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INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA DE 11 DE ABRIL DE 2017

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INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA

DE 11 DE ABRIL DE 2017

Horário: 10h00

(2)

Companhia Aberta

2

ÍNDICE

1.

... Mensagem do Presidente do Conselho de Administração ... 3

2. ... Comentários dos Diretores ... 4

3. ... Informações sobre a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária ... 5

4.

... Edital de Convocação ... 6

5. ... Assembleia Geral Ordinária ... 7

a) Balanço Patrimonial, demais Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ... 7

b) Destinação do Resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ... 7

c) Fixação do número de membros e eleição dos membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração ... 7

d) Fixação da verba destinada à remuneração dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria ... 7

6. ... Assembleia Geral Extraordinária ... 8

I) Cancelamento do Plano para Outorga de Opções de Ações, aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária de 31.07.2003 ... 8

II) Redução do Capital Social para absorção do saldo remanescente do prejuízo do exercício, sem cancelamento de ações ... 8

III) Alteração e consolidação do Estatuto Social ... 8

ANEXO I – Modelo de Procuração e de Orientação de Voto ... 10

ANEXO II – Comentários dos Diretores ... 12

ANEXO III – Informações sobre os Candidatos para o Conselho de Administração .. 28

ANEXO IV – Proposta de Verba Anual para Remuneração dos Administradores ... 36

ANEXO V

– Redução de Capital (Anexo 16 da Instrução CVM 481, alterada pela

Instrução CVM 552/14) ... 47

ANEXO VI – Estatuto Social Consolidado com as alterações propostas ... 48

ORDINÁRIA DE 26 DE ABRIL DE 2010

Itaú Unibanco Holding S.A.

Companhia Aberta

Horários: 15h00, 15h20 e 15h40

Local: Auditório da sede social, na Praça Alfredo

Egydio de Souza Aranha nº 100,

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3

1.

Mensagem do Presidente do Conselho de Administração

São Paulo, março de 2017.

Prezado(a) Acionista,

A ELEKEIROZ é uma empresa brasileira, de capital aberto, com relevante atuação na produção

de intermediários químicos para uso industrial. Controlada pela holding Itaúsa, a Companhia

acumula experiência única e pioneira no desenvolvimento e produção de insumos químicos ao

longo de 120 anos de história.

O ano de 2016 foi bastante desafiador para a ELEKEIROZ, sendo que o quarto trimestre

apresentou recuperação do nível de atividades, reflexo especialmente da leve retomada do nível

de atividade dos nossos clientes, da evolução do portfólio de soluções que promovemos nos

produtos orgânicos, das ações de melhoria de competividade implementadas e do aumento dos

volumes de vendas de ácido sulfúrico.

Em consonância com as melhores práticas de governança, apresentamos este informativo que

detalha as matérias a serem apreciadas na Assembleia Geral dos Acionistas do próximo dia 11 de

abril, às 10 horas, em Várzea Paulista (SP).

No aguardo de sua presença,

Cordialmente,

Rodolfo Villela Marino

(4)

4

2.

Comentários dos Diretores

Os Comentários dos Diretores, na forma especificada no Item 10 do Anexo 24 da Instrução CVM 480/09, alterado pela Instrução CVM 552/14, foram encaminhados à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, pelo Módulo IPE (Informações Periódicas e Eventuais) do Sistema Empresas.NET, em 10.03.2017, e disponibilizados no website da Companhia (www.elekeiroz.com.br), sendo que a transcrição de seu conteúdo pode ser encontrada no Anexo II deste documento.

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5

3.

Informações sobre a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária

Data

Segundo o Artigo 132 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das Sociedades por Ações”), as sociedades por ações devem realizar anualmente a Assembleia Geral Ordinária dentro do prazo de 4 (quatro) meses após o término do exercício social. O exercício social da Elekeiroz S.A. (“Elekeiroz” ou ”Companhia”) inicia-se em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro de cada ano. Assim, anualmente, a Companhia deve realizar a Assembleia Geral Ordinária até 30 de abril. Neste ano, a Assembleia Geral Ordinária será realizada no dia 11 de abril, às 10:00 horas.

Quórum de Instalação

O quórum mínimo necessário para a instalação da Assembleia, em primeira convocação, será de 2/3 (dois terços) do capital com direito a voto, tendo em vista a alteração estatutária proposta, consoante dispõe o Artigo 135 da Lei nº 6.404/76 (“Lei das Sociedades por Ações”). Não se realizando a Assembleia em primeira convocação, será publicado novo edital para sua instalação em segunda convocação, com qualquer número de Acionistas.

Local

A Assembleia Geral será realizada no auditório da sede social, localizado na Rua Dr. Edgardo de Azevedo Soares, 392 – Vila Bela Cintra, em Várzea Paulista (SP).

Edital de Convocação

O Edital de Convocação, constante do item 4 deste informativo, será publicado em 14, 15 e 16 de março de 2017 nos jornais “Diário Oficial do Estado de São Paulo” e “Jornal de Jundiaí”, encontrando-se também disponível no site de Relações com Investidores da Companhia (www.elekeiroz.com.br), bem como nos websites da CVM (www.cvm.gov.br) e BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br).

Documentos disponibilizados aos Acionistas

O Relatório da Administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do exercício, a cópia das Demonstrações Contábeis e os relatórios do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos e dos Auditores Independentes foram publicados em 15 de fevereiro de 2017 no Diário Oficial do Estado de São Paulo (páginas 19 a 28) e Jornal de Jundiaí (páginas 5 a 9).

Com vistas a instruir as matérias a serem deliberadas na Assembleia Geral, a Companhia disponibiliza, nesta data, o presente documento contendo as informações requeridas pelas Instruções CVM 480/09 e 481/09, ambas alteradas pela Instrução CVM 552/14, encontrando-se disponível na sede social, no escritório administrativo (Av. Paulista, 1938, Bela Vista, CEP 01310-942, São Paulo-SP), no website da Companhia (www.elekeiroz.com.br/ri), bem como nos websites da CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br).

Participação na Assembleia

Os Acionistas que desejarem participar da Assembleia deverão comparecer portando documento de identidade e comprovante de depósito das ações emitido pela instituição depositária, contendo a respectiva participação acionária.

Procurações

Os Acionistas podem ser representados na Assembleia por procurador, nos termos do Artigo 126 da Lei nº 6.404/76, desde que o procurador esteja com documento de identidade e os seguintes documentos comprovando a validade da procuração (para documentos produzidos no exterior, a respectiva tradução juramentada e consularizada):

a) Pessoas Jurídicas: cópia autenticada do contrato/estatuto social da pessoa jurídica representada, comprovante de eleição dos administradores e a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório;

b) Pessoas Físicas: a correspondente procuração, com firma reconhecida em cartório. ____________________________

(6)

6

4.

Edital de Convocação

E

LEKEIROZ

S.A.

CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971

Edital de Convocação

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA

Os Senhores Acionistas da ELEKEIROZ S.A. são convidados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que se realizará em 11.04.2017, às 10:00 horas, na sede social, na Rua Dr. Edgardo de Azevedo Soares, 392, Várzea Paulista (SP), a fim de:

EM PAUTA ORDINÁRIA:

1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração, do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos e dos Auditores Independentes e examinar, discutir e deliberar sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2016;

2. homologar a destinação do resultado do exercício, com absorção parcial do prejuízo por reservas de lucros;

3. fixar o número de membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração e elegê-los para o próximo mandato anual; os interessados em requerer a adoção do voto múltiplo nessa eleição deverão representar, no mínimo, 5% do capital votante, nos termos das Instruções CVM 165/91 e 282/98; e

4. deliberar sobre a verba destinada à remuneração dos integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria.

