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INSPECIONADO 3º SGT REF PM RG 102735 MOISéS PAULO DA SILVA - DIP FINALIDADE AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO SANITÁRIA DO MILITAR TIPO DE JUNTA JMH
PARECER MANTIDA A CONDIÇÃO SANITARIA.
OPM ENVOLVIDAS: 08º BPM; 21º BPM; DIP;
Tomem conhecimento e providenciem os órgãos interessados. (Nota nº 554, DE 17 / 06 / 2016 - DGS/SPM)
8. ARMAMENTO ACAUTELADO – POLICIAIS MILITARES DA DGP - DETERMINAÇÃO
Este Diretor Geral de Pessoal determina a todos os policiais militares pertencentes ao efetivo da DGP, adidos ou não, possuidores de material bélico da PMERJ acautelado que verifiquem se a autorização para a cautela está dentro da validade e que, em caso negativo, se dirijam imediatamente à P2 da DGP, a fim de serem apresentados à RUMB detentora da carga para devolver o material acautelado ou solicitem autorização para renovação ao Sr. Chefe do EMG.
Esclarece ainda que as armas acauteladas dentro das formalidades publicadas no Bol PM 086 de 12 de maio de 2011, que teriam caráter permanente, também devem ser devolvidas conforme determinação inserta em Bol PM 017 de 29 de janeiro de 2015.
(Nota Bol PM nº 05, de 17 de junho de 2016 – DGP/AIC).
9. DGAF - RELATÓRIO DE INSPEÇÃO NA SEÇÃO DE COMBUSTIVEL NAS OPM- PUBLICAÇÃO
Este Diretor da DGAF torna público a realização das inspeções nas Seções de Combustível do 26°BPM e do 34°BPM, no dia 14 de Junho do ano corrente, pelo TEN CEL RG 54.594 THIAGO FERNANDO SARDINHA; do que foram confeccionados relatórios a serem entregues à DL e aos Ba-talhões interessados, constando as observações feitas por aquele Oficial Supervisor.
(NOTA n.º 106 - 17/06/2016 - DGAF/Sec.)
10. ATO DO COMANDANTE GERAL
PORTARIA PMERJ Nº 674, DE 17 DE JUNHO DE 2016
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O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no exercício de suas atribuições legais,
CONSIDERANDO:
Considerando que com a edição do Decreto Estadual nº 41.669, de 03 de Fevereiro de 2009, ficaram delegadas ao Exmo. Sr. Secretário de Estado de Segurança Pública competências, observada a legislação pertinente de: Inciso V do Art. 1º - “praticar atos de transferência para reserva não remunerada de policiais militares, em virtude de posse em cargo civil”;
Considerando a Publicação exposta no Boletim da PMERJ nº 129, de 15 de Julho de 2011 e Republicação de igual teor no Boletim da PMERJ nº 134, de 22 de Julho de 2011 , que considerou ilegal o fornecimento de identidade e manutenção de porte de arma vinculado a Função Policial
Militar a “Policiais Militares da Reserva Não Remunerada”, por “entender que os mesmos estão
desligados do serviço ativo da Corporação e não são mais POLICIAIS MILITARES”;
Considerando o Parecer da Seção Jurídica do GCG nº 194-2010, de 30 de Abril de 2010, abarca a temática da existência do Policial Militar da “Reserva Não Remunerada”, onde há um claro posicionamento com fulcro no descrito da Lei Estadual nº 443/81 – Estatuto dos Policiais Militares, no sentido de que não existe na PMERJ a figura do Policial Militar da “Reserva Não Remunerada” por
absoluta ausência de menção dessa situação fática na legislação;
Considerando que, em verdade, a Lei Estadual nº 443/81 – Estatuto dos Policiais Militares, em seus artigos 3º §1º nº 2, 8º, 12 §3º, 14 §9º e 48 Inciso III (de maneira genérica); artigos 91,92,93,94 e 96 (de maneira específica – exclusão do serviço ativo); artigos 113, 117 § 4º e 118 (situações semelhantes a situação-alvo da presente regulamentação), NÃO MENCIONAM O TERMO RESERVA NÃO REMUNERADA;
Considerando que o art. 154 da Lei Estadual nº 443/81 – Estatuto dos Policiais Militares, dá conta de algumas questões omissas ou não-esclarecidas ao descrever: “São adotados na Polícia Militar, em matéria não regulada na legislação estadual, as leis e regulamentos em vigor no Exército Brasileiro, no que lhe for pertinente”.
