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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE KENDO APD

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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE KENDO APD

REGULAMENTO INTERNO

Capítulo I

Regulamentação Geral

Artigo 1º

Âmbito

1. Este documento visa regulamentar a actividade da Associação Portuguesa de Kendo APD, adiante designada APK, enquanto representante e entidade reguladora, em Portugal, das disciplinas do Kendo, Iaido, Jodo e Naginata.

Artigo 2º

Denominações

1. Nestes Regulamentos e em quaisquer outros regulamentos, estatutos ou publicações, as expressões: “Associação”,”Associação Portuguesa”, “Associação Portuguesa de Kendo”, “APK” e “A.P.K.” significam, para todos os efeitos “Associação Portuguesa de Kendo APD” e as expressões “Associação Regional”, “Associação Distrital” ou as respectivas iniciais referem-se a cada uma das Associações afiliadas na Associação Portuguesa de Kendo APD.

2. EKF significa “Federação Europeia de Kendo” ou “European Kendo Federation” e FIK significa “Federação Internacional de Kendo” ou “International Kendo Federation”

(2)

Artigo 3º

Jurisdição

A APK tem, nos termos da lei e dos estatutos, jurisdição em todo o território nacional.

Artigo 4º

Meios de Comunicação

O meio privilegiado de comunicação entre os sócios e a APK é a Internet, nomeadamente através de:

a) Correio electrónico – apkendo@kendo.pt b) Website oficial – www.kendo.pt

Artigo 5º

Sócios

1. São sócios da APK os previstos no artigo 7º dos Estatutos.

2. Sem prejuízo do disposto no Artigo Sétimo dos Estatutos e no âmbito da transição para Federação também podem ser afiliados na APK as Associações Regionais de Clubes, a quem cabe dirigir a prática do Kendo e/ou disciplinas associadas.

a) Associações são os organismos que, agremiem os Clubes de Kendo e/ou disciplinas associadas e outras entidades legalmente admissíveis, da sua área distrital ou Região.

b) Clube de Kendo e/ou disciplinas associadas é o que pratica e promove o desenvolvimento do Kendo e/ou disciplinas associadas.

(3)

c) No caso de não existir Associação na área a que pertencem, os Clubes filiar-se-ão na Associação do distrito mais próximo.

d) Os Clubes de Kendo e/ou disciplinas associadas filiam-se na APK através da Associação Regional a que pertencem.

Artigo 6º

Sócios Direitos

1. São direitos dos Sócios individuais para além do disposto no artigo 8º dos Estatutos:

a) Representar, por delegação devidamente reconhecida, os Clubes e Associações seus filiados, perante a Associação.

b) Propor à Assembleia-geral a nomeação dos Sócios Honorários e de Mérito.

c) Receber, da Associação, os eventuais subsídios que lhes couber por determinação dos órgãos competentes.

d) Quaisquer outros que lhes sejam atribuídos por estes Regulamentos, pelos Estatutos ou por deliberação da Assembleia-geral da APK.

2. O sócio individual só gozará dos seus direitos quando tiver: a) preenchido correctamente a ficha de inscrição.

b) apresentado os documentos requeridos.

c) a sua situação regularizada no respeitante às quotas anuais. d) sido aprovada a sua inscrição ou readmissão pela Direcção.

Artigo 7º

Sócios Deveres

(4)

1. São deveres dos Sócios e Associações afiliadas para além do disposto no artigo 9º dos Estatutos:

a) Cumprir e fazer cumprir os Estatutos, regulamentos e demais determinações da APK e observar as instruções emanadas pelos órgãos competentes da Administração Pública.

b) Efectuar, dentro dos prazos estabelecidos, o pagamento das quotas, taxas ou quaisquer outras importâncias devidas à Associação.

c) Cooperar dentro do seu âmbito, nas organizações desportivas da Associação para que sejam convidados a tomar parte.

2. São ainda deveres das Associações afiliadas:

Encarregar-se da organização, quando tal lhe for solicitado, de actividades efectuados pela Associação.

a) Submeter à aprovação da Associação, nos prazos por ela estabelecidos, o calendário das provas, estágios ou outras actividades que pretendem promover entre os Clubes seus afiliados ou entre Clubes de mais Associações.

b) Manter actualizados os seus estatutos e demais regulamentos. c) Enviar à Associação exemplares devidamente actualizados dos seus

regulamentos, ou alterações aos mesmos, e bem assim, os relatórios anuais e demais publicações;

d) Enviar à Associação relação completa dos clubes e praticantes seus filiados, com menção das respectivas sede e da localização dos seus Dojos.

e) Enviar à Associação, nos prazos por ela estabelecidos, o seu plano geral de actividades e o plano orçamental, para atribuição de eventual subsídio anual.

