X
UFPB
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIDA
CENTRO DE FORMACAO DE PROFESSORES
CAMPUS V - C A J A Z E I R A S - PB.
DEPARTAMENTO DE EDUCA(AO E LETRAS
PEDAGOGIA
ESTE r U~0 PODE-.
SAUt L>ii LlZWJiUCA,
"Que Deus nos de forgas para mudar
as coisas que podem ser mudadas.
Serenidade para aceitar as coisas que
nao podem ser mudadas.
Sabedoria para perceber a diferenga.
Mas, que acima de tudo, nos d§
co-ragem para nao desistir daquilo que pensamos estar
certa, mesmo que seja Esperanga.
( A l m i r a n t e N i e m i t z )
ANA MARIA BBNIG-NO BA SUVA
LUC&LIA LETTS M0HI2
RELAT<5RIO DAS ATIVIDADES DE ESTAGIO SUPEHVT-SIONADO M SUPERVTSLO SDUCAOIONAL
PROFESSOR OBIBKPAJOB
MARIA BSUSA DS SOUSA
PLAKBJAMSNTO E
sxEOugao
. ESTAGIARIAS:
. ANA MARIA 3ENIGN0 DA SUVA
• LUCELIA LEITE MtTNIZ
CAMPO DE
3STAGIO
• CRECHE "PEQUSNO PRINCIPE" - POMAL-PB.
OTPB - CAMPUS - V
1990 - 1
tt
Se nao houver f r u t o s , valeu a feeleza das f l o r e s ,
Se nao houver rflores, valeu a sombra das folhas*
Se nao houver f o l h a s , valeu a intencao das
se-nientes.
M(Autor Desconheeido)
' c
Agradecemos, em primeiro lugar, a Deus por t e r nos
dado f e , sabedoria e coragem para permanecermos ate o fim;a
Cre-che que bondosaaente nos acclheu dando-nos condicjoes de plantar*
a pequena semente da reforma de ensino dentro dela, restaurando*
uma educacao com caracterfstica escolar, favorecendo assim as
criancas quando dela emigrarem para a Escola Publica»
Aos nossos pa±3, que, com seu carinho, cuidado e
ateneao, nos estimulou a eoncretizar o nosso sonho.
Aqui f i c a nossa gratidao
Ana Maria Benigno da Silva
l u c e l i a Leite Muniz
I - APHESE&TAClO .01 i i - mssmovmsmTO . 0 2 I I I - COEfSIBEBASCSS FINAIS 05 BIBLIOGBAPIA AKEXOS • P30JET0 3)0 THABALHO • BSCEITAS CASEIHAS • MfeicAS i w i i r a a . LEITUHAS ESPECiPICAS
I - APBBSTOPACaB)
Quando eomecaaos a organizar dados para o nosso
Estagio, deseoaaos conhecer como a Educacao se dava na caaada*
pobre aa sociedade orgaaizada em Creche.
Depois de fazermos uaa pesquisa ounto as maes e
observarmos a atuagao das monitoras aa Creche, sentiaos a n e
-cessidade de trabalharaos mais intensaaente na mesma, de manei
r a a organ!zar a educacao academiea, sem no entanto desprezar*
por completo a orientagao das maes*
Assim sendo, tsabalhaaos na creche de forma a
organizar os conteudos e os planejaaentos, mostrando inclusive
a importancia dos ob^etivos para ua melhor
3ri3ino~Aprendi zagem.
Quanto as maes, efetuaaos palestras e reunioes, enfatizando •
sempre a necessidade de uniao entre elas para o surgimento de
uma comunidade orgaaizada*
I I - B^SNYOLTIMSI-TTQ
Ao nos prepararmos para o nosso Sstagio, deduzi mos que dever£amos f azer urn trabalho novo dentro da especiali
-dade de Supervisao Escolar* Assim sendo, procuramos uaa creche1
e, conversando com a Diretora e Monitoras, descobrimos que a Educagao academiea nao era p r i o r i t a r i a e que ainda persists nes te s i sterna a fungao assistencialista nao preparando a crianga j para a vida Sscolar.
Partindo dos nossos objetivos tragados no proje -t o , eomecamos a efe-tualizagao do nosso -trabalho jun-to a mesma . Com auxilio de l i v r o s que falavam do problema existente nas ere
mm
ches em todo o 3 r a s i l , com relagao a uma agao educativa, reuai-mo-nos com Diretora, Coordenadora, Monitoras e o pessoal de •
apoio, para planejarmos o novo ano* Para i s t o , estudamos juntos t e x t os que falavam da problematica das creches na $rea de uma educacao para a vida*
Ho decorrer do trabalho, percebemos que ao long©' de sua esistencia nao havia ainda conteudos para serem trabalha dos na parte pedagdgica e que os impresses existentes, assim co mo o h o r a r i o , estavam defasados* Para melhorar a pratica eduea-t i v a , reformulamos, em primeiro lugar, o horario e dai pareduea-timos
para a preparacao de conteudos que tivessea condicoes de serem1
usados pelas monitoras e fosses, apreendidos pelas criancas.Atra
-megaaos a obra, so que no decorrer do trabalho percebemos que
seria iapossivel a realizagao de alfabetizar nesta entidade* o*'
que as criangas nao tea peri'odo para entrarea neai sairem, o que
leva a iapossibilidade de uma pratica s a t i s f a t o r i a *
Partindo deste f a t o , realizaaos uaa reuniao com a
Diretora e explicaaos os problemas enfrentados e a impossibilida
de dessas criancas sairem para f reqtlentar a 12 serie do 12 graui'
Deste modo, f i e o u determinado que a al
f abetizacao nao mais se *
e f e t u a r i a , s© que em troca, as criangas seriam trabalhadas no n i
v e l Jardia e Pre-Sscolar I e I I , e quando eias deixassem a mesma
seriam encaainhadas para as Sscolas que tivessem alfabetizagao*
Solucionado este probleaa, recoaegaaos o trabalho
da montagem de conteudos de L&ngua Portuguesa,
1Matematica, I n t e
-gra? ao Social e Inieiagao as Oiencias, em navel de Pre-Escolar •
Snquanto faziamos o trabalho, orientavaaos as monitoras nas a t i
-vidades pedagogicas e em poucas seaaaas podemos s e n t i r a diferen
ca nas atitudes das criancas. No entanto, e apesar do esforeo em
nossa atuacao, percebemos que a a u x i l i a r da monitora realaente
f.
nao atua ea sala, fazendo servigos de limpezas, o que as mantem*
afastadas de suas respectivas sal as* Desta forma, detectaaos
out r a grande dificuldade enfrenoutada pelas monioutoras que e a de f i
-car sozinha para orientar uma media de t r i n t a criancas; quando o
i d e a l seria que a a u x i l i a r fosse alguem que entendesse ua pouco*
da psicologia i n f a n t i l e taabem de atividades pedagogicas.
Para melhorar o desempenho das monitoras em sala*
de aula, falamos do valor da musica como instruaento para
traba-l h a r a expressao o r a traba-l , memoria e ate a seqttraba-lencia traba-l o g i c a , assim
jj
f oi criado ua caderno de apoio e incentivo a musica, com canti
gas ji conhecidas pela coaunidade e que nao eram tidas como i n s
-truaento educative*
-Durante o estagio, foram estudadas alguns textos
e de mode especial frisamos a importancia do piano diario com
objetivos praticos e alcangaveis, j a que antes nao havia
preo-eupagao com este ato didatieo-pedagogico.
