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Oficina nº 91
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Sumário
1) Rede de Controle
2) Organização e Estrutura do SCI
3) Objeto, classificação e campo de atuação
4) Auditoria Privada
5) Conceito de Auditoria Interna
6) Auditoria Governamental
7) Governança
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Sumário
9) Legislação
Geral
Aplicável
à
Auditoria Interna na Adm. Pública Federal
10) Auditoria Interna
11) Interação CGU X Auditoria Interna
12) Considerações Finais
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REDE DE CONTROLE
1 Apoio
2 Supervisão Técnica/Orientação Normativa 3 Aprimoramento da Gestão Pública
4 Apresentação do Planejamento e Resultados dos Trabalhos 5 Validação dos Controles Internos
6 Supervisão
7 Apresentação e Julgamento de Contas 8 Troca de Informações Justiça Polícia Ministério Público Controle das UF AGU Controle Interno Supervisão Ministerial AECI Gestor (Controles Administrativos) Auditoria Interna Controle Externo (Congresso Nacional/TCU) 1 5 1 7 3 4 1 1 2 8 6 2
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Organização e estrutura do SCI
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal
Secretaria Federal de Controle Interno
Controladoria-Geral da União nos Estados
Auditoria Interna da Administração Indireta Assessor Especial de Controle Interno Comissão de Coordenação de Controle Interno CISET Setoriais Com. Militares Controladoria-Geral da União MRE Defesa Pres.Rep
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Objeto, Classificação e Campo de Atuação
I) AUDITORIA PRIVADA
1.1 - Auditoria Independente ou Externa. 1.2 - Auditoria Interna.
II) AUDITORIA GOVERNAMENTAL
2.1 - da Gestão Privada.
2.2 - da Gestão Pública (incluída a Auditoria Interna das instituições da Administração Pública).
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I) Auditoria Privada
Auditoria Independente ou Externa
A Resolução CFC n.º 1.203, de 27/11/2009 aprovou a NBC TA 200, que estabelece os objetivos gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em conformidade com as Normas de Auditoria.
A auditoria das demonstrações contábeis tem por objetivo
aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários, mediante a expressão de uma opinião pelo auditor se tais demonstrações foram elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de
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Auditoria Independente ou Externa
Segundo a NBC TA 200, são requisitos do Auditor Independente: Requisitos éticos relacionados à auditoria das Demonstrações Contábeis;
Ceticismo profissional; Julgamento profissional;
Obtenção de evidência apropriada e suficiente e risco de auditoria;
Condução da auditoria em conformidade com as NBC TA.
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Auditoria Independente ou Externa
A NBC TA 200 apresenta, nos itens A11 e A57, considerações específicas para o setor público, a saber:
“A11. Os mandatos de auditoria para auditoria de demonstrações contábeis de entidade do setor público podem ser mais detalhados do que os de outras entidades. Como resultado, a premissa relativa às responsabilidades da administração sobre a qual é conduzida a auditoria das demonstrações contábeis do setor público pode incluir responsabilidades adicionais, tais como a responsabilidade pela execução de transações e eventos em conformidade com a legislação, regulamentação ou outra autoridade”.
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“A57. As NBC TA são relevantes para trabalhos no setor público. As responsabilidades do auditor do setor público, porém, podem ser afetadas pelo contrato de auditoria, ou por obrigações sobre entidades do setor público decorrentes de lei, regulamento ou outra autoridade [....], que podem ter um alcance mais amplo do que a auditoria de demonstrações contábeis em conformidade com as normas de auditoria. Essas responsabilidades adicionais não são discutidas nas NBC TA. Elas podem ser discutidas em outros pronunciamentos normatizadores de órgãos reguladores ou em orientação desenvolvida por esses órgãos ou agências governamentais.”
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Auditoria Interna
Segundo a Resolução CFC nº 986/03 que aprova a NBC TI 01 estabelece no item 12.1.1 – CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS DA AUDITORIA INTERNA:
12.1.1.2 – A Auditoria Interna é exercida nas pessoas jurídicas de direito público, interno ou externo, e de direito privado.
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Auditoria Interna
12.1.1.3 – A Auditoria Interna compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade
dos processos,
dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao
ambiente,
e de gerenciamento de riscos,
com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.
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Auditoria Interna
12.1.1.4 – A atividade da Auditoria Interna está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios.
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“É uma atividade independente, de revisão objetiva e de
assessoria destinada a agregar valor e aprimorar as operações da organização”.
“Contribui ainda para que a organização alcance seus objetivos por meio de uma abordagem disciplinada e sistemática de
avaliação e melhoria da efetividade dos processos de risco,
gestão, controle e governança.” (IIA. Study Guide. Certified Government Auditing Professional, P. 74. Tradução Livre))
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GOVERNANÇA
Governança é um termo amplamente utilizado em diversos setores da sociedade, com diferentes significados dependendo da perspectiva de análise. Entre as definições mais conhecidas e utilizadas estão as relacionadas à governança corporativa, governança pública e governança no setor público.
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GOVERNANÇA
Governança corporativa: pode ser entendida como o sistema
pelo qual as organizações são dirigidas e controladas (CADBURY, 1992; ABNT NBR ISO/IEC 38500, 2009). Refere-se ao conjunto de mecanismos de convergência de interesses de atores direta e indiretamente impactados pelas atividades das organizações (SHLEIFER; VISHNY, 1997), mecanismos esses que protegem os investidores externos da expropriação pelos internos (gestores e acionistas controladores) (LA PORTA et al., 2000).
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GOVERNANÇA
Governança pública: pode ser entendida como o sistema que
determina o equilíbrio de poder entre os envolvidos — cidadãos, representantes eleitos (governantes), alta administração, gestores e colaboradores — com vistas a permitir que o bem comum prevaleça sobre os interesses de pessoas ou grupos (MATIAS-PEREIRA, 2010, adaptado).
