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Como Fazer uma Tese de Mestrado

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Academic year: 2021

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(1)

Como Fazer uma

Tese de Mestrado

Luis M. Correia

DEEC-IST/INOV-INESC

(2)

• A escolha. • O desenvolvimento. • A escrita. • A defesa. • Conclusões.

Resumo

(3)

A Escolha

(4)

• Os Profs. do MEEC propõem temas de tese à Coordenação do MEEC.

• Existem 2 épocas de atribuição de teses por ano: • Maio,

• Dezembro.

(5)

Os prazos (1)

Quando Quem? O quê? A Quem? 15 Março Coordenação do MEEC Convite à submissão de propostas Profs.

15 Abril Profs. Submissão de propostas Coordenação do MEEC 30 Abril Coordenação do MEEC Divulgação de propostas Estudantes 30 Maio Estudantes Candidatura

a propostas

Profs. 15 Junho Profs. Atribuição

de teses

(6)

Os prazos (2)

Quando Quem? O quê? A Quem? 30 Setembro Coordenação do MEEC Convite à submissão de propostas Profs.

30 Outubro Profs. Submissão de propostas Coordenação do MEEC 15 Novembro Coordenação do MEEC Divulgação de propostas Estudantes 15 Dezembro Estudantes Candidatura

a propostas

Profs. 15 Janeiro Profs. Atribuição

de teses

(7)

• Os estudantes podem inscrever-se na disciplina de “Introdução à Investigação e ao Projecto em

Engenharia Electrotécnica e de Computadores”,

no semestre anterior à realização da tese.

• A frequência de IIPEEC implica a escolha antecipada do tema de tese e de Prof. Orientador.

• Esta disciplina permite avançar o trabalho de tese, nomeadamente, perceber o problema a resolver e como fazê-lo.

(8)

• Os estudantes devem escolher a tese atendendo a: • tema:

• conhecimento de disciplinas, • interesses técnicos,

• potencial ligação à área de trabalho futura. • Prof. orientador:

• área de trabalho,

• métodos de trabalho,

• (os estudantes devem informar-se junto de colegas de anos anteriores).

(9)

• Cada Prof. tem os seus próprios critérios de escolha.

• Em geral, analisa-se: • média de curso,

• disciplinas na área da tese,

• número de disciplinas em atraso, • “exclusividade” durante a tese, • capacidade de iniciativa.

(10)

O Desenvolvimento

(11)

• Uma tese pode ser estruturada nas fases seguintes: • perceber o problema,

• analisar os métodos para resolver o problema, • definir cenários de aplicação,

• escolher o método para resolver o problema, • desenvolver o método/modelo/algoritmo/…, • implementar o método/modelo/algoritmo/…, • aferir o método/modelo/algoritmo/…,

• analisar os resultados,

• finalizar a escrita do documento.

(12)

• A tese deve ser estruturada de acordo com o tema a ser tratado, e.g.:

Study of basic aspects …

Scenarios development …

Model development …

Model implementation …

Results assessment …

Scenario influence …

Thesis conclusion - conclusion of the thesis by finalising its writing (the previous steps

include the writing of the corresponding chapters).

(13)

• As várias fases da tese devem ser calendarizadas, e.g.:

• Uma tese pode/deve ser encarada como um projeto, onde o recurso a gerir é essencialmente o

(14)

• A atividade de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores é normalmente exercida em gabinetes, para além da que é feita em ambientes industriais.

• É normal ter que

aceder a informação para a realização de um projeto, ao longo do seu desenvolvimento.

Acesso a Informação

[Fonte: fotolia, 2011]

(15)

• A informação disponível pode ser classificada em: • livros de estudo, • manuais de execução, • guiões, • normas, • relatórios técnicos, • artigos técnicos, • folhetos comerciais, • White Papers, • …

Tipo de Informação

[Fonte: busiwiz, 2011]

(16)

• Tradicionalmente, a informação estava em suporte de papel, mas crescentemente, tem vindo a ser criada/transferida para suporte eletrónico.