Artigo 8º

Sócios

(5)

1. Para além do disposto no Artigo 10º dos Estatutos o sócio pode ainda estar sujeito a avaliação disciplinar, por parte da Direcção ou órgão competente criado para o efeito, da qual poderão resultar as seguintes sanções:

a) Advertência escrita.

b) Suspensão preventiva até realização de Assembleia-Geral.

Artigo 9º

Direcção

1. Os membros da Direcção da APK não podem receber quaisquer remunerações ou gratificações por serviços prestados no âmbito do exercício das suas funções.

2. Os membros elegíveis dos órgãos da APK enunciados no Artigo décimo sexto dos Estatutos, são eleitos, em listas únicas, através de sufrágio directo e secreto, devendo cada lista apresentar um programa de acção para o período do mandato, sob pena da sua rejeição.

3. O mesmo candidato não pode participar em mais de uma lista.

4. Serão submetidos a sufrágio directo os conjuntos de listas apresentadas na secretaria da Associação até trinta dias antes da reunião da Assembleia-geral, quando subscritas por qualquer sócio no pleno gozo dos seus direitos estatutários.

5. Se nenhum conjunto de listas completo tiver sido apresentado, competirá aos membros dos órgãos da Associação, em colégio, elaborá-lo até vinte dias antes da reunião da Assembleia-geral.

6.

Incumbe à Direcção da Associação providenciar que os conjuntos de listas apresentados ou elaborados pelos órgãos da Associação sejam remetidos a todos os sócios e Associações afiliadas até quinze dias antes da reunião da Assembleia-geral.

(6)

Artigo 10º

Direcção Competências

1. Compete à Direcção praticar todos os actos de gestão e administração da Associação que não sejam da competência especial do Presidente ou que não sejam da competência de outros órgãos.

2. Dar público conhecimento, através dos seus comunicados oficiais, dos pareceres dos diversos órgãos.

3. Dar execução às deliberações dos restantes órgãos. Quando a Direcção tiver dúvidas sobre a legalidade destas deliberações, só lhes dará execução depois destas merecerem a concordância dos órgãos competentes para o efeito.

4. Administrar os fundos da Associação, coadjuvando o Presidente na gestão corrente da Associação.

5. Elaborar proposta de alteração dos Estatutos e regulamentos. 6. Solicitar a convocação extraordinária da Assembleia-geral.

7. Conceder louvores e propor à Assembleia-geral a proclamação de Sócios Honorários e de Mérito.

8. Nomear comissões.

9. Criar e organizar os serviços ou departamentos especiais que repute necessários.

10. Convocar reuniões das Associações afiliadas para os fins que julgar convenientes.

11. Tomar conhecimento e julgar os recursos interpostos para si, nos termos regulamentares.

12. Submeter a parecer dos órgãos competentes, os assuntos sobre que eles, pela sua especialização, devam pronunciar-se.

(7)

14. Solicitar ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral a reunião dos membros dos restantes órgãos da Associação quando o entender necessário.

15. Deliberar sobre as questões suscitadas entre os seus afiliados que não sejam da competência de outros órgãos.

16. Manter actualizado o inventário dos bens patrimoniais da Associação. 17. Deliberar, em situações graves, a suspensão preventiva de praticantes

ou outros agentes desportivos, no máximo até à próxima Assembleia-geral.

18. A justificação dos actos da Direcção em geral e do Presidente em especial, só é devida à Assembleia-geral e aos órgãos competentes para o efeito.

19. Às reuniões da Direcção pode assistir, sem direito a voto, o Presidente da Assembleia-geral e do Conselho Fiscal ou o seu representante.

20. Sempre que se julgue conveniente, poderá a Direcção solicitar a comparência de outros sócios.

Artigo 11º

Renuncia e perda de mandato

1. Os membros dos órgãos da APK podem renunciar ao mandato, mas a eficácia da renúncia dependerá da aceitação da Assembleia-geral ou do Presidente da sua Mesa, conforme for apresentada durante ou no intervalo das suas reuniões.

2. Perdem o mandato os membros dos órgãos da Associação que não apresentem, em cada ano, o relatório da sua actividade e, bem assim, quanto à Direcção, as respectivas contas, excepto quando devidamente justificado.

3. Os membros dos órgãos da Associação perdem igualmente o mandato quando:

(8)

a) Se coloquem em situação que os torne ilegíveis.

b) No exercício das suas funções ou por causa delas, intervenham em contrato no qual tenham interesse, por si, como gestor de negócios ou representante de outra pessoa e, bem assim, quando nele tenham interesse o seu cônjuge, algum parente ou afim na linha recta ou até ao segundo grau da linha colateral ou qualquer pessoa com quem viva em economia comum.

4. Os contratos em que tiverem intervindo titulares de órgãos da APK e/ou Associações afiliadas que impliquem a perda do seu mandato são anuláveis nos termos gerais.

