www.ef.com/epi
EF EPI-s
Índice de Proficiência em Inglês da EF para Escolas
EF SET
EF Standard English Test
Teste seus alunos
gratuitamente no site
efset.org/schools
Índice
Sumário Executivo
Fatos e números do EF EPI-s
Idade
Velocidade de aprendizagem
Gênero
Tipo de habilidade
Em foco: Equador
Em foco: Itália
Em foco: Cazaquistão
Em foco: Indonésia
Conclusões
Apêndice: Níveis do CEFR e declarações positivas
Testando seus alunos
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Esta terceira edição do EF EPI-s inclui dados de testes realizados com mais de 350.000 alunos em milhares de escolas e universidades parceiras, espalhadas por 43 países. Embora a maioria dos sistemas de ensino do mundo ensine a língua inglesa, as ferramentas de avaliação dos alunos variam muito de país para país e as iniciativas de testes internacionais, como o PISA e o TIMSS, não abrangem as habilidades com o idioma. Como resultado, não há uma maneira padronizada de comparar internacionalmente a aquisição das habilidades com a língua inglesa. O EF EPI-s visa preencher essa lacuna, proporcionando uma plataforma gratuita de avaliação da língua inglesa para sistemas de ensino, universidades e professores, produzindo esta análise das tendências globais de aprendizagem do idioma a cada dois anos. O EF EPI-s monitora as habilidades com a língua inglesa dos alunos e fornece referenciais para comparação. Ele é um complemento ao nosso relatório EF EPI anual, que avalia os níveis mundiais de proficiência em inglês entre adultos. Todos os dados dos testes incluídos neste relatório foram coletados usando o EF Standard English Test (EF SET), projetado para os mesmos padrões exigentes do TOEFL, IELTS e de outros testes padronizados bem conhecidos. Como o EF SET é gratuito e on-line, cidades, regiões e países inteiros podem usá-lo para avaliar seus alunos todos os anos, pagando apenas pela coordenação dos esforços.
Principais constatações
Ao contrário do relatório EF EPI, o EF EPI-s não classifica os países por proficiência em inglês. Os participantes deste estudo estão no processo de aprendizado da língua inglesa e foram testados em diferentes idades e estágios de aquisição de habilidades, tornando as pontuações dos países relativamente insignificantes. Em vez disso, nossa análise se concentra nas taxas de progresso dos alunos, bem como nas diferenças regionais, de gênero e de habilidades.
Algumas das nossas principais constatações foram as seguintes:
• Mais de um quarto dos alunos chegam ao final do ensino médio sem progredir além do nível de inglês inicial (A1). Nossos dados sugerem que os alunos que ingressam no ensino médio apenas com um nível básico de inglês, muitas vezes, ficam incapazes de ultrapassar o nível de proficiência mais baixo. Aqueles que atingem um nível básico (A2) aos 15 anos têm muito mais chances de atingir um nível ainda mais alto antes de se formarem.
• As meninas superam os meninos no aprendizado da língua inglesa. Essa constatação é válida para todas as faixas etárias e na maioria dos países: as meninas têm maiores pontuações na proficiência em inglês do que os meninos. Porém, ao nos aprofundarmos nos dados, temos uma visão mais sutil, com habilidades de compreensão de leitura mais fracas entre meninos de 17 a 21 anos, representando, em grande parte, a diferença entre alunos mais velhos, enquanto a diferença entre os alunos mais jovens está principalmente nas habilidades
de compreensão auditiva.
• As habilidades de compreensão auditiva se desenvolvem mais rápido do que as habilidades de leitura. Aos treze anos, a maioria dos alunos tem habilidades de compreensão auditiva mais fortes do que as habilidades de leitura, e a diferença se torna ainda mais considerável com a idade. A exposição generalizada ao inglês falado na mídia pode estar levando a essa disparidade. Embora as boas habilidades de compreensão auditiva sejam encorajadoras, a defasagem na compreensão de leitura deve gerar preocupações com relação ao preparo dos alunos para o local de trabalho, onde a compreensão de documentos em inglês é, de qualquer modo, tão importante quanto a comunicação oral.
• Alunos mais jovens aprendem inglês mais rápido. É mais fácil aprender o básico de uma língua do que dominar conceitos mais difíceis. No entanto, alunos da mesma idade também progridem em ritmos nitidamente diferentes, dependendo do sistema de ensino, indicando que a idade por si só não serve como uma previsão do ritmo de aprendizado da língua inglesa. Muitos sistemas de ensino estão conseguindo ensinar os fundamentos da língua inglesa, mas há menos pessoas capazes de aproveitar esses fundamentos para desenvolver níveis mais altos de proficiência. • Os sistemas de educação Europeus são
exclusivos no apoio à aprendizagem da língua inglesa até o final da universidade. Os adultos Europeus têm o nível mais alto de proficiência em inglês do mundo. Nossos dados demonstram que esse sucesso se deve, em grande parte, ao número de anos em que os Europeus estão melhorando suas habilidades com o idioma, e não a um ritmo de aquisição particularmente rápido.