EM PAUTA EXTRAORDINÁRIA:

5. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para:

a) cancelamento do Plano para Outorga de Opções de Ações, aprovado pela Assembleia de 31.07.2003;

b) redução do capital social subscrito, de R$ 322.000.000,00 para R$ 103.057.070,40, mediante absorção do saldo remanescente do prejuízo do exercício, sem cancelamento de ações; e c) alteração e consolidação do Estatuto Social para contemplar as alterações acima.

Os documentos a serem analisados na Assembleia encontram-se disponíveis na sede social, no escritório administrativo e no website de relações com investidores da Companhia (www.elekeiroz.com.br), da CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br).

Os Acionistas, seus representantes legais ou procuradores, poderão participar da Assembleia munidos de documento de identidade, comprovação de poderes e extrato de titularidade das ações, consoante Artigo 126 da Lei 6.404/76.

Várzea Paulista (SP), 8 de março de 2017. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

RODOLFO VILLELA MARINO Presidente

(7)

7

5.

Assembleia Geral Ordinária

Nos termos da proposta apresentada pelo Conselho de Administração serão submetidas à aprovação dos Acionistas as seguintes matérias:

a) Balanço Patrimonial, demais Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016

O Relatório da Administração foi disponibilizado em conjunto com as Demonstrações Contábeis e o Relatório do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, tendo sido aprovados pelo Conselho de Administração em reunião de 31 de janeiro de 2017. Referidos documentos, acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes, foram encaminhados à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, pelo Módulo IPE (Informações Periódicas e Eventuais) do Sistema Empresas.NET, e disponibilizados no site da Companhia (http://www.elekeiroz.com.br) em 1º de fevereiro de 2017, tendo sido publicados em 15 de fevereiro de 2017 no Diário Oficial do Estado de São Paulo (páginas 19 a 28) e no Jornal de Jundiaí (páginas 5 a 9).

b) Destinação do Resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016

A Companhia apurou prejuízo no exercício de 2016 no valor de R$ 343.681.674,42, conforme demonstrativo de resultado disponibilizado em 1º de fevereiro de 2017 no IPE e no site da Companhia (http://www.elekeiroz.com.br), tendo sido publicado em 15 de fevereiro de 2017 no Diário Oficial do Estado de São Paulo (páginas 19 a 28) e Jornal de Jundiaí (páginas 5 a 9).

Assim, nos termos do Artigo 189, § único, da Lei 6.404/76, propõe-se que referido prejuízo seja parcialmente absorvido pela Reserva de Incentivo Fiscal (R$ 13.309.883,09), pela Reserva Especial (R$ 92.618.025,64) e pela Reserva Legal (R$ 18.810.836,09), restando um saldo de R$ 218.942.929,60 na Conta Prejuízos Acumulados.

Em razão da apuração de prejuízo no exercício de 2016, a Companhia:  não distribuirá dividendos aos Acionistas; e,

 está dispensada da apresentação das informações indicadas no Anexo 9-1-II da Instrução CVM 481/09, consoante decisão do Colegiado da CVM de 27.09.2011 (Processo CVM RJ2010/14687).

c) Fixação do número de membros e eleição dos membros efetivos e suplentes do Conselho de Administração

Propõe o acionista majoritário fixar o número de 5 (cinco) conselheiros efetivos e 2 (dois) suplentes, reelegendo-se os atuais membros efetivos, Srs. Cesar Suaki dos Santos (como Membro Independente), Henri Penchas, Olavo Egydio Setubal Júnior, Ricardo Egydio Setubal e Rodolfo Villela Marino, e os atuais membros suplentes, Srs. Alfredo Egydio Setubal e Ricardo Villela Marino. Os conselheiros efetivos Olavo Egydio Setubal Júnior e Ricardo Egydio Setubal poderão ser substituídos pelo conselheiro suplente Alfredo Egydio Setubal e o conselheiro efetivo Rodolfo Villela Marino poderá ser substituído pelo conselheiro suplente Ricardo Villela Marino.

Informamos que a eleição de membros para o Conselho de Administração da Companhia ocorrerá mediante processo de votação realizado pelo voto simples, formando uma chapa completa de candidatos para as vagas do Conselho de Administração, que deverá ser submetida à deliberação dos acionistas, exceto se for requerida a adoção de processo de voto múltiplo.

Voto Múltiplo: no caso da adoção do processo de voto múltiplo, serão atribuídos a cada ação ordinária tantos votos quantos sejam os cargos a serem preenchidos no Conselho de Administração da Companhia, sendo permitido ao acionista o direito de acumular votos em um só candidato ou distribuí-los entre vários candidatos.

Os currículos detalhados, bem como demais informações exigidas pelos itens 12.5 a 12.10 do Anexo 24 da Instrução CVM 480/09, alterados pela Instrução CVM 552/14, constam do Anexo III deste documento.

d) Fixação da verba global e anual destinada à remuneração dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria

Propõe-se que a Assembleia fixe a remuneração global anual dos administradores da Companhia em até R$ 7.600.000,00, sendo R$ 2.000.000,00 para o Conselho de Administração e R$ 5.600.000,00 para a Diretoria, podendo ser reajustada de acordo com a política de remuneração adotada pela Companhia.

A proposta de Remuneração dos Administradores, na forma especificada no item 13 do Anexo 24 da Instrução CVM 480/09, alterado pela Instrução CVM 552/14, segue anexa, na íntegra, ao presente documento (Anexo IV).

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6.

Assembleia Geral Extraordinária

Nos termos da proposta apresentada pelo Conselho de Administração, serão submetidas à aprovação dos Acionistas as seguintes matérias:

I. Cancelamento do Plano para Outorga de Opções de Ações

Propõe-se que a Assembleia aprove o cancelamento do Plano para Outorga de Opções de Ações, aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária de 31.07.2003, tendo em vista que desde a sua instituição não foram outorgadas opções de compra aos administradores e funcionários da Companhia.

II. Redução do Capital Social para absorção do saldo remanescente do prejuízo do exercício, sem cancelamento de ações

Propõe-se, ainda, que a Assembleia aprove a redução do capital social em R$ 218.942.929,60, para absorção do saldo remanescente do prejuízo do exercício de 2016, consonante disposto no Art. 173 da Lei 6.404/1976, passando o capital subscrito e integralizado de R$ 322.000.000,00 para R$ 103.057.070,40, sem cancelamento de ações.

III. Alteração e Consolidação do Estatuto Social

Em decorrência, propõe-se alterar os Artigos 3º e 8º e consolidar o Estatuto Social para: (i) no item 3.1. registrar a nova composição do capital subscrito, face a redução acima mencionada; e (ii) excluir o item 3.6 em razão do cancelamento do Plano para Outorga de Opções de Ações, com as consequentes renumeração dos itens subsequentes, exclusão da menção ao referido plano no item 3.9, renumerado para 3.8, e alteração da remissão mencionada na alínea “a” do item 8.2., conforme quadro abaixo:

REDAÇÃO ATUAL REDAÇÃO PROPOSTA

3.1. Capital Subscrito – O capital subscrito e integralizado é de R$ 322.000.000,00 (trezentos e vinte e dois milhões de reais), dividido em 31.485.170 (trinta e um milhões, quatrocentas e oitenta e cinco mil, cento e setenta) ações escriturais, sem valor nominal, sendo 14.518.150 (catorze milhões, quinhentas e dezoito mil, cento e cinquenta) ordinárias e 16.967.020 (dezesseis milhões, novecentas e sessenta e sete mil e vinte) preferenciais

3.6. Opção de Compra de Ações - Dentro do limite do capital autorizado e de acordo com plano aprovado pela Assembleia Geral, poderão ser outorgadas opções de compra de ações a administradores e empregados da própria sociedade e de empresas por ela controladas.

