Behaviorismo: Defnição e História - RESUMÃO
Behaviorismo: Defnição e História - RESUMÃO
TTodos odos os os behavioristas behavioristas concordam concordam que que pode pode haver haver uma uma ciência ciência dodo comportamento
comportamento. Chegou-se a um . Chegou-se a um consenso de que o consenso de que o behaviorismo seja umabehaviorismo seja uma flosofa da Ciência.
flosofa da Ciência. De flosofa a
De flosofa a ciênciaciência
A dierença entre flosofa e ciência, esta que, na primeira, temos verdades A dierença entre flosofa e ciência, esta que, na primeira, temos verdades absolutas sendo que na segunda as verdades so relativas e passiveis de absolutas sendo que na segunda as verdades so relativas e passiveis de mudanças.
mudanças.
!ortanto, em torno de "#$%, a psicologia rompeu com a flosofa. Como !ortanto, em torno de "#$%, a psicologia rompeu com a flosofa. Como estudar a mente&
estudar a mente&
!ara solucionar tal questo, surgiram dois modos de psicologia' a objetiva e !ara solucionar tal questo, surgiram dois modos de psicologia' a objetiva e a comparativa.
a comparativa.
!sicolo"ia o#$etiva !sicolo"ia o#$etiva
(sse ramo no concordou que a introspecço osse um m)todo conf*vel, (sse ramo no concordou que a introspecço osse um m)todo conf*vel, portanto, adotaram m)todos objetivos para as pesquisas. +sso oi muito portanto, adotaram m)todos objetivos para as pesquisas. +sso oi muito im
impoportrtanantete, , popoisis, , os os pspsicicllogogos os peperrcecebeberaram m quque e popodedeririam am ututililiiar ar osos mesmos m)todos cientfcos objetivos, nos laboratrios. +sso oi um grande mesmos m)todos cientfcos objetivos, nos laboratrios. +sso oi um grande avanço sobre a introspecço.
avanço sobre a introspecço.
/s psiclogos poderiam, agora, medir o
/s psiclogos poderiam, agora, medir o tempo de resposta das pessoas, emtempo de resposta das pessoas, em diversos testes. A psicologia caminhava para a
diversos testes. A psicologia caminhava para a ciência eetivamenteciência eetivamente.. !avlov ) um e0emplo cl*ssico de !sicologia /bjetiva.
!avlov ) um e0emplo cl*ssico de !sicologia /bjetiva. !sicolo"ia com%arativa
!sicolo"ia com%arativa
(sse ramo acredita que, assim que podamos comparar nossa anatomia, (sse ramo acredita que, assim que podamos comparar nossa anatomia, podamos comparar os nossos traços mentais mediante a
podamos comparar os nossos traços mentais mediante a comparaço entrcomparaço entree esp)cies, surgiu assim a
esp)cies, surgiu assim a psicologia comparativa.psicologia comparativa.
(sse ramo oi seguindo para pesquisas com animais em laboratrios, que (sse ramo oi seguindo para pesquisas com animais em laboratrios, que resultou em uma alha nos resultados. !ois bem, os pesquisadores aiam resultou em uma alha nos resultados. !ois bem, os pesquisadores aiam testes com ratos, por e0emplo, em labirintos. Chegavam a conclus1es de testes com ratos, por e0emplo, em labirintos. Chegavam a conclus1es de que os ratos estavam aborrecidos, ou agitados por conta de acharem ou no que os ratos estavam aborrecidos, ou agitados por conta de acharem ou no a sada do labirinto. +sso )
a sada do labirinto. +sso ) um resultado introspecum resultado introspectivo e pouco tivo e pouco conf*vel paraconf*vel para a ciência. 2or 3atson, undador do 4ehaviorismo, que disse que nenhum a ciência. 2or 3atson, undador do 4ehaviorismo, que disse que nenhum desses dois m)todos o comparativo e o objetivo
desses dois m)todos o comparativo e o objetivo seria ciência.seria ciência. & %rimeira versão 'o Behaviorismo
(m "#"5 3atson publica o primeiro maniesto 4ehaviorismo guiado pela psicologia objetiva, com crticas a introspecço. Tamb)m, diia ele, que a analogia entre humanos e animais no era conf*vel.
3atson, diia que a !sicologia deveria ser considerada a Ciência do Comportamento, e que nunca deveramos usar as palavras, tais como' mente, conte6do, verifc*vel introspectivamente, imagens e etc.
