CORRENTE
CORRENTE
RUSSA
RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSAOriginalmente, era uma corrente alternada
Originalmente, era uma corrente alternada
simétrica sinusoidal de 2500 Hz de frequência,
simétrica sinusoidal de 2500 Hz de frequência,
modulada por “burst” a cada 10 ms, para
modulada por “burst” a cada 10 ms, para
fornecer 50 bursts por segundo
fornecer 50 bursts por segundo
(Robinson & Snyder(Robinson & Snyder--Mackler, 2001)Mackler, 2001)Foi promovida comercialmente como
Foi promovida comercialmente como
Estimulação Russa
Estimulação Russa
(Robinson & Snyder(Robinson & Snyder--Mackler, 2001; Starkey, 2001)Mackler, 2001; Starkey, 2001)Atualmente, é definida como uma corrente
Atualmente, é definida como uma corrente
alternada de média frequência, que pode ser
alternada de média frequência, que pode ser
modulada por “rajadas” (bursts) e é utilizada
modulada por “rajadas” (bursts) e é utilizada
com fins excitomotores
com fins excitomotores
(Adel & Luykx, 1990; Scott, 1998; Robinson & Snyder(Adel & Luykx, 1990; Scott, 1998; Robinson & Snyder--Mackler, 2001}Mackler, 2001}CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CICLO
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
PROPRIEDADES HISTOLÓGICAS, HISTOQUÍMICAS PROPRIEDADES HISTOLÓGICAS, HISTOQUÍMICAS E FISIOLÓGICAS DA MUSCULATURA
E FISIOLÓGICAS DA MUSCULATURA
•• AsAs fibrasfibras muscularesmusculares foramforam classificadasclassificadas dede acordoacordo com
com suasua constituiçãoconstituição (grupos(grupos muscularesmusculares emem suasua maioria
maioria erameram mistos)mistos)..
•• EmEm pesquisaspesquisas realizadasrealizadas sobresobre oo comportamentocomportamento clínico
clínico dada nossanossa musculaturamusculatura foramforam observadosobservados basicamente
basicamente 22 tipostipos dede fibrasfibras muscularesmusculares:: fásicasfásicas ee tônicas,
tônicas, ouou brancasbrancas ee vermelhasvermelhas,, sendosendo asas brancasbrancas dede velocidade
velocidade ee asas vermelhasvermelhas dede sustentaçãosustentação(Janda,(Janda, 19791979))
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
••ComCom exceçãoexceção dede poucospoucos músculos,músculos, oo corpocorpo humanohumano só
só contémcontém músculosmúsculos comcom composiçãocomposição dede fibrasfibras musculares
musculares mistas,mistas, ee queque variavaria muitomuito dede umauma pessoapessoa para
para outraoutra(Johnson,(Johnson, 19731973))
••GuytonGuyton ((19961996)) afirmaafirma queque algumasalgumas pessoaspessoas podempodem possuir
possuir númeronúmero bastantebastante maiormaior dede fibrasfibras rápidasrápidas que
que dede fibrasfibras lentas,lentas, ee issoisso obviamenteobviamente poderiapoderia determinar,
determinar, atéaté certocerto ponto,ponto, asas capacidadescapacidades atléticasatléticas dos
dos diversosdiversos indivíduosindivíduos..
••AtualmenteAtualmente sese classificaclassifica aa musculaturamusculatura(miosina(miosina ATPase)ATPase)
em
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
FV –
10 a 30 HzFI
FB –
50 a 150 Hz CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSATipos de fibras musculares (coloração de miosina Tipos de fibras musculares (coloração de miosina ATPase) do músculo membro anterior do gato ATPase) do músculo membro anterior do gato (Enoka, 2000)(Enoka, 2000)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Tipos de fibras (I, IIa, IIb) (coloração de miosina Tipos de fibras (I, IIa, IIb) (coloração de miosina ATPase) do múscuo esquelético humano
ATPase) do múscuo esquelético humano(Junqueira & Carneiro, 1999)(Junqueira & Carneiro, 1999)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA Weineck
Weineck ((19911991),), mostramostra asas diferençasdiferenças nono númeronúmero dede fibrasfibras brancas
brancas ouou vermelhasvermelhas.. ÀÀ esquerdaesquerda umum músculomúsculo dede umum corredor
corredor dede provasprovas rasasrasas.. ÀÀ direitadireita oo músculomúsculo dede umum ciclistaciclista
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA DERMATOGLIFIA DERMATOGLIFIA
-- DermoDermo,, dodo latim,latim, significandosignificando “pele”,“pele”, ee dede glyphaglypha,, dodo grego,
grego, queque significasignifica “gravar”“gravar”..
