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RessonanciaMAgntica

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(1)

Centro de Imagens e Espectroscopia

In Vivo por Ressonância Magnética

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Instituto de Física de São Carlos

19/07/2012 [email protected]

Imagens por Ressonância Magnética:

Princípios e Aplicações

(2)

1924 - Pauli sugere que partículas nucleares possuem momento angular (spin). 1937 – Rabi mede o momento angular do núcleo. 1944 – Rabi recebe o prêmio Nobel de Física. 1952 – Purcell e Bloch dividem o prêmio Nobel de

M

R

1974 – Damadian patenteia a idéia de scanner para

detecção de tecido maligno.

1973 – Lauterbur publica o método para gerar imagens utilizando gradientes de NMR.

NMR se torna MRI

Scanners clínicos começam a se tornar prevalentes. 1985 – Reembolso por exames de RM começam a ser aprovados pelos

convênios.

I

f

RM: L

INHA DO

T

EMPO

1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000

1946 – Purcell demonstra que a matéria absorve energia na freqüência de ressonância.

1946 – Bloch mostra que a precessão nuclear pode ser medida por bobinas detectoras.

prêmio Nobel de Física.

M

R

1959 – Singer mede fluxo sanguíneo utilizando NMR (em camundongos).

1973 – Mansfield, independentemente, publica a abordagem de gradientes para NMR.

1975 – Ernst desenvolve a

transformada de Fourier 2D para RM. NMR se torna MRI

I

1990 – Ogawa e colaboradores propõem o método de fMRI utilizando contraste endógeno baseado na oxigenação sanguínea.

f

(3)

A primeira tentativa de

obter uma imagem em

humanos. Dr. Raymond

Damadian foi o primeiro

paciente. Dadas as

M

ARÇO DE

1977

paciente. Dadas as

dúvidas sobre os

resultados, ele utilizou um

monitor cardíaco e um de

pressão.

(4)

A primeira tentativa bem sucedida de se obter uma imagem de

RM humanos. Dr. Lawrence Minkoff foi o voluntário.

(5)
(6)
(7)

A carga elétrica na superfície do próton cria um pequeno loop de corrente, o que dá origem ao momento magnético ( ); A rotação do próton dá origem ao momento angular (J); Ambos e J são

P

ROPRIEDADES DO NÚCLEO ATÔMICO

Ambos e J são representados por vetores que apontam ao longo do eixo de rotação

e cuja direção pode ser determinada pela regra

da mão direita;

Um núcleo pode ser observado por RM se tem momento angular e

(8)

Na ausência de um campo magnético

intenso, os spins ficam randomicamente

P

RÓTONS NA AUSÊNCIA DE CAMPO MAGNÉTICO

randomicamente orientados.

Neste caso, a

magnetização (M) do sistema é nula.

(9)

C a m p o M a g n é ti co

P

RÓTONS SE ALINHAM AO CAMPO MAGNÉTICO

...

C a m p o M a g n é ti co B0

(10)

Eixo de Precessão C a m p o M a g n é ti co

...

MAS SE MOVEM AO REDOR DO EIXO DO CAMPO

PRINCIPAL EM UM MOVIMENTO CONHECIDO POR

PRECESSÃO

C a m p o M a g n é ti co B0

(11)

A precessão dos núcleos em torno do campo principal ocorre em uma freqüência

específica dada pela equação de Larmor

ω

ω

ω

ω

=

γγγγ

B

0

F

REQUÊNCIA DE

L

ARMOR C a m p o M a g n é ti co B0

ω

ω

ω

ω

=

γγγγ

B

0

onde:

ω

:

freqüência de Larmor

γ

:

constante giromagnética

B0: campo magnético principal

Núcleo Giromagnética (MHz/T)Constante

1H 42.58

13C 10.71

15N 4.31

19F 40.05

(12)

Hidrogênio (1H) em 1.5T: ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T = 63.87 MHz

F

REQUÊNCIA DE

L

ARMOR Hidrogênio (1H) em 3.0T: C a m p o M a g n é ti co B0

Núcleo Giromagnética (MHz/T)Constante

1H 42.58 13C 10.71 15N 4.31 19F 40.05 31P 17.23 Hidrogênio ( H) em 3.0T: ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T = 127.74 MHz Fósforo (31P) em 1.5T: ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T = 25.85 MHz