(ssa !sicologia de 3atson prop1em o estudo dos comportamentos observ*veis, e se abstêm da introspecço, da consciência, da mente e etc.
O mais conhecido Behaviorista após Watson foi Skinner.
78inner se preocupava com a e0plicaço cientifca. (le undou o behaviorismo radical e se op9s ao behaviorismo metodolgico. (mbora haja esses dois ramos, os mesmo concordam com 3atson, que a !sicologia ) uma ciência, e que e0iste uma ciência natural do comportamento. / 4ehaviorismo vai al)m de :ar;in, sendo que este ultimo e0cluiu a e0istência de :eus para a criaço, o
Behaviorismo julga que não há livre arbtrio mais sim determinismo.
(ivre &r#)trio vers*s Determinismo
Chama-se de determinismo a noço de comportamento que ) determinado unicamente pela hereditariedade e pelo ambiente.
<* o contr*rio ao determinismo ) o livre arbtrio que julga que todos os seres humanos so livres para aerem suas escolhas. As aç1es so julgadas pela nossa hereditariedade e pela nossa histria de vida, portanto, o livre arbtrio ) utpico.
/ determinismo no pode ser comprovado, pois no ) possvel isolar todas as vari*veis e acompanhar os comportamentos. 7 podemos aer isso em laboratrios e com animais.
&r"*mentos %ró e contra o livre-ar#)trio
&r"*mentos sociais: se o livre arbtrio casse por terra, como fcaria a situaço dos criminosos, e as penas que devem pegar pelos seus atos&
A id)ia de moral parte do livre arbtrio, neste caso no h* moral. Como fcaria a democracia& ( o sistema judici*rio&
!ara a democracia, a questo do voto remete a histria do eleitor, in=uenciado pelas campanhas eleitorais e etc.
/ behaviorismo ) avor*vel a democracia, no porque acredita que seja ruto do livre arbtrio, mas sim, porque se apresenta como o melhor meio de vida para uma sociedade.
>uanto a moral, quando a questo de ser bom ou mal ?pessoas@ isso no ) uma questo de escolha, mas sim uma questo social. Cada ve mais a boa educaço prova a ormaço de bons cidados.
/ ser humano ) respons*vel pelo seu comportamento, portanto, no precisamos entender a justiça por um vi)s moral.
&r"*mentos est+ticos: pode-se argumentar que o livre arbtrio ) simplesmente um nome para a ignorncia dos determinantes do comportamento. !ortanto, quanto mais sabemos das ra1es menos acreditamos no livre arbtrio.
!"# um garoto rouba um carro. $endemos a atribuir ao meio% seu comportamento# negligencia da sociedade% da famlia e etc.
!or m*0imo que saibamos, nem sempre podemos prever o comportamento do outro. / livre arbtrio implica imprevisibilidade, mas a imprevisibilidade no implica em livre arbtrio.
>uando mais sabemos das ra1es menos nos baseamos na id)ia de Bivre Arbtrio.
A imprevisibilidade ) considerada como livre arbtrio.
O #ehaviorismo como flosofa 'a ciência Realismo vers*s !ra"matismo
Realismo: !"# uma arvore e"iste e eu a vejo% se me viro de costas pra ela% a mesma continua e"istindo.
O *niverso o#$etivo: vem desde a )poca de Tales, e no atribu a um deus a e0istência. !or e0emplo, do universo) uma id)ia de um universo mecnico que e0iste ora do sujeito. (nto os realistas diem que se e0iste um universo ora de mim, ele pode ser estudado e verdades cientfcas surgiro. (ssa vem a ser a melhor orma de se chegar a verdade.
Os realistas levam em conta os dados sensoriais para se entender o mundo fora do sujeito.
!ra"matismo:- 2oi elaborada por Charles !ierce e 3illiam <ames. (sse ramo no se interessa tanto no estudo de como o universo unciona, mas sim no que ela nos permite aer. A grande realiaço da Ciência permite darmos signifcados a nossa e0periência.
/ signifcado das id)ias encontram-se no plano das conseqDências ?contingências@
A id)ia ou o conhecimento ou a realidade so a interaço entre o homem e seu meio.
As verdades so inst*veis. A verdade s ) importante de eu puder us*-la na pr*tica.
!ara <ames devemos entender o estudo atrav)s das seguintes premissas' - que sensaço pode ter
- que reaç1es pode-se prever. História
A psicologia nasce com 3undt, e o behaviorismo nasce junto com ele.