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GOVERNANÇA
Governança no setor público refere-se aos mecanismos de
avaliação, direção e monitoramento; e às interações entre estruturas, processos e tradições, as quais determinam como cidadãos e outras partes interessadas são ouvidos, como as decisões são tomadas e como o poder e as responsabilidades são exercidos (GRAHN; AMOS; PLUMPTRE, 2003). Preocupa-se, por conseguinte, com a capacidade dos sistemas políticos e administrativos de agir efetiva e decisivamente para resolver problemas públicos (PETERS, 2012).
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GOVERNANÇA
A governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança, estratégia e controle postos em prática para avaliar, direcionar e monitorar a atuação da gestão, com vistas à condução de políticas públicas e à prestação de serviços de interesse da sociedade.
Existe governança em um Estado quando seu governo tem as condições financeiras e administrativas para transformar em realidade as decisões que toma (Pereira, Luiz Carlos Bresser, 1997).
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GOVERNANÇA
Segundo o Banco Mundial, são princípios da boa governança: a legitimidade, a equidade, a responsabilidade, a eficiência, a probidade, a transparência e a accountability.
a) Legitimidade: princípio jurídico fundamental do Estado Democrático de Direito e critério informativo do controle externo da administração pública que amplia a incidência do controle para além da aplicação isolada do critério da legalidade. Não basta verificar se a lei foi cumprida, mas se o interesse público, o bem comum, foi alcançado (BRASIL, 2012).
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GOVERNANÇA
b) Equidade: promover a equidade é garantir as condições para que todos tenham acesso ao exercício de seus direitos civis - liberdade de expressão, de acesso à informação, de associação, de voto, igualdade entre gêneros -, políticos e sociais - saúde, educação, moradia, segurança (BRASIL, 2010c).
c) Responsabilidade: diz respeito ao zelo que os agentes de governança devem ter pela sustentabilidade das organizações, visando sua longevidade, incorporando considerações de ordem social e ambiental na definição dos negócios e operações (IBGC, 2010).
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GOVERNANÇA
d) Eficiência: é fazer o que é preciso ser feito com qualidade adequada ao menor custo possível. Não se trata de redução de custo de qualquer maneira, mas de buscar a melhor relação entre qualidade do serviço e qualidade do gasto (BRASIL, 2010c).
e) Probidade: trata-se do dever dos servidores públicos de demonstrar probidade, zelo, economia e observância às regras e aos procedimentos do órgão ao utilizar, arrecadar, gerenciar e administrar bens e valores públicos. Enfim, refere-se à obrigação que têm os servidores de demonstrar serem dignos de confiança (IFAC, 2001).
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GOVERNANÇA
f) Transparência: caracteriza-se pela possibilidade de acesso a todas as informações relativas à organização pública, sendo um dos requisitos de controle do Estado pela sociedade civil. A adequada transparência resulta em um clima de confiança, tanto internamente quanto nas relações de órgãos e entidades com terceiros.
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GOVERNANÇA
g) Accountability: As normas de auditoria da International Organisation of Supreme Audit Institutions - Intosai conceituam accountability como a obrigação que têm as pessoas ou entidades às quais se tenham confiado recursos, incluídas as empresas e organizações públicas, de assumir as responsabilidades de ordem fiscal, gerencial e programática que lhes foram conferidas, e de informar a quem lhes delegou essas responsabilidades (BRASIL, 2011). Espera-se que os agentes de governança prestem contas de sua atuação de forma voluntária, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões (IBGC, 2010).
ABOP Slide 25 Realizam a comunicação entre partes interessadas internas e externas à administração, bem como auditorias internas que avaliam e monitoram riscos e controles internos, comunicando quaisquer disfunções identificadas à alta administração.
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O Papel da Auditoria Interna IIA - IPPF -
International Professional Practices Framework
(IPPF)
2110 – Governança Corporativa :
A atividade de auditoria deve avaliar e fazer recomendações apropriadas para a melhoria do processo de governança corporativa no cumprimento cumprimento dos seguintes objetivos:
Promover a Ética e valores apropriados dentro da organização; (INTEGRIDADE)
Assegurar a gestão do desempenho eficaz da organização e a responsabilidade por prestação de contas; (PRESTAÇÃO DE CONTAS)
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GESTÃO DE RISCOS
• Risco é o efeito da incerteza sobre os objetivos da organização
(ABNT, 2009b). Abrange eventos positivos, com o potencial de agregar valor, e negativos, com o potencial de destruir valor.
• Controle interno é um processo integrado e dinâmico efetuado pela
direção e pelo corpo de colaboradores, estruturado para enfrentar riscos e fornecer razoável segurança de que, na consecução da missão da entidade, os seguintes objetivos gerais serão alcançados: (1) execução ordenada, ética, econômica, eficiente e eficaz das operações; (2) cumprimento das obrigações de accountability; (3) cumprimento das leis e dos regulamentos aplicáveis; (4) salvaguarda dos recursos, para evitar perdas, mau uso e dano (INTOSAI, 2004).
• Evento: incidente ou ocorrência, proveniente de fontes internas ou
externas, que afeta a implementação da estratégia ou a realização de objetivos (INTOSAI, 2007).
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GESTÃO DE RISCOS
O desafio da governança nas organizações do setor público é determinar quanto risco aceitar na busca do melhor valor para os cidadãos e demais partes interessadas, o que significa prestar serviço de interesse público da melhor maneira possível (INTOSAI, 2007). O instrumento de governança para lidar com esse desafio é a gestão de riscos.
O risco inerente pode ser conceituado como aquele intrínseco à atividade que está sendo realizada. Se o risco inerente estiver em um nível não aceitável para a organização, controles internos devem ser implementados pelos gestores para mitigar esses riscos.