(13)

Hidrogênio (1H) em 1.5T: ω = 42.58 MHz/T x 1.5 T = 63.87 MHz

F

REQUÊNCIA DE

L

ARMOR Hidrogênio (1H) em 3.0T: C a m p o M a g n é ti co B0 Hidrogênio ( H) em 3.0T: ω = 42.58 MHz/T x 3.0 T = 127.74 MHz Fósforo (31P) em 1.5T: ω = 17.23 MHz/T x 1.5 T = 25.85 MHz Radiofrequência (RF)

(14)

Magnetização

Magnetização

núcleo µ: momento magnético B0

)

(

dt

d

B

×

=

γ

dM

1

)

(

dt

d

B

M

M

×

=

γ

(Prótons não interagentes)

x y z B0 M0

= i i V 1 M

(15)

Magnetização

Magnetização

Prótons interagentes?

Prótons interagentes?

)

(

dt

d

B

M

M

×

=

γ

(Prótons não interagentes)

z

B

=

B

0

ˆ

Campo Externo:

y

x

M

=

M

x

ˆ

+

M

y

ˆ

z

M

//

=

M

z

ˆ

0

dt

dM

z

=

)

(

dt

d

B

M

M

×

=

γ

Prótons interagentes?

Prótons interagentes?

+ ?

+ ?

+ ?

+ ?

(16)

Relaxação Longitudinal

Relaxação Longitudinal

Interação dos prótons com a rede:

(

M

M

)

dt

dM

z 0 z

=

?

?

1

T

1

Determinado Empiricamente

T1: Tempo de Relaxação Longitudinal (Spin-Rede)

)

e

1

(

M

e

)

t

(

M

)

t

(

M

=

(tt0 ) T1

+

(tt0 ) T1 Tecido T1 (ms) T2 (ms) matéria cinzenta 950 100 matéria branca 600 80 músculo 900 50 fluido cérebro-espinhal 4500 2200 gordura 250 60 sangue 1200 100-200

Valores típicos de tempos de relaxação, T1 e T2, de hidrogênio em diferentes

tecidos humanos medidos em 1.5T e 37ºC

)

e

1

(

M

e

)

t

(

M

)

t

(

M

0 1 (t t0 ) T1 0 T ) t t ( 0 z z − − − −

+

=

(17)

Relaxação Transversal

Relaxação Transversal

Campo Local =

Campo Local = campo externo

+

campos gerados pelos “vizinhos”

µ

z z z

Variação no Campo Local

) B ω

( 0 =

γ

0

Variação na Freq. Precessão

⊥ ⊥ ⊥

=

M

×

B

M

M

2

T

1

)

(

dt

d

γ

M M M µ µ y y y y y y z z z x x x x x x 2

T

dt

T2: Tempo de Relaxação Transversal (Spin-Spin) ⊥ ⊥ =      M M 2 \ T 1 dt d (RG) 2 T t

e

)

0

(

)

t

(

− ⊥

= M

M

(18)

Equação de Bloch

Equação de Bloch

⊥ ⊥ ⊥

=

M

×

B

+

M

M

2 z 0 1

T

1

)

M

M

(

T

1

)

(

dt

d

γ

2 x y 0 x T M M dt dM − =

ω

y x 0 y M M dM − − = ω )) t ( sen ) 0 ( M ) t cos( ) 0 ( M ( e ) t ( Mx =t T2 x

ω

0 + y

ω

0 )) t ( sen ) 0 ( M ) t cos( ) 0 ( M ( e ) t ( My =t T2 y

ω

0 x

ω

0 ) M M ( T 1 dt dM z 0 1 z = 2 x 0 T M dt = −ω − ) e 1 ( M e ) 0 ( M ) t ( M 1 t T1 0 T t z z − − − + = )) t ( sen ) 0 ( M ) t cos( ) 0 ( M ( e ) t ( My = y

ω

0x

ω

0

0

)

(

M

)

(

M

x

=

y

=

0 z

(

)

M

M

=

(19)

Z’ M Precessão em torno de B1

CAMPO DE RF (B

1

)

X’ Y’

B

0 B1

(20)

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

Z’

X’

Y’

(21)

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

Z’ X’ Y’