• Amplas iniciativas de testes podem coletar dados valiosos. Em 2017 e 2018, realizamos iniciativas de testes em grande escala no Equador, na Itália e no Cazaquistão. Nesses países, em colaboração com parceiros locais, testamos milhares de alunos e coletamos informações sobre a série, o tipo de escola e a localização do aluno, oferecendo a esses parceiros conjuntos de dados detalhados sobre o desempenho dos mesmos. Devido à flexibilidade da plataforma EF SET, conseguimos adequar essa coleta de dados às informações que cada parceiro considerou mais relevantes. Este relatório também compartilha constatações de alto nível relacionadas a essas iniciativas. Metodologia
Todos os alunos incluídos neste estudo fizeram o teste EF SET de 50 minutos em 2017 ou 2018. Seus dados foram mantidos anônimos e agrupados para a criação do conjunto de dados que informa essa análise. Os dados dos alunos são estritamente protegidos de acordo com toda a legislação aplicável e nunca são compartilhados ou vendidos a terceiros. Incentivamos qualquer escola interessada a participar da nossa pesquisa. Não há custos associados à participação e as escolas recebem relatórios detalhados sobre os resultados dos alunos. Algumas escolas testaram todos os alunos, outras, apenas uma classe. Em alguns países, tivemos instituições participantes do ensino secundário inferior até o ensino superior, enquanto em outros, apenas testamos alunos em um único grau de instrução ou uma faixa etária. Exemplos de algumas das maiores iniciativas nacionais de testes são discutidos no final do relatório. No entanto, muitos professores, professores universitários, escolas particulares e instituições públicas também participaram.
Sobre a EF Education First
A EF Education First (www.ef.com) é uma empresa de educação internacional que se concentra na experiência linguística e acadêmica, no intercâmbio cultural e em viagens educativas, com a missão de "abrir o mundo através da educação". Fundada em 1965, a EF tem mais de 600 escolas e escritórios em mais de 50 países, e é a Parceira Oficial de Treinamento de Idiomas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio de 2020. O Índice de Proficiência em Inglês da EF é publicado pela Signum International AG.
O Índice de Proficiência em Inglês da EF para Escolas (EF EPI-s)
examina a aquisição de habilidades com a língua inglesa de alunos
em período integral com idades entre 13 e 22 anos.
Fatos e números do EF EPI-s
Afeganistão Argélia Argentina Áustria Bielorrússia Bélgica Brasil Chile China Colômbia Tchéquia Japão Cazaquistão Quirguistão Malásia México Holanda Panamá Peru Filipinas Polônia Portugal Dinamarca República Dominicana Equador Egito Finlândia França Alemanha Honduras Índia Indonésia Itália Arábia Saudita Espanha Suécia Suíça Tajiquistão Tailândia Turquia Ucrânia Uzbequistão VietnãQuem são os participantes do teste?
Este relatório reflete dados de testes de 350.000 alunos com idades entre 13 e 22 anos, representando mais de 5.000 escolas e universidades de 43 países. A média de idade dos participantes do teste é 17 anos.
Ensino fundamental 2 (13-15) 23% Ensino médio (16-18) 46% Universidade (19-22) 31%
Escolas e
universidades
Não informado 3% Mulheres 51% Homens 46%Gênero
Idade
Centenas de milhões de crianças no mundo aprendem inglês na escola. Na maioria dos países, o ensino do idioma começa no ensino fundamental I e continua pelo menos até o final do ensino médio. Muitos países incluem uma avaliação do inglês no exame padronizado de conclusão do ensino médio ou no vestibular. Essas avaliações geralmente são elaboradas por educadores do país e medidas para testar os conhecimentos e as habilidades incluídos no currículo desse país. Embora esses resultados sejam úteis para os educadores que estão estudando as tendências de proficiência em inglês em um país específico, a relevância desses resultados como avaliações internacionais é limitada.
bolsas de estudos internacionais, trazem tecnologias educacionais para a sala de aula e recrutam professores de inglês nativos. Os impactos desses investimentos são evidentes nos resultados aos 13 anos e, na América Latina, aos 16 anos, onde as habilidades com a língua inglesa dos alunos estão alinhadas às habilidades da Europa. É apenas entre os alunos do ensino médio e, em particular, os universitários, que a diferença entre a América Latina e a Europa se destaca. A lacuna com a Ásia começa muito antes. Porém, como os alunos asiáticos continuam melhorando sua proficiência em inglês além dos 16 anos, enquanto o progresso na América Latina fica estagnado, a diferença entre essas duas regiões é quase igual aos 20 anos do que era aos 14 anos.