• Os direitos de autor devem ser respeitados

em qualquer dos formatos.

Suporte da Informação

(17)

• Os processos devem ser planeados, de modo a que as várias atividades se desenrolem atempadamente, e sem criar constrangimentos noutros intervenientes.

Planeamento de Processos

tempo nós outros tempo nós outros

(18)

• A resolução de problemas pode ser estruturada nas fases seguintes:

• entender o contexto;

• identificar a base do problema;

• desenvolver um método para o resolver; • aplicar, e modificar, o método

até resolver o problema.

(19)

• A dificuldade dos problemas aumenta com: • opacidade

(e.g., falta de clareza do contexto), • multiplicidade

(e.g., objetivos diversos), • complexidade

(e.g., inúmeros parâmetros), • dinamicidade

(e.g., soluções variáveis no tempo).

Resolução de Problemas (2)

(20)

• Uma boa maneira de não produzir num dia de trabalho é:

• tomar vários cafés,

• discutir várias vezes futebol, telenovela, ... • rearrumar várias vezes os papeis / ficheiros, • fazer uma reunião desnecessária,

• criar tarefas desnecessárias, • ler coisas desnecessárias, • ler constantemente emails, • fazer fotocópias de algo,

(21)

• Uma boa maneira de produzir bem num dia de trabalho é:

• adquirir hábitos de auto-disciplina,

• usar um programa de gestão de agenda, • criar listas de tarefas a realizar,

• planear tarefas com antecedência,

• executar primeiro tarefas desagradáveis, • estabelecer prioridades,

• auto-avaliar desempenho, • delegar tarefas,

(22)

• “Errare humanum est, perseverare diabolicum.” [Seneca, Século I].

• Quando se fazem erros, há que: • admiti-los,

assumir a responsabilidade, e pedir desculpa;

• perceber as causas, e corrigi-los;

• planear para evitar

que voltem a acontecer.

Lidando com os Erros

(23)

• É normal/aconselhável iniciar-se um processo de dimensionamento com uma busca de informação sobre o que já foi feito sobre o assunto (estado da arte).

• Sempre que se usa

resultados de outros autores, deve incluir-se a referência.

• O plágio é totalmente proibido.

Utilização de Resultados de Outros (1)

(24)

• O plágio tem levado à demissão de muitas pessoas, e.g.,

• Karl-Theodor zu Guttenberg (Ministro de Defesa, Alemanha, 2011),

• Silvana Koch-Mehrin (Vice-Presidente, Parlamento Europeu, 2011),

• Annette Schavan (Ministra da Educação, Alemanha, 2013).

• Noutros casos/países, Presidentes, Chefes de Governo e Ministros mantiveram-se nos cargos, apesar de provado o plágio.

(25)

• Quando se aborda um modelo, deve ter-se o cuidado de incluir: • objetivos, • pressupostos, • condições de aplicação, • parâmetros de entrada, • descrição,

• equações que relacionam os parâmetros, • parâmetros de saída,

• erros associados à sua aplicação.

Descrição de Modelos

(26)

• Os modelos devem ser descritos com rigor, sem complexidade desnecessária.

(27)

• Tipicamente, num processo de dimensionamento, procura-se um valor ótimo para o parâmetro de dimensionamento.

(28)

• A obtenção de um ponto ótimo deve ser ponderada pelo seu custo.

Otimização (2)

Esforço Máximo atingível D e s e m p e n h o

(29)

• Quando se utilizam rotinas e/ou programas para executar operações matemáticas, deve:

• referenciar-se a origem, • indicar-se o erro/precisão associado, • informar-se o tempo de cálculo e a memória necessária.

Programas

(30)

• Quando se desenvolvem simuladores, há que ter o cuidado de:

• descrever o modelo subadjacente,

• validar as saídas para entradas conhecidas,

• analisar a sensibilidade das saídas a variações das entradas,

• obter o número de simulações, em termos de erro,

e sensibilidade,

• considerar resultados depois de estáveis.