Considerando que em âmbito Federal, as Forças Armadas cumprem normativa dada pela Lei Federal nº 9.297, de 25 de Julho de 1996 (Pós Constituição Federal de 1988 e, em consonância com o ordenamento jurídico em vigor), que modificou a Lei Federal nº 6.880, de 09 de Dezembro de 1980 (Estatuto dos Militares), que decanta os seguintes procedimentos (GRIFOS NOSSOS):
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O § 3° do art. 98 e os arts. 117 e 122 da Lei n° 6.880, de 9 de dezembro de 1980, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 98
§ 3° A nomeação ou admissão do militar para os cargos ou empregos públicos de
que trata o inciso XV deste artigo somente poderá ser feita se:
Art. 117. O oficial da ativa que passar a exercer cargo ou emprego público
per-manente, estranho à sua carreira, será imediatamente demitido ex officio e transfe-rido para a reserva não remunerada, onde ingressará com o posto que possuía na ativa e com as obrigações estabelecidas na legislação do serviço militar, obedecidos os preceitos do art. 116 no que se refere às indenizações.
Art. 122. O Guarda-Marinha, o Aspirante-a-Oficial e as demais praças
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Art. 2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3° Revogam-se o inciso XIV e o § 2° do art. 98 da Lei n° 6.880, de 9 de dezembro de 1980.
Considerando que a construção dos artigos 113 e 118 da Lei Estadual nº 443/81 possuem redação e sentido de construção jurídica semelhante aos artigos 117 e 122 da Lei Federal nº 6.880/80, com suas modificações promovidas pela Lei Federal nº 9.297/96;
Considerando que, após a presente exposição, ficou claro que nas Forças Armadas existe a situação fática do Militar da Reserva Não Remunerada, e que, por força do art. 154 da Lei Estadual nº 443/81, seria conveniente e oportuno que a PMERJ reconhecesse em seu ordenamento legal a figura do Policial Militar da Reserva Não Remunerada;
Considerando que o art. 295 do Código de Processo Penal Brasileiro e suas modificações introduzidas pela Lei nº 10.258, de 11 de Julho de 2001, ratifica a “Prisão Especial para Militares Estaduais”;
Considerando a publicação de Artigo Científico sobre a questão do “Militar da Reserva
Não Remunerada” (GRIFOS NOSSOS) por Douglas Pereira da Costa, disponível em
http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,a-situacao-juridica-do-oficial-da-reserva-nao-remunerada-status-de-civil-a-quem-a-lei-concedeu-uma-patente-mil,53951.html , acesso em 02/04/16
(...) As decisões conflitantes, todas majoritárias, surgem de duas correntes: a primeira defende que militar da reserva não remunerada é civil, inclusive para fins de submissão a lei penal militar, no caso de crime militar, podendo ser julgado pelo Conselho Permanente; e outra corrente defende que o militar da reserva não remunerada, como detentor de carta patente, deve ser submetido a processo decorrente dessa situação (Conselho Especial).
O último acórdão destaca que o militar da reserva não remunerada deve ser submetido a processo que reconheça a prerrogativa do posto (no caso o Conselho Especial, conforme previsto no artigo 23 da Lei n. 8.457, de 04-09- 1992). A decisão apresenta uma grave incoerência, porque o militar da reserva não remunerada não pode ser submetido ao Conselho de Justificação para perda do posto e da patente (a lei não prevê tal hipótese).
Dessa forma haveria o reconhecimento de efeitos jurídicos decorrentes do posto e da patente (prerrogativa de julgamento pelo Conselho Especial), embora não haja previsão legal para que ocorra a perda do posto e da patente do militar da reserva não remunerada (contradictio inadjecto). Somente se for convocado ao serviço ativo é que
ele se sujeitaria às normas para a perda do posto e da patente.
VI-Considerações finais
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Quando a Constituição Federal refere-se aos direitos, às prerrogativas, aos deveres inerentes às patentes e que essas patentes são asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, a expressão “reserva” deve abranger somente os
militares da reserva remunerada. O próprio Supremo Tribunal Federal ao editar a Súmula n. 55, editou-a nos seguintes termos: “militar da reserva está sujeito à pena disciplinar” (Sessão plenária de 13-12-1963, publicação: Imprensa Nacional,
1964, p. 51). Observe que o termo “reserva” constante na súmula somente se refere aos militares da reserva remunerada, porque militar da reserva não remunerada não se sujeita ao regulamento disciplinar.