-- ÉÉ aa ciênciaciência queque estudaestuda oo desenhodesenho ee relevorelevo dada pelepele dada palma
palma dada mãomão ee dada pontaponta dosdos dedosdedos..
-- ElaEla sese baseiabaseia nana identificaçãoidentificação dada formaçãoformação dasdas papilaspapilas digitais
digitais comocomo umauma marcamarca genéticagenética indicativaindicativa dada predominância
predominância dosdos tipostipos dede fibrasfibras muscularesmusculares..
A Presilha (L) indica A Presilha (L) indica predominância de fibra predominância de fibra muscular glicolitica, e o muscular glicolitica, e o Verticilo (W) indica a da Verticilo (W) indica a da fibra oxidativa. fibra oxidativa. O arco (A) não tem O arco (A) não tem relação com nenhum relação com nenhum dos tipos de fibra dos tipos de fibra muscular
muscular (Ferrão et al, 2004)(Ferrão et al, 2004)..
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
AndrewsAndrews ee colcol.. ((20002000),), relatamrelatam queque aa
eletroestimulação
eletroestimulação podepode serser maismais eficazeficaz aa algunsalguns pacientes
pacientes dodo queque apenasapenas oo exercícioexercício
IstoIsto residereside nana diferençadiferença nosnos padrõespadrões dede recrutamentorecrutamento
ee dede acionamentoacionamento (disparo)(disparo) entreentre aa eletroestimulaçãoeletroestimulação ee asas contraçõescontrações muscularesmusculares voluntáriasvoluntárias..
EmEm umauma contraçãocontração voluntária,voluntária, oo recrutamentorecrutamento dasdas
unidades
unidades motorasmotoras nono músculomúsculo esqueléticoesquelético obedeceobedece oo Princípio
Princípio dodo TamanhoTamanho dede HennemanHenneman
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Pois no início da reabilitação, o treinamento típico Pois no início da reabilitação, o treinamento típico
com exercícios normalmente envolve um peso mais com exercícios normalmente envolve um peso mais baixo, para evitar o estresse excessivo da articulação baixo, para evitar o estresse excessivo da articulação lesionada.
lesionada.
Portanto, as fibras de contração rápida seriam Portanto, as fibras de contração rápida seriam
recrutadas apenas raramente (pois são recrutadas recrutadas apenas raramente (pois são recrutadas com esforço suplementar), assim sendo, receberiam com esforço suplementar), assim sendo, receberiam poucos efeitos de treinamento em virtude deste poucos efeitos de treinamento em virtude deste exercício.
exercício.
Com a eletroestimulação a articulação pode ser Com a eletroestimulação a articulação pode ser
estabilizada e as fibras de contração rápida pode ser estabilizada e as fibras de contração rápida pode ser recrutadas com cada contração.
recrutadas com cada contração.
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA ESPECIFICAÇÕES
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICASTÉCNICAS DADA CORRENTECORRENTE RUSSA
RUSSA (Dependente(Dependente dede cadacada fabricante)fabricante)
FreqüênciaFreqüência portadoraportadora -- 25002500 HzHz (e(e 40004000 Hz)Hz) -- ÉÉ corrente
corrente dede médiamédia freqüênciafreqüência queque vaivai gerargerar aa correntecorrente baixa
baixa frequênciafrequência parapara aa estimulaçãoestimulação muscularmuscular..
CicloCiclo -- ConstituiConstitui--sese dada rajadarajada (burst)(burst) dede pulsospulsos dede média
média frequênciafrequência maismais oo intervalointervalo entreentre asas rajadasrajadas..