3.7. Ações Preferenciais – As ações preferenciais, sem direito a voto, terão as seguintes vantagens:

a) prioridade, em relação às ações ordinárias, no recebimento do dividendo obrigatório;

3.1. Capital Subscrito – O capital subscrito e integralizado é de R$ 103.057.070,40 (cento e três milhões, cinquenta e sete mil, setenta reais e quarenta centavos), dividido em 31.485.170 (trinta e um milhões, quatrocentas e oitenta e cinco mil, cento e setenta) ações escriturais, sem valor nominal, sendo 14.518.150 (catorze milhões, quinhentas e dezoito mil, cento e cinquenta) ordinárias e 16.967.020 (dezesseis milhões, novecentas e sessenta e sete mil e vinte) preferenciais

3.6. Ações Preferenciais – As ações preferenciais, sem direito a voto, terão as seguintes vantagens:

a) prioridade, em relação às ações ordinárias, no recebimento do dividendo obrigatório;

(9)

9 b) dividendo, por ação preferencial,

nunca inferior ao que for atribuído a cada ação ordinária;

c) participação nos aumentos de capital decorrentes de capitalização de reservas e lucros;

d) prioridade, em relação às ações ordinárias, no reembolso do capital, sem prêmio, no caso de liquidação da companhia;

e) direito de, em eventual alienação de controle, serem incluídas em oferta pública de aquisição de ações, de modo a que lhes assegure preço unitário igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle;

f) dividendo prioritário mínimo, anual e não cumulativo, de R$ 2,00 (dois reais) por mil ações, que será ajustado em caso de desdobramento ou grupamento. 3.8. Aquisição do Direito de Voto pelas Ações Preferenciais - As ações preferenciais adquirirão o exercício do direito de voto, nos termos do artigo 111, § 1º, da Lei nº 6.404/76, se a sociedade deixar de pagar o dividendo prioritário mínimo por três exercícios consecutivos. 3.9. Aquisição das Próprias Ações – A sociedade poderá adquirir as próprias ações, mediante autorização do Conselho de Administração, a fim de cancelá-las, mantê-las em tesouraria para posterior alienação ou ainda utilizá-las no âmbito do plano de opções de compra de ações.

8.2. será especificada a importância destinada a dividendos aos acionistas, atendendo ao disposto no artigo 9º e às seguintes normas:

a) em primeiro lugar, será atribuído o dividendo prioritário mínimo anual e não cumulativo (artigo 3º, 3.7, “b”), às ações preferenciais;

b) dividendo, por ação preferencial, nunca inferior ao que for atribuído a cada ação ordinária;

c) participação nos aumentos de capital decorrentes de capitalização de reservas e lucros;

d) prioridade, em relação às ações ordinárias, no reembolso do capital, sem prêmio, no caso de liquidação da companhia;

e) direito de, em eventual alienação de controle, serem incluídas em oferta pública de aquisição de ações, de modo a que lhes assegure preço unitário igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle;

f) dividendo prioritário mínimo, anual e não cumulativo, de R$ 2,00 (dois reais) por mil ações, que será ajustado em caso de desdobramento ou grupamento. 3.7. Aquisição do Direito de Voto pelas Ações Preferenciais - As ações preferenciais adquirirão o exercício do direito de voto, nos termos do artigo 111, § 1º, da Lei nº 6.404/76, se a sociedade deixar de pagar o dividendo prioritário mínimo por três exercícios consecutivos. 3.8. Aquisição das Próprias Ações – A sociedade poderá adquirir as próprias ações, mediante autorização do Conselho de Administração, a fim de cancelá-las ou mantê-las em tesouraria para posterior alienação.

8.2. será especificada a importância destinada a dividendos aos acionistas, atendendo ao disposto no artigo 9º e às seguintes normas:

a) em primeiro lugar, será atribuído o dividendo prioritário mínimo anual e não cumulativo (artigo 3º, 3.6, “b”), às ações preferenciais;

Em atendimento ao Artigo 11 (II) da Instrução CVM nº 481/09, a Administração da Companhia informa que analisou a proposta de alteração do Estatuto Social e entendeu que dela não decorre efeitos jurídico ou econômico relevantes.

O documento contendo as alterações estatutárias propostas, requerido pelo Artigo 11 da Instrução CVM nº 481/09, encontra-se no quadro acima e no Anexo VI (Estatuto Social consolidado com as alterações propostas) deste Informativo.

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10

ANEXO I

MODELO DE PROCURAÇÃO

Por este instrumento de procuração, [ACIONISTA], [QUALIFICAÇÃO], (“Outorgante”), nomeia o Sr. [PROCURADOR], [NACIONALIDADE], [ESTADO CIVIL], [PROFISSÃO], RG n° XXX e CPF n° XXX, domiciliado na [ENDEREÇO COMPLETO], seu procurador, com poderes para representá-lo, na qualidade de Acionista da Elekeiroz S.A. (“Companhia”), na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia, que se realizará em primeira convocação, no dia 11 de abril de 2017, às 10:00 horas, e, se necessário, em segunda convocação em data a ser informada oportunamente, no auditório da sede social, na Rua Dr. Edgardo de Azevedo Soares, 392, Vila Bela Cintra, no Município de Várzea Paulista, estado de São Paulo, CEP 13224-030, lançando seu voto em conformidade com a orientação de voto abaixo.

O procurador terá poderes limitados ao comparecimento à Assembleia e ao lançamento de voto em conformidade com a orientação abaixo, não tendo direito nem obrigação de tomar quaisquer outras medidas que não sejam necessárias ao exato cumprimento das orientações de voto indicadas abaixo. O procurador fica autorizado a se abster em qualquer deliberação ou assunto para o qual não tenha recebido orientações de voto suficientemente específicas.

O presente instrumento de mandato tem prazo de validade de [] dias, a partir da presente data. [Cidade], ___ de _______ de 2017.

_______________________________ [ACIONISTA]

(Assinatura com firma reconhecida)

ORIENTAÇÃO DE VOTO Assembleia Geral Ordinária:

1. tomar conhecimento dos Relatórios da Administração, do Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos e dos Auditores Independentes e deliberar sobre as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.

A favor Contra Abstenção

2. homologar a destinação do resultado do exercício, com absorção parcial do prejuízo por reservas de lucros.

A favor Contra Abstenção

3. fixar o número de membros do Conselho de Administração em 5 efetivos e 2 suplentes e elegê-los para o próximo mandato anual.

A favor Contra Abstenção

Membros efetivos: Membros suplentes: Cesar Suaki dos Santos (*)

Henri Penchas

Olavo Egydio Setubal Júnior Ricardo Egydio Setubal

Rodolfo Villela Marino Ricardo Villela Marino

(*) independente

(11)

11 4. deliberar sobre proposta para fixação da verba global e anual destinada à remuneração dos administradores no montante de R$ 7.600 mil, sendo R$ 2.000 mil para o Conselho de Administração e R$ 5.600 mil para a Diretoria.

A favor Contra Abstenção

Assembleia Geral Extraordinária:

5. cancelar o Plano para Outorga de Opções de Ações aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária de 31.07.2003.

A favor Contra Abstenção

6. reduzir o Capital Social para absorção do saldo remanescente do prejuízo do exercício, sem cancelamento de ações.

A favor Contra Abstenção

7. alterar e consolidar o Estatuto Social para registrar as alterações acima propostas.

A favor Contra Abstenção

(12)

12

ANEXO II

COMENTÁRIOS DOS DIRETORES

Item 10 do Anexo 24 da Instrução CVM nº 480/09, alterado pela Instrução CVM 552/14

Os comentários a seguir foram elaborados tomando como base as demonstrações contábeis publicadas pela Companhia nos três últimos exercícios sociais, de 2014 a 2016, de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS – International Financial Reporting Standards) e pronunciamentos do CPC (Comitê de Práticas Contábeis).

