2.1 - Apostila - Módulo II
Texto
(2) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. AGRADECIMENTOS. Em especial aos alunos Jackson Furtuoso da Silva e Bruno Simplício da Silva, pelo empenho em desenvolver as atividades práticas solicitadas e a todos que acreditaram e acreditam no meu trabalho.. “O sucesso de um, depende do esforço de muitos”. Wilson Mendes Cavalcante. 2.
(3) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. LISTA DE FIGURAS. Figura 1.1 – Diagrama em Blocos de um Inversor de Frequência. ......................................................... 9 Figura 1.2 – Modulação PWM. ............................................................................................................. 10 Figura 1.3 – Representação da corrente elétrica nos terminais de um motor. ....................................... 13 Figura 2.1 – Representação da IHM do inversor de frequência CFW-08 da WEG. ............................. 15 Figura 2.2 – Conexões elétricas de sinal e controle do Inversor de Frequência CFW-08..................... 21 Figura 2.3 - Ciclo de Abertura e Fechamento da Cancela..................................................................... 28 Figura 3.1- Terminal integrado do inversor de frequência Altivar 71 da Schneider Electric. .............. 30 Figura 4.1 - Terminal Gráfico do inversor de frequência Altivar 71 .................................................... 37. 3.
(4) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. LISTA DE TABELAS. Tabela 1 - Tabela de parâmetros Inversor de Frequência CFW-08....................................................... 18 Tabela 2 - Funções das Entradas Digitais ............................................................................................. 20 Tabela 3 - Parâmetros do motor. ........................................................................................................... 21 Tabela 4 - Tabela Básica de Programação ............................................................................................ 22 Tabela 5 - Multispeed............................................................................................................................ 26 Tabela 6 - Tabela de parâmetros Básicos do Inversor de Frequência Altivar 71. ................................. 31 Tabela 7 - Tabela de combinação das entradas de velocidades pré-selecionadas ................................. 32. 4.
(5) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS. CA – Corrente Alternada. CC – Corrente Contínua. Hz – Hertz, unidade de frequência. ° - Unidade de Grau. DC – Direct Current é a mesma coisa que CC. PWM – Pulse Width Modulation (Modulação por Largura de Pulso). IGBT - Insulated Gate Bipolar Transistor (Transistor Bipolar de Porta Isolada). η - Velocidade do motor. f – Frequência. s- Escorregamento. p - Número de polos. ϕ - Fluxo magnético. U – Tensão. C – Torque. I - Corrente Rotórica. Ω - Ohm - Unidade de medida de resistência elétrica. ≤ - Menor ou igual. ≥ - Maior ou igual. RS 232 e RS 485 – Portas de comunicação. PC – Computador. % - Unidade de porcentagem. CLP – Controlador Lógico Programável. RC – Resistivo-Capacitivo. RMS – Valor Eficaz. A – Ampère, unidade de corrente elétrica. k – Fator multiplicativo equivalente a 10³. VA – Unidade de potência aparente. PID – Proporcional, Integral e Derivativo. V/F – Relação Tensão/Frequência. CFW-08 – Conversor de Frequência WEG. IHM ou HMI – Interface Homem Máquina. 5.
(6) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. rpm – rotação por minuto, unidade de velocidade de motores elétricos. V – Volt, unidade de tensão elétrica. s – Segundo. E.P. – Potenciômetro Eletrônico NOTA: Algumas siglas não são apresentadas nesta lista, pois são funções específicas de programação do inversor de frequência Altivar 71, onde as mesmas serão explicadas detalhadamente no momento da sua programação.. 6.
(7) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. SUMÁRIO. 1.. NOÇÕES FUNDAMENTAIS: CONVERSORES OU INVERSORES DE FREQUÊNCIA......... 8. 1.1.. Princípio de Funcionamento de um Inversor de Frequência ........................................................ 9. 1.2.. Cuidados ao Instalar um Inversor de Frequência ....................................................................... 11. 1.3.. Dimensionamento do Inversor de Frequência ............................................................................ 12. 1.4.. Distorções Harmônicas .............................................................................................................. 12. 1.5.. Características Gerais dos Inversores de Frequência ................................................................. 13. 1.6.. Tipos de Parâmetros ................................................................................................................... 14. 2. PARAMETRIZAÇÃO BÁSICA DO INVERSOR CFW-08 DA WEG COM VERSÃO DO SOFTWARE 3.9X ................................................................................................................................ 15 2.1.. Atividade Práticas Inversor de Frequência CFW-08 .................................................................. 20. 2.2.. Atividade Práticas 01 ................................................................................................................. 22. 2.3.. Atividade Práticas 02 ................................................................................................................. 23. 2.4.. Atividade Práticas 03 ................................................................................................................. 24. 2.5.. Atividade Práticas 04 ................................................................................................................. 25. 2.6.. Atividade Práticas 05 ................................................................................................................. 26. 2.7.. Atividade Práticas 06 ................................................................................................................. 27. 2.8.. Atividade Práticas 07 ................................................................................................................. 28. 3.. PARAMETRIZAÇÃO DO INVERSOR ALTIVAR 71 DA SCHNEIDER ................................. 30. 3.1.. Atividade Práticas 01 ................................................................................................................. 33. 3.2.. Atividade Práticas 02 ................................................................................................................. 33. 3.3.. Atividade Práticas 03 ................................................................................................................. 34. 3.4.. Atividade Práticas 04 ................................................................................................................. 34. 3.5.. Atividade Práticas 05 ................................................................................................................. 35. 3.6.. Atividade Práticas 06 ................................................................................................................. 36. 4. PARAMETRIZAÇÃO DO INVERSOR ALTIVAR 71 DA SCHNEIDER POR MEIO DO TERMINAL GRÁFICO........................................................................................................................ 37 4.1.. Atividade Práticas 01 ................................................................................................................. 38. 4.2.. Atividade Práticas 02 ................................................................................................................. 38. 4.3.. Atividade Práticas 03 ................................................................................................................. 38. 4.4.. Atividade Práticas 04 ................................................................................................................. 39. 4.5.. Atividade Práticas 05 ................................................................................................................. 39. 4.6.. Atividade Práticas 06 ................................................................................................................. 39. 4.7.. Atividade Práticas 07 ................................................................................................................. 40. REFERÊNCIAS .................................................................................................................................... 41 7.