C IC LO
PorcentagemPorcentagem dodo ciclociclo -- ÉÉ quantidadequantidade dede correntecorrente dentro
dentro dada rajadarajada.. PodePode serser dede 2020%% -- 3030%% -- 5050%% (Ex
(Ex.:.: 2020%% == 2020%% dede correntecorrente (rajada)(rajada) ee 8080%% dede intervalo
intervalo (sem(sem corrente)corrente) CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
20% 80%
50% 50%
FreqüênciaFreqüência dede modulaçãomodulação -- éé aa frequênciafrequência dede ciclosciclos por
por segundosegundo.. ÉÉ aa correntecorrente dede baixabaixa frequênciafrequência queque será
será utilizadautilizada parapara aa estimulaçãoestimulação muscularmuscular.. -- NormalmenteNormalmente vaivai dede 00 aa 150150 HzHz
-- AlgunsAlguns aparelhosaparelhos trazemtrazem umum parâmetroparâmetro fixofixo dede 5050 Hz
Hz (como(como propostoproposto anteriormenteanteriormente porpor Kots)Kots)..
IntensidadeIntensidade -- NormalmenteNormalmente vaivai dede 00 aa 150150 mA,mA, podendo
podendo variarvariar atéaté 200200 mAmA (de(de acordoacordo comcom oo fabricante)
fabricante)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
TempoTempo dede repousorepouso -- QuandoQuando nãonão háhá contraçãocontração.. -- NãoNão passapassa correntecorrente..
-- NormalmenteNormalmente vaivai dede 00 aa 3030 SegSeg..
Tempo de contraçãoTempo de contração -- É a sustentação da estimulação. É a sustentação da estimulação. Normalmente vai de 0 a 30 Seg.
Normalmente vai de 0 a 30 Seg.
Em alguns aparelhos é possível encontrar um Em alguns aparelhos é possível encontrar um TimerTimer, , para o controle do tempo total de estimulação; e para o controle do tempo total de estimulação; e
Rampas
Rampas de subida e descida de corrente.de subida e descida de corrente.
4 3 2 1
RegimeRegime dede emissãoemissão dede correntecorrente nosnos canaiscanais
a)
a) ModoModo sincronizadosincronizado
-- AA correntecorrente éé emitidaemitida emem todostodos osos canaiscanais aoao mesmomesmo tempo
tempo (durante(durante oo tempotempo ONON)) ee emem seguidaseguida encerraencerra suasua emissão
emissão emem todostodos eleseles aoao mesmomesmo tempotempo (tempo(tempo OFFOFF)).. CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
1 2 3 4
1 2 3 4
b)
b) ModoModo recíprocorecíproco ouou alternadoalternado
-- AA correntecorrente éé emitidaemitida numnum grupogrupo dede canaiscanais (normalmente
(normalmente nana metademetade dodo númeronúmero dede canais),canais), enquanto
enquanto oo restanterestante ficafica inoperanteinoperante.. EmEm seguidaseguida aqueles
aqueles queque estavamestavam inoperantesinoperantes começamcomeçam aa emitiremitir aa corrente
corrente ee osos canaiscanais anteriormenteanteriormente operantesoperantes encerram
encerram aa emissãoemissão dede correntecorrente..
1 2 3 4
1 2 3 4
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
c)
c) ModoModo sequencialsequencial
-- AA correntecorrente éé emitidaemitida dede formaforma sequencialsequencial porpor todos
todos osos canaiscanais.. NormalmenteNormalmente éé utilizadoutilizado parapara drenagem
drenagem dede líquidoslíquidos
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA 4 3 2 1 1 2 3 4 1 2 3 4 c)
c) ModoModo contínuocontínuo
-- AA correntecorrente éé emitidaemitida emem todostodos osos canaiscanais aoao mesmomesmo tempotempo dede forma
forma ininterruptaininterrupta.. NormalmenteNormalmente éé utilizadautilizada parapara analgesiaanalgesia..
