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Agradecimento as mulheres. Tripulação 100% feminina.

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Academic year: 2021

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(1)

Agradecimento as mulheres.

Tripulação 100% feminina.

(2)
(3)

Nilton Degaspari Marcia Mutton

(4)

ROGÉRIO DO NASCIMENTO

Produção Agrícola

Desenvolvimento Técnico Agronômico

Qualidade agrícola

Missão:

Como gerenciar o controle de pragas e doenças em grandes*

(5)

Definição:

Considera-se como praga todo animal que causa prejuízos

econômicos à atividade agrícola desenvolvida pelo

homem.

Pragas Agrícolas

Sphenophorus Levis

Cupins

Migdolus fryanus

Cigarrinhas-das-raízes

Broca

Pão-de-galinha

Broca Gigante

Lagarta elasmo

Iponeuma

Lagarta desfolhadora

Fungos

Nematóides

Formigas cortadeiras

Percevejo Castanho

Crisomelídeos

Pérola da Terra

Naupactus

(6)

Pragas

(7)

Conhecimento

básico das pragas

ou doenças

Levantamentos

Gestão das

informações

Defini

ção do

controle químico,

biologico e/ou

cultural (MANEJO)

Aplica

ção

(avaliação da

qualidade, etc)

Novas Tecnologias

(produtos, equipamentos,

ambiente, etc)

Gestão no controle de pragas (pequenas e grandes areas)

Fluxograma

R$/t

R$/t

(8)

Frase irônica: se você não sabe qual o seu alvo,

atire primeiro e chame o que você atingiu de

alvo.

Revista STAB

CONSEQÜÊNCIA:

(9)

Conhecimento

básico das pragas

ou doenças

Começando a caminhar no fluxograma…

Fluxograma

SUCESSO: Equipe bem treinada e motivada.

(10)

Levantamentos

(11)

• Reuniões Técnicas (IDEA; Grupo Fitotécnico ; UDOP; Biosul; etc)

• Apoio de Consultores (Leila (DMLab); Jose Francisco (Global cana); N. Macedo;

Enrico; etc)

• Consulta a trabalhos publicados (Copersucar, CTC, IAC, Universidades, livros, etc.)

• Desenvolvimento interno de novas metodologias – Exemplo: aplicação de fungicida

no plantio mecanizado;

• Representatividade x Operacionalização (R$ / mão-de-obra !!!)

(12)

Matriz da EQUIPE de amostragens e controle

Operações Transporte Nº Pessoas Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Plantio (e preparo) x x x x x x x x x x

Colheita / Tratos x x x x x x x x x

D. saccharalis (quimico e biologico) Doblo 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6

M. fimbriolata (quimico e biologico) Carro 4 4 4 4 4 4 4

Levantamento de pragas / Testes Doblo 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6

I.I.I. Final Frente Corte 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4

Equipe Total 20 10 10 10 16 16 16 16 16 16 20 20 20

Obs.: Rádio de comunicação é fundamental. Equipe bem treinada. Evitar safristas.

(13)

Amostragens

• Monitoramento

de

pragas

e

nematoides nas áreas de reforma,

expansão e após 3°corte;

• Atenção especial a áreas sem histórico

de S. Levis.

• Monitoramento da cigarrinha das

raízes;

• Monitoramento da broca da

cana-de-açúcar;

(14)
(15)

50 cm

50 cm

30 cm

(16)
(17)
(18)
(19)
(20)

Amostragens para broca

Levantamento pré liberação:

• Broca/hora/homem

• Monitoramento índice de infestação (I.I%):

Talhão representativo, na frente de corte;

20 colmos / ha

Informação a ser usada pela agroindústria e

orientação para o próximo ano (mapas) >>> Pontos de

atenção.