(8) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 1. NOÇÕES. FUNDAMENTAIS:. CONVERSORES. OU. INVERSORES. DE. FREQUÊNCIA. No setor industrial o controle de velocidade é amplamente utilizado em função das necessidades dos processos de manufatura, com isso, são utilizadas várias formas de controle e variação de velocidade dos motores, desde a utilização de motores de corrente contínua, motores de dupla polaridade (Dahlander), variadores mecânicos, variadores eletromagnéticos e variadores eletroeletrônicos. Este último será objeto de estudo nesta apostila, pelo fato de ser o método de controle de velocidade mais utilizado no meio industrial apresentando vantagens sobre os outros métodos, pelo fato de utilizar motor de indução que são robustos, de fácil manutenção e baixo custo. Para isso é necessário como dispositivo de partida para o motor a utilização de um inversor de frequência, que é um equipamento desenvolvido para variar a velocidade de motores de indução trifásicos. Este dispositivo eletrônico transforma energia elétrica CA fixa (tensão e frequência) em energia elétrica CA variável, capaz de ajustar a velocidade de um motor assíncrono mantendo seu torque (conjugado) e controlar a sua potência consumida, tendo como principais vantagens: •. Substituição de variadores mecânicos;. •. Substituição de variadores eletromagnéticos;. •. Automatização e flexibilização dos processos fabris;. •. Comunicação avançada e aquisição de dados;. •. Eliminação de elementos de partida pesada e complicada;. •. Instalação mais simples;. •. Aumento da vida útil do maquinário;. •. Evita choques mecânicos (trancos) na partida;. •. Redução do nível de ruído;. •. Excelente regulação de pressão e vazão;. •. Economia de energia (demanda e consumo);. •. Interface com teclado de membrana táctil;. •. Programação flexível;. •. Dimensões compactas;. •. Alto torque de partida.. 8.
(9) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 1.1.. Princípio de Funcionamento de um Inversor de Frequência. Para entender o funcionamento de um inversor de frequência, é necessário, antes de tudo, saber a função de cada etapa que o constitui. Ele é ligado na rede elétrica, que pode ser monofásica ou trifásica, e em sua saída há um motor trifásico que necessita de uma frequência diferente daquela da rede. Para tanto, o inversor tem como primeiro estágio, um circuito retificador, responsável por transformar a tensão alternada em contínua. Após isso, existe um segundo estágio capaz de realizar o inverso, ou seja, a transformação de uma tensão CC para uma tensão CA (conversor), com a frequência ajustável. Na rede de entrada a frequência é fixa 60 Hz e a tensão é transformada pelo retificador de entrada em contínua pulsada (retificação de onda completa). Esta tensão contínua é conectada ciclicamente aos terminais de saída pelos dispositivos semicondutores do inversor, transistores ou tiristores, que funcionam como chaves estáticas. O controle desses dispositivos semicondutores é feito pelo circuito de comando, de modo a obter um sistema de tensão pulsada, cujas frequências fundamentais estão defasadas de 120º. A Figura 1.1 mostra resumidamente o diagrama em blocos de um inversor de frequência.. Figura 1.1 – Diagrama em Blocos de um Inversor de Frequência. Fonte: Módulo 2 - Variação de Velocidade, WEG.. Como é de se observar, o diagrama possui três partes distintas, chamadas dessa vez de seções, a primeira parte denominada I, é a seção retificadora, que está localizada na entrada do inversor, esta seção é composta por uma ponte retificadora (diodos) alimentada por uma rede mono ou trifásica. A seguinte chamada de II, encontra-se um capacitor que tem o papel de filtrar a tensão DC resultante (link DC), e utilizar esta como entrada para a seção inversora (parte III). Ao entrar na seção III, a tensão até então filtrada DC é transformada novamente 9.
(10) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. em tensão trifásica AC. Esta parte é responsável por gerar uma saída de tensão pulsada, resultado do chaveamento dos transistores, que ao ser aplicada em um motor, irá gerar uma forma de onda de corrente bem próxima da senoidal (modulação por largura de pulso PWM), apresentada na Figura 1.2.. Figura 1.2 – Modulação PWM. Fonte: Módulo 2- Variação de Velocidade, WEG.. Isso acontece por meio do controle da unidade lógica, que além de distribuir os pulsos, determina o tempo em que cada IGBT permanece ligado. Desse modo, quando os pulsos são alargados, ou seja, maior tempo ligado, a tensão tende a aumentar, acontecendo proporcionalmente ao contrario. Assim, a tensão e a frequência fornecida ao motor, pode ser controlada, com isso, controla-se a velocidade do motor. Equacionamento e considerações básicas para os motores assíncronos:. . .. - Velocidade do motor – Frequência - Escorregamento. .. - Número de polos - Fluxo magnético – Tensão – Torque - Corrente Rotórica. 10.
(11) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 1.2.. Cuidados ao Instalar um Inversor de Frequência. 1. Cuidado! Não há inversor no mundo que resista à ligação invertida de entrada da rede elétrica (trifásica ou monofásica), com a saída trifásica para o motor; 2. O aterramento elétrico deve estar bem conectado, tanto ao inversor como ao motor e sempre com resistência ≤ 10Ω; 3. Caso o inversor possua uma interface de comunicação (RS 232, ou RS 485) para o PC, o tamanho do cabo deve ser o menor possível; 4. Devemos evitar ao máximo, misturar (em um mesmo eletroduto ou canaleta), cabos de potência (rede elétrica, ou saída para o motor) com cabos de comando (sinais analógicos, digitais, RS 232, etc.); 5. O inversor deve estar alojado próximo a “orifícios” de ventilação, ou, caso a potência seja muito alta, deve estar submetido a uma ventilação (ou exaustão). Alguns inversores já possuem um pequeno exaustor interno; 6. A rede elétrica deve ser confiável, isto é, jamais ultrapassar variações de mais ou menos 10% em sua amplitude; 7. Sempre que possível, utilizar os cabos de comando devidamente blindados; 8. Os equipamentos de controle (CLP, PC, etc.), que funcionarem em conjunto com o inversor, devem possuir o "terra" em comum; 9. Utilizar sempre parafusos e arruelas adequadas para garantir uma boa fixação ao painel. Isso evitará vibrações mecânicas. Além disso, muitos inversores utilizam o próprio painel em que são fixados como dissipador de calor. Uma fixação pobre, nesse caso, causará um aquecimento excessivo (e possivelmente sua queima); 10. Caso haja contatores e bobinas agregadas ao funcionamento do inversor, utilizar sempre supressores de ruídos elétricos (circuitos RC para bobinas AC, e diodos para bobinas DC); 11. Evitar a exposição direta à raios solares, chuva, umidade excessiva, maresia, gases ou líquidos explosivos ou corrosivos; 12. Capacitores de correção de fator de potência nunca podem ser instalados na saída do inversor de frequência; 13. Utilizar fusíveis do tipo ultrarrápidos para proteção do inversor e fusíveis retardados para proteção da instalação; 14. Utilizar algum dispisitivo de seccionamento de alimentação do inversor; 15. Instalar bancos de capacitores o mais próximo possível do transformador. 11.