A proficiência em inglês entre alunos mais velhos e adultos varia muito conforme o país e a região. Porém, poucas dessas diferenças são visíveis entre os alunos mais jovens: uma característica marcante do conjunto de dados do EPI-s é como as habilidades com a língua inglesa dos alunos são semelhantes aos 13 anos de idade em todo o mundo. Em parte, essa paridade reflete os esforços para melhorar o ensino do idioma, esforços esses que começam a mostrar resultados. Por exemplo, na última década, um grande número de sistemas de ensino da Ásia e da América Latina direcionou recursos para melhorar o ensino da língua inglesa, lançando iniciativas que reciclam professores, oferecem
Pontuação do EF SET 40 50 60 0 10 20 30
Pontuação do EF SET por idade e região
13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Idade
Aos 13 anos, mais de 70% dos alunos de todo o mundo têm um nível inicial de inglês (A1) ou básico (A2). Os ganhos na proficiência em inglês nos dois anos subsequentes mostram uma rápida migração dos alunos para fora dessas faixas mais baixas, em particular, no nível A1. No entanto, a partir dos 16 anos e até o final do ensino médio, os alunos das faixas de proficiência mais baixas deixam de migrar. Esses alunos parecem estar impedidos de prosseguir. No entanto, o crescimento para os alunos de nível superior continua à medida que eles saem das faixas intermediárias (B1 e B2) para níveis mais avançados (C1 e C2).
As tendências no nível universitário são muito menos claras. Por um lado, os alunos com 21 anos de idade têm a menor proporção de falantes de inglês de nível A1 do que qualquer outra faixa etária. Por outro lado, os jovens de 21 e 22 anos têm menores proporções de alunos avançados de C2 do que os jovens de 17 e 18 anos. Em outras palavras, no final da universidade, os alunos estão mais concentrados no meio do espectro de proficiência. Uma descoberta preocupante aqui é que a maioria dos alunos não está atingindo o nível de habilidade necessário para o inglês de nível profissional. O nível mínimo de proficiência exigido para um local de trabalho internacional é o intermediário superior (B2), um nível atingido por menos de 20% dos alunos universitários que testamos.
Ao estudar esses dados, é importante ter em mente que eles representam apenas uma amostra, em vez de um intervalo de tempo. Os alunos foram testados uma vez em 2017 ou 2018, não sendo acompanhados ano a ano. Ainda assim, a falta de uma tendência coerente no nível universitário indica uma maior falta de coordenação no ensino da língua inglesa no nível universitário em todo o mundo. Algumas universidades podem estar ensinando o idioma ou até mesmo oferecendo aulas em inglês para alguns cursos e disciplinas. Outras abandonaram inteiramente o ensino do inglês. Como resultado, o progresso dos alunos na aquisição de habilidades de nível profissional com a língua inglesa no nível superior é acidental. Idade 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Porcentagem cumulativa 100 0 20 40 60 80
Distribuição de alunos de acordo com o CEFR
Velocidade de aprendizagem
Ao analisar um currículo típico, pode parecer que as habilidades dos alunos com a língua inglesa deveriam melhorar constantemente de ano a ano durante o ensino médio. Afinal, em qualquer sistema de ensino, os alunos recebem quantidades semelhantes de aulas a cada ano, aprendem com professores com qualificações semelhantes e seguem um currículo projetado para um progresso constante. No entanto, os dados mostram uma história diferente. Em média, em todo o mundo, os alunos têm ganhos desproporcionalmente grandes durante o ensino fundamental II e apenas ganhos moderados no ensino médio. No nível universitário, como discutido anteriormente, o ensino do inglês é muito mais aleatório, cujos resultados são corroborados pelos dados.
A proficiência em inglês para adultos é mais alta na Europa e, por isso, é conveniente explorar como os sistemas de ensino do continente conseguem ensinar inglês tão bem. Nossa constatação mais surpreendente é que, embora a velocidade de aprendizagem dos alunos europeus também diminua à medida que eles vão ficando mais velhos, eles continuam melhorando sua proficiência em inglês de forma constante, ganhando, em média, mais de um ponto por ano ao longo da sua educação. Uma faixa do CEFR nessa escala corresponde a cerca de 10 pontos. Na América Latina, a melhora dos alunos diminui mais cedo e mais acentuadamente. Na Ásia, a velocidade de aprendizagem é mais lenta, talvez porque muitos alunos enfrentam dificuldades adicionais para dominar um novo alfabeto e um tipo muito diferente de linguagem. Mesmo assim, os alunos asiáticos também mostram Por que o progresso é menor no ensino
médio do que no ensino fundamental II? Um dos motivos tem a ver com a natureza da aprendizagem de línguas por si só: em geral, é mais fácil adquirir habilidades linguísticas de nível inferior do que as de nível superior. Simplificando, os iniciantes aprendem mais rápido. Porém, essa observação por si só não oferece uma explicação completa para o progresso errático que vemos em nossos dados. Em particular, descobrimos que as regiões passam por essa desaceleração em diferentes pontos da escolaridade e em diferentes graus, indicando que uma queda natural na taxa de aprendizagem não é o único fator. Em alguns lugares, descobrimos que o progresso de muitos alunos está completamente parado, mesmo que o currículo indique que eles ainda estão recebendo o mesmo número de horas de ensino de inglês.