• Broquinhas por hectare

Fazer 4 pontos de 10 canas para talhões de até 40 ha;

(21)

Pula-Leira

50metros

Levantamentos de Intensidade de Infestação (I.I.%)

Pula-Leira

Ponto de

amostragem

(Canas Inteiras

ao Acaso)

(22)

2

2

Colhedora

Colhedora

Ponto de

amostragem

(Canas Inteiras

ao Acaso)

Colhedora

Colhedora

15 Passos

30 Passos

30 Passos

30 Passos

30 Passos

15 Passos

30 Passos

30 Passos

30 Passos

30 Passos

15 Passos

30 Passos

30 Passos 30 Passos

30 Passos

30 Passos

(23)

Amostragens cigarrinha

 Início dos levantamentos de campo à partir de setembro (início das primeiras

chuvas), prosseguindo até meados de abril;

 Avaliações de campo espaçadas de no máximo 18 dias;

 Avaliação de 2 pontos de 1 metro linear por hectare;

 Touceiras: arrancar uma no 1º ponto de amostragem, examinar, encontrando ninfas,

continuar avaliando, caso contrário parar avaliação;

(24)

Gestão da

informação

R$/t

(25)

Sistema de Gestão de Informações

ILAB (PIMS) / GEATEC /

Excel para fornecedores

/ etc.

(26)
(27)

Uso da informacao no formato espacial ou on line

(28)

Informações georreferenciadas visualizadas no campo

(29)

Sensoriamento Remoto

(30)

Regionalização das pragas

(31)

Regionalização das pragas

(32)

Defini

ção do

controle químico,

biologico e/ou

cultural (MANEJO)

Gestão de manejo

R$/t

(33)

 Base Experimental;

 Informações das empresas sobre novos produtos;

 VIZINHAR (Compartilhar);

 Avaliação do Custo / Benefício;

 Controle biológico;

 Racionalização;

Estratégias de controle

(34)

Racional da experimentação...

(35)

116 65 33 20 2 0 20 40 60 80 100 120 140 Variedades Nutrição Pragas / Doenças Herbicidas / Nematicidas / Maturadores Manejo / Irrigação Tipos E x per im e nt os Quantidade Experimentos

Experimentação e cuidados

Fonte: Insect Show 2011

Manejo Preventivo

Limpeza de canais, pátios de torta / compostos, carreadores etc.

Limpeza de equipamentos, colhedoras, caminhões etc.

(36)

Adapatação as novas realidades…

Interação novas situações x consultoria x experiências

Figura 05 - Produtividade média em diferentes tratamentos usados para o controle químico de

Sphenophorus levis (Vaurie, 1978) (Coleoptera: Curculionidae) em cana-de-açúcar. Usina da Serra, Ibaté - SP, 02 de dezembro de 2009 a 27 de outubro de 2010.

(37)
(38)

Plantio

SISTEMATIZAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES AGRONÔMICAS

INSETICIDA

Soqueira

Plantio

Soqueira

NEMATICIDA

CORRETIVOS ADUBAÇÃO MATURADORES HERBICIDAS CALAGEM GESSAGEM FOSFATAGEM

PREMISSAS PARA RECOMENDAÇÃO DE INSUMOS

Broca

Controle

Biologico

(39)

Com infestação Migdolus Com infestação Sphenophorus Sem infestação Migdolus Sem infestação Sphenophorus Com infestação Cupim_Hete Sem Infestação outros Cupins < 30% Com Infestação outros Cupins >=30% Com Infestação Pão Galinha Sem Infestação Pão Galinha

PREMISSAS PARA RECOMENDAÇÃO DE INSETICIDA NO PLANTIO

Cana não orgânica Produto A ou Produto B ou Produto C Com Infestação Pão Galinha Sem Infestação Pão Galinha

Não

Aplicar

PLANTIO

Cana orgânica

Não

Aplicar

Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C

Não

Aplicar

(40)

Com infestação Migdolus Com infestação Sphenophorus Sem infestação Migdolus Sem infestação Sphenophorus Com infestação Cupim_Hete Com Infestação outros Cupins Sem Infestação outros Cupins Com Infestação Pão Galinha Sem Infestação Pão Galinha Não Aplicar

Soqueira

TCH >=75* TCH < 75 Não Aplicar Com Infestação Pão Galinha Sem Infestação Pão Galinha Cana não orgânica Cana orgânica Não Aplicar Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C Produto A ou Produto B ou Produto C

* Variável

(41)

Plantio /

Soca***

Ambiente D, E, F e G Infestação Nematóide Baixa Ambiente A, B e C Infestação Nematóide Alta e Média

Não

Aplicar*

Época Seca Época Úmida Época Seca Época Umida Infestação Nematóide Alta, Média e Baixa Cana orgânica Cana não orgânica

Não

Aplicar

Produto A ou Produto B ou Produto C Produto C ou Produto D ou Produto E Produto A ou Produto B ou Produto C Produto C ou Produto D ou Produto E

* Depende

** Avaliar interações

*** depende do corte e TCH

(42)

Aplicação

(avaliação da

qualidade,

etc)

Gestão no controle de pragas (pequenas e grandes areas)

(43)

CONTROLE BIOLÓGICO

(44)
(45)

Material “pronto” para liberação

(46)
(47)
(48)

Situações praticas:

Demarcação na entrada/saída

da distribuição.