(12) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 1.3.. Dimensionamento do Inversor de Frequência. Para o dimensionamento correto do inversor, é necessário ter conhecimento mínimo e prévio de: 1. Aplicação (tipo do conjugado resistente); 2. Dados de placa do motor; 3. Tensão de alimentação; 4. Características dinâmicas (aceleração e frenagem); 5. Velocidades de operação; 6. Sistema de acoplamento entre o motor e a máquina, com fator de redução; 7. Sobrecargas; 8. Ambiente. Além destes dados, deve-se procurar em catálogos de fabricantes as características do inversor e sempre verificar se atende todas as exigências do processo.. 1.4.. Distorções Harmônicas Pelo fato dos inversores trabalharem com chaveamento (transistores ou tiristores) e. com saída em modulação PWM, os mesmos são excelentes geradores de distorções harmônicas no sistema elétrico. O que são harmônicas? Uma tensão ou corrente harmônica pode ser definida como um sinal senoidal cuja frequência é múltiplo inteiro da frequência fundamental do sinal de alimentação. Existem dois tipos de harmônicas: pares e ímpares. As ímpares são encontradas nas instalações elétricas em geral e as pares existem nos casos de haver assimetrias do sinal devido à presença de componente contínua. Os efeitos das harmônicas nos motores e transformadores vão desde aumento de temperatura, de ruídos, das perdas no ferro e no cobre, diminuição do rendimento até da vida útil. Nos capacitores há aumento de temperatura, de perdas, diminuição da vida útil, sobretensões, sobrecorrentes e ruptura do dielétrico. Nos condutores aumento da temperatura e sobreaquecimento do neutro das instalações. A Figura 1.3 representa a forma de onda da corrente elétrica fornecida a um motor de indução proveniente de uma modulação PWM.. 12.
(13) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. Figura 1.3 – Representação da corrente elétrica nos terminais de um motor. Fonte: Módulo 2- Variação de Velocidade, WEG.. As harmônicas de corrente são aditivos à corrente fundamental e, portanto geram calor adicional nos enrolamentos do motor. Porém com um valor de 30% de distorção de corrente num motor, não gera mais que 8% de calor adicional. As harmônicas podem originar emissão maior de ruído audível. Além de contribuírem com o “Torque Pulsante”, que causa excitações torcionais que podem ter consequências destrutivas. Vale ressaltar que a presença de distorção harmônica na rede elétrica altera o valor do fator de potência da carga, onde, nestes casos, devem ser levadas em consideração todas as ordens das harmônicas geradas para o cálculo correto deste fator. Para minimizar os efeitos causados pelas distorções harmônicas, utiliza-se uma reatância trifásica entre a rede e a entrada do inversor, possibilitando o efeito de filtragem das correntes de entrada reduzindo as harmônicas nesta. Como resultado tem-se: •. Redução da corrente RMS de entrada;. •. Aumento do fator de potência;. •. Aumento da vida útil dos capacitores;. •. Diminuição da distorção harmônica na rede de alimentação. Não utilizar filtro quando a corrente do inversor for menor que 50 A e potência da. rede ou do transformador de alimentação for menor que 500 kVA.. 1.5.. Características Gerais dos Inversores de Frequência. Como principais características dos inversores podemos citar: •. Função Multispeed – Esta função permite a variação da frequência de saída do inversor através de combinações das entradas digitais;. •. Regulador PID – Função utilizada em sistemas em malha fechada, permitindo um controle automático do sisitema; 13.
(14) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. •. Curva V/F ajustável – Permite a alteração das curvas características padrões para uma necessidade específica;. •. Rejeição de frequências críticas – Este recurso é utilizado quando o sistema a ser acionado possui faixas de operação com rotações críticas e que não podem ser utilizadas;. •. Frenagem CC – Este tipo de frenagem do motor é conseguida aplicando-se no seu estator uma tensão contínua;. •. Rampa “S” – Permite obter a aceleração e desaceleração de cargas onde se necessita de uma partida e parada mais suave;. •. Acionamento por meio das entradas digitais e analógicas – Permite que as entradas sejam programadas para controlar a velocidade do motor.. 1.6.. Tipos de Parâmetros Normalmente os parâmetros são divididos de acordo com suas funções: Leitura,. regulação, configuração, motor e funções especiais. Parâmetros de leitura – Mostram variáveis que podem ser visualizadas nos displays, mas não podem ser alteradas pelo usuário, exceto no casa da frequência do motor. Parâmetros de regulação – São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções do inversor. Parâmetros de configuração – Definem as características do inversor, funções a serem utilizadas, funções de entradas e saídas. Parâmetros do motor – Registram os dados do motor em uso. Parâmetros das funções especiais – Inclui parâmetros relacionados às funções especiais.. 14.
