (pa,s1+pa,máx)/La
vsd,1= 127.0013 kN
δbd=Vsd,1 / (0,9 * d* (n* pi * Ø)
δbd= 0.026757 kN/cm² 0.267573 Mpa
A tensão de aderência não deve ultrapassar a resistência de aderência de cálculo fbd, prescrita pela NBR6118:2003. fbd=η1*η2*η3*fctd
fctd= 0,15*fck^(2/3)
Neste caso as barras longitudinais da sapata são nervuradas, com situação de boa aderência e diâmetro menor que 32mm, logo:
η1= 2.25 barras nervuradas
η2= 1 situação de boa aderência
η3= 1 Øb<32mm
fbd= 2.486721 Mpa OK!!, fbd > δbd
Verificação tombamento e escorregamento: 1) tombamento: (Mresistente/ Mtombamento)>=1,5 Mresistente= N+P N= 250 kN P= 23.2 kN altura enterrado= 1 m peso específico solo= 18 kN/m³
V= 2.7 kN/m
Se estiver enterrado dos dois lados: na direção x
(N+P)xa/2 +v*lh = 218.56 ok maior que 1,5 (M+V*lh)
na direção y
(N+P)xb/2 +v*lh = 218.56 ok maior que 1,5 (M+V*lh)
Se estiver enterrado do lado oposto ao ponto A, Favorável ao momento solicitante. na direção x
(N+P)xa/2 = 59.07027 ok maior que 1,5 (M+V*lh) na direção y (N+P)xb/2 = 59.07027 ok maior que 1,5 (M+V*lh) 2) escorregamento: mi *(N+P) / V >=1,5 mi= 0.3 coeficiente 30.35556 ok maior que 1,5 DETALHAMENTO:
35 tf 35000 kgf 0.14 tf*m
Ø 1.2 cm
1.2 kg/cm²
Para verificar se a força normal se encontra dentro do núcleo central, basta verificar a excentricidade:
tensão menor que tensão admissivel OK! tensão menor que tensão admissivel OK! tensão menor que tensão admissivel OK! tensão menor que tensão admissivel OK!
A altura da sapata deve ser suficiente para permitir a correta ancoragem da armadura longitudinal do pilar. O comprimento de ancoragem reto de barras comprimidas, em zona de boa aderência, para concreto
h0= 44.29681 cm
h0= 44.29681 cm h0 adotar maior que: 44.29681 cm O ângulo alfa deve ser menor que 30° para evitar uso de fôrma.
h −√3 6 ×(a− ap ) h −√3 6 ×(b− bp ) ¿ ¿ ¿ h 0 ≥¿ {¿ ¿ ¿ ¿ ¿ ¿
Asa AREA (cm²BARRAS 0.315 65 0.5 41 0.8 26 1.25 17 2 11 3.15 7 5 5 Asb AREA (cm²BARRAS 0.315 65 0.5 41 0.8 26 1.25 17 2 11 3.15 7 5 5
fcd= 1.785714 kN/cm²
considerando 10% para o peso próprio.
Por semelhança de triângulos, calcula-se a altura útil média na seção de referência S2;
por geometria, semelhança de triângulos.
A dispensa da armadura transversal para a força cortante é permitida, segundo a NBR 6118:2003, se a força cortante solicitante de cálculo Vsd for menor que a resistência de projeto ao cisalhamento Vrd1:
Por semelhança de triângulos, calcula-se a altura útil média na seção de referência S2;
A dispensa da armadura transversal para a força cortante é permitida, segundo a NBR 6118:2003, se a força cortante solicitante de cálculo Vsd for menor que a resistência de projeto ao cisalhamento Vrd1:
Considera-se, para a verificação da aderência, a armadura paralela ao lado "a", na seção S1 definida para
A tensão de aderência não deve ultrapassar a resistência de aderência de cálculo fbd, prescrita pela NBR6118:2003.