Progresso anual médio por região
Ensino fundamental II Ensino médio Universidade
Mundo Europa Ásia América Latina
Mudança na pontuação do EF SET por ano +4
0 +1 +2 +3
um declínio na taxa de aprendizagem à medida que vão ficando mais velhos, progredindo em apenas meio ponto por ano, em média, no momento em que chegam à universidade. Esses padrões sugerem que os adultos europeus falam melhor inglês, não tanto porque aprendem a língua mais rapidamente nos primeiros anos de escolaridade, mas porque continuam aprendendo constantemente, mesmo depois de terem chegado à universidade. É importante notar, porém, que essas trajetórias variam substancialmente de país para país. Os alunos do Brasil, por exemplo, melhoram rapidamente no ensino médio, mas quase nada nos anos seguintes. Os alunos da Espanha aprendem mais inglês no ensino médio do que no ensino secundário inferior, mas seu progresso durante a universidade
é mínimo. Na Suíça, a trajetória de aprendizado segue a tendência europeia, mas os alunos progridem mais anualmente que a média regional a cada ano e continuam a ter ganhos substanciais mesmo quando chegam ao final de sua educação formal. De fato, os alunos universitários suíços melhoram em quase três pontos por ano: muito acima da média europeia.
Esses dados sugerem que muitos sistemas de ensino, apesar de terem sucesso na introdução dos alunos aos conceitos básicos da língua inglesa, estão lutando para construir competências além desse nível. Do ponto de vista do ensino, a sustentação da dinâmica em níveis mais elevados de proficiência requer um conjunto de ferramentas substancialmente diferentes. Em muitos países, os professores de inglês têm apenas proficiência intermediária em inglês.
Infelizmente, o inglês de nível inicial é de pouca utilidade no mercado de trabalho. A maioria dos trabalhos que usa a língua inglesa requer um nível B1 ou B2. Os sistemas universitários e as escolas técnicas podem ser os mais bem equipados para desenvolver proficiência nos níveis intermediário e avançado, particularmente no que se refere ao vocabulário específico do setor. Uma definição mais clara dos requisitos e currículos da língua inglesa no ensino superior melhoraria os resultados.
Progresso anual médio por país
Alunos do ensino médio
-3,0 0,0 +8,0
Colômbia
-0,30 Japão +1,31 Suécia +4,02 Bélgica +5,87
Turquia -2,36 Vietnã Chile +3,48 +0,99 Ucrânia +1,82 Dinamarca +4,63 Mudança na pontuação do EF SET por ano
Alunos universitários
-3,0 0,0 +8,0 México -1,72 França -0,11 Holanda +1,42 Suíça +2,83 China -1,54 Índia +0,99 Indonésia +2,12 Mudança na pontuação do EF SET por anoAlunos do ensino fundamental II
Mudança na pontuação do EF SET por ano
-3,0 0,0 +8,0
Equador
-0,88 Tailândia +2,10 Argentina +3,59 Peru +5,28 Brasil +7,58
Cazaquistão
+1,06 Espanha +2,97 Itália +4,04
Gênero
Em todas as faixas etárias, os alunos do sexo feminino superam os alunos do sexo masculino quando se trata da aprendizagem da língua inglesa. Essa constatação é paralela às constatações entre os adultos, em que constatamos consistentemente que as mulheres têm um inglês melhor que o dos homens. Uma tendência mais impressionante surge quando examinamos as habilidades de compreensão auditiva e leitura separadamente. As habilidades auditivas seguem a tendência geral, com uma ligeira vantagem entre as mulheres, que se estreita com a idade.
As habilidades de leitura, no entanto, são equivalentes entre os alunos mais jovens. A divisão por gênero só aparece aos 17 anos, com os meninos seguindo as meninas na compreensão de leitura em inglês do ensino médio até a universidade. Essa disparidade coloca os meninos em uma desvantagem específica em cursos que usam livros didáticos e materiais de leitura em inglês. Seria bom se os professores desses níveis educacionais levassem em conta esse déficit durante suas avaliações para melhoria do apoio aos alunos individualmente.