(15) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2. PARAMETRIZAÇÃO BÁSICA DO INVERSOR CFW-08 DA WEG COM VERSÃO DO SOFTWARE 3.9X Para auxílio na parametrização do Inversor CFW-08, foi elaborada uma tabela resumida de parâmetros e funções (Tabela 01), onde para maiores detalhes se faz necessário baixar o manual do inversor disponível no site: http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/1-328.pdf. NOTA 1: Antes de iniciar qualquer programação do inversor é aconselhável que todas as conexões dos bornes de comando estejam realizadas, para evitar a apresentação de erros. NOTA 2: Sugere-se iniciar a programação pelos dados do motor elétrico. Para iniciar os procedimentos de programação, faz-se necessário conhecer a IHM (Interface Homem Máquina) do inversor CFW-08, bem como as principais funções das suas teclas, onde por meio desta serão inseridos todos os parâmetros de programação do inversor conforme apresentado na Figura 2.1.. Figura 2.1 – Representação da IHM do inversor de frequência CFW-08 da WEG. Fonte: http://www.weg.net/br/Produtos-e-Servicos/Drives/Inversores-de-Frequencia/CFW08.. - Habilita o inversor via rampa de aceleração (partida); - Desabilita o inversor via rampa de desaceleração (parada). Reseta o inversor após a ocorrência de erros; - Seleciona (comuta) display entre número do parâmetro e seu calor (posição/conteúdo). - Aumenta a velocidade, número do parâmetro ou valor do parâmetro; 15.
(16) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. - Diminui a velocidade, número do parâmetro ou valor do parâmetro; - Inverte o sentido de rotação do motor comutando entre horário e antihorário; - Seleciona a origem dos comandos/referência entre LOCAL ou REMOTO; - Quando pressionada realiza a função JOG.. Parâmetro Ajuste Função P000 Senha de acesso P002 rpm Leitura da velocidade do motor P003 A Leitura corrente motor P004 V Leitura tensão circuito intermediário Vcc P005 Leitura da frequência motor P007 V Leitura da tensão motor P008 º Leitura da temperatura do dissipador P009 Leitura torque do motor P014 Leitura do último erro ocorrido P023 Leitura da versão do Software P040 Leitura da variável de processo PID P100 Ajuste tempo da rampa de aceleração P101 Ajuste tempo da rampa de desaceleração Ajuste tempo de aceleração 2ª rampa necessita habilitar as entradas P102 digitais Ajuste tempo de desaceleração 2ª rampa necessita habilitar as entradas P103 digitais P104 Rampa “S” P120 Memoriza o último valor de frequência digitado P121 Hz Ajusta o valor da frequência para o motor P122 Hz Ajusta o valor da frequência da função JOG P124 Hz Ajuste da frequência 1 para multivelocidades P125 Hz Ajuste da frequência 2 para multivelocidades P126 Hz Ajuste da frequência 3 para multivelocidades P127 Hz Ajuste da frequência 4 para multivelocidades P128 Hz Ajuste da frequência 5 para multivelocidades P129 Hz Ajuste da frequência 6 para multivelocidades P130 Hz Ajuste da frequência 7 para multivelocidades P131 Hz Ajuste da frequência 8 para multivelocidades P133 Hz Ajusta o valor da frequência mínima P134 Hz Ajusta o valor da frequência máxima Compensa a queda de tensão para manter o torque constante em baixas P136 velocidades (visível com P202=0 ou 1) Compensa a queda de tensão para manter o torque constante em baixas P137 velocidades (visível com P202=0 ou 1) Ajusta a compensação do escorregamento do motor devido à carga P138 (visível com P202=0 ou 1) 16.
(17) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. P142. %. P145. Hz. P151. V. P156 P169 P178 P202 P203 P204 P205 P206 P208 P215 P219 P220 P221 P222 P229 P230 P231 P234 P235 P236 P238 P239 P240 P248 P251 P252 P263 P264 P265 P266 P277 P279 P288 P290 P295 P297 P300 P301 P302 P303 P304 P306 P308. A A %. Hz A kHz s A Hz Hz. Ajusta o valor máximo da tensão de saída em valores percentuais da tensão de alimentação do inversor (visível com P202=0 ou 1) Ajusta a frequência de início de enfraquecimento de campo (visível com P202=0 ou 1) Ajuste nível de atuação da regulação da tensão do circuito intermediário Ajusta o valor da corrente de sobrecarga do motor Ajusta a corrente máxima de saída Ajusta o fluxo nominal (visível com P202=2) Ajusta o tipo do controle Seleção de funções especiais Ajusta os parâmetros com o padrão de fábrica Seleciona os parâmetros de leitura Ajusta o tempo de auto-reset de erros Ajusta o valor de RPM/Hz Habilita função copy (copia os parâmetros de um inversor para outro) Ajusta o inicio da redução da frequência de chaveamento Seleciona local de acionamento Habilita as teclas/botões de acionamento no modo local Habilita a entrada para o modo remoto Seleção de comando (situação local) Seleção de comando (situação remoto) Seleciona o sentido de giro do motor Ajusta o ganho da entrada analógica AI1 Define o sinal da entrada analógica AI1 Offset da entrada analógica AI1 Ajusta o ganho da entrada analógica AI2 (CFW-08 Plus) Define o sinal da entrada analógica AI2 (CFW-08 Plus) Offset da entrada analógica AI2 (CFW-08 Plus) Ajusta a constante de tempo do filtro das entradas analógicas Seleciona a função da saída analógica (CFW-08 Plus) Ajusta o ganho da saída analógica (CFW-08 Plus) Habilita a função da entrada digital DI1 Habilita a função da entrada digital DI2 Habilita a função da entrada digital DI3 Habilita a função da entrada digital DI4 Ajusta a função da saída a relé 1 Ajusta a função da saída a relé 2 (CFW-08 Plus) Ajuste da frequência do relé de saída Ajusta a corrente do relé de saída Ajusta a corrente nominal do inversor Ajusta a frequência de chaveamento do inversor Ajusta o tempo de frenagem por CC Ajusta a frequência de início da frenagem CC Ajusta a corrente aplicada na frenagem CC Ajusta a frequência evitada 1 (se P306 ≠ 0) Ajusta a frequência evitada 2 (se P306 ≠ 0) Ajusta a faixa evitada Define o endereço serial 17.