(31)

• Quando se desenvolve um modelo, este tem que ser aferido, normalmente por comparação de resultados com outros provenientes de:

• outros modelos, • condições limites, • experimentação, • simulações.

Aferição de Modelos

[Fonte: dnasoftware, 2011]

(32)

• Quando se comparam resultados de duas ou mais origens, deve:

• fazer-se uma comparação gráfica, • avaliar essa comparação

de modo numérico, e.g.:

• coeficiente de correlação, • estatística do erro

(média,

média absoluta, desvio padrão,

valor quadrático médio).

Comparação de Resultados

[Fonte: EPA-USA, 2005]

ε ε

௡ ௞ୀ଴

(33)

• Quando é necessário construir distribuições estatísticas (experiências, simulações, etc.), deve obter-se, pelo menos:

• função densidade de probabilidade

(PDF – Probability Density Function), • função distribuição de probabilidade

(CDF – Cumulative Distribution Function), • média,

• desvio padrão.

(34)

• Os resultados devem ser analisados em termos de: • valores absolutos, • valores relativos, • significado para o sistema em estudo.

Análise de Resultados

[Fonte: BdP, 2006]

(35)

• A capacidade crítica, de analisar as questões com rigor e ver os problemas para além da perspetiva habitual, deve ser exercitada.

a = b a2 = ab a2 - b2 = ab - b2 (a – b) (a + b) = b (a - b) (a + b) = b (a + a) = a 2a = a 2=1

Capacidade Crítica

(36)

A Escrita

(37)

• Escrever documentos é uma parte integrante da atividade profissional de um engenheiro (e de um estudante).

• Os documentos devem ser

escritos, e estruturados, tendo em atenção o público alvo, possibilitando a leitura por pessoas de vários tipos.

• O sucesso de comunicação de um documento depende da forma como foi feito.

Documentos

(38)

• Os documentos podem ser classificados em três tipos:

• Ler-para-Aprender

(livros, teses, relatórios técnicos, …) • Ler-para-Fazer

(guiões, procedimentos, …) • Ler-para-Aprender-a-Fazer

(cursos, manuais, …)

(39)

• Os documentos são muitas vezes o único resultado tangível de uma atividade realizada.

• A documentação é um processo de transmitir informação a destinatários.

• No casos de acidentes como a central nuclear de Three Mille

Island, fábrica de Bhopal, ou

vai-e-vem espacial Challenger, os problemas tinham sido

(40)

• O processo de elaboração de documentos pode ser decomposto nas fases seguintes:

• análise de requisitos, • dimensionamento, • agregação de componentes, • incorporação de restrições, • formatação, • verificação, • produção.

Processo de Elaboração de Documentos

(41)

• A escrita de um documento deve ter as características seguintes associadas:

• seriedade e honestidade, • clareza, • correção técnica, • abrangência, • acessibilidade, • concisão, • correção ortográfica, • diplomacia.

Características de um Documento

[Fonte: freepick, 2011]

(42)

• Os gestores lêem documentos com a frequência seguinte: • 100 % - Resumo • 65 % - Introdução • 55 % - Conclusões • 22 % - Corpo Principal • 15 % - Anexos

Quem Lê o Quê? (1)

[Fonte: spotthefox, 2011]

(43)

• Outra maneira de encarar a leitura de documentos é:

Quem Lê o Quê? (2)

Autor Chefe Documento Quem? Lê? Chefe Introdução, Conclusões Resumo Chefe Título Chefe Chefe

(44)

• As teses podem ser escritas em: • Português,

• Inglês.

Língua de Escrita (1)

(45)
(46)
(47)

• O conteúdo de um documento deve ser planeado em termos de: • capítulos, • secções, • subsecções, • anexos.