(le pratica seus e0perimentos em laboratrios, na qual buscava os processos elementares da consciência. E um dos precursores do (struturalismoF que tentava identifcar cada estrutura do c)rebro e sua unço.
!sicologia como estudo da mente. Com m)todo na introspecço controlada. / objetivo de estudo era as sensaç1es.
G* um grande interesse pelas ciências naturais.
,itchener altera o conceito de estruturalismo, e estuda os elementos que compunham a consciência. Consciência como soma das nossas e0periências em um dado momento e a Hente como somo das e0periências ao longo da vida.
,orn'ie representante do associacionismo. :iia que o indivduo aprende dos meios mais simples para os meios mais comple0os
2alava sobre a lei do eeito' todo o comportamento de um organismo vivo tende a repetir se este or recompensado ?eeito@
Caso no se repetir ) pq oi punido ?eeito@
.illiam /ames oi precursor do uncionalismo e pragmatismo, procurou estudar a mente. 7eu objeto de estudo era entender como um aglomerado de estruturas e unç1es têm um resultado pr*tico no cotidiano. !ara ele a psicologia ) a ciência da vida mental ?comportamento@, tanto dos seus en9menos como das suas condiç1es.
Behaviorismo & a ci'ncia da aprendi(agem% pois todo o comportamento & aprendido.
!avlov a suas primeiras e0periências em laboratrio e nos d* o condicionamento cl*ssico e respondente ?interesse na resposta@.
(is os primrdios do behaviorismo cl*ssico'
!n + estimulo neutro campainha, - ! +estimulo incondicionado comida,// 0 +resposta incondicionada, pareamento.
!1 + estmulo condicionado% campainha, //.01 +resposta condicionada..saliva2ão,
0ascimento 'o Behaviorismo
/ behaviorismo nascente d* ênase ao determinismo e na objetividade e no m)todo e0perimental. 2a estudos laboratoriais, onde gera preconceitos em relaço a aplicabilidade a humanos. 7urgimento de diversas teorias da aprendiagem a partir dos resultados obtidos.
2ica estabelecido que a psicologia pertence ao ramo das ciências naturais onde deve haver a comprovaço emprica, e por isso, fca e0cludo a introspecço. Iiso do ser humano a partir dos achados evolucionistas.
Jegaço metodolgica a consciência. Aprendiagem como principal mecanismo a determinar um comportamento. /nde os comportamentos so selecionados atrav)s das conseqDências.
Behaviorismo meto'oló"ico
/ 4ehaviorismo metodolgico permite somente a compreenso do comportamento apenas de respostas p6blicasF visveis do organismo. G* uma obrigatoriedade de resultados observ*veis, ou seja, metodolgico.
!or isso, e0clui do seu vocabul*rio termos como' consciência, estados mentais, mente, introspecço, e etc.
Bases flosófcas: realismo e %ositivismo
/ 4ehaviorismo metodolgico oi undado com 3atson e surgiu a partir da psicologia obejtiva.
(0clui completamente a introspecço e considera o Comportamento como o principal objeto de estudo da !sicologia, no a Consciência. Jegava caractersticas gen)ticas como parte determinantes do comportamento. 1onceitos:
Est)m*lo: qualquer evento sico ou combinaço de eventos relacionados com a ocorrência da resposta
Res%osta: unidade de comportamento que aeta e ) aetado por estmulos Re2e3o: relaço fdedigna entre o estmulo e a resposta
Eliciação: termo que se relaciona K ocorrência de uma resposta respondente
1on'icionamento: ) uma alteraço no responder, sob a in=uência do ambiente.
Condicionamento Lespondente' quando um estimulo neutro ?campainha@ adquire unç1es similares a um estmulo incondicionado ?comida@
1ontin"ência: ) o nosso ambiente, ) um conjunto de relaço comportamental que leva a um determinado comportamento.
Re2e3os 4natos: ) todo o comportamento que ) inato a cada esp)cie desde o seu nascimento.
Behaviorismo ra'ical
2undado por 78inner, que tem como base flosfca o pragmatismo.
(nquanto 3atson se interessava nos m)todos de estudo das ciências naturais, 78inner prioriava a e0plicaço cientifca.
Mm comportamento produ mudanças no meu ambiente, dependendo da resposta ?conseqDência@ vai determinar se esse comportamento vai ocorrer de novo.