Facilita a identificação para

contagem das linhas e

“alerta”

para evitar duplicidade de

liberação.

(49)

Situações

praticas:

Caminhada

dentro do talhão

com

o

copo

aberto.

(50)
(51)

 4 a 5 brocas/homem/hora liberar 4 copos/ha (6.000 cotésias);

 6 a 10 brocas/homem/hora liberar 5 copos/ha (7.500 cotésias);

 > 10 brocas/homem/hora liberar 7 copos/ha (10.000 cotésias)

(52)

Evolução e Resultados

% de parasitismo x Índice de Infestação %

(53)
(54)

Controle químico

(55)

Avaliações 260 DAP

Padrão I.I. = 25,3%

Altacor

®

I.I. = 8,5%

“Canas com danos”

“Canas com danos”

“Terço médio

e inferior

severamente

danificados”

“Terço médio

e inferior

com maior

proteção”

Piracicaba-SP

(56)

Distribuição dos danos – 260 DAA

En

tre

s

Padrão da Usina

I.I. = 25,3%

Intensidade de Infestação final – I.I.%

Altacor

I.I. = 8,5%

En

tre

s

Variedade SP80-3280

0,00% 0,00% 0,97% 1,21% 0,97% 1,21% 1,21% 0,97% 0,48% 0,24% 0,00% 0,48% 0,24% 0,24% 0,24% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 1,25% 1,75% 2,51% 2,76% 2,26% 2,76% 3,01% 2,26% 2,01% 1,75% 1,00% 1,00% 0,50% 0,25% 0,25% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19

Piracicaba-SP

(57)

PERFILHAMENTO (10m)

PESO DE 10 CANAS (Kg)

Variedade SP80-3280

Avaliação 270 DAA (Biometria)

16,7 14,7 13,5 14,0 14,5 15,0 15,5 16,0 16,5 17,0 270 DAA Altacor Padrão 109,6 109,4 109,0 109,2 109,4 109,6 109,8 270 DAA Altacor Padrão

Piracicaba-SP

(58)

Avaliações

Índice de Intensidade de Infestação (%)

0,2 0,4 0,7 5,5 3,7 2,5 2,5 3,0 3,8 15,4 14,3 0,3 1,1 0,6 4,8 3,4 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0 18,0 9-jan-15 90 DAA 13-fev-15 120 DAA 18-mar-15 150 DAA 17-abr-15 180 DAA 22-mai-15 210 DAA 29-jun-15 240 DAA

Altacor Padrão Padrão+Altacor

(59)

Acima de 3% de canas infestadas por broquinha realizar aplicação do inseticida no máximo até 3

dias após o levantamento.

Dosagem (kg ou l/ha) conforme recomendação do fabricante.

Pontos de atenção:

 A aplicação de inseticida deve ser realizada na vazão de 30 l/ha quando for aérea e 200 l/ha

quando for tratorizada.

 Atenção em relação as condições climáticas.

 Atenção em relação a tecnologia de e aplicação utilizada.

(60)
(61)
(62)

M.

M.

anisopliae

anisopliae

(63)
(64)

Controle de cigarrinha – controle biológico

Aplicações a partir de 0,5 ninfa/metro

Infestacao de 0,5 a 4,9 = 2 ou 5 kg arroz lavado/ha via liquida

Infestacao de >5 = 8 kg / ha arroz via sólida

Pontos importantes:

 Utilização de Agral na lavagem do fungo na dosagem de 0,01% da calda;

 T> 26ºC com aplicação à tarde/noite e UR > 70%;

 Preferencialmente Aplicar quando há previsão de chuva;

 Nas áreas aleiradas, aplicação com trator deverá ser localizada na entrelinha com palha;

 Nas áreas com palha total, aplicação tratorizada dirigida para o “pé” da cana;

 Aplicação tratorizada: usar sempre a aplicação via líquida e dirigida para o

“pé” da cana,

(tratorizada 200 l/ha de calda e se a aplicação for aérea utilizar 30 l/ha calda);

 Exigir mapa de aplicação (GPS) na contratação da empresa aérea.