10.1. Os diretores devem comentar sobre:

a. condições financeiras e patrimoniais gerais

A Elekeiroz é uma indústria química brasileira com mais de 120 anos de história, detendo posição de liderança na maioria dos seus mercados de atuação. Como produtora de químicos intermediários de uso industrial, foi pioneira na fabricação de diversos produtos no País, como anidrido ftálico, bissulfeto de carbono, octanol e butanol a partir de álcool de cana, trimetilolpropano, ácido etil hexanóico, entre outros. É uma típica indústria de capital intensivo, com políticas conservadoras de investimento e crédito.

O volume expedido da Elekeiroz em 2016 apresentou queda de 6% em relação ao ano anterior, sendo que os produtos orgânicos e os produtos inorgânicos apresentaram quedas, respectivamente, de 7% e 6% em relação ao mesmo período, em função, principalmente, da forte crise que impactou a economia como um todo e a indústria em especial.

A Receita Líquida de 2016 foi de R$ 770,8 milhões, 14% abaixo do realizado em 2015. O mercado interno e as exportações apresentaram retrações de, respectivamente, 10% e 46%.

O Lucro Bruto acumulado do ano foi 35% menor que o do ano anterior. Apesar do resultado negativo, a Companhia apresentou recuperação no último trimestre atingindo R$ 13,1 milhões, crescimento de 28% em relação ao terceiro trimestre de 2016.

O EBITDA de 2016 foi de R$ 56,4 milhões negativos versus R$ 45,5 milhões em 2015. Descontando-se os itens não recorrentes, o EBITDA de 2016 foi de R$ 1,1milhão positivo.

O volume expedido da Elekeiroz em 2015 apresentou queda de 8% em relação ao ano anterior, influenciado pelas paradas programadas para manutenção realizadas no primeiro semestre nas plantas de gás de síntese, álcoois e anidrido ftálico em Camaçari e ácido sulfúrico em Várzea Paulista. A Receita Líquida de 2015 foi de R$ 894,3 milhões, 4% abaixo do realizado em 2014. O mercado interno e as exportações apresentaram retrações de, respectivamente, 2% e 24%.

O Lucro Bruto acumulado do ano foi 34% maior que o do ano anterior, devido principalmente aos projetos de melhoria e redução de custos concluídos no primeiro semestre. A Companhia também auferiu receita de R$ 18,7 milhões com a venda de um terreno em Várzea Paulista, para a construção de um Centro Logístico que atenderá a Elekeiroz e, futuramente, poderá se expandir para atender a outras empresas, podendo com isso melhorar a infraestrutura da região.

O EBITDA de 2015 atingiu R$ 45,5 milhões, sensivelmente superior ao EBITDA de 2014, negativo em R$ 6,7 milhões, não considerados os efeitos não recorrentes.

A Elekeiroz reconheceu prejuízo de R$ 32,3 milhões em 2014, devido principalmente às quedas de vendas, perdas em recebíveis, ajuste de estoques a valor de mercado e baixas de gastos de R$ 5,0 milhões com engenharia para construção de uma nova unidade industrial, cujo projeto entrou em stand-by.

Indicadores Financeiros Selecionados

Em R$ mil 2016 2015 2014

Receita Operacional Líquida 770.785 894.289 934.980

EBITDA ajustado * 1,1 45.487 (6.745)

Margem EBITDA (%) - 5,0% -0,7%

Lucro (Prejuízo) Líquido (343.682) (10.987) (32.342)

ROE (%) -92,9% -2,4% -7,0%

* Calculado pelo lucro (prejuízo) operacional antes do resultado financeiro e da equivalência patrimonial, acrescido da depreciação e do valor residual dos ativos baixados.

(13)

13 b. estrutura de capital

Em 2016 o Patrimônio Líquido da Elekeiroz foi de R$ 111,4 milhões, apresentando redução de 76% em relação a 2015. Os principais itens que impactaram os resultados do período e ocasionaram a redução foram: i) impairment de R$ 154,8 milhões das linhas de Oxo-álcoois, Anidrido Maleico e Resinas; ii) baixa de valor não recuperável de impostos diferidos R$ 56,2 milhões; iii) desativação das linhas de Ftálico e Plastificantes de Camaçari, R$51,3 milhões; iv) aumento de provisão para créditos de liquidação duvidosa de vários clientes em recuperação judicial, R$ 21,9 milhões; v) indenizações para funcionários devido à paralização das linhas de Ftálico e Plastificantes de Camaçari, R$ 10,9 milhões. O Patrimônio Líquido da Companhia representou 25,7% do ativo total.

Em dezembro de 2015, o Patrimônio Líquido da Elekeiroz foi de R$ 455,1 milhões e representou 60% do ativo da Companhia, de R$ 762,6 milhões. Em dezembro de 2014, essa relação era de 66%, com um Patrimônio Líquido de R$ 465,1 milhões e Ativo Total de R$ 703,4 milhões.

c. capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos As principais fontes de liquidez da Companhia são o fluxo de caixa gerado por suas operações, a obtenção de empréstimos de curto prazo em entidades financeiras para suas operações normais e de longo prazo para os investimentos novos, além do saldo de caixa e aplicações financeiras existentes. Em 2016 a dívida líquida da Companhia (diferença entre o saldo dos financiamentos de curto e longo prazo e as disponibilidades) foi de R$ 183,5 milhões, representando um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Em 2015, a dívida líquida da Companhia foi de R$ 158,0 milhões, representando um aumento de 57% em relação a 2014; o aumento se deve principalmente a novas captações de empréstimos de curto prazo, que atingiram R$ 118,9 milhões. Em 2014, a dívida líquida da Companhia atingiu R$ 100,0 milhões, devido principalmente ao aumento de cessão de créditos para R$ 27,8 milhões e à redução do caixa líquida em R$ 49,2 milhões.

A dívida bruta em 31 de dezembro de 2016 foi de R$ 217,2 milhões, 11% acima do ano anterior. Em 2016 a Companhia consolidou o processo de alongamento do perfil de sua dívida, iniciado no final de 2015 com a captação de R$ 27,9 milhões junto ao Banco do Nordeste do Brasil S/A, para investimento no desenvolvimento da fábrica de Gases, instalada no polo industrial de Camaçari, que estava sendo custeada com capital de giro. Ao final do ano, a participação da dívida de curto prazo em relação ao total da dívida bruta foi de 31%, versus 61% em 31 de dezembro de 2015.

A dívida bruta em 31 de dezembro de 2015 atingiu R$ 195,7 milhões, aumento de R$ 65,0 milhões em relação a 2014 (R$ 130,7 milhões).

A Administração acredita que as fontes de liquidez são adequadas para atender às necessidades de financiamento da Companhia, incluindo suas necessidades de capital de giro, investimentos, amortização de dívidas e pagamento de dividendos.

d. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes utilizadas

As necessidades de financiamento da Companhia são atendidas através dos instrumentos clássicos de captação de recursos, em especial por financiamentos junto a instituições de crédito.

Os recursos para investimentos em ativos não circulantes fabricados no País são provenientes basicamente de financiamentos junto ao BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e BNB – Banco do Nordeste do Brasil. A Companhia possui um contrato de abertura de limite de crédito firmado em 12/06/2012 com o BNDES, no valor de R$ 123,7 milhões, com validade até junho de 2017. O saldo a pagar em 31 de dezembro de 2016 foi de R$ 71,9 milhões (R$ 99,3 milhões em 31 de dezembro de 2015).

Para financiar gastos com pesquisas e inovação tecnológica, a Companhia contratou em 2013, junto à FINEP – Financiador de Estudos e Projetos, financiamento no valor de R$ 22,7 milhões, tendo sido liberado até 31 de dezembro de 2016 o montante de R$ 12,5 milhões.

As principais fontes de financiamento da Companhia em 2016 foram os empréstimos junto ao BNDES, no montante de R$ 71,9 milhões, notas de crédito de exportação, R$ 54,1 milhões e empréstimos para financiamento de capital de giro junto ao banco ABC, R$ 29,4 milhões.