Planeamento do Conteúdo

(48)

• A estrutura de um documento deve ser: • Capa

• Agradecimentos

• Resumo e Palavras Chave • Abstract e Keywords • Índice • Lista de Figuras • Lista de Tabelas • Lista de Siglas • Lista de Símbolos

Estrutura (1)

(49)

• 1. Introdução • 2. Capítulo ... • 3. Capítulo ... • ... • ?. Conclusões • A. Anexo ... • B. Anexo ... • ... • Referências

Estrutura (2)

(50)

• A estrutura específica do corpo principal pode ser: • Capítulo 2 – Conceitos básicos e estado da arte

do problema em estudo

• Capítulo 3 – Desenvolvimento teórico do problema em estudo, e implementação de algoritmos em computador e sua aferição

• Capítulo 4 – Análise de resultados (cada seção deve ter as suas próprias conclusões).

(51)

• A Capa deve conter: • instituição e logotipo, • título do trabalho, • autores, • local, • data.

• A capa tem que seguir

um formato

(52)

• O resumo de um documento deve conter: • objetivo do trabalho, • âmbito do trabalho, • métodos usados, • resultados, • conclusões,

• recomendações (se existirem)

• Os resumos não devem ultrapassar 1 página, e estão limitados em número de palavras.

Resumo

(53)

• A Introdução deve começar por dar uma perspetiva geral do problema, e à medida que vai progredindo, deve ir fornecendo informação mais específica, até se abordar a área em concreto tratada no relatório.

• Deve descrever, de forma sucinta, o problema em estudo, e enunciar os principais métodos que são utilizados no trabalho.

• Deve ser finalizada com a descrição do conteúdo e

(54)

• A organização dos capítulos deve conter secções de forma equilibrada, cada uma com partes separadas do trabalho.

• Não incluir secções com menos de 1 página, e não criar apenas uma secção dentro de um capítulo.

• Num capítulo, o texto existente antes de se iniciar a primeira secção deve descrever apenas o

Organização

(55)

• As Conclusões devem conter os resultados principais do trabalho, apresentando-se números e ordens de grandeza, indicando-se quais os melhores modelos ou técnicas, para além de uma análise crítica das limitações.

• Deve começar-se por formular o problema abordado no trabalho, após o que se deve apresentar as conclusões dos vários capítulos, sumariando os modelos desenvolvidos e os resultados principais, e finalizando com possíveis direções de trabalho futuro.

(56)

• Os Anexos contêm informação adicional,

que não é fundamental para a compreensão do trabalho,

ou que é suplementar ao corpo principal do relatório

(e.g., gráficos com resultados de simulações para situações que foram abordadas mas não mostradas no texto principal).

(57)

• Existem 3 tipos de listas: • por itens: a ordem não é importante; • numeradas: a ordem é importante; • de verificação: para seguir um procedimento.

Listas

1

(58)

• Alguns dos erros comuns na escrita incluem: • falta de clareza,

• má organização, • verbosidade,

• excesso de linguagem hermética, • erros de pontuação e ortografia, • maçadora,

• falta de preparação, • parcialidade,

• imprecisão,

(59)

• O texto deve ser escrito no tempo presente (exceto para relatar experiências ou medidas) e na forma impessoal.

• As siglas devem ser sempre definidas da primeira vez que são usadas no texto.

• Usar adjetivos quando podem ser quantificados.

• Não usar palavras inglesas quando há uma tradução muito direta e corrente para elas.

(60)

• Algumas abreviaturas comuns de latim são: • e.g. (exempli gratia) – por exemplo

• et al. (et aliae) – e outros (para pessoas) • etc. (et cetera) – e outros (para coisas) • i.e. (id est) – isto é

(61)

• As equações não devem ser inseridas no texto, mas sim escritas em linha própria, alinhadas à esquerda, e numeradas à direita:

c = f λ (3.4)

• Definir sempre os símbolos depois das equações, na primeira vez que são utilizados:

PEIRP [dBm] = Pe [dBm] + Ge [dBi]

• Não usar o mesmo símbolo para grandezas diferentes.