5. A Assembleia-geral pode destituir os membros dos órgãos mediante proposta fundamentada dirigida à Assembleia-geral. Pode ainda destituir os membros dos órgãos mediante proposta fundamentada dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral e desde que subscrita por sócios que representem pelo menos cinquenta por cento dos votos da Assembleia-geral.

6. A proposta de destituição referida no número anterior só poderá ser discutida ou votada quinze dias depois de ter sido remetida ao visado ou visados e distribuída por todos os membros da Assembleia-geral. 7. O visado ou visados terão direito de defesa, por escrito, dirigida

antecipadamente aos membros da Assembleia-geral e, oralmente, na mesma em que a proposta for debatida e votada.

8. O preenchimento das vagas abertas em consequência da perda do mandato, da destituição ou da aceitação da renúncia, será feito pelo tempo que faltar para se completar o período de gerência em curso. 9. Competirá ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral preencher as

vagas em aberto nos órgãos da Associação, mediante proposta do Presidente do órgão em que se verificarem, salvo se as circunstâncias aconselharem para o efeito a convocação extraordinária da Assembleia-geral

(9)

10. Os membros dos órgãos da Associação são convocados para as reuniões pelos respectivos Presidentes e só podem deliberar com a maioria dos seus membros.

11. As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos titulares presentes, tendo o Presidente, em caso de empate, voto de qualidade. 12. Os membros dos órgãos da Associação não podem abster-se de votar

as deliberações a tomar nas reuniões a que estiverem presentes, sem prejuízo do direito que lhes assiste de manifestarem a sua oposição por meio de declarações registadas na acta da reunião em que a deliberação for tomada.

Artigo 12º

Assembleia-geral

1. A Assembleia-geral reúne em local de reconhecido interesse definido pelo Presidente da Mesa.

2. A convocação da reunião da Assembleia-geral será sempre feita por aviso expedido por correio electrónico ou correio normal, com pelo menos quinze dias de antecedência.

3. Os avisos convocatórios mencionarão, precisamente, os assuntos da ordem do dia. Ficará porém ressalvada a possibilidade de, num período máximo de trinta minutos, antes ou depois da ordem do dia, serem debatidos quaisquer assuntos de interesse para a APK.

4. A Assembleia-geral não poderá deliberar contrariamente à lei, aos Estatutos e aos regulamentos em vigor.

5. São anuláveis e sem efeito as decisões da Assembleia-geral cuja convocação ou funcionamento hajam sido irregulares.

6.

Sem prejuízo dos poderes conferidos por lei às autoridades competentes, a anulabilidade prevista no ponto anterior pode ser arguida nos termos do artigo 178º do Código Civil.

(10)

Artigo 13º

Assembleia-geral Composição

Para além dos sócios individuais compõem a Assembleia-geral da Associação Portuguesa de Kendo APD:

1. As Associações afiliadas que se encontrem no pleno gozo dos seus direitos.

2. Cada Associação afiliada será representada na Assembleia-geral por um ou dois delegados, devidamente creditados, constando das suas credenciais a indicação do lugar que ocupam nos respectivos órgãos. 3. Os delegados das Associações que se encontrem suspensas bem como

os sócios individuais que se encontrem suspensos, não poderão tomar parte nas reuniões da Assembleia-geral, nem têm direito a voto.

4. O Presidente da Mesa poderá permitir a assistência de quaisquer outras entidades que não as previstas, desde que não seja deliberado em contrário pela maioria dos votos presentes.

Artigo 14º

Assembleia-geral Competências

Compete à Assembleia-geral sem prejuízo do disposto no artigo décimo oitavo dos estatutos:

1. Resolver em definitivo sobre a afiliação de novas Associações e a criação de novos agentes desportivos com representatividade em Assembleia-geral.

2. Conceder louvores a pessoas singulares ou colectivas que tenham prestado relevantes serviços à Associação ou ao Kendo e/ou disciplinas associadas em Portugal.

(11)

3. Autorizar a Direcção a proceder à aquisição ou alienação de bens imóveis, ouvido o Conselho Fiscal.

4. Instituir e fixar taxas de afiliação.

5. Aprovar a afiliação da Associação em organismos Nacionais e Internacionais.

6. Resolver outros assuntos que a lei geral, os presentes Estatutos e outros regulamentos em vigor atribuam à sua competência.

7. A discussão e votação pela Assembleia-geral das propostas de alteração dos Estatutos e dos regulamentos em vigor e, bem assim, de nova regulamentação, carecem de prévio parecer do órgão ou órgãos Associativos competentes e de prévia distribuição, para estudo, a todos os sócios e representantes dos diversos agentes desportivos, pelo menos quinze dias antes da Assembleia-geral.

Artigo 15º

Assembleia-geral Votos

O número total de votos da Assembleia-geral será o que resultar da aplicação das seguintes normas:

1. Todos os Sócios individuais presentes têm direito a um voto. 2. As Associações afiliadas têm apenas estatuto de observador.