No dia 20 de Maio, convidamos a coordenadora das
atividades pedagogicas e monitoras para urn treinamento com pro
fessores da OTPS, da area de Alfabetizagao, realisado pela
re-de Municipal, o qual nos trouxe granre-de riqueza re-de conhecimento
e, concomitantemente, podemos p a r t i c i p a r cooperando com nossa
experiencia adquirida ao longo do nosso Estagio, em virtude do
treinamento t e r sido voltado para a atuacao educacional nas
creches municipals*
Nas reunioes com as maes, sobre higiene, uma das
alegacoes f e i t a s f o i que
Mo material de limpeza era muito caro"
e que por isso elas nao tinham eondigoes* Com este problema em
macs, buscamos o apoio da E&ATER ( Sapresa de Assistencia
Tec-nica e Extensao Rural da Paraiba ) para nos orientar nas recei
tas caseiras. Conseguido o material, organizanios urn caderno de
acordo com a carencia e a realidade desta classe desprotegida*
Quanto a organizagao de cursos profissionais
pa-r a as maes, nao fopa-ram efetuados popa-r motive da cpa-reche esta atpa-ra
vessando uma grande crise finanoeira.
Preocupadas com o grande indiee de natalidade, •
questionamos com as maes se era licit© colocar criangas no mun
do sem as condigoes mfnimas de sobrevivencia* Tambem alertamos
para o perigo do aborto, chamaado a atengao para o crime que e
praticado contra alguem que nao pode def ender-se. Para melhor
1desempenho do trabalho, exibimos o filme do Vi'deo-Escola sobre
Concepgao e Contracepgap, orientando-as que cada uma era dona
1do seu proprio corpo, mas que deveria usa-lo com sabedoria.
Para maiores esclarecimentos das atividades por
nos realizadas encontram-se estruturadas em suas respectivas
1modalidades e estao em anexo.
-I l l - CONS-ISSRACOSS P-INA-IS
Ao realizarmos o nosso "trabalho na Creche, vimos
que nos Supervisores estamos muito presos a area escolar como
so nela acontecesse a "Bducagao*, no entanto ha uma grande
ne-cessidade do Supervisor dentro das Creches.
Sem oriental ao pedagogica, as creches continua
-rao praticando a assistencia a. crianca sem preocupar-se com o
desenvolvimento f i s i c o , motor, afetdvo-social e i n t e l e c t u a l as
quais sao inseparaveis.
Ho momento em que se pensa numa mudanca educacio
n a l , comeca~se a preocupar-se com o que vem acontecendo nas •
creches desfte suas origens* Has lutas pela criacao das mesmas,
vemos uma necessidade mais de sobrevivencia do que o
resultan-t s de uma escolha por uma forma de educacao*
Considerando que os primeiros anos da vida do
f
ser humano e de fundamental importancia para a formacao de um
carater equilibrado, perguntamos: Por que se levou tanto tempo
para comecar a surgir a preocupagao com a educacao i n t e g r a l *
nas creches?
Hps, como Supervisores Educacionais, devemos, •
mais do que nunca, l u t a r para mostrar que somos necess^rios em
todos os lugares onde se oferece
tteduca$ao*« Portanto, se as
creches b r a s i l e i r a s ainda estao no n^vel de apenas serem e n t i
-dades assistencialistas, e porque n©s nao buscamos novas areas
Para uma atuagao transf ormadora*
mo-nitoras a sentirea neeessidade de uaa edueagao na vida das c r i
angas de maneira a torna-las preparadas para entender sua
con-digao de vida e ao aesao tempo, l u t a r por uaa vida melhor. Taa
bem, despertar nas monitoras o desejo de prepararem-se melhor
1intelectualmente, de preocuparemse com os objetivos das h r i n
-cadeiras e aproveitarem todos os moment os para tratoalhar com •
as criancas, ou seja, no banho, no alaoco e ate aesmo no repoti
so, e assim desenvolverea ua trabalho no qual se de o desenvol
vimento harmonioso das faeuldades fi'sicas, aentais e e s p i r i t u
a i s , toraando as criangas personal!dades equilibradas e capa
-zes de tornar o mundo meihor.
BIBLIOGRAFIA
PILETTI» Clauaino. lUdatiea Geral. Editora Atica. 22
EdicaW Sao Paolo. 1984.
MARIA SARAH 5SMSRAL OABRAL. Assessora da Faculdade de
F i l o s o f i a do Crato.
CRECHE »P3QTOT0 PRINCIPE"
IKPORiayClA
DOS OBJ3TIVOS SE ENSINO
Podemos eompreender a importance a dos objetivos de»
ensino lendo esta fabula criada por Robert Mager:
°Certa vez um Cavalo-Marinho pegou suas eeonomias e
sain em busca de fortuna. Nao havia andado muito, quando encontrou uma
Aguia que Ihe disse.
Bom amigo. Para onde vai?
You em busea de fortuna,respondeu o Cavalo-Marinho
com muito orgulho.
Esta com s o r t e , disse a iguia* Pela metade do seu
1dinheiro deixo que leve esta asa, para que possa chegar mais rapido.
Que bom, disse o CavaloMarinho. Pagoulhe, colo
-cou a asa e saiu como uci r a i o . Logo encontrou uma Esponja, que Ihe dis
se:
Bom ami go . Para onde v a i com tanta pressa?
Vou em busca da fortuna, respondeu o CavaloMari
-nho.
3sta com sorte, disse a Ssponja. Yendo-lhe este
1scootter de propulsao por muito pouco dinheiro, para que chegue mais
1rapid©.
Foi assim que o Cavalo-Marinho pagou o resto do seu
dinheiro pelo scootter e sulcou os mares com velocidade quintuplicada.
De repente encontrou um Tubarao que Ihe disse.
Para onde Tai, meu bom ami go?
You em busca da fortuna, respondeu o Cavalo^Mari
-nho.
Esta com sorte. Se tomar este atalho disse o
Tuba-rao, apontando para suaimensa boca, ganhara muito tempo.
Esta bem, eu Ihe agradeco muito, disse o Cavalo-^a
r i n h o , e se lancou ao i n t e r i o r do Tubarao, sendo devorado**. (MAG-BR, R7
P* Objetivos para o ensino e f e t i v o . Rio de Janeiro. Senai.
Departamen-to Nacional. Divisao de Sisino. 1972. p X I ) .
Segundo Mager, a moral desta fabula e a seguinte :
Se voce nao tern certeaa para onde v a i , pode acabar indo para onde nao
predendia.
Falar de OBJETIVO e f a l a r de metas, de propositos'
e de f i n s , que todos nos temos na v i d a .
Yejamos, tudo o que fazemos tern um f i m , tern um '
porque. I s to e tern 03JSTIY0. Pois quern nao sabe para onde i r e nao
sa-be por que v a i , pode chegar a qualquer lugar e ser levado por qualquer
pessoa.
Satao, e preciso que se tenha claramente que
obje-t i v o queremos alcancar, so assim luobje-taremos por consegui-lo.
Ba educacao e fundamental que tenhaaos objetivos
1elaros e definidos. Ou seja, e precise que saibaaos com clareza o que
querernos e para onde quereaos ir»
$ necessario, porea, olsservar que a escolha de obje
t i v o s na escola eu ea qualquer Instaneia Educativa, exlge antes de t u
-do que se leve ea considerable o que e indispensavel para a foraagao •
dos alunos, pois nao se t r a t a de escolner o que se gosia, aas o que e
necessario a foraaeao da personalidade das criancas, A dificuldade nes
t a selecao esta exataaente no f a t o de escolher bea e poder observar •
quando ua Objetivo f o i ou nao alcangado,
Entao, Objetivo de Sasino v i s a ua coaportaaento que
se pretende a t i n g i r ao f i a de ua trabalho de ensinp.