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IIA – IPPF – NORMAS DE DESEMPENHO
A atividade de auditoria deve :
Comunicar de forma eficaz às áreas apropriadas da organização, as informações relacionadas a risco e controle; (TRANSPARÊNCIA)
Coordenar de forma eficaz as atividades e comunicar a informação entre o conselho, os auditores externos e internos e administração. (TRANSPARÊNCIA)
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Objeto, Classificação e Campo de Atuação
I) AUDITORIA PRIVADA
1.1 - Auditoria Independente ou Externa. 1.2 - Auditoria Interna.
II) AUDITORIA GOVERNAMENTAL
2.1 - da Gestão Privada.
2.2 - da Gestão Pública (incluída a Auditoria Interna das instituições da Administração Pública).
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II) Auditoria Governamental
A Auditoria Governamental da Gestão Privada é considerada um processo sistematizado com a finalidade de obter e avaliar objetivamente as evidências acerca de afirmações a respeito de gestão de recursos
privados, com o intuito de confrontar o grau de correspondência entre as
afirmações e critérios compulsórios estabelecidos em normativos. O traço fundamental desta auditoria é ser realizada por Auditores Governamentais e os resultados serem obrigatoriamente comunicados ao Estado.
Auditoria da Receita Federal do Brasil - RFB; Auditoria do Trabalho e da Previdência Social; Auditoria do Banco Central do Brasil – BACEN; Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários – CVM; Auditoria da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP; Auditoria da Secretaria de Previdência Complementar.
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II) Auditoria Governamental
Auditoria Governamental da Gestão Pública é considerada como sendo
um “processo sistemático, realizado por Auditores do Governo, de obtenção e avaliação objetivas de evidências sobre afirmações a respeito de gestão de
recursos públicos, para confrontação do grau de correspondência entre as
afirmações e critérios compulsórios estabelecidos (Leis, Decretos, Regulamentos), e de comunicação dos resultados ao Estado.”
Auditorias da Comissões Legislativas (CMO, CFFC, CFO); Auditorias dos Tribunais de Contas (TCU, TCE, TCM); Auditorias dos Controles Internos (CGU, Ciset, Secretarias de Controles Internos); Auditorias Internas das Entidades da Administração Pública Indireta.
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II) Auditoria Governamental
No âmbito do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, o objetivo primordial da auditoria é garantir resultados operacionais na gerência da coisa pública.
Sua finalidade básica é comprovar a legalidade e legitimidade dos atos e fatos administrativos e avaliar os resultados alcançados, quanto aos aspectos de eficiência, eficácia e economicidade da gestão.
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II) Auditoria Governamental
Em 06/04/2001, a IN SFC/MF 01/2001 aprovou o Manual do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. O Manual apresenta um capítulo específico que trata das Unidades de Auditoria Interna, visando alcançar uniformidade de entendimentos e disciplinar as atividades, apresentando a seguinte definição para Auditoria Interna:
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II) Auditoria Governamental
“A auditoria interna constitui-se em um conjunto de procedimentos, tecnicamente normatizados, que funciona por meio de acompanhamento indireto de processos, avaliação de resultados e proposição de ações corretivas para os desvios gerenciais da entidade à qual está vinculada. Os trabalhos de auditoria interna são executados por unidade de auditoria interna, ou por auditor interno, especialmente designado para a função, e tem como característica principal assessoramento à alta administração da entidade, buscando agregar valor à gestão.”
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II) Auditoria Governamental
Nas definições apresentadas tanto pelo IIA quanto nas constantes do Manual do Sistema de Controle Interno e da NBC TI 01, são identificadas como características centrais da atividade de Auditoria Interna a avaliação de processos, riscos e controles internos, bem como a proposição de soluções e melhorias a fim de agregar valor à Gestão.
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II) Auditoria Governamental
A auditoria interna não deve ser confundida com o controle interno existente dentro da unidade. Sua responsabilidade é
atuar na entidade, contribuindo para a aferição do funcionamento do sistema, informando à alta administração as fragilidades encontradas e recomendando soluções de melhorias.
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Segundo consta do item 1 da seção 3 da Declaração de Lima (Diretrizes para Preceitos de Auditoria):
“1. Serviços de auditoria interna são estabelecidos dentro dos departamentos e instituições governamentais enquanto que os
serviços de auditoria externa não fazem parte da estrutura
organizacional das instituições a serem auditadas. As Instituições Superioras de Auditoria são serviços de auditoria externa.” (tradução livre)
Embora a Auditoria Interna faça parte da estrutura organizacional da Entidade, a Declaração de Lima estabelece que ela deve possuir independência organizacional e funcional tanto o quanto possível.
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٧ Constituição Federal de 1988;
٧ Lei nº. 10.180, de 06 de fevereiro de 2001; ٧ Decreto nº 3.591, de 06 de setembro 2000;
٧ Instrução Normativa SFC/ MF nº 01, de 06 de abril de 2001, Capítulo X;
٧ Portaria nº 1.473/2013;
٧ Decreto nº 8.109, de 17 de setembro de 2013; ٧ Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014.
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Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
Constituição Federal – Abrangência da atuação do
Sistema de Controle Interno
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(*) Emenda Constitucional nº 19, de 1998:
“prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou
privada que utilize, arrecade, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária”.
Constituição Federal – Abrangência da atuação do
Sistema de Controle Interno
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Essa Lei organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal, de Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal, e dá outras providências.
Art. 24. Compete aos órgãos e às unidades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal:
[...]
IX - avaliar o desempenho da auditoria interna das entidades da administração indireta federal;
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Esse Decreto dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal e dá outras providências.