Pontuações do EF SET por idade e gênero
Média mundial
Age 30 35 40 45 50 14 16 18 20 22 Pontuação do EF SET Age 30 35 40 45 50 14 16 18 20 22 Pontuação do EF SETMundial: Média da compreensão auditiva e de leitura
Compreensão auditiva - Mulheres Compreensão auditiva - Homens
Leitura - Mulheres Leitura - Homens Mulheres Homens
Tipo de habilidade
As habilidades de compreensão auditiva em inglês se desenvolvem mais rapidamente do que as habilidades de leitura e a diferença entre as duas competências aumenta a cada ano até os 20 anos de idade. Essa diferença é muito maior que a diferença entre gêneros. Por meio de um maior detalhamento para observar os alunos de uma única faixa etária, encontramos uma gama mais ampla de habilidades de compreensão auditiva de inglês, enquanto as habilidades de leitura estão agrupadas com mais intensidade nos níveis mais baixos. Essas constatações preocupam os educadores que tentam treinar os alunos para uma força de trabalho do século XXI com foco na tecnologia digital, onde as habilidades com textos em inglês são essenciais.
Uma das razões para essa diferença nas habilidades é que muitos sistemas de ensino estão dando ênfase crescente à comunicação oral, à medida em que se afastam da gramática e dos exercícios de tradução e se direcionam para a instrução comunicativa. Outro fator pode ser o consumo da mídia. Os alunos de hoje têm uma exposição mais frequente ao inglês falado fora da sala de aula por meio de filmes, programas de TV e músicas em inglês.
Para ser claro, a instrução voltada para a comunicação e o consumo da mídia em inglês são desenvolvimentos positivos para os alunos, mas os educadores claramente precisam fazer mais para desenvolver as habilidades de leitura. O inglês escrito usa uma variedade muito maior de vocabulário e estruturas de frases mais complexas que o inglês falado e requer instrução e prática dedicadas. Essa habilidade é especialmente importante no local de trabalho, onde os profissionais precisam entender documentos, e-mails, notícias e pesquisas.
Age 30 35 40 45 50 14 16 18 20 22 Pontuação do EF SET
Pontuações do EF SET por tipo de habilidade
Pontuação de compreensão auditiva Pontuação de leitura
Distribuição da pontuação por tipo de habilidade
(aos 16 anos de idade)
A1 A2 B1 B2 C1 C2 Combinadas Compreensão Leitura
auditiva Porcentagem cumulativa 100 0 20 40 60 80
Em foco: Equador
Em 2017, o Ministério da Educação do Equador abordou a EF com preocupações sobre o nível de ensino do inglês nas escolas. Juntos, avaliamos uma amostra de alunos em todas as regiões do país (as províncias costeiras, as terras altas e as ilhas Galápagos), do 10º ano do ensino fundamental (15 anos) e do 3º ano do ensino médio (18 anos). O Ministério agora está usando esses resultados para implementar mudanças no currículo, com o objetivo de instruir todos os alunos a pelo menos um nível B1 de inglês até o final do ensino médio.
No entanto, um pequeno número de alunos do Equador atingiu altos níveis de proficiência em inglês. Esses alunos começaram de uma linha de base mais alta aos 15 anos e mostraram uma melhora constante até o final do ensino médio, ainda que, mesmo entre essa população de alto desempenho, não tenha havido evidências de um progresso consistente no nível universitário. Ainda assim, entender como os alunos de alto desempenho diferem do restante da população estudantil poderia fornecer modelos para um sucesso mais amplo. Escolas individuais e universidades no
Equador também usaram o EF SET para avaliar seus alunos em 2017 e 2018 fora dessa iniciativa de teste, o que nos dá uma amostra de mais de 100.000 alunos equatorianos de diferentes idades para análise. A grande maioria, em todas as faixas etárias, se apresentou no nível A1 ou pré-A1 em inglês, e não encontramos evidências no progresso da proficiência em inglês de um ano para o outro, embora o inglês seja uma matéria obrigatória em todos os níveis do ensino médio.
15 16 17 18 19 20 21 22 Idade Pontuação do EF SET 28 30 20 22 24 26
Proficiência em inglês por idade
Idade 20 30 40 60 B2 B1 A2 A1 50 15 16 17 18 19 20 21
Pontuação do EF SET Nível do CEFR
Pontuação do Equador (Percentis)
Percentil 95
Percentil 90
Percentil 75 Percentil 50 Percentil 25
A1 A2 B1 B2 C1 C2
Em foco: Itália
Por iniciativa do Ministério da Educação da Itália, mais de 30.000 alunos do ensino médio de todo o país participaram do EF SET entre março e junho de 2017. Oitenta e oito por cento dos alunos tinham 16 ou 17 anos quando foram testados. Este foi o segundo ano em que o governo italiano usou o EF SET para avaliar os alunos, e a iniciativa é o primeiro passo para um plano mais amplo para avaliar e melhorar o ensino de inglês no sistema de ensino italiano.