, Portanto, d e f i n i r os sous 0BJJBTIY03 em sala de aula
ou ea qualquer outra atividade de natureza educativa e fundamental
pa-r a a e f i c i e n e i a e efieaeia da atividade.
BIHLI0SBA3TA
PILE-TTI, Claudino. Bidatica Geral. Sditora Atica. 22
Sdicao. Sao Paulo, 1984.
OHSCHS "PEQUEHO PHfecXPE"
3BS PARA RSPLSXXO
MBNSAGBi DO CRXSTO 0 GHAME INOVADOB
"No aundo que eu qui
3 % ha ua lugar reservado para
1as pessoas de boa vontade. E o professor tern este lugar,
A dureza da missao, a responsabilidade, a d i s p o n i b i
l i d a d e , a eoragea de ser e o earater de service, atestaa esta boa von
-tade que me move e eoaove,
A cada moaento, uma a t i t u d e p r o p r i a , em cada a t i t u
-de, uma r e f ormulacao pessoal. Uma renovacao de p r i n e f p i o s , de
eoaporta-mentos, de gestos, sim, mas que se^jaa consequencias de uma reforaulagao
mais profunda, no aais p r o f undo do ser.
Fua memento de eternidade, Ea quis c r i a r urn muado •
que fosse urn paraiso para os meus aaigos, Mas, nem urn paraiso se
ofere-ce a alguea ofere-cereeando-lhe a lifofere-cerdade, Hespeitei a liberdade do hoaea e
• ••voces sabem o que aconteceu*
Uma revisao se impos e En assumi a aissao de salvar"
o mundo e os homeas, Poi entao que se deu a a a i o r e mais profunda r e f or
mulacao pessoal que r e g i s t r a a h i s t o r i a - urn Deus i n f i n i t o transformado
ea hoaea f i n i t o — tao grande e audanca, tao substancial f o i a t r a a s f o r
-aagao, que f u g i u a coapreensao dos hoaens e so ua a i s t e r i o poderia
con-t e - l a .
Y i v i 33 anos no aeio de voces, vivendo com os hoaens,
a v i d a que era deles,
Hao c r i t i q u e i as estruturas -
MB a i a Cesar o que e *
de Cesar
1* - nea esperei que audasse o sisteaa de Eoaa para coaecar o •
trabalbo a que ae propus.
Antes dos sistemas, devea audar as pessoas,
0 a i l a g r e das traasforaaeoes nao sera f e i t o mudando
1apenas os metodos e a tecnologia, aeias a u x i l i a r e s para a e f i e a e i a do
trabalho, Isso taabea Eu f i z . As minhas parabolas, recursos pedagogicoSj
eram estudos de case para chegar ao povo, Seixei que os hoaens f alas sen,
ae interrogassea, D i s c u t i problemas s o e i a i s , defend! a ordem j u s t a ,
en-f r e n t e i os poderosos, usei as lederangas eaergentes e t r a b a l h e i com
pe-quenos e grandes grupos,
Perea, o oojeto do aeu trabalho era pessoa huaana* '
Era aos seus conteudos aentais que Eu ae d i r i g i a , porque e a f que se •
promove a audanga, Os coaportaaentos sao simples e consequencias da
mu-danga e s t r u t u r a l *
Se as aentes nao audaa, estruturas soeiais e s i s t e
Hao e f a c i l t r a b a l n a r nos eonteudos mentals. Ha r e s i s t e n e i as, ha eontestacoes, p o i s f a l t a ao homem a coragem de e n f r e n -tar-se« E l e t e a medo da p r o p r i a re a l i d a d e porque a verdade as vezes 1
&©£# Os Herodes e as Hero<i£ades, audaciosas atravessarao sempre o nos-so caminho: ou a c o v a r d i a de urn P i l a t o s c o n t i n u a r a levando o homem ao meeanismo da f u g a para nao t e r de se r e f o x m u l a r .
Yoces aeabam de assumir eompromisso consig© mesmo* * Aeabam de veneer alguns desses b l o q u e i o s e de quebrar c a r t a s r e s i s t e n -exas que ainda os p r e n d i a a comportamentos agora superados*
Este e o e ami oho do p r o f etas mudar os o n t r o s a t r a -ves de uma mudanca pessoal. E e tambea a a t i t u d e do Mestres s e r para 1
que os o u t r o s ta&bem o sejanu
Home que Ea taabem r e c s b i um d i a e o condu-zx Gom m u i t a honra*
Minna Sscela f o i a G a l i l e i a e o mundo, a comunidade que eu q u i s a t i n g i r . Os meus alunos - todos os hoaens - ainda vivem a r e p e t i r o gesto da busea e da espera que c a r a c t e r i z o u o povo de I s r a e l . Esperam d e s o o b r i r u& sentido para a v i d a , tentando i d e n t i f i e a r os v a l & res impereexveis, algo de t r a n s c e n d e n t a l que o m a t e r i a l nao contest.
0 Mestre *buseaM com seus alunos e o f a z ea c l i m a *
de l i b e r d a d e , r e s p e i t a n d o - l h e s o r i t m o do crescimento e os l i m i t e s de cad a usu
Jamais Eu. a x i g i r i a de urn Dimas, o a r d o r apostolic© * de ua Paulo, com© nao t o l e r a r x a nua Paulo, uaa acomodaea© ou uma v o l t a
a e s t r a d a de Daaasco* t
Sis o Mestres aquele que e, aquele que l e v a a ser,* aquele que r e s p e i t a o o u t r o ser»
0 t f t u l o de Mestre que Ea u s e i urn d i a , e o legado * que I h e s deixo h o j e , com a ordem de comando que j a se t o r n o u U n i v e r s a l
"Ide e e n s i n a i a todos os p o v o sn.
Se voces, meus amigos e meus colegas, assumirem de f a t o a condieao de Mestre, se derem a e s t a p a l a v r a t o d a a dimensao que e l a contem, entao, Eu. me s e n t i r e i menos culpado " d i a n t e deste mundo 1
meu%
Nao temem, p o i s c a a i n h a r e i com voces, e nas horas ' d i f i e e i s , os c o n d u z i r e i nos bracos e entao, havera na mesma e s t r a d a , * uma so pegada, porque seremds apenas usu
La a d i a n t e , Eu. assegaro, encontraremos o MMundo que
Eu q u i s1 1, "a t e r r a que Eu f i z " e MI2m homem l e b e r t o , f r a t e m o e a b e r t o ,
f azendo da v i d a , um canto f e l i z1 1*
A u t o r i a da P r o f essora: MABIA S A R A H
:SSMEBAL O A B B A L . Assessora da f a c u l dade de P i l o s o f i a do Crato.
UNIV2RSIDAUB FEDERAL DA PARAlBA
CAMPUS V
CBNTRO BE PORMAQXO DE PR0FESS0R2S
DEPARTAMENTO DE EDUCAQlO
CURSO - PEDAGOGIA
DTSCTPLTNA - PRINCfPIOS DE SUFERVISlO SDUCACIONAL TIT
PROPESSORA - MARIA D2TJSA DE SPUSA
CAMPO DE ESTiGIO: CRSCES •TEQUEKO PRINCIPE". PCMBAL-PB.
PERfODO DE EXEOUgXO DO PROJEIO: APRIL A AGOSIO DS 1990
P R O J E T O D E AglO P E D A G O G I C A P A R A 0 E S T I G I O S U P E R V I S I O N A
-DO E M STJPERVISXO E D U C A C T O N A L .