Art. 14. As entidades da Administração Pública Federal indireta
deverão organizar a respectiva unidade de auditoria interna, com o suporte necessário de recursos humanos e materiais, com o objetivo de fortalecer a gestão e racionalizar as ações de controle. Parágrafo único. No caso em que a demanda não justificar a estruturação de uma unidade de auditoria interna, deverá constar do ato de regulamentação da entidade o desempenho dessa atividade por auditor interno.
Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
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Art. 15. As unidades de auditoria interna das entidades da Administração Pública Federal indireta vinculadas aos Ministérios e aos órgãos da Presidência da República ficam sujeitas à orientação normativa e supervisão técnica do Órgão Central e dos órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, em suas respectivas áreas de jurisdição. (Redação dada pelo Decreto nº 4.440, de 25.10.2002)
Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
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§ 1º Os órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal ficam, também, sujeitos à orientação normativa e à supervisão técnica do Órgão Central. (Redação dada pelo Decreto nº 4.304, de 16.7.2002)
§ 2o A unidade de auditoria interna apresentará ao órgão ou à
unidade de controle interno a que estiver jurisdicionada, para efeito de integração das ações de controle, seu plano de trabalho do exercício seguinte. (Redação dada pelo Decreto nº 4.304, de 16.7.2002)
Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
§ 3o A auditoria interna vincula-se ao conselho de administração
ou a órgão de atribuições equivalentes. (Redação dada pelo Decreto nº 4.304, de 16.7.2002)
§ 4o Quando a entidade da Administração Pública Federal
indireta não contar com conselho de administração ou órgão equivalente, a unidade de auditoria interna será subordinada diretamente ao dirigente máximo da entidade, vedada a delegação a outra autoridade. (Redação dada pelo Decreto nº 4.304, de 16.7.2002)
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
§ 5o A nomeação, designação, exoneração ou dispensa do titular
de unidade de auditoria interna será submetida, pelo dirigente máximo da entidade, à aprovação do conselho de administração ou órgão equivalente, quando for o caso, e, após, à aprovação da Controladoria-Geral da União.
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
A indicação para nomeação ou designação do titular da unidade de auditoria interna a ser submetida à CGU pelo dirigente máximo da entidade, após aprovada pelo conselho de administração ou órgão equivalente, deverá ser acompanhada da
Declaração preenchida e assinada e do curriculum vitae.
Compete à Secretaria Federal de Controle Interno a análise das informações.
A aprovação da indicação pela CGU constitui condição
necessária para o início do exercício das atividades do titular de
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
Art. 3º Não serão aprovadas as indicações daqueles que
tenham sido nos últimos oito anos:
I - responsáveis por atos julgados irregulares por decisão definitiva do Tribunal de Contas da União, dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Distrito Federal, bem como dos Tribunais de Contas dos Municípios;
II - responsáveis por contas certificadas como irregulares pela CGU ou pelos órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal;
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
III - punidos, em decisão da qual não caiba recurso administrativo, em processo disciplinar por ato lesivo ao patrimônio público de qualquer esfera de governo; ou
IV - responsáveis pela prática de ato tipificado como causa de inelegibilidade nos termos da Lei Complementar nº 64, de 1990. Parágrafo único. A hipótese a que se refere o inciso II não se aplica aos casos em que já houver decisão do Tribunal de Contas da União pela regularidade ou regularidade com ressalvas das contas.
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
Art. 5° As entidades da Administração Pública Federal que possuírem em sua estrutura unidades de auditoria interna encaminharão à CGU, em até 60 dias da publicação da
portaria, os seguintes dados referentes à unidade de auditoria
interna:
I- nome da Unidade;
II - nome do órgão a que a Unidade está vinculada; III - nome e CPF do titular da Auditoria Interna;
IV - endereço completo e telefone da unidade de Auditoria Interna;
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
V - data de nomeação do titular da Auditoria Interna;
VI - data de aprovação, pela CGU, da indicação do titular da Auditoria Interna; e,
VII - endereço eletrônico da unidade de Auditoria Interna ou, na falta deste, endereço eletrônico do titular da unidade.
Parágrafo único. As entidades referidas no caput deverão comunicar à CGU qualquer alteração posterior nas informações solicitadas nos termos deste artigo.
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
A CGU poderá recomendar a dispensa do titular das
unidades de controle interno sempre que verificar condição ou fato posterior que geraria sua desaprovação à época em
que foi submetido seu nome para avaliação.
Quando o dirigente máximo da entidade propuser a exoneração do titular da unidade de auditoria interna, nos casos que não venham a se enquadrar em qualquer das hipóteses previstas no art. 3°, a proposta deverá ser motivada e a justificativa encaminhada previamente à CGU, que deverá analisá-la em até 20 (vinte) dias do recebimento.
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Portaria nº 915, de 29 de abril de 2014
A CGU poderá se manifestar contrariamente à proposta de exoneração ou dispensa do titular da unidade de auditoria interna.
A manifestação da CGU sobre as indicações para nomeação ou designação, bem como para exoneração ou dispensa dar-se-á pela emissão de Parecer aprovado pelo Secretário Federal de Controle Interno e submetido ao Ministro de Estado Chefe da CGU.
As entidades da Administração Pública Federal que possuírem unidades de auditoria interna em sua estrutura adaptarão seus normativos ao estabelecido nesta Portaria.
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
§ 6o A auditoria interna examinará e emitirá parecer sobre a
prestação de contas anual da entidade e tomadas de contas especiais.
§ 7o A prestação de contas anual da entidade, com o
correspondente parecer, será encaminhada ao respectivo órgão do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, no prazo por este estabelecido. (Alínea incluída pelo Decreto nº 4.304, de 16.7.2002)
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Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas da administração pública federal, para julgamento do Tribunal de Contas da União, nos termos do art. 7º da Lei nº 8.443, de 1992.