B

0 B1

(22)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(23)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(24)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(25)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(26)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(27)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(28)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(29)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(30)

Z’

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

(31)

Z’ Ângulo de Flip: θ θ θ θ = 90o

CAMPO DE RF (PULSO DE 90

O

)

X’ Y’

B

0 B1

O ângulo do flip é proporcional

à amplitude e à duração de B1:

(32)

Z’ Ângulo de Flip: θ θθ θ = 180o

CAMPO DE RF (PULSO DE 180

O

)

X’ Y’

B

0 B1

O ângulo do flip é proporcional

à amplitude e à duração de B1:

(33)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de

equilíbrio; Z

B0

NADA DURA PARA SEMPRE...

tempo S in al X Y Receptor de RF

(34)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(35)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(36)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(37)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(38)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(39)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(40)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(41)

Uma vez cessado o campo B1, a magnetização retorna à condição de equilíbrio; Z B 0 tempo S in al

FID: free induction decay

NADA DURA PARA SEMPRE...

X

Y

(42)

T

EMPO DE RELAXAÇÃO TRANSVERSAL

(T

2

)

Mxy

37%

T2

t

Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação entre núcleos (relaxação spin-spin)

A completa perda de coerência de fase no plano transversal ocorre com uma constante de tempo T2

Relaxação Transversal: Decaimento da magnetização pela interação entre núcleos (relaxação spin-spin)

A completa perda de coerência de fase no plano transversal ocorre com uma constante de tempo T2

(43)

T

EMPO DE RELAXAÇÃO LONGITUDINAL

(T

1

)

M0

Mz

Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins excitados e o tecido (relaxação spin-rede)

O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre com uma constante de tempo T1

Relaxação Longitudinal: Transferência de energia entre os spins excitados e o tecido (relaxação spin-rede)

O reestabelecimento da magnetização longitudinal ocorre com uma constante de tempo T1

t 63%

(44)

2) Os prótons, absorvem esta energia, pois estão em “ressonância” (mesma freqüência)

1) Energia sob a forma de RF é transmitida aos prótons RF

1H

RM

EM

5

PASSOS

5) Esses sinais são processados e dão origem a imagens

4) Antenas especiais captam esses sinais e os convertem eletronicamente

3) Após um tempo característico,

t, esta energia é reemitida

1

H

RF

(45)

F

ORMAÇÃO DE IMAGENS

:

CONCEITO

Definição da localização espacial

Definição da localização espacial

das fontes que contribuem para o

(46)

U

M EXEMPLO SIMPLES

Entretanto, RM não utiliza mecanismos como projeção,

reflexão ou refração, comumente utilizados em técnicas

(47)

F

ORMAÇÃO DE IMAGENS EM

RM:

FREQUÊNCIA E FASE

θ

θ

θ

θ

ω

ω

ω

ω

θ

θ

θ

θ

=

ω

ω

ω

ω

t

A informação espacial dos prótons contribuindo para o

sinal de RM é determinada pela frequência espacial e

(48)

Campos magnéticos adicionais ao B0 cujas amplitudes variam em determinada direção de forma linear;

A direção da variação pode mudar (X, Y, Z) ...

... entretanto, a direção do campo é sempre paralela a B0!!!

G

RADIENTES

B

0 x y z Gx x y z Gy x y z Gz

(49)

G

RADIENTES

(50)

G

RADIENTES

Gy

(51)

G

RADIENTES

B

Gy

(52)

G

RADIENTES

B

Gy

(53)

G

RADIENTES

B

Gy

(54)

G

RADIENTES

B

Gy

(55)

G

RADIENTES

B

Gy

(56)

G

RADIENTES

B

Gy

(57)

G

RADIENTES

B

Gy

(58)

G

RADIENTES

B

Gy

(59)

G

RADIENTES

B

Gy

(60)

G

RADIENTES

B

Gy

(61)

G

RADIENTES

B

Gy

(62)

G

RADIENTES

B

Gy

(63)

G

RADIENTES

B

Gy

(64)

G

RADIENTES

B

Gy

(65)

G

RADIENTES

B

Gy

(66)

G

RADIENTES

:

SOBREPOSIÇÃO

A aplicação simultânea de dois gradientes resulta em...

Gy

B

0

(67)

G

RADIENTES

:

SOBREPOSIÇÃO

A aplicação simultânea de dois gradientes resulta em...

