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IP Source Routing. Uma opção para teste de caminho

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Academic year: 2021

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(1)

IP

Source Routing

Uma opção para teste de

caminho

(2)

Motivação

•  Possibilidade de testar circuitos contingentes e

redundante “por dentro”

–  Problema: perceber erros em redes circuitos

redundantes/contingentes com repetição na camada

de enlace.

•  Alternativas no mercado: IPSLA, RPM, Routing

Timers e BFD (usado pelos protocolos de

roteamento e VRRP)

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(4)

IP Options

•  Previsto na RFC791 (isto mesmo!)

•  Capacidade em estender o pacote com mais 44

bytes.

•  Sinalização da presença de IP Options (no IPv4)

se o IHL for maior que cinco (20bytes)

•  Várias aplicações para o IPOPT, entre elas:

–  IP Source Routing Strict (SSRR)

–  IP Source Routing Loose (LSRR)

–  Record Routing (RR)

(5)

RR

•  RR está presente! Em todos os

roteadores!

•  Ex.: ping –R <ip|nome>

–  Nos sistemas que implementam o BSD, pelo

menos.

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(7)

IP Source Routing

•  Mecanismo de troca de endereços de

destino na medida que o pacote encontra

um roteador com IP Source Routing

habilitado (loose);

•  Troca de endereço a cada salto ou

descarte (strict);

•  Roteadores obrigam que o pacote volte

pela interface de saída, alterando o “next

hop” da volta

(8)

O cabeçalho estendido

Apenas para SSRR, LSRR e RR! !

Figura de W. Richard Stevens, Unix Network Programming, ! 3th edition, volume 1.!

(9)

Como utilizar?

•  Alterando as aplicações (especialmente as aplicações

GNU... Ex: ping...) ou criando uma própria.

•  Não é complexo.

•  Em um sistema com uma pilha BSD, é basicamente

composto por três etapas extras (na transmissão):

1º - Montar a extensão do cabeçalho com os IP’s da rota definida na origem e ajustar o tipo de envio (SSRR ou LSRR);

2º - Alterar a opção do socket, para habilitar o IP_OPTIONS e passar a extensão para o kernel;

3º - Enviar e receber os pacotes

(10)

1º passo

char  *next_hops[]={"10.1.1.2","10.2.1.3","10.3.3.4"};   int  hops=3,  i=0;  

in_addr_t  ip;   char  ipopt[44];   bzero(ipopt,44);  

for  (i=0;  i  <  hops;  i++)  {      ip=inet_addr(next_hops[i]);  

   bcopy(&ip,  &ipopt[i*4  +  1],  4);   }  

ipopt[0]=0;  

ipopt[1]=0x83;  //ou  0x89  para  strict;   ipopt[2]=3  +  4*hops;  

ipopt[3]=4;  //ponteiro.    

(11)

2º passo

Considerando  que  já  temos  a  extensão  pronta  (na  variável   ipopt,  com  tamanho  de  (hops+1)*4,  então,  basta  

 

int  size  =  (hops+1)  *  4;  

setsockopt(socket,  IPPROTO_IP,  IP_OPTIONS,  NULL,0);  

(12)

3º e 4º passos

3º  passo  depende  da  aplicação  (send,  sendto,  recv,   recfrom,  ou  um  raw  socket  para  o  caso  do  ICMP).   4º  Ao  receber…  

char  ip_c[17],  *ptr,  ipoptrx[44];  

getsockopt(socket,  IPPROTO_IP,  IP_OPTIONS,  ipoptrx,   &size);  

for(i=0;  i  <  (size)/4  -­‐  1;i++)  {      bzero(ip_c,17);  

   ptr=ipoptrx+4;  

   inet_ntop(AF_INET,ptr,ip_c,4);      ptr=ptr+4;  

   printf("Passou  na  volta  por  %s\n",ip_c);   }  

(13)

Source Routing na Prática

“ping” alterado para uso do IP Source Routing

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Resultados

•  Encaminhamento feito por caminho

alternativo, apesar do roteamento indicar

o contrário (não é necessário mexer nas

políticas de roteamento), com teste para

Cisco, Juniper

•  SSRR, requer IP SR em todos os

roteadores, conforme o padrão… e possui

limite de 10 saltos.

•  LSRR, melhor opção: basta habilitar em

locais estratégicos

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Vantagens

IP SLA / RPM / BFD

•  Alterar configuração do

roteador, por interface.

•  Mesmo roteador dos

dois lados (IPSLA e

RPM)

•  Sobrecarga nos

roteadores

•  Limite de tráfego ou de

temporização.

IP Source Routing

•  Não requer alterações

por interface (habilitar por

roteador)

•  Qualquer coisa em

qualquer lado

•  Não pesa nos roteadores

•  Sem limite de tráfego.

•  Teste feito de um único

ponto central

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Tem mais…

•  Não é necessário implantar em todos os

roteadors (modelo loose!)

•  Não oferece risco para o próprio roteador

•  Leve.

•  Possibilidade de verificar roteamento

assimétrico.

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Segurança e IP Source Routing

•  Habilitado por default, mas desabilitado amplamente...

•  Alerta feito por Cheswick, Bellovin e Rubin, no

“Firewalls and Internet Security”, 2th ed.,2003... Com

recomendação para desabilitar esta funcionalidade nos

roteadores

•  Qual é a vulnerabilidade? “IP Source Address Spoofing”,

especialmente para aplicações que autenticam usuários

pelo IP (rloging, rshell,...)

•  Tais aplicações não são mais usadas (ou não deveriam).

De qualquer forma, deve-se observar a RFC

(20)

Perguntas...

Rogério F. da Cunha [email protected]

Referências

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