(18) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. P310 P311 P312 P313 P314 P399 P400 P401 P402 P403 P404 P407 P408 P409 P520 P521 P522 P525 P526 P527 P528 P536. s. s % V A rpm Hz. Ω. Habilita a função Flying Start (partida do motor com eixo girando) e Ride-through (evita erro em casos de quedas de tensão de até 2 segundos) Ajusta o tempo de retomada da tensão de 0 V até o valor nominal após uma queda Seleciona o tipo de protocolo da interface serial Seleciona o tipo de ação do inversor por meio da serial Ajusta o tempo de atuação do parâmetro P313 Valor do rendimento do motor Tensão nominal do motor Corrente nominal do motor Velocidade nominal do motor Frequência nominal do motor Potência nominal do motor Fator de potência do motor Habilita o auto-ajuste (somente com P202 = 2) Resistência do estator (somente com P202 = 2) Ajusta o ganho proporcional Ajusta o ganho integral Ajusta o ganho diferencial Ajusta o setpoint Ajusta a constante de tempo da variável do processo Seleciona o tipo de ação do controlador PID Define a escala da variável do processo Habilita o ajuste automático do setpoint. Tabela 1 - Tabela de parâmetros Inversor de Frequência CFW-08.. Além da tabela de parâmetros foi feito um resumo das principais funções para controle do inversor de frequência CFW-08, apresentadas a seguir.. 18.
(19) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. Seleção LOCAL/REMOTO. Funções de Seleção LOCAL/REMOTO. 19.
(20) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. Funções das Entradas Digitais. Tabela 2 - Funções das Entradas Digitais. 2.1.. Atividade Práticas Inversor de Frequência CFW-08. Inicialmente é necessário fazer as conexões elétricas de controle conforme a Figura 2.2 e o tipo de acionamento desejado, após a realização das conexões elétricas de comando e força, seguir a seguintes orientações: 1. Ajuste a senha de acesso para poder alterar os parâmetros do inversor (P000 = 5); 2. Carregue o inversor com o padrão de fábrica (P204 = 5); 3. Fazer os ajustes de tempo de aceleração (P100) para 5 segundos e desaceleração (P101) para 8 segundos; 4. Ajusta os valores das frequências mínima (P133) e máxima (P134); 5. Demonstrar a função de compensação de Torque Manual (P136), visível com P202=0; 20.
(21) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 6. Ajuste a corrente de sobrecarga do motor (P156); 7. Ajustar o fator de escala de referência para velocidade do motor (P208=30 para motores de IV polos); 8. Ajuste a corrente nominal do inversor P295 = 301; 9. Ajuste a frequência de chaveamento do inversor P297; 10. Preencha os parâmetros correspondentes ao motor elétrico, conforme Tabela 03 abaixo; P399 P400 P401 P402 P403 P404 P407 P408. Valor do rendimento do motor Tensão nominal do motor Corrente nominal do motor Velocidade nominal do motor Frequência nominal do motor Potência nominal do motor Fator de potência do motor Habilita o Auto-ajuste Tabela 3 - Parâmetros do motor.. Obs.: Valores visíveis somente com P202 = 2. 11. Demonstrar função de frenagem, P300 e P301. Demonstrar a função ride-through (queda de tensão) P310, P202=0.. Figura 2.2 – Conexões elétricas de sinal e controle do Inversor de Frequência CFW-08. Fonte: Manual do Inversor de Frequência CFW-08, WEG.. 21.
(22) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.2.. Atividade Práticas 01 Fazer a programação do inversor para acionamento sempre local, referência de. velocidade via entrada analógica (AI1), sentido de giro via entrada digital (DI2), gira/para via entrada digital (DI1) e JOG via entrada digital (DI3).. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. Tabela 4 - Tabela Básica de Programação. 22.
(23) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.3.. Atividade Práticas 02 Fazer a programação do inversor para acionamento sempre remoto, referência de. velocidade via teclas gira/para via teclas. Parâmetro. e e. da IHM, sentido de giro via tecla e JOG via tecla. Valores. da IHM,. da IHM.. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. 23.
(24) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.4.. Atividade Práticas 03. Fazer a programação do inversor para seleção de fonte pela tecla. da IHM.. Quando no modo local, comandos por meio das teclas da IHM (Gira/para; Ref. de Velocidade, Sentido de Giro; JOG). Quando no modo remoto, comandos via bornes (Gira/para via entrada digital DI1, referência de velocidade AI1, sentido de giro via entrada digital DI2 e JOG via entrada digital DI3).. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. 24.
(25) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.5.. Atividade Práticas 04 Fazer a programação do inversor para acionamento sempre remoto, referência de. velocidade via E.P. (potenciômetro eletrônico), sentido de Giro via entrada digital DI2, gira/para via entrada digital DI1 e JOG inativo.. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. Obs.: Com o EP ativo somente as entradas digitais DI3 e DI4 devem ser programadas sempre da seguinte maneira: DI3 – Acelera (Pulsador NA); DI4 – Desacelera (Pulsador NF).. 25.
(26) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.6.. Atividade Práticas 05 Fazer a programação do inversor para acionamento sempre remoto, referência de. velocidade via Multispeed (entradas digitais DI2, DI3 e DI4), sentido de giro sempre horário, gira/para via entrada digital (DI1) e JOG inativo.. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. Obs.: Velocidade 1 (P124) de 200 rpm, velocidade 2 (P125) de 600 rpm, velocidade 3 (P126) de 1200 rpm, velocidade 4 (P127) de 1800 rpm, velocidade 5 (P128) de 1000 rpm, velocidade 6 (P129) de 800 rpm, velocidade 7 (P130) de 400 rpm, velocidade 8 (P131) de 100 rpm. Velocidade. Chave 1. Chave 2. Chave 3. 1 – 200. 0. 0. 0. 2 – 600. 0. 0. 1. 3 – 1200. 0. 1. 0. 4 – 1800. 0. 1. 1. 5 – 1000. 1. 0. 0. 6 – 800. 1. 0. 1. 7 – 400. 1. 1. 0. 8 – 100. 1. 1. 1. Frequência Hz. Tabela 5 - Multispeed. 26.
(27) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.7.. Atividade Práticas 06 Fazer a programação do inversor para acionamento sempre remoto, referência de. velocidade via entrada analógica (AI1), sentido anti-horário, gira/para pela função Start/Stop (Comando a três fios), comande as funções JOG e Habilita Geral por meio de entradas digitais.. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. 27.