Gy

B

0

(68)

G

RADIENTES

:

SOBREPOSIÇÃO

A aplicação simultânea de dois gradientes resulta em...

... um outro gradiente!!!

Gy

B

0

(69)

ω

=

γ

(B

0

+ G

x

x)

C

ODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA Gx B0 1 2 3 1 2 3 t t t 1 + 2 + 3 t ω Projeção do Objeto

(70)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

Conceito de fase:

t 3 t 2 t 1 t

(71)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

Conceito de fase:

t 3 t 2 t 1 t

(72)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

Conceito de fase:

t 3 t 2 t 1 t

(73)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

Conceito de fase:

t 3 t 2 t 1 t

(74)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

Conceito de fase:

t 3 t 2 t 1 t

(75)

C

ODIFICAÇÃO DE FASE

t

A fase acumulada (φ) é proporcional ao tempo do gradiente e sua amplitude

(área sob a curva):

φ

=

γ

(B

0

+ G

y

y) t

3 t 2 t 1 t φ φ φ φ

(76)

C

ODIFICAÇÃO ESPACIAL

:

EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO

(77)

C

ODIFICAÇÃO ESPACIAL

:

EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO

(78)

C

ODIFICAÇÃO ESPACIAL

:

EXEMPLO UM POUCO MAIS COMPLEXO Espaço dos dados de RM 1 dado de RM Após codificação de frequência (gradiente x) Após codificação de fase (gradiente y) Antes da codificação

outro dado de RM mais um

(79)

E

SPAÇO K Codificação Codificação de fase de fase Passo #1 Passo #1 Ponto Ponto temporal #1 temporal #1 …….. …….. …….. …….. Ponto Ponto temporal #2 temporal #2 Ponto Ponto temporal #3 temporal #3 Ponto Ponto temporal #1 temporal #1 Ponto Ponto temporal #2 temporal #2 Ponto Ponto temporal #3 temporal #3 Codificação Codificação de fase de fase Passo #2 Passo #2 …….. …….. ……. . ……. . Codificação de Frequência temporal #1

temporal #1 temporal #2temporal #2 temporal #3temporal #3

Ponto Ponto temporal #1 temporal #1 Ponto Ponto temporal #2 temporal #2 Ponto Ponto temporal #3 temporal #3 Passo #2 Passo #2 Codificação Codificação de fase de fase Passo #3 Passo #3

(80)

+Gy

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

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.

.

.

.

.

0 Espaço Físico Espaço K

E

SPAÇO K

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

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.

.

.

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.

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.

.

.

.

.

.

.

+Gx -Gx 0 -Gy

Cada um dos pontos no espaço k (mostrados em amarelo) consiste na soma do sinal de RM de todos os voxels no espaço da imagem

(81)

E

SPAÇO K

Espaço k Imagem

(82)

Imagem Completa

Imagem Completa Imagem de IntensidadeImagem de Intensidade Imagem de DetalhesImagem de Detalhes

Espaço k Completo

(83)

O

SISTEMA DE

RM

Bobina de RF Paciente Equipamento de RM Bobinas de Gradiente Magneto Scanner Cama do Paciente

(84)

RM: C

AMPO MAGNÉTICO PRINCIPAL

Estado da arte:

Sistemas clínicos: 0.1T – 3.0T

Sistemas de animais: 2.0T – 11.7T

Sistemas de animais: 2.0T – 11.7T

Curiosidades:

1 Tesla = 10000 Gauss

(85)

I

MAGENS POR

RM:

ANATÔMICAS

Clinicamente utilizada em uma grande variedade de especialidades

Mama Crânio

Abdômen

Coluna

Coração

A qualidade da imagem é geralmente descrita em termos da relação sinal ruído, da resolução espacial e do contraste.

(86)

DP T2 DWI

I

MAGENS POR

RM:

ANATÔMICAS

(87)

Mão Esquerda; Pé Esquerdo;

I

MAGENS POR

RM:

FUNCIONAIS

(

TAREFAS MOTORAS

)

(88)
(89)
(90)

Centro de Imagens e Espectroscopia

In Vivo por Ressonância Magnética

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Instituto de Física de São Carlos

Fernando F. Paiva [email protected]

Referências

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