(62)

• Designar as entidades matemáticas por símbolos, e não por abreviaturas.

• O símbolo para multiplicação é “×” (símbolo de produto), e não “x” (letra x) ou “*” (asterisco).

• Referir as equações apenas pelo seu número (exceto no início de uma frase):

Deduz-se de (2.30) que não existe variação com a frequência

(63)

• Os símbolos devem ser designados de modo coerente, e.g., probabilidades devem ser sempre do tipo Px, e números (quantidades) do tipo Nx.

• Indicar as unidades das grandezas nas equações, pelo menos sempre que aquelas não venham nas suas unidades fundamentais, e.g.,

PEIRP [dBm] = Pe [dBm] + Ge [dBi]

• Usar um número de dígitos significativos apropriado à grandeza em causa, i.e., não usar nem poucos nem demasiados.

(64)

• A legenda das Tabelas deve vir antes destas.

• Os números em Tabelas não devem vir centrados, mas sim alinhados por ordem de grandeza, para se poder perceber melhor a sua diferença.

Tabelas

Designação Potência [W] Telefone 1 WiFi 0,01 Estação Base 100 Emissor TV 500000

(65)

• Os gráficos devem possuir legendas nos dois eixos, com a entidade representada e respetivas unidades.

• Quando a entidade dos gráficos no eixo das abcissas é numérica, a escala deve ser graduada.

• As escalas dos gráficos devem ser escolhidas de modo a expandir o mais possível a variação da função representada. A exceção ocorre quando

se pretende comparar curvas.

(66)

• Deve usar-se referências no texto sempre que se cita ou se usa resultados de outros autores.

• Referir a referência apenas pela sua indicação, sem explicitar a palavra referência.

• Usar apenas referências de fonte confirmada, tais como livros, artigos, relatórios, e outros.

• Referências de portais na Internet devem ser evitadas, exceto se forem de fontes fidedignas.

(67)

• Caso se deseje, pode incluir-se Bibliografia, contendo textos que não foram citados ao longo do trabalho, mas que são importantes para uma compreensão ou enquadramento do trabalho em determinados aspetos.

• No texto, quando se pretende referir os nomes dos autores, e estes são mais de 2, pode usar-se apenas o nome do primeiro seguido de “et al.”.

(68)

• Usar as capacidades dos processadores de texto, para evitar erros, e automatizar processos.

• Antes de entregar o seu relatório a alguém, verifique se foi escrito de acordo com as regras.

• Exerça a sua capacidade de auto-crítica antes de dar o texto a ler a alguém.

(69)

A Defesa

(70)

• É normal na atividade de Engenharia que se tenha que partilhar conhecimento com colegas, clientes, gestores, equipas sob a nossa liderança, etc.

• Fazer uma apresentação perante uma audiência é portanto uma componente essencial da atividade de Engenharia.

• Muitos dos princípios de elaboração de documentos são aplicáveis às

(71)

• Uma apresentação deve basear-se em:

• Ligação – estabelecer ligação com a audiência, em que o esforço para o efeito não pode estar do lado da audiência.

• Fluxo – a informação deve ser apresentada sem dificuldade, de modo gradual, sem desconforto para a audiência.

• Reforço – o suporte e o ambiente para a comunicação deve ser bom, convencendo a

(72)

• A escolha da informação para a apresentação é uma dos fatores essenciais para o seu sucesso.

A Dificuldade da Escolha

Recursos D i f i c u l d a d e

(73)

• É necessário criar o interesse da audiência na apresentação.

• Esse esforço tem que ser feito pelo apresentador.

Estabelecer a Ligação

(74)

• As etapas na estruturação da apresentação devem ser: • estabelecer o problema, • estabelecer os objetivos, • descrever a abordagem, • apresentar os resultados.

Fluxo

(75)

• A estrutura geral é: • Introdução:

• Estabelecer relação • Chamar a atenção

• Apresentar a mensagem

• Dar o plano da apresentação • Corpo

• Escolher 3 a 5 tópicos

• Dar evidência e exemplos da cada tópico • Conclusões

• Reforçar a mensagem • Ação ou conclusão.