ALUNAS: ANA MARIA BENIG2S0 DA SILVA
ANA MARIA BENIGNO DA SILVA LUCtLIA LSITE MUNIZ
PROJETO DE A530 PEDAGOGICA PARA 0 ESTJtGIO SUPERVISIOffADO EM SUPER VISlO EDUC AC TONAL,
I - JUSTIFICATIVA 01 I I - 0BJETIV0S . * 03 I I I - ATIVIDADES 04 IV - CROHO GRAMA 0 6 - MBL10GRAPIA °7 - ANSXOS
I - JUSTIFICATIVA
As Creches s u r g i r a m no B r a s i l por v o l t a de lp9 9 ,
como entidades p r i v a d a s para r e s g a t a r a c r i a n c a pequena da ameaga • bastante r e a l da doenca e da morte. Assirn sendo, a t r a d i g a o a s s i s t e n
c i a l i s t a e h i g i e n i s t a tern acompanhado todos os orgaos c r i a d o s no Bra s i l com o o b j e t i v o de protecao a c r i a n c a *
Na decada de 70, com a mudanga no contexto h i s t o
r i c o da sociedade, comegou a pensar-se em d e f i n i r o t r a b a l h o nas ere ches. Procurou-se entender o t r a b a l h o das monitoras, p r o f e s s o r a s e o u t r o s , mas tomavase d i f i c i l a compreensao j a que os p r o p r i o s p r o
-f i s s i o m a i s de creche nao sabiam como atuar: se como educadores ou co mo p r o f e s s i o n a l s que cuidavam da s o b r e v i v e n c i a destas criangas»
Na Creche "Pequeno Principej? da cidade de Pombal, constatou-se problemas semelhantes, Sstes f a t o s foram observados • quando a c r i a n g a s a i a da creche e i a para a escola, p o i s a mesma nao
conseguia adaptar-se ao ambiente e s c o l a r , onde era m a r g i n a l i z a d a de forma que chegavam a c r i a r classe e s p e c i a l para o menor vindo da ere
che.
A d i r e t o r a e coordenadora, preocupando-se com es t e f a t o , s o l i c i t a r a m das alunas de ftedagogia em Supervisao, que se
eneontravam no p e r i o d o de estagio uma ajuda para repensarem a p r a t i
-ca e d u c a t i v e , de modo e s p e c i a l o probiema de ensino-aprendizagem que
a l i nao estava de efetuando.
Nesta creche, os p r o f e s s i o n a l s tambem nao compre
endiam suas fungoes, chegando mesmo a c o n f u n d i r seu t r a b a l h o , o que
tern d i f i c u l t a d o por demais o encadeamento s i s t e m a t i c o da aprendiza ~ gem, p o i s estao mais preocupados com a alimentagao e h i g i e n e , do que
com o desenvoivimento i n t e g r a l da c r i a n g a .
A Supervisao Sducacional, que vem procurando r e
-pensar a sua p r a t i c a , d e c i d i u r e a l i z a r o estagio nesta e n t i d a ^ e ^ p§--~"
r a melhor compreender como o s u p e r v i s o r , formado para, o t r a b a l h o na
_ c
-escola, podera a g i r tambem em creches, buscando assim, no c o n v i v i o •
d i a r i o com os p r o f i s s i o n a i s que nelas atuam, melhorar a educacao, es
pecialmente o ensino-aprendizagem, g a r a n t i n d o que as c r i a n g a s , ao •
deixarem as creches, sejam encaminhadas para a e s c o l a , adaptando-se1
TT.OBJBIIVOS
0 estagio a t i n g i r a o desenvolvimento de urn t r a b a -l h o j u n t o aos p r o f i s s i o n a i s da creche, para a-lcangar os seguintes ob
j e t i v o s .
_ R e d e f i n i r o t r a b a l h o em termo de funcoes e a t r i
*•
buicoes dos p r o f i s s i o n a i s de creche;
I m p l a n t a r e emplementar uma agao e d u c a t i v a com c a r a c t e r i s t i c a de educagao e s c o l a r ;
_ Desenvolver um t r a b a l h o do Supervisor Educacio-n a l j u Educacio-n t o aos p r o f i s s i o Educacio-n a i s da creche;
_ D i a g n o s t i c a r os problemas mais frequentes no • processo ensinoaprendizagem com r e l a c a o a monitores, maes e c r i a n
-gas;
_ Buscar a l t e r n a t i v e s de solugao paraos problemas
ITT- ATIVTDADBS
_ Pesquisa com as maes:
. V i s i t a r todos os l a r e s a f i m de conhecer o *
n i v e l de e s c o l a r i d a d e , t i p o de moradia, p r o f i s s a o e o que desejavam
aprender em t r a b a l h o manual para melhorar seu orcamento domestic©.
Reuniao sobre relacionamento humano:
• Encontro com professores da Universidade e
com os p r o f i s s i o n a i s da Greene "Pequeno P r i n c i p e " .
— P a l e s t r a s com as maes para mostrar:
. A i m p o r t a n c i a da escola na v i d a da c r i a n g a ;
• 0 p e r i g o do aborto criminoso com demonstra -gao de S l i d e da Edigoes P a u l i n a s ;
. A i m p o r t a n c i a da h i g i e n e no l a r e i n d i v i d u a l ;
• 0 compromisso com a pontualidade na chegada e saida das c r i a n g a s .
_ Estudo do t e x t o com monitoras:
• A Motivagao p a r a Aprender, do l i v r o , P s i c o l o
-g i a Educacional de Marlene Rodri-gues - pa-g 173 a 174.
. Reflexoes sobre a i m p o r t a n c i a da motivagao da
monitora em s a l a de aula.
• Reflexoes sobre a i m p o r t a n c i a da a u t c a v a l i a
-gao da monitora.
_ Observagao das s a l as de aula:
» Observada as s a l as do: Bergario Jardim
Pre-Escolar
Planejaaent©:
. Est ad© d© text©: Pr©blemas na Creche, d© 1 1 -vro, A Educaga© Pre-Escolar, de M a r i e t a L u c i a Machad© N i c o l a u .
• Reforaulaca© n© horari©.
. Reformulagao n© relatori® que era d i a r i o e
$ as sou a s e r semanal*
. Reuniao dos grupos: Jardim
Pre-Escolar
Alfabetizag5©, para e l a -boragao do planejaaent© anual.
_ Avaliagao da atuagao das a o n i t o r a s e a u x i l i a
-r e s .
— Avaliagao da atuagao das e s t a g ! a r i a s com a
d i r e t o r a e coordenadora da creche.
_ Observagao do inici© das a t i v i d a d e s r e a l i z a d a s na creche por uma se.nana*
_ Avaliagao r e a l i z a d a com D i r e t o r a , Coordenadora
Monitoras e A u x i l i a r e s para explanagao das d i f i c u l d a d e s encontradas pe
l a s e s t a g i a r i a s .
Atuagao do t r a b a l h o de Supervisao com monito
-r a s , coo-rdenado-ra e maes at-raves de:
. P l a n e j anient©J . Estudo de t e x t o ;
. I n i c i a r novas a t i v i d a d e s ;
. Reuniao e p a l e s t r a s corn as maes;
• Visitaca© aos seus l a r e s ;
1 AT IVT D &D&S
- Pesquisa com as maes | - 01 de novembro de 19p9 a
14 de novembro de 1 9p9 .
- Reuniao sobre relacionamento humano | - 19 de novembro de 19p9 .
