O Repositório Institucional
UNESP:
compartilhando
Repositório da Produção
Científica do CRUESP
Lançamento em outubro de 2013
Portaria UNESP 88, de 28 fev.
2013, que instituiu o Grupo
Gestor da Política do
Repositório Institucional UNESP
repositorio.unesp.br
O Repositório Institucional UNESP tem por objetivo armazenar, preservar, disseminar e possibilitar o acesso aberto, como bem público global, à produção científica,
acadêmica, artística, técnica e administrativa da
Universidade.
O Repositório Institucional UNESP contempla a produção
científica da Universidade desde 1976, indexada nas bases de dados Web of Science, Scopus e SciELO, e mais recentemente pela coleta do Lattes dos docentes da UNESP (procedimento em andamento). Os textos completos são disponibilizados sempre que possível, respeitando os direitos autorais. A sua disponibilização tem como objetivo favorecer o acesso aberto à produção científica da Universidade.
Introdução
Portaria Unesp nº 88 de 28 de fevereiro de 2013
Criou o Grupo Gestor da Política do Repositório Institucional
UNESP (GRI-UNESP)
Determinou que o ambiente deverá ter a capacidade de
interoperar com sistemas nacionais e internacionais
Determinou a criação de normas de uso do repositório
institucional, de políticas de submissão de documentos por meio de autoarquivamento e de preservação dos direitos de autor.
Introdução
Etapas da implementação
Preparação do ambiente Definição dos metadados
Análise das políticas de acesso e de armazenamento Formas de povoamento
Introdução
Etapas da implementação
▪
Meta inicial
: incluir a produção científica institucional
publicada de 2008 a 2012 e indexada na Web of
Science.
▪
Para alcançar essa meta de maneira eficiente foram
utilizados processos automáticos para a coleta, a
conversão, a importação e a vinculação dos registros
Introdução
Aspectos tecnológicos do ambiente
• Software utilizado no Acervo Digital:
DSpace 5.3
• Padrão de metadados:
Dublin Core
▪ Amplamente utilizado para a descrição de documentos digitais em repositórios
• Protocolo para a coleta de metadados:
OAI-PMH
▪ Utilizado internacionalmente na troca de dados em iniciativas de acesso aberto
• Consonância do ambiente com os objetivos do
Repositório
Introdução
Definição dos metadados
Ação: Decidir quais dados devem constar nos registros do
Repositório
• Título, autores, instituições dos autores, data de publicação, resumo, link para o artigo, etc.
Pensar estrategicamente e levar em conta os objetivos e as
necessidades da UNESP.
Quais metas a UNESP deseja alcançar com o Repositório?
Introdução
Definição dos metadados
Resultados:
Dados que permitem “Armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção científica, acadêmica e administrativa da
Universidade”.
Atendimento da demanda da FAPESP: Indicação da agência de fomento e do número do financiamento.
“Perfil de Aplicação UNESP” (conjunto de metadados específicos para a UNESP).
Introdução
Definição dos metadados – Perfil de Aplicação
Segundo Cole e Baker (2009)
Um DCAP é um documento (ou conjunto de documentos) que
especifica e descreve os metadados utilizados para uma aplicação particular.
descreve o que a comunidade quer realizar com a sua
aplicação (requisitos funcionais);
caracteriza os tipos de coisas descritos pelos metadados e
suas relações (Modelo de domínio);
enumera os termos de metadados a serem utilizados e as
regras para a sua utilização (Descrição conjunto de perfis e Diretrizes de uso); e define a sintaxe máquina que será
utilizada para codificar os dados (Diretrizes de sintaxe e formatos de dados).
Total de itens
*Dados até setembro de 2017 59.303 11.101 21.504 5.895 5.136 6.225 466 1.583 213 Artigos Teses Dissertações
Trabalho de Conclusão de Curso Resumos
Trabalhos apresentados em eventos
Livros e capítulos de livros Outros
Patentes
Total
111.426
Formas de povoamento
Coletas automáticas
Formas de povoamento
Coletas automáticas
Procedimentos
Os procedimentos foram divididos em nove etapas:
1. Coleta dos registros (via interface ou em lote)
2. Estudo da estrutura do XML
3. Conversão dos registros XML em DSpace-XML
4. Conversão dos registros DSpace-XML para DSpace-CSV
5. Etapa de deduplicação dos registros
6. Verificação manual de cada registro
7. Coleta do PDF
8. Mapeamento dos registros com as coleções
Formas de povoamento
ORCID
A partir da coleta automática de registros, o Repositório
Institucional UNESP observou grande dificuldade em identificar
os pesquisadores em diversas bases de dados.