Art. 13. Os autos iniciais dos processos de contas serão constituídos das peças a seguir relacionadas:
I. rol de responsáveis; II. relatório de gestão;
III. relatórios e pareceres de órgãos, entidades ou instâncias que devam se pronunciar sobre as contas ou sobre a gestão dos responsáveis pela unidade jurisdicionada, consoante previsão em lei ou em seus atos constitutivos;
IV. relatório de auditoria; V. certificado de auditoria;
VI. parecer conclusivo do órgão de controle interno;
VII. pronunciamento ministerial ou de autoridade equivalente.
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
§ 8o O Órgão Central do Sistema de Controle Interno do Poder
Executivo Federal poderá recomendar aos serviços sociais autônomos as providências necessárias à organização da respectiva unidade de controle interno, assim como firmar termo de cooperação técnica, objetivando o fortalecimento da gestão e a racionalização das ações de controle. (Incluído pelo Decreto nº 4.440, de 25.10.2002)
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
§ 9o A Secretaria Federal de Controle Interno poderá utilizar os
serviços das unidades de auditoria interna dos serviços sociais autônomos, que atenderem aos padrões e requisitos técnicos e operacionais necessários à consecução dos objetivos do Sistema de Controle Interno. (Incluído pelo Decreto nº 4.440, de 25.10.2002)
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Decreto nº 3.591/2000
Capítulo V
Art. 16. A contratação de empresas privadas de auditoria pelos órgãos ou pelas entidades da Administração Pública Federal indireta somente será admitida quando comprovada, junto ao Ministro supervisor e ao Órgão Central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, a impossibilidade de execução dos trabalhos de auditoria diretamente pela Secretaria Federal de Controle Interno ou órgãos setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. (Redação dada pelo Decreto nº 4.440, de 25.10.2002)
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Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica:
às contratações para as auditorias previstas no § 3o do art. 177 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (auditoria independente), às contratações que tenham por objeto as demonstrações financeiras do Banco Central do Brasil e dos fundos por ele administrados,
nem às contratações realizadas por empresas públicas que tenham a obrigação legal ou estatutária de ter suas demonstrações financeiras avaliadas por auditores independentes, desde que as unidades de auditoria interna de que trata o art. 15 sejam mantidas pelas entidades contratantes, sendo vedada a transferência das competências dessas unidades às empresas privadas contratadas.(Redação dada pelo Decreto nº 4.440, de 25.10.2002)
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Define diretrizes, princípios, conceitos e aprova normas técnicas para a atuação do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Segundo a IN SFC 01/2001, a atividade de auditoria interna
constitui-se em um conjunto de procedimentos, tecnicamente normatizados,
que funciona por meio de acompanhamento indireto de processos,
avaliação de resultados e proposição de ações corretivas para os
desvios gerenciais da entidade à qual está vinculada.
Os trabalhos de auditoria interna são executados por Unidade de
Auditoria Interna, ou por Auditor Interno, especialmente designado
para a função, e têm como característica principal assessoramento à
alta administração da entidade, buscando agregar valor à gestão.
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Considera-se que unidade de auditoria interna é aquela pertencente à estrutura organizacional de entidades da Administração Pública Federal Indireta ou aos entes paraestatais de cooperação com o Poder Público que realizam serviços sociais autônomos.
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Trabalhos compartilhados - Auditoria Interna e CGU
A racionalização das ações de controle objetiva eliminar atividades de auditoria em duplicidade, nos órgãos/unidades que integram o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, bem como gerar novas atividades de auditoria que preencham lacunas por meio de pauta de ações articuladas. Essa racionalização visa otimizar a utilização dos recursos humanos e materiais disponíveis.
Auditoria Interna
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A IN 01 relata a necessidade de apoio das Auditorias Internas ao Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal.
Este apoio consiste no fornecimento periódico de informações sobre os resultados dos trabalhos realizados, bem como no atendimento das solicitações de trabalhos específicos.
Auditoria Interna
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Quanto à vinculação, a unidade de auditoria interna ou auditor interno deverá estar subordinada ao conselho de administração ou a órgão de atribuições equivalentes. (...)Essa
vinculação tem por objetivo proporcionar à unidade de auditoria interna um posicionamento suficientemente elevado de modo a permitir-lhe desincumbir-se de suas responsabilidades com abrangência e maior independência.
Auditoria Interna
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Resoluções nº 2 e 3 da CGPAR, de 31/12/2010
Resoluções editadas pela Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), formada pela Casa Civil e
Ministérios do Planejamento e Fazenda, e que determinam a
adoção pelas Empresas Estatais de uma série de diretrizes que visam o aprimoramento das suas práticas corporativas, e estabelecem a implementação ou aprimoramento da avaliação formal de desempenho da Diretoria e do Conselho de Administração, a fim de subsidiar a decisão do acionista a respeito da recondução dos administradores.
Auditoria Interna
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Resolução nº 2 da CGPAR
Determina a adoção pelas Empresas Estatais das seguintes diretrizes
objetivando o aprimoramento das suas práticas corporativas:
a) vincular a auditoria interna aos respectivos Conselhos de
Administração, em conformidade com o disposto no Decreto nº
3.591/2000, art. 15, §§ 3º e 4º;
b) adoção ou aprimoramento de ações que tenham o fim de dar
transparência às atividades da empresa e à utilização dos recursos
públicos, pela ênfase em publicidade das decisões e fluxos financeiros, como forma de prestar contas à sociedade como um todo;
c) ênfase na independência, imparcialidade, e profissionalização dos
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d) a auditoria interna de cada empresa se restringirá à
execução de suas atividades típicas, evitando o desvio de funções
e preservando sua isenção e imparcialidade;
e) adoção de regulamento próprio para o corpo de auditoria
interna de cada empresa;
f) os órgãos responsáveis pela direção das empresas poderão fazer uso da auditoria interna como espécie de órgão de assessoria quanto ao gerenciamento de riscos relativos às decisões importantes da empresa, quando for o caso;
g) a auditoria interna de cada empresa deve manter
relacionamento institucional com os órgãos de controle:
Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.