(14)

14 Em dezembro de 2015, a Companhia contratou um empréstimo de R$ 27,5 milhões junto ao Banco do Nordeste do Brasil S/A, a ser provido com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, com a finalidade específica de financiar a modernização da fábrica de gases situada no Polo Petroquímico de Camaçari. O montante do empréstimo foi liberado em parcela única em abril de 2016, após a comprovação física e financeira da integral aplicação dos recursos na forma prevista no referido projeto.

As principais fontes de financiamento da Companhia em 2015 foram os empréstimos junto ao BNDES, no montante de R$ 99,3 milhões, notas de crédito de exportação, R$ 40,4 milhões e cessões de crédito, R$ 22,9 milhões.

Em 2014 as principais fontes de financiamento da Companhia foram os empréstimos junto ao BNDES, no montante total de R$ 60,6 e financiamentos para capital de giro com cessões de crédito, R$ 33,2 e descontos cambiais, R$ 9,4 milhões.

e. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez

A Companhia não apresentou deficiências de liquidez nos anos de 2016, 2015 e 2014, buscando fontes de financiamento para suas necessidades de capital de giro em bancos comerciais e para investimentos junto ao BNDES e Banco do Nordeste do Brasil.

f. níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda: Em 2016, o endividamento junto às instituições financeiras foi 11% maior do que no ano de 2015, tendo a Companhia encerrado o exercício de 2016 com uma dívida bruta de R$ 217,2 milhões, conforme anteriormente descrito. Essa dívida equivale a 195,0% do seu Patrimônio Líquido.

No ano de 2015 a Companhia aumentou seu endividamento em 65,0 milhões, crescimento de 49% em relação a 2014, principalmente devido ao aumento de financiamentos de capital de giro.

i. contratos de empréstimo e financiamento relevantes

O quadro a seguir mostra os financiamentos referentes a investimentos em ampliação e modernização das instalações e capital de giro da Companhia.

Modalidade Encargos - % Garantias Amortização Término Circulante Não Circulante Circulante Não Circulante Circulante Não Circulante

TJLP + 1,72 a 4,32 aa. IPCA + 1,96 a 2,26 aa.

BNDES 3,00 a 6,00 aa. Aval Itaúsa Mensal e

Trimestral 15/02/2021 842 1.929 1.411 2.765 979 3.974

CESSÃO DE CRÉDITO 17,33 aa. - - 22.917 - 33.170

-VENDOR 21/02/2017 230 - 2.337 - 1.487

FINEP 3,50 aa. Aval Itaúsa Mensal 15/04/2021 2.062 6.829 2.065 8.877 1.555 10.926

BNB 11,18 aa. Aval Itaúsa Mensal 29/12/2020 16 27.949 -

-NCE - SAFRA 17,31 aa. Semestral 27/06/2019 - 54.083 25.202 -CDI + 1,32 aa. 23.074 129.713 91.710 64.469 51.197 56.516 VARIAÇÃO CAMBIAL + 2,03 a 2,16 aa. VARIAÇÃO CAMBIAL + 5,60 aa. VARIAÇÃO CAMBIAL + 5,23 aa.

PRÉ PAGTO. EXP. CDI + 5,22 aa. Semestral 23/02/2017 4.254 - 19.869

-ACC - Desconto

Cambial 1,52 a.a 9.338

44.641 19.813 27.239 12.282 12.995 9.950 67.715 149.526 118.949 76.751 64.192 66.466 TOTAL MOEDA ESTRANGEIRA

TOTAL

-4131 - ABC Aval Itaúsa Final 08/12/2017 29.381 - - -6.463 7.370 12.282

NCE - ABC Semestral 04/07/2019 7.189 13.350 -3.817

TOTAL MOEDA NACIONAL

BNDES Aval Itaúsa Mensal e

Trimestral 15/10/2020

325 6.404

NCE - BRASIL Trimestral 23/11/2016 - - 15.166

-BNDES Aval Itaúsa Mensal e

Trimestral 15/04/2021 4.513 7.278

31/12/2016 31/12/2015

BNDES Aval Itaúsa Mensal e

Trimestral 15/02/2021 15.411 31.645 22.287 46.423

31/12/2014

14.005 40.407 1 1.209

3.657 9.950

ii. outras relações de longo prazo com instituições financeiras

Com exceção das relações decorrentes dos contratos de empréstimos e financiamentos descritos acima, a Companhia não mantém qualquer outra relação de longo prazo com instituições financeiras.

(15)

15 iii. grau de subordinação entre as dívidas

Não há subordinação entre as dívidas financeiras apresentadas.

iv. eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário, bem como se o emissor vem cumprindo essas restrições.

A linha de crédito de longo prazo contratada com o BNDES possui cláusula contratual segundo a qual a Companhia deve manter durante a vigência do contrato o índice EBITDA / Despesa Financeira Líquida maior ou igual a 1,5 e o índice Dívida Líquida / EBTIDA igual ou inferior a 3,5, ambos apurados anualmente em balanço auditado por auditores externos registrados na Comissão de Valores Mobiliários.

No exercício de 2014, face aos resultados negativos do exercício, a Companhia descumpriu indicador de desempenho sendo penalizada pelo BNDES em R$ 0,1 milhão.

Em 2015, a Companhia voltou a cumprir todas as cláusulas solicitadas no contrato com o BNDES, mas devido aos resultados negativos.

Em 2016 a Companhia não atingiu os seguintes indicadores financeiros previstos no contrato: Dívida Líquida/EBITDA e EBITDA/Despesa Financeira Líquida. O descumprimento destes indicadores não implicou em alteração nas condições e prazos da dívida, entretanto, a Instituição Financeira poderá, eventualmente, solicitar a apresentação de garantias adicionais, que a Companhia possui plenas condições de atender.

g. limites de utilização dos financiamentos já contratados e percentuais já utilizados Conforme descrito no item 10.1.d, a Companhia possui linhas de créditos para investimentos contratadas (i) com o BNDES no valor de R$ 123,7 milhões, tendo sido liberado, até 31 de dezembro de 2016, 65% do referido montante (R$ 80,9 milhões) e (ii) com a FINEP – Financiador de Estudos e Projetos no valor de R$ 22,7 milhões, tendo sido liberado 55% (R$ 12,5 milhões) do referido montante até 31 de dezembro de 2016.

No ano de 2015 a Companhia utilizou os seguintes montantes de suas linhas de créditos: i) BNDES, R$ 77,4 milhões; ii) FINEP, R$ 12,5 milhões.

Em 2014 os montantes utilizados das linhas de crédito foram: i) BNDES, R$ 39,4 milhões; ii) FINEP, R$ 12,5 milhões.

h. alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras

Em 2014, a economia brasileira teve desempenho abaixo das expectativas, com o PIB encerrando o ano sem crescimento, destacando-se a contribuição negativa da indústria que sofreu retração de 3,2% em relação ao ano anterior. Em consonância com o desempenho geral da indústria, a indústria química terminou o ano com retração de 4,0% nas vendas ao mercado interno e de 4,5% na produção, apesar do discreto aumento no consumo aparente (+0,9%). O volume das importações teve crescimento de 9,3% sobre 2013, o que contribuiu para a manutenção do elevado déficit da balança comercial de químicos. Em 2014, 35,7% do consumo aparente de produtos químicos foi proveniente de importações. O cenário econômico teve forte impacto no desempenho da Companhia, que apresentou retração de vendas de 5% no mercado interno, parcialmente compensada por crescimento de 3% nas exportações. Em 2015 a economia brasileira teve desempenho negativo com retração de 3,8% do PIB; ocorreram retrações em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo (investimento em bens de capital), com queda de 14,1%; o único setor avaliado que registrou crescimento no período foi a agropecuária, com crescimento de 1,8%.