-- AnalgesiaAnalgesia comcom CorrenteCorrente RussaRussa:: a)
a) FrequenciaFrequencia PortadoraPortadora:: 40004000 HzHz b)
b) DorDor agudaaguda:: FrequenciaFrequencia moduladamodulada dede 100100 Hz,Hz, comcom intensidade
intensidade baixabaixa (parestesia(parestesia semsem contração)contração) c)
c) DorDor cronicacronica:: FrequenciaFrequencia moduladamodulada dede 55 Hz,Hz, comcom intensidade
intensidade moderadamoderada (leves(leves contraçõescontrações musculares)musculares)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
PARÂMETROS
PARÂMETROS DEDE UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO a)
a) Determinar,Determinar, emem algunsalguns casos,casos, queque tipotipo dede músculomúsculo seráserá tratado
tratado (tônico(tônico ouou fásico)fásico) b)
b) ExigirExigir oo máximomáximo emem todastodas fasesfases dodo tratamentotratamento(Snyder (Snyder--Mackler
Mackler ee colcol ((19941994),), relatamrelatam queque aa forçaforça ganhaganha estáestá relacionadarelacionada àà intensidade
intensidade dada contraçãocontração estimulada)estimulada)
c)
c) AA correntecorrente devedeve serser oo maismais agradávelagradável possívelpossível d)
d) OO músculomúsculo ee oo nervonervo motormotor devemdevem estarestar normalnormal e)
e) CertificarCertificar--sese queque nãonão háhá lesãolesão emem músculos,músculos, tendão,tendão, ligamento
ligamento ee fásciafáscia f)
f) EvitarEvitar fadigafadiga h)
h) EvitarEvitar modificaçõesmodificações nãonão desejadasdesejadas nana dada fibrafibra muscularmuscular CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSACORRENTE RUSSA
MODIFICAÇÃO NA COMPOSIÇÃO MUSCULAR MODIFICAÇÃO NA COMPOSIÇÃO MUSCULAR
Estímulos elétricos sobre os motoneurônios Estímulos elétricos sobre os motoneurônios mudaram as características de algumas fibras mudaram as características de algumas fibras (Hoogland, 1988; (Hoogland, 1988; McArdle et al, 1992)
McArdle et al, 1992)
Esta modificação é dependente principalmente da Esta modificação é dependente principalmente da frequência com que se despolariza o nervo motor por frequência com que se despolariza o nervo motor por meio da corrente elétrica
meio da corrente elétrica (Hoogland, 1988; McArdle et al, 1992)(Hoogland, 1988; McArdle et al, 1992)
Em geral a transformação de fibras musculares Em geral a transformação de fibras musculares fásicas em tônicas transcorre com maior facilidade, fásicas em tônicas transcorre com maior facilidade, ou seja, a capilarização aumenta
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
A mudança nas características bioquímicasA mudança nas características bioquímicas--fisiológicas das fibras musculares pode ocorrer fisiológicas das fibras musculares pode ocorrer também através da atividade muscular intensa também através da atividade muscular intensa (treinamento) e talvez da inatividade
(treinamento) e talvez da inatividade (Hoogland, 1988; McArdle et al, 1992; (Hoogland, 1988; McArdle et al, 1992; Enoka, 2000))
Enoka, 2000))
A conservação da mudança pode ser determinada A conservação da mudança pode ser determinada pelo uso funcional do músculo
pelo uso funcional do músculo (Hoogland, 1988)(Hoogland, 1988)
A modificação é reversível A modificação é reversível (Hoogland, 1988)(Hoogland, 1988)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Hoogland (1988) menciona que 50 a 150 Hz é ideal Hoogland (1988) menciona que 50 a 150 Hz é ideal para trabalhar músculos dinâmicos (fásicos) e/ou para trabalhar músculos dinâmicos (fásicos) e/ou garantir que as fibras tornem
garantir que as fibras tornem--se brancas. se brancas.
Salgado (1999), relata que se o objetivo for trabalhar Salgado (1999), relata que se o objetivo for trabalhar as fibras rápidas (brancas) deve
as fibras rápidas (brancas) deve--se utilizar se utilizar frequências com valores entre 35 e 70 Hz. frequências com valores entre 35 e 70 Hz.