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Determinar a adoção, pelas Empresas Estatais, das seguintes diretrizes, objetivando o aprimoramento das práticas de
governança corporativa, relativas ao Conselho de Administração:
a) segregação das funções de direção, evitando o acúmulo do
cargo de Presidente do Conselho de Administração, ou assemelhado, e diretor presidente pela mesma pessoa, mesmo que interinamente, com o objetivo de impedir a concentração de
poder;
b) instituição formal, da prática de sessão executiva no conselho
de administração das empresas estatais, ao menos uma vez no
ano, sem a presença do Presidente da empresa, para aprovação
do PAINT e do RAINT;
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c) sempre que o número de conselheiros de administração permitir e o custo/benefício for adequado, criar comitês de suporte ao Conselho de Administração, para aprofundamento dos estudos
de assuntos estratégicos, de forma a garantir que a decisão a ser
tomada pelo Conselho seja tecnicamente bem fundamentada;
d) implementação ou aprimoramento da avaliação formal de
desempenho da Diretoria e do Conselho de Administração,
segundo critérios previstos no respectivo regimento interno, com o objetivo de subsidiar a decisão do acionista a respeito da
recondução dos administradores; e
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e) Fazer constar, em nota explicativa às suas demonstrações financeiras, os valores, na data da respectiva elaboração, da maior e menor remuneração paga a seus empregados e administradores, nelas computadas as vantagens e benefícios efetivamente percebidos, bem assim o salário médio de seus empregados e dirigentes, fortalecendo a transparência em questão que envolve partes interessadas.
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A unidade de auditoria interna sujeita-se à orientação normativa e supervisão técnica do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, prestando apoio aos órgãos e às unidades que o integram.
Essa vinculação técnica visa proporcionar qualidade dos trabalhos e efetividade nos resultados de auditoria.
Auditoria Interna
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As atividades das unidades de auditoria interna devem guardar similitude àquelas exercidas pelos órgãos/unidades integrantes do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, contudo, por estar inserida na estrutura organizacional da entidade e por caracterizar-se pela alta especialização, deverão incluir ações específicas e tempestivas.
Auditoria Interna
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CGU Artigo 3º do Decreto nº 3.591 de 06/09/2000
Avaliação do cumprimento das metas previstas no Plano Plurianual.
Item 13 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001
Acompanhar o cumprimento das metas do Plano Plurianual no âmbito da entidade, visando comprovar a conformidade de sua execução.
AUDINT
Atribuições
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AUDINT
Artigo 3º do Decreto nº 3.591 de 06/09/2000
Avaliação do cumprimento da execução dos programas de governo.
Item 13 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001
Assessorar os gestores da entidade no
acompanhamento da execução dos programas de governo, visando comprovar o nível de execução das metas, o alcance dos objetivos e a adequação do gerenciamento.
Atribuições
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AUDINT
Artigo 3º do Decreto nº 3.591 de 06/09/2000
Avaliação do cumprimento dos orçamentos da União. Item 13 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001 Verificar a execução do orçamento da entidade,
visando comprovar a conformidade da execução com os limites e destinações estabelecidas na legislação pertinente.
Atribuições
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AUDINT
Artigo 3º do Decreto nº 3.591 de 06/09/2000
Avaliação da gestão dos administradores públicos federais.
Item 13 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001
Verificar o desempenho da gestão da entidade, visando a comprovar a legalidade e a legitimidade dos atos e examinar os resultados quanto à economicidade, à eficácia, eficiência da gestão orçamentária, financeira, patrimonial, de pessoal e demais sistemas administrativos operacionais.
Atribuições
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AUDINT
Artigo 6º do Decreto nº 3.591 de 06/09/2000
O SCI do Poder Executivo Federal prestará orientação aos administradores de bens e recursos públicos nos assuntos pertinentes à área de competência do controle interno, inclusive sobre a forma de prestar contas, conforme disposto no parágrafo Único do Art. 70 da Constituição Federal.
Item 13 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001
Orientar subsidiariamente os dirigentes da entidade quanto aos princípios e às normas de controle interno, inclusive sobre a forma de prestar contas.
Atribuições
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AUDINT - Examinar e emitir parecer prévio sobre a prestação de contas anual da entidade e tomadas de contas especiais;
- Propor mecanismos para o exercício do controle social sobre as ações de sua entidade, quando couber, bem como a adequação dos mecanismos de controle social em funcionamento no âmbito de sua organização;
- Acompanhar a implementação das recomendações dos órgãos/unidades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal e do TCU;
Auditoria Interna
atribuições específicas
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AUDINT - Elaborar o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna do exercício seguinte, bem como o Relatório Anual
de Atividade da Auditoria Interna;
- Verificar a consistência e a fidedignidade dos dados e informações que comporão as contas do Presidente da República no Balanço Geral da União/BGU;
- Testar a consistência dos atos de aposentadoria, pensão, admissão de pessoal;
Auditoria Interna
atribuições específicas
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AUDINT - Comunicar, tempestivamente, sob pena de
responsabilidade solidária, os fatos irregulares, que causaram prejuízo ao erário, à Secretaria Federal de Controle Interno, após dar ciência à direção da entidade e esgotadas todas as medidas corretivas, do ponto de vista administrativo, para ressarcir à entidade.
Auditoria Interna
atribuições específicas
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A Portaria CGU nº 1.473/2013, que trata das competências do Assessor Especial de Controle Interno no acompanhamento das recomendações da Controladoria-Geral da União, estabelece que, nas entidades da Administração Pública Federal Indireta, o
titular da Auditoria Interna será o interlocutor no
fornecimento de informações sobre as recomendações constantes do Plano de Providência Permanente (documento
que contém as recomendações da CGU às unidades e prazo acordado para implementação).