- P a l e s t r a s com as maes. j - 14 de dezembro de 1 9p9 .
- 21 de f e v e r e i r o de 1990.
- Estudo de t e x t o com monitoras.
- Cbservacao das salas de a u l a . |
- 22 de novembro de 19p9*
- 20 de novembro a 10 de
dezembro de 19p9»
- Planejamento anaal e avaliaca© com: e s t a g i a r i a s , monitoras, a u x i l i a r e s , d i r e t o r a e coordenadora. - 2p a 30 de Janeiro de 1990. - I n i c i o do ano l e t i v o . | - 05 de f e v e r e i r o de 1990. - Atuagao do t r a b a l h o de Supervisao com monitoras, coordenadora e maes.
1 - 02 de A b r i l a 30 de Junho de 1990. 06 -1
f
0 \jr. s iBIBLIO GrR APIA.
NICCLAU, M a r i e t a L u c i a Machado. A 2ducagao
Pre-Escolar. Pun&amentos e D i d a t i c a . 2>- edigao .
Ed. A t i c a . pag. 270, Sao Paulo. 19°7.
RODRIGUES, Marlene. A Motivacao para Aprender . P s i c o l o g i a Educacional. 15 edicao. Ed. McC
-Graw- H i l l do B r a s i l . pag. 173 a 174. Sao
I
- A N E X 0 S
CRECHE WPEQUMO PRINCIPE11
RUA- CEL. JOlO LEITE - 4-19 - POMBAL- PB.
Songagem para organizacao da Comunidade de Maes Carentes
Nome:
Endereco:
Idade: Estado C i v i l :
N a t u r a l i d a d e : TrabalhaJ Sim 1 [ Nao 1 1
Em aue t r a b a l h a :
Tipo de moradia:
Sabe l e r ? Bern I 1 Pouco I 1 Nao Sabe
Deseja Aprender: Sim Nao
0 que g o s t a r i a de aprender para melhorar sua vida?
f b
Curso rapido de Relacoes Humanas
As s e i s p a l a v r a s mais i m p o r t a n t e s :
"Eu. admito que o erro f o i meu"
As cinco palavras mais i m p o r t a n t e s :
"Voce f e z urn bom t r a b a l h o "
As quatro palavras mais i m p o r t a n t e s : "Qua! a sua opiniao?"
As t r e s p a l a v r a s mais i m p o r t a n t e s :
"Paga o f a v o r "
As duas palavras mais i m p o r t a n t e s :
"Muito obrieado" A p a l a v r a menos important©.: "Eu" U F I " 9 V o
fr«
„,,penso, h o j 6 | que uma das e x p e r i e n c i a s mais s a t i s f a t o r i a que GO • nheco - tambem das que melhor s u s c i t a o erescimento da o u t r a
pessoa-c o n s i s t e , sinplesmente, em a p r e pessoa-c i a r alguem da mesma forma pessoa-como
apre-c i o verdadeiramente urn p o r de s o l ,
3e deixo que pessoas sejam o que sao, vejo-as tao maravilhosas quan-t o um crepusculo v e s p e r quan-t i n e De f a quan-t o , a razao porque aprecio verda • deiramente um p o r de s o l esta em que nao posso controla~lo»
Quando v e j o o c a i r da t a r d e , como f i z um d i a desses, nao posso ima • g i n a r a mim mesmo, dizendo: Suavize um pouco o alaranjado no angulo d i r e i t o e acentue mais o arroxeado na base, tornem-se tambem as nu •
vens um pouco mais c o r de rosa. Nao faco i s i o * Nao t e n t o c c n t r o l a r i por do s o l , Olho-e pasmado, enquanto e l e acontece,,.
CRECHE "PEQUENO PRI2TCIPE" - 22 de ITovembro de 1989
A Motivagao para Aprender
Os motivos humanos para aprender qualquer c o i s a , s e j a escre v e r , dangar, f a z e r um bolo ou c o n s t r u i r um f o g u e t e , sao profundamente i n
t e r i o r e s .
Uma jovem pode querer aprender a f a z e r uma t o r t a e s p e c i a l 1
de morangos porque deseja agradar a seu f u t u r o marido. 0 motivo aqui e'
e x t e r i o r , mas antes d e l e , s u b s i s t e um o u t r o , i n t r i n s e c o a todo s e r huma-no: o de amar e ser igualmente amado.
Para a c r i a n c a d e s e j a r aprender t a i s e quais c o n c e i t o s ou 1
operacoes, p r o c i s a t e r em s i motivos profiindamente humanos que desenca -deiem t a i s aprendizagems.
Desejar e v o l u i r na c a r r e i r a e s c o l a r ou na v i d a f a z p a r t e das
necessidades da c r i a n c a e do i n d i v i d u o em g e r a l . A busca de reconhecimen t o s de siias capacidades c o n s t i t u i um dos motivos c o n s c i e n t e st mas ante
-r i o -r a e l e s , e x i s t e i n t -r i n s e c a ao homem a necessidade b i o l o g i c a e mental de e v o l u i r .
A c r i a n c a e um ser que cresce e seu crescimento e um
proces-so continuo de movimento i n t e r i o r e desenvolvinento de funooes f i s i o - p s i
c o l o g i c a s . Independente de sua vontade e l a cresce e e v o l u i pouco a pouco,
seu corpo e sua mente vao amadurecendo (maturacao) e se preparando(pron-t i d a o ) para novas fungoes.
Este motivo i n t e r i o r , b i o l o g i c o e p s i q u i c o , move o ser
huma-no para estagios e v o l u t i v o s cada vez maiores, mais d i f e r e n c i a d o s , mais 1
i n t e l e g e n t e s , mais maturos, mais coiaplexos e mais c r i a t i v o s .
A aprendizagem e s c o l a r depende, basicamente, dos motivos i n
-t r i n s e c o s , uma c r i a n g a aprende melhor e mais depressa quando sen-te-se 1
querida, e s t a seg&ra de s i e e t r a t a - a como um ser s i n g u l a r . E i a aprende
melhor e mais, depressa quando suas necessidades basicas sao atendidas 1
convenientemente: se e l a nao esta com fome, nem tern sono, nem e s t a ^ a n ^
-f a e s c o l a r atender aos sens impulsos para a exploragao e a descoberta,se
o t e d i o e a monotonia forem banidos da e s c o l a , se o p r o f e s s o r , elem de ' f a l a r , souber o u v i r e se p r o p i c i a r e x p e r i e n c i a s d i v e r s a s , a aprendizagem i n f a n t i l sera melhor mais r a p i d a e mais p e r s i s t e n t e . Sua tendencia sera
a de t r a n s f e r i r - s e para novas situagoes i n c l u s i v e e s t r a c i i r r i c u l a r e s ,
Os motivos da c r i a n g a para aprender sao os mesmos motivos 1
que e l a tern para v i v e r . Eles nao se dissociam de suas c a r a c t e r i s t i c a s f i
r
s i c a s , motora, a f e t i v a s e p s i c o l o g i c a s do desenvolvimento.
Na idade e s c o l a r e na adolescendia, as c a r a c t e r i s t i c a s docom portamento de uma e de o u t r a f a s e fornecem ao p r o f e s s o r algumas importan tes " i n t u i g a o " sobre a motivagao de seus alunos para aprender.
Durante a p r i m e i r a fase da idade e s c o l a r , os meninos estao '
altamente i n t e r e s s a d o s em d e s c o b r i r a razao r e a l de todas as coisas.Que-rem explicagoes l e g i t i m a s e provas concretas. Socialmente, estao bast an-te emooionados pelo recenan-te " s t a t u s " conquistado: o de e student e. Tambem
nao os emocionam menos o grupo de amigos e colegas recem formado e o co-nheeimento de uma nova autoridade a d u l t a e que sabe tudo: o p r o f e s s o r .