Artigo 16º

Assembleia-geral Actas

1. De tudo o que ocorrer nas reuniões da Assembleia-geral se lavrará acta em livro especial ou suporte digital transposto para papel,

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numerado e rubricado em todas as folhas pelo Presidente da Mesa, o qual assinará os termos de abertura e encerramento.

2. A acta de cada reunião será submetida à aprovação da Assembleia-geral na reunião seguinte, devendo a respectiva minuta ser previamente enviada a todos os sócios.

3. Nos casos em que a Assembleia-geral o delibere, poderá a acta ser aprovada em minuta no final da reunião.

4. As actas serão assinadas pelos membros da Mesa, após a reunião da aprovação.

Artigo 17º

Quotas da APK

1. As quotas anuais da APK são pagas até dia 31 de Janeiro do ano a que respeitam.

2. No primeiro ano a quota anual é cobrada no mês da inscrição. Se esta se verificar após o dia 31 de Julho, o valor daquela é reduzido a metade.

3. Em caso de incumprimento do número anterior, a quota sofre um agravamento de 1/11 do valor anual por cada mês em atraso. Este agravamento transita para os anos seguintes até ao regularizar das quotas em atraso, ficando entretanto suspensos todos os direitos do associado.

4. Situações de excepção relativamente ao ponto anterior poderão ser analisadas pela direcção, desde que expostas atempadamente.

5. Após cessação da qualidade de sócio, esta poderá ser readquirida: a) Até um período de 10 anos, através do pagamento das quotas em

falta (e respectivos agravamentos);

b) Após um período de 10 anos, dando início a um novo processo de admissão.

(13)

6. O valor da quota anual poderá ser reduzido caso existam protocolos com outras instituições nesse sentido.

Artigo 18º

Despesas

Sem prejuízo do disposto no Artigo Décimo Segundo dos estatutos constituem despesas da Associação:

1. As remunerações e gratificações a seleccionadores, treinadores e demais técnicos ao serviço da Associação.

2. As despesas de deslocações, estadas e representações efectuadas pelos membros dos órgãos da Associação, quando ao serviço da Associação. 3. O custo dos prémios de seguro referentes às deslocações dos membros

dos órgãos da Associação, quando ao serviço da Associação.

4. O custo dos prémios de seguro referentes às deslocações da equipa de representação Nacional.

5. Os encargos resultantes das actividades desportivas organizadas pela APK.

6. Os subsídios às Associações, Clubes e outros organismos ligados à APK.

7. Os encargos resultantes de gratificações, contratos, operações de crédito ou de decisões judiciais.

8. Outras despesas enquadráveis na actividade da Associação.

Artigo 19º

Gestão

1. O esquema de contabilidade deverá permitir um conhecimento claro e rápido do movimento dos valores da Associação.

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2. A Direcção elaborará anualmente o balanço e as contas do ano económico, as quais deverão dar a conhecer de forma clara, a situação económica e financeira da Associação.

CAPÍTULO II

Competições Nacionais e Equipa de Representação Nacional

Artigo 20º

Regulamentação Geral

As competições organizadas pela APK com vista a atribuição de títulos nacionais ou outros de carácter oficial, devem obedecer aos seguintes princípios:

1. Liberdade de acesso de todos os sócios que se encontrem regularmente inscritos na Associação e preencham todos os requisitos de participação constantes nos Estatutos e dos regulamentos em vigor; 2. Igualdade de todos os participantes, sem prejuízo das regras e

escalonamentos estabelecidos com base em critérios exclusivamente desportivos;

3. As competições devem ser tendencialmente gratuitas ou terem um valor simbólico que garanta apenas a sua normal organização.

4. Publicidade de todas as provas e de todos os regulamentos em vigor relativos a actividade competitiva em geral e às competições em concreto, bem como das decisões fundamentadas que os apliquem até ao final de Novembro do Ano Civil imediatamente anterior ao ano da sua realização;

(15)

5. Imparcialidade e isenção no julgamento das questões que se suscitarem em matéria técnica e disciplinar.

6. As competições organizadas pela APK, ou no seu âmbito, que atribuam títulos nacionais ou regionais, disputam-se em território nacional. 7. A participação em selecção nacional organizada pela APK é reservada a

cidadãos nacionais.

8. Os competidores que possuam mais de uma nacionalidade podem integrar as Selecções Nacionais desde que:

a) Nunca tenham representado a selecção nacional de outro país; ou, b) Tendo representado outro país, preencham as condições aplicáveis

ao caso de aquisição da nacionalidade portuguesa.

c) No caso de aquisição da nacionalidade portuguesa, um praticante só pode representar Portugal se forem preenchidas as condições estabelecidas pela EKF e pela FIK.

9. Os modelos dos equipamentos das selecções nacionais são aprovados pelos órgãos competentes da Administração Pública, mediante proposta da Direcção da APK.