(28) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2.8.. Atividade Práticas 07 Fazer a programação do inversor para controle de uma cancela de acesso, onde o seu. funcionamento será da seguinte forma: 1. Quando o condutor do veículo pressionar o botão de acesso, o braço mecânico deverá iniciar o seu ciclo com uma velocidade equivalente a 3 Hz, até o acionamento do sensor 01 onde a velocidade passará para 47 Hz, até que o braço mecânico chegue ao sensor 02, com isso a velocidade reduzirá para 12 Hz até o mesmo ser desacionado, que reduzirá a velocidade para 3 Hz até completar o ciclo da abertura sensor 03, conforme ilustrado na Figura 2.3; 2. Ao completar o ciclo de abertura o braço mecânico iniciará seu retorno (inversão do sentido de giro) automaticamente voltando com velocidade de 3 Hz, até acionar os sensor 02, onde a sua velocidade aumentará para 12 Hz, até o desacionamento do sensor 02 e consequente acionamento do sensor 01, que aumentará a velocidade para 47 Hz até o desacionamento do sensor 01 que reduzirá a velocidade para 3 Hz, até concluir o fechamento completo com o desligamento total do sistema. Nota: Tempo das rampas de aceleração e desaceleração de 3 segundos.. Figura 2.3 - Ciclo de Abertura e Fechamento da Cancela Fonte: Treinamento online do inversor de frequência Altivar 11, Schneider.. 28.
(29) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. Parâmetro. Valores. Observações. P220. Seleção Local/remoto. P221. Referência de Velocidade. P229. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P222. Referência de Velocidade. P230. Gira/Para e JOG. P231. Sentido de Giro. P263. Habilita função de entrada digital DI1. P264. Habilita função de entrada digital DI2. P265. Habilita função de entrada digital DI3. P266. Habilita função de entrada digital DI4. LOCAL. REMOTO. Botão de. Sensor 3. Sensor 2. Sensor 1. Frequência. acesso (DI1). (reversão DI2). (DI3). (DI4). (Hz). 0. 0. 0. 0. 0. 1 (P124). 1. 0. 0. 0. 2 (P125). 1. 0. 0. 1. 3 (P126). 1. 0. 1. 0. 4 (P124). 1. 1. 0. 0. 5 (P126). 1. 1. 1. 0. 6 (P125). 1. 1. 0. 1. 7 (P124). 1. 1. 0. 0. 8. 0. 0. 0. 0. Velocidade. 29.
(30) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 3. PARAMETRIZAÇÃO DO INVERSOR ALTIVAR 71 DA SCHNEIDER. Inicialmente trabalharemos com a programação por meio do terminal integrado, para auxílio na parametrização do Inversor, foi elaborada uma tabela resumida de parâmetros e funções (Tabela 02), onde para maiores detalhes se faz necessário baixar o manual do inversor disponível no site: http://instrutec.ind.br/docs/downloads/Atv%2071.pdf. Antes de iniciar qualquer programação do inversor é aconselhável que todas as conexões dos bornes de comando e de força estejam realizadas, para evitar a apresentação de erros e aumentar a segurança contra choques elétricos. Para iniciar os procedimentos de programação, faz-se necessário conhecer a IHM (Terminal Integrado) do inversor Altival 71, bem como as principais funções das suas teclas, onde por meio desta serão inseridos todos os parâmetros de programação do inversor conforme apresentado na Figura 3.1.. Figura 3.1- Terminal integrado do inversor de frequência Altivar 71 da Schneider Electric. Fonte: manual de instalação e programação do inversor de frequência Altivar 71.. Quando iniciamos a programação de um inversor que já foi utilizado, para facilitar a definição das funções das entradas lógicas, é aconselhável retornar o inversor para a configuração de fábrica, para isto, basta acessar no menu as funções: FCS; FCS1; InI – FCS; FrY; ALL – FCS; GFS; YES por 2 segundos, com isso o inversor retornará todos os seus 30.
(31) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. parâmetros para os ajustes de fábrica, porém há a possibilidade de retornar apenas alguns grupos de parâmetros, maiores informações consultar o manual do equipamento. Sempre iniciar a programação do Inversor definindo o nível de acesso (LAC), no nosso caso, sempre no modo Especializado (EPr) e depois dar preferência para a programação dos dados do motor. Na sequência devemos selecionar o controle da velocidade do motor através dos parâmetros CtL – Fr1, selecionando opção que atenda às necessidades, neste caso devemos selecionar AI1, pois o ajuste da velocidade será por meio de um potenciômetro, que está ligado à entrada analógica 01 do inversor. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima HSP Velocidade máxima ItH Corrente térmica do motor bFr Frequência da rede nPr Potência nominal do motor UnS Tensão nominal do motor nCr Corrente nominal do motor FrS Frequência nominal do motor nSP Velocidade nominal do motor tFr Frequência máxima de saída tUn Auto-regulagem nSt/ drC (controle de motor) rdY AUt Auto-regulagem automática tUS Estado de auto-regulagem PHr Rotação de fase Ctt Tipo de controle do motor OFI Filtro sinus SFr Frequência de chaveamento CLI Limitação corrente nrd Redução do ruído tCC Comando 2 fios/3 fios I_O (conf. de entradas e saídas) rrS Atribuição sentido reverso Habilita a função e seleciona a JOG FUn (Funções de entrada JOG aplicação) JGF Frequência de JOG Tabela 6 - Tabela de parâmetros Básicos do Inversor de Frequência Altivar 71.. 31.
(32) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. Inicialmente o inversor nos oferece algumas possibilidade de parada, acessíveis por meio do menu FUn – Stt, onde podemos selecionar parada por rampa de desaceleração (rNP), parada rápida (FSt), parada por inércia (nSt) e parada por injeção de corrente contínua (dCI). Para fins de estudo utilizaremos apenas as funções de parada por rampa e por injeção de corrente contínua. Para o controle por meio de velocidades pré-programadas, no caso até 16 velocidades, neste caso, é necessário de 04 entradas lógicas, conforme apresentado na Tabela 7.. Tabela 7 - Tabela de combinação das entradas de velocidades pré-selecionadas. NOTA: Sempre definir e programar as funções e depois definir e selecionar qual entrada terá a referida função. Para melhor entendimento da programação é necessário responder e fazer as programações práticas das atividades seguintes. Quando o tempo de aceleração e desaceleração não for definido na atividade os mesmos ficam a critério do programador.. 32.