Portanto, assim como especificado na Constituição Federal, como na Súmula do
STF a melhor interpretação é de que o termo “reserva” somente se refere aos
militares da reserva remunerada. É nesse sentido que toda a legislação infraconstitucional, que rege a situação jurídica do militar da reserva não remunerada se apóia.
RESOLVE:
Art. 1º - A situação dos Policiais Militares que forem nomeados e empossados em cargos ou empregos públicos permanentes será regida pela presente Portaria.
Art. 2º - O Policial Militar, ao ser empossado em cargo ou emprego público de caráter permanente, passará automaticamente à condição de Policial Militar da Reserva Não Remunerada.
Art. 3º - O Policial Militar que se enquadrar na hipótese do artigo anterior, ficará regido pela legislação do serviço militar, não se submetendo aos deveres e nem fazendo jus aos direitos e prerrogativas dos Policiais Militares da Ativa, da Reserva Remunerada ou dos Reformados pelos mais variados motivos.
Art. 4º - O Policial Militar que passar para Reserva Não Remunerada, não terá direito a qualquer carteira de identidade emitida pelo sistema de identificação da Corporação, devendo sua identidade anterior ser recolhida pela sua última OPM na PMERJ e, encaminhada à DPA/SI para fins de destruição.
Parágrafo Único – As identidades que tiverem sido emitidas em data pretérita à edição desta Portaria, deverão ser recolhidas pela última OPM do indivíduo na PMERJ e encaminhadas à DPA/SI para fins de destruição.
Art. 5º - O Policial Militar que passar para a Reserva Não Remunerada e seus dependentes, não farão jus a utilização e/ou permanência do/no Sistema de Saúde da PMERJ.
Parágrafo Único – O(s) cartão(ões) do FUSPOM que tenham sido emitidos em favor dos antigos usuários e seus dependentes, deverão ser recolhidos e destruídos, havendo ainda a publicação em Boletim da PMERJ da incidência nos dispositivos acima, bem como atuação das Unidades de Saúde para fins de interrupção do atendimento.
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Art. 7º - Os Policiais Militares da Reserva Não Remunerada não terão direito a serem recolhidos à prisão especial em estabelecimento prisional da PMERJ, nem em qualquer Organização Policial Militar cogitada para tal fim.
Art. 8º - O Oficial da Corporação que passar para a condição de Reserva Não Remunerada, na forma do Art. 113, da Lei nº 443/81, será demitido ex-officio e passará à condição de Policial Militar da Reserva
Não Remunerada, cabendo apostila e/ou certidão própria de todos os dados relativos ato em sua carta patente.
Parágrafo Único – No ato administrativo de demissão, que será público em Boletim da Corporação, deverá constar o termo “Demissão ex-offício”, com reconhecimento da condição de “Policial Militar da Reserva Não Remunerada”, devendo haver registro de tal situação na DPA (Seção de Cadastro e Avaliação – SCAv, Sistema de Pessoal – SISPES e Seção de Identificação – SI).
Art. 9º - O Praça ou Praça Especial que passar à condição de Reserva Não Remunerada, na forma do Art. 118, da Lei nº 443/81, será “Licenciado ex-officio”, e passará à condição de Policial Militar da Reserva Não Remunerada.
Parágrafo Único – No ato administrativo de licenciamento, que será público em Boletim da Corporação, deverá constar o termo “Licenciamento ex-offício”, com reconhecimento da condição de “Policial Militar da Reserva Não Remunerada”, devendo haver registro de tal situação na DPA (Seção de Cadastro e Avaliação – SCAv, Sistema de Pessoal – SISPES e Seção de Identificação – SI).
Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.
(Nota nº 606 - 17 Jun 2016 – GCG)
11. ATO DO COMANDANTE GERAL
PORTARIA DO COMANDANTE-GERAL DA PMERJ Nº 675 DE 17 DE JUNHO DE 2016.
DISPÕE SOBRE A PROIBIÇÃO DO INGRESSO E PERMANÊNCIA DOS POLICIAIS MILITARES DE FOLGA PORTANDO ARMAS DE FOGO NO INTERIOR DAS INSTALAÇÕES OLÍMPICAS E PARALÍMPICAS. LEI Nº 10.826/2003.
O COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no exercício de suas atribuições legais resolve regulamentar sobre a restrição de uso de arma de fogo por policiais militares de folga no interior das instalações olímpicas e paralímpicas, nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Estado do Rio de Janeiro.