A queda de 6,2% no setor industrial revela resultados negativos da atividade. A exceção foi a extrativa mineral que cresceu no ano 4,9%. A produção e a distribuição de eletricidade, gás e água caíram 1,4%; a construção civil 7,6% e a indústria de transformação 9,7%.

A demanda nacional por produtos químicos, medida pelo consumo aparente nacional, teve retração de 6,8% em relação a 2014. A desvalorização do real e a forte desaceleração da atividade interna fizeram com que o volume importado diminuísse 21,6% e as vendas internas 5,4%. Apenas as exportações

(16)

16 apresentaram aumento (10,6%), refletindo o esforço das indústrias químicas para manter o nível de produção.

O volume expedido pela Companhia em 2015 apresentou queda de 8% em relação a 2014, influenciado pelas paradas programadas para manutenção realizadas no primeiro semestre nas plantas de gás de síntese, álcoois e anidrido ftálico em Camaçari e ácido sulfúrico em Várzea Paulista.

Após consecutivas quedas, em 2016 a Produção Industrial alcançou retração de 7,5% do PIB industrial, reflexo de nova retração do PIB do país, estimada pelo Ministério da Fazenda em 3,5%.

A indústria química acompanhou este cenário, mas de forma mais atenuada, apresentando ligeiro aumento de atividades no segundo semestre. De acordo com dados divulgados pela Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química, no acumulado de 2016, sobre o ano anterior, todas as variáveis que medem o desempenho da química fecharam o ano positivas, tendo sido puxadas pelos resultados especialmente do segundo semestre: índice de produção (+4,04%), vendas internas (+3,92%) e consumo aparente nacional - CAN (+5,2%). Apesar desse crescimento, se comparado aos resultados de 2007, para uma avalição decenal, o nível atual de produção é praticamente o mesmo daquele registrado dez anos atrás e, no que se refere às vendas internas, o setor ainda está quase cinco pontos abaixo da referência. Ou seja, não houve crescimento nos últimos 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor.

Novamente o cenário econômico teve forte impacto no desempenho da Companhia, que apresentou queda de 6% no volume expedido, em comparação com 2015.

Receita Operacional Líquida

Em 2016 a Receita Líquida atingiu R4 770,8 milhões, 14% abaixo de 2015, com retrações no mercado externo de 46% e no mercado interno, de 10%. Em comparação ao ano anterior, a receita líquida por tonelada também apresentou retração, apresentando queda de 8%.

A Receita Líquida de 2015 foi de R$ 894,3 milhões, 4% abaixo do realizado em 2014. O mercado interno e as exportações apresentaram retrações de, respectivamente, 2% e 24%.

Expedição (mil t)

2016

A.V 16/15 2015

A.V 15/14 2014

A.V

Mercado Interno

369,1

96%

-4%

384,2

94%

-7%

414,5

93%

Orgânicos

163,5

43%

-2%

166,0

40%

-9%

183,2

41%

Inorgânicos / Revenda

205,6

53%

-6%

218,2

53%

-6%

231,3

52%

Mercado Externo

15,2

4%

-42%

26,2

6%

-22%

33,4

7%

Orgânicos

15,2

4%

-42%

26,2

6%

-22%

33,4

7%

Total

384,3

100% -6%

410,4

100% -8%

447,9

100%

Valores em Milhares de R$

2016

2015

2014

Receita Bruta de Vendas

967.502

1.130.304

1.171.725

Mercado Interno

918.528

1.039.557

1.052.564

Mercado Externo

48.974

90.747

119.161

Impostos s/vendas (IPI, ICMS, PIS E COFINS)

-

196.717

(236.015)

(236.745)

(17)

17 Custo dos Produtos Vendidos

O custo dos produtos vendidos é composto pelos custos de matérias-primas, mão de obra direta e indireta na área produtiva, acrescida dos gastos gerais de fabricação que incluem manutenção, depreciação, seguros, entre outros. Os custos de matérias-primas são apurados considerando os créditos referentes aos impostos não cumulativos (ICMS, PIS, COFINS e IPI).

Em 2016, o custo dos produtos vendidos somou R$ 730,8 milhões ou 95% da Receita Líquida, 2 pontos percentuais acima de 2015 (93%). Devido ao impacto do aumento de custos totais e à redução da Receita Líquida, a Companhia apresentou redução de R4 21,2 milhões em seu Lucro Bruto em comparação ao ano anterior.

No ano de 2015, o custo dos produtos vendidos somou R$ 833,1 milhões, ou R$ 2.030 mil por tonelada. Apesar do custo por tonelada ter sido 2% acima do custo de 2014 (R$ 1.985 mil por tonelada) ocorreu uma recuperação de 2% no lucro bruto que passou de 5% em 2014 para 7% da receita líquida em 2015.

Despesas com Vendas

Referem-se principalmente às despesas com fretes sobre vendas, comissões e despesas com exportação.

As despesas com vendas de 2016 atingiram R$ 37,9 milhões, 2,7% acima de 2015, aumento causado principalmente por maiores despesas de logística, como armazenagem e expedição de produtos. Em 2015, as despesas com vendas atingiram R$ 36,9 milhões, apresentando redução de 20% em relação ao ano anterior e representando 4% da receita líquida.

Em 2014, apesar da redução no volume vendido, as despesas com vendas apresentaram um aumento de 13%, o que representou um aumento de R$ 5 milhões no ano.

Despesas Gerais e Administrativas

Tais despesas são compostas principalmente por gastos com pessoal, envolvendo salários, encargos e benefícios, além de serviços de auditoria e consultoria contratados junto a terceiros, relativos às áreas administrativas da Companhia.

A ano de 2016 apresentou redução nas despesas administrativas de R$ 4,3 milhões, principalmente devido à readequação do quadro funcional e à contenção de despesas operacionais da Companhia. Ao final de 2016 as despesas administrativas representavam 8,4% da Receita Líquida.

Em 2015, as despesas gerais e administrativas tiverem um aumento de 14% em relação a 2014 (R$ 68,9 milhões x R$ 60,4 milhões), devido principalmente à inflação do período, despesas de amortização do novo software de gestão implantado, indenizações e serviços prestados por terceiros.

Outras Receitas e despesas operacionais

Em 2016, o grupo de outras receitas e despesas operacionais foi impactado principalmente, pelo reconhecimento do impairment das linhas de Oxo-álcoois, Anidrido Maleico e Resinas (R$ 154,8 milhões), pela baixa dos ativos das linhas de Ftálico e Plastificantes de Camaçari (R$ 51,3 milhões), pelo reconhecimento de créditos de liquidação duvidosa de vários clientes em recuperação judicial (R$ 21,9 milhões) e pelas indenizações para funcionários devido à paralização das linhas de Ftálico e Plastificantes de Camaçari (R$ 10,9 milhões).

Em 2015, a Companhia obteve receita não recorrente de R$ 18,7 milhões com a venda de um terreno em Várzea Paulista que, juntamente com créditos fiscais de PIS e COFINS, relativos à Lei 12.859/13*, no montante de R$ 26,9 milhões, e homologação de créditos tributários de R$ 8,4 milhões, contribuíram para o resultado positivo de outras receitas operacionais.

O grupo de outras receitas e despesas operacionais de 2014 foi fortemente impactado por dois eventos de natureza não recorrente: a) o lançamento para o resultado dos gastos com engenharia para a construção de uma nova unidade industrial, no montante de R$ 5,0 milhões, cujo projeto entrou em “stand-by” em função do cenário econômico adverso, e ao alto preço das matérias-primas no mercado nacional e b) provisões de R$ 13,6 milhões para a cobertura de contingências cíveis.

(18)

18

* A companhia vem registrando desde 2013, como outras receitas operacionais, os créditos de PIS e COFINS relativos à Lei 12859/13.