10. Os praticantes que forem seleccionados para a equipa de representação nacional participarão a expensas próprias quando convocados para participar em determinado evento internacional, salvo se tiver sido entretanto estabelecido o valor de apoio à sua deslocação. 11. As inscrições feitas directamente por Clubes ou Associações em provas

ou estágios internacionais, sem o aval da APK, não conferem direito de representação nacional, e serão de imediato encaminhadas aos órgãos competentes para execução das sanções adequadas.

12. É proibido a dopagem.

Artigo 21º

(16)

Tem acesso às competições e consequentemente à Equipa de Representação Nacional apenas os sócios da APK.

CAPÍTULO II-A

Kendo

Artigo 22º

Selecção dos elementos de representação Nacional

1. A selecção dos elementos para a Equipa de Representação Nacional Masculina será realizada tendo em conta o Desempenho nas Competições Nacionais – Campeonato Nacional.

2. Os dois melhores classificados (maior pontuação) no Campeonato Nacional serão seleccionados directamente para representar Portugal na Competição Internacional a realizar todos os anos.

3. Os kendokas que se classificarem no Campeonato Nacional, em Dezembro (após todas as provas realizadas), do 3º ao 12º lugar participam num Torneio em Dezembro do mesmo Ano ou Janeiro do Ano seguinte em que todos competirão contra todos (em caso de impossibilidade de comparência de 1 ou mais destes classificados entrará em prova o 13º Classificado e assim sucessivamente). Nesta prova cada vitória valerá 4 pontos, cada empate 1 ponto e cada derrota 0 pontos. No final do Torneio os 4 kendokas que obtiverem maior número de pontos no Torneio (os pontos obtidos nas provas do Campeonato Nacional não serão contabilizados) serão os escolhidos para se juntarem aos 2 primeiros classificados do Campeonato Nacional e representarão Portugal. Os critérios de desempate, em caso de igualdade pontual, serão por ordem decrescente: o número de

(17)

vitórias (obtidas no Torneio), o número de ippons marcados (no Torneio) e finalmente a classificação no Campeonato Nacional.

Artigo 23º

Campeonato Nacional

1. O Campeonato Nacional consiste numa escala de pontos obtidos através da participação e respectiva classificação nas Competições Nacionais, durante cada época:

Quadro de pontuações para o Campeonato Nacional Taça de

Portugal

Torneio Regional

1º Classificado 7 pontos 5 pontos

2º Classificado 6 pontos 4 pontos

3º Classificado 5 pontos 3 pontos

5º Classificado 3 pontos 2 pontos

9º Classificado 1 ponto 1 ponto Participação como

Competidor 6 pontos 4 pontos A participação como Árbitro em Torneio Regional terá o valor da média ponderada das classificações obtidas nos Torneios Regionais do ano anterior em que o árbitro em questão participou como competidor. Este valor é no mínimo de 6 pontos e será anunciado no quadro de árbitros anual.

2. O Campeonato Nacional é o conjunto das seguintes Competições Nacionais:

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- Torneio de Kendo do Porto (Fevereiro/Março) - Torneio de Kendo de Coimbra (Maio/Junho) - Torneio de Kendo de Lisboa (Setembro/Outubro) - Taça de Portugal (Novembro)

3. Estas provas poderão sofrer alteração de datas que serão comunicadas aos sócios da APK.

4. Participarão na Taça de Portugal apenas os 24 primeiros classificados do Campeonato Nacional no final de Outubro de cada ano.

5. Só podem participar nas provas a contar para o Campeonato Nacional os Sócios da APK.

6. As Pontuações obtidas na Taça de Portugal acrescerão às do Campeonato Nacional em Outubro do mesmo Ano para cálculo dos 2 primeiros classificados que representarão o nosso País na prova Internacional do ano seguinte (Campeonato da Europa ou do Mundo). 7. Critérios de desempate por ordem de aplicação:

1- Melhor classificação na Taça de Portugal; 2- Melhor classificação no Torneio Regional; 3- Participação como Árbitro;

4- Maior número de vitórias nos combates na Taça de Portugal e nos Torneios Regionais;

5- Maior número de ippons marcados na Taça de Portugal e nos Torneios Regionais;

6- Menor idade.

Artigo 24º

Quadro de Árbitros

1. O Quadro Anual de Árbitros é escolhido e indicado pela Direcção Técnica da APK em Janeiro de cada Ano constando num Anexo a divulgar anualmente.

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2. Os Árbitros não serão competidores nas provas que arbitrarem.

3. A escolha dos árbitros para as provas será por sorteio para aqueles que figurem no Campeonato Nacional.

Artigo 25º

Substitutos

Em caso de impossibilidade de participação na prova internacional de qualquer dos elementos seleccionados, a escolha dos substitutos é da inteira responsabilidade da Direcção Técnica da APK.