 Em áreas de alta infestação e sendo a aplicação de fungo dificultada,

recomenda-se a

utilização de aplicação química

.

(65)
(66)

Erradicação da soca – Controle cultural;

Evitar plantio de inverno (tira cana põe cana)

Controle Químico no Sulco de Plantio;

Tratamento de soqueiras de áreas infestadas;

Evitar transferências de mudas entre unidades;

MPB’s (Basf, Syngenta, etc) é uma excelente opção para evitar o transporte do

S. Levis.

(67)

Enrico De Beni Arrigoni

(68)
(69)

Controle mecânico

(70)

Rendimento 0,9 ha/hora

145HP  R$140,00/hora

(71)
(72)
(73)
(74)

Motuca, 07/07/16

Eliminador de soqueira

(75)

Sintomas de S. Levis

(76)

Sistema de aplicação

Cortador de soqueira

Aproximadamente

R$60,00/hectare

(77)

Sistema de aplicação

(78)

Sistema de aplicação

(79)
(80)
(81)
(82)

Área de migdolus

Controle focado em Cana planta

Inconsistência de Resultados em cana soca

Intensificação do preparo com barreira quimica

(83)
(84)
(85)

Sistema de aplicação

(86)

1

3

(87)

OPERÁRIO

CUPINS - IDENTIFICAÇÃO

(88)

HETEROTERMES SYNTERMES CORNITERMES NEOCAPRITERMES NASUTITERMES

Cupins

Controle somente em cana planta

(89)

Controle químico de pragas

Plant

io

(90)

Prejuízos econômicos

Áreas com média e alta infestação:

•Danifica o sistema radicular (raízes)

•Perdas agrícolas: 10 a 30 t de cana/ha/ano

•Redução da longevidade dos canaviais

Nematóides

Metodologias de amostragens

Anna - Laboratorio de Nematologia, Assessoria e Consultoria Agronomica Ltda

http://www.dmlab.com.br/index.php?pagina=coletaNematologica

http://pmgca.dbv.cca.ufscar.br/servicos

(91)

Ainda

bem

(92)

Controle químico de nematoides (plantio e soca)

Pontos de atenção:

Interações entre herbicida Tebuthiuron e Diuron (uréias substituídas) e

nematicidas.

Os nematicidas Nemix e Trichodermil deve obedecer condições de umidade

favorável para aplicação, conforme orientação técnica das empresas fabricantes

dos produtos.

(93)

Pragas secundárias

(94)

Danos causados por lagartas desfolhadoras

(95)

Danos causados por lagartas desfolhadoras

(96)

Danos causados por lagartas desfolhadoras

(97)

Ninfas

Percevejo

Elaterídeos

Larvas Arame

Manter a atenção e a

curiosidade...

LAGARTA HYPONEUMA

(98)

Larva de Naupactus

Curculionídeos

(99)

Adulto de Naupactus

Manter a curiosidade...

Foto em um experimento

de herbicida…

(100)

• Principais gêneros: Atta e Acromyrmex;

• Nome popular: Saúvas e quenquéns;

(101)
(102)
(103)

Divulgação

de

informações para

fornecedores,

equipe

de

campo, etc

Ponto de atenção…

OBSERVAÇÃO!

(104)

IMPACTO

Gestão no controle de aplicação

Filtro sujo

Bico errado

(105)
(106)
(107)

4

JALECO

5

BOTAS

BOTAS

6

CALÇA

2

VISEIRA FACIAL

1

BONÉ ÁRABE

3

AVENTAL

7

LUVAS

Inseticida

Gestão da segurança do trabalhador e do meio.

Qualidade da água

Placas de sinalização

Documentações gerais (fichas de

serviços; etc).

(108)

Segurança…

(109)

Segurança…

(110)

Novas Tecnologias

(produtos, equipamentos,

ambiente, etc)

Gestão no controle de pragas (pequenas e grandes areas)

Fluxograma

(111)

NOVAS TECNOLOGIAS

“E o arroz com feijao bem feito!”

(112)
(113)

Climatologia

(114)

Univista Cana

Já usado em grãos.