BALANÇO PATRIMONIAL (Em milhares de Reais)

ATIVO 2016 AV 2015 AV VARIAÇÃO 2014 AV

2016/2015

CIRCULANTE 252.437 58% 345.775 45% -27% 346.828 49%

Caixa e equivalentes de caixa 33.768 8% 37.605 5% -10% 30.619 4% Investimentos mantidos até o vencimento - 112 100 Ativos financeiros disponíveis para venda - - 488 Ativos financeiros a valor justo - 973 - Contas a receber de clientes 97.349 22% 102.090 13% -5% 116.582 17% Estoques 104.020 24% 171.224 22% -39% 162.995 23% Outros ativos 7.417 2% 8.865 1% -16% 2.026 Tributos a recuperar 8.086 2% 23.508 3% -66% 32.849 5% Despesas antecipadas 1.797 1.398 29% 1.169

NÃO CIRCULANTE 181.888 42% 416.846 55% -56% 356.594 51%

Realizável a Longo Prazo

Investimentos mantidos até o vencimento 3.335 1% - Contas a receber de clientes 364 17.489 2% -98% 14.771 2% Outros ativos 33.405 8% 35.548 5% -6% 19.155 3% Tributos a recuperar 13.723 3% 1.166 993 Tributos diferidos 18.345 4% 46.583 6% -61% 39.878 6% 69.172 16% 100.786 13% -31% 74.797 11% Investimentos 25.009 6% 6.947 1% 260% 6.955 1% Imobilizado 83.923 19% 300.138 39% -72% 264.173 38% Intangível 3.784 1% 8.975 1% -58% 10.669 2% 112.716 26% 316.060 41% -64% 281.797 40% TOTAL DO ATIVO 434.325 100% 762.621 100% -43% 703.422 100%

Outras Receitas e Despesas Operacionais

Valores em milhares de R$ 2016 2015 2014

Reversão (provisões) tributárias líquidas (2.589) (10) 457 Reversão (provisões) trabalhistas líquidas (6.327) (7.427) (469) Reversão (provisões) cíveis e ambientais líquidas (382) 2.563 (14.825) Reversão (provisões) para perdas nos estoques 4.082 (3.934) 404

Indenização de seguros 4.978

-Projeto e pesquisas (958) (1.155) (5.216)

Variação fundo previdencial da Fundação Itaúsa Industrial (561) (1.270) 1.239 Créditos de PIS e Cofins sobre aquisições de matérias primas 15.316 26.925 36.396 Homologação de créditos tributários 823 8.429

Indenizações por paralização das linhas de ftálico e plastificantes de Camaçari (10.882) -Desativação das linhas de ftálico e plastificantes de Camaçari (51.305) -Provisão para créditos de liquidação duvidosa (21.885)

-Compra vantajosa 4.987

-Alienação e baixa deativo imobilizado (2.422) 18.691 Perda por valor recuperável dos ativos (impairment) do imobilizado e intangível (154.798)

-Outras despesas (12.932) (2.657) (4.432)

(19)

19 Ativo Circulante

Ao final de 2016 o ativo circulante apresentou redução de 27% em relação ao final de 2015. O menor volume de negócios da Companhia afetou os saldos de contas a receber e de tributos a recuperar que, aliados à uma gestão visando redução de estoques, foram os principais responsáveis pela diminuição dos ativos de curto prazo.

Em 2015, o ativo circulante manteve-se no mesmo patamar de 2014; o contas a receber de clientes diminuiu R$ 14,5 milhões, e os tributos a recuperar tiveram queda de R$ 9,3 milhões, afetados, principalmente pelo menor volume de negócios efetuados pela Companhia. Esses valores foram compensados por crescimento nos estoques de R$ 8,2 milhões. e pelo aumento de outras contas a receber de R$ 6,8 milhões, em virtude, principalmente, da venda de um terreno em Várzea Paulista, no valor de R$ 23,5 milhões, com prazo de recebimento em 64 parcelas corrigidos pelo IGPM + 2% aa. Em 2014 o volume de estoques apresentou crescimento ao final do período para a formação de estoques devido à parada para manutenção de várias unidades produtivas no início de 2015.

Ativo Não Circulante

Em 2016 a diminuição de 56% do ativo não circulante em comparação com o ano de 2015 deve-se, principalmente às baixas dos ativos imobilizados das fábricas de Anidrido Ftálico e Plastificantes de Camaçari e ao impairment dos ativos imobilizados e intangíveis das fábricas de Oxo-Álcoois, Anidrido Maleico e Resinas.

Conforme mencionado anteriormente, a Companhia alienou um terreno em Várzea Paulista por R$ 23,5 milhões, em 64 parcelas corrigidas pelo IGPM + 2%aa. As parcelas de logo prazo desse montante somadas ao aumento de tributos diferidos de R$ 6,7 milhões foram os principais motivos para a variação positiva de R$ 26,0 milhões do Ativo Não Circulante em 2015.

Em 2014, o ativo circulante apresentou aumento de 5% devido ao crescimento do valor de contas a receber de clientes em recuperação judicial e ao aumento de outras contas a receber, compensados pela transferência dos créditos tributários a recuperar, relativos ao ICMS das operações da unidade de Camaçari. A compensação de créditos, assim como os recebimentos de clientes em recuperação judicial ocorreram dentro das expectativas do ano.

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20 BALANÇO PATRIMONIAL

( Em milhares de Reais )

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2016 AV 2015 AV

VARIAÇÃO 2014 AV 2016/2015 CIRCULANTE 140.942 32% 207.042 27% -32% 155.228 22% Fornecedores 33.450 8% 59.252 8% -44% 43.530 6% Empréstimos e financiamentos 67.715 16% 118.949 16% -43% 64.192 9% Passivos financeiros a valor justo 2.413 - - Obrigações com pessoal 10.231 2% 13.063 2% -22% 12.658 2% Outras contas a pagar 22.688 5% 12.812 2% 77% 19.381 3% Impostos e contribuições a pagar 4.394 1% 2.883 52% 2.675 Provisão para contingências 12.709 2% Dividendos e participações 51 83 -39% 83 a empregados e administradores NÃO CIRCULANTE 182.000 42% 100.514 13% 81% 83.078 12% Empréstimos e financiamentos 149.526 34% 76.751 10% 95% 66.466 9% Passivos financeiros a valor justo 1.054 - - Provisão para contingências 31.011 7% 23.354 3% 33% 16.202 2% Outras contas a pagar 409 0% 409 410

PATRIMÔNIO LÍQUIDO 111.383 26% 455.065 60% -76% 465.116 66%

Capital social 322.000 74% 322.000 42% 321.000 46% Reservas de capital 8.326 2% 8.326 1% 8.327 1% Outros resultados abrangentes - - 935 Reservas de lucros - 124.739 16% -100% 136.724 19% Prejuízos acumulados (218.943) -50% 0%

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO

LÍQUIDO 434.325 100% 762.621 100% -43% 703.422 100%

Passivo Circulante

Em 2016 a Companhia concluiu o processo de alongamento do perfil de sua dívida, iniciado no final de 2015 com a captação de R$ 27,9 milhões junto ao Banco do Nordeste do Brasil S/A e reduziu seus empréstimos de capital de giro em 57% em relação a 2015 (-R$ 51,2 milhões). O menor volume de negócios do ano impactou o saldo final de fornecedores e a readequação do quadro funcional diminuiu o montante de obrigações com pessoal.

Ao final de 2015, o passivo circulante de R$ 207,0 milhões foi 33% superior ao ano anterior, variação devida, principalmente, ao aumento de R$ 54,8 milhões de empréstimos e financiamentos de curto prazo: captação de financiamentos para operações de exportação (NCE) no montante de R$ 40,4 milhões e pré-pagamentos de operações de exportação no montante de R$ 19,9 milhões.