participantes para se chegar a uma conclusão. Há uma necessidade clara de análise das habilidades em inglês pelas autoridades italianas. De acordo com o EF EPI 2019, os adultos italianos têm o nível mais baixo de proficiência em inglês da UE. De modo geral, os alunos das escolas urbanas
demonstraram maior proficiência em inglês do que os das escolas suburbanas, e os alunos das escolas secundárias em geral (Liceus) tinham proficiência muito maior em inglês do que em escolas técnicas e profissionalizantes. Os dados também sugeriram que os alunos de escolas particulares tinham melhores habilidades em inglês, mas houve poucas escolas particulares
Geral Escola vocacional Suburbanas Geral Particulares Escola técnica Urbanas Públicas Liceu Porcentagem cumulativa Porcentagem cumulativa 100 100 0 0 20 20 40 40 60 60 80 80
Distribuição de alunos de acordo com o CEFR
Detalhamento por características das escolas
Em foco: Cazaquistão
Por iniciativa do governo de Nur Sultan (até recentemente Atsana), capital do Cazaquistão e sua segunda maior cidade, os alunos do ensino médio de 50 escolas participaram do EF SET nos últimos meses de 2018. Durante o mesmo período, os alunos de 250 escolas de ensino médio da região de Almaty foram testados sob a orientação do governo regional. Outros 4.000 alunos das redes de elite trilíngues de Daryn e Nazarbayev Intellectual School de todo o país participaram do EF SET também no final de 2018. Todos os alunos participantes receberam certificação pelo nível de inglês.
A diferença entre gêneros no Cazaquistão segue, de modo geral, a tendência mundial, mas é mais ampla que a média e tende a aumentar com a idade até o final do ensino médio. No entanto, quase não existe diferença entre os gêneros na população adulta, o que é uma nova tendência, visível apenas entre a geração mais jovem, ou uma tendência que se corrige após os 18 anos por meio da educação universitária, do estudo no exterior ou da exposição à língua inglesa no local de trabalho. A diferença das habilidades entre as
escolas públicas seletivas e as escolas públicas normais é interessante, pois demonstra o impacto da seletividade e da educação diferenciada. Aos 11 anos, quando a seleção é feita, a diferença das habilidades em inglês é pequena. Aos 18 anos, os alunos que continuaram em escolas normais quase não melhoraram a proficiência em inglês, enquanto aqueles que receberam uma educação trilíngue tiveram um enorme progresso.
Idade 25 30 35 40 55 50 45 10 12 14 16 18 Pontuação do EF SET
Pontuação da EF por idade:
Escolas tradicionais de Almaty vs. trillíngues
NIS (Nazarbayev Intellectual School) Escolas de Daryn Escolas normais
Idade 28 29 30 31 34 33 32 10 12 14 16 18 Pontuação do EF SET
Pontuações do EF SET por idade e gênero (Cazaquistão)
Em foco: Indonésia
Várias centenas de diretores de escolas, professores de inglês e professores universitários da Indonésia testaram seus alunos usando o EF SET em 2017 e 2018. Mais de 8.500 alunos de todo o país concluíram o teste. Esse teste não foi o resultado de um projeto coordenado liderado pelo Ministério da Educação e Cultura, mas surgiu de uma enxurrada de interesses entre educadores e líderes institucionais.
Com o uso das informações sobre as cidades de residência dos alunos, pudemos realizar análises geográficas da distribuição das habilidades em inglês. Esse tipo de coleta de dados é particularmente útil quando cidades ou regiões têm autonomia no recrutamento e treinamento de professores ou no planejamento curricular e no agendamento de aulas, permitindo comparações entre diferentes abordagens educacionais. As disparidades na Indonésia podem ser impressionantes. Por exemplo, Tangerang e Jacarta são cidades vizinhas (na verdade, o aeroporto de Jacarta está, na verdade, localizado em Tangerang) mas, apesar da proximidade, a proficiência em inglês dos alunos é marcadamente diferente. Diferenças na riqueza e na demografia nas duas cidades são provavelmente fatores contribuintes. Aos 15 anos, 70% dos alunos testados na
Indonésia estavam na faixa de proficiência A1 ou A2. Aos 22 anos de idade, 43% dos alunos permaneceram nas faixas de proficiência mais baixas, mas um terço atingiu o nível B2 ou superior, o nível de inglês recomendado para locais de trabalho internacionais. Nossos dados sugerem que muitos alunos progridem mesmo nos últimos dois anos da universidade. Essa é uma descoberta surpreendente, embora possa ser em grande parte resultado da seletividade. Nem todos conseguem continuar seus estudos em um nível tão alto, e aqueles que o fazem já conseguem falar inglês melhor.