(33) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 3.1.. Atividade Práticas 01. Fazer a programação do inversor, configurando o motor de acordo com as informações da placa de identificação do motor. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição bFr Frequência da rede nPr Potência nominal do motor UnS Tensão nominal do motor nCr Corrente nominal do motor FrS Frequência nominal do motor nSP Velocidade nominal do motor tFr Frequência máxima de saída tUn Auto-regulagem nSt/ drC (controle de motor) rdY AUt Auto-regulagem automática tUS Estado de auto-regulagem PHr Rotação de fase Ctt Tipo de controle do motor OFI Filtro sinus SFr Frequência de chaveamento CLI Limitação corrente nrd Redução do ruído. 3.2.. Atividade Práticas 02. Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a três fios (LI1 desliga, LI2 gira no sentido horário, LI6 gira no sentido anti-horário), com controle de velocidade por meio do potenciômetro, ajustando as rampas de aceleração e desaceleração para 5 segundos. Nota: Deve-se atribuir apenas a entrada LI6 para o sentido reverso e LI1 deve ser uma chave NF. Refazer com comando a 02 fios. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima nSt/ HSP Velocidade máxima rdY ItH Corrente térmica do motor tCC Comando 2 fios/3 fios I_O (conf. de entradas e saídas) rrS Atribuição sentido reverso. 33.
(34) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 3.3.. Atividade Práticas 03. Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a dois fios, JOG via entrada digital (LI3), alterar frequência de JOG para 5 Hz, rampa de aceleração 20s e rampa de desaceleração 15s. (Obs.: Ao habilitar o comando a dois fios o sentido de giro horário ficará por conta de uma chave e o anti-horário por conta da chave subsequente, não é interessante que as duas chaves sejam ligas ao mesmo tempo). Refazer com comando a 03 fios. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima HSP Velocidade máxima ItH Corrente térmica do motor nSt/ tCC Comando 2 fios/3 fios rdY I_O (conf. de entradas e saídas) rrS Atribuição sentido reverso Habilita a função e seleciona a JOG FUn (Funções de entrada JOG aplicação) JGF Frequência de JOG. 3.4.. Atividade Práticas 04 Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a três fios, JOG via entrada. digital (LI4), alterar frequência de JOG para 10 Hz, rampa de aceleração 15s e parada por injeção de corrente contínua. Refazer com comando a 02 fios, definindo uma entrada digital para a função de frenagem, além da possibilidade de parada por rampa. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima HSP Velocidade máxima ItH Corrente térmica do motor nSt/ tCC Comando 2 fios/3 fios rdY I_O (conf. de entradas e saídas) rrS Atribuição sentido reverso Habilita a função e seleciona a JOG entrada JOG FUn (Funções de aplicação) JGF Frequência de JOG Stt Tipo de parada, entrada e tempo. 34.
(35) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 3.5.. Atividade Práticas 05. Fazer a programação do inversor, habilitando a função de multi velocidades (04 velocidade pré-programadas), o comando a três fios, funções de entrada digital LI2 e LI3 – controle das velocidades, habilita geral via entrada digital (LI1). Refazer com comando a 02 fios.. LI2 LI3 Frequência (Hz) 1. 0. 20. 0. 1. 30. 1. 1. 40. 0. 0. 0. Nota: A velocidade do motor no momento em que as entradas LI2 e LI3 estiverem abertas (0) será definida pelo ajuste da referência de velocidade, no nosso caso do potenciômetro. Para auxílio ver a página 32 da apostila.. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima HSP Velocidade máxima ItH Corrente térmica do motor tCC Comando 2 fios/3 fios I_O (conf. de entradas e saídas) nSt/ rrS Atribuição sentido reverso rdY 2 velocidades préPS2 selecionadas 4 velocidades préPS4 FUn (Funções de selecionadas PSS aplicação) SP2 Velocidade pré-selecionada 2 SP3 Velocidade pré-selecionada 3 SP4 Velocidade pré-selecionada 4. 35.
(36) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 3.6.. Atividade Práticas 06. Fazer a programação do inversor para controle de uma cancela de acesso, onde o seu funcionamento será da seguinte forma: 1. Quando o condutor do veículo pressionar o botão de acesso, o braço mecânico deverá iniciar o seu ciclo com uma velocidade equivalente a 3 Hz, até o acionamento do sensor 01 onde a velocidade passará para 47 Hz, até que o braço mecânico chegue ao sensor 02, com isso a velocidade reduzirá para 12 Hz até o mesmo ser desacionado, que reduzirá a velocidade para 3 Hz até completar o ciclo da abertura sensor 03, conforme ilustrado na Figura 2.3; 2. Ao completar o ciclo de abertura o braço mecânico iniciará seu retorno (inversão do sentido de giro) automaticamente voltando com velocidade de 3 Hz, até acionar os sensor 02, onde a sua velocidade aumentará para 12 Hz, até o desacionamento do sensor 02 e consequente acionamento do sensor 01, que aumentará a velocidade para 47 Hz até o desacionamento do sensor 01 que reduzirá a velocidade para 3 Hz, até concluir o fechamento completo com o desligamento total do sistema. Nota: Tempo das rampas de aceleração e desaceleração de 3 segundos. Refazer com comando a 02 fios.. Parametrização Básica do Inversor de Frequência Altivar 71 Pasta Parâmetros Valor Descrição ACC Rampa de aceleração dEC Rampa de desaceleração SEt (regulagem) LSP Velocidade mínima HSP Velocidade máxima ItH Corrente térmica do motor tCC Comando 2 fios/3 fios I_O (conf. de entradas e saídas) nSt/ rrS Atribuição sentido reverso rdY 2 velocidades préPS2 selecionadas 4 velocidades préPS4 FUn (Funções de selecionadas PSS aplicação) SP2 Velocidade pré-selecionada 2 SP3 Velocidade pré-selecionada 3 SP4 Velocidade pré-selecionada 4. 36.