Artigo 26º

Organização dos elementos seleccionados

A escolha dos elementos que constituirão o grupo que participará na competição por equipas e na competição individual na prova internacional é da inteira responsabilidade da Direcção Técnica da APK.

Artigo 27º

Selecção Feminina

A escolha dos elementos que constituirão a Selecção Nacional Feminina é da inteira responsabilidade da Direcção Técnica da APK sendo todos os elementos escolhidos por nomeação directa independentemente dos resultados obtidos nas provas regionais e nacional.

Artigo 28º

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1. A Direcção Técnica da APK decidirá:

a) se a Selecção Nacional Masculina participará na Competição Internacional que se realiza todos os anos.

b) se a Selecção Nacional Feminina participará na Competição Internacional que se realiza todos os anos.

2. A Direcção Técnica da APK reserva-se o direito de não autorizar a participação de um ou vários elementos seleccionáveis (pelos critérios anteriores) em eventos Nacionais ou Internacionais, por motivos de carácter disciplinar ou que violem os princípios tradicionais do Kendo e/ou disciplinas associadas, sempre que entender justificável.

CAPÍTULO II-B

Iaido

Artigo 29º

Regras gerais de arbitragem

Os regulamentos relativos às competições são os constantes do “The Regulations of Iaido Shiai and Shinpan”, publicado pela IKF (revisto a 01.10.1996) e das “Rules and Regulations” aplicadas pela EKF, as quais se juntam em anexo.

Artigo 30º

Regras relativas à classificação dos concorrentes e condições de participação

1. Cada concorrente deverá estar inscrito na APK e deve ser apresentado pelo Clube/Associação de proveniência, os quais deverão ter a sua situação regularizada perante a APK.

(21)

2. Os concorrentes da equipa devem ser escolhidos para cada categoria entre os nomes que se encontram nas listas oficiais de inscrição apresentadas a tempo.

3. Os árbitros que participam na competição individual não podem arbitrar as competições individuais da mesma categoria. Os árbitros que participam na competição entre equipas não podem arbitrar as competições entre equipas.

4. Cada concorrente pode participar na competição de equipas e na individual.

Artigo 31º

Selecção dos elementos para a Equipa de Representação Nacional

1. Anualmente, efectuar-se-ão dois torneios nacionais, preferencialmente, nas datas de Janeiro/Fevereiro e Maio/Junho. Os atletas melhores classificados em cada categoria no final de ambos os torneios serão os escolhidos para integrarem a Equipa de Representação Nacional.

2. Em caso de empate no final dos 2 torneios será considerada a soma total de bandeiras a favor obtidas por cada concorrente. Em caso de continuação de empate, será seleccionado o atleta cujo número de sócio da APK seja o mais baixo.

3. O Quadro Anual de Árbitros é escolhido e indicado pela Direcção Técnica da APK em Janeiro de cada Ano constando no Anexo A destes regulamentos. Sempre que possível tentar-se-á que senseis estrangeiros de reconhecida capacidade se desloquem ao nosso País para efeitos de arbitragem dos torneios nacionais.

4. Sempre que não for possível realizar os torneios previstos no ponto 1, realizar-se-á um seminário findo o qual as pessoas referidas no ponto anterior escolherão directamente, quais os melhores atletas para

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representarem a Equipa Nacional. Na eventualidade de não se fazer o seminário, a decisão será tomada sem a realização deste.

5. A Direcção Técnica da APK decidirá:

a) se a Selecção Nacional Masculina participará na Competição Internacional que se realiza todos os anos.

b) se a Selecção Nacional Feminina participará na Competição Internacional que se realiza todos os anos.

6. A Direcção Técnica da APK reserva-se o direito de não autorizar a participação de um ou vários elementos seleccionáveis (pelos critérios anteriores) em eventos Nacionais ou Internacionais, por motivos de carácter disciplinar ou que violem os princípios tradicionais do Kendo e/ou disciplinas associadas, sempre que entender justificável.

CAPÍTULO II-C

Jodo e Naginata

Artigo 31º

Enquanto o Jodo e a Naginata não tiverem um desenvolvimento que justifique a organização de Torneios de âmbito Nacional, a decisão da presença da equipa de representação Nacional em provas internacionais será da responsabilidade da Direcção.

CAPÍTULO III

Responsáveis Técnicos

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Instrutores da APK

1. É da responsabilidade da Direcção, segundo o parecer do Director Técnico Nacional, o reconhecimento dos instrutores autorizados a leccionar as disciplinas representadas pela APK.

2. Um Clube de Kendo e ou disciplinas associadas é o que pratica e promove o desenvolvimento do Kendo e ou disciplinas associadas, tendo como responsável técnico (instrutor) um graduado, no mínimo, em 2ºDan e provido das adequadas competências técnico-pedagógicas.

a) Os instrutores são obrigados ao acompanhamento regular dos praticantes pelos quais são responsáveis.

b) Entende-se por acompanhamento regular o leccionar no mínimo uma vez por semana no caso de instrutor de clube.