Todas as vees que meu comportamento or reorçado ou punido no signifca que ele no vai acontecer de novo.apesar diminui-se ou aumenta-se a probabilidade.
78inner deseja saber como ocorre a seleço do comportamento, Como esse comportamento entra no repertrio do individuo.
A retirada de estmulos levava o animal novamente ao nvel operante ?estado original antes da seleço do comportamento@.
Jo radical podemos alar em pensamento, pois ) um comportamento, j* no metodolgico no.
1onceitos:
1om%ortamento o%erante 5o* instr*mental6: pode-se controlar a resposta. (0' vou brincar com você depois que fer a liço de casa.
1lasse 'e res%ostas 5o* o%erante6: por que aquele comportamento se mant)m& !or que ele lhe serve& (sse ) a classe de respostas, buscam respostas para os comportamentos.
1om%ortamento %riva'o: ) o que a pessoa sente ?pensamento@ aps seu comportamento.
1on'icionamento o%erante: uma resposta tem sua reqDência alterada devido as conseqDências passadas dessa aço
1onsciência: nome dado ao organismo que se encontra em estado de viglia.
Mo'ela"em: ) todo o processo para selecionar uma resposta
!*nição: ) usado para reduir uma reqDência de um comportamento. Mm estmulo no ) universalmente punidor ou reorçador, isso depende das contingências.
Re7orça'or nat*ral: condiç1es fsiolgicas..ome, sede, cansaço Recom%ensa: est* ligado ao praer, ao reorço
Tudo isso ) comportamento operante, pois meu comportamento gera uma alteraço no meu ambiente, negativo ou positivo.
(sta sntese ) uma cortesia de Harcel Genrique Lodrigues que ) estudante de !sicologia da Mniversidade Mnisal de Americana-7!
NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN Realismo 8ers*s !ra"matismo
/s behavioristas radicais dierem dos primeiros behavioristas, bem como de outros pensadores anteriores do s)culo OO, em sua id)ia sobre ciência. / behaviorismo radical se aparenta com a tradiço flosfca do pragmatismo, enquanto os outros eram derivados do realismo.
Realismo
A viso de mundo do realismo ) muito aceita no mundo ocidental, muitas vees at) sem questionamentos. (sta viso representa a id)ia de que aquilo que vemos realmente est* l*, que e0iste um mundo real ora do sujeito e que d* origem as e0periências. (sta viso d* a id)ia de que e0iste um mundo real Pl* oraQ, e que Paqui dentroQ h* nossas e0periências. 7endo assim, e0periências do mundo real, que e0istem K parte do mundo propriamente dito.
Universo O#$etivo
(ntre v*rios flsoos a que ) atribuda a origem do pensamento cientfco, Tales prop9s que o universo ) um mecanismo compreensvel, e conorme
2arrington ?"RS%, p.5S@ P) um começo admir*vel, cujo ponto principal ) organiar numa descriço coerente diversos atos observados, sem introduir o deus Hardu8Q.
(ste mecanismo compreensvel, no conte0to do realismo, quer dier um mecanismo real que e0iste PoraQ do sujeito, e a medida que podemos o conhecer melhor, se a menos enigm*tico. !or estar ora do sujeito, se torna objetivo independente de como nossas concepç1es sobre ele se alterem, o universo permanece e0atamente como ).
7e h* e podemos conhecer um universo objetivo, o estudamos cientifcamente e descobrimos coisas sobre ele. Tais descobertas a respeito de como unciona o universo, so descobertas da verdade ao seu respeito. !erspectiva essa, que nos mostra que de descoberta em descoberta encontramos toda verdade sobre o modo como o universo unciona.
Da'os Sensoriais e S*#$etivi'a'e
!ara o realista, a apro0imaço da verdade ) lenta e incerta, porque estudamos o mundo objetivo a partir do contato do que nossos sentidos produem sobre ele. ( no tendo contato direto com o mundo real, e sim com as nossas percepç1es dele, no temos ra1es lgicas para acreditar que o mundo realmente e0ista.
Alguns flsoos posteriores a 4er8eleU aceitaram a id)ia de que os objetos do mundo so apenas inerências, mas os flsoos da ciência em geral, tenderam a se alinhar com o realismo. !ara 4ertrand Lussell ?"RSV V#S%@, ao inv)s de id)ias e sensaç1es como diia 4er8eleU substituiu por dados sensoriais, sugerindo que o cientista os estuda para conhecer o mundo real. /s dados sensoriais estando PdentroQ do sujeito, so subjetivos, mas constituem o meio de entender o mundo real, PoraQ do sujeito.