Para d i r i g i r a aprendizagem, n e s t a epoca como em qualquer 1
o u t r a , basta ao mestre lembrar-se que ha motivos u n i v e r s a i s e constantes durante a v i d a do i n d i v i d u o e motivos e s p e c i f i c o s para cada f a s e . Os p r i meiros, j a mencionados, estao l i g a d o s a. necessidade de a f e t o , seguranga
e i n d i v i d u a l i s a g a o , os segundos, ligam-se as c a r a c t e r i s t i c a s f i s i c a s e
r r
p s i c o l o g i c a s de cada estagio e v o l u t i v e *
BIBLIOGRAFIA
BODBIGrHESf Marlena, P s i e o l o g i a Educacional.
u
CRECHE "PEQUENQ PRIMCIPE" A PROBLEM/tTICA PAS CRECHES;
ALGUN5 ASPECTOS QUE AFETAH A FORf-IACKO DA CRIANCA
A p e d r i a t r a M a r i a C„ Lobo da Costa deataca qua a Cracha a uma forma moderna a i n o v a d o r a * d i f e r e o t s da forma t r a d i c i o n a l *
de c r i a r uma c r i a n c aa Diz a i n d a q u ©? apesar de assass a popuXa
-gao r e i n v i d i c a r crash©9 e s t a i u t a a mala p a l a a o b r e v i v a n c i a do %®
qua resultant® da uma e a c o l h a por uma forma de aducacaoo
Xndag a l~obo da Costa s c a r c e da ccra© se da o v i n c u l o 9
m a s - f i l h O g c o n a i d e r a n d o aa a a g u i n t a a q u e s t o e s s
- A c r i a n c a permanece o d i a com o u t r a a pasaoaa? - E naa f a l t a a a p e r l o d o a da f e r i a a daa p a j e n a ? - Conaagua a c r e c h e dar a t e n c a o a t o d o s aa c r i a n g a a ? • E a i n t r o j a c a o da p a p a i s ^ P i c a e o r a p r o a a t l d a no s e i o 1 desaa c o l e t i v i d a d a da p a p l i s t a o r a s t r i t o s ( p a j s t n j c o z i n h e i r a , a d m i n i s t r a d o r a , p r o f e s s o r s ) ? Era r e l a g a o a saude f l s i c a , a r a f e r i d a p a d i a t r a r e s -s a l t a que o a m b i a n t a da c r a c h e poda f a v o r e c e r a c o n t a m i n a c a o d e v i d o a f a l t a da h i g i a n a * 0 p r o p r i a p r a d i o * aa nao f o r a r e o l a • x a d o3 v e n t i l a d o a s a c o9 poda p r o v o c a r a f s c c o e a r e s p i r a t o r i a s *
Por o u t r o lado« o diagnostic© das c o n d i c o e a da aauda das c r i a n
-gah poda daa-aa prscocemante a ca problemaa g e r a l s ds c a r a n c i a 8
poderao a a r e n f r a n t a d o a da modo a b e n o f i c i a r a c r i a n c a0
Do p o n t o de v i s t a s o c i a l9 a c r a c h a poda d a s e n v o i v a r '
um senso da p a r t i c i p a c a o 8 c o l a b o r a c a a das c r i a n c a aA 0 b r i n q u s •
do espontaneo poda o c o r r e r a n t e s na c r e c h e do qua quando a c r i *
anga e s t a am sua c a s aD A c r i a n c a t e r e o p o r t u n i d a d e a ^ aegundo L $ N ja
da Costa* da sa d s s c e n t r a r de a i meama p a r a a c e i t a r o o u t r o V 3 O -; U j f-% c i
H E L A J M R I O D A S A K V I I J A I G S
&0CAZ#1 _ _ DATA _/ /
.;;OD.UXD;U)2 DAB RSCNICBS ^ . ^ . ^ ^ . ^ ^ . ^ ^ ^ . ^ wfi l i s .V:.i">:.^ri,]«s.
1 2 - 0 planajaoento f o i exocultaao Sift l e i - Cono se processou as a t i f l d a d e s ?
C C T : a . a a « j « J «,» C » f,i " « W M » M W M M W M M M I — » *i '*io»».'-«C«fft^.-.*gruw n g W H l W 1 »««c*<r9* i - n y v a t T u w a r i i r a t i o n • m ' l — W I I I > , I M B I V I -tr wy
i l if I I t >•«!• — — I l — — | MUM III M — J — — U l l ' l !«' W W — — • I I I H I M • ' I " • v •'• 14JMH t -.1 r - » l d « ! ^ « a B « l t W n B « » ' • •
— — — W W I I — m w n n l l l l l n»> »-.>••- «• *i:-i*'^-ri'»'Mrf.e"."TJ«r'>r.rj*3i
< t — — W — — ffi>i»«wr«W»BWBMawWMfc»W»liWMWiwt>w^*B«^uiUJ»CJe»g««i i W * — W K U M W r » » l » x awwWtW't*'' • - • • ' ^ ' • - • • ' ' ^ • • W A ' c w . n t r a s i r w w j c r . - . - , ^ '
— — — i w a i w i i i m w i M n u l l * — — — — • •••••WMM i.mi>rw<i».^ .•.*..?«; M l v • •«^i\aa9 /'.-r a-.-UTawtW w n i i f 1 1 1 — W " "-V
•TO3»^--.j«v^mrw.i«MTnr» I M W Q — . • i c w n » — — — i n H I — — — • — M — t — < na^aikwr.'s-Tj-^.'-rr i i ! i , i m ' r w H i i m ( W i W * p » o m i » r « r * «
• Dafl atiwldaaes pro/jraaadas quale as quo &«fl^rta.'?dra za&ior
int«rof«-ee ao gfcupo? 3« - Dltflouldade enecnfc;narias? A 3 S I H A T 0 H A D O A * f * * \
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:DATA
m m m m m m m/
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MODAXXDADS DAS HBuTOSjSS
7*00 aa 9*00 ho
9
tOOea 11*00 ha
mm
Atlvltedes do lotina.
«• Haoe'ber as CteisncaB
- Bseovar os DantM
Beaho
- Oaf © da HanhE
At&ri&a&es Pedagle*oa
I • Ofo&aada
«» Coarcrsa I&dtozsial
1U00 as 14:00 he
HfOO as 15 tOO hs15100 as 16*00 ho
\Atmdadoe do Bot&aa
- Alnoco
HL^iane Corporal
m RopOUSO- More&da
Oflo&aas Pedagosiea
Atividades de Botina
- Preparacao para © Jantar
HMWHWIlii mi* mHUM
CRECHE "PEQUENO PRINCIPE"
Rua Cel. Joao L e i t e , 4-19
Pombal-PB.
RECEITAS CASEIRAS PARA LIMPEZA INDIVIDUAL E DCMfiSTICA
I
E s t a g i a r i a s em Supervlsao ^ d u c a c i o n a l
I
| - Ana Maria Benigno da S i l v a
POVO LBIPO E*
POVO EESMVOIVIJJO "
Trabalho realizado con o apoio do Servico do Extensao Rural da EMAJER-POMBAL-PB,
I
1 HTDICE I LH,CPEZA INDIVIDUAL coo euro -- Desodorante Caseiro - Crerne Dental - Conbate ao PiolhoII- LIMPEZA CASEIPJl Detergente -- Lustra AluniniO' - Cera para cnao-- Sabao Caseiro - Solucao Saponacea - Sabao Oiticiea
JUSTIFICATIVE
Atraves das visitas e reunioes realiza das as fanilias carentes, cono tanben os exa-raes parasitologicos realizado em 45$ das cri-ancas que frequentan a Creche, 100$ revelarara a presenQa de verninose, sendo que a raaioria1 apresentava Ascaris Lunbricoides e Cistos de Endoaraeba C o l i , Desta maneira verificanos a1 necessidade de una atencao naior aos aspectos
da higiene corporal e donestica.