Porcentagem de alunos 100 0 20 40 60 80
Distribuição de alunos de acordo com o CEFR
Idade 16 17 19 20 15 18 21 22 A1 A2 B1 B2 C1 C2 Idade 30 35 40 45 50 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Pontuação do EF SET
Pontuações do EF SET: Jacarta vs Tangerang (Indonésia)
Conclusões
Cada vez mais, a transição para a força de trabalho requer pelo menos um certo domínio da língua inglesa. Com o reconhecimento das realidades do mercado global, as autoridades do setor de educação de todo o mundo fizeram do inglês uma parte fundamental de seus currículos. Se os seus sistemas de ensino conseguem realmente atingir esses objetivos é outra história. Um problema é que os sistemas de ensino não fazem o suficiente para acompanhar como os alunos desenvolvem habilidades com a língua inglesa ao longo do tempo. Avaliações periódicas e padronizadas para o desenvolvimento de matemática ou alfabetização são muito mais comuns do que avaliações do progresso com a língua inglesa. Muitas vezes, o teste de inglês padronizado só ocorre no final da educação pública de um aluno, em algum tipo de exame final ou no vestibular. Para muitos alunos, isso é tarde demais. Se a língua inglesa é realmente uma habilidade essencial para o local de trabalho moderno, como muitos empregadores insistem, então ela deve ser tratada como tal, não apenas por meio de avaliações precisas e oportunas, mas também por meio de programas rigorosos de treinamento e certificação de professores.
Com base em nossa pesquisa, temos as seguintes recomendações para educadores e autoridades:
• Adotar padrões de avaliação comparáveis que acompanhem o progresso da aprendizagem da língua inglesa em todos os níveis de ensino. Avaliações regulares, acessíveis e padronizadas ajudam os alunos e seus pais a acompanharem o progresso ano a ano. Essas avaliações também fornecem aos educadores e às autoridades os dados necessários para ver como os alunos estão aprendendo, para identificar problemas e adaptar o currículo de acordo.
As autoridades, professores, pais e alunos querem sistemas
de ensino que preparem os jovens com as habilidades
necessárias para encontrar emprego.
• Estabelecer a proficiência em inglês como uma competência essencial. Quando for exigido dos alunos um determinado nível de proficiência em inglês para avançar para uma nova fase da educação formal, todos levarão o idioma muito mais a sério. Os sistemas de ensino precisam deixar claro para os professores, alunos e pais que a proficiência em inglês é um componente essencial para o sucesso acadêmico. • Alinhar o ensino da língua inglesa para
garantir transições suaves entre os estágios de aprendizagem. Os alunos se beneficiam com um currículo de ensino coerente, claro e consistente. Em diferentes idades e fases, os alunos podem precisar de mais prática oral, mais foco em habilidades de escrita ou mais atenção à leitura crítica. Desde o ensino fundamental até a universidade, cursos de formação profissional e outros, uma melhor coordenação ajuda os educadores a montarem currículos que desenvolvam competências adquiridas e evitem a repetição. • Promover o equilíbrio entre diferentes
habilidades com a língua inglesa. Existe uma disparidade marcante entre a proficiência de leitura e compreensão auditiva de muitos alunos. Uma competência na língua inglesa em todos os aspectos é mais poderosa do que habilidades isoladamente desenvolvidas. Um currículo equilibrado contribui para habilidades orais com a língua inglesa cedo, enquanto as crianças ainda estão desenvolvendo sua própria proficiência na língua materna e, em seguida, enfatiza habilidades de escrita e vocabulário para apoiar a transição aos estudos universitários avançados e ao mundo profissional.
• Ensinar a língua inglesa sistematicamente no nível universitário. Os alunos precisam desenvolver habilidades com a língua inglesa para fins profissionais específicos como parte de seu treinamento de carreira e precisam aprender essas habilidades com um currículo estruturado. Quando os alunos adquirem habilidades e vocabulário específicos durante o ensino superior, eles obtêm ferramentas essenciais para a prontidão operacional da força de trabalho.
• Incluir o ensino do inglês nas escolas técnicas e profissionalizantes. Os alunos que escolhem uma carreira vocacional ou técnica no ensino médio precisam de conhecimentos de inglês tanto quanto os alunos que optam por uma carreira literária ou científica. Carreiras duram décadas e ninguém pode prever possíveis alterações nas exigências do local de trabalho. Atualmente, o inglês é uma habilidade fundamental, como a leitura e a matemática. Todos os alunos merecem dominar a língua em um nível suficiente para o sucesso profissional. • Comparar os alunos com seus colegas
em outros países. Os sistemas de ensino individuais têm seus próprios pontos fortes e fracos. Ao comparar o desenvolvimento da proficiência em inglês de seus alunos com o de seus colegas de outras partes do mundo, os sistemas de ensino podem compreender melhor os pontos fortes e fracos e podem avaliar a capacidade de preparo dos alunos para uma força de trabalho global competitiva. Nossa equipe de pesquisa incentiva as autoridades da área de educação e os administradores de escolas a aproveitarem todo o potencial do conjunto de testes da língua inglesa desenvolvido para essa pesquisa, com o objetivo de melhorar os resultados do ensino do idioma. Estamos prontos para oferecer suporte a escolas, regiões e países individuais que desejam usar o EF Standard English Test (EF SET) para avaliar seus alunos.