E3%licação
Ja abordagem realista, a e0plicaço consiste na descoberta de como as coisas realmente so, a partir do conhecimento de algo, outras coisas podem ser conhecidas.
As e0plicaç1es so dierentes de apenas descriç1es que s contam as aparências das coisas na supercie, e quando se descobre a verdade escondida no modo de uncionamento das coisas, ento os eventos que percebemos so e0plicados.
!ra"matismo
/ realismo pode ser contrastado com o pragmatismo ?da mesma rai de pr*tico@, que oi desenvolvido durante a segunda metade do s)culo O+O e incio do s)culo OO, por flsoos americanos. A noço undamental do pragmatismo, ) que a orça da investigaço cientfca est* no tanto na descoberta da verdade sobre a maneira que o universo objeto unciona, mas no que ela nos permite aer. A grande realiaço da ciência ) que ela nos permite dar signifcado a nossa e0periência, a torna compreensvel e at) nos permite prever e controlar o que acontecer* se tivermos meios para isso.
!ara <ames ?"#%S@, se a resposta a uma pergunta no promove uma mudança no modo de proceder da ciência, isso signifca que a prpria pergunta ) equivocada e no merece atenço. <ames e !eirce consideravam a questo sobre a e0istência ora do sujeito de um mundo real, imut*vel e objetivo era uma dessas quest1es em que o debate ) in6til.
Com essa postura, o pragmatismo tra implcita uma atitude especial com respeito * verdade das respostas. Como teoria da verdade, equipara apro0imadamente verdade com poder e0plicativo.
<ames assinalou que, na pr*tica, todas as teorias cientfcas so apro0imaç1es. Tomas Wuhn ?"#S%@, em contrapartida, sustenta que a ciência no pode ser caracteriada como um progresso infnito em relaço a uma verdade 6ltima, que ) em geral um progresso ilusrio, enquanto alguns enigmas so resolvidos outros surgem. >uando muitos desses enigmas permanecem sem soluço, outra viso pode ganhar aceitaço, mas no e0plica tudo o que o antigo paradigma e0plicava e apresenta seus prprios enigmas.
1iência e E3%eriência
:e modo indireto, o pragmatismo in=uenciou o behaviorismo moderno. 7eguindo <ames, Hach argumentava que a ciência tem a ver com a e0periência, e especialmente com o esorço para conerir sentido K e0periência. Considerava que a origem da ciência se deu pela necessidade humana de se comunicar de orma efciente e economicamente umas com as outras. / que ) essencial para cultura pois permite uma compreenso do mundo que pode ser passada por geraç1es. ( o principio de economia, ento, requeria a invenço de conceitos para organiar as nossas e0periências em tipos, categorias, permitindo-nos usar um termo apenas no lugar de muitas palavras.
Economia 1onceit*al
A ciência ) como outras atividades especialiadas, e os conceitos cientfcos nos permitem passar adiante um entendimento de e0periências com outros aspectos do mundo natural. A ciência cria conceitos que nos permitem dier uns aos outros o que se relaciona com o que no mundo e o que esperar se determinado evento acontecer. / conceito propicia economia as discuss1es. E3%licação e Descrição
Hach sugere que o objetivo da ciência ) a descriço. !ara o realismo, no ) mera descriço, mas uma e0plicaço baseada na descoberta da realidade que e0iste al)m de nossa e0periência. !ara pragmatistas, no e0iste esta distinço, porque, em termos pr*ticos, tudo que a ciência tem como suporte so aparências observaç1es ou e0periências, para os pragmatistas e0plicaço e descriço so a mesma coisa.
A e0plicaço cientfca consiste apenas na descriço de eventos em termos amiliares. (la no tem nada a ver com a revelaço de uma realidade escondida alem de nossa e0periência.
/ behaviorismo contemporo, radical, baseia-se no pragmatismo. Lesponde que ciências ) a busca de descriç1es econ9micas e abrangentes da e0periência natural humana. / objetivo de uma ciência do comportamento ) descrevê-lo em termos que o tornem amiliar e e0plicado. 7eus m)todos buscam ampliar nossa e0periência natural do comportamento atrav)s da observaço que precisa.