Assira sendo, buscanos o apoio do Servi
50 de Extensao Rural da EMATER para
adquirir-nos receitas dos nateriais de higiene para • que proporcionassemos nelhores condicoes a es sas fanilias no seu desenpenho no cuidado do' lar, sen, no entanto, acarretar naiores despe sas no organento donestico.
01 I- 1BCPEZA IITDIVIDUAL X7J:IPU CASEIRO HTGREDIENTES: . • 01 Sabao de coco. 01 litro do agua* 02 Senas do Ovos. 01 coiner das sopa do 6*leo (Qualquor).
HCpO DE EAZER; -Cortar o sabao on pcdagos niudos e colocar no fogo con agua p/derrc1 tor.
-Barter as genas ben batidas e juntar o oleo batendo- bon»
-Apos o sabao dcrretido es friar, juntor todos os ingredientes*
-So quiser, pode colocar al guaas gotas de perfunc«
-G-uardar en vidros ben
DESODORANTE CASEIRO INGREDIENTES ;
01 Xicara do alcool. 01 Colherinha do b i -,carbona*o do sodio.
01 collier das do so-pa do linao.
IIODO DE EAZER
-Misirurar todos os in ferediontcs.
'' -Dsar nas axilas prin cipalnonte apos o baniio.
03 CRELIE DENTAL
INGREDISNTES:
Jua a vontado..
£gun a vontade.
Bicarbonato 01 colher do cha.
MODO DE EAZER:
-Consoguir o Jua no.dia anterior. -Colocar para so car.
Pilar o jua c peneirar, para f l -oor on p o .
-Colocar o Jua en una vasilha o 1 acrcscontar a agua. aos poucos e o bicarbonato do sodio.
-Misturar bon, ate ficar en ere-' n e .
\ -Colocar en recipicnte tanpado pa ra guardar.
04 CCMBATE AO PICLHO
i a) Azoite c queroscne or. partes
iguais.
b) Vinagro qucntc o qucroscno.
OBSEEtVACPES :
Para toco esse tipo do rerie -dio
devo-sc:
Lavar bon os cabolos. Colocar o rencdio.
Aiiarrar a cabega con un pano' por 2 Ou 3 h o r a s .
Passor o ponto fino
Lavar novanonte os cabolos* Rfepotir a dosagen ate acabar
con os piolhos e londoas*
*•
v-II v-IIMPEZA CASEEIA 05
pETgnOENTE^ CASEIRO INCSIEDIEHTES:
200 granas do sabao picado ou raspado(2 xicaras do sabao).
0 1 collier das do sopa do quo rosene•
04 litros do agua.
0 1 Collier do sopa do soda 1 caustica ou cinza de fogao.
03 collicrcs das do sopa, do 1 sabao on p o .
MODO EE FAZER:
Misturar todos os ingre die ri-tes con un pouco d'agua, c levar a.o fogo nc xondo bon a,te nisturar todos os incrodieri t e s . Acrescontar «o restante da ague, nistu -rando ben con una. collier do pau«
Engarrafar en vasilha bon 1 linpa.
LUSTRA AIiIJlrfNIO
IIIG-REDIENTSS ;
• 200 gr alias do (sabao pica-cos)(sobra) •
02 colli ores das do sopa ' do acucar.
02 collier os das de sopa. ' de vina.gre ou suco do linao •
MCDC DE FAZER
Misturar todos os ingre -diontcs.
-Levar ao fogo con un pou-co d'agua para, derretcr.
-Dcspejar on lata do boca' livrc(la^ga).
-Passar o esfregao ncsta ' pasta, o esfrogar nos aluxunios.
CERA PARA CH2L0 07
INGREDIENTES:
200 granas de. cera pur.a* 01 litro do querosonc. 200 granas parafina ou 01 caixa de vela..
MODO DE USAR :
-Haspar a. cera e a parafina ( so nao tiver parafina, usar vela.).
-Dcrrcter en fogo brando(Su-ave ) .
-Retirar do fogo apos derroti da e deixar osfriar-.
-Apos ensure cer, nisturar aos poucos a gasolina ou queroscne, nc.:endo ben ate nisturor todos os ingrediontos. OBS: Misturar a cera. ao quorosene ou gasoli
SABftO CASEIRO
IHGREDIENTES :
, 01 Kg de farihha de nilho. 01 Kg de soda caustica. 04 Kg de sebo derretido ou outra gordura animal.
18 1. de agua. MCDO DE PAZER:
Desnanchar a f arinha de ni-lho en:
-agua norna, nuna lata de que-roscne. : .
-Derreter o sobo e coar.
-Misturar a farinha dissolvidj o sobo ou gordura dorreticla e a soda.
Juntar o restante dos 18 li -tros do agua norna.
-Misturar ben, nexendo sen pa rar durante 1 hora, ate endurecer.
09 SOLUClO SAPOITACEA DE QUEROSENE INGRSDIENTES ;
1,00 Kg de sabao conun. 3,0 litros de querosene. 3,0 litros de agua.
PREPARO;
Pica-se o sabao en pedagos pe quenos, en seguida nistura-se con.agua e le va-se ao fogo para sua dissolugao.
Ja dissolvido, tira-se do fogo ainda quente', nistura-se con querosene. A ' nistura adquire una conssistencia de crene. DILUIQAO;
1,0 litro da nistura para 1 5 ' litrps d'agua e esta pronto para ser usado.
ATUAClO :
L a r gar t a s , piolhos, pulgoes, 1 besouros, fornigas cochonilhas, noscas dos' frutos*
10 SA32L0 DS OITICICA
Para preparr o sabao de oiticica e ne-cessario duas etapas:
/ l) Preparo ou obtencao do oleo
2) Preparo do sabao : l) Cono obter o oleo:
a) Coloca-se as frutao no sol
b) Doscaca-se e coloca-se no sol no-vancntc.
c) Pica-se en pilao ato ficar ben fi h a .
d) Coloca-oo nuna lata de querosene' rco.n pouco d'agua e leva-se ao f o g o .
A agua a ser colocada e pouca, deve-ra deixar a nistudeve-ra pastosa.
A nedida que cone c a a fcrvura cone5a a aparecer o oleo nas superficies da agua e devera ser. retirada con.una concha.e coloca do nuna vasilha a parte.
11 0 processo continua ate retirar todo oleo que aparece na superficie.
A essa altura a nassa de (fruta pisada)ja esta cozida. Retira-se do fogo, coloca-se ' agua na nassa(fruta cozida) o restante do' oleo sobe e retira-se con una concha.
e) Leva-se o oleo ao fogo para apu-rar( retirar o excesso d'agua existentes).
O.oleo esta apurado quando.nao houver nais agua.
« 2) preparo do sabao: a) 01 litro do oleo
b) 09 colheres de sopa. cheia. de .soda caustica»
c) 01 litro d! agua OOTID PAZER:
1) Eissolve-se a soda caustica nun litro d'agua e coloca.-se dentro do oloo. Mexe ben ' ate unir t o m a n d o una nistura uniforne de cor' esbranqui cada.