C2
B2
A2
B1
A1
C1
• Pode entender com facilidade praticamente qualquer coisa escutada ou lida. • Pode sintetizar informações de diferentes fontes faladas e escritas,
reconstruindo argumentos e depoimentos em uma apresentação coerente. • Pode expressar-se espontaneamente, muito fluentemente e precisamente,
diferenciando graus sutis de significado, mesmo em situações mais complexas.
• Pode entender uma grande variedade de textos difíceis e compridos, além de entender significados implícitos.
• Pode expressar-se fluentemente e espontaneamente sem procurar obviamente por expressões.
• Pode usar o idioma flexivelmente e efetivamente para fins sociais, acadêmicos e profissionais.
• Pode produzir texto claro, bem estruturado e detalhado sobre assuntos complexos, demonstrando uso controlado de padrões organizacionais, conectores e instrumentos de coesão.
• Pode entender as ideias principais de um texto complexo sobre assuntos concretos e abstratos, incluindo discussões técnicas no seu campo de especialização. • Pode interagir com um grau de fluência e espontaneidade, o que possibilita
a interação rotineira com falantes nativos, muito possivelmente sem esforço entre as partes.
• Pode produzir textos claros e detalhados sobre uma grande variedade de assuntos e explicar um ponto de vista sobre um problema, demonstrando vantagens e desvantagens de diferentes opções.
• Pode entender as ideias principais de conversas claras e comuns sobre assuntos conhecidos encontrados regularmente no trabalho, escola, diversão, etc. • Pode lidar com a maioria das situações enfrentadas ao viajar para um
país onde o idioma é falado.
• Pode produzir textos simples sobre assuntos familiares ou de interesse pessoal. • Pode descrever experiência e eventos, sonhos, esperanças e ambições,
além de oferecer motivos e explicações breves de opiniões e planos.
• Pode entender frases e expressões usadas frequentemente relacionadas com as áreas mais relevantes (por ex. informações pessoais e familiares muito básicas, compras, geografia local, emprego).
• Pode comunicar-se durante tarefas rotineiras que requerem um intercâmbio de informações simples e direto sobre assuntos familiares. • Pode descrever, em termos simples, aspectos do seu passado, ambiente
em que se encontra e assuntos em áreas de necessidade imediata.
• Pode entender e utilizar expressões rotineiras familiares e frases muito básicas voltadas para a satisfação de necessidades concretas. • Pode apresentar-se e a outras pessoas e fazer perguntas pessoais como
onde ele/ela vive, pessoas que ele/ela conhecem e coisas que ele/ela tem. • Pode interagir de maneira simples se a outra pessoa falar devagar,
claramente e estiver preparada para ajudar.
Citação do conselho europeu Usuário Proficiente
Usuário Independente
Por meio de uma avaliação contínua
e padronizada das habilidades com
a língua inglesa, os educadores
podem identificar áreas de melhoria
e estratégias de sucesso nos níveis
institucional, nacional e internacional.
O EF Standard English Test (EF SET)
foi projetado para esse propósito.
métodos de outros testes padronizados de inglês, o EF SET baseia-se em uma pesquisa sustentada por evidências e anos de investimento contínuo. Os itens dos testes são criados por examinadores experientes, cuidadosamente revisados por um grupo de especialistas e aplicados a mais de 150.000 alunos de 80 países. Uma análise de terceiros, em 2014, mostrou que os resultados do EF SET se correlacionam muito aos resultados do TOEFL iBT e do IELTS para os mesmos participantes do teste. Isso significa que todos os três exames medem um conjunto comum de traços de compreensão de leitura e compreensão auditiva. Para obter mais informações sobre o EF SET e a pesquisa por trás dele, acesse efset.org/research.
Os sistemas de ensino usam o EF SET para avaliar os alunos em seu próprio ritmo, com qualquer frequência que eles julguem apropriada. Como o teste é totalmente gratuito, é possível avaliar uma grande população de alunos em diferentes tipos de escolas e níveis de educação apenas pelo custo de coordenação do esforço. Os ministérios da educação também utilizaram o EF SET com sucesso para avaliar os professores em contextos em que um treinamento adicional será disponibilizado para aqueles que precisarem. Após a conclusão dos testes, as escolas participantes recebem relatórios personalizados com as pontuações do EF SET e os níveis do CEFR dos alunos, além de comparações entre os grupos de alunos determinados pelos organizadores do projeto de avaliação, seja uma escola individual ou um sistema educacional mais amplo. Além disso, cada aluno pode receber um certificado de nível do EF SET correspondente ao CEFR, desde que o teste seja administrado em um ambiente supervisionado. Todos os dados dos testes dos alunos em nível mundial são mantidos anônimos e usados para gerar referências internacionais para o aprendizado de inglês, bem como para este relatório bianual. Convidamos todas as escolas, universidades e ministérios da educação a participar de nossas pesquisas contínuas.