Sendo implantado em canas

com ótimas funcionalidades

(115)
(116)
(117)
(118)

Modelo de pulverizador

experimental

(119)
(120)
(121)
(122)
(123)
(124)

Controle Biológico

Sphenophorus levis

(125)

Sphenophorus levis... parasitado

(126)
(127)
(128)
(129)

Após décadas de pesquisas, o Centro de Tecnologia Canavieira S.A. (CTC) lançará, em 2018, as primeiras variedades comerciais de cana-de-açúcar transgênicas do mundo. Segundo informou a companhia no balanço financeiro de 2015, as primeiras variedades geneticamente modificadas terão características distintas como

resistência a insetos

, tolerância à seca, maior produtividade e ainda maior teor de açúcar

.

"A cana resistente a insetos (...) demandará menor uso

de inseticidas, além da economia de mão-de-obra, máquinas, combustível e água. No futuro,

essa característica virá associada à tolerância a herbicidas, expandindo os ganhos

ambientais, econômicos e a simplicidade de manejo da operação",

informou o CTC.

A cana tolerante à seca permitirá reduzir a perda de produção em áreas de déficit hídrico e poderá ser plantada em regiões atualmente consideradas inadequadas para a cultura. A cana mais produtiva, segundo o CTC, tem inseridos genes que aumentam o volume de cana produzido por hectare e a com maior teor do açúcar, visa a "aumentar a produtividade sem expansão da área e com substancial redução de custo", informou. De acordo com o CTC, as variedades estão sujeitas à aprovação pela Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia (CTNBio) no Brasil, e os produtos com ela produzidos dependem de processos de desregulamentação nos países para onde são exportados.

(130)
(131)
(132)

Doenças

(133)

Importante conhecer para saber o

que fazer…

(134)

Principais doenças da cana-de-açúcar:

Carvão

Raquitismo das soqueiras Mosaico da cana-de-açúcar

Escaldadura das folhas

Ferrugem marrom

Ferrugem alaranjada

Manejo de doenças em usina

VR

VR

VR

VR

VR

MPB

(135)
(136)

Ferrugem Alaranjada

(137)

Zoneamento da favorabilidade climática para a ocorrência da ferrugem

alaranjada da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo (ESALQ/USP e CTC)

(138)

ESCALA DE SEVERIDADE

Alto Risco

Baixo Risco

(139)

SP81-3250

(140)

SP89-1115

SP81-3250 RB855156

(141)

Testemunha x Produto A (30 DAA)

(142)

Ganhos de TCH

50

62

62

57

12 t/ha

(143)

Considerar para aplicação sempre temperaturas (menor que 26ºC com aplicação à

tarde/noite) e umidade relativa acima de 70%.

Recomendações

(144)

Podridão Abacaxi (Thielaviopsis paradoxa)

Causada pelo fungo Thielaviopsis

paradoxa, a podridão-abacaxi é uma doença

típica dos toletes. A penetração do patógeno

ocorre pela extremidade seccionada ou por

ferimentos na casca.

A doença ocorre em função do atraso

na germinação dos toletes, que pode ser

motivado por seca e, principalmente, baixa

temperatura.

Doenças da cana-de-açúcar

Plantio de inverno

O clima é incontrolável

Reflexão:

(145)

Plantio Mecanizado RB72454

Foto: 13/03/07

(146)
(147)

CTC10 com sintomas

CTC11 sem sintomas

Resistência varietal

Curvularia

(148)

Ambientes de Produção

A B C D E

Manejo de Colheita

abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro

Destaques

Rusticidade ; Precocidade;

Observações

(149)

Fonte: http://socicana.com.br/

 Se

nós

como

EMPRESA

(PATROCINADORES) estamos olhando

para

essa população?

 Estamos

ensinando,

treinando,

(150)

Diante de todos estes pontos, quais

as minhas responsabilidades na

minha usina, fazenda, associação,

etc?

(151)

Esses amigos fizeram e fazem a

diferença...

Afeto e conhecimento guardou, perdeu!

Mário Sérgio Cortella

(152)

Esperança de missão cumprida:

Como gerenciar o controle de pragas e doenças em grandes*

(153)

Rogério do Nascimento

Produção agrícola

Desenvolvimento Técnico Agronômico

Qualidade agrícola

TRÊS DÍGITOS consultoria agrícola em cana-de-açúcar

0169 8167 2990

https://br.linkedin.com/in/rogeriocananascimento

Skype: rogeriocananascimento79

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