Auditoria Interna
atribuições específicas
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Auditoria Interna
Avaliação
Item 14 da Seção I da IN SFC nº 01 de 06/04/2001
Sob o ponto de vista da alta administração da entidade, o
desempenho da unidade de auditoria interna será avaliado de acordo com a pertinência e tempestividade de suas propostas de correção de desvios.
Sob o ponto de vista do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, suas atividades serão supervisionadas com o objetivo de avaliar se trabalhos atendem aos requisitos técnicos estabelecidos nesta norma.
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Conhecimento Recomendado para o Auditor Interno PPA - Plano Plurianual;
LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias (análise das restrições orçamentárias);
Orçamentos da UJ - corrente e anteriores (pelo menos 5 anos);
Relatórios do Gestor - último e anterior;
Decisão TCU relativa aos Indicadores de Desempenho;
Como consultar o SIOP – Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (integração SIGPlan e SIDOR);
Decisões TCU sobre a elaboração do Relatório de Gestão e Formalização do Processo de Contas;
Estatuto e Regimento Interno da sua Entidade; e
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a) Instrução Normativa CGU-PR nº 07, de 29/12/2006;
Estabelece normas de elaboração e acompanhamento da execução do Plano
Anual de Atividades das Auditorias Internas das entidades da administração
indireta do Poder Executivo Federal, e dá outras providências
b) Instrução Normativa SFC nº 01, de 03/01/2007; e
Estabelece o conteúdo do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna e do
Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna.
c) Normativos Internos das Entidades.
Auditoria Interna
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Art. 1º O planejamento das atividades de auditoria interna das entidades da administração indireta do Poder Executivo
Federal será consignado no Plano Anual de Atividades de
Auditoria Interna - PAINT, que conterá a programação dos
trabalhos da unidade de auditoria interna da entidade para um determinado exercício.
IN
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Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas da Controladoria-Geral da União e remaneja cargos em comissão.
Art. 10. À Secretaria Federal de Controle Interno compete:
VIII - avaliar o desempenho e supervisionar a consolidação dos planos de trabalho das unidades de auditoria interna das entidades da administração pública federal indireta;
Decreto nº 8.109/2013
Decreto nº 8.109/2013
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Art. 2º Para a elaboração do PAINT, a unidade de auditoria interna deverá levar em consideração os planos, metas, objetivos, programas e políticas gerenciados ou executados por meio da entidade à qual esteja vinculada, a legislação aplicável à entidade, os resultados dos últimos trabalhos de
auditoria realizados e as diligências pendentes de atendimento,
especialmente aquelas oriundas da Controladoria-Geral União - CGU, como órgão central do Sistema de Controle Interno
do Poder Executivo Federal, dos órgãos setoriais do mesmo Sistema e do Tribunal de Contas da União.
IN
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O PAINT deverá abordar os seguintes itens:
I- ações de auditoria interna previstas e seus objetivos;
II- ações de desenvolvimento institucional e capacitação previstas para o fortalecimento das atividades da auditoria interna na entidade.
ELABORAÇÃO DO
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Estabelece normas de elaboração e acompanhamento da execução do Plano Anual de Atividades das Auditorias Internas das entidades da administração indireta do Poder Executivo Federal, e dá outras providências.
Art. 4º A proposta de PAINT será submetida à análise prévia da
CGU ou dos respectivos órgãos setoriais do Sistema de Controle
Interno que fiscalizam a entidade, até o último dia útil do mês de
outubro do exercício anterior ao de sua execução.
(Redação dada pela Instrução Normativa CGU nº 09, de 14 de novembro de 2007).
IN
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Art. 5º As unidades de controle da CGU e os órgãos setoriais restituirão
a proposta de PAINT à entidade no prazo máximo de 20 (vinte) dias
úteis a contar do seu recebimento,
com expressa manifestação sobre o cumprimento das normas e orientações pertinentes, acrescida de observações sobre as atividades programadas e
recomendação, quando for o caso, de inclusão de ações de
auditoria interna que não tenham sido programadas pela entidade,
para atendimento a pontos que sejam relevantes segundo a avaliação
do respectivo órgão de controle interno.
IN
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§ 1º Na ausência de manifestação dos órgãos central e setoriais do Sistema de Controle Interno no prazo estipulado no caput, a unidade de auditoria interna deverá dar prosseguimento às
providências previstas nos arts. 6º e 7º.
§ 2º O eventual não-atendimento às recomendações que tenham sido adicionadas deverá ser devidamente justificado pela entidade quando do encaminhamento do PAINT definitivo ao órgão de controle interno respectivo.
IN
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Art. 6º O Conselho de Administração ou instância de atribuição equivalente, ou, em sua falta, o dirigente máximo da entidade,
aprovará o PAINT do exercício seguinte até o último dia útil do
mês de dezembro de cada ano.
Art. 7º O PAINT, devidamente aprovado, será encaminhado ao respectivo órgão de controle interno até o dia 31 (trinta e um) de janeiro de cada exercício a que se aplica, juntamente com o Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna – RAINT do
exercício anterior.
IN
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Conteúdo
Prazos
Ações de Desenvolvimento Institucional e Capacitação
UJ apresenta à CGU, para análise prévia, até o último dia útil de outubro
CGU aprova em até 20 dias úteis após o recebimento
Conselho de Administração aprova até o último dia útil de dezembro es de Auditoria UJ envia à CGU até o dia 31 de janeiro de cada
exercício
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As unidades de controle interno acompanharão a execução do PAINT
através dos relatórios da auditoria interna (os quais devem ser
encaminhados em até 60 dias após sua edição), analisando o seu
conteúdo com vistas à racionalização das ações de controle.