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21 Passivo não Circulante

O saldo final do passivo não circulante da Companhia em 2016 aumentou 81% em comparação ao ano anterior. Novas captações de empréstimos a longo prazo, no montante de R$ 72,8 milhões e o aumento de provisões de contingências em R$ 7,7 milhões, decorrente do aumento da percepção de riscos trabalhistas devido à readequação do quadro funcional, foram responsáveis pelo aumento.

O passivo não circulante encerrou o ano de 2015 21% acima do ano anterior, com saldo total de R$ 100,5 milhões. Empréstimos e financiamentos foram acrescidos em R$ 10,3 milhões devido à liberação de parcelas de empréstimos do BNDES e Provisões para Contingências sofreram aumento de R$ 7,2 milhões devido ao aumento de provisões trabalhistas.

10.2. Os diretores devem comentar:

a. resultados das operações do emissor, em especial:

i. descrição de quaisquer componentes importantes da receita

A Elekeiroz produz e comercializa intermediários químicos divididos em duas grandes famílias: orgânicos e inorgânicos. Os produtos orgânicos compreendem os oxo-álcoois (octanol, butanol, iso-butanol, ácido 2-etil hexanóico), os anidridos ftálico e maleico, diversos tipos de plastificantes e de resinas de poliéster, o formaldeído e o concentrado ureia-formol. A família de inorgânicos é representada essencialmente pelo ácido sulfúrico.

Os preços dos produtos orgânicos são estabelecidos pela Companhia tendo como referência os praticados nos mercados internacionais, da mesma forma como ocorre com os preços locais das matérias-primas que consome. Em outras palavras, as margens diretas (preço de venda menos custo das matérias primas) dos produtos orgânicos seguem também as internacionais.

O segmento de inorgânicos, por sua vez, caracteriza-se por consumo e produção predominantemente locais, seguindo uma política de preços menos dependente dos mercados internacionais e mais ligada não só ao desempenho e demanda dos segmentos consumidores, como o agrícola e diversos outros ramos químicos, mas também dos diversos produtores locais, alguns dos quais têm o ácido sulfúrico como um subproduto de outras linhas de fabricação. Por outro lado, como este produto na Elekeiroz tem no enxofre importado sua principal matéria-prima, devido à insuficiência de produção nacional, as variações no preço internacional e na cotação do US$ refletem diretamente na margem de contribuição do produto final.

ii. fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais

No acumulado de 2016, sobre o ano anterior, todas as variáveis que medem o desempenho da química fecharam o ano positivas, tendo sido puxadas pelos resultados especialmente do segundo semestre: índice de produção (+4,04%), vendas internas (+3,92%) e consumo aparente nacional - CAN (+5,2%). Entretanto, a melhora deve-se também à comparação com uma base negativa do biênio 2014/2015. O nível de utilização da capacidade instalada melhorou dois pontos em relação ao do ano anterior, fechando com média de 80%, permanecendo uma ociosidade expressiva.

Apesar desse crescimento, se comparado aos resultados de 2007, para uma avalição decenal, o nível atual de produção é praticamente o mesmo daquele registrado dez anos atrás e, no que se refere às vendas internas, o setor ainda está quase cinco pontos abaixo da referência. Ou seja, não houve crescimento nos últimos 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor. Nesse mesmo período de comparação, como a demanda por produtos químicos cresceu, as importações dos produtos amostrados cresceram 45%, ocupando participação cada vez maior em relação à demanda interna do setor.

Em 2016, as exportações dos produtos amostrados no RAC – Relatório de Acompanhamento Conjuntural da ABIQUIM cresceram 16,1%, em volume, sobre igual período de 2015, com impacto direto no índice de produção e no de utilização da capacidade instalada. Um Reintegra mais condizente com a realidade brasileira, poderia trazer resultados ainda mais expressivos para a economia e para as exportações da indústria, especialmente em razão de a ociosidade estar elevada em diversos segmentos.

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22 O Programa Gás para Crescer, cujas diretrizes foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em dezembro de 2016, pode trazer benefícios importantes para a competitividade da atividade de óleo e gás no País e resultar em atração por novos e importantes investimentos. Em 2015, a demanda nacional por produtos químicos teve retração de 6,8%. Os dados do 2° semestre, sobre igual período de 2014, apresentaram retração de 6,7% nas vendas internas e de 11,3% no consumo aparente nacional (CAN). Fornecendo produtos principalmente para a indústria automobilística, construção civil, linha branca, alimentos e embalagens, afetados pela crise econômica, a atividade interna fraca da indústria química levou as empresas buscarem alternativas para manter seus ativos em operação mínima e que não encarecessem os custos unitários de produção. Nesse aspecto, ainda que com margens reduzidas, as empresas buscaram o mercado externo como alternativa para manter a produção e a utilização da capacidade em níveis mais seguros de operação. b. variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio,

inflação, alterações de volumes e introdução de novos produtos e serviços. Como os preços dos principais produtos da Companhia são baseados em referências internacionais em dólar, as receitas da Companhia oscilam por conta não só destas referências como em função da taxa de câmbio.

A Elekeiroz, como produtora de intermediários químicos de segunda geração, tem como principais fornecedores as Centrais Petroquímicas.

Os preços praticados pela Companhia em 2016 sofreram impacto das deflações ocorridas no ano e também foram afetados pelo recuo dos preços do barril do petróleo e pelas importações maiores de produtos químicos para a agricultura, o que fez com que produtos químicos inorgânicos comercializados no país tivessem a sua oferta aumentada.

Em 2016 o índice nominal de preços, apontou deflação de 9,9% no acumulado ano, mas, descontados os efeitos da inflação, os preços médios reais do segmento de produtos químicos de uso industrial caíram 12,9%, se considerado o IPA-Indústria de Transformação, da FGV, como deflator. Se for utilizado o dólar, os preços médios reais estão 8,0% acima em relação àqueles praticados nos 12 meses anteriores e, em relação ao euro, os preços exibem alta de 11,4%, na mesma comparação.

No que se refere ao comportamento do índice de preços, em termos nominais, houve elevação acumulada de +10,47% de janeiro a dezembro de 2015. Descontados os efeitos da inflação (levando-se em consideração o IPA-Indústria de Transformação, da FGV), os preços médios reais do (levando-segmento de produtos químicos de uso industrial subiram 0,6%. Se for utilizado o dólar como deflator, os preços reais ficaram 24,9% abaixo do que foram no ano anterior (e já haviam ficado 5,4% abaixo em 2014, sobre 2013, especialmente pela desvalorização do real frente ao dólar).

Em 2014, o índice geral de preços da indústria química acumulou alta de 7,25%. Onze grupos de produtos tiveram índices positivos impactados, principalmente pelas flutuações ocorridas no mercado internacional.

c. impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor, quando relevante.

Conforme já comentado, a exemplo dos preços de venda dos principais produtos da Companhia, o custo de aquisição dos insumos também é baseado em referências internacionais em dólar, sujeitos, pois, à variação dos preços internacionais e às variações da taxa de câmbio, não sendo impactados diretamente pelos índices de inflação.

A inflação, todavia, afeta o desempenho da Companhia na medida em que eleva suas despesas operacionais expressas em Reais e não atreladas ao dólar, como é o caso dos salários, que têm sofrido aumentos reais por força dos dissídios coletivos. Esta indexação nos custos fixos e despesas em momentos de alta na inflação em moeda nacional, como ocorreu nos períodos recentes, aliada à compressão das margens de contribuição em função dos preços dos produtos e matérias-primas no mercado internacional, acaba por impactar negativamente os resultados da Companhia.

Variações nas taxas de câmbio podem resultar na redução dos valores dos ativos ou aumento dos passivos. Como parte de sua receita é oriunda de exportações, a Companhia gera ativos em moeda estrangeira em níveis superiores aos passivos também em moeda estrangeira, decorrentes estes de importações de matérias primas e equipamentos necessários às suas operações normais ou de tomadas de financiamento externo em condições que lhe sejam convenientes. De forma a não incorrer

Referências

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