3. Uma Associação afiliada tem que ter como Director Técnico um graduado, no mínimo, em 3ºDan.

Artigo 33º

Requisição de autorização para leccionar

Sem prejuízo do disposto no artigo anterior, o sócio pode solicitar à Direcção da APK, por meio de requerimento próprio dirigido à mesma, o seu reconhecimento como instrutor.

CAPÍTULO IV

Regulamento Interno para Exames de Kyu e Dan, de Kendo,

Iaido, Naginata e Jodo

Artigo 34º

(24)

1. Para efeitos do disposto no presente regulamento, exame de Dan ou Kyu, é o organizado segundo as regras da EKF ou da FIK, pela APK ou por qualquer federação associada à EKF e/ou à FIK

2. A realização de exame para Dan ou Kyu é exclusiva para sócios da Associação Portuguesa de Kendo APD (APK) com mais de 2 anos de Associados.

Artigo 35º

Autorização para a realização de Exame

1. Para a realização do exame em Território Nacional o examinando deverá obter recomendação, por escrito, da Associação a que pertence após recomendação pelo seu instrutor ou Director Técnico da Região a que pertence.

2. Para a realização do exame no Estrangeiro para além do referido no ponto anterior o examinando é obrigado a obter recomendação, por escrito, do Presidente da APK.

Artigo 36º

Tempo de Reflexão

1. O examinando deve comunicar, de imediato, o resultado obtido após a realização da graduação à Direcção da APK e da Associação Regional a que pertence.

2. Em caso de aprovação no exame terá que ser respeitado o tempo de espera, proposto pela Federação Internacional de Kendo, para a realização do próximo exame:

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b) 2º Dan – 1 ano. c) 3º Dan – 2 anos. d) 4º Dan – 3 anos. e) 5º Dan – 4 anos. f) 6º Dan – 5 anos. g) 7º Dan – 6 anos.

h) 8º Dan – 7 anos e ter mais de 45 anos de idade.

3. Em caso de reprovação deverá ser respeitado um período mínimo de reflexão até à realização de novo exame, de:

a) 2 Meses para os exames de 1º Kyu, 1º Dan e 2º Dan. b) 4 Meses para os restantes exames.

Artigo 37º

Custos dos Exames

1. Os exames para as graduações de Kyu são gratuitos.

2. O custo dos exames para as graduações de Dan deve tendencialmente seguir o critério definido pela tabela da EKF podendo, no entanto, ser alterado para outro valor. Tais custos, relativos quer à inscrição para a realização do exame quer, em caso de aprovação, relativos ao registo nas respectivas organizações internacionais e nacionais são a cargo e da inteira responsabilidade do examinando.

CAPÍTULO V

(26)

Artigo 38º

Associações

1. As Associações Regionais de Kendo podem ser criadas com o mínimo de uma colectividade legalmente reconhecida, onde se pratique e desenvolva a prática do Kendo e/ou disciplinas associadas.

2. As Associações Regionais, reconhecidas pela APK, funcionam como suas representantes na área em que estão implantadas, e têm autoridade para: a) Proceder à afiliação de Clubes, actuais ou novos, enviando à APK, em conformidade com estas normas, o duplicado do processo respectivo.

b) Proceder à afiliação de praticantes que se inscrevam por intermédio dos clubes da sua área, revertendo a taxa para os cofres da APK, sendo solicitada à APK a atribuição do número de associado. Para efeitos de registo inicial na Associação Portuguesa de Kendo dos novos praticantes, considera-se sempre o dia 3 do mês seguinte em que se recebe nos serviços da APK, a respectiva comunicação das Associações.

c) Proceder à revalidação de licenças Associativas de praticantes para a época em causa, revertendo a taxa para os cofres da APK.

3. Proceder ao envio para a APK das relações de atletas graduados informalmente em 1º Kyu pelos instrutores responsáveis.

4. Proceder ao envio para a APK das candidaturas referentes aos exames de graduação para Dan até 30 dias antes da data marcada para envio da documentação para os exames.

5. Proceder ao envio para a APK da relação de praticantes a inscrever nas provas para escolha dos atletas que integrarão a equipa de Representação Nacional

(27)

6. Proceder ao envio do Calendário de actividades associativas

a) O Calendário Associativo deverá ser enviado à APK até ao dia 30 de Novembro que antecede a época a que diz respeito. O mesmo deverá ser elaborado em função do Calendário Associativo, tendo em atenção que não podem ser marcadas provas para a mesma data em que se realizam provas nacionais ou regionais de âmbito Nacional. As Associações não devem colocar actividades no seu Calendário nas mesmas datas das Acções de Formação da APK. Só serão reconhecidas pela APK, as provas associativas que respeitem o estabelecido no Regulamento de Provas.

b) As Associações deverão enviar para a APK os processos completos das diferentes provas que se realizaram na sua Região, no prazo máximo de 15 dias.

c) As Associações enviarão o original da Folha de Provas ou fotocópia da mesma. As Folhas terão que ser totalmente preenchidas devendo mencionar claramente o primeiro e último nome dos atletas intervenientes, o nome da pessoa responsável pelo seu preenchimento bem como conter a sua assinatura, assim como a assinatura do Director Técnico Regional e/ou Direcção da Associação.