AUDIN UNIDADES DA CGU
60 DIAS
EXECUÇÃO DO PAINT
EXECUÇÃO DO PAINT
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Planejamento da execução
O Plano de Trabalho a ser executado reunirá os Procedimentos com o roteiro detalhado das ações e exames a serem aplicados para testar as hipóteses levantadas no PAINT - pontos críticos.
O planejamento da execução da ação de controle deve definir:
indicação do servidor responsável pela execução;
indicação da quantidade de homem-hora prevista para execução por servidor;
indicação do critério utilizado para a seleção dos itens a serem analisados; e
registro, se possível, dos itens efetivamente selecionados (amostra) com base no critério de seleção (escopo).
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Art. 10. A apresentação dos resultados dos trabalhos de auditoria interna, no prazo previsto no art. 7º, será efetuada por meio do Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna – RAINT, que conterá o relato sobre as atividades de auditoria interna, em função das ações planejadas constantes do PAINT do exercício anterior,
bem como das ações críticas ou não planejadas, mas que exigiram atuação da unidade de auditoria.
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Os resultados dos trabalhos de auditoria interna, realizados durante o
ano, serão apresentados por meio do RAINT até 31 de janeiro do
exercício seguinte, contendo relato sobre as atividades que foram
planejadas no PAINT e aquelas que, embora não planejadas, exigiram atuação da auditoria interna.
O RAINT observará a seguinte estrutura de informações:
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Os resultados dos trabalhos de auditoria interna, realizados durante o
ano, serão apresentados por meio do RAINT até 31 de janeiro do
exercício seguinte, contendo relato sobre as atividades que foram
planejadas no PAINT e aquelas que, embora não planejadas, exigiram atuação da auditoria interna.
O RAINT observará a seguinte estrutura de informações:
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Os resultados dos trabalhos de auditoria interna, realizados durante o
ano, serão apresentados por meio do RAINT até 31 de janeiro do
exercício seguinte, contendo relato sobre as atividades que foram
planejadas no PAINT e aquelas que, embora não planejadas, exigiram atuação da auditoria interna.
O RAINT observará a seguinte estrutura de informações:
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Os resultados dos trabalhos de auditoria interna, realizados durante o
ano, serão apresentados por meio do RAINT até 31 de janeiro do
exercício seguinte, contendo relato sobre as atividades que foram
planejadas no PAINT e aquelas que, embora não planejadas, exigiram atuação da auditoria interna.
O RAINT observará a seguinte estrutura de informações:
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ESTRUTURA DO RAINT
Os resultados dos trabalhos de auditoria interna, realizados durante o
ano, serão apresentados por meio do RAINT até 31 de janeiro do
exercício seguinte, contendo relato sobre as atividades que foram
planejadas no PAINT e aquelas que, embora não planejadas, exigiram atuação da auditoria interna.
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DETALHAMENTO DO CONTEÚDO DO RAINT
As recomendações oriundas da CGU, dos demais Órgãos do SCI e do TCU, deverão detalhar:
• O número do acórdão ou relatório contendo a descrição da determinação/recomendação e;
• A avaliação sobre o seu atendimento, incluindo análise sobre eventuais justificativas dos gestores para o descumprimento, e providências por ele adotadas.
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DETALHAMENTO DO CONTEÚDO DO RAINT
As ações relativas a denúncias recebidas diretamente pela entidade deverão detalhar:
a) Número do processo; b) Fato denunciado;
c) Providências adotadas; d) Diligências;
e) Previsão de auditorias, se for o caso; e
f) Procedência ou improcedência da denúncia que já tenha sido apurada.
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DETALHAMENTO DO CONTEÚDO DO RAINT
Quanto às informações sobre cumprimento de metas do PPA e LDO, no relato gerencial, serão abordados para cada Programa de Governo / Trabalho que seja objeto de ação de auditoria:
O programa ou ação administrativa; Os objetivos gerais e específicos;
As metas previstas;
Os resultados alcançados, com avaliação crítica desses resultados e do desempenho da Unidade; e
Os fatos que prejudicaram o desempenho administrativo e as providências adotadas, para os casos em que não foram alcançadas as metas.
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DETALHAMENTO DO CONTEÚDO DO RAINT
Quanto à abordagem, no relato gerencial, sobre a regularidade dos procedimentos licitatórios, devem ser informados:
O objeto da contratação e o valor;
A fundamentação da dispensa ou inexigibilidade, identificando o responsável pela fundamentação (com CPF), bem como o contratado e demais empresas consultadas, no caso de dispensa de licitação;
Nos demais processos licitatórios, devem ser informados o percentual examinado e a identificação dos participantes do certame; e
Avaliação sobre a regularidade de todos os processos analisados.
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DETALHAMENTO DO CONTEÚDO RAINT
Quanto à abordagem, no relato gerencial, sobre a avaliação do gerenciamento da execução dos convênios, acordos e ajustes firmados, devem ser apresentadas as seguintes informações:
• identificação do instrumento com número, objeto e valor;
• observância aos arts. 11 e 25 da Lei Complementar nº 101/2000;
• meta ou objetivo previsto e resultados alcançados; bem como atos e fatos
que prejudicaram o desempenho;
• situação da prestação de contas e providências adotadas para os casos onde
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Quanto à abordagem, no relato gerencial, sobre a verificação da consistência da folha de pagamento de pessoal, deve ser informado o que segue::
• nomes dos servidores que tiveram sua folha de pagamento revisada,
e o método de seleção da amostragem, se for o caso, para verificação da legalidade dos atos, confirmação física dos beneficiários e a regularidade dos processos de admissão, cessão, requisição, concessão de aposentadoria, reforma e pensão.