/ behaviorismo antigo, metodolgico, baseava-se no realismo. :eenderia que h* um comportamento real que acontece no mundo real, e que nossos sentidos, nos ornecem s dados sensoriais sobre aquele comportamento real, que nunca conhecemos diretamente.
!ara lidar com as diversas descriç1es possveis, ) melhor ater-se a primeira, para o realista. / pragmatista, pergunta qual das maneiras de descrever o comportamento ) mais 6til, ou mais econ9mica.
/s behavioristas metodolgicos distinguiam mundo objetivo de mundo subjetivo. Consideravam que a ciência era constituda de m)todos para o estudo do mundo ora do sujeito. !or isso era considerada a Ppsicologia do outroQ se propondo a estudar somente o comportamento p6blico, ignorando a consciência.
/ behaviorismo radical no a distinço entre mundos objetivo e subjetivo. Concentra-se em termos e conceitos. /s termos que usam para alar de comportamento no apenas nos permitem compreendê-lo, mas tamb)m o defnem. +ncluindo todos os eventos sobe os quais podemos alar com nossos termos inventados. +nvestigam as melhores maneiras de alar sobre o comportamento, as mais 6teis.
/ destaque do pragmatismo sobre a ala, os termos e as descriç1es ?em oposiço aos m)todos de observaço@ leva a um contraste muito visvel entre o behaviorismo metodolgico e radical. !ara o behaviorista radical, os en9menos conscientes, incluem-se no estudo do comportamento, pois esto entre as coisas das quais podemos alar.
3aiana 1ristina 0auber * $eorias 1omportamentais e 1ognitivistas. 4erodo de 4sicologia.
0esumo de Baum. O Behaviorismo como 5iloso6a da 1i'ncia. +1ap. 7 * p.89 : ;<,.
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(m "#$X, 4urrhus 78inner publicou o livro PThe /perational AnalUsis o !sUchological TermsQ, como uma tentativa de responder Ks correntes internalistas do comportamentalismo e tamb)m in=uenciado pelo behaviorismo flosfco. Com apublicaço desse livro oi marcada a origem da corrente comportamentalista denominada de behavorismo radical, que oi desenvolvido no como uma *rea de pesquisa e0perimental, mas como uma proposta de re=e0o sobre o comportamento humano. A realiaço de
pesquisas empricas constitui o campo da an*lise e0perimental do comportamento, enquanto a implementaço pr*tica a parte da an*lise aplicada do comportamento. Jesse sentido, o behaviorismo radical ) uma flosofa da ciência do comportamento.
78inner era radicalmente anti-mentalista, uma ve que considerava no pragm*ticas as noç1es internalistas ?elementos mentais como origem do comportamento@ que comp1em as variadas teorias psicolgicas e0istentes. Apesar disso, 78inner nunca negou em sua teoria a e0istência dos processos mentais, apenas deendeu que ) improdutivo procurar nessas vari*veis a motivaço das atitudes humanas.
7egundo o pensamento de 78inner ao se analisar um comportamento ?cognitivo, emocional ou motor@ ) preciso considerar o conte0to em que ele ocorre e os acontecimentos envolvidos nessa conduta. / behaviorismo s8inneriano nega a importancia cientfca de indicadores mediacionais, uma ve que para 78inner o ser humano ) uma entidade 6nica e uniorme, opondo-se K id)ia de homem como ser composto de corpo e mente, pois para ele no ) possvel dissociar ou distingruir elementos humanos.
/s princpios do condicionamento operante oram elaborados por 78inner, al)m de ter sistematiado o modelo de seleço por consequências a fm de se e0plicar um comportamento. A teoria do condicionamento operante segue o princpio de que a ocorrencia de um estmulo chamado de estmulo discriminativo aumenta a probabilidade de ocorrência de uma resposta, e aps a resposta segue-se um estmulo reorçador, podendo ser um reorço ?positivo ou negativo@ que estimule o comportamento ?aumentando sua probabilidade de ocorrência@, ou uma puniço que iniba a ocorrência do comportamento posteriormente em situaç1es semelhantes.
Al)m do e0posto sobre o comportamento humano, o behaviorismo radical prop1e-se a e0plicar o comportamento animal por meio do paradigma de seleço por consequências. / behaviorismo radical prop1e, dessa orma, um paradigma de condicionamento no-linear e estatstico, em oposiço ao paradigma linear e re=e0o das linhas tericas precedentes do comportamentalismo. (m suma, 78inner deende que a maioria dos comportamentos humanos so condicionados de modo operante.