20 a 30 Hz20 a 30 Hz(Hoogland, 1988)(Hoogland, 1988)-- é ideal para trabalhar é ideal para trabalhar
músculos estáticos (tônicos) e/ou garantir que as músculos estáticos (tônicos) e/ou garantir que as fibras brancas tornem
fibras brancas tornem--se vermelhas. se vermelhas. Salgado (1999), Salgado (1999), Scott (1998)
Scott (1998) ee Spring e col. (1995)Spring e col. (1995), menciona , menciona estimulação a 10 Hz estimulação a 10 Hz)) CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA INDICAÇÕES INDICAÇÕES
EstimulaçãoEstimulação e/oue/ou fortalecimentofortalecimento emem condiçõescondições
patológicas,
patológicas, taistais comocomo::
a)
a) OndeOnde aa contraçãocontração muscularmuscular voluntáriavoluntária éé inibidainibida porpor alguma
alguma lesãolesão b)
b) OndeOnde aa açãoação muscularmuscular nãonão ocorreocorre sobsob controlecontrole voluntário
voluntário semsem práticaprática c)
c) OndeOnde éé necessárionecessário mostrarmostrar queque aa contraçãocontração podepode ocorrer
ocorrer normalmentenormalmente ("fingimento")("fingimento") d)
d)RecuperarRecuperar aa sensaçãosensação dada tensãotensão muscularmuscular (tônus)(tônus)
e)
e) PósPós operatóriooperatório (fraturas,(fraturas, meniscectomias,meniscectomias, etc)etc)
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
f) Em situações onde se deseja aumentar ou f) Em situações onde se deseja aumentar ou manter a força muscular
manter a força muscular
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSACORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Adutores de escapula e deltoide medio Adutores de escapula e deltoide medio
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA Grande dorsal Grande dorsal CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Abdominais e grandes glúteos Abdominais e grandes glúteos
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA Peitoral Peitoral CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Fortalecimento no esporte de alto nível Fortalecimento no esporte de alto nível
Modificação do tecido muscular Modificação do tecido muscular
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
Fisioterapia dermatoFisioterapia dermato--funcional / Estéticafuncional / Estética
a)
a) EvitarEvitar flacidezflacidez emem abdômen,abdômen, glúteosglúteos ee membrosmembros inferiores
inferiores;; b)
b) TonificarTonificar ee fortalecerfortalecer músculosmúsculos nono póspós--parto,parto, pós pós--emagrecimento,
emagrecimento, etcetc c)
c) DrenagemDrenagem linfáticalinfática Etc
Etc..
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSACORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSACORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
CONTRA INDICAÇÕES
CONTRA INDICAÇÕES
Lesões musculares, tendinosas e
Lesões musculares, tendinosas e
ligamentares
ligamentares
Inflamação articular aguda
Inflamação articular aguda
Espasticidade
Espasticidade
Miopatias que impeçam a contração
Miopatias que impeçam a contração
fisiológica
fisiológica
CORRENTE RUSSA CORRENTE RUSSA
REFERÊNCIAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBIBLIOGRÁFICAS:: 02
02-- ArthurArthur CC.. Guyton,Guyton, MDMD -- FISIOLOGIAFISIOLOGIA HUMANAHUMANA -- EdEd GuanabaraGuanabara -- 19961996 12