(37) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 4. PARAMETRIZAÇÃO DO INVERSOR ALTIVAR 71 DA SCHNEIDER POR MEIO DO TERMINAL GRÁFICO. Deste ponto trabalharemos com a programação por meio do terminal gráfico do inversor Altival 71. Para iniciar os procedimentos de programação, faz-se necessário conhecêlo, bem como as principais funções das suas teclas, onde por meio desta serão inseridos todos os parâmetros de programação do inversor conforme apresentado na Figura 4.1.. Figura 4.1 - Terminal Gráfico do inversor de frequência Altivar 71 Fonte: manual de instalação e programação do inversor de frequência Altivar 71.. O terminal gráfico é uma Interface que permite a programação completa do inversor além da visualização (display gráfico) das principais funções do mesmo, isso tudo apresentado em forma de lista de intruções (menus, submenus e parâmetros) de maneira bem prática e intuítiva, proporcionando ainda uma programação na apresentação dos seus dados podendo ser em forma de valores, gráficos, etc, além da programação das teclas F1 a F4. Para facilitar ainda mais a nossa programação, inicialmente devemos selecionar o indioma mais adequado, de sua preferência, para utilização do inversor. Seguindo a ordem, selecionar o nível de acesso, no nosso caso, sempre Especializado, depois inicia-se a 37.
(38) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. programação do inversor preferencialmente carregando os dados do motor. Nota: se necessário voltar o inversor à configuração de fábrica, devemos reiniciar o processo a partir da seleção do indioma. Para restaurar os parâmetros de fábrica, basta acessar o menu do variador – regulação de fábrica – Grupo de parâmetros, seleciona o que desejar – Reg. de fábrica, para alterar o idioma, acessa o menu do variador – Idioma, seleciona o desejado, para altarar o nível de acesso, no menu do variador acessa Nível de acesso e seleciona Especialista. Para melhor entendimento da programação é necessário responder e fazer as programações práticas das atividades seguintes. Quando o tempo de aceleração e desaceleração não for definido na atividade os mesmos ficam a critério do programador.. 4.1.. Atividade Práticas 01. Fazer a programação do inversor, configurando o motor de acordo com as informações da placa de identificação do motor.. 4.2.. Atividade Práticas 02. Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a três fios (LI1 desliga, LI2 gira no sentido horário, LI6 gira no sentido anti-horário), inicialmente com controle de velocidade por meio do potenciômetro e depois por meio da IHM, utilizando todas as suas teclas, ajustando as rampas de aceleração e desaceleração para 5 segundos. Nota: Deve-se atribuir apenas a entrada LI6 para o sentido reverso e LI1 deve ser uma chave NF. Refazer com comando a 02 fios.. 4.3.. Atividade Práticas 03. Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a dois fios, velocidade por meio do potenciômetro, JOG via entrada digital (LI3), alterar frequência de JOG para 5 Hz, rampa de aceleração 20s e rampa de desaceleração 15s. (Obs.: Ao habilitar o comando a dois fios o sentido de giro horário ficará por conta de uma chave e o anti-horário por conta da chave subsequente, não é interessante que as duas chaves sejam ligas ao mesmo tempo). Refazer com comando a 03 fios. 38.
(39) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 4.4.. Atividade Práticas 04. Fazer a programação do inversor, habilitando o comando a três fios, velocidade por meio da IHM, JOG via tecla F1 da HMI, alterar frequência de JOG para 10 Hz, rampa de aceleração 15s e parada por injeção de corrente contínua. Refazer com comando a 02 fios.. 4.5.. Atividade Práticas 05. Fazer a programação do inversor, habilitando a função de multi velocidades (04 velocidade pré-programadas), o comando a três fios, funções de entrada digital LI2 e LI3 – controle das velocidades, habilita geral via entrada digital (LI1). Refazer com comando a 02 fios.. LI2 LI3 Frequência (Hz) 1. 0. 20. 0. 1. 30. 1. 1. 40. 0. 0. 0. Nota: A velocidade do motor no momento em que as entradas LI2 e LI3 estiverem abertas (0) será definida pelo ajuste da referência de velocidade. Para auxílio ver a página 32 da apostila.. 4.6.. Atividade Práticas 06. Fazer a programação do inversor para controle de uma cancela de acesso, onde o seu funcionamento será da seguinte forma: 1. Quando o condutor do veículo pressionar o botão de acesso, o braço mecânico deverá iniciar o seu ciclo com uma velocidade equivalente a 3 Hz, até o acionamento do sensor 01 onde a velocidade passará para 47 Hz, até que o braço mecânico chegue ao sensor 02, com isso a velocidade reduzirá para 12 Hz até o mesmo ser desacionado, que reduzirá a velocidade para 3 Hz até completar o ciclo da abertura sensor 03, conforme ilustrado na Figura 2.3; 39.
(40) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 2. Ao completar o ciclo de abertura o braço mecânico iniciará seu retorno (inversão do sentido de giro) automaticamente voltando com velocidade de 3 Hz, até acionar os sensor 02, onde a sua velocidade aumentará para 12 Hz, até o desacionamento do sensor 02 e consequente acionamento do sensor 01, que aumentará a velocidade para 47 Hz até o desacionamento do sensor 01 que reduzirá a velocidade para 3 Hz, até concluir o fechamento completo com o desligamento total do sistema. Nota: Tempo das rampas de aceleração e desaceleração de 3 segundos. Defina as entradas para os sensores de controle de velocidade, reversão e fechamento. Refazer com comando a 02 fios, controle pela HMI colocando como sensores de velocidade as teclas F2 e F3 da HMI.. 4.7.. Atividade Práticas 07. Fazer a programação do inversor, habilitando a função de multi velocidades (04 velocidade pré-programadas), o comando a dois fios, colocando como controle de duas velocidades as teclas F2 e F3 da HMI. Refazer com comando a 03 fios.. F2 F3 Frequência (Hz). Referência. 0. 1. 10. Velocidade 2. 1. 0. 30. Velocidade 3. 0. 0. 0. Velocidade HMI. 40.
(41) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. REFERÊNCIAS. WEG. Manual do Inversor de Frequência CFW-08, Versão 5.2X. Jaraguá do Sul: 2009. WEG. Módulo 2: Variação de Velocidade. Jaraguá do Sul. <http://ecatalog.weg.net/files/wegnet/1-328.pdf>. Acesso em: 28 out. 2013. SCHNEIDER. Treinamento online do Inversor de Frequência Altivar 11, <http://tools.schneider-electric.com.br/treinamento/atv11/base.cfm>. Acesso em: 28 out. 2013. SCHNEIDER. Manual de Instalação e Programação do Inversor de Frequência Altivar 71, São Paulo: 2006.. 41.
(42) Apostila de Acionamentos Elétricos – Prof. Wilson Mendes Cavalcante. 42.
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