Com isso, a Unesp optou em afiliar-se ao ORCID em julho de 2015 para auxiliar na construção
de uma base de autores da UNESP.
Formas de povoamento
ORCID
ORCID fornece um identificador
digital persistente para o
pesquisador e, através da
integração em fluxos de trabalho
de pesquisa, como artigos e
solicitações de bolsas, suporta a
conexão automática entre o
pesquisador e as suas atividades
profissionais, garantindo o
reconhecimento do trabalho.
Autoarquivamento
Teses e Dissertações
Formas de povoamento
Autoarquivamento de Teses e Dissertações
Autoarquivamento
• O autoarquivamento das Teses e Dissertações
defendidas na UNESP entrou em vigor em 11 de
dezembro de 2015 com a publicação da portaria
UNESP nº 396, de 10 de setembro de 2015.
Formas de povoamento
Autoarquivamento de Teses e Dissertações
Fluxo com o autoarquivamento
Aceita a submissão Verifica e realiza as alterações necessárias Notificação automática sobre o aceite Recebe a versão impressa e o URL
* Periodicamente, os registros criados no DSpace serão convertidos em registros MARC 21 e incluídos no Aleph.
Completa o registro MARC 21* Inclui a versão impressa no acervo Acessa o Repositório e preenche o formulário Opta pela disponibilização integral ou parcial Faz upload do PDF (integral) e aceita a licença Defende e recebe as instruções Encaminha a versão impressa e o URL Encaminha a versão impressa Aluno Biblioteca Seção Técnica de Pós-Graduação Coordenadoria Geral de Bibliotecas
Formas de povoamento
Autoarquivamento de Teses e Dissertações
162 126 297 303 194 121 125 177 110 83 149 126 85 92 93 90 0 100 200 300 400 500
Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago
Q ua nt ida de de S ub m issõ e s Mês Autoarquivamento - 2017 Dissertações Teses
Formas de povoamento
Autoarquivamento de Teses e Dissertações
65% 35%
Total de submissões
Dissertações TesesTotal
2.333
Interoperabilidade
Interoperabilidade
Interoperabilidade
DSpace
Protocolo OAI-PMH - Número do financiamento
FAPESP no registro do trabalho.
Base de dados de autores
Métricas institucionais
Repositório de dados científicos
Repositório Institucional UNESP
repositorio.unesp.br
[email protected]
Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti –[email protected]
Flávia Maria Bastos [email protected]
repositorio.unesp.br
Referências
BASTOS, F. M. VIDOTTI, S. A. B. G. Evolução do Repositório Institucional
UNESP. 2015. 8 Slides, Slide apresentado no evento Comemoração dos 6 anos da Biblioteca Digital e 2 anos do Repositório Institucional UNESP, São Paulo, dezembro de 2015.
CAMARGO; L. S. A.; VIDOTTI, S. A. B. G. Arquitetura da Informação: uma
abordagem prática par ao tratamento de conteúdo e interface em ambientes informacionais digitais. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO.
Sobre a Plataforma Lattes. Brasília, [2015?] Disponível em:
<http://www.cnpq.br/web/portal-lattes/sobre-a-plataforma>. Acesso em: 16 set. 2015.
repositorio.unesp.br
Referências
COYLE, K.; BAKER, T. Guidelines for Dublin Core application profiles. Dublin Core Metadata Initiative. 2009. Disponível em:
<http://dublincore.org/documents/profile- guidelines/>. Acesso em: 16 nov. 2014.
IMPORTING Items via basic bibliographic formats (Endnote, BibTex, RIS, TSV, CSV) and online services (OAI, arXiv, PubMed, CrossRef, CiNii). In: DSPACE 5.x Documentation. DuraSpace, 2015. Disponível em:
<https://wiki.duraspace.org/pages/viewpage.action?pageId=45548176>. Acesso em: 16 set. 2015.