Estrutura Geral

(76)

• Em geral, a atenção da audiência é:

(77)

• O Sumário deve identificar os pontos principais da apresentação.

• O Sumário é a primeira oportunidade para chamar a atenção para a mensagem.

• Há que aproveitar o início da apresentação, em que a audiência está a prestar mais atenção.

Sumário

(78)

• A mensagem principal tem que ser passada no início.

(79)

• Deve tentar manter-se a atenção durante a apresentação.

(80)

• Para se manter a atenção durante a apresentação, pode-se:

• ilustrar com um exemplo; • contar uma piada;

• citar alguém conhecido; • estabelecer uma analogia; • colocar uma questão;

• introduzir um elemento visual; • introduzir uma demonstração.

Manter a Atenção (2)

(81)

• A introdução de elementos gráficos pode contribuir para aumentar o interesse e aliviar a carga do processo de

compreensão.

(82)

• As cores do texto, o contraste, e os outros elementos devem ser escolhidas de modo a possibilitar uma

compreensão fácil, ser sóbrios, e

sem grande variedade.

Cores e Contrastes

(83)

• As Conclusões devem reforçar os pontos principais da apresentação.

• As Conclusões são a última oportunidade para chamar a atenção para a mensagem.

• Há que aproveitar o fim da apresentação, pois a

audiência tende a lembrar-se das últimas coisas.

Conclusões

(84)

• Deve fazer-se notas do que se pretende dizer, para cada página.

• Não se deve ler nem o texto da apresentação nem as notas, mas antes ter um discurso fluido.

• A apresentação deve ser ensaiada antes do momento efetivo de a

fazer perante a audiência.

(85)

• A preparação do local para a apresentação é uma componente essencial.

• Deve chegar-se com a devida antecedência, e: • analisar a disposição do local, • testar os equipamentos, • ter soluções de recurso.

Preparando o Local

(86)

• Deve falar-se alto, de modo claro, expressivo, com pausas, e variando o tom.

• Há que olhar para as pessoas, de modo amigável, não prolongadamente, alternando o contacto.

• Abordar a audiência de frente,

ao lado do ecrã,

com algum movimento.

(87)

• Depois da apresentação, há que estar pronto para responder a perguntas.

• Deve estar-se preparado para mostrar

“resultados adicionais”. • Dar respostas sucintas. • Pormenores devem ser

tratados no intervalo com

Depois da Apresentação

(88)

Conclusões

(89)

• Esta apresentação descreve alguns princípios básicos de com se deve fazer uma Tese de Mestrado.

• O processo tem 4 fases: escolha,

desenvolvimento, escrita, e defesa.

• A Tese de Mestrado pode ser a porta para a empregabilidade.

(90)

• Mike Markel, Writing in the Technical Fields: A

Step-by-Step Guide for Engineers, Scientists, and Technicians, IEEE/John Wiley, New York, NY,

USA, 1994.

• Joan G. Nagle, Handbook for Preparing Engineering Documents, IEEE/John Wiley, New

York, NY, USA, 1996.

• Herbert Hirsch, Essential Communication Strategies: For Scientists, Engineers, and Technology Professionals, IEEE/John Wiley, New

York, NY, USA, 2003.

(91)

• Cheryl Reimold and Peter Reimold, The Short

Road to Great Presentations: How to Reach Any Audience Through Focused Preparation, Inspired Delivery, and Smart Use of Technology,

IEEE/John Wiley, New York, NY, USA, 2003,

• Jay B. Brockman, Introduction to Engineering:

Modeling and Problem Solving, John Wiley, New

York, NY, USA, 2009.

https://fenix.ist.utl.pt/disciplinas/pmee/2012-2013/1-semestre/aulas-teoricas

• http://grow.inov.pt/education/templates

Referências

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