Igualmente deverão enviar as folhas de Registo dos Árbitros da prova, contendo a sua identificação, legíveis, devidamente assinados por estes e pela Direcção da Associação. Quando for excedido o prazo ou não constarem os elementos referenciados, as folhas de provas serão devolvidas e os pontos não serão contabilizados. Por outro lado, as provas deverão ser realizadas de acordo com os calendários Associativos e Regionais previamente aprovados pela Associação. Sempre que se torne necessário qualquer alteração deve a mesma ser comunicada à

(28)

Associação com a antecedência mínima de 15 dias, sem prejuízo dos prazos mínimos estabelecidos no Regulamento de Provas.

d) As Associações que participam nas Provas Regionais são responsáveis pelo envio das inscrições para a APK, até às 24h00 de 2ª Feira que antecede a prova a que as inscrições dizem respeito. e) A não observância dos prazos referidos nos pontos anteriores

implica a não-aceitação das inscrições em falta. As inscrições deverão ser feitas por correio electrónico e conter, obrigatoriamente, a indicação do primeiro e último nome dos atletas, o nome do clube, o nº de associado e a graduação actual. A falta ou incorrecção destas indicações anulará a inscrição. Até às 18h00 da 4ª feira anterior à prova a APK avisará as Associações, de quais os atletas que não tenham os documentos em ordem e por isso não podem participar.

7. Independentemente do local da competição, a responsabilidade da marcação de lugares de pagamento da estadia e deslocação das comitivas (atletas, treinadores e dirigentes), cabe às Associações que se deslocam.

Artigo 39º

Clubes

1. Podem associar-se nas Associações afiliadas na APK todos os Clubes de Kendo e/ou disciplinas associadas que pratiquem e promovam o desenvolvimento da modalidades que representam.

2. A prática do Kendo e/ou disciplinas associadas só é reconhecida enquanto tal, se for assegurada e supervisionada por um instrutor reconhecido pela APK.

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3. Os clubes deverão comunicar à Associação as graduações efectuadas pelo instrutor responsável de acordo com o regulamento de graduações em vigor.

4. Os clubes deverão enviar à Associação, as revalidações, inscrições e graduações bem como as correspondentes taxas, enviando ao mesmo tempo a verba correspondente aos prémios do seguro desportivo no caso das inscrições e/ou revalidações.

5. O prazo limite para efectuar inscrições e revalidações para cada época é 25 de Novembro (data de entrada na APK).

6. Para efeitos de afiliação os Clubes devem:

a) Enviar à Associação em que se encontram inseridos o pedido de filiação para a época em curso, em duplicado, indicando o respectivo Número de Identificação Fiscal (NIF).

b) No caso de novos clubes devem os mesmos enviar à respectiva Associação o pedido de afiliação para a época em curso e cópia reconhecida (notarial) dos Estatutos ou da publicação no Diário da República, em duplicado.

c) Indicar no pedido de afiliação o nome do instrutor responsável. d) Indicar o endereço de correio electrónico e a morada para

correspondência, assim como o local e horário de funcionamento das classes.

e) Enviar a lista actualizada dos Corpos Gerentes do Clube

7. Afiliação de praticantes dos clubes

a) Os clubes procedem à inscrição de novos praticantes e revalidam a licença dos praticantes de Kendo e/ou disciplinas associadas na APK através da respectiva Associação.

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b) No caso de novos Clubes, estes só poderão proceder à inscrição ou revalidação de atletas, após terem sido notificados da aceitação da sua afiliação.

c) Comunicação de graduações, inscrições e revalidações

CAPÍTULO VI

Disposições finais

Artigo 40º

Outras Disposições

1. As disposições dos Estatutos e do presente Regulamento, prevalecem sobre quaisquer normas regulamentares em contradição com elas ainda que sejam normas internas de entidades afiliadas. O Regulamento entra em vigor provisoriamente logo que aprovado pela Direcção e pela maioria das Associações afiliadas e definitivamente logo que aprovado em Assembleia-geral.

2. Quaisquer alterações aos Estatutos ou aos regulamentos referidos no número anterior entrarão em vigor provisoriamente logo que aprovadas pela Direcção e pela maioria das Associações afiliadas e definitivamente depois de aprovados em Assembleia-geral.

3. Todos os casos omissos nos estatutos e regulamentos em vigor serão resolvidos pela Direcção da Associação após audição dos pareceres dos órgãos competentes para o efeito.

Referências

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