12-- Scott,Scott, OO.. -- ATIVAÇÃOATIVAÇÃO DOSDOS NERVOSNERVOS MOTORESMOTORES EE SENSITIVOSSENSITIVOS (em(em ELETROTERAPIAELETROTERAPIA DEDE CLAYTONCLAYTON -- Kitchen,Kitchen, SS.. ee Bazin,
Bazin, SS..)) -- 1010ªª EdiçãoEdição -- EdEd.. ManoleManole -- 11ªª EdiçãoEdição brasileirabrasileira -- SãoSão PauloPaulo –– 19981998 -- pppp.. 6969;; 7373--7474;; 113113--117117 26
26-- Hoogland,Hoogland, RR.. -- STRENGTHENINGSTRENGTHENING ANDAND STRETCHINGSTRETCHING OFOF MUSCLESMUSCLES USINGUSING ELECTRICALELECTRICAL CURRENTCURRENT -- BB..VV.. ENRAFENRAF NONIUS
NONIUS DELFTDELFT -- HolandaHolanda -- 19881988 27
27-- Adel,Adel, RR..VV.;.; Luykx,Luykx, RR.. HH.. JJ.. -- ELECTROTERAPIAELECTROTERAPIA DEDE FRECUENCIAFRECUENCIA BAJABAJA YY MEDIAMEDIA -- ENRAFENRAF NONIUSNONIUS DELFTDELFT -- 19901990 33
33-- WilliamWilliam DD.. McArdle,McArdle, FrankFrank II.. Katch,Katch, ee VictorVictor LL.. KatchKatch -- FISIOLOGIAFISIOLOGIA DODO ESFORÇOESFORÇO -- Energia,Energia, NutriçãoNutrição ee DesempenhoDesempenho Humano
Humano -- EdEd.. GuanabaraGuanabara KooganKoogan -- 33ªª EdEd.. -- RioRio dede JaneiroJaneiro -- 19921992 61
61-- Longo,Longo, GG.. JJ.. -- KLDKLD BiosistemasBiosistemas EqEq.. EletrEletr..-- ESTIMULAÇÃOESTIMULAÇÃO ELÉTRICAELÉTRICA PARAPARA FORTALECIMENTOFORTALECIMENTO EE ALONGAMENTOALONGAMENTO MUSCULAR
MUSCULAR -- AmparoAmparo--SPSP -- 19991999 62
62 -- Janda,Janda, VV -- MUSKELFUNCTIONSDIAGNOSTIK,MUSKELFUNCTIONSDIAGNOSTIK, MUSKELTESTMUSKELTEST UNTERSUXHUNGUNTERSUXHUNG VERKÜRZTERVERKÜRZTER MUSKEIN,MUSKEIN, UNTERSUCHUNG
UNTERSUCHUNG HYPERMOBILITÄTHYPERMOBILITÄT -- VERLAGVERLAG ACCOACCO-- BELGICABELGICA –– 19791979 63
63-- Johnson,Johnson, MM..AA..,, etet alal -- DATADATA ONON DISTRIBUTIONDISTRIBUTION OFOF FIBREFIBRE TYPESTYPES ININ THIRTYTHIRTY--SIXSIX HUMANHUMAN MUSCLESMUSCLES.. NANA AUTOPSYAUTOPSY STUDY
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64-- Kuo,Kuo, KK.. HH.. MM.. ee HH..PP.. ClamannClamann -- COACTIVATIONCOACTIVATION OFOF SYNERGISTICSYNERGISTIC MUSCLESMUSCLES OFOF DIFFERENTDIFFERENT FIBERFIBER TYPESTYPES ININ FAST
FAST ANDAND SLOWSLOW CONTRACTIONSCONTRACTIONS -- AmericanAmerican JournalJournal ofof PhysicalPhysical Medicine,Medicine, volvol 6060,, nn°°55 19811981,, pppp.. 219219--238238 74
74-- Robinson,Robinson, AA.. JJ.. && SnyderSnyder--Mackler,Mackler, LL.. -- ELETROFISIOLOGIAELETROFISIOLOGIA CLÍNICACLÍNICA -- EletroterapiaEletroterapia ee testeteste eletrofisiológicoeletrofisiológico -- EdEd.. ArtmedArtmed --2
2ªª EdEd.. -- PortoPorto AlegreAlegre -- 20012001-- pppp.. 6868;; 105105--108108;;115115;;126126;;137137;;147147 83
83-- Santos, Ângela Santos, Ângela -- FISIOTERAPIA ESTÁTICAFISIOTERAPIA ESTÁTICA -- Novartis Biociências S.A. Novartis Biociências S.A. -- São Paulo São Paulo -- 19981998 84
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103 86
CORRENTE RUSSA
88 Weineck, J. BIOLOGIA DO ESPORTE Ed. Manole
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89 Andrews, R., Harrelson, G. L. & Wilk, K. E. REABILITAÇÃO FÍSICA DAS LESÕES DESPORTIVAS -2ª Ed. - Ed. Guanabara Koogan - 2000 - pp. 61-95 101- Faulkner, J. A., Zerba, E., Brooks, S. V. - MUSCLE
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Apud Guirro, R., Adib, C., Máximo, C. - OS EFEITOS
FISIOLÓGICOS DA CRIOTERAPIA: UMA REVISÃO Revista Fisioter. Univ. São Paulo, v.6, n.2, p.165, ju7l/dez. -1999