2) leva-se ao fogo para apurar. Quando ' estiver se soltando na panela, e sinal que
es-ta pronto.
TESTE .: . ? .
Quando a nistura come gar a en, grossar, geralnente conega a espunar.Retira-se
tun pouco para esfriar. Eaz-se urn teste lavando
as naos on roupa para, saber se esta espumando, se nao espunar ben, e sinal que ha excesso de "oleo, entao e necessario colocar nais un pouco
de soda caustica., identificanos quando fazenos o teste acina. Nesse caso, o sabao fica exage-radanente liso e se colocarnos un pouco na lin gua, sentinos arder, nessa situagao e necessa-rio adicionarnos nais un pouco de oleo.
* Esquecida a frase:
Pode acontecer tambem o excesso de soda caustica,
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iSERVAClO;
a) Quando usanos as quantidades imendadas e a soda caustica e boa, nao aeon
i nenhun imprevisto.
b ) Quando o sabao esta- apurado1 :ogo a fervura e.violenta, portanto e neces
• L O nuito cuidado.
14
III COITCLUSflO
15
Para melhor rendimento nas receitas, Lmos as familias que fizessem as mesmas em nto para onminuiir as despesas, e que o pro-fosse entao compartilhado.
Tambem foi enfatizada a necessidade1 tripe za no lar para eliminacao da verninose.
Desejamos a todos um bom exito, e,ao tempo, facan divulgacao da maneira que se economizar fazendo material de nigiene em ropria casa»
X C — j p o o W i t t
i
V
J U a T I F .1. C A T 1 V A
" A arto-educagao pela muaica uts fasc aula deacoberta a oi-Jagau do iustrumentoa uiuaioala, 1
£,olo cxercicio de aprendor a ouvir, can tat* e ale eoiu-por. l>eaea forma, trabalham-ae a aeaaibilidade, a ora abividade, a emotividade. Alem, evi dentemente, da pro pria musicalidade de cada am". ( Pundamentos de Psi-oologia Educauipnal, Maria Apareeida Sabinl-Corla, pa#
* 1.50).
baaeado neaae aapecto educativo, baa
J oamoa uuia uiaueira de inoantivax* a educacao a brave a da
muaioa neata creohe.
Durante nosao fcagio , can L U J U O U a 1
L i inoajiiotj ooiii aa crian^aB f demon a t rando ae tuonj L o ran 1 ouao era ooaaivel explorar o potencial daa itieeiaaa ' a travea de muaioaa aimpiea e oaa tadaa ao dia—a—diu.
Assim ataido, reeolhemoe do material' du px'atica de recreagao muaioaa bem conhuoidaa tjue pa deasem inclusive aer dramatizada e montumoa urn ouderw IHI dc lnoentivo e Apoio a Muaica.
f 11 l) I G E
h OAJtHOCINHA E A.LEOHIM DOURAbO 111
MELT G A L I N H O 02
0 TREM DE FERRO 03
A P R E S E N T A C X O D A i'Ai.iil-1 A SIliBICA ii 04
DOM DIA Ob
ALO GOMPANHEIROS 06 lviEU LIMlO E.CABOA.VIROU 07
FORMIGUINHA E CACHORRINUO •••08 i.JARGflA SOLDAJX) E BSTUDO DA FAUfllA .09
LIEU COKAQAO 10 PUT NO ITORORQ* . 11
0 CRAVO E PEIXE VI70 . .... 12
VAMOS RODAR 13 SUGISMUNJX) i '1
OASA 15 AS VOGAIS 16
LOO A DO ULESTRE ANDRjS 18 i.iAGliADlNHA E SINH1 ANINfiA I >
UE3TA RU A 20
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Ha tree noiten q u o eu nao civrmo, o la la
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r o i o perdi o meu yiluilui, n Ja La
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Co I I n d j j i h o t o la l a , p o b r e z B J r c n o t o la la
pordou 1.8 no- rjardin.
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H e e branoo e amarelo, o la I.a iem a orintu bom venae Ilia, o la la
Bate a n nan.'i, o 3a la, abro o bioo, o in la E P a z qui- ri- qui— qui- q u i .
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Je andei em Mabo-CJrosso, o la La
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AiiU'ZoriMH f !*.-< i n , o I a I n
•aconbrei t o la .la, men r.aMnho, o la La
N o i'.evi-."© d o Ooara.
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0 Tlii2«l bii i' .iliiiU 0 i. rem do ferro,
Quando vem de Pemaiubuoo, Vem £azendo - tchuoo, tchuco Vem com pressa de ohegar.
Beq,uebra, quebrai
Voce diz que da na pedru Voce diz que aao requebra Que aao aabe requebrar.
Hebola, boJ.a
Voce diz que da na bola, Vooe diz que da aa. bola, Na bola vooe nao da.
5 o ,-1 o to • H > Cd M o 3 3 >— » H o O • p o CO -<a (0 13 5 o ?J Pi Q — b g cd o o cd — » cd +» • H — ^ • H Q • H 3 "J (0 ^ 0 — : * 3 * * jl — -r : = • H C 3 3
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Lava n minha mao
Mas ,jer?UB pra me deixar limpiflho Quer If w a r meu coracao.
Quando o ma I
FM7. uina maneh i aha En nei muito bom Quern pode mo Ii.mpar
E* jesus eu nao escondo nada Tudo e]e pode apa^ar«
j o ...
Bu r 11 i. no Ifcororo bebdlf ague nao ached A c h e i. bo'! a niojvena qi 1 e ho I torero deixei
Aprevei I;a mi nha. "on.' a Q u e uma u o i l;e n j i o e niacin
Quern nao d o m t r ago raj''
Donni ra de medj^i/^adn•
Oh! Me ri a".i i'))n, <>hf I ^aJT"! as I nho
En I: • a neefca roda ou lijlc.ara aozinha!
Sor.i i'bn eu nao Cico u.eni h'el de Ft car
16 - 0 C1UV0
0 cravo brj you .a>ia a cos a
Debalxo do uxua uac&da 0 oravo saiu ferid.0
E a rosa dOBpetala4s
0 oravo t'J oou donate
iS a roaa fo i v J si bar 0 cravo leva urn dapqjfaio E a rosa pos~ae a ohui*ar.
i (•• t'Jfil XE VIVO
OGitiO p o d o IJM [til i V i *''0
Viver fora d'agua fri ( b j a )
C o i U O p O d O l ' U J V i . V O l ' j OCJiD.0 p o d e r a j v i v o I'
S a i n a a n a , a u n t u - m a , v&i i a a u a t.o.upa.uiiJ.a (L,i
a )
J Li
Vainoa bodoa, minha rMn4-^, RodaT, rodar, rodar, radar. Vn/noa hodos para a Fr^Mite,
Pillar, pular, polar, ph.I nr.
Para o l m a n raao dirajjta,
Para be i x o , a I pv " a ? ' . i A rodn eefca f "i i :a ,
Vaitioa jn rodar, rodnJtJi rodar.
Pu 1 i para f ten hel
Pu i i nhee pn n.\ Ivan. Mao^iahan pern nima,,
r-i f— J 2 3 -3 j3 O J 5 H d 0 0 • 1 3 HP 3 a .d sd I
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H 3 P ' ri 3 — 1 ]) T. •• . 3 I 3 •r i 3 3 "3 3 i) " 3 <D -ri. -* ... ^ cd -P - 3 <-* 1— » M •H 3 0 <~i O • r <D + » Gj ri p£ 3 •ri J Cj?
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